O amigo gostoso do meu pai

O amigo gostoso do meu paiRodolfo me conhecia desde que nasci, era um dos melhores amigos do meu pai. Muitas vezes ele ficava em casa porque passava do ponto nas festas de família. Tudo normal, nada estranho até então. Comigo sempre foi muito educado, a gente se tratava como tio e sobrinha — pelo menos eu via assim.

Rodolfo se mudou da cidade por um bom tempo por causa do trabalho. Fiquei uns seis ou sete anos sem vê-lo, ele só falava com meu pai. Na real, chegou um ponto que nem lembrava mais dele. Foi no meu aniversário de 19 anos, quando meus pais fizeram uma festa pra mim. Convidei meus amigos, e também veio minha família. Teve de tudo, meus pais deixaram eu beber um pouco de álcool. Aí, de repente, chegou Rodolfo. Fiquei chocada. Antes ele era meio gordinho, mas dava pra ver que malhava pra caramba. Tinha um corpo espetacular, muito másculo e forte, principalmente os braços dele me deixaram impressionada.

Quando ele veio até mim pra me dar o presente e um abraço de parabéns, aconteceu algo dentro de mim. Sem esperar, fiquei molhada. Eu tinha namorado, um cara da minha idade, e realmente gostava dele e o amava, mas ele era um garoto jovem, suave nos modos. Já no abraço do Rodolfo, senti um homem de verdade. O perfume dele era uma delícia, super gostoso, e também tinha um cheiro de tabaco, mas não era desagradável. Fiquei sem palavras, só consegui dizer obrigada. Não parava de olhar pra ele, e notei que ele também olhava pra mim. A última vez que ele me viu, eu tinha uns 12 ou 13 anos e ainda não tinha me desenvolvido. Mas agora, o que mais chamava atenção em mim eram meus peitos — tinham crescido muito. E naquele dia, meu decote estava bem pronunciado. Acho que chamei a atenção dele também.

As horas foram passando. Meus amigos e meu namorado já tinham ido embora. Só ficaram Rodolfo, meu pai e um tio, bebendo e conversando. Fui trocar de roupa porque os saltos estavam me matando. Coloquei meu pijama: um shortinho curto e uma blusa amarela. Tirei tanto a calcinha quanto o sutiã, vesti um casaco comprido e desci pra ver se eles queriam mais alguma coisa. Levei mais cerveja e uns... Petiscos, eles foram pra sala continuar bebendo. Meu tio no final foi buscar ele e levaram ele embora. Meu pai já tava muito bêbado, minha mãe desceu pra pegar ele e levou pra cama. Quanto ao Rodolfo, ele tinha caído no sono no sofá. Minha mãe me falou pra ver se eu conseguia acordar ele e levar pro quarto do meu irmão mais velho, que naquele dia não tinha conseguido vir por causa do trabalho dele. Desci pra buscar o Rodolfo, mas ele não acordava. Fui ver minha mãe pra perguntar se ela podia me ajudar, mas ela já tava dormindo também, já tinha bebido um pouco. Então decidi, em vez de subir o Rodolfo, levar um cobertor pra ele dormir no sofá. Quando desci, o Rodolfo tinha acordado. Perguntei se ele queria ir pro quarto do meu irmão ou preferia ficar no sofá. Ele falou pra irmos pro quarto. Subimos, ele se apoiou em mim, entramos e eu sentei ele na cama. Ajudei ele a tirar os sapatos. Nisso, meu suéter abriu e meus peitos apareceram. Minha blusa cobria pouco, dava pra ver que eu não tava de sutiã, meus bicos apareciam. Rodolfo não conseguiu evitar de me olhar. Ele falou que eu já tinha crescido e que tinha ficado muito gostosa. Sorri e agradeci o elogio. Peguei meu suéter e me cobri. Rodolfo me perguntou por que eu tava me cobrindo. Com uma das mãos, ele tentou abrir meu suéter de novo. Resisti um pouco, mas no final deixei. Do nada, sem parar de me olhar, ele perguntou se podia tocar nelas. A pergunta me deixou gelada e, sem deixar eu responder, ele já tava apertando elas. Eu olhava a mão masculina dele massageando meus peitos, que rapidamente me excitaram, então não resisti. Depois, com a outra mão, ele começou a acariciar o outro peito, enquanto falava como eu tinha ficado gostosa. Com os dedos, ele baixou minha blusa e começou a brincar com meus bicos, que já tavam durinhos. Ele se levantou e começou a lamber. Eu sentia a barba dele na pele dos meus seios. Peguei a cabeça dele e puxei mais pra perto de mim, como se quisesse que ele enfiasse um peito inteiro na boca. Ficamos assim um tempão. Ele se deitou e começou a... Afrouxei a calça dele, puxei um pouco junto com a cueca, tirei o pau dele pra fora. Era grande e grosso, a ponta ainda mais grossa. Fiquei olhando surpresa — o pau do meu namorado não era nem metade do tamanho do de Rodolfo. «Minha menina, quero te comer enquanto você chupa meu pau. Tira esse short e senta na minha cara. Sabe fazer o 69?» Eu sabia o que era, mas nunca tinha feito. Resolvi tentar. Tirei o suéter, a blusa e o short, fiquei completamente nua. Subi em cima dele, nos ajeitamos e, enquanto ele chupava minha buceta, comecei a fazer sexo oral. Não era muito boa, não tinha muita experiência nisso, mas me esforcei. Tinha um gosto gostoso, e ele sabia o que estava fazendo. Passava a língua entre as dobras da minha buceta. Não demorei pra ter meu primeiro orgasmo. Achava que já sabia o que era, mas o que Rodolfo provocou em mim era novo e mais forte, muito mais prazeroso. Senti um jorro saindo de mim. Queria que ele parasse um pouco, mas ele não parou. Rodolfo sugava com ainda mais vontade. Eu gemia descaradamente até perceber que podiam nos ouvir. Então enfiei o pau de Rodolfo mais fundo na boca. Ficamos assim até ele começar a tremer. Chupei ainda mais, e ele fez o mesmo. Nos sincronizamos e senti jorros de porra na minha boca, que quase me fizeram vomitar porque foram até o fundo da minha garganta. Desci de cima dele e nos beijamos. Falei que tinha que ir. Me vesti e, ainda com o gosto do sêmen dele na boca, fui pro meu quarto. Não consegui dormir naquela noite. Depois de alguns dias, Rodolfo me mandou mensagem se desculpando, dizendo que o que fez foi mais por causa do álcool do que outra coisa. Falei pra ele ficar tranquilo, que estava tudo bem, que na verdade eu tinha gostado muito. Desde aquele dia, tivemos vários outros encontros.

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