Mónica duerme sola - Parte 3

Na manhã seguinte, acordei tarde. Abri os olhos e estava tudo tão claro, o dia tão ensolarado lá fora. Olhei pro Juani do meu lado, dormia como um urso, dormia profundo e tranquilo. A gente tinha deixado a cama toda bagunçada graças às nossas atividades da noite passada. Nossas pernas e braços apareciam por todo lado debaixo dos lençóis revirados.

Olhei o relógio e eram quase meio-dia. Levantei com todo cuidado pra não fazer barulho e, pra cobrir minha nudez, só coloquei uma calcinha e um roupão leve por cima. Fechei a porta do meu quarto pra deixar o Juani dormir sossegado e fui pra cozinha fazer meu café da manhã. Naquela hora, talvez eu já devesse ter cozinhado algo pro almoço, mas eu preciso do meu café com leite antes de tudo, seja que dia e hora for.

Olhei meu celular e tinha uma chamada perdida do Lucas, mais cedo, então liguei pra ele. Ele tinha me ligado só pra avisar que na sexta ia chegar em Pinamar. Me disse que ainda tava doendo e que ia ficar de bota o tempo todo, mas que já se mexia bem e que ia se recuperar de boa. Queria ficar com o melhor amigo dele aqui em Pinamar e se divertir. Batemos um papo rapidinho, ele perguntou o que a gente tinha feito e eu contei parte da verdade, que tinha levado o Juani pra praia e pra passear pra ele conhecer. Não sei se contar parte da verdade é mentir, mas se for, então menti pro meu filhinho amado.

Fiz meu café com leite e fui sentar na sala, tranquila, olhando pela janela e pensando. Precisava pensar tanto, tantas coisas. Não tanto no que eu tinha feito ontem à noite com o Juani, mas em como as coisas iam ser daqui pra frente. Pelo menos até sexta, quando o Luquinhas chegasse. Hoje era só domingo.

Ficava curiosa pra saber como o Juani ia lidar com as coisas. Daqui pra frente. Não queria desprezar ou subestimar ele só porque tinha dezesseis anos... era um garoto bom e bem esperto. Mas simplesmente não tinha a experiência e Talvez eu não soubesse como lidar com essa situação. E pra ser sincero com vocês, eu também não sabia. Nunca tinha acontecido algo assim comigo e, se eu não fosse cuidadosa... não, se nós dois não fôssemos cuidadosos, podia dar uma merda enorme. Em algum momento eu teria que ter uma conversa séria com o Juani. A gente não faz o que fez ontem à noite e deixa as coisas rolarem como vierem. É perigoso. O Juani não era um cara que uma coroa pegou numa balada e levou pra casa pra passar a noite. Era o filho da minha amiga, o melhor amigo do meu filho, colegas de escola, parceiros desde sempre, eu tinha mais de 35 anos de diferença de idade... não era uma situação nada normal.

Enquanto eu pensava nisso tudo e tomava meu café tranquila, vendo o mar a umas quadras de distância, ouvi lá do fundo da casa que o Juani tinha acordado finalmente e ido ao banheiro. Logo virei a cabeça pra vê-lo vindo pelo corredor e ofereci um sorriso de onde estava sentada.

"Oi Juani, bom dia...", falei. Não sabia o que fazer, sinceramente. Se chamar de "meu amor", tratar com carinho, tratar seco, tratar como sempre... ele era só o amigo do meu filho? Era meu amante? Era minha obsessão? Não era nada? Não sabia pra que lado ir. Escolhi pisar em ovos.

Ele também sorriu pra mim, se aproximou e me cumprimentou com um beijo meio demorado na bochecha, igual a gente se cumprimentava todo dia. Não me beijou na boca, nem me abraçou, nem falou nada além de "Oi, Moni, bom dia...". Será que ele também tava sem saber por onde começar? Ou será que realmente pouco se lixou pra noite passada? Já tinha matado a vontade e pronto?

"Fiz café agora pouco, espera aí que vou pegar pra você...", tentei levantar, mas ele me segurou.

"Não, fica aí, Moni. Eu pego, obrigado, não se incomoda.", sorriu pra mim e sumiu na cozinha. Daí a pouco voltou com uma caneca grande de café fumegante e um pires com uns biscoitinhos.

Sentou do meu lado no sofá, sem encostar em mim, e a gente começou a tomar café da manhã em silêncio. Nada mais. Nós sorríamos suavemente um para o outro. Às vezes conversando sobre nada, às vezes em silêncio, mas nos olhávamos com doçura. Pelo menos eu não conseguia evitar. Tinha um clima tranquilo e de paz, nenhum de nós parecia nervoso. Tudo estava tão calmo e parecia um momento tão gostoso. Talvez nós dois quiséssemos aproveitar assim, em paz, sem cair na conversa que sabíamos que precisávamos ter. Pelo menos não agora.

Devemos ter ficado uns dez minutos assim, quase em silêncio, quando terminei meu café e apoiei a xícara na mesinha, me acomodando no sofá. Achei que já era um bom momento não para começar a conversa, mas para ir levando devagarzinho.

Ofereci de novo um sorriso doce e falei baixinho, quase na nossa intimidade mesmo estando sozinhos, "Como você tá? Descansou?"

Ele me devolveu o sorriso, "Sim... dormi bastante... apaguei de vez. Você acordou cedo?"

"Não... faz meia hora, acho..."

"Você descansou?"

Sorri pra ele, "Sim, levantei muito bem... descansada..."

"Eu também", ele sorriu pra mim.

Respirei fundo, "Juani... agora não, acabamos de acordar e tal, mas... acho que seria bom a gente conversar sobre o que rolou, né?"

Juani terminou o gole de café e me olhou, notei ele bem tranquilo, "A gente pode conversar agora, Moni. Bom, digo... não temos mais nada pra fazer, né?"

"Tem certeza?", perguntei

"Sim, claro. Sobre o que você queria falar?"

"Ué... sobre tudo que aconteceu... sobre o que a gente fez..."

"O quê? Você não gostou?", ele perguntou.

Eu sorri, "Pelo contrário, Juani. Adorei. E sei que você também, isso ficou claríssimo ontem à noite...", ele sorriu e concordou, "Não é isso... é... bom, não sei o que você pensa sobre tudo?"

"O que eu penso?"

"Claro, me interessa muito saber. O que você acha disso, o que sente... o que quer?", olhei pra ele com suavidade mas com atenção.

Juani tomou outro gole de café, "Não sei o que você quer que eu diga, Moni. Adorei. Foi incrível..."

"Pergunto porque, bom, você sabe que é uma... situação bem atípica...", eu disse.
"É, pois é..."
"Eu sou bem mais velha que você... você é menor de idade... é filho da Andrea..."
Juani me olhou por um instante e disse: "Ontem à noite isso não foi problema."

Ele me quebrou toda com essa. Fiquei quieta por um momento e decidi que não ia subestimá-lo mais. E por mais que as aparências enganem, o pedaço de homem que me amou tantas vezes ontem à noite também não merecia que eu tratasse com luvas de pelica.

"Não, ontem à noite não foi problema, você tem razão", eu disse, "Mas ontem foi ontem e hoje é hoje. Eu não sei o que você pensa sobre o que a gente fez ontem. E eu realmente gostaria de saber. Não sei pra você o que foi... se foi só uma vontade de aliviar a tensão comigo, se foi algo mais que isso... não sei... por isso que estou perguntando."
Juani me olhou e eu vi ele terminar o café, deixando também na mesinha, "Acho que nós dois estávamos na mesma ontem, né?"
"Você tá falando daquela tensão?", perguntei.
"É, pois é..."
"Acho que sim. Que nós dois precisávamos disso. Não é?"
Juani concordou com a cabeça, "Eu também percebi isso, sim."
"Vamos ver... pra ficar claro, Juani. Não pense que me arrependo de nada do que aconteceu. Pra mim foi lindo, juro. Passei... incrível. E sim, eu precisava disso.", sorri pra ele.
"Eu também não me arrependo de ter ficado com você, Moni", ele disse com um sorriso.
"E claro que tudo isso fica entre nós, né? Acho que nem precisava falar.", avisei.
"Sim, Moni, claro..."
"Eu sei que pra um homem, e talvez mais pra um homem da sua idade... não sei como dizer", falei tentando explicar, "Talvez eles gostem de falar muito das suas conquistas e tal... você me entende o que quero dizer. Mas pra mulher é bem diferente. Pelo menos eu sou bem mais reservada e não gosto se estou com alguém que essa pessoa fica contando por aí o que a gente fez e o que não fez..."
"Claro, te entendo. Fica tranquila que não vou contar pra ninguém.", ele sorriu pra mim.
"Posso confiar em você, Juani? Por favor?", perguntei.
"Claro. Além disso, você... Você mesma me disse ontem à noite...", ele riu.
Eu olhei pra ele sem entender, "Hã? O que eu disse ontem à noite?"
Juani sorriu, "Já esqueceu? Eu mesmo te perguntei e falei que não contávamos pra ninguém, e você mesma me disse que não... que éramos só eu e você, mais nada. Eu lembro."

Touché de novo. Mais uma vez eu tinha subestimado o Juani e ele estava certo. Pelo menos me deixava tranquila que o nosso rolo e o que podia vir depois não ia vazar.

"Se somos eu e você, somos eu e você, você me disse, Moni...", ele falou.
"Ok, se você tá certo...", sorri pra ele. Me estiquei pra pegar um biscoito e comecei a comer devagar enquanto Juani me olhava com um sorriso.
"O que foi?", perguntei.
"Nada. Tô te olhando. Nunca tinha ficado com uma gostosa assim...", ele respondeu. Eu pensei em quantas ele já tinha pegado, que não deviam ser muitas pela idade dele, mas tudo bem.
"Assim como?"
"Sei lá... assim linda. Apaixonada... gente boa...", ele sorriu pra mim.
Quase fiquei vermelha, "Ai, obrigada, Juani. Eu também. Você é... você é especial."
Ele riu, "Nem fudendo. Especial como?"
"Ué... sei lá, especial. Ontem à noite você me tratou tão bem... forte quando tinha que ser forte, doce quando tinha que ser doce... fazia muito tempo que eu não ficava com um homem... e adorei ficar com você.", falei sorrindo.
Juani me olhou nos olhos por um momento, "Ontem à noite você foi incrível... nunca tinha transado assim, com uma mulher assim..."
Eu devolvi o olhar e segurei, já tinha passado da hora de ser diplomática, "E eu, Juani, pra ser sincera, nunca ninguém tinha me comido assim."

Ficamos os dois nos olhando suavemente em silêncio e pegamos outro biscoito. Notei meu celular na mesa e falei, "Ah... falei com o Lucas há pouco. Ele tá vindo na sexta."
A cara do Juani mudou um pouco, pra pior. Não sei se ele tinha lembrado que o Lucas tava aqui em Pinamar por causa do amigo e que o amigo ia aparecer uma hora. Não era só transar com a mãe. "Ugh... então..."
"Não fica assim", sorri pra ele, "Você não quer ficar com seu amigo?"
"Sim, claro... mas é... mudou um pouco a parada, né? Tipo, desde semana passada...", ele riu.
"Sim, bom, mas é assim. Nós dois sabíamos que o Lucas ia vir.", falei.
"Claro... então...?", ele deixou a pergunta pairando no ar.

Eu respirei fundo e olhei pra ele com cuidado. Me parecia que já era hora de falar bem claro.
"Então... olha, Juani. Não sei o que você pensa, mas acho que a parada é assim..."
"Fala aí...", ele disse e se acomodou um pouco no sofá.
"O que a gente fez, a gente fez, e foi uma delícia, foi maravilhoso", comecei, "Mas acho que tanto você quanto eu sabemos que não vamos ser namorados. Não tem jeito. É impossível."
"Nunca pensei assim, Moni... já sei.", ele disse.
"Ok, tô te falando porque não sabia o que você pensava ou queria depois do que rolou ontem à noite.", falei. Ele concordou com a cabeça e eu continuei, "Não sei o que você acha, mas se você quiser... a gente fez o que fez ontem, matou a vontade dos dois, isso fica entre a gente e pronto. Não quer dizer que a gente não tenha curtido. Só quer dizer que até aqui chega."
"Entendi", ele falou só isso. Não consegui perceber se ele tinha gostado ou não.
"Também nós dois sabemos que, quando o Luquinhas chegar aqui, por mais que a gente quisesse, não dá pra fazer nada."
Ele riu, "É, sem meter o Lucky no meio, não..."
"AI JUANI!", rosnei, "Tô falando sério, pô! Pelo amor!"
Juani continuou rindo e se aproximou no sofá, pegando minha mão, "Já seeeei... me desculpa, foi uma piadinha besta... tinha que fazer, hahahaha... relaxa um pouco, Moni..."

Eu me recom pus e acariciei a mão que ele tinha pegado, "Bom... então, sei lá... se você quiser, até o Lucas chegar... se você achar legal... sei lá. A real é que até esse dia a gente ainda tá sozinho aqui... se você topar e quiser, a gente pode continuar brincando...", sorri pra ele, "Mas para quando o Lucas chegar."
"Brincando?", ele perguntou com um sorrisinho nos lábios.
"Bom, Juani, não sei como chamar isso... ficando... juntos... aproveitando. Como ontem à noite", sorri pra ele.
"Não, tá de boa. Eu curto 'brincando'", ele riu.
"Mas sério... bem sério... corta quando o Lucas chegar. Não tô te enrolando.", falei.
"É, uma vez que ele tá aqui, já era."
"Acho que é isso... ou se quiser a gente encerra agora. Já fizemos o que fizemos, curtimos... tudo certo e todo mundo feliz", falei.
Levantei devagar e fui pra cozinha, deixando o Juani no sofá, "Mas... pensa aí, né? Tem tempo, não é algo que a gente precise decidir agora. O que a gente decidir, acho que vai ficar de boa..."

Entrei na cozinha e comecei a lavar minha xícara, limpando um pouco e arrumando as coisas, dando uma olhada nas mensagens no meu celular que ontem à noite nem tinha conseguido ver. Passaram uns cinco minutos e o Juani continuava lá no sofá da sala, sozinho e pensando. De repente, ouvi ele vir e entrar na cozinha com a xícara dele.

"Ai, me dá que eu lavo pra você...", falei
"Não, espera, ia servir outro..."
"Deixa, eu faço.", respondi pegando a xícara e enxaguando pra fazer outro café com gozo. Ficamos ali parados, do lado da bancada da cozinha enquanto eu começava a fazer. Juani colocou uma mão suave no meu ombro.
"Temos quatro dias, né?"
"Não, cinco... contando hoje, cinco. Ele chega sexta de manhã...", falei.
"Ah, é, já nem sei que dia é...", ele riu. Se moveu pra trás de mim e colocou as duas mãos nos meus ombros, acariciando suavemente por cima da camisola. Adorei sentir o toque dele enquanto preparava mais café da manhã.

Ouvi ele falando por trás enquanto massageava meus ombros, "Já pensei, Moni."
"Ah é? Tão rápido?"
"É... se temos cinco dias, se você quiser... eu quero continuar brincando", ele disse.
Eu sorri sem ele ver. Pelo menos acho que não me viu, "Bom... se você quer, eu também..."
"Então tá..."
Virei um pouco a cabeça pra olhar ele de lado por cima do ombro, "E do que você quer brincar, hmm?"
Senti as mãos dele começarem a descer. Pelo corpo, acariciando meus flancos enquanto desciam, e ele encostou um pouco o corpo nas minhas costas. Fechei os olhos devagar, amava como Juani estava me tocando. Senti que finalmente me abraçou por cima da minha barriga, suavemente, por cima do roupão, e aproximou o rosto do meu ouvido. Não sussurrou, mas falou baixinho, só pra mim.

"Se temos cinco dias... bom, nesses cinco dias quero brincar que somos casados e que você é minha mulher.", ele disse no meu ouvido.

Arrepiei os braços na hora, senti também os pelinhos da minha nuca se eriçando de imediato. Fechei os olhos e não acreditava na sensação que ouvir aquilo me causou, da boca dele, tão perto, tão íntimo. Encostei um pouco mais pra trás contra ele e virei um pouco o pescoço pra esfregar no rosto dele.
"Ai... Juani...", falei baixinho.
"Você quer?", ele perguntou também baixinho.
"Sim, meu amor...", respondi. A ideia de brincar daquilo já tava me deixando louca. E nem tínhamos começado a brincar.
"Adoro quando você me chama de 'meu amor'", ele disse e senti ele começar a desatar o roupão na minha barriga enquanto me dava beijinhos no pescoço. Eu já tava morrendo.
"... adoro te chamar assim..."
"Ontem à noite você falou um monte..."
"Porque falei o que sentia..."

Juani terminou o nó do roupão e abriu ele na frente. Não muito, mas o suficiente pra deixar um pouco meus peitos de fora, já que não tinha colocado sutiã. Senti ele levar as mãos pras minhas tetas e começar a curtir elas. Acariciando, apertando, sentindo, estimulando meus biquinhos entre os dedos, "E agora você sente também?"
Eu mordi os lábios e empurrei um pouco a bunda contra ele, sentindo que ele já tava duro debaixo da bermuda, "... claro que sinto... meu amor... meu lindo..."

Juani enterrou o rosto no meu pescoço e me deixou um chupão longo e divino, depois falou de novo no meu ouvido sem parar de curtir minhas tetas nem por um segundo, "Te amo, Moni.. você é incrível... te amo..."
Eu escapou um gemido, "... eu também, Juani... te amo, meu lindo... te amo..."

Juani segurou minha cabeça, virou ela e me deu um beijão incrível. Sentir a língua do meu homenzinho na minha boca me esquentava ainda mais. Enquanto nos beijávamos como loucos, senti atrás de mim ele tirar o pau de baixo da bermuda e levantar minha saia. Eu dobrei um pouquinho mais as costas pra ele, pra dar mais da minha bunda. Senti os dedos dele puxando minha calcinha pro lado e a sensação do pau duro dele contra minhas nádegas. Ele colocou entre elas, sem querer me penetrar ali, só apoiado e pressionando, aproveitando a sensação de ter ele ali.

"Um dia quero te fazer amor aí... na bunda... quero sentir você aí, Moni", ele disse entre beijos.
"É muito grande, Juani...", sussurrei, "Vai doer..."
"Você é minha mulher, Moni... quero sentir você em todo lugar... que você me sinta em todo lugar... meu amor...", ele sussurrou de volta. Eu já estava mais que morta de desejo e prazer. A sensação, a antecipação e as palavras dele eram demais.
"Quando você quiser, meu bem..."
"Hoje não... outro dia... hoje quero sentir você de novo como ontem à noite..."

Senti ele pegar aquele pau divino e guiar entre minhas pernas, encontrando minha buceta facilmente. Sem dizer nada, ele empurrou a ponta entre meus lábios e me penetrou. Suave, mas de uma vez só, me deixando sentir todo o comprimento e largura daquele pau incrível. Minha vagina gritava de prazer ao se sentir tão cheia de novo, e eu também, "Aaaahhh! Juaniiiii!"... gemi docemente.

Juani, uma vez que se sentiu completamente dentro de mim, levou as mãos de volta pros meus peitos e se agarrou ali. Começou a bombar por trás, tão firme e tão doce ao mesmo tempo. Que pau magnífico que ele tinha... como me preenchia toda, como me fazia sentir tão mulher. Começamos a transar assim, de pé, na cozinha, eu agarrada na pia e ele agarrado nos meus peitos, enchendo e amando minha buceta uma e outra vez entre os gemidos altos dos dois. Quando senti que ele já tava chegando no orgasmo, eu também comecei a rebolar de volta, empurrando com força contra o pau dele e tentando acompanhar as estocadas. A gente tava em outro lugar, em outro planeta, se amando daquele jeito e se enchendo de prazer.

E não foi só de prazer que Juani me encheu. Logo ele não aguentou mais e, quase gritando o orgasmo dele, de novo como ontem à noite, me deu todo o leite quente dele dentro de mim. Dentro da minha buceta faminta. Ela também queria tomar café da manhã. A gente terminou ali, agarrados, de pé, nos beijando docemente por um tempão, com Juani ainda dentro de mim, repetindo sem parar o quanto a gente se amava.

Os quatro dias que vieram depois, não vou mentir, foram realmente incríveis. A gente transava igual coelho. Igual dois bichinhos. Não que eu tivesse esquecido o que era a potência sexual e a vontade de um cara jovem, mas eu nunca tinha vivido algo assim. Sim, claro que tive namorados nessa idade, e claro que eles metiam forte, mas nunca tinha ficado com um assim numa situação de convivência, de ficar o tempo todo juntos. Juani era incrível. Recarregava as baterias na hora. A gente transava, fácil, quatro vezes por dia, senão mais. E à noite, na nossa cama no jogo de marido e mulher, mais duas vezes, com certeza.

Juani era quase inesgotável, não só na disposição sexual, mas me surpreendia o quanto os orgasmos dele eram volumosos e frequentes. Talvez num dia mais puxado, à noite eu sentia ele um pouco cansado e notava que ele gozava menos, mas no dia seguinte era incrível como ele parecia recarregado de tudo, de vontade e de leite. Não sei como aquele corpo divino do meu homenzinho conseguia produzir tanto, mas eu não reclamava. Pelo contrário, me fazia amá-lo cada vez mais.

A gente não fez muita coisa nesses cinco dias além de transar o tempo todo. E quando a gente tava meio cansado e não rolava, passávamos longos períodos abraçados e nos beijando na intimidade da nossa casinha, no menos nesses dias. A gente só saía pra praia, fazer compras ou dar um passeio, e quando saía, inevitavelmente começavam os comentários, as brincadeirinhas e os olhares cúmplices que faziam a gente voltar correndo pra casa pra poder trepar tranquilos de novo. Uma vez e outra e outra. Meu corpo nunca tinha recebido tanta porra de nenhum outro amante, nunca, como naqueles quatro dias lindos que passei com o Juani. Dentro de mim, ou na minha pele, ou na minha boca e no meu estômago... eu recebia tudo, do jeito que ele queria me dar, e adorava.

Naqueles quatro dias, além do sexo, a gente foi se conhecendo e conversando sobre coisas mais íntimas. Nada importante e nada que eu queira contar aqui, nem dele nem meu. O Juani me tratava como uma deusa e me fazia rir pra caralho. Mesmo que num dia a gente não fosse sair, ele adorava quando eu me vestia elegante pra ele. Tudo era parte do jogo. Ele gostava de me ver arrumada e eu entrava na brincadeira, também me divertia e me excitava. Muitas vezes ele pedia pra eu ficar de salto, porque lembrava daquela primeira noite que a gente teve, o que eu achava muito fofo. Mas na maioria das vezes ele pedia pra eu me vestir sexy e me arrumar pra ele. E eu adorava satisfazer ele nisso.

Uma noite, meu "marido" finalmente disse que queria minha bunda. Eu me vesti sexy pra ele enquanto ele foi buscar algo pra comer. Quando voltou, eu já tava pronta. A gente teve um jantarzinho meio romântico no pequeno mirante envidraçado que tinha no segundo andar de casa e quando terminamos, depois de um tempinho de sobremesa, ele me levou pra baixo, pra sala, e começou a me comer ali mesmo.

Eu chupei ele com carinho por um tempo pra lubrificar até que o Juani não aguentou mais, arrancou um pouco da minha roupa quase no puxão, me colocou de quatro num dos sofás e começou a me comer o cu. A verdade é que no começo doeu, principalmente naquela posição. A pica do Juani parecia muito grande e muito dura no meu rabo. Ele mal conseguiu enfiar a ponta inchada. Eu tinha que esfregar a buceta pra me dar um pouco de prazer ao mesmo tempo e deixar mais gostoso pra mim.
Mónica duerme sola - Parte 3Juani era bonzinho e percebeu na hora que eu não tava muito bem, então a gente trocou de posição pra ver se ficava mais fácil pra mim. Ele pediu pra eu lubrificar ele bem gostoso com minha boca, o que eu sempre amava fazer, e mandou eu subir em cima dele, pra eu controlar o quanto queria que o pau dele entrasse dentro de mim. A verdade é que foi uma ideia genial, no começo foi difícil, mas logo comecei a sentir mais e mais prazer ao sentir ele ali, tão dentro de mim e me alargando tão docemente.maduraA gente se curtiu um tempão assim, eu me afundando cada vez mais na pica divina dele no meu cu, sentindo cada vez mais prazer de ter meu homenzinho ali também. Juani falou entre os gemidos que precisava gozar, então pra facilitar, saí de cima dele, quase arranquei a pouca roupa que ainda tinha e fiquei de quatro no tapete, pelada pra ele. Ia doer, mas eu precisava satisfazer ele e deixar ele sentir o prazer dele também. Ele me segurou pela cintura e meteu de novo no meu cu, dessa vez inteiro e bem fundo. Já tava meio aberto de antes, então não doeu tanto e logo eu já tava gozando tanto quanto ele.amigosPrimeiro sentir a rola gostosa e depois a porra deliciosa do Juani bem fundo no meu cu me deu um orgasmo anal que foi impactante. A quantidade de porra que ele deixou dentro de mim foi quase prodigiosa. Quando ele terminou de gozar, se inclinou sobre minhas costas e, virando meu rosto, ficamos nos dando beijos profundos e lambendo os lábios por um bom tempo, até que finalmente meu homenzinho lindo saiu de mim, deixando meu cuzinho tão docemente alargado. A porra do Juani logo começou a jorrar pra fora. Tenho certeza de que se eu tivesse visto, teria achado nojento, mas pra ser sincera, poucas vezes me senti tão mulher e tão desejada. Como já tinha me acostumado, outras vezes já tínhamos sexo anal mais frequente e foi muito mais fácil e prazeroso. E eu adorava como meu cuzinho fazia ele se sentir e gozar, meu Juani.

Claro que dormíamos juntos toda noite, no jogo de marido e mulher. Adorava acordar ao lado dele e que ele fosse a primeira coisa que eu via ao abrir os olhos. Não podia começar o dia de jeito melhor, e ficava longos minutos olhando ele dormir e acariciando ele suavemente no sono. Às vezes ele acordava primeiro e me acordava docemente. Eu saía do meu sono sentindo a rola gostosa dele entrando na minha buceta por trás, tão suave e tão devagar. Ele não me comia, só queria meter e deixar ali, que meu corpo a abraçasse como os braços dele me abraçavam num abraço amoroso, e assim às vezes ele ficava, enterrado em mim até a gente se levantar.

Outras vezes eu acordava antes dele e, pra acordá-lo carinhosamente, descobria ele com cuidado e levava o pinto lindo dele à boca, chupando devagar e aproveitando com minha língua cada centímetro que eu metia. Assim, depois de um tempo desse amor que eu dava, Juani me dava meu primeiro café da manhã do dia. O sêmen delicioso e quente dele, a primeira gozada do dia do meu machinho lindo, acabada de fazer e só pra mim e pra minha barriguinha faminta, enquanto Senti a mão dele acariciando minhas costas e minha nuca.

Assim foram passando os dias até que chegou a Quinta-feira, nosso último dia de "casados". No dia seguinte já vinha o Luquitas. Claro que eu queria ver meu filho e ficar com ele, mas uma boa parte de mim não queria que o jogo acabasse. A gente se levantou estranho naquele dia, os dois sabíamos que era o último. Fizemos amor quando acordamos e, conversando depois ainda na cama, o Juani me disse que também se sentia um pouco triste. Tudo tinha que acabar.

Era um dia chuvoso, então não quisemos sair pra lugar nenhum. Era um daqueles dias cinzentos em que chovia, parava e daqui a pouco desabava de novo. Não dava pra ir a lugar algum, a não ser que a gente vestisse uma jaqueta e saísse pra caminhar por praias chuvosas e frias, o que nenhum de nós dois realmente queria.

Tomamos café da manhã, fizemos amor de novo na sala, almoçamos e ficamos vendo TV abraçados depois de comer. O Juani acariciava minha pele suavemente e eu estava aninhada contra ele, abraçando ele e olhando a TV, passando o tempo. Depois de ficar pensativo um tempo, ele falou comigo.
"Tô entediado pra caralho...", ele riu.
"Pois é, eu também. É um dia merda..."
Ele me olhou com um sorriso, "Quer que eu tire umas fotos suas, Moni?"
"Hã?", olhei pra ele
"Umas fotos... sei lá... pra fazer alguma coisa..."
"Que fotos? Pera... tipo aquelas que você tirou da outra vez... cê é louco...", eu sorri.
"Nah, dessas não, amor...", como eu adorava quando ele me chamava assim, "Diferentes... sei lá, artísticas... pra ficar de lembrança."
Eu já desconfiava de algo, "Juani, se você tá me pedindo isso pra passar pra alguém, pode ir pra..."
Juani riu e me apertou com o braço, "Naaah... pera, nada a ver. Sério. Tiro com seu celular, se quiser. Eu nem fico com elas, mas contanto que você tenha, já tá bom pra mim...", ele sorriu pra mim.
Eu sorri de volta e pensei, "Aqui em casa? Ou quer sair?"
"Não, aqui em casa... vamos lá em cima pro mirante, que é um lugar bom pra tirar fotos...", ele me viu pensando e me incentivou com Outro empurrãozinho: "Vai, meu amor... se arruma pra ficar gostosa. Fica putinha. É só pra nós dois e mais ninguém."
"E o que você quer que eu vista?", perguntei.
"O que você quiser... mas vai tirando tudo aos poucos...", ele piscou um olho.

Eu sorri e a gente começou. No fim, acabei gostando da ideia. Que a gente tenha algo além da lembrança, e se ainda por cima eu ficasse com a guarda das fotos, melhor ainda. Fui me trocar e passei um tempão tentando escolher o que vestir. No final, optei por algo mais sóbrio: uma saia vermelha tranquila e elegante e uma camisa preta. Era sóbrio por cima, porque se o Juani queria um strip tease, o bom tava por baixo. Coloquei o conjuntinho de sutiã e tanga roxo que eu amava, realçava todas as minhas curvas. Me troquei, subi, e o Juani já tava lá com um cafezinho que tinha feito, me esperando. Quando me viu, adorou como eu tava e me deu um beijo carinhoso.

"Não sei o que você quer que eu faça, meu amor", falei passando o celular pra ele, "Eu não sei posar, nunca fiz isso."
"Não faz nada, faz o que quiser. O artista sou eu... eu capturo os momentos", ele disse, e a gente riu.
Eu sentei e olhei pra ele suave enquanto desabotoava alguns botões da camisa. O sutiã que eu tava usando já empurrou meus peitos pra fora, e vi o Juani sorrir e tirar a primeira foto.
filhoJuani sorriu ao ver a foto que acabou de tirar. "Você é incrível... que gostosa...", ela disse, e eu devolvi um sorriso doce. "Tira a camisa, Moni... deixa eu ver a deusa que você é..."
Eu fiz o que ela pediu e me levantei para tirá-la, aí Juani se aproximou e tirou a segunda foto, sem esperar eu terminar de tirar a camisa.
obcecadoNão pode ser tão gostosa... não pode...", ele disse enquanto olhava a tela do celular, "Continua, meu amor, não para... deusa... linda...".
Quanto mais o Juani falava essas coisas, mais eu me soltava, "Tiro mais?"
"Sim, vai Moni... devora a câmera...", riu o Juani
Eu soltei as alças do sutiã, tirei a saia e comecei a ajustar a calcinha fio dental quando ele tirou a outra.
madura de peitaoJá tava sentindo o Juani bem quente, e pra ser sincera, eu também tava ficando toda excitada com isso.
"Tira tudo, Moni... tira tudo... deixa eu ver essa Booty gostosa que tu tem...", ele falou.
Eu me virei, dando as costas pra ele, joguei o sutiã pra algum lado e comecei a descer a thong. Ele mandou eu parar, segurar meu cabelo, e nessa hora ele tirou outra foto.
madura e novinhaSenta, Moni", ele me disse mais sério. "Tira tudo e senta... não, pera... deixa os sapatos e senta."

Eu sorri, como ele adorava que eu deixasse os sapatos. Fiz o que ele pediu e aí ele tirou outra peça enquanto eu olhava pela janela pra ver se ninguém de fora estava nos vendo, mas com o dia tão chuvoso não tinha ninguém na rua.
Mónica duerme sola - Parte 3Me dá mais um pouco, meu amor... mais gata... se liga na deusa que você é...", ele sorriu pra mim.
Eu devolvi o sorriso e obedeci, me jogando pra trás e me tocando um pouquinho. Juani demorou pra tirar a foto. Não sei se ele tava procurando a foto perfeita ou só curtindo me ver me acariciando. Depois de um momento, ele tirou.
maduraJuani me olhou por cima da borda do celular. Me olhou por um tempo que pareceu longo. Na verdade, a gente se olhou em silêncio até que ela finalmente falou comigo, num tom que eu nunca tinha ouvido dela. Tão sério, tão triste.

"Meu amor... você não sabe... não faz ideia do quanto vou sentir sua falta...", ela disse e me partiu. Me partiu em dois. Porque naquele momento eu estava sentindo exatamente a mesma coisa.

"Eu também, minha vida. Vou sentir sua falta... tanto, mas tanto...", falei com tristeza.

Eu me inclinei na cadeira e não disse nada. Fiquei olhando pro nada, pro chão, com o olhar perdido e pensando. Pensando na Juani, em tudo que a gente tinha feito, tudo que a gente tinha compartilhado, tudo que a gente tinha sentido e o que ela me fez sentir nesses dias. Deu vontade de chorar.

E foi aí que Juani, em silêncio e sem me dar nenhuma instrução, tirou a última foto. De todas, é a que eu mais gostei. De longe.
amigos

4 comentários - Mónica duerme sola - Parte 3

Si hubiera más de 10 puntos te los daría espectacular relato!!!👏🏽👏🏽👏🏽👏🏽