...se você não bateu uma punheta em homenagem a ela, você não teve puberdade
Tem mina que simplesmente fica com você pra vida toda. E não é só porque eram gostosas. Já conheci um monte de gostosa, mas as que marcaram minha memória são aquelas que se destacam das outras, não só pela aparência, mas também pelo jeito que andavam, riam ou simplesmente te olhavam; mas as mais inesquecíveis foram as que são naturalmente safadas. As que transbordam sensualidade mesmo sem querer.

Mónica Murillo era dessas. O jeito dela de posar; o olhar; a paquera; o cabelo preto com franja perfeita; os olhos grandes delineados de preto; os lábios carnudos.

O corpo dela... era uma deusa adolescente: peitos firmes que marcavam por baixo das camisetas justinhas.

Cintura fina.

E uma bunda redonda que fazia o salão inteiro ficar em silêncio quando ela passava.

Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Em 2008, antes do Instagram existir, ela viralizou no Metroflog com as poses gostosas que fazia nas fotos. A beleza dela foi além de Hermosillo, além do México. Muitos moleques na puberdade tinham uma pasta com as fotos dela. Ela era a musa que a gente batia uma punheta com força, imaginando que um dia a gente ia meter naquela buceta apertada, enquanto ela olhava pra gente com carinho.
Eu tive a sorte de estudar na mesma escola que ela. Por isso sei tudo isso que vou contar pra vocês agora.
Roberto era meu amigo, aquele filho da puta típico que se achava o tal. Alto, gostoso... playboy, boca solta e sempre contando as conquistas dele como se fossem troféus. Quando a Mônica ficou famosa, bateu nele uma vontade do caralho de comer ela. Ele enchia o saco dela nos corredores, mandava mensagem, prometia rolês caros. Ela recusava com um sorriso educado, mas firme.
Uma tarde, depois de insistir demais, Roberto esquentou, mas não só de tesão, e sim de uma raiva do caralho.
—Você é uma provocadora de pau, Mônica. Gosta que implorem por você, mas nunca aceita. Só posta fotos provocantes pra chamar atenção, mas nada de nada. Sua putinha —essa última parte ele falou entre os dentes, mas acho que ela ouviu mesmo assim.
Mónica olhou pra ele em silêncio por um segundo e depois disse:
—Tá bom... já que você quer tanto me comer, te desafio.
—Como? —perguntou Roberto, confuso.
—Deixou eu dar pra você... mas só se primeiro você comer a Paola, a Lorena, a Carla e a Fernanda. As quatro. Em uma semana. E quero provas. Tem que gravar. Me traz os vídeos e... se eu ver que você comeu elas direito, se eu ver como você mete e me der vontade... talvez até peça pra você me comer igual, ou mais forte. O que acha?
Roberto ficou pasmo.
—Pensa bem. No próximo fim de semana, quem sabe você me come bem gostoso. Deixo você fazer tudo o que quiser comigo. Vamos ver se você é tão fodedor quanto se gaba — provocou Mônica.
Roberto, com o ego maior que as bolas, aceitou.
Quase me engasguei quando ele me contou. Me pediu pra ajudar a gravar os vídeos. "Você grava, mano. Mas na discrição. Ninguém pode ficar sabendo. Eu cuido do resto", ele falou todo machão.
E sim, a verdade é que o filho da puta se destacou. Roberto conquistou cada uma delas com a mesma mentira: "Tô apaixonado por você, só por você... de verdade". Disse pra cada uma delas que eram o amor da vida dele. Beijava elas, primeiro romanticamente e depois já com tesão.
Eu não podia acreditar como aquelas putinhas caíram tão fácil.
Primeiro foi a vez da Lorena, ela era a mais putinha das quatro e, por isso, a mais fácil. A menos recatada das quatro amigas. E digo isso porque usava saias bem curtinhas, tops super apertados, e era óbvio que não era nenhuma inocente nas coisas do love. Era conhecida pela quantidade de namorados que já tinha tido; trocava de namorado mais vezes do que de calcinha, com certeza. Naquele mesmo dia, o Roberto comeu ela. Ficou beijando ela no corredor e depois levou ela pro banheiro masculino. Lá, se trancaram num dos cubíbooties.
Eu entrei no quarto ao lado. Ouvi ela gemendo baixinho e subi no vaso com meu velho Sony Ericsson na mão. Já tava pelada. Ele meteu a pica e começou a foder.

Aí ela, por conta própria, começou a quicar e eu ouvi aquele som inconfundível da bunda batendo nas coxas. Pau entrando na buceta molhada... ah, que lembranças!

Roberto comia bem os peitos dela enquanto a fodia com força, dando tapas na bunda que ecoavam. Lorena gemia como a puta no cio que era: "Mais forte, papai... assim... me fode", dizia ela. Gozou tão rápido... Eu apertando os dentes pra não gritar e revelar minha posição. Roberto encheu a buceta já encharcada dela de porra, e eu gravei tudo, com a mão tremendo de tanto aguentar ali.
Mas valeu muito a pena, gozei pra caralho vendo uma boa e intensa cavalgada do meu amigo comedor. Filha da puta, sabia se mexer e dar o maior tesão no corpo. Fico me perguntando o que será dela.
Outro dia ele abordou a Paola. A santinha do grupo. Ela não era lá essas coisas, e acho que por isso tava morrendo de vontade de chamar atenção. Pelo que eu sabia, não tinha namorado, e eu imaginava que ainda era virgem.
Ele se aproximou dela enquanto ela tava sentada num dos canteiros. De uma certa distância, vi o Roberto se mandando na direção dela.
Eu não conseguia ouvir, mas depois, assim que o ato foi consumado, ele mesmo me disse que pediu pra ela ajudar com umas equações. Que pediu uma consultoria de álgebra e até ofereceu pagar. Ela topou, disse que ajudaria no que pudesse sem precisar de grana nenhuma.
Pago pela consultoria, é só me dizer quanto", foi o que ele disse, insistindo, e ela: "Ah, não, como é que pode", respondeu toda corada.
Disse que ela tava tão nervosa que nem percebeu que ele tava levando ela pro matagal, um lugar isolado atrás de uns salões. O lógico era terem ido pra biblioteca ou pra uma sala. Mas em vez disso, ele levou ela pras áreas verdes, atrás dos laboratórios de química.
Entrei num desses salões, que por sorte estava vazio, e gravei a ação de lá. Infelizmente não dava pra ouvir, mas, segundo ele, ela disse pra ele:
—Bem, qual é a sua dúvida? —perguntou a ingênua.
—Olha, vou te mostrar minha dúvida —respondeu Roberto e abaixou o zíper—. Ups, te falei que ia te mostrar minha dúvida, desculpa, quis dizer minha dura, minha piroca dura.
E tirou pra fora. O pau robusto de carne saía pela braguilha aberta da calça e Paola não tirava os olhos dele. Ficou de boca aberta numa expressão de "Que porra é essa?".
Roberto, não sei como, inchou o pedaço de carne dele como se estivesse mostrando que podia satisfazer ela. A cabeça do pau dele inflamou e balançou, deixando claro que tinha total controle sobre ele.
Pela expressão da Paola, parecia que era a primeira vez na vida dela que via um apêndice daquele jeito.
Pena que não dava pra ouvir! Mesmo assim, notei que a Paola não mostrava intenção de sair dali. Isso deu pro Roberto a chance de avançar nela de beijos, se esbaldando no corpo dela ao mesmo tempo.
Paola, que mesmo não sendo lá muito bonita de rosto, tinha um rabão enorme que dava vontade de agarrar, e eu fiquei sabendo disso porque o filho da puta do meu amigo começou a sarar ela até deixar tudo à mostra. Ele até levantou o vestido dela e começou a puxar a calcinha pra baixo. Ela resistia pra ele não tirar de vez, mas tava adorando os beijos dele.
Aquilo me pareceu doentio e excitante pra caralho, então me acendeu e comecei a bater uma.
Pensava que ia ser bom dizer pra ela: "Você só fica molinha e cooperando".
Aí notei que ela já tava salivando os dedos, aí entendi que ia dedar ela; ali mesmo, no meio da escola. Roberto se ajoelhou na frente dela, que nem quem vai pedir a mão em casamento.

Mas a moça tímida resistia. O pudor ainda dominava ela, mesmo sendo claro que aquela situação a deixava toda excitada.
Meu amigo teve que dar uma ralada, com beijos e amassos de novo, pra ela afrouxar a buceta.
Tanto esforço valeu a pena, a mina, já bem molhadinha, e sem ter subido a calcinha (ela ainda tava com ela debaixo da bunda), se colocou na posição por conta própria.

Pô, eu que já tava sentindo que vinha a parte boa, tive que parar de gravar porque ouvi uns barulhos perto. Porra! Pensei que ia perder tudo.
CONTINUA...
Tem mina que simplesmente fica com você pra vida toda. E não é só porque eram gostosas. Já conheci um monte de gostosa, mas as que marcaram minha memória são aquelas que se destacam das outras, não só pela aparência, mas também pelo jeito que andavam, riam ou simplesmente te olhavam; mas as mais inesquecíveis foram as que são naturalmente safadas. As que transbordam sensualidade mesmo sem querer.

Mónica Murillo era dessas. O jeito dela de posar; o olhar; a paquera; o cabelo preto com franja perfeita; os olhos grandes delineados de preto; os lábios carnudos.

O corpo dela... era uma deusa adolescente: peitos firmes que marcavam por baixo das camisetas justinhas.

Cintura fina.

E uma bunda redonda que fazia o salão inteiro ficar em silêncio quando ela passava.

Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Em 2008, antes do Instagram existir, ela viralizou no Metroflog com as poses gostosas que fazia nas fotos. A beleza dela foi além de Hermosillo, além do México. Muitos moleques na puberdade tinham uma pasta com as fotos dela. Ela era a musa que a gente batia uma punheta com força, imaginando que um dia a gente ia meter naquela buceta apertada, enquanto ela olhava pra gente com carinho.
Eu tive a sorte de estudar na mesma escola que ela. Por isso sei tudo isso que vou contar pra vocês agora.
Roberto era meu amigo, aquele filho da puta típico que se achava o tal. Alto, gostoso... playboy, boca solta e sempre contando as conquistas dele como se fossem troféus. Quando a Mônica ficou famosa, bateu nele uma vontade do caralho de comer ela. Ele enchia o saco dela nos corredores, mandava mensagem, prometia rolês caros. Ela recusava com um sorriso educado, mas firme.
Uma tarde, depois de insistir demais, Roberto esquentou, mas não só de tesão, e sim de uma raiva do caralho.
—Você é uma provocadora de pau, Mônica. Gosta que implorem por você, mas nunca aceita. Só posta fotos provocantes pra chamar atenção, mas nada de nada. Sua putinha —essa última parte ele falou entre os dentes, mas acho que ela ouviu mesmo assim.
Mónica olhou pra ele em silêncio por um segundo e depois disse:
—Tá bom... já que você quer tanto me comer, te desafio.
—Como? —perguntou Roberto, confuso.
—Deixou eu dar pra você... mas só se primeiro você comer a Paola, a Lorena, a Carla e a Fernanda. As quatro. Em uma semana. E quero provas. Tem que gravar. Me traz os vídeos e... se eu ver que você comeu elas direito, se eu ver como você mete e me der vontade... talvez até peça pra você me comer igual, ou mais forte. O que acha?
Roberto ficou pasmo.
—Pensa bem. No próximo fim de semana, quem sabe você me come bem gostoso. Deixo você fazer tudo o que quiser comigo. Vamos ver se você é tão fodedor quanto se gaba — provocou Mônica.
Roberto, com o ego maior que as bolas, aceitou.
Quase me engasguei quando ele me contou. Me pediu pra ajudar a gravar os vídeos. "Você grava, mano. Mas na discrição. Ninguém pode ficar sabendo. Eu cuido do resto", ele falou todo machão.
E sim, a verdade é que o filho da puta se destacou. Roberto conquistou cada uma delas com a mesma mentira: "Tô apaixonado por você, só por você... de verdade". Disse pra cada uma delas que eram o amor da vida dele. Beijava elas, primeiro romanticamente e depois já com tesão.
Eu não podia acreditar como aquelas putinhas caíram tão fácil.
Primeiro foi a vez da Lorena, ela era a mais putinha das quatro e, por isso, a mais fácil. A menos recatada das quatro amigas. E digo isso porque usava saias bem curtinhas, tops super apertados, e era óbvio que não era nenhuma inocente nas coisas do love. Era conhecida pela quantidade de namorados que já tinha tido; trocava de namorado mais vezes do que de calcinha, com certeza. Naquele mesmo dia, o Roberto comeu ela. Ficou beijando ela no corredor e depois levou ela pro banheiro masculino. Lá, se trancaram num dos cubíbooties.
Eu entrei no quarto ao lado. Ouvi ela gemendo baixinho e subi no vaso com meu velho Sony Ericsson na mão. Já tava pelada. Ele meteu a pica e começou a foder.

Aí ela, por conta própria, começou a quicar e eu ouvi aquele som inconfundível da bunda batendo nas coxas. Pau entrando na buceta molhada... ah, que lembranças!

Roberto comia bem os peitos dela enquanto a fodia com força, dando tapas na bunda que ecoavam. Lorena gemia como a puta no cio que era: "Mais forte, papai... assim... me fode", dizia ela. Gozou tão rápido... Eu apertando os dentes pra não gritar e revelar minha posição. Roberto encheu a buceta já encharcada dela de porra, e eu gravei tudo, com a mão tremendo de tanto aguentar ali.
Mas valeu muito a pena, gozei pra caralho vendo uma boa e intensa cavalgada do meu amigo comedor. Filha da puta, sabia se mexer e dar o maior tesão no corpo. Fico me perguntando o que será dela.
Outro dia ele abordou a Paola. A santinha do grupo. Ela não era lá essas coisas, e acho que por isso tava morrendo de vontade de chamar atenção. Pelo que eu sabia, não tinha namorado, e eu imaginava que ainda era virgem.
Ele se aproximou dela enquanto ela tava sentada num dos canteiros. De uma certa distância, vi o Roberto se mandando na direção dela.
Eu não conseguia ouvir, mas depois, assim que o ato foi consumado, ele mesmo me disse que pediu pra ela ajudar com umas equações. Que pediu uma consultoria de álgebra e até ofereceu pagar. Ela topou, disse que ajudaria no que pudesse sem precisar de grana nenhuma.
Pago pela consultoria, é só me dizer quanto", foi o que ele disse, insistindo, e ela: "Ah, não, como é que pode", respondeu toda corada.
Disse que ela tava tão nervosa que nem percebeu que ele tava levando ela pro matagal, um lugar isolado atrás de uns salões. O lógico era terem ido pra biblioteca ou pra uma sala. Mas em vez disso, ele levou ela pras áreas verdes, atrás dos laboratórios de química.
Entrei num desses salões, que por sorte estava vazio, e gravei a ação de lá. Infelizmente não dava pra ouvir, mas, segundo ele, ela disse pra ele:
—Bem, qual é a sua dúvida? —perguntou a ingênua.
—Olha, vou te mostrar minha dúvida —respondeu Roberto e abaixou o zíper—. Ups, te falei que ia te mostrar minha dúvida, desculpa, quis dizer minha dura, minha piroca dura.
E tirou pra fora. O pau robusto de carne saía pela braguilha aberta da calça e Paola não tirava os olhos dele. Ficou de boca aberta numa expressão de "Que porra é essa?".
Roberto, não sei como, inchou o pedaço de carne dele como se estivesse mostrando que podia satisfazer ela. A cabeça do pau dele inflamou e balançou, deixando claro que tinha total controle sobre ele.
Pela expressão da Paola, parecia que era a primeira vez na vida dela que via um apêndice daquele jeito.
Pena que não dava pra ouvir! Mesmo assim, notei que a Paola não mostrava intenção de sair dali. Isso deu pro Roberto a chance de avançar nela de beijos, se esbaldando no corpo dela ao mesmo tempo.
Paola, que mesmo não sendo lá muito bonita de rosto, tinha um rabão enorme que dava vontade de agarrar, e eu fiquei sabendo disso porque o filho da puta do meu amigo começou a sarar ela até deixar tudo à mostra. Ele até levantou o vestido dela e começou a puxar a calcinha pra baixo. Ela resistia pra ele não tirar de vez, mas tava adorando os beijos dele.
Aquilo me pareceu doentio e excitante pra caralho, então me acendeu e comecei a bater uma.
Pensava que ia ser bom dizer pra ela: "Você só fica molinha e cooperando".
Aí notei que ela já tava salivando os dedos, aí entendi que ia dedar ela; ali mesmo, no meio da escola. Roberto se ajoelhou na frente dela, que nem quem vai pedir a mão em casamento.

Mas a moça tímida resistia. O pudor ainda dominava ela, mesmo sendo claro que aquela situação a deixava toda excitada.
Meu amigo teve que dar uma ralada, com beijos e amassos de novo, pra ela afrouxar a buceta.
Tanto esforço valeu a pena, a mina, já bem molhadinha, e sem ter subido a calcinha (ela ainda tava com ela debaixo da bunda), se colocou na posição por conta própria.

Pô, eu que já tava sentindo que vinha a parte boa, tive que parar de gravar porque ouvi uns barulhos perto. Porra! Pensei que ia perder tudo.
CONTINUA...
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