Repoblando IV

Os dias passaram muito rápido, a semana inteira voou, já que nessa semana a única coisa que fiz foi cuidar do meu filho, limpar a casa, cozinhar pra todo mundo e transar, transar muito, nem deu pra lavar roupa porque a gente nem sujava,
ficamos pelados metendo como animais no cio. Minha buceta e meu culo viveram a semana toda cheios de porra, porque nem no banho meu pai e meu namorado paravam de me comer, só faltava a gente transar dormindo pra completar
as jornadas intensas e brutais de sexo que a gente teve. Mas essa semana acabou, depois minha mãe chegou e eu e o Lautaro voltamos pra nossa casa, onde, por incrível que pareça, ficamos três dias, três dias inteiros sem transar. Eu precisava recuperar as energias
depois da carnificina que fizeram nos meus buracos. Mas isso não ia durar muito, o Lautaro é um tarado, então assim que ele recuperou mais ou menos as energias, eu ia voltar à rotina de viver com ele, que era transar duas ou três vezes por dia,
como a gente estava tentando ter um filho, isso veio a calhar, e é uma boa desculpa pro desejo sexual incontrolável dele. Mais uma vez a gente continuou, continuou transando com o passar dos dias, tentando a segunda gravidez, mas a primeira dele.

Até que finalmente, depois de uns dias de atraso e umas náuseas com cólicas, fiz o teste e sim, estava grávida de novo. O Lautaro me abraçou todo emocionado, me levantou no ar gritando VOU SER PAI, quase chorando,
eu tava tão animada quanto ele, ia ser mãe de novo, a gente se abraçou feliz da vida enquanto corríamos pra contar pras nossas famílias essa notícia maravilhosa que bateu na nossa porta. Dessa vez, minha família reagiu diferente, radicalmente
diferente, ao contrário da última vez, agora não era meu pai quem tinha engravidado, era meu homem, meu namorado, meu macho. Aí a gente fez um churrasco pra comemorar, meu pai e meus tios fizeram a carne, teve muita bebida e um domingo bem longo. cheio de copos, comidas e danças.
Minhas primas, avó, tias e, claro, minha mãe correram para me abraçar, e passamos o dia todo conversando sobre nossas famílias, já que obviamente eu não era a única grávida. Minha avó, mãe e tias já não estavam em idade de ter filhos, mas com minhas primas era diferente.
Clara já tinha tido um filho com meu tio e agora estava grávida de novo, com dois meses. Cami teve gêmeos com Nico, mas por enquanto não estava grávida novamente. E Estefi também já tinha tido um filho, mas agora era a que estava prestes a ter o segundo, já está com 8 meses de gravidez. Depois tem eu, Sofia, com um filho e agora grávida de novo, com apenas três semanas e meia do meu segundo filho.
Enquanto nós estávamos na mesa, só na conversa e risadas, cada uma com seus filhos no colo, meu namorado (Lautaro), o namorado da Estefi, o namorado da Clara, Nico e nossos pais estavam todos em frente à churrasqueira, cada um com uma cerveja, parabenizando o Lautaro por me engravidar, enquanto piadas meio machistas rolavam soltas e as risadas não faltavam.
Depois de uma baita refeição e uns tragos, aconteceu o que eu nunca imaginei que pudesse acontecer: cada um pegou suas coisas e foi para casa. As reuniões de família antes terminavam com todo mundo transando em algum quarto, mas dessa vez não. Era diferente. Nós já estávamos um pouco mais velhas, já éramos mães, nossos filhos tinham entre um e dois anos cada, e quase todas estávamos grávidas de novo. O tempo passou, já não termino comigo em um quarto transando com meu tio ou meu pai ou os dois. Em vez disso, termino comigo e o Lautaro em nossa casa, fazendo o bebê dormir.

Embora eu soubesse que aquilo não ia ficar por aí. Uma vez que o pequeno Thiago adormeceu, começou nossa diversão. Lautaro me pegou pela cintura, apoiando seu volume na minha bunda e me dando uns beijos no pescoço, ficando carinhoso e sussurrando no meu ouvido.
Lautaro: (entre um beijo e outro) Espero que esteja com vontade, porque estou muito excitado, preciso do seu carinho.
Eu: Mmm... Claro, meu amor, foi pra isso que me fizeram mulher e foi pra isso mesmo que você me fez sua mulher.Repoblando IVLevei ele pra cama, mas dessa vez algo não foi como sempre, como antes. Parecia vazio, era gostoso, ele tinha cada centímetro do pau dele dentro da minha buceta, tocando o mais profundo do meu ser, mas algo não estava como sempre. Era entediante, sem vida, não sentia faísca, tesão, nada. Só um pouquinho de prazer. Meus gemidos não eram reais, eram suaves e quase sem expressão. Pela primeira vez, meio que estava fingindo. Ele percebeu e tentou me ajudar, tentou me dar mais. Chupou meus peitos, me enforcou, deu tapas no meu rosto, palmadas na bunda e me mandou dizer que era sua putinha. Mas nada, foi o mesmo resultado. Pela primeira vez na minha vida, o sexo foi monótono.

Deitamos porque já estávamos cansados. A vida adulta como pais responsáveis é pesada. Na manhã seguinte, tivemos uma conversa intensa sobre nós, nosso relacionamento e como íamos seguir a vida. Concordamos que faltava algo e que teríamos que reativar a faísca do relacionamento.

Deixamos o Thiago com meus pais e alugamos uma cabana em Bariloche para passar um fim de semana como casal, focados na nossa relação.

A viagem foi espetacular. Conversamos muito, como nunca, tomando mate e na estrada por quase 20 horas. Chegamos e caímos na cama de tanto cansaço. No dia seguinte é que ia ser o interessante. Tivemos um encontro como há muito tempo não tínhamos. Jantamos, caminhamos pela rua, ele me comprou uma besteirinha e terminamos em frente ao lago. Enquanto nos beijávamos, foi outro tipo de beijo, totalmente diferente de qualquer um que tivéssemos tido até então. Entre um beijo e outro, começamos a nos agitar. Ele apertou minha bunda enquanto eu o agarrava e sussurrou que me amava e que naquela noite ia me fazer dele como nunca antes tinha feito. E assim foi.vadiaMal chegamos, ele já se atirou na cama, se despiu e ficou lá com o pau bem duro. Eu me despi no banheiro e me aproximei devagar dele, tudo era intenso, tinha a buceta quente e pulsante. Me joguei na cama como uma puta no cio e comecei a chupar, de quatro, enquanto ele deitado segurava minha cabeça e curtia a vista, enquanto eu engolia ele inteiro. Eu precisava daquele pau, queria ele dentro de mim, sentir cada milímetro na minha boca, roçar cada veia com a língua enquanto levava até o fundo da garganta, e ele, com o olhar de prazer e uns gemidos baixos, me dizia que hoje ia me deixar sem andar e com outro filho.

Não aguentei nem dois minutos chupando que ele me afastou, não queria desperdiçar as forças com aquilo, queria ir direto ao prato principal.ninfomaniacaEle me jogou na cama, de bruços, e subiu em cima de mim. Enquanto empurrava com toda a força, começou a me comer bem forte, plaft plaft plaft, as investidas dele ecoavam na minha bunda. Eu estava completamente imobilizada pelos seus 80 quilos bem pesados pressionando contra mim, sem forças, me deixei ser fodida com muita brutalidade. Dessa vez, era a minha vez de ser a submissa que se deixava ser invadida enquanto aguentava firme suas múltiplas e profundas enfiadas. Enquanto acelerava o ritmo e começava a cavalgar mais forte e rápido, empurrando até o mais profundo do meu útero, onde ele iria soltar uma carga bem potente.

Depois disso, fui para o chuveiro me limpar. Estava toda suada, cheia do meu suor e do dele, e da minha barriga ainda escorria o sêmen dele. Queria tomar um bom banho, mas ele não me deixou.dominacaoMinha buceta ainda latejava quando ele se aproximou, me puxou contra seu corpo forte e começou a me beijar com muita paixão, enquanto seu amigo se levantava e pressionava minha vagina ainda pulsante, e meus mamilos roçavam contra seu peito, endurecendo sob seu domínio masculino sobre mim. Não levou nem dois segundos de beijo para eu esquentar de novo, fazia muito tempo que não lidávamos com essa intensidade na relação.mudanca de sexoEle me tirou do chuveiro e arrancou de novo a cueca dele, ficamos os dois peladões, e como se não bastasse, dessa vez me levantou e começou a me comer enquanto me segurava nos braços. Eu simplesmente continuei beijando ele enquanto gemía. Ele quis mostrar toda a sua hombridade me fodendo como se eu fosse um saco de batatas que não pesasse nada, me sacudindo de um lado para o outro, e conseguiu. Eu estava com o maior tesão possível, queria que ele me engravidasse ali mesmo. Nos braços do meu homem, enquanto ele me dava duro de novo e nos beijávamos como adolescentes com os hormônios à flor da pele, a noite era longa e nós já havíamos transado três vezes, e em todas ele encheu meu útero com suas porradas grossas e abundantes de porra.

Mas aquela semana não foi só putaria, claro. Também tivemos muitos encontros, momentos mágicos, onde nos reencontramos no amor mais puro e intenso que tivemos. Mas não fomos só para isso, queríamos reacender a chama, e ele queria um filho dele, então íamos realizar. Ele levou uns viagras e ficou tomando vitaminas naquela semana para deixar minha buceta escorrendo de porra.troca de corpoClaro que também experimentamos um pouco, no meio da luxúria eu aproveito meu lado mais submisso e ele assume o controle total de tudo, claro que não reclamei nem um pouquinho, adorei esse lado dominante e controlador dele. Ele comprou algemas e uma corrente e usou elas, me masturbando ali, enquanto eu estava algemada na cabeceira da cama, de pernas abertas, sem poder fechá-las, senão ele me punia, e esfregando minha buceta, enquanto eu gemida e com a cara mais obscena pedia por favor que ele me desse pau.troca de generoClaro que ele não ia aguentar muito, me jogou rápido na cama e começou a me comer, enquanto eu não conseguia me mover dessa vez, literalmente nem um centímetro, então não tive outra opção a não ser gemer alto enquanto pedia por mais e me deixava levar pelo momento, enquanto ele me enfiava, curtindo a visão de me ter completamente imobilizada à mercê dele.Desculpe nao posso ajudar comTudo isso acabou comigo, assim como todas as refeições que ele me deu, com a minha buceta cheia de porra dele. Foram uns 20 creampies que ele fez, e bem na parte mais fértil do meu ciclo. Era realmente impossível não ter engravidado depois daquela semana maravilhosa, onde não só recuperamos nosso amor, mas também fez florescer outro. Fim.

Continua???

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