Galera, esses dias tava fuçando e encontrei esse relato que resolvi compartilhar.
Isso aconteceu comigo há um tempo, mas antes quero dizer que sou branca, tenho 1,64 m, pernas bonitas, bunda empinada e peito tamanho 36 B. Então, numa ocasião, meu marido tinha o pai dele internado porque tava doente, e ele precisava ajudar a irmã a cuidar do velho durante a noite. Eu me ofereci de boa vontade pra dar uma força.
Naquela tarde, meu marido veio jantar em casa e, antes de ir trabalhar, a gente ficou se beijando e se acariciando na sala. Depois, ele me fez dar uma chupadinha gostosa no pau dele, mas tivemos que parar porque ele tinha que voltar pro trampo, e deixamos pra continuar depois.
Naquele dia, tomei banho pra ficar fresca durante a noite e, aproveitando que era verão, vesti um vestido curto com botões na frente até quase a metade da panturrilha, uns sapatos baixinhos e um casaco leve, porque não tava frio, mas era melhor prevenir. Depois, cheguei pra substituir minha cunhada, e a gente se despediu, combinando que ela passaria pra me render no começo do dia seguinte.
Tudo parecia muito tranquilo, e pensei que bastaria só fazer presença, que meu sogro merecia isso. Ele conversou rapidinho comigo, agradeceu por eu estar ali com ele, e depois apagou de vez por causa do remédio e da fraqueza da doença. Eu, na poltrona que me deram no hospital, sem querer também capotei. Nesse tempo, sonhei com o que rolou à tarde com meu marido e, quando acordei, me senti bem perturbada. Sentia claramente o calor nas bochechas e uma quentura muito peculiar na minha buceta. Por isso, saí do quarto e resolvi dar uma arejada. Fui até o elevador e, quando passei, vi que tinha um policial lá, e que a moça que tava quando cheguei já tinha sido trocada. Cumprimentei ele e fui até uma janela que era a entrada de luz, e fiquei observando a tranquilidade da cidade, enquanto tentava me acalmar. Tava nessa quando, pelo reflexo da janela, percebi que o policial não parava de olhar pra minha bunda e pras minhas pernas que transpareciam pelo tecido do vestido. E eu, de propósito e fingindo distração, separei minhas pernas pra aumentar a transparência do vestido, enquanto, longe de me acalmar, sentia cada vez mais excitação. Na minha mente, chegavam com mais clareza as imagens do meu marido na minha boca, enquanto eu curtia ser observada com desejo por ele.
Então fui pro banheiro feminino e desabotoei alguns botões do meu vestido na altura das pernas e mais um no peito, e voltei pro cubo do elevador. Me dirigi ao policial, que, ao notar que meu decote tava maior e que agora ele tinha uma vista melhor, fez uma cara de desejo. Eu, satisfeita, comecei a comentar que a noite tava muito gostosa, bem fresca, e perguntei se ele não se entediava de ficar sempre de noite nesse trabalho. Depois ele me perguntou se eu tinha filhos, e eu menti, dizendo que meu marido era mais velho que eu e que ele não queria filhos porque já tinha de um casamento anterior — nada disso era verdade. Também perguntei se ele tinha filhos, ele respondeu que sim, três, e eu comentei que ele era um bruto, perguntando se ele se achava muito potente. Aí ele falou: "Pelos resultados me remeto, loirinha", e se virou pra mim, olhando fixamente pros meus peitos e me segurando pelo braço, me deu um beijo gostoso na boca enquanto as mãos dele imediatamente rodearam minha bunda. Eu aproximei logo minha barriga, sentindo o pau dele pulsar contra minha entreperna. As mãos dele amassavam minha bunda, depois subiram pros meus peitos e os apertavam deliciosamente, enquanto minhas mãos também amassavam a bunda dele, empurrando ele contra mim. Então ele pediu pra eu voltar em... Uns minutos enquanto ele pedia o serviço dele, porque ali era muito arriscado ficar — podia sair alguém pelo elevador, pelas escadas ou passar pessoal da área médica, e a gente ia se ferrar.
Eu voltei pro quarto do meu sogro só pra confirmar que ele continuava completamente dormido, enquanto sentia minha respiração muito acelerada. Depois, saí pro corredor pra ver se ele já estava lá, e ele me fez um sinal com a mão dizendo que já tava pronto. Eu fui até onde ele estava e vi que outro policial o acompanhava, uns 45 anos, corpulento, com um sorriso no rosto que não parava de olhar descaradamente pro meu peito e pras minhas pernas. Aí eu percebi que ele tinha contado por que precisava pegar o lugar dele e quais planos tinha pra mim. Por isso, eu evitava olhar diretamente nos olhos dele de vergonha. Assim, me deixei levar pelo primeiro policial pelas escadas de serviço e depois por corredores, até que, passando por umas caldeiras, ele me meteu num quarto onde guardavam os lençóis limpos do hospital.
Ele fechou a porta na hora e, me pegando pela cintura de novo, a gente se agarrou num beijo. Eu levei minha mão até o pau dele e acariciei por cima da calça, depois tirei pra fora e passei a mão gostosamente. Ele levantou a saia do meu vestido e, com uma mão, acariciava minha bunda, e com a outra, levou até minha entreperna e, com os dedos, acariciava meu clitóris. Assim, eu me sentia cada vez mais excitada. Foi quando me abaixei pra enfiar na minha boca aquela piroca gostosa dele até não aguentar mais, enquanto sentia uns choques de tesão por causa do meu marido e do sonho que tinha me deixado toda excitada — e agora iam finalmente acalmar minha vontade de homem.
Ele me pegou pelos braços e me deitou em cima de um monte de pacotes de lençóis, desabotoou todos os botões do meu vestido, depois baixou as duas alças do meu sutiã até deixar ele amassado na minha barriga, e puxou rapidinho minha calcinha fio dental. correspondi desabrochando o cinto dele, com o que a calça dele caiu no chão e ele subiu em mim até que foi entrando devagar dentro da minha caverninha quente, e na hora começou um forte vai e vem, então senti que ele estava prestes a gozar e eu tentando evitar que isso acontecesse, empurrei ele pra durar um pouco mais, mas foi tarde demais porque senti o gozo dele escorrendo nas minhas pernas e não sei que cara eu fiz, porque na mesma hora ele começou a se desculpar por ter durado tão pouco e eu não respondi nada, mas senti uma raiva imensa, por ter me comportado como uma puta e que de qualquer jeito era a segunda vez no dia que eu não conseguia o prazer que queria e sentia raiva de mim mesma.
Ele subiu a calça quase no automático e disse que voltava num instante, que só ia dar uma volta no local de trabalho dele, então eu comecei a me vestir devagar enquanto pensava no que tinha acontecido, e nisso eu estava quando ouvi passos e pensei que era ele se aproximando, mas qual foi minha surpresa que era o outro policial que tinha substituído ele no posto, então instintivamente tentei me cobrir mas ele em dois passos já estava quase em cima de mim e na hora enfiou uma das mãos no meu coelhinho e começou a massagear, e com a outra mão me segurou pelas costas pra eu não me afastar, enquanto me dizia você é uma delícia, gostosa, e vou te dar uma fodida que até papai você vai me chamar, puta gostosa... eu senti como o pau dele cresceu na hora por baixo da calça e ele esfregava na minha perna enquanto com a mão enfiava dois dedos na minha buceta uma e outra vez e eu praticamente enchia a mão dele com meus fluidos, enquanto eu inclinava a cabeça pra trás me entregando completamente às sensações que percorriam todo meu corpo e sentia a boca dele chupando forte os meus peitos, então em pouco tempo senti minhas pernas começarem a tremer e apertando as mãos contra as costas dele veio um orgasmo profundo e da minha garganta escapavam gemidinhos de Satisfação.
Então depois disso, eu me inclino pra frente e fico de quatro, e ele passa a ponta do pau dele pelos meus lábios da buceta e pelo meu cu, e eu deixava ele fazer tudo por causa do prazer que tava me dando. Aí ele, tentando me penetrar, enfiou a ponta da vara gostosa dele no meu cu, e eu me contorci de dor. Então ele tirou e, guiando com a mão, meteu devagar mas direto até o fundo da minha buceta, e eu sentia que, por causa da grossura, ele me fazia sentir completamente cheia e satisfeita. Aí eu mexia minha cintura pra um lado e pro outro e pra trás, enfiando eu mesma o tamanho todo dele dentro de mim, uma vez e outra, enquanto ele me segurava pela cintura e meus peitos balançavam de um lado pro outro, caídos pra frente, e eu sentia as mãos dele percorrerem minhas costas e acariciarem minha nuca e meu cabelo. Depois, me pegando por trás pelos dois peitos, ele começou a meter e tirar com muita força, e com as mãos dele parecia que ele queria arrancar meus peitos, de tanta força que fazia neles, enquanto meu corpo suava e eu sentia arrepios, até eu ter mais um orgasmo enquanto ele continuava entrando uma vez e outra dentro de mim. Aí ele deixou o corpo cair sobre minhas costas, e eu fiquei praticamente deitada de bruços, e ele aumentou o ritmo das cacetadas, e eu praticamente não conseguia acompanhar as investidas dele, então só mexia minha cintura de um lado pro outro. Da minha garganta saíam gemidinhos de prazer que eu achava que podiam ouvir, mas que eu não conseguia segurar no peito. Depois disso, ele tirou o pau e apontou pro meu cu com a mão, e eu tentei me desviar, mas ele tinha todo o peso da barriga dele nas minhas costas, e aí comecei a sentir ele entrando com força dentro do meu cu, e não pude fazer nada além de gritar de dor. Mas ele não ligou pra minha dor e começou a meter e tirar com força no meu cu, e eu sentia como se ele tivesse me partindo ao meio. dor, que aos poucos foi diminuindo e substituído por um prazer imenso, então eu apertava os lençóis com as mãos, enquanto curtia pra caralho esse homem que me fazia gozar gostoso pra burro.
Até que senti ele começar a respirar mais forte e, me segurando pelos ombros, me puxou pra perto dele e eu pude sentir o pau dele inchar dentro de mim a cada jato de porra que minha bunda dolorida recebeu com gosto, então, tentando sentir o prazer dele mais fundo, levei minhas mãos pra trás, tentando apertar ele contra mim, segurando pelos lados do quadril dele, e ele se deitou completamente nas minhas costas, depois saiu de dentro de mim e espalhou o resto de esperma nas minhas pernas e nos meus glúteos, e se despediu dizendo que eu tinha uma bunda muito tasty e que sempre que eu quisesse uma pica era só chamar ele, vestiu a calça e eu fiquei deitada de bruços, curtindo o momento e descansando da dose de sexo que tinha acabado de tomar.
Depois de no máximo cinco minutos, ouvi passos vindo na minha direção e tentei me levantar, quando a porta se abriu e era de novo o mesmo cara que tinha me comido no começo, ele veio até mim, me deu um beijo na boca e depois tirou a calça, que caiu no chão, e na hora eu levei a mão no pau dele, que já tava duro de novo, então me abaixei e chupei ele de ponta a ponta, incluindo as bolinhas gostosas dele, e senti o pau dele ainda mais inchado do que antes, ele me sentou em cima das montanhas de lençóis e colocou o pau na entrada da minha buceta e começou a me penetrar deliciosamente enquanto eu envolvia a cintura dele com minhas pernas e a gente ficava abraçado e se beijando, e as mãos dele percorriam minhas costas e meus glúteos, até que os dois tiveram um orgasmo gostoso ao mesmo tempo, enquanto se abraçavam forte, tentando prolongar ainda mais o momento, depois ele se afastou de mim e, me segurando pela cabeça, me levou pra baixo, até o pau dele, que ele meteu de novo. na minha boca e chupei com força até que ficou completamente limpo, e ele me pegou pelos braços, me ajudou a me vestir e arrumou a roupa dele. No caminho de volta para o andar onde estávamos inicialmente, ele me disse que tinha gostado muito e que ele estava um dia sim, dois não, e que se eu quisesse, podia ir procurá-lo de novo.
Quando chegamos no lugar onde o parceiro dele estava nos esperando, ele se levantou da mesa e, vindo na minha direção, me agarrou com as duas mãos na bunda e depois nos dois peitos, com um sorriso cínico no rosto, e ficava me perguntando se eu não queria mais. Eu só sorria com cara de safada e me sentia uma qualquer aceitando aquelas vulgaridades, mas feliz pela dose de sexo que aqueles dois homens me deram. E, pra ser sincera, quem mandava melhor e me dava mais tesão era o senhor gordo e sem-vergonha, não o mais novo. Depois disso, voltei pro quarto do meu sogro e notei que ele tava dormindo profundamente. Me deitei na poltrona reclinável, e minha mente ainda tava bem presente no que tinha rolado, com meus dois buracos cheios de porra. Assim, dormi umas duas horas antes do amanhecer.
Quando amanheceu, me despedi do meu sogro, não sem antes ouvir ele me agradecer por ter cuidado dele durante a noite. Ao sair, percebi que quem tava de plantão era uma mulher de novo. Me despedi da minha cunhada, que ia me substituir, e fui pra casa. Quando cheguei, meu marido tava saindo pra trabalhar. Ele também me agradeceu por ter ajudado a cuidar do pai dele. Eu disse que não precisava agradecer, que na verdade tinha sido bem tranquilo, e que se ele quisesse e me deixasse descansar um ou dois dias, eu podia cobrir a irmã dele de novo. Ele aceitou numa boa, e fui me despedir dele na porta, dei um beijinho nele e fui dormir mais um pouco, porque eu precisava estar bem pra, daqui a uns dias, cuidar do meu sogro de novo.
Comentem o que motiva a continuar, mesmo que sejam comentários negativos... Valeu por ler o post.
Isso aconteceu comigo há um tempo, mas antes quero dizer que sou branca, tenho 1,64 m, pernas bonitas, bunda empinada e peito tamanho 36 B. Então, numa ocasião, meu marido tinha o pai dele internado porque tava doente, e ele precisava ajudar a irmã a cuidar do velho durante a noite. Eu me ofereci de boa vontade pra dar uma força.
Naquela tarde, meu marido veio jantar em casa e, antes de ir trabalhar, a gente ficou se beijando e se acariciando na sala. Depois, ele me fez dar uma chupadinha gostosa no pau dele, mas tivemos que parar porque ele tinha que voltar pro trampo, e deixamos pra continuar depois.
Naquele dia, tomei banho pra ficar fresca durante a noite e, aproveitando que era verão, vesti um vestido curto com botões na frente até quase a metade da panturrilha, uns sapatos baixinhos e um casaco leve, porque não tava frio, mas era melhor prevenir. Depois, cheguei pra substituir minha cunhada, e a gente se despediu, combinando que ela passaria pra me render no começo do dia seguinte.
Tudo parecia muito tranquilo, e pensei que bastaria só fazer presença, que meu sogro merecia isso. Ele conversou rapidinho comigo, agradeceu por eu estar ali com ele, e depois apagou de vez por causa do remédio e da fraqueza da doença. Eu, na poltrona que me deram no hospital, sem querer também capotei. Nesse tempo, sonhei com o que rolou à tarde com meu marido e, quando acordei, me senti bem perturbada. Sentia claramente o calor nas bochechas e uma quentura muito peculiar na minha buceta. Por isso, saí do quarto e resolvi dar uma arejada. Fui até o elevador e, quando passei, vi que tinha um policial lá, e que a moça que tava quando cheguei já tinha sido trocada. Cumprimentei ele e fui até uma janela que era a entrada de luz, e fiquei observando a tranquilidade da cidade, enquanto tentava me acalmar. Tava nessa quando, pelo reflexo da janela, percebi que o policial não parava de olhar pra minha bunda e pras minhas pernas que transpareciam pelo tecido do vestido. E eu, de propósito e fingindo distração, separei minhas pernas pra aumentar a transparência do vestido, enquanto, longe de me acalmar, sentia cada vez mais excitação. Na minha mente, chegavam com mais clareza as imagens do meu marido na minha boca, enquanto eu curtia ser observada com desejo por ele.
Então fui pro banheiro feminino e desabotoei alguns botões do meu vestido na altura das pernas e mais um no peito, e voltei pro cubo do elevador. Me dirigi ao policial, que, ao notar que meu decote tava maior e que agora ele tinha uma vista melhor, fez uma cara de desejo. Eu, satisfeita, comecei a comentar que a noite tava muito gostosa, bem fresca, e perguntei se ele não se entediava de ficar sempre de noite nesse trabalho. Depois ele me perguntou se eu tinha filhos, e eu menti, dizendo que meu marido era mais velho que eu e que ele não queria filhos porque já tinha de um casamento anterior — nada disso era verdade. Também perguntei se ele tinha filhos, ele respondeu que sim, três, e eu comentei que ele era um bruto, perguntando se ele se achava muito potente. Aí ele falou: "Pelos resultados me remeto, loirinha", e se virou pra mim, olhando fixamente pros meus peitos e me segurando pelo braço, me deu um beijo gostoso na boca enquanto as mãos dele imediatamente rodearam minha bunda. Eu aproximei logo minha barriga, sentindo o pau dele pulsar contra minha entreperna. As mãos dele amassavam minha bunda, depois subiram pros meus peitos e os apertavam deliciosamente, enquanto minhas mãos também amassavam a bunda dele, empurrando ele contra mim. Então ele pediu pra eu voltar em... Uns minutos enquanto ele pedia o serviço dele, porque ali era muito arriscado ficar — podia sair alguém pelo elevador, pelas escadas ou passar pessoal da área médica, e a gente ia se ferrar.
Eu voltei pro quarto do meu sogro só pra confirmar que ele continuava completamente dormido, enquanto sentia minha respiração muito acelerada. Depois, saí pro corredor pra ver se ele já estava lá, e ele me fez um sinal com a mão dizendo que já tava pronto. Eu fui até onde ele estava e vi que outro policial o acompanhava, uns 45 anos, corpulento, com um sorriso no rosto que não parava de olhar descaradamente pro meu peito e pras minhas pernas. Aí eu percebi que ele tinha contado por que precisava pegar o lugar dele e quais planos tinha pra mim. Por isso, eu evitava olhar diretamente nos olhos dele de vergonha. Assim, me deixei levar pelo primeiro policial pelas escadas de serviço e depois por corredores, até que, passando por umas caldeiras, ele me meteu num quarto onde guardavam os lençóis limpos do hospital.
Ele fechou a porta na hora e, me pegando pela cintura de novo, a gente se agarrou num beijo. Eu levei minha mão até o pau dele e acariciei por cima da calça, depois tirei pra fora e passei a mão gostosamente. Ele levantou a saia do meu vestido e, com uma mão, acariciava minha bunda, e com a outra, levou até minha entreperna e, com os dedos, acariciava meu clitóris. Assim, eu me sentia cada vez mais excitada. Foi quando me abaixei pra enfiar na minha boca aquela piroca gostosa dele até não aguentar mais, enquanto sentia uns choques de tesão por causa do meu marido e do sonho que tinha me deixado toda excitada — e agora iam finalmente acalmar minha vontade de homem.
Ele me pegou pelos braços e me deitou em cima de um monte de pacotes de lençóis, desabotoou todos os botões do meu vestido, depois baixou as duas alças do meu sutiã até deixar ele amassado na minha barriga, e puxou rapidinho minha calcinha fio dental. correspondi desabrochando o cinto dele, com o que a calça dele caiu no chão e ele subiu em mim até que foi entrando devagar dentro da minha caverninha quente, e na hora começou um forte vai e vem, então senti que ele estava prestes a gozar e eu tentando evitar que isso acontecesse, empurrei ele pra durar um pouco mais, mas foi tarde demais porque senti o gozo dele escorrendo nas minhas pernas e não sei que cara eu fiz, porque na mesma hora ele começou a se desculpar por ter durado tão pouco e eu não respondi nada, mas senti uma raiva imensa, por ter me comportado como uma puta e que de qualquer jeito era a segunda vez no dia que eu não conseguia o prazer que queria e sentia raiva de mim mesma.
Ele subiu a calça quase no automático e disse que voltava num instante, que só ia dar uma volta no local de trabalho dele, então eu comecei a me vestir devagar enquanto pensava no que tinha acontecido, e nisso eu estava quando ouvi passos e pensei que era ele se aproximando, mas qual foi minha surpresa que era o outro policial que tinha substituído ele no posto, então instintivamente tentei me cobrir mas ele em dois passos já estava quase em cima de mim e na hora enfiou uma das mãos no meu coelhinho e começou a massagear, e com a outra mão me segurou pelas costas pra eu não me afastar, enquanto me dizia você é uma delícia, gostosa, e vou te dar uma fodida que até papai você vai me chamar, puta gostosa... eu senti como o pau dele cresceu na hora por baixo da calça e ele esfregava na minha perna enquanto com a mão enfiava dois dedos na minha buceta uma e outra vez e eu praticamente enchia a mão dele com meus fluidos, enquanto eu inclinava a cabeça pra trás me entregando completamente às sensações que percorriam todo meu corpo e sentia a boca dele chupando forte os meus peitos, então em pouco tempo senti minhas pernas começarem a tremer e apertando as mãos contra as costas dele veio um orgasmo profundo e da minha garganta escapavam gemidinhos de Satisfação.
Então depois disso, eu me inclino pra frente e fico de quatro, e ele passa a ponta do pau dele pelos meus lábios da buceta e pelo meu cu, e eu deixava ele fazer tudo por causa do prazer que tava me dando. Aí ele, tentando me penetrar, enfiou a ponta da vara gostosa dele no meu cu, e eu me contorci de dor. Então ele tirou e, guiando com a mão, meteu devagar mas direto até o fundo da minha buceta, e eu sentia que, por causa da grossura, ele me fazia sentir completamente cheia e satisfeita. Aí eu mexia minha cintura pra um lado e pro outro e pra trás, enfiando eu mesma o tamanho todo dele dentro de mim, uma vez e outra, enquanto ele me segurava pela cintura e meus peitos balançavam de um lado pro outro, caídos pra frente, e eu sentia as mãos dele percorrerem minhas costas e acariciarem minha nuca e meu cabelo. Depois, me pegando por trás pelos dois peitos, ele começou a meter e tirar com muita força, e com as mãos dele parecia que ele queria arrancar meus peitos, de tanta força que fazia neles, enquanto meu corpo suava e eu sentia arrepios, até eu ter mais um orgasmo enquanto ele continuava entrando uma vez e outra dentro de mim. Aí ele deixou o corpo cair sobre minhas costas, e eu fiquei praticamente deitada de bruços, e ele aumentou o ritmo das cacetadas, e eu praticamente não conseguia acompanhar as investidas dele, então só mexia minha cintura de um lado pro outro. Da minha garganta saíam gemidinhos de prazer que eu achava que podiam ouvir, mas que eu não conseguia segurar no peito. Depois disso, ele tirou o pau e apontou pro meu cu com a mão, e eu tentei me desviar, mas ele tinha todo o peso da barriga dele nas minhas costas, e aí comecei a sentir ele entrando com força dentro do meu cu, e não pude fazer nada além de gritar de dor. Mas ele não ligou pra minha dor e começou a meter e tirar com força no meu cu, e eu sentia como se ele tivesse me partindo ao meio. dor, que aos poucos foi diminuindo e substituído por um prazer imenso, então eu apertava os lençóis com as mãos, enquanto curtia pra caralho esse homem que me fazia gozar gostoso pra burro.
Até que senti ele começar a respirar mais forte e, me segurando pelos ombros, me puxou pra perto dele e eu pude sentir o pau dele inchar dentro de mim a cada jato de porra que minha bunda dolorida recebeu com gosto, então, tentando sentir o prazer dele mais fundo, levei minhas mãos pra trás, tentando apertar ele contra mim, segurando pelos lados do quadril dele, e ele se deitou completamente nas minhas costas, depois saiu de dentro de mim e espalhou o resto de esperma nas minhas pernas e nos meus glúteos, e se despediu dizendo que eu tinha uma bunda muito tasty e que sempre que eu quisesse uma pica era só chamar ele, vestiu a calça e eu fiquei deitada de bruços, curtindo o momento e descansando da dose de sexo que tinha acabado de tomar.
Depois de no máximo cinco minutos, ouvi passos vindo na minha direção e tentei me levantar, quando a porta se abriu e era de novo o mesmo cara que tinha me comido no começo, ele veio até mim, me deu um beijo na boca e depois tirou a calça, que caiu no chão, e na hora eu levei a mão no pau dele, que já tava duro de novo, então me abaixei e chupei ele de ponta a ponta, incluindo as bolinhas gostosas dele, e senti o pau dele ainda mais inchado do que antes, ele me sentou em cima das montanhas de lençóis e colocou o pau na entrada da minha buceta e começou a me penetrar deliciosamente enquanto eu envolvia a cintura dele com minhas pernas e a gente ficava abraçado e se beijando, e as mãos dele percorriam minhas costas e meus glúteos, até que os dois tiveram um orgasmo gostoso ao mesmo tempo, enquanto se abraçavam forte, tentando prolongar ainda mais o momento, depois ele se afastou de mim e, me segurando pela cabeça, me levou pra baixo, até o pau dele, que ele meteu de novo. na minha boca e chupei com força até que ficou completamente limpo, e ele me pegou pelos braços, me ajudou a me vestir e arrumou a roupa dele. No caminho de volta para o andar onde estávamos inicialmente, ele me disse que tinha gostado muito e que ele estava um dia sim, dois não, e que se eu quisesse, podia ir procurá-lo de novo.
Quando chegamos no lugar onde o parceiro dele estava nos esperando, ele se levantou da mesa e, vindo na minha direção, me agarrou com as duas mãos na bunda e depois nos dois peitos, com um sorriso cínico no rosto, e ficava me perguntando se eu não queria mais. Eu só sorria com cara de safada e me sentia uma qualquer aceitando aquelas vulgaridades, mas feliz pela dose de sexo que aqueles dois homens me deram. E, pra ser sincera, quem mandava melhor e me dava mais tesão era o senhor gordo e sem-vergonha, não o mais novo. Depois disso, voltei pro quarto do meu sogro e notei que ele tava dormindo profundamente. Me deitei na poltrona reclinável, e minha mente ainda tava bem presente no que tinha rolado, com meus dois buracos cheios de porra. Assim, dormi umas duas horas antes do amanhecer.
Quando amanheceu, me despedi do meu sogro, não sem antes ouvir ele me agradecer por ter cuidado dele durante a noite. Ao sair, percebi que quem tava de plantão era uma mulher de novo. Me despedi da minha cunhada, que ia me substituir, e fui pra casa. Quando cheguei, meu marido tava saindo pra trabalhar. Ele também me agradeceu por ter ajudado a cuidar do pai dele. Eu disse que não precisava agradecer, que na verdade tinha sido bem tranquilo, e que se ele quisesse e me deixasse descansar um ou dois dias, eu podia cobrir a irmã dele de novo. Ele aceitou numa boa, e fui me despedir dele na porta, dei um beijinho nele e fui dormir mais um pouco, porque eu precisava estar bem pra, daqui a uns dias, cuidar do meu sogro de novo.
Comentem o que motiva a continuar, mesmo que sejam comentários negativos... Valeu por ler o post.
5 comentários - Cuidando do sogrão no hospital
Muy bueno el post.