Na minha casa moramos eu e meus pais, e sou filha única. Meu pai e minha mãe trabalham em turnos de manhã e à tarde num hipermercado e, sempre que podem, fazem com que os turnos não coincidam, pra um dos dois ficar em casa comigo. Faziam isso quando eu era pequena e ainda continuam fazendo, mesmo eu já sendo adulta. Nosso apartamento é um pequeno de dois quartos, um banheiro, cozinha e sala. O mais crítico é o banheiro, que temos que dividir, então, muitas vezes, principalmente de manhã cedo, é comum a gente se encontrar lá dentro, enquanto um toma banho e outro faz alguma outra coisa. O bom é que é bem grande, o vaso sanitário fica numa espécie de cantinho que dá pra usar sem ser visto pela outra pessoa que está lá, e entre a pia e o chuveiro tem espaço suficiente pra alguém se secar ao sair do banho sem atrapalhar quem está se barbeando ou penteando na pia. O mais comum é eu ou minha mãe nos encontrarmos com meu pai, porque tanto ela quanto eu passamos mais tempo na frente do espelho, enquanto ele toma banho. Logicamente, todos tentamos ser o mais recatados possível, dadas as circunstâncias, pra não nos olharmos mais do que o necessário. Mas nem sempre dá pra evitar nos vermos pelados uns aos outros quando saímos do banho pra nos secar com a toalha, que, claro, ficam penduradas fora do chuveiro. Isso entre mim e minha mãe acontece com muita frequência, porque, como somos duas mulheres, não fazemos questão de evitar, então ambas estamos acostumadas a nos ver completamente peladas, sem problema nenhum, e até, quando nos encontramos, uma ajuda a outra a passar creme nas costas. Meus pais também não têm problema em se verem pelados, como é natural, então o único problema real é quando eu e meu pai nos encontramos, principalmente desde que fiquei mais velha. Agora, com 20 anos, a gente tentava se encontrar o mínimo possível, só quando era absolutamente necessário. Mas digo que a gente tentava não se encontrar, porque, ultimamente, há alguns dias, a gente fazia tudo ao contrário. Como se a gente tivesse combinado, tanto meu pai quanto eu, não só paramos de evitar nos encontrar no banheiro, como também aproveitávamos qualquer oportunidade que aparecia pra gente se trombar, principalmente quando a gente tava sozinho, porque minha mãe tava trabalhando. Pra mim, tudo mudou desde um dia que, quando entrei pra colocar umas toalhas limpas, coincidiu do meu pai sair do banho naquele momento e eu vi ele completamente pelado. Foi só por uns segundos, porque larguei as toalhas, pedi desculpa e saí voando do banheiro. Mas naqueles segundos foi inevitável cravar meus olhos nos atributos masculinos dele, que era o que mais se destacava no corpo dele. E, apesar de, claro, a rola dele estar mole, era grande o suficiente pra chamar minha atenção. Na real, eu só vi a moita de pelo preto e um baita volume pendurado embaixo. Essa visão me deu uma espécie de tesão e, principalmente, muito tesão, e foi esse tesão que me criou a necessidade de ver de novo, mas com mais detalhe. E assim comecei a aproveitar toda vez que meu pai entrava no banho, pra assim que ouvia o barulho da água parar, entrar com qualquer desculpa e tentar pegar meu pai pelado. Nas duas primeiras vezes que fiz isso, meu pai tentou se cobrir na hora, por puro pudor, e eu não conseguia ver quase nada. Mas na terceira vez, parece que meu pai tinha chegado à conclusão de que não podia ser coincidência eu entrar tão seguido quando ele tava tomando banho, então naquele dia, ele nem tentou mais se cobrir, continuou secando a cabeça e o rosto com a toalha, deixando os atributos dele totalmente visíveis e, como parece que a situação também tinha dado um tesão nele, a rola dele não tava mais totalmente mole, tava meia-bomba. E, embora eu, ao ver aquilo de forma tão explícita, tenha ficado nervosa e só olhado por alguns segundos, antes de pedir desculpa, como sempre fazia, e sair disparada do banheiro, esses segundos foram suficientes para ver que meu pai era muito bem dotado e que, quando tivesse a pica dura, devia ter um tamanho maior que o normal. Aquele dia foi, sem dúvida, o ponto de virada entre eu e meu pai, porque eu já estava decidida que, no próximo dia em que o pegasse nu, não ia me acanhar e ia olhar o tempo necessário para ver tudo direitinho. E meu pai, por sua vez, parecia ter pensado mais ou menos a mesma coisa, porque no dia seguinte, quando nos encontramos da mesma forma que da última vez, ele estava me esperando e, quando entrei, estava com a pica totalmente dura, apontando para o teto, e os dois enormes testículos pendurados. Eu, embora fosse decidida a ver tudo direitinho, ao vê-lo assim, quase saí disparada, mas em questão de segundos entendi que, se meu pai estava daquele jeito, não era por acaso, então isso me segurou e fiquei olhando aquilo com a boca aberta de surpresa. A pica dele era enorme, tinha a glande totalmente para fora, vermelha e brilhante, e os testículos... Uff. Por um momento, parei de olhar para baixo e olhei para o rosto do meu pai. Ele estava me olhando com um sorriso de satisfação, porque parecia que eu estava fazendo exatamente o que ele imaginou que eu faria. Eu tinha ficado parada ali, e meu pai também, em nenhum momento ele fez o menor gesto de surpresa, nem tentou se cobrir ou se virar, então finalmente reagi, pedi desculpa como sempre fazia e saí do banheiro totalmente excitada. Meus hormônios estavam completamente alvoroçados e minha cabeça, uma bagunça... Os atributos do meu pai tinham me causado um forte impacto, eu já tinha transado com três homens diferentes e, com certeza, nenhum deles tinha uma pica como a do meu pai, nem de longe, ou pelo menos essa era a conclusão que eu tinha naquele momento na minha mente quente. Porra!! Tava pensando na pica do meu pai como se quisesse chupar ela… E aí parei pra pensar um pouco mais calma… Porra!! Era meu pai!! E pensei que, de jeito nenhum, eu podia transar com meu pai e, além disso, logicamente ele também não ia querer transar com a filha dele. Fiquei com a ideia de que nós dois só tínhamos sentido curiosidade, eu de ver ele e ele de ver minha reação, tipo, tinha sido uma espécie de jogo, meio pesado, mas um jogo, no fim das contas. Mas não demorou muito pra eu descobrir como é perigoso brincar com fogo. Sim, ele era meu pai e eu era filha dele, mas também éramos um homem e uma mulher, eram três horas da tarde, minha mãe tava no turno da tarde e não voltava até as dez da noite, então a gente ia ficar sozinho, eu e meu pai, por 7 horas. Todas essas circunstâncias foram o que tornou possível que acontecesse o que aconteceu. Tava no verão e fazia muito calor, achei que isso justificava meu pai ter tomado um banho depois do almoço, mas, depois do que rolou, ficou claro que meu pai tinha armado uma armadilha pra mim e eu caí nela, sem ser totalmente consciente no começo, porque depois, conforme os acontecimentos foram rolando, eu entrei na brincadeira já totalmente consciente do que ia acontecer. Tava sentada na mesa da sala, mexendo no meu notebook, quando vi meu pai chegar, ele veio com os shorts que usa em casa e uma camiseta larga. Não consegui evitar de olhar pra entreperna dele e dava pra ver um volume enorme, sinal de que ele ainda tava de pau duro. Isso já me deixou alerta, então, quando ele sentou na mesa, na minha frente, não me causou nenhuma surpresa, mesmo ele, nessas situações, sempre sentar no sofá, achei que ele queria falar comigo. E foi isso, a conversa foi a seguinte: – Olha, querida, podemos ter uma conversa de adultos? – Claro, pai, nós dois somos adultos, né? Então, se a gente vai conversar, vai ser entre adultos – Ok, beleza, então a pergunta é: Você gostou do que viu? – Não sei do que você tá falando, pai… – Tô falando daquilo que você passou vários dias tentando ver e que hoje, finalmente, deixei você olhar à vontade. – Bom, se eu vi foi porque você quis que eu visse, por isso me esperou pelado pra eu entrar no banheiro. – Claro, eu sabia que você queria ver e simplesmente te dei esse gosto. – Então muito obrigada por satisfazer minha curiosidade. – De nada, querida, e é como você imaginava? – Não, é bem maior do que eu imaginava. – E isso te agrada ou te desagrada? – Bom, nem uma coisa nem outra, só que me surpreendeu. – Não fica brava com o que vou perguntar, mas eu já sei, porque você conta pra sua mãe e ela me conta, que já transou com vários namorados, e a pergunta é: algum deles tinha uma tão grande ou maior que a minha? – Hahaha, que perguntinha, pai, pelo amor, sou sua filha e essas coisas eu converso com a mãe de mulher pra mulher, mas não acho que sejam adequadas pra falar com meu pai. – E por que não? É só uma pergunta, por pura curiosidade. – Tááá bom, vou satisfazer seu ego, sem ter visto direito de perto, acho que a sua é bem maior que a de qualquer um deles, e com certeza não tenho dúvida nenhuma de que seus ovos são muito mais grossos que todos que já vi. Satisfeito? – Sim, muito satisfeito. Você gostaria de ver mais de perto e até tocar? – Mas o que você tá dizendo? Paiii, sou sua filha, você ficou louco? – Bom, não fica brava, é que como você disse que não viu direito, pra mim não tem problema nenhum te mostrar, afinal, como você mesma disse, é minha filha e estamos à vontade. – Sim, claro, mas tem linhas vermelhas que um pai e uma filha não devem cruzar, por mais à vontade que estejam. E sabe o que te digo? Que vou deitar um pouco no meu quarto. pra descansar. – Acho ótimo, querido.
Levantei e fui pro meu quarto. Sem dúvida, meu pai devia ter percebido que meu rosto tava completamente vermelho, porque eu sentia um calorão nele. A conversa com meu pai tinha me deixado duas coisas claras: a primeira era que ele tinha armado tudo aquilo pra ver minha reação, porque tava considerando a possibilidade de transar comigo; e a segunda, a mais surpreendente pra mim, era que eu, depois de ver tudo aquilo, também tava considerando a possibilidade de transar com meu pai, porque já não conseguia evitar a vontade de tocar no pau e nos ovos dele com minhas mãos e, já que tava nessa, sentir ele dentro da minha boca e da minha buceta, que, aliás, tava bem molhada, de tão excitada que fiquei com a conversa que tivemos.
Com esses pensamentos, quando cheguei no meu quarto, tava convencida de que meu pai ia continuar com o “jogo” dele, então dependia de mim os dois conseguirem o que eu tinha certeza de que ambos queriam que acontecesse. Então, sem hesitar, me despi completamente, me meti na cama e me cobri com o lençol. Da minha parte, fiz o que tinha que fazer pra que o “jogo” pudesse continuar. Agora tudo dependia de se meu pai tava na mesma vibe que eu achava que ele tava.
A primeira coisa que tinha que acontecer era ele vir pro meu quarto; a segunda, levantar o lençol e ver que eu tava nua; e isso já seria algo definitivo pra ele se atrever a cruzar a linha vermelha e a gente consumar o que os dois estavam morrendo de vontade de consumar. E… tudo aconteceu exatamente assim…
Meu pai entrou no quarto, se aproximou da cama, levantou o lençol e, quando viu que eu tava nua, se despiu também e se deitou do meu lado, fazendo colherzinha, já que eu tava deitada do lado esquerdo. Sem dizer nada, ele pegou minha mão direita e a levou até o pau dele. Uff! Eu segurei o pau dele, tava bem duro e bem quente, e meu corpo inteiro tremeu. Meu pai aproximou a boca da minha orelha e sussurrou: – Você gostou? Eu, engolindo saliva, respondi: – Sim. Então, enquanto com uma das mãos ele segurava um dos meus peitos, sussurrou: – Você gostaria de ter ele dentro de você? Eu, com a boca seca e a buceta escorrendo de tesão, respondi: – Sim. Aí meu pai tomou o controle, se levantou, foi para a parte de baixo da cama, abriu minhas pernas, dobrou meus joelhos e por um momento vi ele olhando minha buceta, depois baixou a cabeça e começou a me lamber, abrindo com os dedos pra meter a língua dentro… Uff. Não demorou muito pra eu ter meu primeiro orgasmo e encher a boca do meu pai com minha porra gostosa. Ele chupou e engoliu tudo, depois se ajoelhou, abriu ainda mais minhas pernas, pegou o pau dele com uma mão, esfregou bem esfregado na entrada da minha buceta e, quando encaixou a cabeça, enfiou tudo pra dentro… Eu soltei um grito de prazer ao sentir aquilo tudo dentro da minha boceta… Uff. Meu pai começou a me foder naquela posição, enquanto com as duas mãos massageava meus peitos e beliscava meus bicos. Depois aproximou a boca da minha e meteu a língua dentro, e eu a minha dentro da dele, e fizemos uma troca de saliva gostosa. Meu pai estava me dando a melhor foda que eu já tinha levado na vida, e ainda era meu pai, e ainda tinha o pau enorme dele dentro de mim… Uff. Isso já era demais pra mim, explodi num novo orgasmo escandaloso e comecei a gritar, sem nenhum controle: – Ahahah… Que gostosoooo… Papai… Assim… Assim… Me fode… Continua me fodendo asssim… Meu pai, sentindo as contrações da minha boceta no pau dele e me ouvindo falar essas coisas, bem acelerado disse: – Vou gozar, amor… Posso gozar dentro? E antes que eu tivesse tempo de responder, comecei a sentir o calor do sêmen dele inundando meu útero e entre gemidos de prazer respondi: – Siiiiim… Papai… Goza dentro da buceta da sua filhinha… Ahahah… Siiiiim… Siiiiim. E olha se ele gozou, as bolas grossas dele eles não paravam de jorrar porra e mais porra no fundo do meu corpo... Quente... Muito quente... Uffff Quando nós dois terminamos de gozar, meu pai se deitou ao meu lado e, entre ofegantes, me disse brincando. – Bom, querida, agora que você já viu ele tão de perto, que teve ele inteirinho dentro de você, já deu pra conferir o tamanho e fazer comparações. Eu entrando na brincadeira respondi: – Kkkkk, pois é, agora sim posso te dizer sem dúvida nenhuma que seu pau é o maior que já tive dentro da minha buceta e, além disso, quero que saiba que desde o primeiro dia que vi ele de passagem, não parei até conseguir que você metesse ele em mim... Kkkkk – Isso eu já sei e por isso fiz tudo o que fiz, porque tinha certeza de que você queria ele dentro de você e eu estava louco pra meter ele em você... Kkkkk Bom, chega de conversa, fica de quatro que vou te foder como se você fosse minha putinha. E dito e feito, fiquei de quatro e meu pai me deu mais uma fodida incrível... Ufff Eu gozei mais duas vezes, antes que ele gozasse de novo dentro da minha buceta... Descansamos mais um pouco e aí falei pro meu pai: – Bom, papai, a verdade é que de pé duro eu não vi direito, medi ele com minha buceta, mas de pé duro não vi ele, então agora, se você quiser, vou te fazer um boquete, pra ver ele bem, saborear com minha boca e engolir a porra que ainda tiver nos seus testículos. O que você acha? – Kkkkk, acho ótimo, querida, mas antes me diz uma coisa, suponho que você tenha experiência em chupar, mas já te foderam pela boca alguma vez? Porque não é a mesma coisa chupar do que ser fodida pela boca. – Então não, papai, nunca fui fodida pela boca, só chupei mesmo e, sim, engoli a porra sem problema. – Quer tentar? – Vale, tentar não custa nada e vai ser uma experiência nova pra mim e... Aliás, você já fodeu a mamãe pela boca? – Então não, na verdade pra mim também vai ser uma experiência nova. porque nunca transei com ninguém pela boca. – E então, por que você quer fazer isso comigo? É perigoso? – Olha, querida, me veio essa ideia porque como entre nós tudo é novo, queria aproveitar pra viver essa experiência com você, mas se você não quiser, sem problema, me faz um boquete e pronto. – Não, agora fiquei curiosa e quero que a gente viva essa experiência juntos, afinal, não vou ter a chance de fazer isso com ninguém que me dê mais confiança do que você, já que sei que você nunca me machucaria. – Claro que não vou te machucar, no menor sinal de problema a gente para e pronto. – Combinado então, papai, vamos nessa. Como você quer que eu fique? – Olha, querida, como é a primeira vez pra nós dois, o melhor é a posição mais confortável e com menos risco caso você engasgue. Senta na beirada da cama e eu vou ficar de pé na sua frente. Vou começar a colocar devagar, até entrar na sua garganta e a gente ver que você respira sem problema. No menor sinal de sufoco, eu tiro e paramos. Depois, quando a gente ver que tá tudo bem, eu começo a te foder, como se tivesse enfiado na sua buceta, ok? – Ok, papai... Nossa... Que nervosa que eu tô. – Vamos, relaxa e bora nessa. A gente se posicionou como meu pai tinha dito e nessa posição o pau dele ficava bem na altura da minha boca, então eu peguei o pau dele e agora sim, agora eu podia ver ele bem de perto, comecei a chupar a cabeça que era enorme, de um vermelho brilhante, e quando eu tinha ele bem babado, eu mesma comecei a enfiar cada vez mais pra dentro. Tive que tentar várias vezes, porque não direcionava direito e me dava sufoco, eu tossia e meu pai falava pra pararmos, mas eu não queria desistir, então continuei tentando, até que finalmente consegui fazer entrar no lugar certo e vi com muita alegria que ele ia entrando todo sem problema. Claro, meus olhos lacrimejavam, mas isso não era problema nenhum, então meu pai já continuou enfiando até as bolas baterem no meu queixo… Uff, não conseguia acreditar, tinha o pauzão inteiro do meu pai dentro da minha garganta, tipo, o que eu tinha lido que era fazer um “boquete profundo”. Claro, eu não podia falar nada, então meu pai, vendo que tava tudo bem, segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a se mexer, primeiro devagar e depois foi acelerando aos poucos, até acabar fudendo minha boca e minha garganta. É claro que o prazer que eu sentia era puramente psicológico, já que pela garganta não rola nenhum estímulo sexual, mas o tesão de ter o pau inteiro do meu pai dentro da minha garganta me dava uma satisfação enorme e um tipo de prazer muito especial. Mas pro meu pai o prazer devia ser físico, porque pra ele era como se tivesse me fodendo pela buceta, mas também psicológico, porque ver a cara da filha com o pau inteiro dentro da boca dele devia ser algo realmente impressionante. Como meu pai não queria me machucar e aquilo tinha sido só um teste, ele não quis abusar da sorte, então tirou o pau, começou a bater uma bem rápido e gozou na minha cara e na minha boca. Eu peguei a cabeça do pau dele com meus lábios e chupei as últimas gotas de porra, e depois juntei com os dedos toda a porra que tinha no meu rosto e fui chupando também. Aí, foi quando já bem cansados os dois, decidimos parar e enquanto descansávamos eu falei pro meu pai: – Olha, pai, você já gozou duas vezes dentro da minha buceta, ou seja, se eu não tomasse algum tipo de anticoncepcional, você podia ter me engravidado. Você gostaria de me engravidar e ter um filho com a sua filha? Um netinho? Kkkk Meu pai respondeu, entrando na brincadeira: – Kkkk, olha, isso sim que seria uma experiência e tanto kkkk Aí eu continuei: – Então sabe de uma coisa? Como eu imagino que de agora em diante vamos continuar fodendo sempre que der, vou pensar bem nessa história de gravidez e se eu decidir engravidar, vou parar de tomar a pílula anticoncepcional, mas não vou te contar nada. E assim, de agora em diante, toda vez que você gozar dentro da buceta da sua filha, pode pensar que está me engravidando naquele exato momento, o que imagino que vai te dar um tesão extra… Kkkk – kkkk, olha que você é safada, mas por mim tudo bem, porque só de pensar em te pelar já estou louco. E olha se não, porque meu pai pulou em cima de mim, meteu sem nenhuma preliminar e começou a me foder como se não houvesse amanhã, dizendo: – Vou te engravidar de qualquer jeito, então pode parar de tomar essa merda de pílula… ================================ Se vocês têm algum tipo de relação incestuosa, podem contar nos comentários
Levantei e fui pro meu quarto. Sem dúvida, meu pai devia ter percebido que meu rosto tava completamente vermelho, porque eu sentia um calorão nele. A conversa com meu pai tinha me deixado duas coisas claras: a primeira era que ele tinha armado tudo aquilo pra ver minha reação, porque tava considerando a possibilidade de transar comigo; e a segunda, a mais surpreendente pra mim, era que eu, depois de ver tudo aquilo, também tava considerando a possibilidade de transar com meu pai, porque já não conseguia evitar a vontade de tocar no pau e nos ovos dele com minhas mãos e, já que tava nessa, sentir ele dentro da minha boca e da minha buceta, que, aliás, tava bem molhada, de tão excitada que fiquei com a conversa que tivemos.
Com esses pensamentos, quando cheguei no meu quarto, tava convencida de que meu pai ia continuar com o “jogo” dele, então dependia de mim os dois conseguirem o que eu tinha certeza de que ambos queriam que acontecesse. Então, sem hesitar, me despi completamente, me meti na cama e me cobri com o lençol. Da minha parte, fiz o que tinha que fazer pra que o “jogo” pudesse continuar. Agora tudo dependia de se meu pai tava na mesma vibe que eu achava que ele tava.
A primeira coisa que tinha que acontecer era ele vir pro meu quarto; a segunda, levantar o lençol e ver que eu tava nua; e isso já seria algo definitivo pra ele se atrever a cruzar a linha vermelha e a gente consumar o que os dois estavam morrendo de vontade de consumar. E… tudo aconteceu exatamente assim…
Meu pai entrou no quarto, se aproximou da cama, levantou o lençol e, quando viu que eu tava nua, se despiu também e se deitou do meu lado, fazendo colherzinha, já que eu tava deitada do lado esquerdo. Sem dizer nada, ele pegou minha mão direita e a levou até o pau dele. Uff! Eu segurei o pau dele, tava bem duro e bem quente, e meu corpo inteiro tremeu. Meu pai aproximou a boca da minha orelha e sussurrou: – Você gostou? Eu, engolindo saliva, respondi: – Sim. Então, enquanto com uma das mãos ele segurava um dos meus peitos, sussurrou: – Você gostaria de ter ele dentro de você? Eu, com a boca seca e a buceta escorrendo de tesão, respondi: – Sim. Aí meu pai tomou o controle, se levantou, foi para a parte de baixo da cama, abriu minhas pernas, dobrou meus joelhos e por um momento vi ele olhando minha buceta, depois baixou a cabeça e começou a me lamber, abrindo com os dedos pra meter a língua dentro… Uff. Não demorou muito pra eu ter meu primeiro orgasmo e encher a boca do meu pai com minha porra gostosa. Ele chupou e engoliu tudo, depois se ajoelhou, abriu ainda mais minhas pernas, pegou o pau dele com uma mão, esfregou bem esfregado na entrada da minha buceta e, quando encaixou a cabeça, enfiou tudo pra dentro… Eu soltei um grito de prazer ao sentir aquilo tudo dentro da minha boceta… Uff. Meu pai começou a me foder naquela posição, enquanto com as duas mãos massageava meus peitos e beliscava meus bicos. Depois aproximou a boca da minha e meteu a língua dentro, e eu a minha dentro da dele, e fizemos uma troca de saliva gostosa. Meu pai estava me dando a melhor foda que eu já tinha levado na vida, e ainda era meu pai, e ainda tinha o pau enorme dele dentro de mim… Uff. Isso já era demais pra mim, explodi num novo orgasmo escandaloso e comecei a gritar, sem nenhum controle: – Ahahah… Que gostosoooo… Papai… Assim… Assim… Me fode… Continua me fodendo asssim… Meu pai, sentindo as contrações da minha boceta no pau dele e me ouvindo falar essas coisas, bem acelerado disse: – Vou gozar, amor… Posso gozar dentro? E antes que eu tivesse tempo de responder, comecei a sentir o calor do sêmen dele inundando meu útero e entre gemidos de prazer respondi: – Siiiiim… Papai… Goza dentro da buceta da sua filhinha… Ahahah… Siiiiim… Siiiiim. E olha se ele gozou, as bolas grossas dele eles não paravam de jorrar porra e mais porra no fundo do meu corpo... Quente... Muito quente... Uffff Quando nós dois terminamos de gozar, meu pai se deitou ao meu lado e, entre ofegantes, me disse brincando. – Bom, querida, agora que você já viu ele tão de perto, que teve ele inteirinho dentro de você, já deu pra conferir o tamanho e fazer comparações. Eu entrando na brincadeira respondi: – Kkkkk, pois é, agora sim posso te dizer sem dúvida nenhuma que seu pau é o maior que já tive dentro da minha buceta e, além disso, quero que saiba que desde o primeiro dia que vi ele de passagem, não parei até conseguir que você metesse ele em mim... Kkkkk – Isso eu já sei e por isso fiz tudo o que fiz, porque tinha certeza de que você queria ele dentro de você e eu estava louco pra meter ele em você... Kkkkk Bom, chega de conversa, fica de quatro que vou te foder como se você fosse minha putinha. E dito e feito, fiquei de quatro e meu pai me deu mais uma fodida incrível... Ufff Eu gozei mais duas vezes, antes que ele gozasse de novo dentro da minha buceta... Descansamos mais um pouco e aí falei pro meu pai: – Bom, papai, a verdade é que de pé duro eu não vi direito, medi ele com minha buceta, mas de pé duro não vi ele, então agora, se você quiser, vou te fazer um boquete, pra ver ele bem, saborear com minha boca e engolir a porra que ainda tiver nos seus testículos. O que você acha? – Kkkkk, acho ótimo, querida, mas antes me diz uma coisa, suponho que você tenha experiência em chupar, mas já te foderam pela boca alguma vez? Porque não é a mesma coisa chupar do que ser fodida pela boca. – Então não, papai, nunca fui fodida pela boca, só chupei mesmo e, sim, engoli a porra sem problema. – Quer tentar? – Vale, tentar não custa nada e vai ser uma experiência nova pra mim e... Aliás, você já fodeu a mamãe pela boca? – Então não, na verdade pra mim também vai ser uma experiência nova. porque nunca transei com ninguém pela boca. – E então, por que você quer fazer isso comigo? É perigoso? – Olha, querida, me veio essa ideia porque como entre nós tudo é novo, queria aproveitar pra viver essa experiência com você, mas se você não quiser, sem problema, me faz um boquete e pronto. – Não, agora fiquei curiosa e quero que a gente viva essa experiência juntos, afinal, não vou ter a chance de fazer isso com ninguém que me dê mais confiança do que você, já que sei que você nunca me machucaria. – Claro que não vou te machucar, no menor sinal de problema a gente para e pronto. – Combinado então, papai, vamos nessa. Como você quer que eu fique? – Olha, querida, como é a primeira vez pra nós dois, o melhor é a posição mais confortável e com menos risco caso você engasgue. Senta na beirada da cama e eu vou ficar de pé na sua frente. Vou começar a colocar devagar, até entrar na sua garganta e a gente ver que você respira sem problema. No menor sinal de sufoco, eu tiro e paramos. Depois, quando a gente ver que tá tudo bem, eu começo a te foder, como se tivesse enfiado na sua buceta, ok? – Ok, papai... Nossa... Que nervosa que eu tô. – Vamos, relaxa e bora nessa. A gente se posicionou como meu pai tinha dito e nessa posição o pau dele ficava bem na altura da minha boca, então eu peguei o pau dele e agora sim, agora eu podia ver ele bem de perto, comecei a chupar a cabeça que era enorme, de um vermelho brilhante, e quando eu tinha ele bem babado, eu mesma comecei a enfiar cada vez mais pra dentro. Tive que tentar várias vezes, porque não direcionava direito e me dava sufoco, eu tossia e meu pai falava pra pararmos, mas eu não queria desistir, então continuei tentando, até que finalmente consegui fazer entrar no lugar certo e vi com muita alegria que ele ia entrando todo sem problema. Claro, meus olhos lacrimejavam, mas isso não era problema nenhum, então meu pai já continuou enfiando até as bolas baterem no meu queixo… Uff, não conseguia acreditar, tinha o pauzão inteiro do meu pai dentro da minha garganta, tipo, o que eu tinha lido que era fazer um “boquete profundo”. Claro, eu não podia falar nada, então meu pai, vendo que tava tudo bem, segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a se mexer, primeiro devagar e depois foi acelerando aos poucos, até acabar fudendo minha boca e minha garganta. É claro que o prazer que eu sentia era puramente psicológico, já que pela garganta não rola nenhum estímulo sexual, mas o tesão de ter o pau inteiro do meu pai dentro da minha garganta me dava uma satisfação enorme e um tipo de prazer muito especial. Mas pro meu pai o prazer devia ser físico, porque pra ele era como se tivesse me fodendo pela buceta, mas também psicológico, porque ver a cara da filha com o pau inteiro dentro da boca dele devia ser algo realmente impressionante. Como meu pai não queria me machucar e aquilo tinha sido só um teste, ele não quis abusar da sorte, então tirou o pau, começou a bater uma bem rápido e gozou na minha cara e na minha boca. Eu peguei a cabeça do pau dele com meus lábios e chupei as últimas gotas de porra, e depois juntei com os dedos toda a porra que tinha no meu rosto e fui chupando também. Aí, foi quando já bem cansados os dois, decidimos parar e enquanto descansávamos eu falei pro meu pai: – Olha, pai, você já gozou duas vezes dentro da minha buceta, ou seja, se eu não tomasse algum tipo de anticoncepcional, você podia ter me engravidado. Você gostaria de me engravidar e ter um filho com a sua filha? Um netinho? Kkkk Meu pai respondeu, entrando na brincadeira: – Kkkk, olha, isso sim que seria uma experiência e tanto kkkk Aí eu continuei: – Então sabe de uma coisa? Como eu imagino que de agora em diante vamos continuar fodendo sempre que der, vou pensar bem nessa história de gravidez e se eu decidir engravidar, vou parar de tomar a pílula anticoncepcional, mas não vou te contar nada. E assim, de agora em diante, toda vez que você gozar dentro da buceta da sua filha, pode pensar que está me engravidando naquele exato momento, o que imagino que vai te dar um tesão extra… Kkkk – kkkk, olha que você é safada, mas por mim tudo bem, porque só de pensar em te pelar já estou louco. E olha se não, porque meu pai pulou em cima de mim, meteu sem nenhuma preliminar e começou a me foder como se não houvesse amanhã, dizendo: – Vou te engravidar de qualquer jeito, então pode parar de tomar essa merda de pílula… ================================ Se vocês têm algum tipo de relação incestuosa, podem contar nos comentários
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