Oi, tchau e um corno sem noção

Esse fim de semana foi de rolê com os amigos… a gente se encontrou num apê perto de casa (dobrando a esquina na Medrano com Díaz Vélez). Foi uma despedida de uma amiga de uma amiga, digamos que eu tava lá como um convidado extra e, como não podia falar não pra elas, acabei virando o churrasqueiro.

bem, conhecendo a Martina, minha amiga patricinha que, apesar de já termos tido algum rolé mais íntimo, a gente mantém aquela distância saudável que nos faz amigos. A Martina, patricinha magrinha (magrinha demais pro meu gosto, eu curto mulher mais carnuda), não tem problema em apresentar as amigas dela… mas nesse fim de semana a gente se despediu da Agostina, que vai se mudar com o namorado pra Espanha.
Tivemos uma festa no terraço do prédio. Vamos combinar que, tendo tido um rolo passado encerrado, sem rancor nem toxicidade com a Martina, a gente tem um flertezinho particular, mas eu tava longe de agir que nem um predador.
Já era de madrugada, ela tava mais que enturmada e à vontade com as amigas, e acho que sem perceber que eu tava prestando atenção, já tava falando de uns assuntos mais picantes e íntimos.
Agostina, morena, gostosa, carnuda e muito expressiva quando tá bêbada ou no fogo — e nesse fim de semana ela ia conhecer os dois lados… contou sobre a viagem planejada e, além de ser óbvio que é uma conversa entre mulheres, elas tocam em assuntos como sexo, mas do jeito que amigas falam, fazendo ele se sentir parte disso — algo raro pra um homem… Agos, feliz com o galã loiro menemista, arregalava os olhos com as coisas que Martina contava… principalmente sobre sexo pesado e anal… e Agos sempre respondia: “meu cu tá intacto e vai continuar assim, meu namorado não me pede essas coisas e não quero saber disso…” (o pouco que consegui arrancar dela em fotos)

Oi, tchau e um corno sem noção


Digamos que a noite continuou divertida, cerveja, Smirnoff, tequila de shot, as minas estavam sem controle. Mas tem algo em mim com relação a isso que me pega... jamais pegaria uma bêbada, não só porque considero isso um estupro, mas também porque gosto de estar consciente e que a outra pessoa também esteja. Pra mim, sexo é um momento memorável e curto deixar uma lembrança foda na pessoa que divide a cama comigo.

Lá pelas 3 da manhã, eu e a Martina já tava limpando e arrumando o Zoom. A Martina tava visivelmente nervosa, e como amigo com intimidade, perguntei se tava rolando alguma coisa com ela.

Tava combinado de ir transar com um amigo, mas essa aqui tá meio morta e, se eu levar ela pra casa, vai foder meu plano.
Vamos levar ela pra casa, quando ela acordar você já vai ter feito o que tinha que fazer, e a gente mora a uma quadra daqui. Falei pra ele.
Leo, você vai se comportar bem?" ela disse.
Você ouviu ela, não entrega a raba e eu gosto de ir até o fim, e você sabe muito bem disso. Falei pra ela.
Não me faz falar sobre isso..

Entre nós dois, levamos ela pra casa, fiz ela dormir na minha cama e fui dormir no sofá. Com a bebida que a gente tinha tomado, dormimos até as 11, menos eu.
Agos acordou lá pras 12h30, toda confusa. O café da manhã tava na mesa, mais ou menos completo. Mesmo não morando numa mansão, tento tratar bem meus convidados… Ela, meio que explorando o próprio corpo, tava tentando descobrir se a gente tinha feito alguma coisa.

Não rolou nada, só que sua amiga precisava do apê dela por um tempo e a gente deixou você dormir aqui. Falei pra ela.
Bom, não sei se me sinto gostosa ou feia, ninguém me come nem de graça. Ela me respondeu.
Gostosa, não te comeria bêbado, se eu te tiver na minha cama, pele a pele, o que eu mais queria é que fosse um momento inesquecível.

Assim que a gente tomou café da manhã entre putaria e jogos de palavras, enquanto a tarde ia chegando, ela tava à vontade e dava pra ver que depois desse jogo de cumplicidade, um calorzinho tinha subido nela.
Ela foi se arrumar enquanto eu calculava a hora dela ir, e fui lavar as coisas do café. Ela me chamou e eu fui ver se tava faltando alguma coisa.
O instante foi lindo, ela com o jeans desabotoado, a cabeça inclinada pra baixo mas ainda assim procurando meu olhar, como numa brincadeirinha triste, me disse

de verdade você perdeu isso por não me comer bebada...?

Não disse nada, parei na frente dela, com minha mão aceitei o convite do jeans desabotoado pra tocar ela com paixão. Quando ela aproximava a boca, eu afastava o rosto; quando ela se apoiava nos meus ombros, eu acelerava meu jogo pra fazer as pernas dela falharem.
Foi um jogo muito longo onde ela se entregava ao prazer que minhas mãos davam... ela mordia os lábios, gemia entregue ao prazer...
bem na hora em que minhas mãos se enchiam dos sucos do prazer dela, eu disse…

Você tem duas opções: vai embora e volta com o seu loiro menemista de cabelo curto.
ou se, como eu acho, você nunca sentiu o que sentiu agora, entra no meu quarto, mas deixo bem claro que eu vou te comer todinha, gostosa…

Saí do banheiro e fui pro meu quarto, com uma ereção que incomodava até pra andar, mas se ela passasse por aquela porta, era porque tava se entregando de livre e espontânea vontade. Acho que depois de mais ou menos um minuto, pensei que ela tinha voltado pro namorado, mas ela cruzou a porta furiosa de tesão.
Quando ela cruzou a porta, não teve romantismo. Arranquei aquela peça de renda preta que escorria de fluidos, o jeans dela caiu até os joelhos enquanto ela virava de costas, entregue. Tinha algo nela que se soltou, e eu não ia ter piedade. A camisa dela seguiu o mesmo caminho da calcinha, saindo aos pedaços, liberando aquelas tetas deliciosas que balançavam no ritmo das estocadas. A gente continuou assim por um tempo, claro, com sexo puro, daquele que não é romântico, mas é cheio de paixão…
Ida da própria consciência, ela pedia mais. Toda minha área pubiana brilhava de fluidos enquanto as investidas, de vez em quando, exigiam levantá-la, porque de tanto prazer as pernas dela amoleciam... Sem dúvida, no corpo dela despertavam mares de sensações. Chegado o momento, ambos líamos nossos corpos naquela coreografia ditada pela luxúria. Minha pica potente chegava na hora de soltar a carga e, tentando sair daquela buceta molhada e pulsante de prazer, ela me olhou e disse.

filho da puta, se me fez foder como uma puta, eu mereço a porra do gozo.

não tenho argumentos, mas também não tenho dúvidas.

Se quiser ser minha putinha, minha putinha vou te batizar, e puxando o cabelo dela toda aquela cena acelerou, enquanto ela me dava um lindo squirt que molhava a calça jeans dela por completo, eu me preparava pra deixar bem no fundo uma bela descarga…

Assim, parados numa cerimônia de descanso, ela me oferecia o pescoço pros beijos e os peitos dela balançando num sutiã feito em trapos eram o deleite das minhas mãos… a cama tava ali como testemunha da primeira batalha daquela guerra, de uma série de lutas onde logo seria um dos principais campos…



anal



aí o celular dela tocou e ela saiu correndo do quarto, não perguntei nada, mas pelo áudio que ela tava mandando era pro namorado, ela tava dizendo que como o que tomaram bateu forte, ela ia ficar na casa da Martina até a tarde…
enquanto depois do áudio eu tava respondendo uns textos, falei no ouvido dela..

O que acabou de rolar foi só uma amostrinha, mas você ainda não provou nada… não sou igual ao seu corno, que se te desse atenção direito, com certeza isso não tava acontecendo.
não fala assim com ela. ela me disse
Falo a verdade, agora te deixo escolher de novo. Te espero no quarto se quiser…

Fui no banheiro e quando voltei pro quarto, ela tava mexendo no celular, de bruços na cama. Como um bom amante, comecei a chupar a bunda dela e use a palavra: buceta.
Ela, entre gemidos, disse…
Meu namorado nunca chuparia minha buceta depois de gozar dentro…
por isso ela só merece é chifre. eu falei pra ela

Ela mandava áudios pra ele tentando disfarçar o prazer que sentia. De vez em quando empurrava minha cabeça pra minha língua parar de dilatar o cuzinho dela, e outras vezes se deixava levar pelo tesão. Ficamos assim por mais de meia hora. Da buceta dela escorriam gotinhas de mel que minha língua pegava de tempos em tempos, fazendo ela colocar a bunda pra cima e expor mais o rabo, que já cedia aos poucos pra minha língua. Só precisava esperar o momento certo pra dar a estocada…
No meio da foda com ela gozando de chupadinhas e meus dedos se revezando pra abrir a bundinha dela, que com o trabalho da minha língua já não oferecia mais resistência, só ela apertando pra fechar. Nisso, o celular dela tocou e ela teve que atender o namorado, e minha língua começou a trabalhar aquele cuzinho sem piedade. Dava pra sentir ela segurando os gemidos e ver ela apertando o travesseiro até que um vazio inexplicável tomou conta dela… sem desligar, ela me procurava, mas eu, por trás dela, passava gel no meu pau, porque sabia qual prêmio queria. Vocês tinham que ver os movimentos desesperados quando ela sentiu meu pau encostar a cabeçona na entrada da bunda dela, dava pra sentir as nádegas querendo se fechar e depois relaxando, pensando que era brincadeira enquanto falava com o namorado…



sexo




mas longe disso, comecei a apertar com a mão dela, ela tentou pegar meu pau, apertava com toda força, o que me deixava mais excitado.
A sequência deve ter durado uns minutos até o esfíncter ceder, ela mordeu os lábios e tentou abafar o grito enfiando a cabeça no travesseiro, mas nada a salvou, já estava empalada. Quando respondeu ao namorado, dava pra ver sangue na boca dela, tentou levar a conversa, mas assim que se livrou dele, ela sabia o que ia rolar, tentou parar com a mão, mas não adiantou, continuou entrando e entrando até chegar no fundo.

Você me desvirginou, filho da puuuta! Ela gritava.
—para devagar, devagarinho, ele dizia

Mas quando o corpo dela se adaptou, passou a pedir mais, começou a colocar a bundinha dela pra cima pra minhas estocadas chegarem o mais fundo possível.

óbvio que uma bucetinha recém-inaugurada, não é um trabalho limpo… meu pau saiu com uns fiapos de sangue, nada drástico, e aquele cheirinho de cu recém-feito. Não tenho mais o que dizer, só que ela ficou lá largada em êxtase, com os dois buracos vazando porra e outras coisas que é melhor nem comentar. Mas sexo anal não planejado é assim mesmo…

Lá no fundo, pensei que tinha ofendido ela, mas depois a gente voltou a fazer de novo, e claro, aproveitei aquela bucetinha mais umas vezes durante a tarde. Lá pras 20h, já tínhamos queimado toda a vontade de transar. Ela, toda bagunçada, me disse.

Preciso ir embora, mas não quero.
Ninguém te obriga, mas sei que em 2 dias tu viaja. Falei pra ele.
Estou pelada, você rasgou toda a minha roupa. Ela me disse.
usa a minha, vamos na casa da Martina, ela com certeza te empresta alguma coisa.

Ela vestiu minha roupa, mas foi uma quadra em ritmo de aposentado, ela estava moída, tudo que esfregava perto das partes dela doía, pelo menos ela estava banhada…

Quando chegamos na casa da Martina, ela sacou tudo na hora.

Parece que alguns tiveram mais ação do que eu. Disse Martina.
não fizemos nada, só vomitei na minha roupa. disse a agos.
Agos, o Léo é meu amigo, e com muitos direitos adquiridos, fica claro que eu sei o que rolou contigo.

assim a noite anterior terminou na noite de domingo…. quando eu já tava arrumando a bagunça e arejando o cheiro de buceta arrombada, chegou uma mensagem da martina “filho da puta, você meteu sem piedade”...

Quando falei com a Martina, ela me contou que foi embora umas 2 da manhã, quando se sentiu recuperada, depois de comprar a pílula do dia seguinte e um creminho pra aguentar o atrito da calcinha.


Não foi algo planejado e, embora eu ame fazer corno, dessa vez foi algo animal, ela tava com vontade e eu tava afim.


Valeu, meus leitores! Agradeço de coração por recomendarem o conto e deixarem aqueles pontinhos que derem…



como sempre aqui o Bull dedicado, a gente se lê e como sempre, valeu...



touro




Comentarios Destacados

Aquí hay una buena verga para que disfruten

hotwife
@Marianomartino50 claro que se vería tu esposa bien atorsonada por el culo con esta verga que tengo
@Marianomartino50 a tu mujer la haría bramar dándole solo por el culote así me gustan esas nalgotas
Que vergota para mi mi amor

8 comentários - Oi, tchau e um corno sem noção

Es mi fantasia ser cornudo

conudo

hola, adios y un cornudo inconciente

anal
la puerta entre tu fantasi y tu realidas esta a un privado de distancia 😈😈