Conviviendo con mi sobrina

E aí, pessoal, esse relato não é meu, li por aí e gostei, mudei algumas coisas porque era muito longo e chato, espero que vocês curtam. Me chamo Bruno, sou pai solteiro de uma menina de 7 anos, a Candella. Recentemente mudei de emprego e precisei procurar uma babá que pudesse cuidar da minha filha enquanto trabalho. Tinham me recomendado algumas pessoas, mas aí minha sobrinha Adriana me ligou. Ela tem 19 anos, faz tempo que não se dá bem com a mãe (minha irmã), então me ligou pra perguntar se eu sabia de algum trabalho porque queria se mudar.

Eu: É, olha, eu preciso justamente de alguém pra cuidar da Cande, fazer comida pra ela, levar na escola e às vezes buscar, além de me ajudar com a limpeza aqui de casa. Consegue?

Adri: Siiim, tio, eu adoraria, além de que vou amar passar um tempo com a Cande.

Eu: Bom, querida, você me ajuda pra caramba. Vem amanhã às 6 da manhã, assim te deixo as chaves e você já começa.

E assim foi. No dia seguinte, tocam a porta. Eu abro e vejo minha linda sobrinha Adri. Ela estava com uma jaqueta leve que marcava seus peitos lindos, nem muito grandes, nem muito pequenos, e um jeans azul justo que destacava suas pernas bem torneadas. Quando a faço entrar, veio aquele bumbum tão lindo, que sem dúvida herdou da mãe – era grandinho, redondo, bem empinadinho. Ela e eu sempre nos demos super bem, tenho muito carinho por ela, mas desde que o corpo dela se desenvolveu, não consegui evitar de vê-la mais como mulher do que como minha sobrinha, mesmo que nunca tenha passado de olhares e algumas palmadas inocentes de vez em quando.

Os dias foram passando desde que ela começou a trabalhar em casa, até que um dia liguei pra avisar que ia fazer hora extra, se ela podia ficar mais tempo com minha filha, e ela topou.

Eu: Adri, vou chegar mais tarde. Pode buscar a Cande e fazer o jantar pra ela?

Adri: Sim, tio, sem problema. Faço um jantar pra você também.

Eu: Beleza, amor, a gente se vê.

Nunca a chamei assim, mas parece que ela gostou, porque deu pra ouvir uma risadinha antes de desligar. Cheguei em casa e, ao olhar a cozinha... Vejo ela ali parada com uma legging preta que marcava muito bem sua bunda linda, meio enfiada entre as nádegas e além disso dava pra notar um pouco uma calcinha fio dental bonita, com uma camiseta leve que marcava bem seus peitos gostosos. Cumprimento ela e ela se aproxima pra me dar um beijo carinhoso na bochecha.

Adri: Oi tio, fiz um pouco de comida pra você. A Cande já dormiu, então acho que vou indo.

Eu: Obrigado, linda. Acho melhor você ficar, já está tarde. Liga pra sua mãe e avisa que hoje você dorme aqui.

Adri: Hmm, tá bom. Agora eu falo com ela.

Eu: Agora vai pegar alguma roupa pra dormir confortável.

Terminei de jantar e levei minha filha pra minha cama, para que minha linda sobrinha pudesse dormir confortável na cama dela. Dei uma camiseta minha e um short de moletom e ela foi tomar banho. Não pude evitar olhar pela fechadura e apreciar um pouco sua bunda linda, e cheguei a ver que ela tinha a bucetinha peludinha. Me toquei um pouco enquanto olhava e fui dormir.

Acordo pra me arrumar pro trabalho, e vejo ela ali deitada, com minha camiseta vestida e o short jogado aos pés da cama. Estava só com minha camiseta e uma calcinha fio dental preta de renda muito bonita, e uma bunda maravilhosa. Tive muita vontade de tocar, de cheirar, mas tive medo que ela acordasse. Pensei se ela estava fazendo de propósito ou só tinha dado calor e decidiu dormir assim.

Um pouco antes de sair, fui acordá-la pra avisar que já estava indo, e aproveitei pra tocar um pouco na bunda dela. Disse que já estava saindo. Depois de um tempo vejo que ela se levanta, só com a camiseta que ficou nela quase como um vestido curto, já que ela tem uns 1,60m e eu quase 1,90m, e por baixo só a calcinha. Saiu do banheiro e veio me cumprimentar, me dando um abraço, e aproveitei pra levantar um pouco a camiseta pra olhar sua bunda durante o abraço, e dei um beijo na testa dela e fui embora.

Depois desse dia chegou o dia em que minha filha ia pra casa da mãe, já que fica uma semana comigo e outra com a mãe. Pensei que teria que esperar pra ver minha sobrinha, mas ela me ligou chorando.

Adri: Tio, desculpa te incomodar mas posso posso ficar alguns dias na sua casa? não aguento mais ficar aqui com minha mãe
Eu: eh.. sim, claro, sem problema, mas avisa sua mãe que você vai ficar aqui, tá?
Adri: bom, daqui a pouco eu chego aí
Passaram-se as horas e quando cheguei do trabalho ela estava em casa, estava na cozinha tomando mate, dava pra ver que tinha chorado, me abraçou, e ficamos um tempo conversando sobre o assunto até ela se acalmar, fiz umas pizzas e fomos dormir, minha filha não estava, éramos só eu e ela, pensei em várias coisas que faria com ela e me toquei um pouco até pegar no sono, acordei pra ir trabalhar e vi ela lá de camiseta, de bruços, com uma calcinha fio dental vermelha enfiada naquele rabinho, fui trabalhar sem falar nada. Quando voltei do trabalho ela estava limpando a casa, chegar e vê-la era incrível, era lindo, como se fôssemos marido e mulher, ela me viu e me abraçou, me dando um beijo carinhoso na bochecha, e aproveitei pra dar um tapinha na sua bunda e ela só sorriu, entrei no banho e de propósito deixei minhas roupas na cama, saí só de toalha, com meu volume bem marcado, me aproximei dela e disse pra colocar a chaleira pra fazer um mate, e vi como ela não conseguia evitar de olhar meu volume e fui me vestir, depois de me vestir conversamos, e combinamos de fazer pipoca e ver um filme deitados.
Eu: por que não faço a pipoca e você procura um filme pra ver?
Adri: siim, vamos, mas antes vou tomar um banho
Eu: bom, linda, me avisa se quiser ajuda hahaha
Adri: tiiio, não sou a Cande hahah.. não me tenta (disse quase sussurrando)
Eu: hahahah é brincadeira, amor
Pensei, tenho que me controlar, é minha sobrinha, mas mesmo assim fui espiar pela fechadura mas estava tudo escuro, parecia que ela tinha tampado a fechadura com alguma coisa, será que ela percebeu que eu estava espiando? Foi só coincidência? Fiz a pipoca e fui pra cama ver TV, ela saiu do banho, só com minha camiseta e um fio dental lindo por baixo, deitou do meu lado, e colocou um filme na TV, nossas pernas se esfregavam por baixo dos lençóis, às vezes eu a abraçava, e Ela apoiou a cabeça no meu ombro, meu pau estava inquieto, até que o filme terminou. Achei que nossa noite linda tinha acabado, mas...
Adri: Te importa se eu dormir com você hoje?
Eu: Te deu medo o filme? Hahah
Adri: Não, tio, mas não quero dormir sozinha hoje rs
Eu: Tudo bem, mas não ronque, hein? Hahah
Adri: Eu não ronco, seu malvado hahaha

Me acomodei de barriga para cima, desliguei a TV e fechei os olhos. Ela se aproximou e me deu um beijo na bochecha, bem perto da boca — acho que por causa da escuridão —, depois se virou de costas para mim e desejou boa noite. Foi aí que pensei em um pequeno plano: dormir de conchinha com minha sobrinha. Virei-me como ela e a abracei. Ela, por conta própria, se encaixou em mim, bem coladinha, e pude sentir seu bundinha apoiada no meu volume. Tentei me conter para não cometer uma loucura, mas meu pau já estava ficando duro ao sentir aquelas lindas nádegas. Ela se aproximou mais, e eu podia sentir meu pau quase duro afundando entre aquela bundinha linda. Ela pegou meu braço e o colocou perto do peito, ajustou novamente, e minha mão ficou em cima de um de seus seios. Podia sentir o mamilo com dois dedos, e acho que ela gostava de sentir o pau do tio crescendo em sua bundinha, porque seus mamilos começaram a ficar duros. Ela continuou se mexendo.

Eu: Quieta, amor, dorme.
Adri: É o que eu tento, mas com isso não dá (disse em voz bem baixa).
Eu: Vamos, dorme ou leva um tapinha.

Disse isso, tirando minha mão do peito dela e dando uma palmadinha em sua bunda — mais para sentir sua bundinha, e pude perceber que ela estava sem coberta, só com o fio dental. Voltei a acomodar minha mão em seu peito, mas desta vez com seu mamilo duro entre meus dedos, e minha mão agarrando todo seu seio.

Adri: Assim eu não vou conseguir dormir, tio hahah
Eu: Se continuar se mexendo, eu menos ainda, amor. Quer que eu dê outra palmadinha? Hahah

Ouvindo isso, ela moveu a bunda de um lado para o outro e, aproveitando para levantá-la um pouco mais, acho que queria sentir mais meu pau, que já estava escapando por cima da cueca de tão duro que estava. Voltei a... Tirei minha mão e dei outra palmada na bunda dela, e ela levantou ainda mais o bumbum para eu bater mais. Dei três palmadas e a Adri disse: gosto dos seus castigos (numa voz bem baixa). Eu: dorme, vai, não provoca (também em voz baixa, mas perto do ouvido dela para que escutasse). A cabeça do meu pau já estava quase saindo da cueca, e minha mão agarrando um dos peitos dela. Não conseguia arrumar a cueca, e ela se mexeu de novo e a cabeça do meu pau já estava tocando uma das nádegas dela. Fingi que não percebi, mas esperava que ela não quisesse sentir com a mão o que era aquilo tocando sua bunda e, por sorte, não aconteceu. Só fechei os olhos e dormi, não sei por quanto tempo, mas senti ela se levantando, acendendo a luz do banheiro e, depois de um tempo, voltando para a cama. Fingi que estava dormindo, mas senti ela apoiando levemente a mão em cima do meu volume por alguns segundos, e depois deitou de novo, se encaixando de conchinha como estávamos, com a mão no peito e o bumbum no meu volume. Apertei o peito dela e me aproximei mais, apoiando nela. Ela entrou na brincadeira, mexendo o bumbum para que eu sentisse bem meu pau, e acabei dormindo de novo. Na manhã seguinte, não fui trabalhar porque era meu dia de folga. Acordei, levantei um pouco o lençol e vi o bumbum lindo da minha sobrinha, que dormia de bruços. Coloquei minha mão em cima da bunda dela e dormi mais um pouco. Quando acordei, já eram umas 10h da manhã. Ela não estava na cama, estava na cozinha, com meu short de treino e uma camiseta dela. Aquele short marcava muito bem o bumbum dela. O dia transcorreu normal: limpamos, assistimos TV, fomos fazer compras, tudo normal. Dei algumas palmadas na bunda dela e, dessa vez, dei uma ou duas apertadas, o que ela gostou porque os mamilos ficaram marcando na camiseta. À noite, jantamos, tomamos banho (separados, obviamente) e, quando fui espiar pela fechadura, agora sim pude ver como ela ensaboava o corpo, os peitos, a bucetinha tão linda e peludinha. Depois, fui me deitar. Ela saiu do chuveiro vestindo outra camiseta minha. que ficou um pouco mais curta, mas ela se cobriu um pouco e veio para minha cama. Adri: gostei de dormir com você ontem, posso ficar hoje também? (Com uma voz muito sexy e de puta, fazendo beicinho) Eu: tudo bem, mas não se mexe tanto como ontem Adri: é que tava procurando o lugar confortável pra dormir haha Eu: tudo bem, mas mesmo assim você se mexia muito, parecia que tinha formiga no cu haha Ela sorriu e entrou na cama, ligamos um pouco a TV, depois de um tempo desliguei, ela se aproximou, me deu um beijinho na boca e me deu boa noite, virando de costas pra mim, eu me coloquei de conchinha com ela de novo, mas dessa vez agarrei sua cintura e a puxei mais pra perto de mim, encostando bem o pau nela. Eu: vem mais pra cá, sinto que você vai cair Adri: uy.. mmm.. tudo bem haha Dessa vez em vez de colocar minha mão no peito dela, coloquei minha mão na cintura, ela começou a se mexer, e no movimento não só sentia como encostava meu pau na bunda minúscula dela, mas ele estava ficando duro, e minha mão desceu um pouco mais, ficando em cima da bunda minúscula dela, dei uma palmada e disse Eu: quietinha, não começa hein.. senão eu boto Adri: desculpa é que eu tava me acomodando, se você me bater assim vai deixar minha bunda vermelha haha Eu: tudo bem amor, fica quieta Adri: hoje você me deu uma que deixou a mão marcada, vi quando fui no banho Eu: sério? Hahaha.. por que não mostrou? Adri: será que agora também? Disse pegando seu celular e com a lanterna iluminando sua bunda minúscula por baixo dos lençóis, ambos estávamos vendo a bunda dela que só era coberta por uma calcinha fio dental, bem enfiada entre suas nádegas, encostada no meu volume que dava pra ver que estava duro dentro da minha cueca. Eu: sim, um pouquinho (passando meu dedo em cima de uma leve marca avermelhada na nádega direita dela) Adri: vamos, me bate de novo Disso levantando levemente sua bunda minúscula, dei outra palmada mas um pouco mais forte, ela agarrou sua nádega e se moveu um pouco dizendo.. Adri: uy sim, marca muito rápido haha Eu: é que você é muito branca, vamos dormir Melhor Adri: por que você não gosta de ver a bunda da sua sobrinha? Não gosta de deixar a bunda marcada na sua sobrinha?
Eu: não é isso, é que amanhã eu trabalho, amor, e não podemos ficar brincando nessa hora
Adri: já não quer mais brincar com meu rabinho? Hahaha
Eu: você tem um rabinho lindo, amor, mas já tá na hora de dormir
Adri: você gosta da minha bunda? Muito? Ou pouco?
Eu: é muito bonita, sim
Adri: mas muito ou pouco?
Eu: muito, muito
Adri: que mentiroso você é, igual todos os homens

Ato contínuo, desci e entre os lençóis dei dois beijos longos no seu rabinho, dizendo...
Eu: viu, gosto tanto que até dou beijos, até morderia hahaha
Adri: deixa ver, morde então (disse com voz de putinha no cio)

Voltei a descer entre os lençóis, peguei o celular dela e ela iluminou, me deixando quase cego porque estava tudo escuro, mas mesmo assim pude ver que ela levantou o rabinho, agarrei a bunda como se estivesse marcando território, e dei outros dois beijos longos além de uma pequena mordida, aproveitei para cheirar um pouquinho e passar levemente minha língua na sua nádega, ela riu e disse:
Adri: ai tio, você deixou minha bunda babada hahaha
Eu: bom, mas agora você sabe o quanto eu gosto do seu rabinho
Adri: sim, eu percebi que você gosta, porque ontem e há pouco dava pra sentir como você ficou bem duro haha
Eu: bom, desculpa, é que você se mexia muito e como eu gosto do seu rabinho não pude evitar
Adri: gosta tanto assim? O que mais você faria com meu rabinho?

Continua?.. Depende de vocês, galera, se derem apoio e comentarem vai ter parte 2, espero que tenham gostado e desculpa se no começo ficou muito longo, o original era assim, até mais chato. Tchau

8 comentários - Conviviendo con mi sobrina

net21 +1
+10 , esperando la segunda parte !