... ela se ajoelhou e lambeu bem devagarinho minhas bolinhas, a língua dela passando devagar, com ternura, com doçura, que lindo... eu tava no paraíso, aproveitando cada vez mais aquela lambida nos meus ovos, era uma delícia... ela chupava, meu pau foi endurecendo mais e mais, ficou duríssimo na hora. Ela olhou, pegou com uma mão e disse: — Que lindo que ficou, tão durinho, tô com vontade de fazer travessuras. Eu olhei pra ela, e ela respondeu o olhar com uma cara de safada terrível, he he he. Ela mostrou a língua e passou bem devagarinho, muito devagar, pela cabeça, e me deu uns beijinhos no pau, e lambeu de cima pra baixo — Mmmmm, que pau gostoso que você tem, meu amor, ah... posso comer ele? — falou com carinha de menina. — Que porra você tá esperando? Come logo de uma vez! — respondi, louco pra que ela me chupasse.Tudo aconteceu na segunda-feira da semana passada, quando em Buenos Aires desabou o mundo com a chuva. A gente tava na casa de uns amigos e, enquanto conversava e via a chuva cair a cântaros, como eu morava a poucas quadras, esperei dar uma trégua pra ir pra casa com minha mina. Saímos assim que a tempestade deu uma pausa. Ao sair e andar duas quadras, demos de cara com a surpresa: a rua e a calçada estavam alagadas... a água batia no nosso tornozelo. Corremos pra chegar rápido, porque tinha começado a chover de novo. Tava a meia quadra do prédio quando um ônibus passou e nos encharcou com uma onda enorme. Depois entramos no prédio e nos sentimos protegidos, e nos olhamos de frente. Foi um segundo: nos devoramos com o olhar. Aquela molhada deixava ela linda demais, o cabelo todo úmido e bagunçado, o rímel escorrido, a pele fria, a camisa branca molhada mostrando os pezinhos dela durinhos de frio. Nos olhamos e nos beijamos até o elevador. A gente se jogava violentamente de um lado pro outro nos corredores do prédio. Chegamos no elevador e, como deu, apertamos o terceiro andar. A viagem curta no elevador, abrimos e entramos aos empurrões no apartamento. Entramos, fechamos a porta — nem sei com quê — e desabamos no chão.
Ali no chão, sentia a pele dela úmida, fria, tremendo, os pezinhos dela eretos, durinhos, e comecei a massagear devagar, a beijar com tesão. Uma das minhas mãos começou a acariciar as perninhas frias dela, sentia os relevos da pele arrepiada, mas quando cheguei na entreperna, senti umidade também, só que essa era quente. Passei a mão devagar por ali. E comecei a ouvir gemidos baixinhos. A gente continuava se beijando no chão. E minhas mãos tomaram de assalto o corpo frio dela, que ia esquentando a cada roçada do nosso corpo. Eu descolei minha boca da dela e comecei a chupar o pescoço inteiro, deixei umas marcas. Fui descendo até os peitos dela, arranquei o sutiãzinho e comecei a chupar os pezinhos dela, agora morninhos. mas eretos, minha língua saboreava, e ela curtia com gemidos leves, minha mão entrou na calcinha fio dental dela duplamente molhada, e comecei a penetrar a buceta dela, com dois dedinhos os gemidos dela aumentavam a cada entra e sai dos meus dedos naquela bucetinha quente e gostosa, meu pau queria explodir, ela com a mão acariciava ele por cima da calça, ela num instante goza e eu sinto os líquidos dela escorrendo entre meus dedos, e a respiração dela acelera... eu me mexi e abri bem as pernas dela, levantei levemente a saia dela, e arranquei a calcinha fio dental também, tava descontrolado, ela não dizia nada, tão possuída de luxúria quanto eu, me abaixei e beijei, saboreei, lambi, chupei, cada centímetro daquela pussy deliciosa, não conseguia parar de provar aquelas pernas lindas também, ela entre gemidos, diz -quero.... mmm. teu.. pau..- ao ouvir isso, parei de lamber, e abri o máximo que pude as pernas dela, desafivelei a calça, e tirei meu pau duro, molhado, mas pulsando com vontade de entrar na minha mina, de sentir a bucetinha dela roçando nesse entra e sai, eu simplesmente meti de uma vez, e comecei a me mexer, os gritos e gemidos dela preenchiam o silêncio anterior, tava comendo ela, toda molhada, depois de caminhar sobre a água da chuva... na rua, ver ela assim molhada era excitante e com ela aconteceu o mesmo, continuamos trepando naquela posição por um bom tempo, senti ela gozar mais uma vez... ao sentir a buceta dela apertar meu pau com força... Tirei meu pau da boceta dela e coloquei na cara dela, ela com uma mão pegou, bateu uma punhetinha e colocou só a cabeça na boca e lambeu terrivelmente... ao sentir a língua dela subir e descer pela minha glande foi inevitável, não segurei e gozei, soltei toda a porra na boca dela. Eu me deitei e fiquei de barriga pra cima uns segundos e simplesmente ouvi -amorzinho, já cansou? eu quero muito mais- eu respondi -eu também, mas você não quer fazer algo pra mim, você também?-.... ela se aproximou e...
Ela chupou bem devagarinho, e enfiou meu pau quase inteiro até a garganta dela, começou a mexer a cabecinha bem devagar, eu sentia ela saboreando meu pau com a língua. Ela separou a boca do meu pau e eu vi os fios de saliva saindo da boca dela — Que gostoso! Agora vou pular em você. — Ela se posicionou e ia enfiar o pau na buceta... Eu sentei e empurrei ela, que ficou deitada no chão, e me joguei por cima, beijei a boca dela e com a mão guiei meu pau até a buceta dela e enfiei até o fundo. Tirei a boca da dela e comecei a chupar o pescoço dela, deixei uns 4 ou 5 chupões no pescoço inteiro. Eu me mexia a mil e ela gritava e gemia, as mãos dela ficaram inertes no chão. Meu pau entrava e saía da buceta dela e eu sentia o atrito dos líquidos dela e as bolinhas batendo na bundinha pequena dela. Ouvi os gemidos dela e me senti no paraíso, que lindo como ela gritava e dizia — Ahhh, sim, me dá mais, sim, eu gosto, eu adoro, quero mais... — Minhas mãos deslizaram dos quadris dela até os peitos e comecei a puxar os biquinhos dela. Fiz isso por uns minutos e ela gozou lindamente e soltou um grito de alívio maravilhoso — Ahhhhh, que lindo, lindo, quero mais. — Eu tirei o pau dela e falei — Agora é sua vez. vira sua putinha! - ela me obedeceu e ficou de quatro, enfiei o pau na buceta dela de novo e comecei a meter com tudo, batia bem forte e dei uns tapas na bunda dela e falei - putinha, goza! cê gosta, né? é uma putinha! adora, quer gozar de novo? - ela entre gemidos falou - Siiim ahhhmmm siiim quero mais, me come mais ahhhh siiim - a bucetinha dela quentinha cheia de líquido e agora minhas bolas batiam no clitóris dela, e os gemidos dela ficavam mais fortes - Ahhh Ahhh Ahhh me dá mais mais por favor, filho da puta me dá mais! me come mais! me faz gozar! - ela gozou em pouco tempo com gritos altos - Ahhh Ahhh Ahhh adoro, gozei de novo. que delícia... - eu me abaixei atrás dela e comecei a lamber a bucetinha dela, uma delícia, e provei muito líquido, e depois subi um pouquinho mais e comecei a lamber o cuzinho dela, como chupei aquele cuzinho, que cuzinho gostoso, e depois de um tempo. falei pra ela - putinha, agora vou te comer pelo cuzinho - ela riu e eu enfiei até o fundo, e comecei a meter a mil pelo cuzinho dela, era uma situação linda como eu comia ela, os gritos dela eram música pros meus ouvidos... ela gritava e gemia até eu encher o cuzinho dela de porra... - vamos tomar banho que a gente termina isso lá - falei pra ela que gemia sufocada e respirava muito ofegante. - Vamos, meu amorzinho - ela falou
CONTINUA...
5 comentários - Andando na Água (Parte 2)
excelente pablo super caliente como siempre y obvio como castigo no hay puntos jajaja van para la culminacion 😉