Presenteando minha Gostosa

Esta história não é de minha autoria, mas eu gostei. Estava esperando por ela com muita ansiedade. A gente tinha combinado de se encontrar às 13h a algumas ruas da casa dela pra pegar o bus que ia nos levar direto pro shopping. Tava fazendo um calor danado, então eu tava com uma roupa bem normal: camiseta e shorts. Mas sabia que ia valer a pena, porque a Nicole, minha namorada, em dias quentes costuma escolher vestidos que deixam ela muito gostosa, mesmo sendo bem simples. Enquanto esperava, ficava mexendo no celular. Ela tinha me mandado uma mensagem avisando que chegaria em alguns minutos. Ao mesmo tempo, passaram na minha frente umas minas com uns vestidos minúsculos. Uma me chamou a atenção em especial: tinha uma cabeleira ruiva e dava pra ver um decote bem pronunciado. Só olhei de relance umas duas vezes antes delas passarem, e aí fiquei de olho na rabeta delas, que não era nada mal. Pra ser sincero, isso me deixou meio excitado. Fiquei pensando em como as minas eram gostosas até que uma mão tocou meu ombro. — Oi, meu amor — disse uma voz que reconheci na hora. — Oi, gostosa — respondi, pegando a mão dela e olhando ela dos pés à cabeça. A primeira coisa que notei foram as sandálias dela, depois fui subindo pelas pernas até chegar na barra do vestido. Pra ser sincero, ela tava com um bem curto, mas pra mim isso era ainda melhor. Sempre que saíamos, adorava a ideia de mostrá-la em público e de me verem junto com uma preciosidade como ela. Quando meus olhos chegaram nos peitos dela, percebi que ela não tava usando sutiã, como eu tinha dito no dia anterior. Sorri enquanto lembrava da época em que comecei a seduzi-la uns meses atrás. Ela me repetiu várias vezes que não era o tipo de mulher que faz tudo que um homem manda, mas a verdade é que em assuntos que envolviam, nem que fosse minimamente, sexo, ela podia ser bem submissa. Reparei, como sempre, no quanto sugestivo que dava pra ver os peitos dela. Não eram enormes, mas eram grandes o suficiente pra dar uma punheta com eles. Ela tinha escolhido um vestido bem sugestivo mesmo, porque o decote mostrava 1/3 dos peitos dela. Era só mexer o vestido uns dois centímetros e os biquinhos lindos dela já iam começar a aparecer. Ela ficou vermelha na hora, porque era óbvio que eu tava comendo ela com os olhos, mas também sabia que ela adorava se sentir desejada. — Tá gostando do que vê? — ela me perguntou. — Você sabe a resposta — eu respondi. Ela sorriu e me olhou com uns olhos bem safados. — Vamos embora? — ela disse. — Claro que sim, bora — eu respondi. A gente andou uns metros até chegar no ponto de ônibus e viu lá longe que ele já vinha. Quando o ônibus chegou, a gente subiu e ela foi lá pra trás enquanto eu pagava pelos dois, porque sempre gostava de gastar as moedas soltas pra não acumular. Me virei e comecei a procurar ela com o olhar, e vi que tinha ido até a penúltima fileira de assentos, que ficava paralela à porta de trás e só tinha dois lugares. Infelizmente pra mim, o ônibus só tinha dois assentos vagos pra Nicole e pra mim, e não eram um do lado do outro. Percebi que o assento livre tava bem na frente da minha mina, então fui pelo corredor e sentei. Antes de sentar, reparei na pessoa que tava sentada do lado dela. Era um velho gordo que ocupava parte do banco da minha namorada e ficava olhando fixo pela janela pra fora. — Que sufoco com esse calor — minha mina falou bem na hora que eu ia sentar na frente dela, de costas pra ela. Só olhei pra ela e não respondi. A última coisa que reparei foi de novo no decote da minha namorada, seguido pelo velho que já não olhava mais pela janela. Com certeza tinha ouvido a voz dela e se virado ao perceber que dessa vez tinha dado sorte, porque ia parar de olhar pela janela pra... ter algo melhor pra olhar. Passaram-se uns minutos até sentir meu celular vibrar. Liguei a tela e vi que a mensagem era da minha namorada, o que me surpreendeu. Quando abri, fiquei chocado com o que li: — "Não sei se é impressão minha, mas tô sentindo que o velho do meu lado não para de me olhar", seguido de um emoji pensativo. — Não me surpreende, do jeito que você é gostosa — respondi, seguido de dois emojis de melão. — Idiota, só tô fazendo isso porque você pediu — ela disse, se referindo ao meu pedido pra ela não usar sutiã. Ela tava falando a verdade, mas eu sabia que tinha um lado putinha dentro dela. E sempre curti tirar esse lado escondido que minhas namoradas às vezes têm. Principalmente o de se mostrar mais. Vestir de forma mais sensual e adicionar umas palavras obscenas na conversa que, saindo da boquinha gostosa dela, me deixam louco. Não respondi e esperei ela falar mais alguma coisa. A real é que sempre fui tarado. Sempre com a fantasia de compartilhar minha namorada, principalmente com alguém mais velho que, se não fosse pelo meu desejo, nunca teria acesso a alguém como a Nicole, ou pelo menos era o que eu pensava. Embora eu seja uma pessoa que sente ciúmes, gosto de dar um tesão na relação e incentivar minha namorada a ir cada vez mais longe. A mensagem não demorou. Como se ela tivesse esperando uma resposta de vida ou morte, rapidamente chequei o que dizia: — "Você vai vir me salvar?" — acompanhado de um emoji de anjo. — Não tenho certeza se é isso que você quer — respondi. Tentando ver até onde ela seria capaz de ir. Além disso, minha intenção era ir junto com ela no ônibus, esquentando ela, pra depois continuar no shopping e depois levar pra minha casa, e apesar de meus planos terem mudado, consegui algo ainda melhor. Uma oportunidade. — "Também não acha que eu adoro ser olhada desse jeito tão óbvio, meu amor" — Depois de ler a mensagem dela, fiquei com uma curiosidade imensa. Quão óbvio aquele velho tava olhando pra ela? Definitivamente queria ver sem ser tão na cara, então desviei meu olhar pra Voltei pelo corredor e vi que já tinham descido algumas pessoas da última fileira de assentos. Sem esperar mais, me levantei e fui devagar pra trás, mas antes dei uma olhada no que tava rolando atrás de mim. Minha namorada olhava pela janela pro horizonte com o celular na mão, enquanto o velho encarava ela dos pés à cabeça de um jeito bem óbvio e tarado. Não demorei mais que uns segundos pra chegar no meu novo assento, que ficava bem atrás deles. Na hora mandei uma mensagem pra minha namorada. — Que vista boa ele tem das suas tetas e das suas pernas — escrevi. — Pois não por muito tempo, já que vejo que aí atrás tem espaço pra mim — respondeu. Claramente eu queria continuar esse jogo, então segui a conversa. — Então eu quero que você fique aí onde está — mandei, colocando um emoji de beijo. — Tá falando sério? Porque acho que ele não sabe que você tá comigo. Então duvido que não tente fazer alguma coisa — disse ela. — Achei que você preferiria sua namorada abrindo as pernas pra você — completou. Aquilo me fez pensar que ela tava me chamando pra provocar, então não hesitei. — Pode abrir elas agora, se quiser — Ela não respondeu. Só me inclinei no corredor e vi que a perna direita dela começou a aparecer. Como não tinha ninguém sentado do meu lado, e o assento da minha namorada ficava paralelo à porta, não tinha ninguém que pudesse me ver ou ver o novo casalzinho na minha frente, então estiquei a mão e comecei a acariciar o lado do corpo dela, tentando que o velho não percebesse. Ela deu um pulinho, mas bem leve, então o velho aparentemente não notou. Eu passava a mão desde o começo das coxas dela até o lado dos peitos. Ia adorar ver se os biquinhos dela tavam durinhos, mas não queria ser tão óbvio e o velho sacar. Fiquei nessa por uns minutos, percebia que minha namorada mexia as pernas e mantinha as mãos na buceta com o celular. Isso me deu uma ideia, então... que mandei uma mensagem pra ela: -Vai fazer o que eu mandar, meu amor?- -Sim- ela respondeu. -Você não tem ideia da vontade que tô de te foder agora- falei. -Quero que você mantenha seu celular encostado na sua calcinha. Vou começar a te ligar pelo whats, então garante que o telefone tá no vibrador- ordenei. -Ok-. Quando percebi pelo canto que ela tinha feito o que mandei, comecei a ligar sem parar. Deixava tocar até cair sozinha e depois ligava de novo. Assim a gente foi por uns 3 minutos até que algo quebrou o gelo. -Qual é o seu nome?- disse uma voz rouca. Era o velho falando com a minha namorada. Sorri, era o que eu esperava sem nem ter pensado direito. Minha namorada não respondia, então estiquei o braço pra acariciar de novo o lado do corpo dela e assim ela entender que eu tava dando permissão pra responder. -Ni.. Nicole- ela disse. -Nome bonito- falou o velho. -Quantos anos você tem?- perguntou. -19- ela disse com a voz trêmula. -Você é muito nova, tem 40 anos a menos que eu- por algum motivo ele falou. Minha namorada não disse nada. Com certeza era a primeira vez que se via numa situação daquelas, sem saber de antemão o que eu ia querer que ela fizesse na hora. Sem esperar que ela desse qualquer sinal de querer falar, ele continuou o "ataque". -Você tá sozinha?- o velho perguntou. Pra isso eu só sabia uma resposta que queria mandar ela dar, então não hesitei e escrevi sabendo que não seria natural ela olhar o celular toda vez que tivesse que responder aquele velho nojento. Então decidindo que fosse a última mensagem, mandei aquele texto. -Fala que você tá sozinha e tem minha permissão pra fazer o que ele quiser- Ela sentiu aquela vibração curta do celular, então olhou sabendo que era uma mensagem minha. Tava olhando a tela quando percebi que ela abriu a mensagem. Pensei que fosse falar algo, mas não falou. Só ouvi o velho perguntar de novo. -Você tá sozinha, gostosa?- -Sim- ela disse sem pensar. Foi uma resposta monossilábica, mas imagino o sorriso que o velho deu ao saber que aquela presa estava sozinha e indefesa. Depois disso, não trocaram mais palavras. Eu não percebia nada lá na frente e também não queria me inclinar para ver, pra não ser óbvio. O que aconteceu em seguida, isso sim, eu não esperava. Uns 5 minutos depois que minha namorada respondeu que estava sozinha, pasmem, vi ela se levantar e, atrás dela, aquele velho nojento se erguer também. Ele pegou minha namorada pela mão e os dois desceram do ônibus, faltando ainda vários quarteirões pra chegar no shopping. Não me ocorreu o que fazer, mas uma coisa eu não fiz: não desci do ônibus com eles. Ali entendi que, apesar das minhas intenções, a situação tinha escapado do meu controle.Presenteando minha GostosaContinua... É meu primeiro conto, então humildemente aceito qualquer tipo de crítica construtiva.

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