chupo os peitos da minha mãe (real)

Bom, primeiro quero agradecer todas as mensagens que recebi e, para esclarecer todas as dúvidas, sim, absolutamente tudo que conto aqui é real e aconteceu exatamente como descrevo, não modifiquei nem exagerei nada.

Depois daquela esfregada intensa e gozada com minha irmã no banheiro, enquanto nossa mãe putona estava dando na minha cama, ficamos os dois deitados no chão do banheiro, peladinhos e com as pernas tremendo. Ao fundo, ainda dava pra ouvir os gemidos e gritos da minha mãe transando. Nós adorávamos saber que ela estava usando minha cama, minha própria cama, para sua foda gostosa. Quando ouvimos passos se afastando do quarto, entre risadas e gargalhadas, espiamos. Nossa mãe saía com a buceta e os peitos completamente à mostra, rindo enquanto caminhava tranquilamente para a cozinha. O macho dela vinha atrás, com o pau balançando no ar e carregando na mão as roupas que haviam tirado. Quando entramos no quarto, o sangue ferveu de tesão ao ver como minha caminha tinha ficado. Toda desarrumada, lençol no chão, travesseiro jogado por aí, e a cama completamente encharcada, melada, pingando. Só de ver, senti meu pau ficar duro de novo. Naquela idade, além disso, tudo, absolutamente tudo, dava muito tesão, imaginem encontrar sua cama toda melada pela sua mãe putona. Com minha irmã, cheios de tesão e morbidez, deitamos os dois peladinhos na minha cama melada, queríamos sentir tudo aquilo. Ríamos e ficávamos mais excitados. Para piorar e nos deixar ainda mais excitados, pouco depois de deitados pelados na minha cama toda melada, nossa mãe volta ao quarto. Entra com seus peitões e sua bucetinha peludinha à mostra. Olha pra gente e ri, dava pra ver que estava completamente bêbada: “Desculpa, meus bebês, não sei como vão dormir, meldei tudo”. Eu não parava de olhar para aquela buceta carnuda e peluda. Era como um show adulto diante dos meus olhos. Dormir, a gente não dormiu absolutamente nada, ficamos ali na cama trocando beijinhos. e as mãozinhas na minha irmã. Eu estava com o pau duríssimo, que ainda por cima esfregava na bucetinha rosada dela. A gente trocava beijinhos, uns toques e conversava baixinho sobre como nossa mãe era fantástica e putona.

Parece que ter uma mãe tão putona tinha um efeito de atração sobre nós, seus filhos, porque na semana depois da minha mãe ter transado na minha cama, eu comi, transei com duas piranhas do bairro. A primeira numa tarde no clube e a segunda com uma boa apalpada além dos beijos na beira do rio. Tudo isso sem parar de trocar mensagens com a Dalma, que ficou louca de tesão quando contei que minha mãe tinha trepado na minha cama; e com a Victoria, que tinha marcado de a gente se ver naquela mesma semana. Minha irmã, por sua vez, tinha a atenção dos caras mais velhos, que olhavam pra ela como um docinho perfeito, e chovia mensagem no MSN e no Fotolog. Sem contar que no bairro ela começava a ter seu bom arrasto, tipo como nossa mãe tinha feito alguns anos atrás. Em casa, tudo continuava normal, bom, normal pra gente; com minha mãe desfilando de peitos pra fora pela casa toda, saindo do banho e passando de buceta à mostra na nossa frente e tudo mais.

Já na sexta, minha mãe começa a organizar uma festinha em casa. Como se ela ser um inferno de sexy, viver fazendo putaria já fosse motivo suficiente pros vizinhos nos odiarem. A questão é que enquanto minha mãe falava com as amigas e sobre qual bebida cada uma tinha que trazer, eu falava com a Victoria, que junto com a mãe dela vinham pra festa. "Se arruma bem direitinho que hoje eu te como todinho, neném" foram as palavras da Victoria, como disse, ter uma mãe putona fazia tudo dar certo pra mim. Parágrafo à parte pro tremendo outfit da minha mãe, ela queria chamar atenção sem dúvida nenhuma. Vestido vermelho fogo bem chamativo, e mesmo sendo longo quase até o chão, tinha duas vantagens espetaculares. Primeiro, o corte na altura da buceta, que fazia com que literalmente só de andar já desse pra ver tudo. vi essa divina e carnuda use a palavra: buceta peludinha. Bem apertadinha na bunda, obviamente se dava pra ver a use a palavra: buceta é porque ela estava sem nada por baixo. Na parte dos peitos ficava ainda mais suculenta. Duas tirinhas de tecido bem leve mal conseguiam cobrir um pouco dos seus enormes mamilos, deixando seus peitões basicamente ao léu. Mami, como sempre, me chamou pra mostrar pra que eu desse minha opinião:

Minha mãe: gostou, bebê? Coloquei sem nada por baixo pra mostrar tudo, já era mesmo
Eu: adoro, mami, você tá um fogo, te juro (enquanto olhava, meu pau foi ficando duro) hoje você vai deixar todo mundo maluco.
Minha mãe: obrigada, coração, você também tá divino, te comeria todinho, te juro. Que sorte a Victoria tem, né…
Eu fiquei maluco com a frase "te comeria todinho", de modo que, com um nível absurdo de tesão, retruquei: "sorte tem quem vai comer tudo isso, mãe, olha esse decote, por favor".
Minha mãe deu uns passinhos pra frente e apertou os peitos mais contra mim, eu fiquei esquentando rapidão. Ela perguntou o que tava rolando com a Victoria e eu contei que ela me deixa louco, mas que dessa vez queria durar mais que da outra vez, que ela não tinha conseguido gozar. Diante desse comentário e num estranho jogo de simpatias, a putinha empurrou as tirinhas vermelhas que cobriam os mamilos e ficou com os dois peitos ao léu na minha frente. "Dá um beijo em cada um, eles são da sorte". Naquele momento, nem consegui analisar o que ela tava dizendo, muito menos duvidar, o tesão agiu por mim e dei um beijão, quase com chupada, em cada um dos seus peitões enormes e operados. Eu percebi que minha mãe suspirou quente e, fazendo-se de durona, falou primeiro: "se você chupar ela assim, tem ela com você pra sempre, Victoria, fica sabendo".
Depois de dar aquele beijão em cada um dos peitos da minha mãe, literalmente uma correnteza bem selvagem tomou conta de mim. Nem pensava no que fazia, só agia, como um instinto animal bem bruto, bem selvagem, e tudo que eu fazia parecia agradar, e muito, nas gatas. A Victoria mal me viu e já veio pra cima, nem "oi" me deu e já estava comendo minha boca. Ela tinha colocado uma minissaia jeans bem curtinha, copiando minha putona da mãe, e tinha posto sem nada por baixo, deixando sua buceta já carnuda ao ar livre. Em cima, uma camisinha de botões com vários desabotoados pra mostrar um bom decote. Pra me deixar ainda mais na brasa, sem sutiã, ela estava basicamente pelada.

Com Victoria vestida daquele jeito e comendo minha boca desde o momento que chegou, esqueci do mundo e da minha putona da mãe. Passamos literalmente a noite toda grudados, se beijando, dançando, rebolando naquele glorioso primeiro reggaeton que explodia a cabeça. Lá pelas três da manhã, enquanto os vizinhos nos odiavam cada vez mais, eu estava pegando fogo. Victoria rebolava intensamente em mim e, com a mão direita, eu enfiava os dedos por baixo da minissaia e tocava sua buceta. Já estava encharcada. Eu estava com o pau duríssimo e, a cada rebolada, Victoria sentia e ficava louca. Ainda na minha mente, os beijos nos peitos da minha mãe me deixavam maluco. Às quatro da manhã, sem aguentar mais, com a festa rolando, a música estourando nos enormes caixas de som, a gente se mandou pra dentro de casa. Se faltava algo pra me deixar ainda mais durão, foram duas cenas incríveis no caminho pro quarto pra transar com a Victoria. A primeira: uma amiga da minha mãe se beijando pesado e se agarrando com um ficante na cozinha. A segunda: ao passar pela porta do banheiro, ver minha mãe encostada na parede, com o vestido todo levantado, aquele rabinho pra fora, recebendo o pau de um dos convidados da festa. Nem se preocupou em fechar a porta do banheiro, não… ela deixou aberta mesmo enquanto arrombavam a buceta dela. "Sua mãe é foda, amo ela", a Victoria me disse, me puxando rápido pela mão pro quarto. Parece que os beijos nos peitos da minha mãe trouxeram muita sorte
porque a foda com a Victoria foi espetacular. Lamberam a buceta dela desde o chão, ela em pé como uma mulher de verdade, chupei tão, mas tão bem que a Victoria gozou na minha boca. Depois ela me jogou na cama e pulou em cima de mim. Ela cavalgou com vontade de destruir meu pau e me fazer gozar em segundos. O pau estava sendo destruído, mas eu aguentei como um campeão. Tanto que, enquanto ela cavalgava em mim, imitando o beijo nos peitos da minha mãe, eu beijava os peitos da Victoria. Fiz ela gozar de novo até que finalmente eu acabei, liberando todo aquele gozo acumulado.
A Victoria ficou maluca, eu sentia que tudo estava saindo perfeito. Para melhorar, havíamos transado sem camisinha de novo. Com uma mãe tão puta como a minha, eu tinha, ou pelo menos achava que tinha, o mundo aos meus pés.

6 comentários - chupo os peitos da minha mãe (real)

Ya pensaba que te olvidaste de nosotros😆 ojalá pudiera leer la continuación ahora
jajaj naaaa tranqui eso jamas hoy tengo para subir mas
Yo encontré a mi madre durmiendo con las tetas fuera ayer, y también se me paro la verga
que bellesa es tetona? mi mama ama dormir en tetas
@mimamasarpada tiene buenas tetas si, unas ganas de chuparselas.