Desvirgué a mi prima

Em muitas ocasiões, em reuniões de família, festas ou encontros casuais, minha prima Brenda, uma morena de 18 anos, baixinha, 1,60m, com uns peitos lindos, médios, com os bicos sempre durinhos, umas pernas lindíssimas, delicadamente depiladas, que começavam num par de bundas simplesmente arrasadoras, empinadas, torneadas, redondinhas, levemente separadas na base, deixando ver aquele espaço que mostra a buceta dela.

O que vou descrever agora foi o que descobri depois de perceber que eu atraía minha prima e o quanto ela estava tesuda por mim. Antes disso, nunca tinha reparado nem no tamanho dos olhos dela. O que a vida me reservou foi algo delicioso, e ainda é. Ela sempre tentava ficar perto de mim, conversava comigo, me procurava e adorava ouvir todas as minhas histórias.

Às vezes, eu ficava na casa dos meus avós, que é onde ela morava com os pais e irmãos. Naquele verão em questão, meus tios e avós estavam no cemitério, meus primos jogando futebol — coisa que eu também ia fazer, mas tive que voltar no meio do caminho porque tinha esquecido minhas ataduras, já que sofro dos tornozelos.

Entrei em casa pela porta da cozinha e fui para o quarto. De repente, parei de repente: estava ouvindo uns gemidos que vinham do quarto das minhas primas. A porta estava entreaberta. Quando espiei, vi a cena mais selvagem e inesperada da minha vida: minha prima Brenda estava deitada na cama dela, completamente nua, com as pernas abertas de par em par, o máximo que dava. Dois dedos entravam e saíam da buceta dela, totalmente encharcada de sucos sexuais que escorriam dela, enquanto com a outra mão enfiava minhas cuecas na boca, chupando-as desesperadamente.

Entre soluços e gemidos de excitação, ela mencionava meu nome. Eu morria de vontade de meter nela na hora. Só de ouvir como ela dizia meu nome, eu ficava de pau duro. Meus 18 cm estavam no máximo. Não aguentei mais. Decidi entrar para cuidar dela, mas antes eu Olhei pela janela, só por precaução, e bem na hora, como um aviso divino, minha outra prima vinha subindo. Fiquei de pau duro e na vontade, não dava pra bater uma punheta porque ela ia me ver e saber que eu tinha estado ali. Saí rápido e, ao sair, fiz barulho pra que a irmã dela não a descobrisse.

Desde aquele momento, minha prima virou meu alvo sexual principal. Já sabia como era cada parte do corpo dela. Quando a via agora, percorria toda a extensão da anatomia dela, reparando em cada detalhe: como ela andava, como mexia aquela bunda deliciosa, como os peitos dela balançavam quando corria. Eu reparava e ficava excitado quando ela bebia e os lábios dela molhavam com o líquido. Tudo nela era um poema sexual pra mim. Na real, nem ligava se ela percebia como eu olhava pra ela.

Um dia, ela tinha acabado de acordar e estava preparando o café da manhã. Ela ficou contra a luz da janela e eu pude ver, através do pijama dela, a abertura da bunda e como dava pra ver os pelinhos da buceta dela. Fiquei louco e falei: "Brenda, mmmmmm, que delícia, já falta pouco pra..." e, piscando o olho, parei porque meu primo vinha chegando. Ela virou e perguntou: "Que foi, priminho? Não ouvi direito." "Nada, te falei." E antes do meu primo chegar: "Não quero que você ouça, quero que você sinta." Ela me olhou meio estranha, mas não falei mais nada.

No dia seguinte, sabia que era domingo e elas iam ao supermercado. Uma delas ficava pra limpar a casa e, justo naquele dia, era a vez dela. Meus avós iam pra missa e meus primos pro esporte favorito deles, e eu ia me fingir de doente. Então comecei meu plano master. Num momento em que ela estava no quarto com a irmã, coloquei um short sem nada por baixo. Meu pau ficava pendurado. Pensei um pouco nela e já foi o suficiente pra deixar ele semi-duro. Ficou incrível. Me enfiei no quarto delas com a camiseta meio enfiada na cabeça e pedi ajuda pra ela, parando bem na frente da cabeça dela. Ela, sentada na cama, ficava na altura da minha cintura. Eu via de canto de olho. Ela ficou olhando fixo. Embriagada, extasiada com o pedaço de carne que inchava o short de um jeito descomunal.

Ela lambeu os lábios, quis pegar, segurar com as mãos, mas viu a irmã vendo TV, olhou pra cima pra mim, depois pro volume e se conteve. Levantou, me ajudou a abaixar a camiseta. Eu não falei nada, nem olhei pra ela, só virei e fui embora. Ela só conseguiu me olhar e levar um dedo aos lábios. O trabalho já tava feito, só esperaria até amanhã.

Levantei, tomei banho, passei um perfume leve e tomei um café da manhã gostoso. Pedi dose dupla pra minha tia. Meus tios e minha prima pequena foram embora, meus avós já tinham ido antes. Só ficaram meus primos. Passou meia hora e eles foram. Bem na hora que minha prima saía do banho, toda banhadinha, coberta só pelo camisola fininha de dormir, toalha na cabeça, foi pro quarto. Eu tava sozinho, com o mesmo short do dia anterior. Peguei minha camiseta, vesti do mesmo jeito e, sem avisar, entrei no quarto dela. Eu olhava de canto com a camiseta na cabeça e o pau no talo.

Ela pensou que eu não tava vendo. Tinha conseguido vestir só a calcinha branca de algodão com florzinhas verdes e rosa. Se virou, tapando os peitos, me olhou e disse: "Primo, tô me trocando." "Sim", eu falei, "eu sei, mas me ajuda com isso." Quando ela tentou me ajudar a abaixar a camiseta, eu falei: "Não, o que eu quero é tirar." E puxei de uma vez. Ela disse: "Mas..." e sem deixar ela falar, peguei as mãos dela e fiquei um tempão olhando aqueles peitos deliciosos. Ela tentou se soltar sem muita vontade e baixou o olhar, envergonhada. "Primo, por favo... hahaha... não, nãooo... Hohooo"

Sem deixar ela falar nada, minha boca já tinha dominado um mamilo gostoso, rosado e duro, chupando igual um bebê com fome. Chupei, mordisquei, chupava aquele peitinho o máximo que podia, depois o outro, dando uma mamada violenta em cada um. Brendita já só gemia e tremia enquanto os sucos molhavam a calcinha fio dental dela. Assim, de braços abertos, eu chupando ela. as tetas, as duas durinhas, senti o espasmo orgásmico dela, depois dessa sessão magnífica de mamada de peitos, como há tempos não curtia, sentei ela na cama, coloquei ela pra olhar direto pro meu pau, ela olhou e depois pra mim, e eu abaixei o short sem falar nada.

Quando meu pau pulou pra fora, os olhos dela estavam arregalados, não sabia o que fazer, me olhou meio confusa "não se preocupa, amor, aproveita agora porque vou te fazer o amor como ninguém vai, vou chupar sua buceta como nunca mais vão chupar e depois vou te foder bem gostoso, mas agora, priminha, você vai me dar um boquete como ninguém me chupou", falando isso, do jeito mais calmo, peguei a cabeça dela com as mãos e guiei direto pro pedaço de carne que ela tinha na frente, senti uma resistência, ela disse "primo, não, por favor, não..." não aguentei mais e falei "só abre a boca e chupa, porque depois quero você aberta igual estava no outro dia, então chupa, minha vida". Dito isso, ela pegou e começou a chupar como uma condenada, tão forte e desesperada que tava doendo, então com um empurrão enfiei até a garganta, ela quis se soltar, tava engasgada com aquele pedaço de carne enorme enfiado até o fundo, assim, engasgada, falei "amor meu, chupa sem seus dentes roçarem meu pau, faz só com lábios e língua", e soltei ela, ela começou a me dar um boquete bem gostoso, não espetacular, mas tinha que entender a falta de experiência dela, me deixava louco quando chupava minha cabeça com os lábios e passava a língua pra cima e pra baixo, falei "imagina que você tá comendo um sorvete delicioso", ela enfiava até o fundo, tirava, olhava, chupava com carinho e engolia de novo.

Quando senti que era a hora, joguei ela na cama e comecei a chupar os peitos dela de novo, que delícia, mamilos rosados, durinhos, os peitos firmes dela sumiam nos meus lábios, chupei enquanto meus dedos entravam um pouco dentro da buceta da Brenda, senti o segundo orgasmo dela chegando, comecei a descer enquanto chupava cada parte da barriga dela. e o umbigo, a cintura dela, depois levantei as pernas dela e tirei devagar a calcinha fio dental, quando vi a buceta dela fiquei besta, as coxas fortes e aquele rabo lindo deixavam o púbis levemente levantado e a monte de vênus me mostrava uma paisagem linda de pelos, carne e líquidos.

A buceta dela nunca depilada era cheia de pelos pretos grossos que rodeavam a entrada toda, era uma moita gostosa de pelos, no meio dava pra ver com um contraste foda uma vulva vermelha com uns lábios grossos e deliciosos, minha boca foi direto pra esses lábios, beijei eles com carinho enquanto minha língua procurava o buraquinho dela, enfiei e tirei minha língua, enquanto meus dedos já estavam entrando devagar na buceta apertada dela, quando enfiei um, ela gemeu que nem uma condenada de tesão, depois enfiei o outro, com um vai e vem rápido, tirei os dedos e me apressei pra lubrificar o cuzinho dela que nunca tinha sido explorado.

Abri as pernas dela o máximo que deu e coloquei as mãos dela em cada coxa pra ela manter assim aberta, e comecei a chupar a buceta dela de um jeito que fazia ela gritar, delirar, ela tentava segurar minha cabeça pra eu parar, chorava de prazer, minha língua afundava na caverna dela, meus lábios chupavam e chupavam os lábios da buceta dela, os sucos dela escorriam pela minha boca, enquanto meus dedos estavam furando o cu dela, entre espasmos sem fim e gritos eu soube que ela tinha gozado, não sei quantas vezes um orgasmo atrás do outro.

Quando os olhos dela já estavam só semiabertos e totalmente virados, os lábios dela só murmuravam meu nome e só conseguiam gemer e gemer, me levantei, peguei as coxas dela e coloquei na altura dos ombros dela, apontei meu pau pra aquela cachoeira de buceta molhada, que vermelha e aberta só esperava a estocada final, coloquei a cabeça vermelha e inchada na entrada e automaticamente foi sugada pelos lábios da buceta, Brenda abriu os olhos de leve, olhou pra entreperna dela e sem ela ter reação enfiei tudo até o fundo, ela abriu os olhos me olhou e quando enfiei e tirei de novo ela fechou os olhos e as mãos dela puxavam meus cabelos e me pedia pra fazer com calma quando comecei a bombar ela uma vez atrás da outra.

A profundidade da penetração era total por causa da posição, meu pau se perdia na lubrificação do orgasmo dela e pequenas gotas de sangue virgem do hímem dela recém-rompido, quando os movimentos da cintura dela ficaram mais lentos e as unhas dela cravavam nas minhas costas e os gritos dela ficaram mais profundos, entendi que o orgasmo por penetração dela tava pronto, meu pau continuava fervendo e duro como eu tinha planejado, ela quando achava que tudo tinha acabado e ia me abraçar e beijar, se surpreendeu quando minha boca voltou a chupar a buceta dela e meus dedos entraram lubrificados pelos sucos da buceta dela no cu dela.

Os gemidos dela voltaram com tudo, já eram dois dedos no cu dela quando vi que o rabo tava com uns 2 cm de diâmetro, me levantei, peguei meu sabre, coloquei a cabeça, já super vermelha e grossa, naquele buraquinho feito por mim, e comecei devagar a enfiar, fiz devagar, queria saborear cada centímetro, enquanto enfiava ela só conseguia me pedir por favor pra tirar, entre soluços e gemidos, quando já tinha penetrado mais da metade comecei a meter mais forte até enfiar tudo, meu tronco se perdeu no cu dela.

Assim comendo ela, na posição perna no ombro nossas caras tavam frente a frente, eu dizia que ela era minha mulher desde aquele dia e só eu ia ter direitos sobre aqueles buracos, e ela me abraçava mais e só aguentava as investidas que eu dava, chorava pedindo calma, aos poucos as lágrimas dela viraram gemidos baixinhos, meu pau tava duro no máximo e eu enfiava e tirava de um jeito rápido e certeiro, a bombada dentro daquele cu gostoso era selvagem, Brendita já só gemia e gritava que não aguentava mais, "primo te amo, oh hoh oh hahah céu meu"

Depois ela me disse que não queria mais nenhuma mulher na minha vida, e com um empurrão batendo os glúteos dela com minhas bolas até o fundo Sua bunda e mexendo o pau dentro dela pros dois lados, eu disse que sim, que seria só ela. Aí quando tava quase gozando, ela pedia pra eu meter mais fundo, eu falei não dá e comecei a gozar dentro do cu dela. A gente se revirou, ela me abraçou com as pernas e os braços, a gente se fundiu num beijo gostoso e ela perguntou: "Por que você fez isso do nada?" Eu respondi que era o que ela queria. Ela disse: "É verdade, mas como você soube?" Só respondi: "Li sua mente enquanto você curtia de mim, sem mim."

A gente riu e foi assim que eu desvirginei minha prima em todos os buracos numa manhã só.









Desvirgué a mi prima









13 comentários - Desvirgué a mi prima

Muy bueno!!

GRACIAS POR PERMITIRNOS SOÑAR

LLUVIA DE BENDICIONES!!!

brujo777 Placer +Inteligencia = Equi[/size]librio
oreo88
cuando lo lei senti que yo era el protagonista muy bueno che!!!......
lo que daria por desvirgar a mi prima 🤤 jajaja
graxxias
buen aporte 😀
vaan28
Interesante relato ¡¡¡¡¡¡

Muy bueno de verdad, te felicito. 😉
ya q pusiste tu relato por q no pones una foto de tu prima paq la conozcamos chanta, de esas historias hay muchas 🤔 🤔
muy bueno el cuento pa que me dejo super caliente y dispuesto a buscar a mi prima, te felicito ya que es lo mejor tirarse a la prima yo lo se jejeje
*garcharme a mi prima, es mas hacerla llegar a su punto maximo de placer.
Siempre las primas estan re buenas, buen aporte!!!!
Salu2