A história que vou contar agora é mais uma de noitada, farra e sexo. Tinha sido o aniversário de uma amiga e a gente combinou de sair no fim de semana pra comemorar. A ideia era fazer uma prévia com algumas amigas, o namorado da minha amiga e uns caras amigos dele, e depois ir todos juntos dançar numa balada.
Eu tinha colocado um vestidinho curto que não chegava nem na metade da coxa, cor champanhe e com decote em V, quando eu andava levantava um pouquinho mas nada demais. Coloquei também uns sapatos de salto alto tipo nude que não usava há muito tempo.
Uma das meninas passou me buscar e fomos pra prévia no apartamento do namorado da aniversariante. No final éramos 8, 5 meninas e 3 caras. Era cedo então esticamos bastante a prévia, bebemos bastante e começamos a jogar umas besteiras que foram inventando. Um dos caras quis dar em cima de mim, mas foi tipo "não, obrigada kkk", não gostava nada dele e além disso tava mais na vibe de zoar e rir com minhas amigas.
A questão é que durante a prévia surgiu uma mudança de planos porque outro dos caras tinha visto outro lugar pra ir e tava conversando com um promoter. Ele conseguiu que dessem umas garrafas de graça pelo aniversário e ainda tava mais perto de onde a gente estava, então era melhor pra gente. Só que nenhum dos 8 conhecia a balada.
Partimos pra balada em dois carros, eu por precaução procurei ir no carro onde não tava o cara que tinha dado em cima de mim. Chegamos e depois de um tempo conseguimos entrar, mas quando entramos levamos uma surpresa: a balada era de cumbia villera e o ambiente era muito tumbero. Vários dos caras estavam de moletom ou boné, e as gostosas estavam todas de moletom ou legging. Claramente eu, e nenhuma das meninas, estávamos vestidas pro lugar. Os caras nem tanto, mas a gente tava chamando muita atenção.
Mesmo assim tudo foi bem dentro do possível, deram uma garrafa de champanhe de presente pra minha amiga e a gente... A gente ficou bebendo direto da garrafa enquanto dançava. A gente tava rachando o bico da situação. Ficamos todos juntos até umas 3 da manhã, aí a aniversariante e o namorado foram embora e levaram mais uma das minas. Mais tarde, como ninguém tava dando moral, os dois caras vazaram. Ficamos três e meio e cada um seguiu seu rumo. Eu já tava mais solta e mais bêbada, comecei a dançar com os caras que vinham dar em cima de mim, mandando twerk sempre que dava e deixando eles esfregarem o pau em mim.
No meio da bagunça do rolê, eu já nem sabia direito com quem tava dançando ou quem tava falando comigo. Um maloqueiro começou a me olhar e me chamou a atenção. Era alto e muito magro, com uma jaqueta de futebol branca toda brilhosa e um jeans azul rasgado, também tinha uns brincos que geralmente não gosto como fica em homem. Ele se aproximou sem dizer nada, foi direto dançar comigo. Enquanto rebolava, ele me agarrou pela cintura e encostou o pau na minha bunda, e com a mão ficou acariciando minha perna.
- Viu que suas amigas já vazaram, né? Você ficou sozinha. - Ele disse, eu nem tinha percebido que elas tinham ido embora
- É, foram cedo com o namorado
- Então, topa se a gente for pra um hotel de boa? Pra continuar a noite sem tanta confusão.
Olhei pra ele e respondi - Um hotel? Tá falando sério?
- Sim, é de boa, fica perto e ninguém vai encher o saco. Só você e eu, sem enrolação.
- Mmm... não sei se tô a fim dessa
- Vai, você não vai se arrepender. Você bota a vontade, eu boto o resto. - Ele me fez rir
- Tá bom então, vou botar vontade
Ele pediu um Uber, quando chegou saímos do rolê e entramos. Fizemos menos de 10 quadras e chegamos, no caminho ele aproveitou pra continuar tocando nas minhas pernas. Chegamos no hotel e ele foi direto pro balcão da recepção. Eu fiquei um pouco atrás, olhando tudo com curiosidade. Ele pagou rápido e fez um sinal com a cabeça, tipo "vamos".
A verdade é que o quarto, e o hotel no geral, era feinho, era daqueles lugares meio caídos, com corredores longos, cheiro de desinfetante e luzes vermelhas. O quarto tinha uma cama enorme, e havia um espelho meio riscado no teto. Mas já tava meio que nem aí nesse ponto, a noite toda tinha sido uma bizarrice.
Sentei na beirada da cama e ele ficou na minha frente e começou a me beijar e chupar meu pescoço. Também começou a apertar meus peitos, eu não tava de sutiã, então ele já tava me apalpando por baixo do vestido. Eu com minhas mãos fui tocando os braços e o torso dele que, mesmo sendo bem magro, era definido. De repente ele deu um passo pra trás e tirou o pau pra fora da calça, eu agarrei e comecei a bater uma devagar enquanto ele continuava apertando meus peitos. Era comprido mas bem fino, era um macarrão haha, mas com uma cabeça bonita e grande, também bem escura.
Comecei a chupar ele bem devagar, passando a língua de uma ponta à outra enquanto acompanhava os movimentos com a mão. Depois enfiei a cabeça na boca e fiz um círculo com a língua, também fui enfiando mais o pau na boca. O cara me agarrou pelo cabelo e me levou até onde deu e me deixou apertada lá até eu ficar sem ar e me soltou, tirei ele da boca e respirei. Ele fez isso mais algumas vezes.
- Boa, essa é a vontade que eu tava te falando - ele disse enquanto fazia isso
- Gosta de como eu chupo pau?
- Sim, com certeza, uma verdadeira head master a gata - deu tesão esse nego cabeça me chamando de head master.
- Agora você tem que me mostrar o que mais você vai botar.
Falei isso e ele me soltou, me ajoelhei na cama de quatro e ele foi pra trás de mim. Me agarrou pela cintura e puxou minha calcinha, também me deu uns tapas bem fortes que ecoaram. Ele meteu o pau de uma vez na minha buceta, nada de devagar, tudo pra dentro de uma vez. Ele me fodia devagar mas com força. Depois de um tempo começou a puxar meu cabelo enquanto me comia de quatro. Quando cansei de ficar assim, me virei e chupei ele até gozar na minha boca. Me levantei e tirei o vestido e os sapatos, aí ele me disse para deixar os sapatos, então coloquei-os de volta. Agora ele se deitou na cama e eu subi em cima dele para cavalgar. Enfiei ele dentro de mim e comecei a me mover mais rápido, no ritmo que mais gosto, enquanto ele agarrava minha bunda e me movia para cima e para baixo. Também aproveitou as mãos livres para brincar com os dedos na minha bunda. Essa segunda foda não durou nada, depois de um tempo ele tirou o pau e gozou na minha bunda enquanto dava tapinhas.
Descansamos um pouco e depois o pau dele ficou duro de novo para uma última rodada. Continuei deitada na cama, ele se ajoelhou no colchão, pegou meus pés e colocou minhas pernas nos ombros dele. Colocou o travesseiro embaixo das minhas costas e com as mãos levantou um pouco minha bunda, como me segurando, e aí começou a enfiar o pau devagarinho na minha bunda. Parece que ele percebeu que eu tinha experiência por ali, não disse nada mas partiu pra ação, sabia que eu era das que entrega o cu.
Começou bem devagar e depois foi intensificando. Continuou metendo no mesmo ritmo de antes, mas sendo pela bunda, aquele ritmo lento e forte me agradou muito mais do que quando ele me comeu pela buceta. Enquanto ele fazia isso, eu olhava para o rosto dele e não podia acreditar que o favelado estava me comendo. Finalmente ele tirou o pau e começou a jorrar porra entre minha barriga e meus peitos, nessa altura já não saiu muito, pra ser sincera. Depois disso, ele beijou minhas pernas e os sapatos, eu me acomodei e chupei ele um pouco, para limpá-lo e brincar mais um pouco, mas depois disso não aconteceu mais nada.
Tomamos banho e nos vestimos, ele me convidou para ir à casa dele, mas eu disse que precisava voltar para a minha por causa da minha mãe. Um pouco de desculpa, mas um pouco sério. Ele pediu um Uber para mim e, antes de eu ir, tentou me beijar, mas desviei o rosto. Quando voltei, por sorte minha mãe ainda estava dormindo, então evitei várias perguntas. Nunca mais voltei. Vamos ver esse cara, e também nunca mais voltei naquela balada, minhas amigas nunca descobriram como terminei a noite.
Bom, essa foi a história de hoje, deixo nos comentários pra vocês escreverem o que acharam ou me fazerem perguntas. Espero que tenham gostado.
Eu tinha colocado um vestidinho curto que não chegava nem na metade da coxa, cor champanhe e com decote em V, quando eu andava levantava um pouquinho mas nada demais. Coloquei também uns sapatos de salto alto tipo nude que não usava há muito tempo.
Uma das meninas passou me buscar e fomos pra prévia no apartamento do namorado da aniversariante. No final éramos 8, 5 meninas e 3 caras. Era cedo então esticamos bastante a prévia, bebemos bastante e começamos a jogar umas besteiras que foram inventando. Um dos caras quis dar em cima de mim, mas foi tipo "não, obrigada kkk", não gostava nada dele e além disso tava mais na vibe de zoar e rir com minhas amigas.
A questão é que durante a prévia surgiu uma mudança de planos porque outro dos caras tinha visto outro lugar pra ir e tava conversando com um promoter. Ele conseguiu que dessem umas garrafas de graça pelo aniversário e ainda tava mais perto de onde a gente estava, então era melhor pra gente. Só que nenhum dos 8 conhecia a balada.
Partimos pra balada em dois carros, eu por precaução procurei ir no carro onde não tava o cara que tinha dado em cima de mim. Chegamos e depois de um tempo conseguimos entrar, mas quando entramos levamos uma surpresa: a balada era de cumbia villera e o ambiente era muito tumbero. Vários dos caras estavam de moletom ou boné, e as gostosas estavam todas de moletom ou legging. Claramente eu, e nenhuma das meninas, estávamos vestidas pro lugar. Os caras nem tanto, mas a gente tava chamando muita atenção.
Mesmo assim tudo foi bem dentro do possível, deram uma garrafa de champanhe de presente pra minha amiga e a gente... A gente ficou bebendo direto da garrafa enquanto dançava. A gente tava rachando o bico da situação. Ficamos todos juntos até umas 3 da manhã, aí a aniversariante e o namorado foram embora e levaram mais uma das minas. Mais tarde, como ninguém tava dando moral, os dois caras vazaram. Ficamos três e meio e cada um seguiu seu rumo. Eu já tava mais solta e mais bêbada, comecei a dançar com os caras que vinham dar em cima de mim, mandando twerk sempre que dava e deixando eles esfregarem o pau em mim.
No meio da bagunça do rolê, eu já nem sabia direito com quem tava dançando ou quem tava falando comigo. Um maloqueiro começou a me olhar e me chamou a atenção. Era alto e muito magro, com uma jaqueta de futebol branca toda brilhosa e um jeans azul rasgado, também tinha uns brincos que geralmente não gosto como fica em homem. Ele se aproximou sem dizer nada, foi direto dançar comigo. Enquanto rebolava, ele me agarrou pela cintura e encostou o pau na minha bunda, e com a mão ficou acariciando minha perna.
- Viu que suas amigas já vazaram, né? Você ficou sozinha. - Ele disse, eu nem tinha percebido que elas tinham ido embora
- É, foram cedo com o namorado
- Então, topa se a gente for pra um hotel de boa? Pra continuar a noite sem tanta confusão.
Olhei pra ele e respondi - Um hotel? Tá falando sério?
- Sim, é de boa, fica perto e ninguém vai encher o saco. Só você e eu, sem enrolação.
- Mmm... não sei se tô a fim dessa
- Vai, você não vai se arrepender. Você bota a vontade, eu boto o resto. - Ele me fez rir
- Tá bom então, vou botar vontade
Ele pediu um Uber, quando chegou saímos do rolê e entramos. Fizemos menos de 10 quadras e chegamos, no caminho ele aproveitou pra continuar tocando nas minhas pernas. Chegamos no hotel e ele foi direto pro balcão da recepção. Eu fiquei um pouco atrás, olhando tudo com curiosidade. Ele pagou rápido e fez um sinal com a cabeça, tipo "vamos".
A verdade é que o quarto, e o hotel no geral, era feinho, era daqueles lugares meio caídos, com corredores longos, cheiro de desinfetante e luzes vermelhas. O quarto tinha uma cama enorme, e havia um espelho meio riscado no teto. Mas já tava meio que nem aí nesse ponto, a noite toda tinha sido uma bizarrice.
Sentei na beirada da cama e ele ficou na minha frente e começou a me beijar e chupar meu pescoço. Também começou a apertar meus peitos, eu não tava de sutiã, então ele já tava me apalpando por baixo do vestido. Eu com minhas mãos fui tocando os braços e o torso dele que, mesmo sendo bem magro, era definido. De repente ele deu um passo pra trás e tirou o pau pra fora da calça, eu agarrei e comecei a bater uma devagar enquanto ele continuava apertando meus peitos. Era comprido mas bem fino, era um macarrão haha, mas com uma cabeça bonita e grande, também bem escura.
Comecei a chupar ele bem devagar, passando a língua de uma ponta à outra enquanto acompanhava os movimentos com a mão. Depois enfiei a cabeça na boca e fiz um círculo com a língua, também fui enfiando mais o pau na boca. O cara me agarrou pelo cabelo e me levou até onde deu e me deixou apertada lá até eu ficar sem ar e me soltou, tirei ele da boca e respirei. Ele fez isso mais algumas vezes.
- Boa, essa é a vontade que eu tava te falando - ele disse enquanto fazia isso
- Gosta de como eu chupo pau?
- Sim, com certeza, uma verdadeira head master a gata - deu tesão esse nego cabeça me chamando de head master.
- Agora você tem que me mostrar o que mais você vai botar.
Falei isso e ele me soltou, me ajoelhei na cama de quatro e ele foi pra trás de mim. Me agarrou pela cintura e puxou minha calcinha, também me deu uns tapas bem fortes que ecoaram. Ele meteu o pau de uma vez na minha buceta, nada de devagar, tudo pra dentro de uma vez. Ele me fodia devagar mas com força. Depois de um tempo começou a puxar meu cabelo enquanto me comia de quatro. Quando cansei de ficar assim, me virei e chupei ele até gozar na minha boca. Me levantei e tirei o vestido e os sapatos, aí ele me disse para deixar os sapatos, então coloquei-os de volta. Agora ele se deitou na cama e eu subi em cima dele para cavalgar. Enfiei ele dentro de mim e comecei a me mover mais rápido, no ritmo que mais gosto, enquanto ele agarrava minha bunda e me movia para cima e para baixo. Também aproveitou as mãos livres para brincar com os dedos na minha bunda. Essa segunda foda não durou nada, depois de um tempo ele tirou o pau e gozou na minha bunda enquanto dava tapinhas.
Descansamos um pouco e depois o pau dele ficou duro de novo para uma última rodada. Continuei deitada na cama, ele se ajoelhou no colchão, pegou meus pés e colocou minhas pernas nos ombros dele. Colocou o travesseiro embaixo das minhas costas e com as mãos levantou um pouco minha bunda, como me segurando, e aí começou a enfiar o pau devagarinho na minha bunda. Parece que ele percebeu que eu tinha experiência por ali, não disse nada mas partiu pra ação, sabia que eu era das que entrega o cu.
Começou bem devagar e depois foi intensificando. Continuou metendo no mesmo ritmo de antes, mas sendo pela bunda, aquele ritmo lento e forte me agradou muito mais do que quando ele me comeu pela buceta. Enquanto ele fazia isso, eu olhava para o rosto dele e não podia acreditar que o favelado estava me comendo. Finalmente ele tirou o pau e começou a jorrar porra entre minha barriga e meus peitos, nessa altura já não saiu muito, pra ser sincera. Depois disso, ele beijou minhas pernas e os sapatos, eu me acomodei e chupei ele um pouco, para limpá-lo e brincar mais um pouco, mas depois disso não aconteceu mais nada.
Tomamos banho e nos vestimos, ele me convidou para ir à casa dele, mas eu disse que precisava voltar para a minha por causa da minha mãe. Um pouco de desculpa, mas um pouco sério. Ele pediu um Uber para mim e, antes de eu ir, tentou me beijar, mas desviei o rosto. Quando voltei, por sorte minha mãe ainda estava dormindo, então evitei várias perguntas. Nunca mais voltei. Vamos ver esse cara, e também nunca mais voltei naquela balada, minhas amigas nunca descobriram como terminei a noite.
Bom, essa foi a história de hoje, deixo nos comentários pra vocês escreverem o que acharam ou me fazerem perguntas. Espero que tenham gostado.
4 comentários - Cogida por un turro