Ana, a mulher do Oscar: o fim?

aqui vai o final dessa história
espero que vocês aproveitem bastante


valeu pelos comentários, por me seguir e pelos pontos que premiam o esforço














No dia seguinte, ao acordar, não cobrei nada do Oscar.


Você sempre igual, apagou que nem uma pedra e me deixou sozinha com seus amigos.


Oscar, me perdoa, amor, juro que não fiz de propósito.


Tudo bem também, eles assistiram ao jogo, tomaram umas cervejas e foram embora mandando lembranças pra você.


Oscar então se comportaram direitinho.


Melhor que bom


Oscar, então aconteceu alguma coisa enquanto você dormia? Porque dessa vez eu vi como aqueles três lobos te olhavam, parecia que te comiam com os olhos.


Vocês trouxeram eles pra me comer ou pra ver o jogo? Porque me comer, não me comeram, nem tentaram, da próxima vez me avisa e se quiser eu te acordo, aí você vê como me comem, é o que você quer, pelo visto.


Oscar, sem amor, é que esses três são um perigo, não deixam nada em pé e ele tinha me dito que iam te pegar, e como eu dormi, te perguntei, ainda tô na dúvida.


Por que você não se cala, querida?


Passou o domingo e a semana também, tudo seguindo igual, e no mês meu corno só trouxe o Juan, justo o de pauzão, que podia me partir ao meio se eu desse a bunda pra ele. E quando ele me falou isso, eu sentenciei.


Olha, Oscar, faz tempo que não desce pra mim, acho que você vai ser pai, então o Juan, se quiser me comer, vai ter que esperar.


Oscar, sério mesmo que você tá me dizendo isso? Que alegria, amor, vou ser pai, isso aí a gente tem que comemorar.


E você achava que ia comemorar me entregando pro pauzão do João.


Oscar, sem amor, juro por Deus que não.


Bom, já que eu tô grávida, não tem problema, né?


Oscar love, você comemora do seu jeito.


Perfeito, mas na sua frente não.


Oscar, então vou dar a notícia pra minha velha.


Se você for embora assim que o Juan chegar, vai tomar no cu, já tá avisado.


Oscar faz o que você quiser, céu, mas depois me conta como ele te comeu.


Não pode ser tão corno, amor, você de verdade quer ser corno?


Oscar, na minha vida? Claro que não quero, é só uma piada.


Tô falando sério pra você, se você for embora, eu vou dar o meu cu e vou dar o meu cu na sua cama, e ainda deixo ele arrebentar minha bunda.


Oscar, que inveja que você tem desse pauzão, amor.


E aí, minha vida, se ainda por cima você fica o tempo todo falando que é um pauzão que fode divinamente e me deixa assim toda molhada sozinha com ele, como é que eu não vou dar pra ele?


Oscar, meu amor, não tem nada, não. Juan é meu amigo, não seja boba, por favor não fica brava. Vou lá na minha velha, conto tudo pra ela, e amanhã a gente sai, assim a gente comemora só nós dois, senão amanhã teria que ir ver eles.


Beleza, tá bom, vai, mas só se você me prometer sair amanhã. Fica tranquilo que vou cuidar bem do Juan.


E claro que atendi ele muito bem e assim que ele entrou eu falei que o Oscar tinha ido pra casa da mãe dele contar sobre a minha gravidez.


Juan, não me diga que te engravidaram, sua puta.


Tô certa que um de vocês três acabou me engravidando, e quem mais me fez gozar foi você, mas não se estressa, o corno do teu amigo acreditou nisso.


Juan, vamos foder de uma vez então.


Aqui não, quero você na cama onde durmo com o corno.


Juan, mais piranha que isso impossível.


E me matou, me partiu no meio e acho que fez isso pra me provocar um aborto, mas não conseguiu, me comeu do jeito que ele quis e até fiz uma punheta com meus peitos, que ele tratou de encher de porra. Pra minha sorte, o Juan aceitou não arrebentar meu cu. A gente se trocou e ficou tomando chimarrão, ele queria esperar meu marido e parabenizar ele pelo nosso filho, e foi o que fez. No final, os dois beberam pra caralho e, como de costume, o Oscar apagou, coisa que o Juan aproveitou pra me comer de novo e me deixou acabada. Mal conseguia me mexer, porque dessa vez não pude negar o cu pra ele. Acabei dormindo do lado do Oscar, completamente destruída, enquanto o Juan dormiu no outro quarto. No dia seguinte, o Juan se comprometeu a deixar o quarto do bebê impecável, então eu já tinha um boi garantido, mas não foi assim. Pelo contrário, o Juan só vinha em casa nos domingos, quando o Oscar estava, e ajudava ele enquanto eu procurava um médico pra me atender. A primeira consulta foi com o Oscar. O tal médico se chama Ernesto, que tinha um ajudante preto que dava medo só de olhar, e o Oscar só viu ele uma vez. A parada foi na segunda consulta, quando as mãos macias do Ernesto me arrepiaram toda. Podia ser por causa da gravidez, e o Ernesto sabia disso. Já no quarto encontro, tudo rolou com ele depois de uma conversa que tivemos enquanto ele me examinava, onde confessei que com meu marido já não existia sexo e eu tava cada vez mais necessitada. Ele me partiu no meio no próprio consultório dele, e eu me soltei como a boa puta que sou. Desde aquele momento, em todas as consultas ele me comia até o Ramón nascer. Depois disso, continuei vendo ele, não ia abandonar meu macho assim tão fácil, e o Oscar me apoiava a continuar indo, e até algumas vezes me acompanhava, mas quando ele me examinava, o Oscar saía do consultório e naquela hora ele me dava o que eu tava buscando: uma boa fodida. Era muito doentio transar com o Ernesto tendo meu marido na sala de espera. Isso rolou várias vezes, mas Oscar nunca desconfiou. Já o Ramón tinha oito meses quando chegou meu dia trágico. O Ernesto tinha faltado e quem me atendeu foi o assistente dele, que também é médico. Nunca tinha sido comida daquele jeito. Ele me fez gozar duas vezes em meia hora e na outra meia hora me partiu no meio a minha buceta. Foi pior que o Juan, a ponto de que por dois dias tive dificuldade pra sentar. Desde aquele dia, os dois me comiam, mas digo que foi trágico porque engravidei de novo. Ficava apavorada que o bebê fosse do preto. Aí não teria volta, por mais amor que o Oscar sentisse por mim. Por isso, quando contei pra ele, também falei que não queria mais filhos. O Oscar não quis nem saber disso, acho que era coisa da mãe dele, já que ela queria um casalzinho. Pior quando o Ernesto fez a ultrassom e descobrimos o sexo. O Oscar, bem satisfeito, aceitou a ideia de eu ligar as trompas pra não engravidar de novo. Naquela época, ele até queria que o Ernesto fechasse meu cu, mas o preto não quis. Foi assim que nasceu a Adriana, uma gostosa morena linda que conquistou toda a família. As coisas mudaram muito. A Adriana e o Ramón exigiam muito tempo, mas mesmo assim dei um jeito de continuar trepando. Só que parei de ver o Ernesto e, principalmente, o assistente preto dele. Passamos anos muito felizes. Criar os filhos não foi fácil, e o Oscarcito cumpriu bem o papel. Os garotos cresceram, e, embora o Oscar mantivesse um perfil baixo, o meu sempre se destacava, e a Adri me tomou como exemplo. Foi assim que ela se tornou tão puta quanto eu, e o Ramón, um macho alfa que queria nos dominar, mas que por enquanto não conseguia. Era inacreditável como eu me dava mal com o cara. Aos poucos, fui percebendo que, pro Ramón, eu não passava de uma puta. E naquela época de fome de sexo, era lógico que ele pensasse assim, mesmo sendo um garoto. De certa forma, os dois tinham razão. Sou uma mulher fogosa, gosto de sexo e, quando não tenho, às vezes fico de mau humor. Quem foi entendendo o que se passava comigo foi a Adriana, que no fim das contas acabou sendo uma puta também. como eu, só que mais refinada. Foi assim que me atualizei quando eles começaram o ensino médio, já que eu tinha tempo de ir pra academia, precisava manter meu corpo. Não demorei muito pra arrumar uns machinhos, mesmo com muita concorrência. Meu trampo era chamar algum garoto pra casa e dar pra ele. Tava nessa quando um dia a Adriana chegou em casa de surpresa e me pegou dando pra um dos caras. A gente nem percebeu, nunca notamos que ela tava nos espiando. Quando o moleque foi embora, ela saiu do quarto dela.


Ei, como é que você tá aqui e não na escola?


Adriana, hoje faltou um professor e a gente saiu mais cedo. Quem era aquele cara?


Vem, senta aqui, disso aqui tu não pode contar nada, é um dos que vai na academia comigo e, bom, simplesmente rolou.


Adriana, sim, isso eu já vi, você se divertiu pra caramba com ele, mas e o velho?


Ô, seu véio, coitado, ele não serve pra isso não.


Adriana, eu também posso trazer um cara?
Não se abusa, pra você é cedo demais.


Adriana, já sei, mas não tô falando pra transar.


Olha, eu te conheço, então tô te falando que por enquanto não, será que você quer ser igual a mim? Pra isso você tem muito tempo, por agora aproveita pra deixar eles todos excitados.


Adriana, isso eu já faço e me dá bons resultados.


Não quero saber disso.


Depois daquela conversa, vieram outras mais intensas até que a faculdade começou. Aí eu já não consegui impedir nada, assim como também não consegui com o Ramón. Pra minha sorte, os horários deles não batiam, então era muito difícil ter os dois juntos em casa. Foi assim que um dia a Adri trouxe pra casa um colega da faculdade, chamado Ricardo, um gato de menino. Passaram a manhã inteira estudando e depois foram embora. No dia seguinte, conversei com ela, porque vi que ela tava muito afim.


Adri, me fala a verdade, tem alguma coisa rolando entre você e o Ricardo?


Adriana, sim, véia, claro que rola.
E aí, já comeu ela?


Adriana, como uma boa puta, mas por que você tá perguntando isso?


Nada, só pra saber se você se cuida.


Adriana, sim, véia, eu me cuido, tomo os remédios todo dia, óbvio que não é nada sério, só serve pra o que eu quero, nada mais.


Eu vi ele muito vidrado em você.


Adriana ficou toda empolgada de novo e vai continuar assim.


Como você tá tão segura?


Adriana, por que você é tão obcecada em me comer por trás? E eu sempre falo que por ali não rola.


Ei, gata, se continuar negando essa bundinha pequena, ele vai acabar cansando, qual é? Não me diga que você é virgem de bunda.


Adriana sim, eu mantenho ela bem saudável.


Então não é vadia, a gente que é puta entrega a bunda pequena.


Adriana, mas desse jeito você não segura ninguém.


Pelo contrário, não só te dura como tu tem mais, sabe de uma coisa? Agora entendo por que o Ricardo ficava tanto de olho na minha bunda.


Adriana, não, sério?


Se tu quiser, eu dou pra ela por você, assim nunca mais perde ela.


Adriana, véia, ele enche tanto o meu saco com isso que não seria uma má ideia.


Te trago e eu te ensino a dar a bunda, meu amor, não tenha medo.


Adriana, mas isso dói pra caralho.


Sim, a primeira vez dói um pouco, mas depois que você dá, vicia pra caralho.


Adriana, então vai preparando a bunda porque o Ricardo vai te arrebentar todinha.


Isso que tu quer ver não é verdade? Eu dou a buceta pra todo mundo, amor.


Dois dias depois, Adri chegou com o Ricardo. Como ela tinha me avisado que ia trazê-lo, eu esperei bem preparada. Em menos de uma hora, já tava dando pra ele. Como aquele cara comia bem, hein? Deixamos ele bem seco entre nós duas, e foi assim que a Adriana estreou. Não parei até o Ricardo meter no cuzinho dela. A verdade é que depois disso, vi muito pouco o Ricardo. Eles nem esperaram se formar — ele levou ela pra morar junto logo. Mas de vez em quando ela me visita, e a gente sempre acaba transando. Pelo que rolou com o Ramón, tenho certeza de que ele nos viu comendo. E num réveillon, ele trouxe uns amigos dele pra casa, supostamente pra estudar. Iam dar o grande passo: se passassem, formavam. Quatro caras. Quem aguenta isso? Eu sabia pra que ele tinha trazido eles, e não ia decepcionar meu filho. Então só vesti um vestidinho. Nada melhor pra esquentar um macho do que uma minissaia e um decotão — qualquer puta sabe disso. É só mostrar um pouquinho da bunda que eles perdem o controle, e depois que tão quentes, você faz o que quiser com eles. Sempre foi assim. Mas naquele dia, os caras não vieram estudar — vieram me comer. O Ramón tinha tramado algo com eles. Quando chegaram, percebi que minha sorte estava lançada. Só pelo jeito de me cumprimentar: todos me deram beijo e abraço. Sentaram no comedor pra tomar café com o Oscar, conversaram um pouco, e ele foi trabalhar, me deixando sozinha com aqueles cinco lobos famintos. Nenhum tirava os olhos das minhas tetas — era tão óbvio que até o Oscar devia ter notado. Levantei, e um deles se ofereceu na hora pra me ajudar. Na cozinha, me apertou contra a bancada e disse:


Cara, parece que a mamãe tá querendo levar uma boa sacudida, porque o papai aqui tá na área.


Ah não, cara, o que cê tá fazendo, ahhh ahhh, meu filho tá ali


Cara, e pra que você acha que a gente veio tudo aqui? Hoje você não escapa.


As mãos dele torciam meus peitos e eu tava voando de tesão, meu corpo não me obedecia e por isso acabei chupando a rola dele, era uma delícia, me deixei levar pelo cara e então falei pra ele


Você quer me comer, cara? Faz agora, arrebenta minha buceta.


Tava muito tesuda mesmo e claro que o cara não perdeu tempo, me deu uma bela de uma foda ali mesmo, na cozinha. Quando terminou, chupei a pica dele pra deixar bem limpinha e ele saiu pra sala. Era impossível que os outros não tivessem percebido. Tava lavando a louça quando outro dos caras apareceu por trás de mim e, sem dizer nada, esfregou a pica dele na minha bunda.


Ai, o que cê tá fazendo? Ahhh, ahhh, será que todo mundo combinou de me comer?


cara 2 é pra isso que a gente vem, puta


Levanto minha saia curta e me enfio, não tinham passado cinco minutos de o outro cara ter me comido e já tinha outro arrombando minha buceta na cozinha, isso era muito mais do que eu esperava, assim que terminei, limpei o pau dele de novo e fiquei sozinha, saí da cozinha toda banhada de porra, ia pro banheiro mas não me deixaram, me levaram pro sofá e lá me pelaram enquanto esfregavam os paus na minha cara, nem preciso dizer que me entupiram de pica, não podia recusar nada, todos os caras se satisfizeram bem me penetrando do jeito que queriam, nenhum deles se privou de arrebentar meu cu e quando se cansaram de me usar me levaram pra banheira pra apagar todo rastro do que tinha rolado e assim o corno do Oscar não perceber, o que veio depois foi algo perverso, nem tinham ligado o chuveiro, todos apontaram os paus pra minha cara e mijaram em mim, no começo me deu nojo mas na hora comecei a gostar, eu tinha virado a mãe mais puta do bairro, naquele fim de semana, mesmo com o Oscar em casa, continuaram me usando até me deixar exausta

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