Fim de semana gostoso

Quando chega um feriadão, a única coisa que a gente quer é viajar pra algum lugar quente e ensolarado, de preferência com boa companhia. Uns meses atrás, meu grupo de amigos planejou um feriadão numa casa de praia, que alugamos com antecedência e dividimos o custo entre todo mundo.

Conseguimos juntar umas 12 pessoas, mas nem todo mundo viajou ao mesmo tempo, então um grupinho foi na frente e esperou o resto, que devia chegar no dia seguinte.

Pra minha imensa alegria, uma das minas que foi no primeiro dia era a Glória. E o nome dela caía como uma luva. Ela era a namorada de um dos caras do grupo, mas a gente não era exatamente amigo; nos víamos de vez em quando em festas, o que nos tornava mais conhecidos do que amigos. Mas isso não importava muito, porque a Glória era tão gostosa que eu não teria conseguido resistir a desejar ela, mesmo que fosse a namorada do meu melhor amigo.

De manhã cedo, fomos pra praia, que ficava a duas quadras, e lá pude apreciar o quanto ela era maravilhosa. Os outros caras do grupo também olhavam, mas estavam acompanhados e fingiram que não percebiam. Eu, por outro lado, tava sozinho e tinha mais liberdade pra observar sem preocupação. Acho que o namorado dela devia estar acostumado com outros caras olhando, porque não parecia se importar nem um pouco.Fim de semana gostosoDurante o dia inteiro, eu sempre dava um jeito de ficar perto dela, tentando não ser muito óbvio, mas nem sempre dava certo. Por sorte, os outros estavam mais interessados em beber e entrar na água, então consegui puxar assunto e ficar amigo dela com mais facilidade. Ela quase nunca entrava na água; preferia deitar na areia e pegar um sol. Falava sobre todo tipo de coisa, qualquer coisa que me desse uma boa desculpa pra sentar do lado dela. Teve um momento em que eu devorei ela com os olhos, aproveitando que ela tava com o rosto coberto pelas mãos, se protegendo do sol. Olhei ela de cima a baixo, várias vezes, de um lado pro outro, absorvendo cada detalhe, cada curva, saboreando aquela visão do paraíso que eu tinha bem na minha frente. Acho que me distraí e nem percebi que ela tava me olhando por um bom tempo pelos buracos entre os dedos dela. Meu sangue gelou quando percebi que ela tinha me pego no flagra, mas aí ela falou com um sorrisinho: "Tudo bem?quadrinhosEssa frase dela foi praticamente um convite pra minha luxúria, uma licença pra chegar ainda mais perto. Toda mulher gosta de ser admirada, e uma mulher tão gostosa quanto ela gostava ainda mais. Quando chegamos em casa, todo mundo logo deu um jeito de passar o tempo, sempre bebendo, claro. Mas como a gente ainda era um grupo pequeno, uma partida de cartas já bastou pra entreter geral ao mesmo tempo. Eu não joguei, lógico. Preferi ficar por perto com minha câmera, tirando fotos de todo mundo, e sempre que dava, eu dava um jeito de enquadrar ela discretamente, principalmente quando ela se inclinava por algum motivo. Descobri que ela era linda pra caralho de biquíni, e ficava ainda mais tentadora com um pareô. Era estranho como, num ambiente onde todo mundo tava de roupa de banho, ela se tornava ainda mais atraente por estar um pouco mais vestida. Cada vez que ela se abaixava, meu coração acelerava. E acelerava pra caramba porque ela percebia que eu tava fotografando ela, então se colocava no meu campo de visão e parava em poses aparentemente despreocupadas.Aqui esta a traducao para o pÀ tarde, depois do almoço, todo mundo tava com preguiça, e com a geladeira cheia de cerveja gelada e o calor pegando forte, alguns se jogaram no primeiro lugar confortável que encontraram e tiraram um cochilo. Ela também, claro. Fiquei ligado, dando voltas pela casa, procurando algo pra fazer, até ter certeza de que todo mundo tava numa distância segura, e até quem tava acordado só se preocupava em curtir o calor e o tempo bom com uma bebida gelada e batendo papo.

Ela tava uma delícia, deitada no sofá da sala, com uns shorts que pareciam feitos especialmente pra enlouquecer qualquer um.

Com a perna dobrada, a bunda gostosa dela se destacava ainda mais. Naquela situação, a única coisa que pude fazer foi pegar meu celular pra abrir o aplicativo de algum jogo e sentar num lugar de onde pudesse apreciar a vista sem levantar suspeitas. Então passei uns quarenta minutos apertando botões sem realmente olhar pro meu telefone.

Tava tão perto dela que dava pra ouvir até o menor ronquinho.

A cada movimento leve que ela fazia, eu me contorcia e engolia saliva com dificuldade. Dei um pulo quando a dona Etelvina, a mãe de um dos nossos amigos, que também não tava dormindo, me deu um tapinha no ombro: "Nossa, você é a cara do meu sobrinho! Quando ele pega um desses jogos, esquece do mundo!".sexoNa manhã seguinte, acordei cedo como sempre. Tomei café e me sentei na varanda dos fundos da casa, de onde tinha uma vista linda de um bosque, e fiquei relembrando mentalmente o que tinha acontecido no dia anterior.

Logo comecei a ouvir barulhos dentro de casa, onde os outros também estavam acordando. Uma das primeiras vozes que ouvi foi a da Dona Etelvina, claro. Sempre muito extrovertida e prestativa, ela me lembrou que a gente precisava ter cuidado porque mais tarde alguém teria que receber os outros que estavam chegando, então percebi que em algumas horas a casa estaria cheia de gente e toda aquela liberdade que eu tinha com a Glória já não seria a mesma. Enquanto pensava nisso, ela passou por mim, deu bom dia e estendeu uma toalha na grama.

Ela estava tomando sol bem na minha frente. Bem na minha frente e de mais ninguém.

Quando os outros chamaram ela pra ir pra praia, ela disse que tava com preguiça e que ia ficar ali. Assim que eles foram, ela me perguntou de brincadeira se a presença dela me incomodava e que se eu quisesse ficar sozinho, era só falar. Respondi na mesma brincadeira que adoraria ficar sozinho com ela.amigas gostosasBem antes do meio-dia, o telefone tocou. Era o resto do grupo, que já tinha chegado no lugar combinado pra ser buscado, já que não sabiam o endereço. Combinaram que alguém ia ficar em casa pra vigiar e que teriam que deixar espaço nos carros, porque iam dividir a bagagem. Dona Etelvina ia ficar em casa por motivos óbvios, e eu esperei pra ver o que a Gloria ia achar. Quando ela disse que também preferia ficar, tomei minha decisão, e assim ficamos nós três em casa.

Enquanto se preparavam pra ir embora, Dona Etelvina avisou: «É melhor se apressarem, porque o tempo tá mudando e acho que vai chover logo, sabem?». Eles foram embora rindo e dizendo: «Não fala isso, Dona Etelvina!». Ela passou por mim e comentou: «Não tô brincando, de verdade que logo vai cair uma baita tempestade de verão, eu sei». Ela tava com uma taça, a Gloria com outra, e eu ali no meio das duas, esperando uma chance. Uns minutos depois, de repente, Dona Etelvina levantou e disse que ia na casa de uma amiga que morava perto, que ela tinha conhecido em férias anteriores, e assim, do nada, surgiu a oportunidade.

“Vou embora agora mesmo, não quero me molhar” — ela disse enquanto fechava a porta, com o sol ainda brilhando forte. A Gloria tava lá dentro, tomando banho, e enquanto eu via Dona Etelvina sumir devagar, meu coração disparou só de pensar em ter pelo menos uns momentos a sós.

Assim que a senhora Etelvina sumiu rua abaixo, ouvi o estrondo de um trovão. Ela tinha toda razão; a chuva tava chegando.Fim de semana gostosoA tempestade que a dona Etelvina tinha previsto chegou de repente e com tudo. O sol simplesmente sumiu e o céu escureceu, e enquanto eu pensava nas possibilidades e em como aproveitar ao máximo o tempo que teria a sós com a Glória, ouvi o som aterrorizante de um raio caindo perto. Aí o rádio apagou; a luz tinha ido embora. Também ouvi um grito vindo do banheiro. Era a Glória, reclamando que o chuveiro tinha esfriado de repente.

Esperei uns instantes pra ver o que ia rolar, e então ouvi ela chamar a dona Etelvina, perguntando o que tinha acontecido. Cheguei perto da porta do banheiro e falei: «A dona Etelvina não tá; foi visitar uma amiga que mora perto. Acho que caiu um raio por aqui, talvez num transformador, sei lá...».

«A dona Etelvina saiu? Ela acabou de... cê tá aí fora?» – respondeu ela de dentro do banheiro.

«Tô, tô aqui fora... só eu».

A porta do banheiro se abriu e ela saiu enrolada numa toalha, só coberta da cintura pra baixo. Os peitos dela estavam de fora.

Vendo meu silêncio e meu olhar hipnotizado, comentou com uma expressão de falsa decepção:

«Que hora pra cair a luz, hein?!»quadrinhosRespirei fundo e tentei agir da forma mais natural possível, entrando na brincadeira, fingindo que não estava tão nervoso quanto um adolescente vendo uma mulher nua pela primeira vez. Ela ainda estava molhada, a pele brilhava, as marcas do bronzeado do biquíni apareciam. Ela se aproximou da janela, tirou a toalha que cobria os peitos e, ao puxá-la mais do que o necessário, deixou a bunda à mostra, me presenteando com a visão mais linda e voluptuosa daquelas nádegas. Nunca tinha visto nada igual.

O telefone tocou e ela atendeu. Eram as pessoas que tinham saído, avisando que estavam presas pela tempestade e que não iam se arriscar a pegar a estrada de terra, então iam se atrasar. Voltariam assim que a chuva parasse.

Sem se virar e ainda de costas pra mim, comentou:

“Ai, meu Deus! Acho que essa tempestade vai ser daquelas bem longas.”

“É, acho que sim.”

“Sem luz, sem ninguém pra conversar, sem a dona Etelvina... acho que vamos ter que dar um jeito de passar o tempo.”

“É... você tem razão...”

“Bom, eu não gosto de jogar cartas nem de jogos de tabuleiro.”

“Eu também não.”

“Então, o que você sugere?”

“Vamos pra cama.”

Ela esperou um pouco, como se estivesse considerando minha sugestão descarada, e então respondeu.

“Talvez. Enquanto a chuva durar.”Aqui esta a traducao para o pEla jogou a toalha de lado e eu dei um passo à frente. Quando caímos no colchão, já estávamos grudados um no outro.

Beijei a boca dela com voracidade, querendo devorá-la enquanto me esfregava contra o corpo ainda molhado, com cheiro de sabonete. A chuva aumentou e eu podia ouvir a corrente forte descendo pela rua, arrastando coisas. Me grudei nela, me espalhando sobre a pele dela, enquanto ela abria as pernas e me devolvia os beijos com o mesmo, ou até maior, desejo que o meu. Presa debaixo do meu corpo, ainda encontrava espaço para se mexer, se contorcendo devagar, aumentando a área de contato, me arrepiando inteiro. A cabeça do meu pau se movia de um lado pro outro, procurando a entrada e sentindo o toque molhado da buceta macia dela, mas toda vez que eu estava prestes a penetrá-la, ela se afastava de leve, me deixando louco.sexoGosto de experimentar primeiro com a boca", ela disse. Me pediu pra ficar parado, de barriga pra cima, e começou a deslizar a língua pelo meu peito e barriga até chegar nas minhas bolas e as pegou na boca sem nenhuma cerimônia. Senti o pelo molhado dela na minha barriga, as pontas frias contrastando com a língua quente. Enfiou as duas na boca de uma vez e continuou chupando sem tirar, soltando o hálito quente pelas narinas abertas, recuperando o fôlego. Pra mim, só isso já teria sido motivo pra agradecer a Deus pelo resto da vida, mas a tempestade não mostrava sinais de passar, e ela parecia totalmente à vontade naquela situação. Chupou com gosto, passando das minhas bolas pra cabeça do meu pau, descendo pelo meu pau, e começando de novo e de novo.amigas gostosasDepois de me torturar com a boca dela por longos, embora breves, minutos, ela me deu um beijo rápido e seco nos meus testículos, como se estivesse se despedindo de uma amiga querida, e subiu em cima de mim. Primeiro, sentou na minha barriga e começou a deslizar.

Umas mãos suaves pousaram no meu peito até encontrarem um ponto de apoio.

Senti a umidade da buceta dela manchando meu ventre enquanto ela se abria e se esfregava contra mim. Depois, começou a deslizar para baixo, inclinando-se cada vez mais até sentar no meu pau e mantê-lo preso debaixo dela, como quem doma um cavalo selvagem, sem dar nenhuma chance de escapar.

Sem usar as mãos, começou a se posicionar, os lábios da buceta dela procurando envolver a cabeça inchada do meu pau, primeiro de um lado, depois do outro, rodeando, guiando, ancorando, até que tudo se encaixou e ela empurrou o corpo para trás numa penetração inversa. Cravei os dentes, ela sorriu e revirou os olhos. Gememos quase ao mesmo tempo.

Segurei a cintura dela com as duas mãos e deslizei suavemente até o rabo magnífico dela, e quando cheguei exatamente onde queria, comecei a comê-la com força.Fim de semana gostosoEla ficou em cima de mim por um bom tempo, e só desceu depois de ter um orgasmo intenso, com um gemido alto e estremecedor.

"Não temos muito tempo, então precisava ter certeza de que estava pronta", disse. "Agora você também pode aproveitar sua parte", completou enquanto se deitava de barriga pra cima e abria as pernas pra mim.

Não perdi tempo, subi no corpo dela e meti gostoso.

Baixei o olhar e vi minha pica desaparecendo naquela buceta espetacularmente definida, marcada pela linha do bronzeado do biquíni e completamente melada do orgasmo dela.quadrinhosCom a confiança de que ela já tinha gozado, e portanto com a liberdade de gozar a qualquer momento, comecei a aproveitar ao máximo tudo o que podia.

Várias vezes senti que estava perto do orgasmo e fiz de tudo para me segurar, pedindo pra ela parar um pouco e depois retomando o ritmo.

Sentia minhas bolas duras e inchadas, implorando por alívio, mas aquela era uma chance única de prolongar aquilo o máximo possível, porque nunca se sabe se vai ter outra. Na real, eu me deixava levar pelo som da chuva, porque sabia que enquanto ela durasse, eu teria tempo.

Quando ouvi o barulho no telhado diminuir um pouco de intensidade, soube que a hora estava chegando, mas o melhor de tudo é que a Gloria fazia tudo que eu pedia com gemidos, como se entendesse perfeitamente a situação, como se soubesse exatamente o que se passava na minha cabeça. De frente, de costas, por baixo, por cima. Onde quer que eu a colocasse, ela ia.Aqui esta a traducao para o pNós ouvimos como o som da chuva foi diminuindo de repente, igual uma típica tempestade de verão. Depois, o barulho dos carros passando na rua, e em seguida as luzes da casa acendendo, menos a do quarto onde a gente tava, porque não tinha ligado quando entramos. Também ouvimos a música do rádio que a gente tinha esquecido ligado na tomada, um sinal claro de que a vida lá fora tinha voltado ao normal. Mas dentro do quarto, eu saboreei os últimos segundos daquele momento mágico. Ela intensificou os movimentos e eu cravei meus dedos nas coxas dela, puxando com força, sacudindo ela. Comecei a gemer alto, o pelo do corpo todo arrepiou, o som da nossa pele suada batendo e estalando. O clímax tava chegando.

Eu não queria.

Mas tava prestes a vir.sexoTirei meu pau rapidão, ela tava esperando por esse movimento, porque não resistiu naquele momento e se inclinou um pouco pra frente. A gente ouviu o som da porta abrindo bem na hora que eu gozei.

Em jatos fortes e espalhados, que subiam no ar e caíam na bunda dela, deixando rastros brancos na pele morena. Ela virou um pouco mais o corpo e eu apertei meu pau bem entre as nádegas dela, soltando os últimos jatos de porra.

Naquele momento, ela olhou por cima do ombro e disse sorrindo: “A chuva acabou”.

“Infelizmente, acabou”, respondi.

Depois disso, tudo foi muito rápido. A gente se vestiu e saiu pra sala bem na hora de ver a dona Etelvina entrando em casa e secando os pés no capacho, comentando sobre a previsão de chuva e perguntando se tava tudo bem.

Gloria e eu estávamos suados, com o cabelo todo bagunçado, parecia que a gente tinha terminado uma maratona; até a pessoa mais ingênua do mundo teria desconfiado, imagina alguém tão experiente e vivida como a dona Etelvina. A gente tava preocupado, mas ela sorriu e piscou o olho pra gente.

“Como eu já disse, ia chover pra caramba, né? Sei umas coisas” – falou, e foi pra cozinha preparar café pra quando o resto do grupo chegasse.amigas gostosas

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