Saímos pra dar uma olhada no clima... e pra achar um lugar pra comprar as coisas pra comer.
Logo encontramos um supermercado e compramos tudo que precisávamos pra uns dias, incluindo umas garrafinhas de cachaça e uns quilos de limão (aqueles verdinhos pequenos) pra fazer caipirinha.
Voltamos pro apartamento, jogamos as coisas na geladeira e saímos de novo pra curtir a noite.
O clima era muito louco de verdade, os turistas, o pessoal daqui... todo mundo vibrando no ritmo do carnaval.
Nós dois já tínhamos ido pro Brasil várias vezes, mas nunca no carnaval, e a verdade é que era outra parada... se o povo já é mais solto que na Argentina, nesses dias parece ser totalmente aberto, te cumprimentam... te olham com cara de safadeza... se mostram.
A gente aproveitou pra ir comer alguma coisa numa "lanchonete", um desses lugares bem baratos, onde dá até pra comer comida por quilo... servimos dois pratos cheios de peixe, batatas e uma cerveja grande... e sentamos nas mesinhas que estavam na rua.
Dava pra sentir toda a febre da cidade.
Como eu contei, minha namorada, mesmo não sendo "linda", é chamativa, ainda mais nessa cidade.
Altura média, pele branca, loira e de olhos azuis.
Todos os caras (e algumas gostosas) que passavam na calçada olhavam pra ela. E ela se deixava olhar.
Até chegou a sorrir com malícia pra garçonete que nos atendeu no restaurante, quando pegou ela olhando pros peitos que apareciam pelo decote da camiseta, e que, sem sutiã, se mostravam generosamente quando ela se abaixava.
A garçonete era uma mulata magra, uns 30 anos, altura média, com uns peitinhos pequenos e redondinhos que contrastavam com a bunda redonda e empinada que ela tinha. Parecia que pertenciam a dois corpos diferentes... aquela raba fazia a gente esperar uns melões enormes. Os lábios carnudos dela emolduravam uns dentes brancos... muito brancos... ou talvez fosse o efeito que Produzia a pele dela, morena.
Disso a gente começou a falar eu e minha mina, enquanto o carnaval passava ao nosso redor.
Ela logo percebeu que a mulata tinha me chamado a atenção.
Terminamos a janta, e fomos caminhar. Pra todo lado se ouvia os tambores e o ritmo dos blocos,… fomos pro sambódromo,… o povo te aperta,… dança,… te toca,… te sorri.
Minha mina, meio rindo, me disse que durante os minutos que a gente tava ali já tinham passado a mão na bunda dela um monte de vezes, algumas de leve e outras com dedo e tudo…. ela ria,… achava divertido a gente estar compartilhando aqueles momentos,… e acho que também dava um tesão nela se sentir sendo tocada,… e não precisava dar satisfação pra ninguém.
Sentamos num bar e tomamos cerveja a noite toda. O povo dançava pra todo lado, na rua,… entre as mesas. Dancei pouco. (sou meio desengonçado),… mas ela não parou de dançar,… o cabelo molhado grudava no rosto dela,… o corpo suado colava na camiseta,… dava pra ver os bicos dos peitos,… os negões tavam fervendo,… e ela mais ainda esquentava eles,… prendeu o cabelo com uma xuxinha,… e dançou,… e dançou,… de vez em quando vinha perto de mim e me dava um chupão,… só pra deixar claro pra todo mundo que tava comigo,… mas pra me beijar se abaixava,… e deixava ver a calcinha fio dental dela,… pra continuar esquentando o clima.
Já de madrugada, fomos pro apê.
Durante a caminhada a gente conversou sobre como ela tinha ficado, e como os caras olhavam pra ela.
Ela riu,… e disse que tinha gostado, e que eu não reclamasse porque a “sobremesa” era minha mesmo…. a gente riu,… e se abraçou,… o suor deixou a gente meio grudado,… ela me deu um beijo,… chegamos na porta do prédio,… e com maior cara de pau,… colocou a mão no meu pau,… apertou como se fosse medir se tava duro ou não,… parou e sussurrou no meu ouvido… “agora vou comer todo o seu pau”……
Chegamos no apê, e ela cumpriu a palavra,… desde que entramos não parou de acariciar, e me tocar... eu tirei a camiseta dela pela cabeça,... os bicos dos peitos dela estavam duros,... ela tirou a saia sozinha,... me jogou no sofá,... tirou minha calça,... eu puxei minha camiseta e tirei,... ela montou em mim,... afastou a borda da calcinha fio dental,... e começou a enfiar meu pau devagar,... que nessa altura já tava explodindo,... ela montou com força,... dava pra ver que tava muito tesuda,... enfiou tudo, e gemeu,... tava gozando de verdade,... eu falei que ela tava muito gostosa,... e ela disse que SIM,... que a dança, a cerveja e as passadas de mão na bunda tinham deixado ela com tesão a noite toda,... que eu comesse ela com força,... que gozasse nela,... que queria se sentir comida,...
Peguei ela pela cintura,... ajudei nos movimentos dela,... não precisei esperar muito pra ganhar meu primeiro "presentinho",... uma gozada espasmódica,... com umas contrações que mostravam as costelas dela,... ela desabou no meu peito,...
Tirei ela de cima de mim,... pedi pra ela se ajoelhar no tapete,... colocar o corpo na borda do sofá,... fiquei atrás dela,... e comecei a massagear a bunda dela,... enfiava um dedo devagar,... ela começou a ficar com tesão de novo,... minha pica tava duríssima,... encostei na bunda dela,... ela jogou o corpo pra frente instintivamente, mas sabia do prazer que dava eu pegar a rabeta dela,... encostou na cabeça do pau,... soltou,... e eu penetrei ela,... as duas mãos dela se apoiaram na borda do sofá,... já não dava mais pra parar de entregar,... a gente tinha passado do limite da dor,... e agora só restava a sensação de prazer,... ela levou uma das mãos na buceta e começou a se masturbar,... me deixava louco ela se masturbando e me entregando a rabeta,... pegou o ritmo,... pediu pra eu gozar na rabeta dela, encher de porra,... enquanto isso ela tava chegando no clímax,... eu queria esperar o orgasmo dela,... senti quando a bunda dela se contraiu no meu pau,... foram vários espasmos,... eu peguei ela pela cintura,... e empurrei com força,... senti minha pélvis batendo na bunda dela,... Glúteos... e eu gozei nela... ela gritou... e empurrou a bunda contra o meu corpo... como se quisesse que eu atingisse o fundo dela.
CONTINUA...
Logo encontramos um supermercado e compramos tudo que precisávamos pra uns dias, incluindo umas garrafinhas de cachaça e uns quilos de limão (aqueles verdinhos pequenos) pra fazer caipirinha.
Voltamos pro apartamento, jogamos as coisas na geladeira e saímos de novo pra curtir a noite.
O clima era muito louco de verdade, os turistas, o pessoal daqui... todo mundo vibrando no ritmo do carnaval.
Nós dois já tínhamos ido pro Brasil várias vezes, mas nunca no carnaval, e a verdade é que era outra parada... se o povo já é mais solto que na Argentina, nesses dias parece ser totalmente aberto, te cumprimentam... te olham com cara de safadeza... se mostram.
A gente aproveitou pra ir comer alguma coisa numa "lanchonete", um desses lugares bem baratos, onde dá até pra comer comida por quilo... servimos dois pratos cheios de peixe, batatas e uma cerveja grande... e sentamos nas mesinhas que estavam na rua.
Dava pra sentir toda a febre da cidade.
Como eu contei, minha namorada, mesmo não sendo "linda", é chamativa, ainda mais nessa cidade.
Altura média, pele branca, loira e de olhos azuis.
Todos os caras (e algumas gostosas) que passavam na calçada olhavam pra ela. E ela se deixava olhar.
Até chegou a sorrir com malícia pra garçonete que nos atendeu no restaurante, quando pegou ela olhando pros peitos que apareciam pelo decote da camiseta, e que, sem sutiã, se mostravam generosamente quando ela se abaixava.
A garçonete era uma mulata magra, uns 30 anos, altura média, com uns peitinhos pequenos e redondinhos que contrastavam com a bunda redonda e empinada que ela tinha. Parecia que pertenciam a dois corpos diferentes... aquela raba fazia a gente esperar uns melões enormes. Os lábios carnudos dela emolduravam uns dentes brancos... muito brancos... ou talvez fosse o efeito que Produzia a pele dela, morena.
Disso a gente começou a falar eu e minha mina, enquanto o carnaval passava ao nosso redor.
Ela logo percebeu que a mulata tinha me chamado a atenção.
Terminamos a janta, e fomos caminhar. Pra todo lado se ouvia os tambores e o ritmo dos blocos,… fomos pro sambódromo,… o povo te aperta,… dança,… te toca,… te sorri.
Minha mina, meio rindo, me disse que durante os minutos que a gente tava ali já tinham passado a mão na bunda dela um monte de vezes, algumas de leve e outras com dedo e tudo…. ela ria,… achava divertido a gente estar compartilhando aqueles momentos,… e acho que também dava um tesão nela se sentir sendo tocada,… e não precisava dar satisfação pra ninguém.
Sentamos num bar e tomamos cerveja a noite toda. O povo dançava pra todo lado, na rua,… entre as mesas. Dancei pouco. (sou meio desengonçado),… mas ela não parou de dançar,… o cabelo molhado grudava no rosto dela,… o corpo suado colava na camiseta,… dava pra ver os bicos dos peitos,… os negões tavam fervendo,… e ela mais ainda esquentava eles,… prendeu o cabelo com uma xuxinha,… e dançou,… e dançou,… de vez em quando vinha perto de mim e me dava um chupão,… só pra deixar claro pra todo mundo que tava comigo,… mas pra me beijar se abaixava,… e deixava ver a calcinha fio dental dela,… pra continuar esquentando o clima.
Já de madrugada, fomos pro apê.
Durante a caminhada a gente conversou sobre como ela tinha ficado, e como os caras olhavam pra ela.
Ela riu,… e disse que tinha gostado, e que eu não reclamasse porque a “sobremesa” era minha mesmo…. a gente riu,… e se abraçou,… o suor deixou a gente meio grudado,… ela me deu um beijo,… chegamos na porta do prédio,… e com maior cara de pau,… colocou a mão no meu pau,… apertou como se fosse medir se tava duro ou não,… parou e sussurrou no meu ouvido… “agora vou comer todo o seu pau”……
Chegamos no apê, e ela cumpriu a palavra,… desde que entramos não parou de acariciar, e me tocar... eu tirei a camiseta dela pela cabeça,... os bicos dos peitos dela estavam duros,... ela tirou a saia sozinha,... me jogou no sofá,... tirou minha calça,... eu puxei minha camiseta e tirei,... ela montou em mim,... afastou a borda da calcinha fio dental,... e começou a enfiar meu pau devagar,... que nessa altura já tava explodindo,... ela montou com força,... dava pra ver que tava muito tesuda,... enfiou tudo, e gemeu,... tava gozando de verdade,... eu falei que ela tava muito gostosa,... e ela disse que SIM,... que a dança, a cerveja e as passadas de mão na bunda tinham deixado ela com tesão a noite toda,... que eu comesse ela com força,... que gozasse nela,... que queria se sentir comida,...
Peguei ela pela cintura,... ajudei nos movimentos dela,... não precisei esperar muito pra ganhar meu primeiro "presentinho",... uma gozada espasmódica,... com umas contrações que mostravam as costelas dela,... ela desabou no meu peito,...
Tirei ela de cima de mim,... pedi pra ela se ajoelhar no tapete,... colocar o corpo na borda do sofá,... fiquei atrás dela,... e comecei a massagear a bunda dela,... enfiava um dedo devagar,... ela começou a ficar com tesão de novo,... minha pica tava duríssima,... encostei na bunda dela,... ela jogou o corpo pra frente instintivamente, mas sabia do prazer que dava eu pegar a rabeta dela,... encostou na cabeça do pau,... soltou,... e eu penetrei ela,... as duas mãos dela se apoiaram na borda do sofá,... já não dava mais pra parar de entregar,... a gente tinha passado do limite da dor,... e agora só restava a sensação de prazer,... ela levou uma das mãos na buceta e começou a se masturbar,... me deixava louco ela se masturbando e me entregando a rabeta,... pegou o ritmo,... pediu pra eu gozar na rabeta dela, encher de porra,... enquanto isso ela tava chegando no clímax,... eu queria esperar o orgasmo dela,... senti quando a bunda dela se contraiu no meu pau,... foram vários espasmos,... eu peguei ela pela cintura,... e empurrei com força,... senti minha pélvis batendo na bunda dela,... Glúteos... e eu gozei nela... ela gritou... e empurrou a bunda contra o meu corpo... como se quisesse que eu atingisse o fundo dela.
CONTINUA...
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