Fala, galera, como vocês estão? Desculpem a ausência, mas tô na correria com o trampo e a faculdade, além de ter tido uns problemas com o site. Me digam qual famosa vocês querem, espero que curtam.
Tenho uns 22 anos, sou de uma família humilde de caseiros, então tive que trabalhar desde moleque. Tava trampando num restaurante de comida caseira bem sucedido, então me pagavam muito bem. Um dia, meu chefe chegou e falou que ia mudar o negócio pro Uruguai. Como eu era bom no que fazia, ele disse que guardava minha vaga se eu quisesse ir, mas eu não tinha grana pra me mudar, então não pude ir. Fiquei aqui fazendo bicos pra juntar a grana. Um dia, minha irmã, sabendo que eu precisava de dinheiro, me perguntou se eu podia substituir ela umas semanas no trampo dela, já que ia viajar com o namorado. Ela trabalhava como babá, mas especialmente pra famílias e pessoas ricas de Palermo, e com isso enchia o bolso de grana. Eu, meio que cuidar de criança não era minha praia, mas se desse pra conseguir a grana, eu ia fazer. Tava indo bem pra caralho, os riquinhos pagavam muito bem. Minha irmã me ligou dizendo que uma cliente precisava com urgência que eu cuidasse do filho dela. No começo, recusei, mas ela insistiu que era uma cliente especial e com muita grana, então aceitei. Cheguei no apartamento da cliente, quando ela abre a porta, vejo que é nada mais, nada menos que a Magui Bravi.
Ela me deixava louco de tesão quando aparecia no Showmatch rebolando a bunda de saia curta, fiquei paralisado.
— Oi, você é o irmão da Vivi, a babá, né?
— Ahhh, sim — respondi timidamente.
— Perfeito, lá em cima tá meu filho dormindo. Eu vou indo, já tô atrasada.
Ela saiu correndo. Assim que ela foi, subi pra cima e comecei a bater uma punheta cheirando as calcinhas e os biquínis dela.
Os dias foram passando e eu continuei trabalhando pra ela. Não nos víamos muito, só quando ela chegava e quando eu ia embora e ela pagava. Mas toda vez que ela saía, eu batia uma punheta cheirando uma das calcinhas dela e olhando algumas fotos dela.
Um dia, tava no quarto dela batendo uma, quando ela chegou mais cedo do trampo. Eu tava tão focado no meu negócio que nem percebi, até que ela entrou no quarto e... — QUE PORRA CÊ TÁ FAZENDO? Eu pulei da cama, tapei a buceta com as mãos e fiquei completamente gelado — Pe-pe-perdão, só tava... — PERDÃO O QUÊ? CÊ TAVA SE TOQUINANDO NA MINHA CAMA! Ela parou de gritar porque sabia que ia acordar o filho. — Perdão, só tava entediado, foi sem querer. Enquanto eu explicava, sem perceber, tirei as mãos da buceta, e ela viu ela inteira. Ela arqueou as sobrancelhas, tinha gostado do que viu. Foi se aproximando devagar até ficar cara a cara comigo, tirou minhas mãos da buceta e disse: — Que gostoso o que cê tem aí... Eu não sabia o que fazer, enquanto ela passava a mão na minha buceta e no meu rosto. Ela se pelou toda na minha frente e sussurrou: — Tá com tesão no que vê, pivete?...
Se ajoelhou na minha frente, prendeu o cabelo e começou a me chupar, eu tava em choque, totalmente paralisado, ela fazia o que queria com meu pau, também chupava minhas duas bolas, dava pra ver que tinha experiência chupando pica. Eu fui perdendo o medo aos poucos, até que num momento agarrei ela pela nuca e empurrei bem fundo, a ponto dela engasgar, mas ela não reclamava, adorava, e começou a fazer sozinha, enfiava os 20cm de pau como se fosse nada, assim por um tempo até que ela disse: -Gostou, meu amor? -Ahh, adorei, putinha -Agora faz a minha pussy. Ela se jogou na cama, eu todo pegando fogo já pulei em cima dela e comecei a foder, agarrei ela pelo pescoço e chupava os peitos enquanto metia com tudo, ela tapava a boca pra não gritar -Ahh, me fode toda, meu amor. Quando ela disse isso, agarrei ela e beijei com tudo, bem apaixonado, enquanto comia ela, enfiava a língua com tudo, o que fazia ela ficar toda molhada, parecia que tava chovendo na pussy. Me joguei na cama e falei: -Sobe, putinha, é sua vez. Ela subiu no meu pau e começou a pular, no início foi devagar até que foi aumentando a velocidade, pulava com tudo e se mexia com uma flexibilidade incrível, parecia que dançava em cima do meu pau. Num momento, ela colocou os braços nas costas e eu comecei a meter com tudo, ela tapava a boca com as duas mãos pra evitar gritar enquanto eu chupava os peitos dela e destruía a pussy. Eu parei, ela tava totalmente dominada, o corpo todo tremendo de como eu tava metendo, cheguei perto do ouvido dela e falei: -Fica de quatro, putinha, é hora de arrombar esse cu. Ela ficou de quatro, colocando a cabeça no travesseiro, e disse: -Me arromba toda, touro. Ela tinha a bunda muito pequena, dava pra ver que o marido promíscuo não comia ela, então comecei a meter devagar enquanto cuspia no cu dela e no meu pau também, ela começou a rebolando até que se abriu toda, comecei a meter cada vez mais forte enquanto com uma mão agarrava ela pelo cabelo e com a outra ele tava destruindo de tanto meter, eu já tava quase gozando, então peguei ela, joguei na cama, ela virou me olhando e comecei a bater punheta pra gozar nos peitos e na cara dela —eu te ajudo, touro Ela começou a me masturbar com os pés igual uma louca, parecia que já fazia isso direto, fiquei ali um tempinho até encher os peitos e a cara dela de porra Deitei do lado dela pra respirar e descansar —que bom babá que você é... —e você que puta gostosa que é Me limpei, me vesti e fui embora, ainda não entendia o que tinha acontecido Esse conto é FICCIONAL, só pra entreter
Tenho uns 22 anos, sou de uma família humilde de caseiros, então tive que trabalhar desde moleque. Tava trampando num restaurante de comida caseira bem sucedido, então me pagavam muito bem. Um dia, meu chefe chegou e falou que ia mudar o negócio pro Uruguai. Como eu era bom no que fazia, ele disse que guardava minha vaga se eu quisesse ir, mas eu não tinha grana pra me mudar, então não pude ir. Fiquei aqui fazendo bicos pra juntar a grana. Um dia, minha irmã, sabendo que eu precisava de dinheiro, me perguntou se eu podia substituir ela umas semanas no trampo dela, já que ia viajar com o namorado. Ela trabalhava como babá, mas especialmente pra famílias e pessoas ricas de Palermo, e com isso enchia o bolso de grana. Eu, meio que cuidar de criança não era minha praia, mas se desse pra conseguir a grana, eu ia fazer. Tava indo bem pra caralho, os riquinhos pagavam muito bem. Minha irmã me ligou dizendo que uma cliente precisava com urgência que eu cuidasse do filho dela. No começo, recusei, mas ela insistiu que era uma cliente especial e com muita grana, então aceitei. Cheguei no apartamento da cliente, quando ela abre a porta, vejo que é nada mais, nada menos que a Magui Bravi.
Ela me deixava louco de tesão quando aparecia no Showmatch rebolando a bunda de saia curta, fiquei paralisado. — Oi, você é o irmão da Vivi, a babá, né?
— Ahhh, sim — respondi timidamente.
— Perfeito, lá em cima tá meu filho dormindo. Eu vou indo, já tô atrasada.
Ela saiu correndo. Assim que ela foi, subi pra cima e comecei a bater uma punheta cheirando as calcinhas e os biquínis dela.
Os dias foram passando e eu continuei trabalhando pra ela. Não nos víamos muito, só quando ela chegava e quando eu ia embora e ela pagava. Mas toda vez que ela saía, eu batia uma punheta cheirando uma das calcinhas dela e olhando algumas fotos dela.
Um dia, tava no quarto dela batendo uma, quando ela chegou mais cedo do trampo. Eu tava tão focado no meu negócio que nem percebi, até que ela entrou no quarto e... — QUE PORRA CÊ TÁ FAZENDO? Eu pulei da cama, tapei a buceta com as mãos e fiquei completamente gelado — Pe-pe-perdão, só tava... — PERDÃO O QUÊ? CÊ TAVA SE TOQUINANDO NA MINHA CAMA! Ela parou de gritar porque sabia que ia acordar o filho. — Perdão, só tava entediado, foi sem querer. Enquanto eu explicava, sem perceber, tirei as mãos da buceta, e ela viu ela inteira. Ela arqueou as sobrancelhas, tinha gostado do que viu. Foi se aproximando devagar até ficar cara a cara comigo, tirou minhas mãos da buceta e disse: — Que gostoso o que cê tem aí... Eu não sabia o que fazer, enquanto ela passava a mão na minha buceta e no meu rosto. Ela se pelou toda na minha frente e sussurrou: — Tá com tesão no que vê, pivete?...
Se ajoelhou na minha frente, prendeu o cabelo e começou a me chupar, eu tava em choque, totalmente paralisado, ela fazia o que queria com meu pau, também chupava minhas duas bolas, dava pra ver que tinha experiência chupando pica. Eu fui perdendo o medo aos poucos, até que num momento agarrei ela pela nuca e empurrei bem fundo, a ponto dela engasgar, mas ela não reclamava, adorava, e começou a fazer sozinha, enfiava os 20cm de pau como se fosse nada, assim por um tempo até que ela disse: -Gostou, meu amor? -Ahh, adorei, putinha -Agora faz a minha pussy. Ela se jogou na cama, eu todo pegando fogo já pulei em cima dela e comecei a foder, agarrei ela pelo pescoço e chupava os peitos enquanto metia com tudo, ela tapava a boca pra não gritar -Ahh, me fode toda, meu amor. Quando ela disse isso, agarrei ela e beijei com tudo, bem apaixonado, enquanto comia ela, enfiava a língua com tudo, o que fazia ela ficar toda molhada, parecia que tava chovendo na pussy. Me joguei na cama e falei: -Sobe, putinha, é sua vez. Ela subiu no meu pau e começou a pular, no início foi devagar até que foi aumentando a velocidade, pulava com tudo e se mexia com uma flexibilidade incrível, parecia que dançava em cima do meu pau. Num momento, ela colocou os braços nas costas e eu comecei a meter com tudo, ela tapava a boca com as duas mãos pra evitar gritar enquanto eu chupava os peitos dela e destruía a pussy. Eu parei, ela tava totalmente dominada, o corpo todo tremendo de como eu tava metendo, cheguei perto do ouvido dela e falei: -Fica de quatro, putinha, é hora de arrombar esse cu. Ela ficou de quatro, colocando a cabeça no travesseiro, e disse: -Me arromba toda, touro. Ela tinha a bunda muito pequena, dava pra ver que o marido promíscuo não comia ela, então comecei a meter devagar enquanto cuspia no cu dela e no meu pau também, ela começou a rebolando até que se abriu toda, comecei a meter cada vez mais forte enquanto com uma mão agarrava ela pelo cabelo e com a outra ele tava destruindo de tanto meter, eu já tava quase gozando, então peguei ela, joguei na cama, ela virou me olhando e comecei a bater punheta pra gozar nos peitos e na cara dela —eu te ajudo, touro Ela começou a me masturbar com os pés igual uma louca, parecia que já fazia isso direto, fiquei ali um tempinho até encher os peitos e a cara dela de porra Deitei do lado dela pra respirar e descansar —que bom babá que você é... —e você que puta gostosa que é Me limpei, me vesti e fui embora, ainda não entendia o que tinha acontecido Esse conto é FICCIONAL, só pra entreter
4 comentários - Relato da famosa: Magui Bravi