Stripper transando com milf e mãe de amigo

Virei stripper de despedida de solteira e descobri minha paixão por milfs, mas também descobri minha obsessão sexual pela mãe do meu amigo do bairro. Versão para impressão. Oi, meu nome é Mateo, sou de Manta, uma cidade do Equador, mas já faz 6 anos que moro em Guayaquil. Vou me descrever: sou mulato, cabelo preto liso, tenho 1,85m e peso 75 kg. Assim que entrei na universidade comecei a frequentar a academia, embora nos últimos anos do colégio já tivesse ido algumas vezes. Considero que tenho um corpo malhado e um rosto simpático, o que me deu a oportunidade de trabalhar fazendo show de garoto de programa nos dias que estava livre da faculdade e depois transformei isso no meu trabalho já formado. Bom, a história foca em vários encontros que tive com diferentes mulheres milf, inclusive a mãe de um amigo que morava perto de onde eu alugava.Siendo stripper follo con maduras (+mamá de amigo) 1Naquela época, entrei numa empresa — ou melhor, numa produtora de eventos — por indicação de um colega de classe, onde trabalhava como garoto de programa nas chamadas "horas locas" aqui no Equador. Eu costumava dançar músicas brasileiras em festas de aposentados, formaturas e outras celebrações. Até que um dia a produtora me disse que iam começar a oferecer também shows de striptease para despedidas de solteira, enfatizando que era só para festas femininas. Ela me perguntou se eu queria participar, claro que com um aumento no salário, mas que eu tinha que me manter sempre em forma e que os limites eram definidos por mim mesmo. Eu não hesitei e aceitei, começando a fazer meus shows com mais um ou dois colegas. A gente sabia se vestir de policiais, militares, médicos, etc. Era normal sempre ir a despedidas de solteira, mas havia ocasiões em que eram festas privadas em lugares de gente rica e o número de mulheres não passava de 12. A maioria das mulheres que solicitavam nossos shows eram mulheres já adultas, acima dos 40, que adoravam ver jovens na casa dos 20 ficando seminus e dançando para elas, só para poder tocar nossos corpos musculosos. Nunca tinha me interessado por uma mulher madura, até o dia em que conheci Isabel, a mãe do meu amigo Diego. Diego era meu amigo e, depois de um tempo nos conhecendo, ele convidou a mim e a um grupo de amigos para a casa dele comemorar seu aniversário. Eu fui o último a chegar na reunião, porque tinha um show antes. Foi a primeira vez que pude ver Isabel, a mãe do Diego: uma senhora bem vestida e maquiada, que chamou a atenção do nosso grupo todo, já que estava usando uma blusa soltinha, mas com um jeans colado nas suas pernas volumosas e no seu bumbum enorme. Nosso grupo não parava de olhar para Isabel, que virou o centro das atenções dos três jovens amigos do filho. A mãe do meu amigo em questão era venezuelana (vou chamá-la de Isabel) e era — e ainda é — aquela típica milf gostosa, ou como a gente diz aqui no Equador, a típica "velha ricota". A senhora era morena clara, cabelo preto... comprido até pelo cu, baixinha no máximo 1,60m, mas tinha um rabão enorme e uns peitos que com sutiã eram médios, mas na verdade eram bem pequeninos. Essa senhora marcou o começo da minha luxúria por mulheres milf. O marido da milf era um engenheiro gordo que tinha imigrado do Equador para a Venezuela para trabalhar, mas quando a economia venezuelana começou a ir mal, ele voltou trazendo a mulher e o filho. O filho, que é meu amigo, tem atualmente 23 anos, mas estuda na universidade na capital, então quase não vem ao bairro com frequência, e como o pai costuma trabalhar até tarde, a gostosa da véia costuma ficar em casa totalmente sozinha. Eu conheci o filho da Isabel logo que aluguei uma casinha aqui no bairro e o encontrava numa academia a duas quadras da minha casa, começamos a praticar e treinar juntos, até que formamos um grupo de 4 parças. Frequentemente saíamos para beber, ir a baladas e coisas assim como todo adolescente, o filho da Isabel, como era o menor da gente, a gente fazia ele entrar na balada subornando os seguranças kkkkk, na maioria das vezes que saíamos, costumávamos continuar a festa até de madrugada na minha casa e deixávamos o Diego na casa dele quando já estava bem bêbado, mas nunca víamos a mãe dele, sempre quem saía para receber era o pai, que era de boa com a gente. Voltando à festa, ficamos um bom tempo, bebemos cerveja, também teve bebida forte e a Isabel tinha cozinhado para a gente, comemoramos a noite toda com o Diego, e por último cantamos parabéns pra ele. A mãe nos convidou para ficar a dormir, já que estávamos na bebedeira. Eu não conseguia parar de olhar para a Isabel, vendo ela, eu imaginava comendo ela em qualquer lugar que desse, até gozar dentro ou em cima dela. Depois desse dia, costumava vê-la na vendinha do bairro ou fora de casa varrendo a rua, regando as plantas ou tirando o lixo, sempre estava de roupão, shorts ou vestidos que marcavam seu corpo caralho; eu passava cumprimentando e ela me respondia com um sorriso. Já há um tempo fazendo shows eróticos, meus colegas me contavam que algumas clientes anteriores, ou seja, mulheres ricas ou "peluconas" como se diz aqui em Guayaquil, davam de presente relógios, perfumes, mochilas, bonés só por deixarem chupar o saco, foder com elas sempre que queriam ou quando eles queriam, e que tinha vezes que só pediam para chupar a buceta, já que eram putas, mas "não tanto" kkkk. Algo que nunca tinham me proposto; podia ser porque pela minha aparência eu parecia o mais novo dos três ou porque meus outros dois colegas tinham a típica cara de bandido que deixava as peluconas loucas, além de estarem tatuados e eu não. Nos dias seguintes, eu ficava agitado, tive despedidas de solteira, a maioria era de mulheres jovens, e mesmo que acabasse fodendo depois das diferentes performances com alguma, não me acalmava, porque o que eu queria era foder uma madura com um bom cu como a Isabel. Num show em uma área rica, fui a uma reunião onde todas eram mulheres milf. Essas mulheres estavam bem conservadas, pele esticada, com peitões bons, mas tudo era operado. Dancei para um grupo que me dava gorjetas de 20$ colocando na minha cueca, mas ao mesmo tempo me apalpavam todinho, mesmo sendo normal agarrarem meu saco nesses shows, elas tentavam puxar minha cueca completamente pra baixo, eu resistia mas acabava acontecendo, minha pica ficou dura com tanto toque e posso dizer, mesmo que soe pretensioso, tenho uma pica bem feita, 19 cm de comprimento e grossa, a maior pica entre meus colegas strippers. As velhas, ao ver que eu estava ficando duro, começaram a gritar mais e mais alto até que o show acabou e eu continuei com a pica dura, já que uma das minhas maiores qualidades era minha resistência na hora de foder, podia ficar uma hora completamente com a pica dura. Já nos trocando no quarto que nos deram, senhoras se aproximavam pedindo nossos números de telefones, mas uma em especial se aproximou e pediu meu número – era a dona da casa que, ao se despedir depois que eu ditei meu número, agarrou meu pau sorrindo. No dia seguinte desse show, essa senhora de mais de 50 anos começou a me escrever. Ela perguntou como eu me chamava, que idade eu tinha e se minha família sabia que eu trabalhava como stripper. Depois de um tempo de conversa, ela foi direto ao que queria: me perguntou quanto eu cobraria para dar um show privado na mesma casa de antes. Eu respondi o preço: 75 dólares pelo show privado, com duração de uma hora. Ela aceitou na hora, pedindo minha conta bancária para depositar. Marcamos a data e hora, com os pedidos especiais: eu teria que dançar para ela vestido de policial e usando a sunga mais minúscula que eu tinha.

Chegou o dia. Era um sábado, às 2 da tarde, e eu tinha que estar na casa dela. Quando cheguei, o guarda do condomínio me deixou entrar normalmente. Toquei a porta da casa e saiu – vamos chamá-la de Carol – com um roupão de dormir preto. Ela me convidou para entrar e ir até o quarto dela. Nas escadas, ela perguntou como foi a viagem, se o guarda tinha me perguntado algo e tudo sobre como eu cheguei. Eu me sentia num filme pornô, andando numa mansão com uma mulher para quem eu dançaria e, quem sabe, transaria.

Chegamos ao quarto dela, que era enorme. Ela me deixou no quarto sozinho, dizendo para eu me preparar e chamá-la quando estivesse tudo pronto. E assim foi: troquei de roupa, pedi à Alexa para tocar uma playlist de música sensual, fechei a cortina, deixando apenas o abajur da mesa de cabeceira aceso, e a chamei.

Ao entrar, cubri os olhos dela por trás e a guiei para sentar num móvel que eu tinha colocado no meio do quarto. Dei play na música e comecei a dançar para ela. Pouco a pouco, fui tirando a roupa com a ajuda da Carol, que passava a mão por todo o meu abdômen. Fiquei dançando e dançando em cima dela, a ponto de passar a língua pelos lábios dela, que se abriram em resposta. Despejei óleo no meu abdômen para que Carol espalhasse com as mãos até a altura do botão da calça, que ela tinha desabotoado para ir baixando-a aos poucos com a dança, deixando quase em frente ao rosto dela meu pau, que estava ficando duro. Carol, branca que era, estava completamente vermelha, suando igual a mim, mas o show continuava. Tirei a calça completamente, ficando só de cueca e com o chapéu de policial. Dancei de costas para que Carol tocasse os músculos das minhas costas, mas ela até acariciava minhas nádegas, passava as mãos pela frente e agarrava meu pacote, levantando-o, fazendo meu pau ficar completamente ereto. Então, me virei e, ficando em pé no assento, dancei movendo minha cintura na altura do rosto dela, roçando meu pau nas bochechas e lábios dela. Carol segurava minhas pernas, só abrindo a boca cada vez que eu aproximava meu pau. Tirei a cueca que estava usando e mostrei a menor cueca que tinha, uma branca que só cobria onde nascia meu saco e uma parte das minhas nádegas, que eram sustentadas por uma minúscula tira de tecido nos meus quadris. Carol, ao ver isso, desatou o roupão e deixou à vista umas tetas enormes, meteu a mão e tirou algumas notas que colocou na minha cueca. Carol estava ainda mais vermelha. Eu colocava as mãos dela no meu pescoço e as fazia descer até meu pau, que já estava duro. Num impulso, agarrei a cabeça de Carol e a aproximei completamente da ponta do meu pau, ao que ela respondeu chupando por cima da cueca, passava a língua e enfiava um pouquinho. Ela me afastou do rosto, empurrando pelas minhas pernas, e disse: "Fuck you, 50$ para chupar você". Eu concordei com a cabeça... Com uma mão, puxei a cueca para baixo, deixando meu pau completamente duro exposto, e com a outra aproximei o rosto de Carol, que estava com os olhos arregalados de surpresa, vendo meu pau, e começou a me chupar. Não era a melhor boquete que já tinha recebido depois de um show, mas o tesão de foder pela primeira vez uma coroa velha tornava tudo delicioso. Essa velha me ela chupava sem usar as mãos, enfiava o máximo que conseguia do meu pau, até fazer ela engasgar e aí enfiava de novo, eu só empurrava ela de vez em quando cada vez mais contra meu quadril, ela ficou chupando e chupando meu pau sem dizer nada até que a playlist acabou e ela pediu pra colocar mais música, eu mandei ela botar The Weeknd como todo bom masturbador hahahah, e levantei a Carol do assento ordenando que ficasse de quatro no chão pra me chupar, eu entrei no papel de ator pornô AHAHAHA mas percebi que mandar ela fazer algo a excitava porque ela começou a chupar meu pau com cada vez mais vontade até enfiar quase tudo, em intervalos ela começou a me masturbar e passava a língua na cabeça, vendo ela assim me veio a cara da Isabel na mente e imaginando que era ela quem estava chupando, enfiei meu pau por completo. Carol não resistiu e manteve na garganta por alguns segundos com os olhos cheios d'água, afastei ela do meu pau pra me masturbar porque eu ia gozar e gozei jorrando 5 jatos de porra grossa na cara da Carol que estava de boca aberta, ela começou com as mãos a limpar o sêmen que tinha chegado até o cabelo pra botar na boca, vi aquela madura comer toda minha porra sem dizer nada, não como ex-namoradas que cuspiam minha porra, depois de esticar meu pau tirando a última gota de porra me sentei no sofá levantando os braços. Carol depois de engolir toda minha porra me disse vai tomar um banho pra não ir suado, eu levantei com meu ovo mole mas de bom tamanho e entrei no banheiro, já estando me ensaboando Carol entra com uma toalha na mão e minhas roupas dizendo deixa eu te ajudar a ensaboar as costas, eu dei a esponja e virei, senti a esponja percorrendo minhas costas até minha bunda e meu pau foi ficando duro de novo aos poucos, Carol continuou me ensaboando as costas até que eu virei ficando cara a cara com ela com o pau duro e disse: meu companheiro acordou de novo, ajuda ele a relaxar? Carol estende a mão e começa a me masturbar suavemente, eu me aproximo para segurá-la pelo pescoço e a beijo. Ficamos nos beijando de língua e tudo, ela continuou me masturbando agora com mais força e eu começo a gozar em suas mãos, meus jatos saíam com menos intensidade e quantidade, mas mesmo assim a mão de Carol estava coberta de minha porra. Carol se afasta da minha mão e me diz para me apressar no banho porque em 1 hora chega o marido. Eu terminei de tomar banho, saí do banheiro e Carol, sorrindo, me entrega as notas que antes havia colocado na minha cueca, dizendo: não esquece disso, você mereceu. Eu guardei o dinheiro e descemos do seu quarto, já na porta de entrada, segurando minha mão, ela diz: Vamos continuar em contato, né? Eu respondi que "claro", dando-lhe um beijo na boca com um aperto na bunda. Carol me despediu de sua casa, já no caminho contei a grana que ela me havia dado e eram 3 notas de 20$, fazendo as contas ganhei 155$ em uma hora e meia, onde ela teve o que queria e eu obtive minha primeira mamada por uma mulher madura. Depois do primeiro encontro, Carol se tornou mais do que minha cliente habitual, ela virou minha sugar mommy. Ela me dava roupas de marca, sapatos, bonés, mochilas, bolsa para a academia, mas tinha um fanatismo em me comprar cuecas e sungas que ela me fazia desfilar na frente dela, então havia ocasiões em que eu a visitava só para me despir e experimentar uma por uma as cuecas que ela me dava, obviamente ela me "ajudava a colocá-las". Minha relação com Carol nunca passou para poder comê-la e não porque eu não quisesse ou não tivesse insistido para transar, mas ela dizia que gostava de mim e do meu pau, mas ainda amava o marido para poder fazer algo assim, então nossa relação se baseava em que, pelos presentes, eu dançava para ela, deixava ela chupar meu pau, deixava ela me apalpar como quisesse quando me comprava as cuecas e nos beijar, só isso... ficamos uns 5 meses assim até que ela se mudou para outra cidade por causa do trabalho do marido. Bom, depois da minha primeira Experiência com a Carol me transformei no verdadeiro "come veia", mas tenho que dizer que eram todas veias com cabelão e operadas. Eu ainda mantinha encontros com a Carol como disse no parágrafo anterior, mas não me limitei a comer outras veias... Algumas noites depois do encontro com a Carol, tive que ir a um salão de eventos perto da minha casa, cheguei e me encontrei com meus parceiros do trabalho, já que tínhamos uma hora e meia de show. Conversamos, rimos, na festa havia decoração exótica: pãezinhos em forma de pau e buceta de todos os tamanhos e cores, os coquetéis tinham canudinhos que na ponta tinham um pênis de plástico, decoração de pênis e o bolo era um pênis rosa com pelinhos loiros. Dançamos, fizemos alguns jogos, os ganhadores levavam diferentes tipos de consolos, tudo isso nós só de calça, sem nada em cima... Os minutos passaram entre risadas, gritos e jogos até que chegou meia-noite e apagaram todas as luzes, já que agora era a hora do show de striptease, banhados com óleo nossos abdomens e essas coisas. Tenho que dizer que essa foi uma das festas mais loucas que já participei, já que a toda hora chegavam mulheres atrás de mulheres... A primeira parte foi dançar entre todos os homens para a que ia se casar e depois para as convidadas. Em uma dessas rodadas de trocar as participantes, vejo que se aproxima de uma das cadeiras a Isabel, empurrada por outras senhoras. Vendo isso, me aproximei sem medo de ser reconhecido, já que estávamos quase nus, mas com óculos e lenços que cobriam a maior parte do rosto. Então, assim que ela sentou, me aproximei para dançar para ela, mas de um jeito ainda mais provocante, peguei suas mãos e desci por todo meu abdômen até perto do meu pau. Continuei dançando para ela até aproximar meu pau o máximo que pude do rosto dela, e quando a rodeava para dançar, roçava meu pau nos seus braços e costas. Isso fez com que pouco a pouco a Isabel ficasse vermelha, mas vermelha mesmo, e começasse a suar...

5 comentários - Stripper transando com milf e mãe de amigo

Habrá que ver como sigue; aunque parece que si se la va a comer