Dando presente pra minha gostosa

Quando cheguei no ponto de ônibus do shopping, desci e mandei uma mensagem pra minha namorada, pedindo pra ela me ligar assim que pudesse. Eu já sabia que ela não ia me responder tão cedo, então fui pra um restaurante com terraço no último andar do prédio. Precisava entender o que tinha rolado e ter certeza dos meus sentimentos, além de precisar de uma dose de álcool, então pedi um copo de vodka que não durou nem 10 segundos na minha mão. Ficava pensando no que minha namorada estaria fazendo. — Será que ele tá comendo ela? — me perguntei, me referindo àquele velho. Só de pensar nisso já me bateu um efeito. Na hora comecei a sentir meu short apertando na virilha. Era uma sensação estranha, entre tesão e nervosismo. Tesão por imaginar que minha namorada tava fazendo tudo que aquele velho quisesse. Nervosismo por não ter certeza se foi mesmo uma boa ideia. Tenho que admitir que, num cantinho do meu ser, senti ciúmes. Mas, sem dúvida, o que mais passava na minha cabeça era que finalmente tinha entregado minha namorada pra um velho nojento, depois de tanto fantasiar com isso. Fiquei nessa por um tempo, olhando parte da cidade do terraço. Num momento, resolvi dar uma olhada no celular e vi que já tinham passado umas duas horas. Abri o chat com minha namorada, mas ela ainda não tinha lido minha mensagem. Sem dúvida, aquele velho tava aproveitando ela. Lembro que, quando ele se levantou e pegou na mão da minha namorada naquele ônibus, consegui dar uma olhada nele e percebi o físico pobre que ele tinha. Uma barba de náufrago, cabelo saindo das orelhas e do nariz. Ri quando pensei que ele tinha umas tetas iguais às da minha namorada. Minha risada sumiu quando lembrei que já tinha visto aquela visão nojenta das orelhas dele. Teve um momento em que aquele velho horrível virou a cabeça e aproximou da da minha namorada. Como os encostos dos bancos são bem altos, mal percebi o movimento, mas me pareceu que ele tava falando alguma coisa pra Nicole. Mas naquela hora, não dei muita atenção, porque não parecia ser nada. Depois de alguns minutos, me preparei pra pagar o que tinha consumido, mas não sem antes aproveitar a visão deliciosa que a caixa me proporcionava. Ela parecia ter a idade da minha namorada, com um peito de volume parecido. Tinha olhos azuis e eu não parei de olhar ela de cima a baixo, porque, apesar da beleza dos olhos dela, o decote não ficava devendo nada comparado ao da minha namorada com aquele vestido que ela usava hoje. Infelizmente, não tinha mais desculpa pra ficar de pé na frente dela depois de receber o troco do meu pagamento, então não tive escolha a não ser sair de lá, mas não sem antes notar a cara de espanto e raiva daquela jovem caixa. Ao sair daquele restaurante, pude ter uma vista do andar onde eu estava até o primeiro andar do shopping, porque os corredores iam subindo em espiral, deixando no centro do prédio um vazio que era enfeitado com um monumento. Me preparei pra descer pelos corredores em espiral até passar por uma loja conhecida pra mim: era uma sexshop. A gente tinha visitado com a minha namorada uns dias atrás, procurando lubrificante anal pra finalmente, de uma vez por todas, eu ser o cara que ia estrear aquele buraquinho apertado. A gente tinha tentado umas duas vezes, mas, apesar de ela ser bem submissa, tinha medo de fazer só com saliva e os fluidos vaginais dela. Ela queria que fosse com lubrificante e, mesmo eu não aguentando mais esperar pra foder ela daquele jeito, não tive opção a não ser aceitar. O resto do caminho não teve grandes novidades, só peguei o ônibus que me deixasse mais perto de casa. Queria chegar o mais rápido possível. Tava me sentindo meio tonto por causa do álcool e queria tirar uma soneca. Quando cheguei em casa, fui direto pra cama e fiquei lá. Senti meu celular vibrar. Abri os olhos e percebi que já não tinha mais luz natural. — "Que horas são?" — pensei. Peguei meu celular e vi que já eram 9:44 da noite. Imediatamente lembrei do que Isso aconteceu há algumas horas e senti um nervosismo que se refletiu num desconforto no meu estômago. Verifiquei o motivo das vibrações do meu celular. Era ela, minha namorada. Tinha 15 mensagens e, ao abri-las, comecei a ler imediatamente. Também notei que ela estava me enviando um áudio. -Cheguei em casa- dizia ela na primeira mensagem. Ela tinha me mandado às 9:04 PM, então entendi que, mesmo tendo tirado uma soneca, ela tinha acabado de me escrever. Vi o horário em que ela tinha lido minha mensagem e dizia "9:03 PM", então descartei minha teoria de que ela simplesmente tinha esquecido de me avisar que chegou em casa. Ela realmente tinha ficado quase 8 horas isolada de mim. As mensagens seguintes pareciam bem normais, me contando que, ao chegar em casa, a mãe dela tinha preparado lasanha, então ela me mandou uma foto da comida e uns selfies. Ela estava exatamente como eu lembrava de tê-la visto naquele ônibus. Até cheguei a duvidar do que tinha acontecido depois de vê-la pela última vez descendo de mãos dadas com o velho. No entanto, a mensagem seguinte dissipou qualquer dúvida: -Vou te contar tudo o que aconteceu- ela escreveu. E assim fiquei esperando uns minutos até receber o áudio dela. Durava vários minutos e, honestamente, eu não estava com paciência pra esperar muito mais, então comecei a ouvir imediatamente: -Oi, meu amor- ela começou, com uma voz tão suave, mas ao mesmo tempo muito sensual. Nicole: Me desculpa por ter demorado tantas horas pra te responder. Imagino que você tenha muitas perguntas e vou tentar esclarecer todas com esse áudio. A verdade é que estou muito cansada, mas não quero te fazer esperar até amanhã. Só esperei minha família me deixar em paz e já estou no meu quarto. Lembra quando você me disse no ônibus pra encostar meu celular na minha calcinha? A verdade é que, quando fiz isso, fiquei extremamente excitada e, quando você começou com suas ligações, as vibrações me fizeram umedeci e até cheguei a molhar uma pequena parte do aparelho. Quando me levantei do banco e, ao olhar pra você antes de descer, pela cara que você fez, percebi que não tava entendendo o que tava rolando, então imagino que você não sacou o que aconteceu na sua frente. Mas não se preocupa, vou te contar tudo. Depois de falar pro velho o que você mandou (dizer que eu tava sozinha), ele sorriu de um jeito nojento pra caralho. Dava pra ver que ele tinha uma dentadura amarelada e faltava uns dentes. Preciso dizer que isso me fez pensar em levantar e ir até você. Mas, antes de conseguir me levantar, percebi a mão dele indo direto pra minha coxa. Foi um momento tão surreal que eu não soube como reagir e, ao sentir a mão dele tocando a pele da minha coxa, voltei pra aquele estado de tesão que você me deixou por causa das vibrações do meu celular. Não queria deixar aquele velho nojento avançar com os ataques dele, mas lembrei que você tinha falado pra eu deixar ele fazer o que quisesse... e foi o que eu fiz. Ele viu que eu não fazia nada pra impedir, então continuou apalpando minha coxa esquerda e até levantou meu vestido, que, sentada, mal cobria parte das minhas pernas. Teve uma hora que a mão dele não parou e começou a subir pelo meu vestido. Começou a tocar minha barriga enquanto me dava um apertão com a mão direita. Manteve a mão ali por uns segundos até tirar, e eu percebi que ele começava a aproximar o rosto de mim. Não sabia o que aquele velho nojento tava planejando, até que comecei a sentir a mão esquerda dele apalpando meus peitos. Com isso, me distraí e não percebi até que já era tarde demais: senti a língua dele passando na minha orelha esquerda e na minha bochecha. O bafo dele era podre, uma mistura de cigarro com álcool. Não soube o que fazer. Ele apalpava meus peitos de um jeito violento e apertava meus bicos por cima do vestido. Nessa altura, eles já estavam bem duros de tanto apalpar. Comecei a me sentir vulnerável. Mesmo assim, não fiz nada pra parar aquele ataque. Ficava pensando no que passava pela sua cabeça. Imaginava que você tava vendo tudo e que tava adorando, então quis te dar um bom espetáculo, mas depois percebi que tava errada. Você nunca notou o que tava rolando. Num momento, sem ele mandar, virei o rosto pra encostar na língua dele, que tinha babado de um jeito nojento o lado esquerdo da minha cara. Ele sorriu e começou a lamber meus lábios. Nunca tinham feito aquilo de um jeito tão nojento, então não entendia por que ele era assim. Abri a boca e naquela hora praticamente apaguei. Me sentia em êxtase entre o apalpar dos meus peitos e o hálito nojento dele. Começamos a nos beijar de um jeito agressivo e ele mordia meus lábios. Às vezes parava de me beijar pra lamber minhas bochechas de novo e desceu a mão pra começar a mexer na minha entreperna. Foi quando ele puxou minha calcinha pro lado e começou a apalpar meu clitóris que percebi que não tinha mais volta. Queria que ele enfiasse os dedos em mim e deixei isso claro. Abri minhas pernas e ele sorriu de novo, mostrando aquela dentadura estragada por anos de excessos. Quando eu começava a me preparar pra penetração que ia receber, ele se aproximou e me deu uma última lambida no rosto, pra depois sussurrar no meu ouvido: — Gostosa, olha como você me deixou — sussurrou. Depois disso, pegou minha mão direita e levou até a entreperna dele. O que toquei lá parecia descomunal. Era algo muito grande e grosso, como nada que eu tivesse sentido até hoje. — Olha, gostosa, é isso que a gente vai fazer — falando isso, eu só concordei com a cabeça. — Vou descer no próximo ponto e te levar pra minha casa pra gente continuar. Entendeu? — ele disse. De um jeito bem suave, falei que sim, que entendia, enquanto mordia levemente meus lábios. Ele só se deu ao trabalho de sorrir uma última vez pra depois me fazer ficar de pé enquanto ele ficava atrás de mim. O ônibus Ele parou e eu olhei direto nos seus olhos, percebendo o que já tinha te falado antes. Você não tinha notado nada. Hesitei por um segundo pensando no que ia rolar em seguida, mas quando senti o volume daquele velho começando a se esfregar na minha bunda, não pensei duas vezes e desci com ele. Enquanto via o ônibus se afastando, sabendo que você não tinha descido, aquele velho chamou minha atenção pra me levar com ele. — Vem cá, gostosa — e colocou a mão na minha bunda pra começar a apalpar. Começamos a andar e percebi que não conhecia aquele bairro. Parecia bem pobre e não tinha ninguém na rua, o que deixou o velho continuar apalpando minha bunda sem parar. Depois de andar uns metros, paramos no que parecia ser a casa dele e, me segurando pelo braço, ele pegou as chaves, abriu a porta e me puxou pra dentro. Quando minha visão se acostumou com a mudança de luz, comecei a olhar ao redor e notei a imundície que tinha lá dentro, cheio de bitucas de cigarro e latas de cerveja espalhadas pelo chão. Continuava observando o lugar onde aquele velho tinha me metido quando ouvi a porta se fechar. Me virei e olhei nos olhos do velho enquanto sentia ele me devorando com o olhar e segurando o próprio pau por cima da calça. Pensei por um momento em tudo que tinha acontecido hoje, em como tinha deixado aquele velho nojento e obeso me apalpar toda. Olhei ele dos pés à cabeça e, sinceramente, cada segundo extra que eu analisava o corpo dele, mais nojento ele parecia. Foi nessa hora que senti meu celular vibrar. Olhei e vi que era você me mandando mensagem. Não tive tempo de ler o que você tinha enviado, porque entendi o que ia rolar em seguida quando aquele velho nojento e asqueroso começou a andar devagar na minha direção. Ele ia me comer.Dando presente pra minha gostosaContinua...

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