Há uma semana fui com um amigo a um tributo de rock num bar da orla, a noite tava especial pra fazer alguma coisa, era a primeira vez que eu ia naquele bar, coloquei minha jaqueta de couro e roupa preta pra ficar perfeito pra ocasião, cheguei e meu amigo já tava me esperando, conversamos um pouco na porta e vi que começou a chegar gente no lugar, tinha de tudo, góticos, rolingas, darks, emos, eu já tava com o pau latejando e com vontade de beber alguma coisa, quando entramos no bar a música já tava ensurdecedora. Depois de horas bebendo, esbarrei com uma amiga e ficamos conversando do lado dos banheiros, enquanto eu tava com minha amiga, meu outro amigo com quem fui desapareceu, então comecei a fazer minha própria farra, joguei uns cantos pra um grupo de mina novinha que tava dando voltas por ali, consegui o Instagram de duas, e depois de um tempo ele apareceu.
Era um novinho de não mais que 20 anos, magro pra caralho, cabelo comprido que cobria o rosto, uma pele branca como se tivesse morto, o novinho passou do meu lado fazendo-se de desentendido e se aproximou, não fingiu que tinha sido empurrado ou que tropeçou, só chegou perto e encostou a cabeça no meu peito e eu, que já tava meio alterado, aproveitei, agarrei ele pela cintura e tentei puxar papo.
— Epa, tá bem?
— Sim, desculpa, não vi por onde tava passando, me perdoa?
O cara até aí não desgrudava do meu peito e eu, entre a bebedeira e a tesão, não aguentava mais, então agarrei a bunda dele e olhei:
— Não sei, você topa fazer alguma coisa pra eu te perdoar?
— Algo com isso te parece bom?
O putinho pegou no meu volume e apalpou meu pau todo.
— Seu filho da puta, então você anda de trolinho? Agora você vai ver o que acontece quando anda assim, todo quentinho, e encontra alguém mais safado que você, vamos lá fora e eu te mostro.
Saímos do bar e o frio nos pegou de repente, viramos a esquina e encontramos um beco escuro. Agarrei o trolinho pelo pescoço e devorei a boca dele enquanto com a outra mão apalpava a bunda, o viadinho se... Deixava fazer de tudo, num momento agarrei ele pelo cabelo e o fiz ajoelhar. Não têm ideia como esse putinho botou a língua pra fora pedindo pra comer. Tirei meu pau da calça e o frouxo enfiou tudo na boca. Ficou uns 10 minutos chupando enquanto eu cansava de chamá-lo de puta, viado, trolha, vadia - e ele parecia que chupava com mais força ainda. Até que não aguentei mais, levantei ele pelos cabelos e com um tapa o virei, pra então baixar a calça justinha que ele usava, me deixando surpreso: uma calcinha rosa com florzinhas estampadas o muito puto tava usando. De alguma forma, isso me esquentou ainda mais. Agarrei e puxei pra baixo, e ele mesmo abriu as nádegas. De uma só estocada, enfiei tudo enquanto segurava aqueles bracinhos magros que ele tinha.
- E aí, puta de merda, tava precisando de pau é?
- Por favor, estoura-me, não aguento mais. Desde que te vi quando entrou, fiquei com muito tesão.
- Agora é melhor aguentar isso e não chorar, viado, porque vou acabar contigo.
Agarrei ele pelo cabelo e comecei a bombear seu cuzinho com força. O promíscuo só gemida e reclamava. Enquanto isso, eu já imaginava o que vinha a seguir. Depois de uns 20 minutos fodendo ele assim em pé, fiz ele tirar a calça toda e o coloquei de quatro no chão. Fiquei metendo assim por uns 15 minutos até cansar. Então, antes de gozar, virei ele e comecei a foder em missionário, ali mesmo no chão, às 4 da manhã num beco escuro, como se fosse uma vadia barata. Já estava quase gozando e acabei jorrando dentro do promíscuo. Me deu muito tesão ver a pele arrepiada dele pelo orgasmo e também pelo frio. Agarrei ele pelo cabelo e, antes de ir embora, passei meu pau por toda a cara dele, com resto de porra, saliva e vai saber se também merda do viadinho. Guardei e fui embora, não sem antes dizer algo ao maricas:
- Se quiser repetir, da próxima vez você vai Vista-se bem de putinha e vou te usar a noite toda, ficou claro, trolinho?
O promíscuo apenas balançou a cabeça e ficou ali largado, semidesnudo e cheio de porra. Antes de ir, peguei a calça do promíscuo e deixei meu número de telefone no bolso, pra ver se um dia ele me manda mensagem pra repetir. Espero vê-lo de novo e torná-lo minha putinha de verdade.
Espero que tenham gostado dessa história. Vou começar a ficar mais ativo na conta pra procurar mais vadiazinhas como esse mariconzinho.
Era um novinho de não mais que 20 anos, magro pra caralho, cabelo comprido que cobria o rosto, uma pele branca como se tivesse morto, o novinho passou do meu lado fazendo-se de desentendido e se aproximou, não fingiu que tinha sido empurrado ou que tropeçou, só chegou perto e encostou a cabeça no meu peito e eu, que já tava meio alterado, aproveitei, agarrei ele pela cintura e tentei puxar papo.
— Epa, tá bem?
— Sim, desculpa, não vi por onde tava passando, me perdoa?
O cara até aí não desgrudava do meu peito e eu, entre a bebedeira e a tesão, não aguentava mais, então agarrei a bunda dele e olhei:
— Não sei, você topa fazer alguma coisa pra eu te perdoar?
— Algo com isso te parece bom?
O putinho pegou no meu volume e apalpou meu pau todo.
— Seu filho da puta, então você anda de trolinho? Agora você vai ver o que acontece quando anda assim, todo quentinho, e encontra alguém mais safado que você, vamos lá fora e eu te mostro.
Saímos do bar e o frio nos pegou de repente, viramos a esquina e encontramos um beco escuro. Agarrei o trolinho pelo pescoço e devorei a boca dele enquanto com a outra mão apalpava a bunda, o viadinho se... Deixava fazer de tudo, num momento agarrei ele pelo cabelo e o fiz ajoelhar. Não têm ideia como esse putinho botou a língua pra fora pedindo pra comer. Tirei meu pau da calça e o frouxo enfiou tudo na boca. Ficou uns 10 minutos chupando enquanto eu cansava de chamá-lo de puta, viado, trolha, vadia - e ele parecia que chupava com mais força ainda. Até que não aguentei mais, levantei ele pelos cabelos e com um tapa o virei, pra então baixar a calça justinha que ele usava, me deixando surpreso: uma calcinha rosa com florzinhas estampadas o muito puto tava usando. De alguma forma, isso me esquentou ainda mais. Agarrei e puxei pra baixo, e ele mesmo abriu as nádegas. De uma só estocada, enfiei tudo enquanto segurava aqueles bracinhos magros que ele tinha.
- E aí, puta de merda, tava precisando de pau é?
- Por favor, estoura-me, não aguento mais. Desde que te vi quando entrou, fiquei com muito tesão.
- Agora é melhor aguentar isso e não chorar, viado, porque vou acabar contigo.
Agarrei ele pelo cabelo e comecei a bombear seu cuzinho com força. O promíscuo só gemida e reclamava. Enquanto isso, eu já imaginava o que vinha a seguir. Depois de uns 20 minutos fodendo ele assim em pé, fiz ele tirar a calça toda e o coloquei de quatro no chão. Fiquei metendo assim por uns 15 minutos até cansar. Então, antes de gozar, virei ele e comecei a foder em missionário, ali mesmo no chão, às 4 da manhã num beco escuro, como se fosse uma vadia barata. Já estava quase gozando e acabei jorrando dentro do promíscuo. Me deu muito tesão ver a pele arrepiada dele pelo orgasmo e também pelo frio. Agarrei ele pelo cabelo e, antes de ir embora, passei meu pau por toda a cara dele, com resto de porra, saliva e vai saber se também merda do viadinho. Guardei e fui embora, não sem antes dizer algo ao maricas:
- Se quiser repetir, da próxima vez você vai Vista-se bem de putinha e vou te usar a noite toda, ficou claro, trolinho?
O promíscuo apenas balançou a cabeça e ficou ali largado, semidesnudo e cheio de porra. Antes de ir, peguei a calça do promíscuo e deixei meu número de telefone no bolso, pra ver se um dia ele me manda mensagem pra repetir. Espero vê-lo de novo e torná-lo minha putinha de verdade.
Espero que tenham gostado dessa história. Vou começar a ficar mais ativo na conta pra procurar mais vadiazinhas como esse mariconzinho.
3 comentários - Un putito emo en la Costanera