E a vida seguiu. 2

Fui comprar umas brejas e uns cigarros, cheguei e já abrimos uma breja. Eu me aproximava, encostava nela, trocávamos uns amassos, beijo vai, beijo vem e eu louco de tesão. Ela tava igual, ver ela daquele jeito me dava satisfação e, pra completar meu prazer, ela adorava aquela brincadeira de ficar toda piranha pra mim. Eu ali esquecia de tudo.
— Como você me excita! Vai ser minha piranha hoje?
— Sim, meu amor, me faz sua. Uma preliminar espetacular, ela era um fogo.
Sentou na mesa e abriu as pernas, me chamou com o dedo e na hora comecei a beijar ela até chegar na buceta dela. UMA DELÍCIA, fiquei um tempão. Ouvia ela gemer e ela dizia:
— CONTINUA, AI QUE GOSTOSO. E REPETIA COM ALGUM PALAVRÃO.
Acelerei o ritmo e os gemidos dela aumentaram, ela chegou ao máximo e gozou. Continuei um pouco mais e saí. Beijei ela e ela disse:
— Você é um filho da puta, que gostoso. Que tesão!
— Como você fica, que delícia você é.
Tomei um gole e acendi um cigarro, enquanto ela me olhava com desejo.
— Tô te dando um descanso, falei.
— Ou o descanso é você que precisa?
Cheguei perto e falei:
— Vira. Peguei ela pelo cabelo e falei de novo: VIRA.
Ela virou e se apoiou na mesa.
— Vai me fazer a booty de novo?
— Quer que eu faça a booty?
— Sim, faz.
Peguei ela pelo cabelo e puxei a cabeça dela pra trás e meti, não custou tanto mas ainda assim tava apertada. Fui devagar, aproveitando, e ouvia ela aguentando.
Entrava e saía devagar.
— Olha como entra, tá doendo? E metia pra ela sentir.
— Vou fazer a booty em você todo dia! Ela gritava e dizia que sim. Me dava muito prazer ver ela daquele jeito, ter ela assim.
Coloquei as mãos dela nas costas e comecei a meter mais forte, mais rápido. Ela pedia pra parar e eu continuava. Antes de terminar, tirei e mandei ela ajoelhar, ela obedeceu na hora e abriu a boca, colocando a língua pra fora. Gozei a jatos na cara dela, ela se lambia toda e eu em êxtase! Vi ela rindo, safada, e curtindo.
— Que gostoso, meu amor, ela disse. Naquele dia, a relação foi outra. A gente disfarçava lá fora, mas na intimidade ela era minha mulher. Ela também mudou, ficava mais excitada, andava contente e a gente transava quase sempre. No começo foi estranho, mas com o tempo virou normal. Não tinha mais vergonha, nem pudor. Só um sexo incrível. E a vida seguiu...

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