Miranda, a esposa safada e seu corno beta

Miranda continuou penetrando Eduardo com enfiadas lentas e profundas, o consolo de 28 cm entrando e saindo do seu cu num ritmo constante. Ela se inclinou mais sobre suas costas, pressionando os peitos contra ele, e sussurrou no seu ouvido com aquela voz maternal, suave e extremamente perversa:
—Ai, meu bebê... meu maricona corno passivo... continua recebendo pica da mamãe... porque agora mamãe vai te contar as fantasias mais proibidas... aquelas que envolvem suas irmãzinhas...
Ele deu uma investida especialmente lenta e profunda, ficando dentro enquanto sussurrava:
Imagina que num domingo, depois do almoço, a gente chama as meninas pra ver... A gente fala pra elas virem pro quarto porque a mamãe quer mostrar uma coisa importante. As duas entram, ainda de pijama, e encontram a mamãe de quatro na cama, sendo comida pelo Paco e seus três amigos mendigos. Um na buceta, outro no cu, outro na boca... e a mamãe gemendo que nem uma puta enquanto fala "mais forte, vovôs... me enchem". A mais velha fica paralisada e pergunta: "Mamãe...? O que você tá fazendo?". E a mamãe, com um pau na boca, responde com calma: "Filhas... a mamãe é uma puta... a mamãe transa com mendigos sujos porque gosta de ajudar os necessitados... e o papai gosta de ver. Venham... sentem na cama e vejam como a mamãe se deixa usar".
Eduardo soltou um gemido longo, o cu apertando o consolador.
Miranda sorriu e continuou metendo nele enquanto seguia falando:
—E imagina que a mais velha, aquela que já tem 14 anos e tá começando a ter curvas… um dia ela nos diz que quer "ajudar" também. Aí a gente senta ela numa cadeira e fala pra ela olhar primeiro. A mãe fica de quatro e deixa o Paco comer ela na frente da menina. Depois a mãe pergunta: "Quer experimentar, filha? Quer que um desses vovôs toque nas tetinhas que tão crescendo em você?". E a menina, nervosa mas curiosa, concorda… e o Paco mete as mãos sujas dele debaixo da camiseta dela enquanto a mãe olha e diz "é assim que se faz, minha querida… deixa os velhos te tocarem… a mamãe também começou assim".
Outra enfiada funda.
—Ou a fantasia que mais me deixa com tesão... é as duas meninas sentadas no sofá assistindo enquanto a mamãe está sendo comida pelos quatro ao mesmo tempo. Uma dupla penetração na buceta e no cu, outro pau na boca e o último na mão. A mamãe geme e diz pra elas: "Olhem, filhas... isso é o que a mamãe faz... mamãe é uma puta de mendigos... vejam como me enchem... vejam como me tratam como carne... querem experimentar quando forem maiores? A mamãe pode ensinar vocês...".
Miranda acelerou o ritmo, metendo com mais força enquanto sussurrava no ouvido dele com uma voz maternal e safada:
Imagina que a mais novinha, aquela que ainda é inocente, se aproxima curiosa e toca no pau de um dos caras enquanto a mamãe está sendo comida. Mamãe diz com carinho: "Isso, meu amor... toca... é assim que se sente um pau de homem... quando você for maior, mamãe vai deixar você experimentar um... mas por enquanto só olha como mamãe se deixa usar... porque mamãe é uma gostosa e o papai adora ver".
Eduardo já estava tremendo todo, gemendo que nem uma putinha, à beira do orgasmo de novo.
Miranda beijou a nuca dela e continuou com uma voz cada vez mais perversa:
Ou a mais obscura… que um dia mandamos as duas se sentarem na cama e observarem atentamente. A mamãe fica de quatro e deixa os quatro mendigos a foderem um atrás do outro, enchendo ela de porra… e quando terminam, mamãe diz: "Agora venham, filhas… ajudem a mamãe a se limpar… lambam a porra dos vovôs que está escorrendo da mamãe… porque isso também é ajudar os necessitados". E as meninas, nervosas mas obedientes, se aproximam…
Ele deu uma enfiada especialmente brutal e funda.
Goza de novo pra mamãe, meu maricona... goza pensando que a gente convidou suas irmãzinhas pra ver como mamãe vira a putinha de mendigos... goza pensando nelas vendo a mãe delas sendo usada como uma vadia... goza pensando que um dia mamãe vai ensinar elas a serem que nem ela... te amo... te amo por ser tão pervertido... te amo por se excitar com isso... goza, meu bebê... goza pra mamãe...
Eduardo tremeu violentamente e gozou pela terceira vez, um orgasmo seco e profundo apenas com a penetração anal, gemendo contra o travesseiro enquanto Miranda continuava penetrando-o sem piedade, sussurrando mais fantasias sujas e maternais no seu ouvido até que ele ficou completamente exausto e trêmulo.
Miranda ficou dentro por mais alguns segundos, abraçando-o forte por trás e beijando sua nuca com ternura.
—Eu te amo, meu corno safado… eu te amo por se excitar com essas fantasias tão proibidas e perigosas… eu te amo por ser meu dessa forma tão doentia e linda.
Eles ficaram abraçados, o consolo ainda dentro dele, respirando pesado, a putaria e o amor envolvendo-os completamente.


Miranda continuou penetrando Eduardo com enfiadas lentas mas profundas, o consolo de 28 cm entrando e saindo de seu cu num ritmo constante. Ela se inclinou mais sobre suas costas, pressionando seus peitos contra ele, e sussurrou em seu ouvido com aquela voz maternal, suave e terrivelmente perversa:
—Ai, meu bebê... meu maricona corno passivo... continua recebendo pau da mamãe... porque agora mamãe vai te contar a fantasia mais proibida de todas... aquela que envolve seu irmãozinho mais novo.
Ele deu uma investida especialmente lenta e profunda, ficando dentro enquanto sussurrava:
Imagina que um dia… a gente chama o menorzinho, o de 9 anos, pra entrar no quarto. A gente diz que mamãe e papai querem mostrar uma coisa muito importante. Ele entra de pijaminha, ainda com cara de sono, e nos encontra assim: mamãe de quatro na cama, sendo comida pelo Paco e seus três amigos mendigos… um na buceta, outro no cu, outro na boca… e mamãe gemendo que nem uma puta enquanto diz “mais forte, vovôs… me enchem”. O menino fica paralisado na porta e pergunta com voz baixinha: “Mamãe…? O que você tá fazendo com esses senhores que cheiram mal?”. E mamãe, com um pau na boca, responde com carinho: “Vem, meu amor… vem ver. Mamãe é uma puta… mamãe transa com mendigos sujos porque gosta de ajudar os necessitados… e o papai gosta de ver. Senta na cama e olha como mamãe se deixa usar”.
Eduardo soltou um gemido longo e trêmulo, a bunda apertando o consolador com força.
Miranda sorriu e continuou metendo nele enquanto mantinha a fantasia:
—Depois… quando os velhos terminam de me encher de porra… mamãe diz pro nenê: “Vem, meu bebê… vem com a mamãe”. Ela senta ele na cama, abaixa o pijaminha devagarinho e diz com voz suave: “Mamãe vai te ensinar uma coisa linda… mamãe vai desvirgar seu cuzinho igual fez com seu pai. Não tenha medo… mamãe vai cuidar de você”. E então mamãe coloca o cinto… o mesmo que estou enfiando em você agora… e começa a penetrar seu irmãozinho de 9 anos na sua frente… devagarinho no começo, pra ele sentir como vai abrindo… enquanto os quatro mendigos ficam olhando e batendo punheta vendo mamãe desvirgar o próprio filho.
Outra enfiada funda.
Imagine os gemidinhos do menino… "Mamãe… tá doendo… mas é uma sensação estranha…" e a mamãe responde com carinho: "Shhh, meu amor… dói um pouquinho no começo, mas depois você vai gostar… igual o papai gosta. Mamãe vai fazer de você minha putinha também… pra vocês dois serem meus corninhos maricazinhas". E enquanto a mamãe arromba o cuzinho virgem do menino, você tá do lado, de coleirinha, vendo seu filho de 9 anos ser desvirginado pela própria mãe… e goza sem nem se tocar, só de assistir.
Miranda acelerou o ritmo, metendo com mais força enquanto sussurrava no ouvido dele com uma voz maternal e safada:
—Ou a fantasia mais forte... que depois de desvirgá-lo, a mamãe diz: "Agora vem cá, meu bebê... ajuda a mamãe a se limpar". E o garoto, ainda com o cuzinho aberto e vermelho, se ajoelha e lambe a buceta e o cu cheios de porra dos mendigos... enquanto a mamãe acaricia sua cabeça e diz: "Assim que se faz, meu amor... isso é ajudar a mamãe... isso é ser uma putinha boa como o papai".
Eduardo já estava no limite de novo, gemendo feito uma putinha, com o cu apertando o vibrador com força.
Miranda beijou a nuca dela e continuou com uma voz cada vez mais perversa:
—Isso te deixa excitado, né, meu bebê? Te deixa excitado imaginar que a gente envolve o menorzinho também… que a gente veja como a mamãe tira a virgindade do próprio filho de 9 anos… como ela arromba o cuzinho virgem dele na sua frente… como ela transforma ele em mais uma putinha da família… te excita o perigo… te excita a proibição… te excita que a família toda saiba o que a gente é… uma mamãe puta de vagabundos e um papai corno passivo que deixa todo mundo foder.
Ele deu uma investida especialmente brutal e profunda.
Goza de novo pra mamãe, minha putinha... goza pensando em como desvirginamos seu irmãozinho na sua frente... goza pensando que ele também vai virar nossa putinha... te amo... te amo por ser tão pervertido... te amo por se excitar com isso... goza, meu bebê... goza pra mamãe...
Eduardo tremeu violentamente e gozou pela terceira vez, um orgasmo seco e profundo apenas com a penetração anal, gemendo contra o travesseiro enquanto Miranda continuava penetrando-o sem piedade, sussurrando mais fantasias sujas e maternais no seu ouvido até que ele ficou completamente exausto e trêmulo.
Miranda ficou dentro por mais alguns segundos, abraçando-o forte por trás e beijando sua nuca com ternura.
—Eu te amo, meu corno safado… eu te amo por se excitar com essas fantasias tão proibidas e perigosas… eu te amo por ser meu dessa forma tão doentia e linda.
Eles ficaram abraçados, o consolo ainda dentro dele, respirando pesado, a putaria e o amor envolvendo-os completamente.


Miranda continuou enfiando em Eduardo com socadas lentas mas profundas, o consolo de 28 cm entrando e saindo do seu cu num ritmo constante e dominante. Ela se inclinou completamente sobre suas costas, colando seus peitos suados nele, e sussurrou no seu ouvido com aquela voz maternal, suave e extremamente perversa:
—Ai, meu bebê... meu maricona corno passivo... continua recebendo pau da mamãe... porque agora mamãe vai te contar uma fantasia nova... uma que eu sei que vai te deixar muito excitado.
Ele deu uma investida especialmente lenta e profunda, ficando dentro enquanto sussurrava:
Imagina que um dia… levamos nosso filhinho de 9 anos… pro abrigo depois de fechar. Dizemos que a mamãe quer mostrar pra ele algo importante sobre a vida. Entramos no quintal dos fundos, perto das lixeiras, e lá está o Paco nos esperando. A mamãe diz pro menino com voz suave: “Filho… a mamãe é uma puta… a mamãe transa com mendigos sujos porque gosta de ajudar os necessitados. Hoje a mamãe quer que você também aprenda… que o Paco tire sua virgindade do cu igual fez com o papai”.
Eduardo soltou um gemido longo e trêmulo, a bunda apertando o consolador com força.
Miranda sorriu e continuou metendo nele enquanto mantinha a fantasia:
Paco se aproxima devagar, com seu pau grosso e sujo já duro. Mamãe se senta ao lado e acaricia o cabelo do menino enquanto diz: “Não tenha medo, meu amor… no início dói um pouquinho, mas depois você vai gostar… como o papai gosta. Mamãe vai ficar aqui o tempo todo… mamãe vai cuidar de você”. E então Paco o coloca de quatro, abaixa sua calça e começa a enfiar aquele pau velho e fedorento no cuzinho virgem… devagarinho no início… enquanto mamãe segura sua mão e sussurra: “Assim, meu bebê… deixa o Paco te abrir… deixa ele te fazer homem do jeito dele… mamãe te ama do mesmo jeito… papai te ama do mesmo jeito”.
Outra enfiada funda.
Imagina os gemidinhos do menino… “Mamãe… tá doendo… mas é uma sensação estranha…” e a mãe responde com carinho: “Shhh, meu amor… dói um pouquinho no começo, mas depois você vai gostar… olha como o papai tá excitado te vendo… o papai é um corno passivo e adora ver você sendo desvirginado”. E enquanto o Paco arromba o cu do menino, a mãe olha pra você e diz: “Olha, corno… olha como nosso filho tá virando mais uma putinha da família… igual a você”.
Miranda acelerou o ritmo, metendo com mais força enquanto sussurrava no ouvido dele com uma voz maternal e safada:
—Isso te deixa excitado, né, meu bebê? Te deixa excitado imaginar que a gente leva nosso filhinho de 9 anos para o Paco tirar a virgindade anal dele… que a gente coloque ele de quatro contra os contêineres de lixo… que a mamãe segure a mão dele enquanto um velho sujo e fedido enfia o pau… que o garotinho geme e chora um pouquinho de dor e prazer… e que depois a mamãe diga: “Agora você é igual ao papai… agora você é outra putinha da mamãe”.
Ele deu uma enfiada especialmente brutal e funda.
—Goza pra mamãe, meu maricona… goza pensando que desvirginamos nosso filho na sua frente… goza pensando que ele também vira uma putinha passiva da família… te amo… te amo por ser tão pervertido… te amo por se excitar com isso… goza, meu bebê… goza pra mamãe…
Eduardo tremeu violentamente e gozou de novo, um orgasmo seco e profundo apenas pela penetração anal, gemendo contra o travesseiro enquanto Miranda continuava penetrando-o sem piedade, sussurrando mais detalhes da fantasia no seu ouvido até que ele ficou completamente exausto e trêmulo.
Miranda ficou dentro por mais alguns segundos, abraçando-o forte por trás e beijando sua nuca com ternura.
—Eu te amo, meu corno safado… eu te amo por se excitar com essas fantasias tão proibidas… eu te amo por ser meu dessa forma tão doentia e linda.
Eles ficaram abraçados, o consolo ainda dentro dele, respirando pesado, o tesão e o amor envolvendo-os completamente.


Depois da sessão intensa e longa, Miranda e Eduardo adormeceram profundamente abraçados, exaustos mas com uma estranha paz. O vibrador ficou largado ao lado da cama, o quarto ainda cheirava a sexo e suor, mas eles dormiram placidamente, entrelaçados como se nada mais existisse no mundo.


No dia seguinte – Manhã em casa
Eduardo acordou cedo, tomou banho, se vestiu e foi trabalhar com um beijo rápido nos lábios de Miranda. Ela ficou em casa, aproveitando um dia tranquilo. Os meninos já tinham ido para a escola, exceto o caçula, que naquele dia tinha meio período livre por causa de uma atividade escolar.
Miranda estava na cozinha lavando roupa à mão na pia grande (algumas peças delicadas que ela não queria colocar na máquina de lavar). Ela vestia uma camiseta larga e um shorts curto de algodão, com o cabelo preso num rabo de cavalo alto.
—Pequeno… —chamou com voz carinhosa, usando o apelido que sempre dava ao filho caçula porque ele era bem mais baixo que os colegas de classe—. Vem cá um instante, meu amor.
O menino apareceu correndo da sala, ainda de pijama, com aquele rostinho infantil e carinhoso que ele sempre tinha com a mãe. Ele se aproximou e a abraçou pela cintura.
E aí, gata?
Miranda sorriu com ternura e acariciou o cabelo dela.
—Vai me trazer a roupa sucia dos quartos, por favor. Mamãe vai lavar tudo hoje. Pega a do papai, a sua e a das suas irmãs também.
O menino concordou com um sorriso grande e obediente.
— Isso, gata!
Ele correu para os quartos, feliz em ajudar sua mãe como sempre. Era muito carinhoso e infantil para a idade; sempre procurava ficar perto dela, abraçá-la e fazer tudo que ela pedisse.
Miranda continuou lavando, cantarolando baixinho, sem imaginar o que estava prestes a acontecer.
Alguns minutos depois, o menino entrou no quarto principal para pegar a roupa sucia do cesto. Enquanto procurava, seus olhos pousaram em algo meio escondido debaixo da cama: a cinta erótica preta com o consolo grande e realista de 28 cm que a Miranda usava para penetrar o Eduardo.
O garoto pegou com as duas mãos, curioso. Era grande, grosso, com veias marcadas e um formato bem realista. Olhou confuso, virando de um lado para o outro.
Ela saiu do quarto com o cinto de pegging nas mãos e se aproximou da mãe na cozinha.
—Mami… o que é isso? —perguntou com inocência, segurando o cinto e o consolo para cima—. Encontrei debaixo da cama de vocês. Parece um… brinquedo? Pra que serve?
Miranda ficou paralisada. Suas mãos pararam dentro da água ensaboada. Ela olhou para o cinto de pegação que o filho segurava e sentiu uma onda de pânico misturada com uma estranha descarga de tesão.
O menino a olhava com olhos grandes e curiosos, esperando uma resposta.
Miranda engoliu em seco, a mente trabalhando a mil por hora. Ela tinha que responder alguma coisa… mas o quê?
Ela enxugou as mãos lentamente em um pano de prato, tentando ganhar tempo, enquanto seu filho continuava segurando o arnês com total inocência.


Miranda ficou paralisada por um segundo, com as mãos ainda molhadas dentro da água ensaboada. Olhou para seu filhinho segurando o cinto com o consolo grande de 28 cm, girando-o com total inocência, e sentiu uma pancada de pânico misturada com uma estranha descarga elétrica no estômago.
Ela respirou fundo, secou as mãos no pano de prato e se abaixou um pouco para ficar mais à altura dele, tentando manter a voz calma e natural.
—Querido… isso é um brinquedo que os adultos usam —disse com tom suave e maternal—. É para brincar de jogos de gente grande. Coisas que as crianças ainda não entendem.
O menino olhou para o consolo com curiosidade, inclinando a cabeça.
—Que tipo de jogos, gata?
Miranda engoliu em seco. Sentiu o coração acelerar. Tentou responder com a maior naturalidade possível, mesmo estando toda nervosa por dentro.
—Os grandões às vezes usam isso pra… introduzir nos cuzinhos. É uma brincadeira que dá muito prazer. Talvez você ainda não entenda porque é pequeno… mas quando for mais velho vai entender. Os adultos se divertem muito com isso e se sentem bem.
O menino ficou pensando um momento, olhando para o consolador com olhos grandes e sérios. Depois, com aquela inocência infantil e carinhosa que sempre tinha com a mãe, disse algo que deixou Miranda completamente chocada:
—Ah… eu também sinto prazer quando enfio o dedinho no cuzinho às vezes… é estranho mas gostoso. É a mesma coisa, gata?
Miranda ficou paralisada.
O coração dele deu uma guinada forte. A confissão inocente do filho colidiu de frente com as fantasias extremamente sujas e proibidas que ele tivera na noite anterior com Eduardo: aquelas em que imaginavam envolver o caçula, tirar sua virgindade, transformá-lo em mais uma "putinha" da família...
Ela sentiu um calor intenso subir pelo corpo. Uma mistura explosiva de choque, culpa, surpresa... e um tesão escuro e profundo que não esperava sentir com tanta força.
Ela ficou olhando pra ele sem saber o que dizer por vários segundos, a boca entreaberta, o rosto corado.
—Pequeno… —conseguiu articular finalmente, com a voz um pouco trêmula—. Isso… isso é algo muito particular. Você não precisa contar pra mais ninguém, entendeu? É algo que só se fala com a mamãe ou com o papai quando você for mais velho.
O menino concordou com inocência, ainda segurando o arnês.
—Tá bom, gata. Então eu também vou poder usar um desses quando eu crescer?
Miranda sentiu a boca secar. A imagem da fantasia da noite anterior voltou à mente com força: seu garotinho de quatro, Paco atrás dele, ela segurando a mão dele…
Ela mordeu o lábio inferior, tentando recuperar a compostura.
—Vai lá continuar brincando, meu amor… mamãe vai terminar de lavar a roupa —disse com um sorriso forçado, tirando suavemente o cinto das mãos dele.
O moleque saiu correndo pra sala, feliz por ter ajudado.
Miranda ficou sozinha na cozinha, com o cinto na mão, o coração batendo forte e a mente uma confusão.
Que porra acabou de acontecer?", pensou.
A confissão inocente do filho dela colidiu de frente com a fantasia proibida que ela havia compartilhado com Eduardo na noite anterior... e o pior (ou o mais perturbador) era que uma parte muito sombria dentro dela tinha ficado excitada com aquela revelação.
Ela se apoiou na bancada, respirando ofegante, sentindo sua buceta ficar molhada de novo só de lembrar as palavras do filho.
Miranda, a esposa safada e seu corno beta

Algumas horas depois, já no final da tarde, a casa estava tranquila. Os outros dois filhos tinham saído com amigos e Eduardo ainda não tinha voltado do trabalho. Miranda terminou de dobrar as roupas limpas e decidiu que era a hora de conversar a sós com seu garotinho. Ele era magrinho, de pele clarinha como a dela, com uma bunda redonda e saliente para seus curtos 9 anos de idade, e o cabelo comprido e liso que chegava quase até os ombros porque ele odiava ir ao cabeleireiro.
Ela o encontrou no quarto dele, sentado na cama mexendo no celular. Miranda fechou a porta suavemente e sentou ao lado dele.
—Pequeno… vem aqui um pouquinho, quero conversar com você —disse com voz calma e carinhosa.
O garoto ergueu o olhar, um pouco surpreso. Era magro, de pele muito clara e macia como a da mãe, com traços delicados e aquele cabelo comprido que lhe dava um ar infantil e andrógino. Vestia uma camiseta larga e um short curto que deixava suas pernas magras à mostra.
E aí, gata?
Miranda pegou na mão dele com ternura e olhou fundo nos olhos dele.
—É por causa do que aconteceu hoje… quando você achou aquele brinquedo no quarto do papai e meu. Aquele que você me perguntou pra que servia. Quero que a gente converse tranquilo, sem vergonha. Tá bom?
O garoto acenou, um pouco nervoso mas confiante na sua mãe.
—Tá bom…
Miranda respirou fundo e começou com um tom suave, como um interrogatório carinhoso:
—Quando você enfia o dedinho no cuzinho apertado… o que você sente exatamente? Me conta com detalhes, meu amor. Não tenha medo de me dizer a verdade.
O garoto corou um pouco, mas respondeu com aquela honestidade infantil que ainda conservava:
—Eu sinto… gostoso. Como uma coceirinha por dentro que vai ficando mais forte. Às vezes até fico com um pouco de vergonha, mas é bom. Me relaxa… e depois dá uns arrepios gostosos. Não sei explicar direito… mas eu gosto.
Miranda assentiu lentamente, mantendo o olhar sereno.
— E faz muito tempo que você faz isso? Ou é algo recente?
Faz mais ou menos um ano... no começo foi por curiosidade. Depois... comecei a fazer mais seguido porque gostava da sensação.
Miranda apertou a mão dela com carinho.
— E você gosta de alguma coleguinha da escola? Pensa em garotas quando faz isso?
O cara balançou a cabeça em negação, olhando para baixo, mexendo na barra do seu shorts.
—Não sei… não gosto de nenhuma em especial. Na verdade… gosto dos vestidos delas, como arrumam o cabelo, como se movem… gosto de olhar quando usam saias ou quando estão arrumando o cabelo. Não sei se é a mesma coisa que acontece com os outros caras.
Miranda ficou em silêncio por alguns segundos, processando tudo. Sua mente voltou de repente para a fantasia que teve na noite anterior com Eduardo: a ideia de envolver o filho, de tirar sua virgindade, de transformá-lo em mais um "putinho" da família. Aquela confissão inocente colidiu forte com essa fantasia obscura e a deixou pensativa, com um nó no estômago e um calor estranho entre as pernas.
Ela mordeu o lábio inferior por um instante e continuou com voz suave:
—Meu filho… não tem problema se você gosta dessas coisas. Vestidos, cabelo comprido de menina… isso não te faz esquisito. E o que você sente quando toca ali… também não. Mamãe só quer te entender. Você já se imaginou fazendo algo mais do que só o dedinho? Ou você tem medo?
O garoto ficou ainda mais corado, mas continuou respondendo com confiança:
Às vezes fico curiosa... mas não sei como seria com algo maior. Me dá um pouco de medo, mas também me intriga. Por que você tá me perguntando tudo isso, gata?
Miranda acariciou o cabelo longo dele com ternura, olhando fixamente, ainda processando tudo que acabara de ouvir.
Porque a mamãe te ama muito e quer saber tudo sobre você… sem segredos. Você é meu bebê, mesmo já sendo grande. E às vezes… as coisas que sentimos podem ser mais complicadas do que parecem.
Ela ficou calada por um momento, a mente repleta de imagens da noite anterior: Eduardo gemendo enquanto ela o penetrava, fantasiando que o filho dele estivesse ali, assistindo... ou até mesmo participando.
Miranda respirou fundo e deu um beijo na testa dela.
Obrigada por me contar, meu amor. Por enquanto isso fica entre a gente, tá? Se quiser conversar mais depois, a mamãe sempre tá aqui.
O menino concordou, abraçando-a com força.
—Eu te amo, gata.
—Eu te amo mais, Pequeno.
Miranda se levantou e saiu do quarto com o coração batendo forte e a mente uma confusão. A confissão inocente do filho dela tinha colidido de frente com a fantasia proibida que ela tinha compartilhado com Eduardo… e agora não conseguia tirar isso da cabeça.


Naquela mesma noite, depois que os meninos dormiram, Miranda e Eduardo se deitaram na cama. O quarto estava em penumbra, iluminado apenas pela luz suave do abajur. Miranda se aconchegou contra o peito do marido, ainda nua depois do banho, e jogou uma perna por cima da dele.
— amor… preciso te contar uma coisa que aconteceu hoje — ela sussurrou, com a voz baixa mas carregada de emoção.
Eduardo virou a cabeça para ela, acariciando suas costas.
—O que foi?
Miranda respirou fundo e começou a contar tudo, sem deixar nenhum detalhe de fora:
—Quando você estava no trabalho, chamei nosso garotinho para me ajudar com a roupa suja. Ele encontrou o cinturão de trepada debaixo da cama… aquele grande, de 28 cm. Perguntou pra que servia. Eu disse que era um brinquedo de adulto, que os crescidos usam pra enfiar no cu porque dá prazer. Ele ficou pensando e depois… confessou que às vezes mete o dedinho no cuzinho e acha gostoso.
Eduardo ficou calado por um momento, processando a informação. Sua mão parou nas costas de Miranda.
E o que mais ele te falou?
Miranda continuou, falando baixinho:
—Perguntei se ele gostava de alguma coleguinha da escola. Ele disse que não sabia… que gostava mais dos vestidos que as meninas usam e de como elas arrumam o cabelo. Ele ficou um pouco envergonhado, mas me contou com confiança. Ele ainda é tão infantil… tão tímido e carinhoso comigo.
Eduardo ficou em silêncio por alguns segundos. Depois, com uma voz baixa e pensativa, respondeu:
—Miranda… acho que a gente devia dar uma forcinha. Dar um empujãozinho na direção certa. Confio em você como mãe. Você sabe como lidar com ele com carinho. Se ele já tá curioso sobre essas coisas… se ele gosta da ideia de se vestir como as meninas… talvez seja a hora de guiar ele com jeitinho. Não quero que ele reprima nada. Quero que ele se sinta livre… como a gente se sente livre.
Miranda levantou a cabeça e olhou nos olhos dele.
—Tem certeza? É o nosso filho…
Eduardo assentiu, acariciando sua bochecha.
—Tô certo. Confio em você. Você sabe como fazer com amor. Se ele quer explorar essa parte dele… deixa. E se no caminho ele quiser experimentar mais… você vai saber guiar ele.
Miranda ficou pensando um instante, depois beijou o marido na boca.
—Tá bom… vou falar com ele amanhã com mais calma.


No dia seguinte – Amanhã
Miranda estava no quarto principal, dobrando as roupas limpas que tinha tirado da secadora. O sol entrava pela janela, iluminando o cômodo. Ela usava uma camiseta larga e um short curto.
—Querido… —chamou com voz carinhosa—. Vem cá um instante, meu amor. Me ajuda a dobrar a roupa.
O filho dela entrou no quarto. Com seus 9 anos, ainda era magrinho, com a pele branquinha como a da mãe, e uma bunda redonda e saliente que dava pra notar mesmo com a roupa larga. Ele tinha cabelo liso e comprido até os ombros, porque odiava ir no cabeleireiro. Sua atitude era tímida e infantil, sempre procurando a aprovação e o carinho da mãe.
—O que foi, gata? —perguntou, se aproximando da cama.
Miranda sorriu com carinho e apontou para a pilha de roupas.
Me ajuda a dobrar isso enquanto a gente bate um papo? Ontem a gente falou de uma coisa importante… e eu quero continuar conversando com você, tá bom?
O menino concordou e sentou na cama, começando a dobrar uma camiseta com cuidado.
Miranda esperou um momento e então perguntou com voz suave:
Pequeno... quando você vê suas coleguinhas na escola... você gosta delas como meninas? Ou preferiria ser como elas? Seja honesto comigo, meu amor. Não tem nada de errado no que você sente.
O garoto ficou um pouco corado, olhando para baixo enquanto dobrou as roupas. Demorou alguns segundos para responder, com uma voz tímida e baixa:
—Não sei se gosto delas como garotas… Na verdade… gosto da aparência delas. Gosto dos vestidos, do jeito que arrumam o cabelo, de como se movem… Às vezes imagino como eu ficaria com um daqueles vestidinhos que elas usam pra ir pra escola. Dá uma vergonha admitir… mas é… gostaria de experimentar como é ser como elas.
Miranda ficou olhando para ele em silêncio, processando suas palavras. Seu coração batia forte. A confissão era clara e sincera. Seu filho, magrinho, de pele clarinha, com aquele bumbum redondo e o cabelo comprido que ele tanto gostava de usar, acabara de admitir que sentia atração pela feminilidade, por se vestir como as garotas.
Miranda respirou fundo e continuou com um tom carinhoso e paciente:
—Obrigada por me contar, meu amor. Você não precisa ter vergonha de nada. Mamãe te ama exatamente como você é. Há quanto tempo você sente isso? Já se imaginou usando um vestidinho... ou até mesmo passando uma maquiagem?
O garoto ficou ainda mais corado, mas continuou respondendo com confiança:
—Faz uns dois anos que comecei a pensar nisso… No começo era só curiosidade. Depois… comecei a reparar mais nas garotas da minha turma, não tanto nelas, mas em como se vestiam e penteavam. Às vezes, quando estou sozinho, experimento uma camiseta mais justa ou me olho no espelho com o cabelo solto… e gosto de como me vejo. Não sei se isso é certo… mas me faz sentir… bonito.
Miranda deixou a roupa de lado e pegou as mãos dela com ternura.
—Tá tudo bem, meu amor. Tá mais do que bem. A mamãe não vai te julgar. Se você quiser explorar isso… se quiser experimentar roupas, se maquiar um pouco, ou até mesmo conversar mais sobre o que você sente… a mamãe tá aqui pra te ajudar. Você não precisa esconder nada de mim.
O cara levantou o olhar, com os olhos brilhando e um pouco excitado.
—Sério, gata? Você não tem vergonha de eu ser assim?
Miranda sorriu com amor infinito e acariciou o cabelo longo dela.
—Nunca, meu amor. Mamãe te ama do jeito que você é. E se você quiser… podemos começar devagarinho. Mamãe pode te ajudar a escolher roupas, a arrumar o cabelo… a descobrir essa parte de você. Mas tudo no seu tempo, tá bom?
O garoto acenou, visivelmente aliviado e feliz por ter a confiança da sua mãe.
—Obrigada, gata… te amo muito.
Miranda o abraçou forte, beijando sua cabeça.
—E eu a você, Pequeno… mais do que você imagina.
Eles ficaram abraçados por um bom tempo, enquanto Miranda refletia sobre tudo que acabara de ouvir… e sobre como aquela confissão acendeu uma faísca perigosa e excitante em sua mente, conectando-se diretamente com as fantasias que ela havia compartilhado com Eduardo na noite anterior.




Miranda continuava sentada na cama, com a pilha de roupas limpas ao lado. Seu filho Camilo (a quem carinhosamente chamava de “Camilito” ou “Pequeno”) estava diante dela, com as bochechas coradas depois de confessar que gostava dos vestidos e do cabelo comprido das coleguinhas.
Miranda olhou para ele com um sorriso suave, cheio de carinho e uma centelha de curiosidade maternal. Ela respirou fundo e, com uma voz calma e amorosa, disse:
—Camilinho… olha só, essa é a roupa das suas irmãzinhas. Que tal você experimentar pra gente ver como fica em você? Não tem ninguém em casa agora, só nós dois. Mamãe quer te ver… e quero que você também se veja.
Camilo abriu os olhos bem abertos, surpreso. O rosto dele ficou ainda mais vermelho, mas nos olhos dava pra ver uma mistura de vergonha e uma emoção contida.
—Sério mesmo, gata? —perguntou com uma voz baixinha e infantil, quase sem acreditar.
Miranda acenou com um sorriso meigo.
—Sim, meu amor. De verdade. Não tenha vergonha comigo. Mamãe te ama exatamente como você é. Se você gosta de como as meninas ficam com seus vestidos… vamos experimentar. Só pra ver como você se sente. Quer?
Camilo mordeu o lábio inferior, hesitando por um segundo, mas a confiança que sempre teve com a mãe falou mais alto. Ele concordou devagar.
—…Sim, gata.
Miranda se levantou, abriu o guarda-roupa das filhas e tirou várias peças com cuidado. Escolheu com intenção:


Um vestido escolar azul claro, de saia plissada curta, que a filha mais velha costumava usar.
Uma blusa branca com babados e botões perolados.
Uma saia plissada cinza, daquelas que as meninas do colégio usam.
Um par de meias brancas até o joelho.
Uns sapatinhos pretos de verniz que não eram mais usados.
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Ele entregou tudo em uma pilha macia e disse com voz carinhosa:
—Vai ao banheiro, Camilito. Põe isso e vem mostrar pra mamãe como ficou. Não precisa ter pressa. Mamãe te espera aqui.
Camilo pegou as roupas com as mãos trêmulas, visivelmente nervoso mas empolgado. Foi até o banheiro e trancou a porta.
Miranda sentou na cama, o coração batendo forte. Ela sabia que estava dando um passo importante. Enquanto esperava, sua mente voava entre o carinho maternal e o tesão sombrio que havia compartilhado com Eduardo na noite anterior. A confissão do filho tinha aberto uma porta que ela não sabia se queria fechar.
Depois de alguns minutos que pareceram uma eternidade, a porta do banheiro se abriu.
Camilo saiu caminando devagar, tímido, com as bochechas coradas. Estava usando o vestido azul claro de saia plissada, que ficava surpreendentemente bem no seu corpinho magrinho. A blusa branca com babados marcava seu torso estreito, e a saia chegava logo acima dos joelhos, deixando à mostra suas pernas finas e bem branquinhas. Ele tinha colocado as meias brancas até o joelho e os sapatinhos pretos. Seu cabelo longo e liso caía sobre os ombros, emoldurando seu rosto infantil.
Ela parou na frente da mãe, olhando pro chão, torcendo os dedos de vergonha.
—Como… como eu tô, mamãe? —perguntou com uma voz baixinha e suave.
Miranda ficou olhando para ele em silêncio por vários segundos. O contraste era forte: seu filho, magrinho, de pele clarinha como a dela, com aquele bumbum redondo que se marcava suavemente sob a saia plissada, o cabelo comprido caindo sobre os ombros... parecia uma versão mais jovem e delicada de uma garota.
Ela se levantou devagar e se aproximou dele. Ajeitou um fio de cabelo atrás da orelha dele com ternura e ergueu o rosto dele com um dedo para que a encarasse.
—Camilito… você tá lindo —disse com sinceridade, a voz cheia de carinho—. O vestido caiu super bem em você. Te deixa… lindo. Muito lindo. Como você se sente com isso?
Camilo ficou ainda mais corado, mas um sorrisinho tímido surgiu em seus lábios.
—Eu me sinto… estranho. Mas gostoso. Gosto de como a saia balança quando eu ando… e de como o tecido roça nas minhas pernas. Me dá um pouco de vergonha… mas eu gosto.
Miranda sorriu calorosamente e pegou nas mãos dela.
—Você não precisa sentir vergüenza comigo, meu amor. Mamãe está feliz de te ver assim. Quer experimentar outro? Tenho mais roupas das suas irmãs. Podemos continuar brincando um pouco… só você e eu.
Camilo assentiu, visivelmente mais relaxado e feliz pela aceitação da sua mãe.
—Sim, gostosa... eu adoraria.
Miranda o abraçou forte, beijando sua cabeça.
—Então vamos continuar, Camilito. Mamãe quer te ver feliz e confortável sendo você mesmo.
Eles ficaram mais um tempinho no quarto, Miranda ajudando ele a experimentar diferentes roupas, comentando com carinho como ficavam nele, arrumando seu cabelo, dizendo o quanto ele estava lindo. Camilo, cada vez mais confiante, sorria e se deixava guiar por sua mãe, aproveitando aquele momento de intimidade e aceitação que nunca tinha tido antes.
Enquanto isso, na mente de Miranda, as fantasias da noite anterior com Eduardo ainda pulsavam forte… mas por agora, ela estava apenas curtindo o momento presente, guiando seu filho com amor e curiosidade.






No dia seguinte – Tarde
Miranda saiu para fazer compras sozinha à tarde. Depois de deixar as crianças nas atividades, passou por uma sex shop discreta no centro. Não demorou muito para encontrar o que procurava: um dildo pequeno, de uns 12 cm, macio, de silicone médico, com um formato realista mas delicado, ideal para iniciantes. Comprou junto com um pequeno frasco de lubrificante suave.
Ela também entrou numa loja de lingerie e roupas íntimas femininas e escolheu várias peças pensando no Camilo: calcinhas fio dental de renda em cores diferentes (preto, rosa e branco), um par de meia-calça de rede até a coxa, uma cinta-liga simples e uma camisola curta e transparente na cor preta.
Quando chegou em casa, guardou tudo numa sacola discreta e esperou o momento certo.
À tarde, quando Camilo estava no quarto, Miranda o chamou com voz carinhosa do corredor:
—Camilinho… vem cá um instante, meu amor. Mamãe trouxe um presente pra você.
O cara apareceu na hora, com o cabelo comprido solto e aquela atitude tímida e infantil que ele sempre tinha com ela. Ele se aproximou curioso.
—Um presente, gata?
Miranda o levou até o quarto dela, fechou a porta e sentou na cama. Primeiro tirou o vibrador pequeno da bolsa e mostrou pra ele. Camilo olhou com os olhos bem abertos, sem entender direito o que era aquilo.
—O que é isso, gata? —perguntou com a voz baixinha.
Miranda sorriu com ternura e explicou com paciência, usando um tom suave e maternal:
—É um brinquedo especial, Camilito. Chama-se dildo. É como um dedinho, só que maior e mais macio. Em vez de usar seu dedo… você pode experimentar com isso. Ele entra no bumbum… bem devagar, com lubrificante. Vai te dar mais prazer do que só o dedo, porque é mais grosso e chega mais fundo. Mas você tem que ir com cuidado e usar bastante lubrificante, tá? Mamãe pode te ensinar como usar se você quiser.
Camilo ficou todo corado, mas seus olhos brilhavam de curiosidade e excitação contida.
—Sério mesmo, gata? Posso experimentar?
Miranda concordou e tirou o resto da sacola: as calcinhas de renda, as meias arrastão e o cinto-liga.
Também comprei roupas sensuais pra você... calcinhas fio-dental lindas, meias, uma cinta-liga... pra você se sentir mais como as garotas que você gosta. Quer experimentar agora?
Camilo ficou olhando as roupas de boca aberta, claramente feliz e empolgado. De repente, ele se jogou num abraço apertado na mãe, enterrando o rosto no peito dela.
— Obrigada, mamãe! — disse com voz infantil e cheia de carinho —. Eu adoro… adoro quando você me compra essas coisas. Te amo muito.
Miranda o abraçou forte, acariciando seu cabelo comprido com ternura.
—Eu te amo mais, Camilito. Mamãe só quer que você seja feliz e explore o que gosta sem vergonha. Vem… vamos experimentá-las.
Ela o ajudou a tirar a roupa que estava vestindo. Camilo ficou só de cueca, tímido mas confiante. Miranda lhe entregou primeiro uma calcinha fio-dental preta de renda.
—Experimenta essa primeiro, meu amor.
Camilo colocou a calcinha com as mãos trêmulas. A thong ficou justinha, marcando sua bunda redonda e magra. Ele se olhou no espelho e um sorriso tímido surgiu em seu rosto.
—Eu gosto... é estranho mas gostoso —disse baixinho.
Miranda sorriu para ela com carinho.
—Ficou lindo em você, Camilito. Agora experimenta as meias.
Ele a ajudou a colocar as meias arrastão até a coxa. Depois colocou o cinto-liga e ajustou as alças. Por último, entregou uma camisola curta e transparente.
Quando Camilo se viu inteiro no espelho —fio-dental preto, meia-calça de rede, cinta-liga e camisola—, ele ficou intensamente corado, mas não conseguia parar de sorrir.
—Você tá muito gostoso, meu amor —disse Miranda com sinceridade, abraçando-o por trás e olhando para ele através do espelho—. Muito gostoso e muito sexy. Como você tá se sentindo?
Camilo se encostou na mãe, ainda abraçado.
—Eu me sinto… lindo. Gosto de como estou. Obrigado, gata… obrigado por não me julgar.
Miranda o abraçou mais forte e beijou sua cabeça.
—Eu nunca vou te julgar, Camilito. Mamãe te ama do jeito que você é. E se você quiser continuar explorando… mamãe vai te ajudar. Com as roupinhas, com o brinquedo… com tudo que você precisar. Quer experimentar o dildo agora? Mamãe pode te ensinar como usar devagarinho.
Camilo mordeu o lábio, nervoso mas claramente interessado.
—Agora, mamãe?
Miranda sorriu para ela com carinho.
—Quando você quiser, meu amor. Mamãe está aqui para você.
Camilo concordou, ainda abraçado a ela, visivelmente feliz e emocionado pela confiança e carinho da sua mãe.

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