Mi nueva vida con mi hija

Tenho 55 anos e trabalho como personal trainer em uma academia que divido meio a meio com um amigo.
Estou divorciado há 4 anos e tenho uma filha, uma gostosinha de 18 anos recém-completados que, além de ser uma beleza de olhos verdes lindos, uma cabeleira negra como azeviche e um corpinho delicioso por todos os ângulos herdado da mãe, é engraçada e simpática como poucas.

Tudo começou numa manhã que parecia igual a qualquer outra, até que bateram na porta.
Eu estava arrumando a bolsa de academia porque estava quase saindo pra malhar, fui abrir a porta e era minha ex e minha filha, as duas estavam uma gostosas.

Oi, pai (me abraçou e me deu um beijo)
Oi, meu bem, o que você tá fazendo aqui tão cedo? (Minha ex me trazia minha filha 5 ou 6 dias por mês porque ela tinha ido morar em outra cidade bem longe)
Eu te trago hoje mais cedo, minha ex-mulher, mesmo já com 52 anos, ainda rivalizava com qualquer modelo de 22 anos, ela estava uma gostosa, eu cada vez que a via só pensava em voltar com ela, mas o nosso caso, muito pesar meu, estava acabado
Tá bom, mas você vai ter que vir comigo pra academia (falei pra minha filha com um sorriso)
Vale, pai, vamos nos divertir pra caralho
(e com muita suvidade me deu um beijo na bochecha que me soube a glória)
Minha filha começou a rir porque eu fiquei vermelho que nem um tomate.

Vem cá, gostosa, já que eu fico com o papai.
Tchau, vou deixar vocês
Minha mulher foi embora e eu continuei preparando tudo para ir trabalhar.

Minha filha saiu correndo pro quarto onde guardava as roupas antigas dela, e uns dez minutos depois desceu correndo me chamando
Papi, papi, tô gostosa assim pra malhar?
Eu fiquei olhando pra ela como um bobo (ela estava usando um shortinho de algodão branco de quando era criança e fazia ginástica artística, e pela primeira vez não olhei pro rostinho lindo da minha filha, mas mais pra baixo)
- Não tá um pouco apertado, meu bem? (era uma visão que aos meus 55 anos não achei que fosse me agradar tanto, minha filha literalmente engolia a roupa, tinha uma buceta que era uma loucura, nunca tinha visto uns lábios tão marcados e tão bem definidos)
Seu pai, mas era a única coisa que tinha, mas também não fica tão mal em mim, né? (perguntei com um sorrisinho safado, parecendo perceber onde eu estava olhando)

Engoli em seco sem entender aquela risadinha e desviei o olhar como se não fosse nada.
- Beleza, vamos
Tenho que admitir que minha ex também tem uma bucetinha bem carnuda e marcada, e eu adorava isso, mas a xoxota da minha filha é espetacular.

Vale, pai, vamos ver se você me pega (e saiu correndo para o carro).

Eu saí atrás dela e também pude apreciar aquele bumbum tão bonito que aqueles shorts deixavam à mostra, redondinho e empinado como o da mãe dela, mas com alguns anos a menos.

Depois de meia hora de caminho chegamos à academia, onde meu sócio Pablo nos recebeu muito alegre e jovial como sempre.

Oi
- E aí, Pablo? (minha filha disse com um sorriso de orelha a orelha)
Olha só se não é a Noemi, e aí, gostosa? Como você cresceu.
O que você vem fazer de exercício com seu papai?
Sim, com meu pai e com você (disse com um sorrisinho que não me caiu muito bem)
Pablo é aquele típico gostoso de academia, loiro de olhos azuis, que tinha todas as minas aos seus pés e, sinceramente, era pra isso mesmo, pra atrair público feminino.
Eu já cuidava do resto.

- Tá bom, gostosa, vocês dois começam que eu termino de preencher umas assinaturas e já vou.

Subimos para a área das máquinas e minha filha me perguntou por onde começar, eu disse que primeiro tínhamos que esquentar e partimos para a ação.

Ficamos na frente dos espelhos, eu me coloquei atrás dela e ensinei a aquecer os ombros e o pescoço, levantei os braços dela e com as pernas um pouco abertas ela começou a fazer giros com os braços. Eu, por trás, tinha uma visão perfeita da sua bunda e da sua bucetinha, que se via esplêndida no espelho, seus lábios maiores grossos e bem formados se desenhavam perfeitamente.

Tá bom, meu bem, agora vamos mudar, você vai abrir mais as pernas e com as palmas tenta tocar o chão (eu, lá atrás, não perdia um detalhe e comecei a ficar de pau duro).

Tá certo, pai, tô fazendo certo ou desço mais? (tudo isso ele falou com um sorrisinho safado, como se soubesse meus pensamentos).

Muito bem, vejo que não perdeu a flexibilidade nesses anos (quase com a cabeça enfiada entre as pernas dela, me olhava rindo de lá de dentro).

Eu com o olhar fixo na bunda da minha filha e na sua bucetinha, que não perdia a forma nem naquela posição, não percebi que ela também estava olhando para minha calça, que parecia que ia estourar.

Pai, o que tá acontecendo aí embaixo? (com o rostinho vermelho e um sorriso)
Ah, nada, é que tô com vontade de fazer xixi, espera aí, tá bom?


Vermelha de vergonha, fui ao banheiro onde fui recebida por um dos meus alunos que se preparava para dar a aula de artes marciais da manhã, que começava em 10 minutos.
Demorou um tempo até que meu pau baixasse, e voltei para a área das máquinas, onde encontrei o Pablo fazendo exercícios de flexibilidade com a Noemi, que estava deitada de costas com as pernas juntas no ar e o Pablo levando elas em direção à cabeça dela.

Pablo me olhou e com um gesto me mandou ir.

Olha só que flexibilidade sua filha tem (e de uma vez ele levou os joelhos dela até os ombros e deixou ali).

O short nessa posição se abria pelos lados, deixando ver parte da buceta da Noemi, que não tinha nem um pelinho, e pelo que dava pra ver ela também não estava de calcinha.
Era uma loucura, essa bucetinha estava me deixando maluco.

Pablo me olhou como se tivesse entendido o motivo de eu ter ido ao banheiro há pouco e, com um sorriso, disse:
- Você tá ?
Sim, eh Pablo, acho que você já pode soltar as pernas dela.

Mas se ela adora, olha só.

Sim, papai, eu adoro fazer alongamento, é muito divertido (e com as duas mãos, que estavam por dentro das coxas, ela levou os tornozelos para trás dos ombros).
Isso fez com que um de seus lábios escapasse completamente, pela tensão do short que se enfiava no fundo de sua buçetinha)
Beleza, vou deixar vocês, preciso dar a aula (mesmo sem a menor vontade, tinha que ir dar essa porra de aula)
Quando eu ia sair, agarrei o Pablo pelo ombro e dei uma olhada que derreteria o aço.

Pablo entendeu na hora, mas me soltou um "fica de boa" nada convincente.

Volto em uma hora e meia, tá bom?
Tá bom, fica tranquilo, eu cuido dela.

Depois da aula, voltei para minha filha, já pronta para irmos embora, e quando entrei na sala das máquinas vi uma cena que nunca vou esquecer enquanto viver.

Minha filha de quatro, com as pernas juntas e as mãos esticadas pra frente, com a bunda toda empinada e os dois lábios da buceta completamente expostos, parecia que tava usando um fio dental em vez de um short.
Pablo, na frente dela, com as duas mãos pressionava as costas dela para baixo, parecia que ele estava chupando ela, e isso não é tudo, pelo menos uns 10 caras assistindo a cena à vontade, um até estava batendo uma por cima da calça.
Pablo me olhou com cara de safado e veio na minha direção.

- Tá bem? Parece que você deu uma cochilada (continuava na zoeira).

Já vi como você controla a equipe, seu filho da puta, já terminou com os alongamentos? Minha filha e eu estamos indo embora agora (com cara de puto).

Tranquilo, não fiz nada com ela, mas sua filha é uma gostosa da porra.
Olha como ela tem todo mundo, muitos me perguntaram, sem papas na língua, se sua filha ia continuar vindo.

- E você, o que disse a eles, seu safado?
- Eu não sabia, mas com certeza não (Pablo, ao ver minha cara, ia recuando cada vez mais)
Mas ela me explicou que minha filha não se importava nem um pouco em ser observada, e até parecia que ela gostava.

Eu já não aguentava mais ouvir e chamei minha filha, que num instante se levantou de um salto ao ouvir minha voz e veio correndo até mim.
Eu não tirava os olhos da bucetinha da minha filha que estava escapando por todos os lados.

Vamos lá, gostosa.

Sim, pai, me diverti muito com o Pablo (com aquele sorriso gostoso dele).

Pablo, ao ouvir isso, ficou todo empolgado e perguntou à minha filha se ela viria nos dias que passaria comigo.

Claro que sim, eu me diverti muito
Vamos ver, meu bem (disse olhando para Pablo irritada).

A gente se despediu e foi embora.
Ao entrar no carro, minha filha colocou a música e começou a cantar suas músicas favoritas, e não parou até que no meio do caminho ela me disse que estava com vontade de mijar, que não aguentava mais.
Parei o carro no acostamento e minha filha desceu que nem um foguete, e começou a mijar do lado do carro.

Ainda bem que a gente tinha saído da cidade, e quase não passavam carros por ali, porque ela não se importou muito se vissem enquanto mijava.
Enquanto isso, eu estava pensando se estava ficando louco por olhar para minha filha, e revendo todas as imagens que ela me havia dado naquela manhã. Tanto pensar que eu fiquei de pau duro e, de repente:
Pai, olha que bicho mais feio
Eu, sem pensar, saí do carro e me aproximei da minha filha, que ainda estava agachada com o shorts nos tornozelos, e, enquanto com uma mão apontava para o bicho, com a outra abria os lábios grossos da buceta.
Isso já foi demais e meu pau cresceu ao máximo, e a um metro e meio do rosto da minha filha que, com uma risadinha, olhou para minha virilha e depois me olhou nos olhos.

Você também está com vontade de mijar, tem o pau muito grande.

Sim, ah, tô com vontade, mas vou segurar até chegar em casa (eu, vermelho que nem um tomate, só consegui pensar nisso e me virei de costas)
- Por que você tá virando, papai? Vai mijar aqui?
Nunca imaginei essa situação, no final eu disse que sim, que ia mijar ali, e que se ela já tivesse acabado, que fosse pro carro.
A verdade é que eu queria tirar ela um pouco porque já tava doendo um cadinho.

Ela foi pro carro e me deixou sozinho.
Quando ouvi a porta fechar, tirei meu pau pra fora. Ele estava duríssimo e super sensível, e comecei a me masturbar.
Não sei quanto tempo passou quando senti um arrepio na minha coluna.

- Já acabou? – me pergunto.
Ah, não filha, ainda não (me pegou de surpresa, eu ainda estava com o pau no auge, meus 17cm brilhavam ao sol da tarde).

Já tô vendo, pai, você ainda tá com ela enorme, o que foi? (ela disse sorrindo e olhando pro meu pau com os olhos bem abertos)
Eu tentei enfiar ela dentro da calça, mas não era tarefa fácil, com minha filha olhando e meu pau quase estourando, quando do nada minha filha, sem avisar, disse:
Espera que te ajudo (ela pegou com a mãozinha esquerda e com a outra tentou abrir minha calça, no início fez de conta que ia enfiar, mas como me olhou e minha cara não se opôs nem um pouco aos toques, pelo contrário, continuou tocando ela)
Ah, querido, o que você está fazendo? (Ela me ofereceu um prazer tão gostoso com o toque da mãozinha dela que não consegui dizer não, e deixei ela fazer)
-Que grande você tem, e que grossa, não consigo pegar ela toda, haha. Gosta que eu toque? (minha filha não conseguia envolver com sua mãozinha a grossura do meu pau)
Querido, tenho muita vergonha de te dizer isso, mas sim, eu gostei muito (eu estava no paraíso e minha filha parecia que não era a primeira vez que pegava num pau)
Tô fazendo direito? Você gosta assim, indo e voltando? (enquanto me olhava nos olhos)
Sim, você faz perfeitamente, mas por que a gente não vai pro carro? Aqui vão nos ver.

Como você quiser, papai, mas posso continuar te tocando no carro?
Eu concordei e fomos pro carro.
Sentei no banco do motorista e ela se ajoelhou no banco do passageiro, de frente pra mim, e com as duas mãos começou a me masturbar.
Eu observava como ela fazia e não conseguia acreditar que minha filha estava me tocando tão bem assim.
Já estava no limite, não aguentava mais, ia gozar.

Minha vida, não aguento mais, vou te sujar as mãozinhas.

Minha filha me olhou com sua carinha linda, e mostrou a linguinha num gesto de quem não tá nem aí, e com uma carinha de safadinha que tinha conseguido seu prêmio, continuou mas mais rápido e com mais pressão.

Ah, ah, filha, assim! (Eu gozei tanto que quase chegou no teto, as mãos dela, o volante e minha camiseta ficaram todos melados de porra)
Nossa, haha, que porra de gozada hein, cara!
Pô, eu tava tão na minha, curtindo aquele tesão, que nem prestei atenção no que minha filha tava falando, mas depois de uns segundos consegui me recompor, abri os olhos e olhei pra ela.
Ela deitada no seu assento me olhava com seus olhinhos alegres como se nada disso tivesse acontecido.

Meu amor, eu queria te fazer uma pergunta: onde você aprendeu a fazer isso?
Parece que não é a primeira vez que você faz (perguntei de um jeito bem carinhoso pra ele não se sentir mal)

Ah, ah, gostou? Aprendi a fazer isso na colônia nudista.

- Que colônia nudista?
Sim, a mamãe e o novo namorado dela me levam para uma todo verão.
Lá todo mundo fica pelado e, bem, se tocar não é um tabu.
Minhas amigas me ensinaram e, bem, às vezes a gente pega nos meninos e (minha filha ficou tipo querendo falar mais coisas)
Eu engoli em seco, não conseguia acreditar no que estava ouvindo, claro, pensei agora entendo muitas coisas.

E quantos anos suas amigas têm, meu bem? (esperando uma resposta menos óbvia)
Então… vamos ver, a maioria tem 18 anos como eu e algumas 19.

E com essas idades já fazem essas coisas com os meninos?
Se pai, lá é normal, quer vir passar uma temporada com a gente e eu te apresento? (isso último ele me falou com uma risadinha safada)
-Não, querido, não seria legal, e além disso eu nunca estive num lugar desses (imaginando a situação fiquei com o pau duro de novo e, claro, com o pau já pra fora da calça não dava pra disfarçar, bom, nem quis)
Com certeza você vai gostar e, além disso, um homem tão gostoso e forte como você com certeza vai deixar todas as mulheres de boca aberta, haha (olhando para minha virilha que já estava de novo em plena forma)
Com um salto felino, minha filha montou em mim de cavalinho e começou a me beijar no rosto, no pescoço e também na boca.

Eu achei aquilo de antes estranho entre uma filha e o pai, mas isso aqui já foi o cúmulo.

- Noemi, o que você tá fazendo, gata? (minha rola estava colada na sua buceta, que a envolvia com seus grandes lábios)
Nada, pai, que te amo muito, e como vejo que você também me ama, então eu correspondo. Quer que eu continue? (ela me disse olhando nos meus olhos com cara de garotinha safada)
Minha resposta foi um sonoro – segue sua vida.
Já com a tesão que eu estava, tudo me era indiferente, e minha filha, sem mais cerimônias, mordia meu pescoço e dava beijinhos na minha boca, enquanto com seus quadris subia e descia, percorrendo meu pau com sua bucetinha.

Posso chupar seu pau?
Sim, querido, faz com ele o que você quiser.

Ela pegou meu pau e enfiou por um lado do short, era uma delícia sentir a pele aveludada dela e uma umidade que só aumentava.

Pai, eu adoro sentir seu pau enorme esfregando na minha bucetinha, ah, ah (seu rostinho ficou todo vermelho e o ritmo acelerou, já parecia que estava cavalgando em mim)
Nem passaram 5 minutos quando minha filha literalmente explodiu.
Era uma fonte, deixou minhas pernas e, sem falar no pau, encharcadas.

- Noemi, você tá bem? (ao ver que depois do orgasmo tão intenso ela ficou como inconsciente, agarrada em mim)
Sim, papai, eu me sinto muito bem, mas fico mal por você.

- Por que, filha? Eu tô ótima.

Você continua de pau duro, quero resolver isso (agora ela pegou meu pau, se levantou e colocou a ponta na sua entrada maravilhosa e foi enfiando, mas não estava fácil).

Pai, ela é muito gorda, não sei se vou conseguir (mas não parava de tentar até que meu cabeçudo entrou) ah, ah, entrou.

Calma, filha, se não conseguir não tem problema (olhava para o rosto dela e parecia que ela estava se empalando)
Se eu conseguir, papi, você vai ver (ele conseguiu enfiar mais da metade, parecia que não ia caber mais)
Aquela bucetinha era uma maravilha, era apertadíssima e, com o quanto estava molhada, soltava um calorzinho impressionante.

Minha filha ficou uns segundos como se estivesse se acostumando, mas depois começou a subir e descer devagar, colocou as mãos nos meus ombros e com um sorriso meio que de "agora a festa começa", começou a cavalgar no meu pau como uma louca.

Ah, papai, eu gosto muito.

E a minha filha, você é uma maravilha.

Pai, pai, eu te amo, vou gozar, vou gozar, ah! (ela jogou o corpo para trás, se apoiou no volante e gozou de um jeito que eu nunca tinha visto, me deixou todo melado de porra, mas eu não parei)
Continuei metendo e metendo até não aguentar mais, então a levantei no peso para tirar e gozei na bunda dela.

Minha filha tremia como se estivesse possuída, agarrada a mim, não sei quanto tempo ficamos abraçadas no carro.

Filha, acorda, temos que ir agora, precisa comer (minha filha não respondia, estava completamente apagada)
Desci do carro com ela nos braços e a coloquei no banco de trás.
Reparei na sua bucetinha, estava bem vermelhinha e completamente encharcada.

A caminho de casa lembrei das palavras do Pablo (sua filha é um prodígio) ele não sabe de nada, pensei, depois de 15 minutos de viagem chegamos em casa e minha filha continuava dormindo.

Levei ela pro andar de cima, onde ficava o quarto dela, e comi ela na cama.
Fui comer e, enquanto via TV.
Passou uma hora quando minha filhinha desceu as escadas, vestindo apenas uma camiseta comprida.
Ao olhar para ela, ela me sorriu, e muitas loucuras passaram pela minha cabeça para fazer com ela, mas haveria tempo para tudo, eu tinha que aproveitar muito bem esses dias.

Filha, tá afim que eu faça a comida pra você?
Tá, pai, tô com uma fome da porra (sentando no meu colo)
Adorei o que fizemos no carro, queria repetir mais vezes (disse com carinha de menina comportada)
Eu também gostei muito, amor, fica tranquila, vamos repetir muitas vezes (eu comi você). O que você quer que eu faça pra comer?
O que você quiser (parecia que nunca tinha feito nada de errado na vida)
Fui preparar a comida e, quando menos esperava, senti uma mão tocando minhas costas, era minha filha.
Continuei comendo, meio que me fazendo de difícil, mas aos poucos minha filha foi descendo das costas para o meu pau que já estava durão, e enfiou sua mãozinha dentro da minha calça e agarrou firme.

- Não tava com fome, filha? (num tom de brincadeira)
Sim, mas tô com muita vontade de repetir o que fizemos antes (ela falou com uma voz entre dengosa e safada)
Me virei e fiquei de frente para ela, estava completamente nua. Olhei nos seus olhos, seu peito, sua barriguinha e aquela bucetinha tão linda que me deixava louco. E novamente olhei nos seus olhos e dei um beijo na sua boca.

Minha filha me abraçou bem forte e eu, aproveitando o abraço, agarrei sua bunda com as duas mãos, levantei e deitei ela na mesa da cozinha, abri suas pernas o máximo que pude, afastei os lábios carnudos que escondiam seu clitóris, e comecei a chupar aquela bucetinha que era uma maravilha, e quando ela começou a ficar molhada, enfiei um dedinho, ao que minha filha respondeu:
Ah, continua, tô gostando muito (e enfiei mais um dedo)
- Você gosta, filha? (pergunta idiota, porque a bucetinha já estava começando a parecer um rio)
Siiii, mais, mais eu quero, mais (minha filha inocente adorava sexo, quem diria)
Pois agora você vai ver (me virei de lado, e com uma mão na barriguinha dela e com dois dedos da outra enfiados até o fundo da sua buçetinha, comecei a movê-los rapidamente, tocando a parte de cima da sua vagina)
Ah, ah! Não, papai, não tão rápido, não aguento mais!
Uma fonte jorrava da bucetinha da minha filha a cada sacudida que eu dava, foi animal o orgasmo que ela teve, nem nos meus sonhos mais tarados eu teria imaginado isso.
Minha filha ficou convulsionando na mesa enquanto eu olhava.
Ela, com a mãozinha, começou a acariciar minhas bolas, foi o sinal.
Me coloquei entre suas pernas e fui enfiando devagarzinho, foi uma loucura meter o pau naquele buraquinho tão apertado e molhado, acompanhado daqueles lábios tão carnudos e bonitos que pareciam me envolver.

Ahhhh, que sensível eu estou, como sinto seu... ah!
Vamos ver se consigo enfiar tudo, tá bom, Noemi? (Ela estava toda inchada, eu mesmo não conseguia acreditar que essa bucetinha tão linda estava engolindo meu pauzão, que estava maior do que nunca)
Pouco a pouco fui enfiando cada centímetro até chegar no fundo, mas minha filha parecia querer meter tudo, então ela me abraçou com força e fechou as pernas na minha cintura.

Pai, eu te amo muito, não quero que você tire de mim.

Você vai ver, meu bem, você vai gostar disso. Abre as pernas pra eu passar as mãos e pegar sua bunda.

Sim, faça o que quiser comigo (ela abriu as pernas e assim passei as mãos até agarrar sua bunda e a levantei no ar)
Parecia uma bonequinha nos meus braços e, sem aviso, comecei a meter nela com toda a velocidade.

Ah, ah, ah, ah (a cada enfiada ela sentia até o fundo)
Ficamos assim por uns 10 minutos, eu ia mudando a posição das pernas dela.
Eu juntei as pernas dela nos meus ombros, abri elas enquanto ela abraçava meu pescoço, até que minha filha se tensionou, jogou a cabeça para trás e gozou pela quarta vez.
Eu, que ainda não tinha gozado, deixei ela deitada na mesa da cozinha e, olhando pra ela, gozei em cima dos seus peitinhos.

Aff, papai, vou me divertir muito esses dias, espero que a mamãe nos deixe ficar mais tempo.

6 comentários - Mi nueva vida con mi hija

si yo hubiera estado en tu lugsr le hubiera mamado los senos
megak_0 +1
agrega algo con el pablo, ese tiempo solos y la sonrisita de ella no puede ser nada