Fala aí, galera, sou o Rick, o corno do bairro, e quero contar pra vocês quando minha esposa foi comida numa festa do trabalho dela. Comenta aí e manda direct pra gente trocar ideia sobre chifre. Minha esposa Maggie já tava há quase um ano trabalhando numa empresa de tecidos e roupas, num galpão grande onde cortavam pano e mandavam pra outro lugar costurar as peças. Ela era do departamento de contabilidade. Tava chegando a festa de aniversário da empresa, então levei ela pra comprar um vestido de festa pra ocasião. A gente tinha em mente um vestido longo, bem justinho, com um decote generoso, porque ela adora exibir os peitos bonitos dela. Mas enquanto a gente ia de loja em loja, a gente topou com uma coisa que me deu uma ereção na hora: era um vestido preto, minissaia bem curtinha e colada no quadril, mas a parte de cima... uff! Era só um véu meio transparente que rodeava o pescoço dela e cruzava na frente, tampando os peitos, e se juntava na cintura com a saia. Eu amei o fato de que, olhando ela por trás, além da bunda gostosa, parecia que ela tava nua da cintura pra cima, porque o cabelo dela cobria o véu na nuca. Pra mim, ela não podia estar mais pelada sem mostrar nada, e ainda me excitava saber que qualquer um, ao cumprimentar ela com um abraço, podia sentir a pele das costas dela até a cinturinha. Chegou o sábado da festa, e ela tava uma delícia, capaz de esquentar qualquer macho que se preze. No caminho, a gente passou no posto de gasolina onde ela trabalhou um tempo atrás. E mesmo que eu pudesse ter pago com meu cartão na bomba, entreguei minha carteira pra ela entrar e pagar na loja. Dois caras negrinhos tavam saindo e, educadamente, seguraram a porta pra ela, mas olharam ela com um olhar vulgar e até falaram alguma coisa que fez ela sorrir. Já tava escurecendo, então dava pra ver claramente o que rolava lá dentro. Ela foi, pagou a gasolina, mas quando tava voltando pra sair, virou a cabeça ao ouvir uma voz e se... Ficou ali parado; era o ex-chefe dela, Amir, que foi correndo cumprimentá-la, deu um abraço e aproveitou pra acariciar a pele macia das costas da minha esposa, e continuou passando a mão enquanto perguntava sobre o novo trabalho dela, etc. Sem tirar os olhos do decote dela; vale dizer que eu tava com o pau duro feito pedra de ver a mão dele na pele da Maggie, e mais ainda quando se despediram com outro abraço forte, onde os corpos se grudaram bem gostoso, aí ela se virou e saiu, seguida pelo olhar tarado do indiano. "Ele te apalpou, te comeu e te engravidou só com o olhar!" falei brincando quando subimos no carro, ela me deu um tapinha no ombro "Não exageraaaaaa" disse rindo, mas visivelmente excitada, "ele é bem respeitoso", continuamos zoando, mas fiz ela entender que tava linda e que qualquer um pagaria pra comer ela de tão gostosa que tava. Chegamos no trabalho dela, entramos pela parte dos fundos do depósito, que era o estacionamento das caminhonetes de entrega e duas ou três vans com o logo da empresa, e estacionei meio longe com medo de que na saída ficasse muito trânsito. Entramos na parte que servia pra carga e descarga, que tinha sido arrumada e limpa pra festa, colocaram mesas e cadeiras com toalhas e um espaço tipo pista de dança no centro, dava pra ouvir a música suave e já umas vinte pessoas estavam espalhadas conversando animadamente; Maggie me levou até uma mesa onde dona Elena, uma senhora muito bonita, uns quarenta anos, bem conservada, com um vestido normal de bom decote, tava com o marido dela, don Manuel, e nos ofereceram bebida, minha esposa aceitou de bom grado, aí chegaram outros pra cumprimentar e também don Rafael, o dono da empresa, um homem grisalho e magro de uns cinquenta e poucos anos.
Mais pra dentro daquele salão grande, tinham dois escritórios de vigilância e primeiros socorros, um de cada lado, deixando no meio uma espécie de túnel que levava pra parte da frente, onde ficava Os banheiros, as escadas para subir até os escritórios e tinha montanhas de paletes com rolos de tecido e várias mesas de corte, mas aquele lado estava escuro, iluminado só pelas luzes dos escritórios lá em cima.
Maggie se soltou rápido por causa do álcool e ficava conversando e rindo muito, depois chegaram Alberto, um dos motoristas, e Roberto, da contabilidade, que pareciam já ter amizade com a Maggie, porque a conversa era mais íntima, dançaram um pouco e minha esposa ficava ajeitando o véu do vestido direto e puxando a minissaia pra baixo, porque subia sem querer, mas conforme continuava bebendo, foi perdendo esse recato e cada vez que voltava de uma dança, eu tinha que falar pra ela ajeitar a saia porque tava aparecendo o começo da bunda, mas eu falava não porque me importasse que os outros vissem, mas pra fazer ela notar que os colegas de trabalho dela estavam se esbaldando olhando; além disso, quando dançavam salsa e faziam ela girar com a mão pra cima, o véu do vestido deslizava um pouco pros lados, deixando ver as tetinhas redondas quase até o mamilo. Não podia faltar o reggaeton, que ela não queria dançar no começo, mas já meio bêbada se acabava esfregando a raba nas picas dos colegas, que aproveitavam a situação pra se deliciar sentindo a dureza da bunda dela. Eu olhava ela muito excitado, e cada vez que ela voltava pra sentar e beber do copo, eu falava coisas no ouvido tipo: “Esse amigo aí se acabou com a sua bucetinha, amor, talvez até gozou na calça” e eu ria, “Não exagera” ela falava rindo “é só uma dança”. Até o chefe dela, seu Rafael, não perdeu a chance de dançar com ela e sentir o corpo. Já tavam todos bem bebados quando o marido da dona Elena se desculpou pra ir ao banheiro, e eu percebi que o Roberto foi e sentou do lado dela e ficou falando no ouvido, mas tenho certeza que tava apalpando ela por baixo da mesa. Também reparei em outra mina que não conheço, com um vestido Cor pêssego. Ela estava sentada em outra mesa com o marido, quando ele se afastou pra ir ao banheiro. Um grupo de três homens cercou ela, brincando, e eu juraria que vi mãos nos peitos dela... mas não tenho certeza. Me excitou pensar no que fariam com minha esposa na minha ausência, então esperei o Dom Manuel voltar e falei pra Maggie que ia ao banheiro, mas que da última vez tinha fila e podia demorar. Fui e atravessei o corredor entre os escritórios da segurança e do médico, e lá no fundo me escondi na esquina, mas o pessoal não deixava eu ver até nossa mesa. O que vi foi uma garota de minissaia num grupo de várias pessoas, o marido segurando ela pelos ombros, mas o cara sentado na cadeira colado neles acariciava a parte de trás da perna dela, e a mão subiu até sumir debaixo da saia. Ela levou a mão pra trás, pensei que pra parar as carícias do cara, mas só fez pressão pra ele acariciar mais forte. Decepcionado por não ter visto minha esposa, virei pro banheiro. Maggie me contou, tempo depois, o que rolou lá. Diz que o motorista e o da contabilidade que estavam com a gente se aproximaram assim que eu fui, e brincando com ela, acariciavam as pernas dela e cada um pegava um peito, até passaram a mão no vestido deixando à mostra os bicos duros, enquanto Dona Elena ria e Dom Manuel mandava eles beliscarem mais forte os mamilos. Maggie ria bêbada, mas a mão dela foi na virilha deles pra apertar as ereções.
O banheiro masculino tava vazio, mas ouvi um gemido de homem seguido de um "shhh!" feminino. Entrei sem fazer barulho e, olhando por baixo, vi que num dos vasos a garota do vestido cor pêssego tava de cócoras na frente de um cara com as calças nos tornozelos e o movimento clássico de um boquete. Não durou muito, a respiração do cara ficou selvagem, dando sinais de gozo. Meu pau tava duro quando fui e comecei a mijar, ouvi barulho de roupa se ajeitando e os dois saíram do cubículo, ele com cara de satisfação e orgulho e ela envergonhada de me ver ali e foram embora. Voltei pra nossa mesa onde não tinha sinal de nada fora do normal, dona Elena e o marido dela puxaram conversa comigo enquanto eu olhava a garota do vestido pêssego abraçada no marido como se nada tivesse acontecido. A Maggie já não tava mais ligando pra roupa dela e voltou com o triangulinho preto da tanga à mostra pra gente, seu Manuel já tava bêbado e fazia comentários quentes sobre minha esposa, e dona Elena acompanhava rindo. Quando a Maggie tava dançando, seu Rafael, visivelmente bêbado, veio e sentou comigo, "sua esposa tá linda... com todo respeito" ele falou. "Ela tá bem gostosa" falei brincando, "desculpa!" falei como se tivesse surpreso "ela tá bem gostosa" corrigi, ele caiu na gargalhada e me abraçou "cê é muito gente boa, Rick" disse "te considero como um irmão", eu ri por dentro, papo clássico de bêbado, "mas não irmão de foda, né?" falei insinuando que os dois comiam a mesma mulher, no caso minha esposa, o velho riu de novo mas depois ficou sério "Claro que não" disse "Como assim? Eu nunca faria isso com você", me aproximei um pouco mais aguentando o bafo de álcool "Óia seu Rafa", falei e ele riu um pouco pela intimidade "o senhor disse que me considera como um irmão, o senhor sabe se tão comendo a Maggie?" ele ficou sério, hesitou uns momentos porque o cérebro dele já tava nublado, mas se recuperou "Não, não, não, olha, aqui todo mundo respeita ela pra caralho" me disse "e ela se faz respeitar", foi só isso, continuamos rindo e quando a Maggie voltou da dança, ele saiu da mesa. Minha esposa tava toda suada, no rosto e no peito, e isso deixava ela ainda mais gostosa, quando a garota do vestido pêssego chegou me cumprimentando tímida, por causa do que vi no banheiro, ela perguntou pra Maggie sobre uns orçamentos que tinham que ter mandado pro "chinês" (não o dos peões, ha ha), “Não eram urgentes, vou mandar na segunda-feira”, a garota arregalou seus lindos olhos, “Tinha que ter mandado ontem!” disse ela alarmada, e Maggie mudou a expressão para preocupação. “Olha”, disse a garota de novo, “vai pro escritório agora e manda o e-mail, você leva menos de meia hora e na segunda o chinês já recebeu”. Minha esposa olhou pra mim e pra garota, tentando pensar com clareza. “Vai e faz”, eu disse, “eu espero você”. Ela se levantou da mesa, me deu um beijo na boca e atravessou a pista de dança com seus sapatos de salto alto, a parte de baixo da bunda aparecendo por baixo da saia. Voltou um tempo depois com um olhar tranquilo e satisfeito. Eu pensei que era por ter cumprido o que precisava fazer, mas ela me contou a verdade tempos depois: Maggie atravessou o corredor meio tonta, mas nervosa por causa dos orçamentos, e ao virar para subir as escadas em direção ao escritório, umas mãos apertaram a bunda dela por trás. Ela deu um grito de susto e depois uma risada ao ver que era o Dom Rafael, que a abraçou pela cintura e começou a beijar o pescoço dela. Ela resistiu um pouco. “Dom Rafael!” disse ela, ainda divertida, “tenho que mandar os orçamentos do chinês hoje!” “Não, mamacita”, disse o velho subindo as mãos pros peitos da minha esposa, “é tudo conversa fiada... eu pedi pra Julissa te falar isso pra você vir aqui”. “O quê!” disse ela meio irritada, “Por que você fez isso?” “A festa inteira eu fiquei te vendo dançar e você me deixou com tesão, mami”, disse ele sem parar de apalpar ela, “quero meter a pica em você”. “Dom Rafa!” disse ela rindo, mais calma. O chefe pegou ela pela mão e a levou na escuridão entre os paletes de tecido, longe de qualquer olhar, até uma pilha pequena de rolos na altura de uma mesa, onde a abraçou e se beijaram ardentemente, óbvio sem parar de agarrar a bunda dela depois de levantar a saia até a cintura, puxou com força as tiras de véu do vestido pra deixar sair os deliciosos peitos da minha esposa e apertando-as disse: "porra, que peitão!" e começou a chupá-los, dando sugadas nos bicos duros. Depois soltou ela e se apoiou nos rolos de tecido, desabotoando a calça e baixando até as coxas, deixando sair a pica dura e cheia de líquido pré-seminal. Maggie acariciou ela com a mão por uns momentos, mas logo se agachou, igual àquela garota no banheiro, e lambendo a baba, enfiou na boca até onde deu. Dom Rafael levantava a cabeça e fechava os olhos sentindo a boca da minha esposa no pau dele. "Chupa minhas bolas, mamãe", ele disse sussurrando. Ela, sem parar de masturbar ele, meteu as bolas penduradas na boca e lá dentro lambia, provocando sensações deliciosas no chefe. O velho percebeu que ela se acariciava o clitóris com os dedos, então ajudou ela a se levantar: "Tá com tesão, mamãe?", disse, colocando ela de costas pra ele. Ela levantou a bunda sem parar de olhar na cara dele. Ele observou o belo par de nádegas e apertou com suavidade, dando tapinhas na bunda da minha esposa. Depois puxou a tanga com força, rompendo o fio fino, e ela deu um gritinho de tesão. Ela se ajoelhou e, abrindo as nádegas com as mãos o máximo que podia, enfiou a cara e lambeu ruidosamente a racha quente. "Tá bem molhada", disse surpreso, e enfiou a cara de novo, lambendo toda a racha, subindo até o furinho do cu, e metendo a língua na buceta. Ela gemia de prazer ao sentir e ouvir as sugadas que o velho dava na parte dela. Ele fez ela gozar só com lambidas. "Quer pica, mamãe?", ele disse. "Sim, papai", respondeu ela, "me mete logo, por favor". Dom Rafael se levantou e, apontando o pau entre as nádegas de Maggie, foi enfiando devagar o tronco de carne enquanto ela, fechando os olhos, suspirava de prazer. O chefe dava metidas fortes, batendo as cadeiras nas nádegas dela, que faziam os peitos dela balançarem pra frente e pra trás. Depois de foder ela naquela posição posição, virou ela e a beijou na boca, ajeitou ela nas roupas e levantou as pernas dela até juntá-las no ombro esquerdo dele, sem precisar usar a mão, enfiou de novo até o fundo, de um jeito que a cada estocada as bolas dele batiam na bunda da minha esposa. Maggie teve outro orgasmo nessa posição, se segurando pra não gritar. As mãos do velho apertavam os peitos da Maggie quando ele sentiu que ia gozar; Maggie consegue apertar a buceta dela pra não deixar o esperma vazar até ir no banheiro jogar fora, mas ela sabe que quando tá bebida, esquece de fazer isso, e não dava pra voltar com a porra escorrendo pelas pernas dela, então como deu, ela se soltou daquela foda e de novo de cócoras meteu o pau na boca com violência. Ela me disse que o chefe dela gosta que ela chupe no estilo "peixinho", que é assim: ela abre e fecha os lábios na cabeça do pau enquanto masturba ele com uma mão e acaricia as bolas com a outra. E foi isso que ela fez, até o velho explodir em jatos de esperma quente que minha esposa engoliu com dificuldade e só umas gotinhas caíram no peito dela. Ela se levantou arrumando a roupa, deu um beijo na bochecha do chefe dela, que tava respirando pesado, e depois de um "tchau" voltou pra mesa, não sem antes se refrescar no banheiro. Depois de me contar que tava tudo bem e que já tinha mandado os tais e-mails, ela encheu o copo de bebida de novo e virou de um gole, tava linda, toda suada e acalorada. O álcool já tava vencendo ela, dava pra ver no olhar e na conversa, quando eu falei que já era noite, que se a gente fosse embora, mas ela insistia em continuar dançando, sendo que mal se aguentava em pé. Aí comecei a me despedir dos outros que já tavam bêbados e quando virei pra ela, já tava deitada na mesa dormindo, Alberto, o motorista, tava bêbado mas menos que todo mundo, então pedi pra ele me ajudar a levar ela até o carro, e ele topou. Nós colocamos ela no meio, com os braços nos nossos ombros, ainda andava com as próprias pernas, mas já não reagia. No caminho até o carro, percebi de canto de olho que o Alberto levava a mão por baixo do véu do vestido, direto na teta da minha esposa, mas não falei nada. Quando chegamos no carro, ele tirou a mão e o véu prendeu num anel, deixando o peito dela à mostra. Eu ri, achando graça, o que fez ele rir também. Tranquilamente, ajudei a soltar o véu do dedo dele e, antes de tampar o peito da Maggie com o véu, passei a mão no peito dela: "Humm, tá bem durinha!" falei e ri. Pra abrir o carro, o Alberto se apoiou no carro do lado e eu coloquei o outro braço dela sobre ele, de um jeito que pareciam abraçados, com a cabeça dela no peito dele e as mãos dele na cintura dela, tentando demorar o máximo pra abrir o carro, até deixei as chaves caírem no chão. Finalmente abri, e o motorista me ajudou a sentar ela e prender o cinto, mas eu não queria que acabasse ali. Então falei: "Tô morrendo de vontade de cagar... Dá pra ficar com ela enquanto eu vou no banheiro?" "Claro que sim", ele disse. "Espero não demorar, você sabe como é, sempre tem fila." "Fica tranquilo, te espero aqui." Fingindo pressa, me afastei um pouco, mas voltei entre os carros até a van da empresa que estava bem do lado do meu carro, e espiei com cuidado. O Alberto tinha ido pra trás do carro ver se vinha alguém, e, não vendo ninguém, voltou, abriu a porta rapidinho. A Maggie dormia com o rosto virado pro banco do motorista. O Alberto abriu o véu, deixando os peitos da minha esposa de fora, e segurando eles com a mão, deu umas chupadas, babando tudo. Depois, abriu as pernas dela bruscamente: "Não tá de calcinha, que gostosa!" E, tirando uma perna dela do carro, a mão dele foi até a rachinha, lambeu os dedos e enfiou eles como conseguiu. Ela só gemeu, ninguém sabe se de reclamação ou de prazer. Ouviu-se o barulho de um carro ligando, e o Alberto... Ajeitou a saia dela, a perna e o vestido, e foi até a parte de trás do carro enquanto eu virava de costas como se estivesse mijando, mas com o pau duro feito pedra; o carro que saía passou direto e o motorista acenou com a mão, mas assim que o carro sumiu na noite, ele deu outra olhada pra festa e voltou correndo pro lado da minha esposa, puxou os peitos dela de novo, abaixou o zíper da calça e tirou o pau endurecido, puxou a cabeça da Maggie que parecia boneca de pano, lambendo os lábios dela e babando na boca dela, depois se endireitou e, roçando a cabeça da pica na cara da Maggie, molhou ela com líquido pré-seminal, focando na boca, eu não podia acreditar, me masturbando feito louco; ela, meio dormindo, ao sentir a pressão do pau nos lábios, abriu a boca e começou a chupar. Alberto abria a boca sentindo o prazer, era quase engraçado ver ele se arqueando pra trás pra tentar enfiar mais fundo, até colocou o pé dentro do carro apoiando perto da alavanca de câmbio. Minha tesão era enorme, vendo aquele filho da puta comendo minha esposa pela boca, e os peitos dela balançando pra todo lado, respirando ofegante, ela nem colocava as mãos, só dava uns engasgos leves quando a pica batia na garganta. “Toma, Maggie!” ele falou sussurrando “Toma meu gozo! Engole tudo!” e suspirando se esvaziou na garganta da minha mulherzinha e eu no pneu da van. Deixei ele se ajeitar por uns momentos e, assobiando, fingi que voltava da festa, ele já tava encostado no outro carro olhando o celular, então apertei a mão dele e nos despedimos amigavelmente. Liguei o carro e segui pra rua, a Maggie tava linda dormindo sem saber de nada, tinha no canto dos lábios dela uma gota escorrendo de porra, então num sinal vermelho, me inclinei e limpei com a língua.
Mais pra dentro daquele salão grande, tinham dois escritórios de vigilância e primeiros socorros, um de cada lado, deixando no meio uma espécie de túnel que levava pra parte da frente, onde ficava Os banheiros, as escadas para subir até os escritórios e tinha montanhas de paletes com rolos de tecido e várias mesas de corte, mas aquele lado estava escuro, iluminado só pelas luzes dos escritórios lá em cima.
Maggie se soltou rápido por causa do álcool e ficava conversando e rindo muito, depois chegaram Alberto, um dos motoristas, e Roberto, da contabilidade, que pareciam já ter amizade com a Maggie, porque a conversa era mais íntima, dançaram um pouco e minha esposa ficava ajeitando o véu do vestido direto e puxando a minissaia pra baixo, porque subia sem querer, mas conforme continuava bebendo, foi perdendo esse recato e cada vez que voltava de uma dança, eu tinha que falar pra ela ajeitar a saia porque tava aparecendo o começo da bunda, mas eu falava não porque me importasse que os outros vissem, mas pra fazer ela notar que os colegas de trabalho dela estavam se esbaldando olhando; além disso, quando dançavam salsa e faziam ela girar com a mão pra cima, o véu do vestido deslizava um pouco pros lados, deixando ver as tetinhas redondas quase até o mamilo. Não podia faltar o reggaeton, que ela não queria dançar no começo, mas já meio bêbada se acabava esfregando a raba nas picas dos colegas, que aproveitavam a situação pra se deliciar sentindo a dureza da bunda dela. Eu olhava ela muito excitado, e cada vez que ela voltava pra sentar e beber do copo, eu falava coisas no ouvido tipo: “Esse amigo aí se acabou com a sua bucetinha, amor, talvez até gozou na calça” e eu ria, “Não exagera” ela falava rindo “é só uma dança”. Até o chefe dela, seu Rafael, não perdeu a chance de dançar com ela e sentir o corpo. Já tavam todos bem bebados quando o marido da dona Elena se desculpou pra ir ao banheiro, e eu percebi que o Roberto foi e sentou do lado dela e ficou falando no ouvido, mas tenho certeza que tava apalpando ela por baixo da mesa. Também reparei em outra mina que não conheço, com um vestido Cor pêssego. Ela estava sentada em outra mesa com o marido, quando ele se afastou pra ir ao banheiro. Um grupo de três homens cercou ela, brincando, e eu juraria que vi mãos nos peitos dela... mas não tenho certeza. Me excitou pensar no que fariam com minha esposa na minha ausência, então esperei o Dom Manuel voltar e falei pra Maggie que ia ao banheiro, mas que da última vez tinha fila e podia demorar. Fui e atravessei o corredor entre os escritórios da segurança e do médico, e lá no fundo me escondi na esquina, mas o pessoal não deixava eu ver até nossa mesa. O que vi foi uma garota de minissaia num grupo de várias pessoas, o marido segurando ela pelos ombros, mas o cara sentado na cadeira colado neles acariciava a parte de trás da perna dela, e a mão subiu até sumir debaixo da saia. Ela levou a mão pra trás, pensei que pra parar as carícias do cara, mas só fez pressão pra ele acariciar mais forte. Decepcionado por não ter visto minha esposa, virei pro banheiro. Maggie me contou, tempo depois, o que rolou lá. Diz que o motorista e o da contabilidade que estavam com a gente se aproximaram assim que eu fui, e brincando com ela, acariciavam as pernas dela e cada um pegava um peito, até passaram a mão no vestido deixando à mostra os bicos duros, enquanto Dona Elena ria e Dom Manuel mandava eles beliscarem mais forte os mamilos. Maggie ria bêbada, mas a mão dela foi na virilha deles pra apertar as ereções.
O banheiro masculino tava vazio, mas ouvi um gemido de homem seguido de um "shhh!" feminino. Entrei sem fazer barulho e, olhando por baixo, vi que num dos vasos a garota do vestido cor pêssego tava de cócoras na frente de um cara com as calças nos tornozelos e o movimento clássico de um boquete. Não durou muito, a respiração do cara ficou selvagem, dando sinais de gozo. Meu pau tava duro quando fui e comecei a mijar, ouvi barulho de roupa se ajeitando e os dois saíram do cubículo, ele com cara de satisfação e orgulho e ela envergonhada de me ver ali e foram embora. Voltei pra nossa mesa onde não tinha sinal de nada fora do normal, dona Elena e o marido dela puxaram conversa comigo enquanto eu olhava a garota do vestido pêssego abraçada no marido como se nada tivesse acontecido. A Maggie já não tava mais ligando pra roupa dela e voltou com o triangulinho preto da tanga à mostra pra gente, seu Manuel já tava bêbado e fazia comentários quentes sobre minha esposa, e dona Elena acompanhava rindo. Quando a Maggie tava dançando, seu Rafael, visivelmente bêbado, veio e sentou comigo, "sua esposa tá linda... com todo respeito" ele falou. "Ela tá bem gostosa" falei brincando, "desculpa!" falei como se tivesse surpreso "ela tá bem gostosa" corrigi, ele caiu na gargalhada e me abraçou "cê é muito gente boa, Rick" disse "te considero como um irmão", eu ri por dentro, papo clássico de bêbado, "mas não irmão de foda, né?" falei insinuando que os dois comiam a mesma mulher, no caso minha esposa, o velho riu de novo mas depois ficou sério "Claro que não" disse "Como assim? Eu nunca faria isso com você", me aproximei um pouco mais aguentando o bafo de álcool "Óia seu Rafa", falei e ele riu um pouco pela intimidade "o senhor disse que me considera como um irmão, o senhor sabe se tão comendo a Maggie?" ele ficou sério, hesitou uns momentos porque o cérebro dele já tava nublado, mas se recuperou "Não, não, não, olha, aqui todo mundo respeita ela pra caralho" me disse "e ela se faz respeitar", foi só isso, continuamos rindo e quando a Maggie voltou da dança, ele saiu da mesa. Minha esposa tava toda suada, no rosto e no peito, e isso deixava ela ainda mais gostosa, quando a garota do vestido pêssego chegou me cumprimentando tímida, por causa do que vi no banheiro, ela perguntou pra Maggie sobre uns orçamentos que tinham que ter mandado pro "chinês" (não o dos peões, ha ha), “Não eram urgentes, vou mandar na segunda-feira”, a garota arregalou seus lindos olhos, “Tinha que ter mandado ontem!” disse ela alarmada, e Maggie mudou a expressão para preocupação. “Olha”, disse a garota de novo, “vai pro escritório agora e manda o e-mail, você leva menos de meia hora e na segunda o chinês já recebeu”. Minha esposa olhou pra mim e pra garota, tentando pensar com clareza. “Vai e faz”, eu disse, “eu espero você”. Ela se levantou da mesa, me deu um beijo na boca e atravessou a pista de dança com seus sapatos de salto alto, a parte de baixo da bunda aparecendo por baixo da saia. Voltou um tempo depois com um olhar tranquilo e satisfeito. Eu pensei que era por ter cumprido o que precisava fazer, mas ela me contou a verdade tempos depois: Maggie atravessou o corredor meio tonta, mas nervosa por causa dos orçamentos, e ao virar para subir as escadas em direção ao escritório, umas mãos apertaram a bunda dela por trás. Ela deu um grito de susto e depois uma risada ao ver que era o Dom Rafael, que a abraçou pela cintura e começou a beijar o pescoço dela. Ela resistiu um pouco. “Dom Rafael!” disse ela, ainda divertida, “tenho que mandar os orçamentos do chinês hoje!” “Não, mamacita”, disse o velho subindo as mãos pros peitos da minha esposa, “é tudo conversa fiada... eu pedi pra Julissa te falar isso pra você vir aqui”. “O quê!” disse ela meio irritada, “Por que você fez isso?” “A festa inteira eu fiquei te vendo dançar e você me deixou com tesão, mami”, disse ele sem parar de apalpar ela, “quero meter a pica em você”. “Dom Rafa!” disse ela rindo, mais calma. O chefe pegou ela pela mão e a levou na escuridão entre os paletes de tecido, longe de qualquer olhar, até uma pilha pequena de rolos na altura de uma mesa, onde a abraçou e se beijaram ardentemente, óbvio sem parar de agarrar a bunda dela depois de levantar a saia até a cintura, puxou com força as tiras de véu do vestido pra deixar sair os deliciosos peitos da minha esposa e apertando-as disse: "porra, que peitão!" e começou a chupá-los, dando sugadas nos bicos duros. Depois soltou ela e se apoiou nos rolos de tecido, desabotoando a calça e baixando até as coxas, deixando sair a pica dura e cheia de líquido pré-seminal. Maggie acariciou ela com a mão por uns momentos, mas logo se agachou, igual àquela garota no banheiro, e lambendo a baba, enfiou na boca até onde deu. Dom Rafael levantava a cabeça e fechava os olhos sentindo a boca da minha esposa no pau dele. "Chupa minhas bolas, mamãe", ele disse sussurrando. Ela, sem parar de masturbar ele, meteu as bolas penduradas na boca e lá dentro lambia, provocando sensações deliciosas no chefe. O velho percebeu que ela se acariciava o clitóris com os dedos, então ajudou ela a se levantar: "Tá com tesão, mamãe?", disse, colocando ela de costas pra ele. Ela levantou a bunda sem parar de olhar na cara dele. Ele observou o belo par de nádegas e apertou com suavidade, dando tapinhas na bunda da minha esposa. Depois puxou a tanga com força, rompendo o fio fino, e ela deu um gritinho de tesão. Ela se ajoelhou e, abrindo as nádegas com as mãos o máximo que podia, enfiou a cara e lambeu ruidosamente a racha quente. "Tá bem molhada", disse surpreso, e enfiou a cara de novo, lambendo toda a racha, subindo até o furinho do cu, e metendo a língua na buceta. Ela gemia de prazer ao sentir e ouvir as sugadas que o velho dava na parte dela. Ele fez ela gozar só com lambidas. "Quer pica, mamãe?", ele disse. "Sim, papai", respondeu ela, "me mete logo, por favor". Dom Rafael se levantou e, apontando o pau entre as nádegas de Maggie, foi enfiando devagar o tronco de carne enquanto ela, fechando os olhos, suspirava de prazer. O chefe dava metidas fortes, batendo as cadeiras nas nádegas dela, que faziam os peitos dela balançarem pra frente e pra trás. Depois de foder ela naquela posição posição, virou ela e a beijou na boca, ajeitou ela nas roupas e levantou as pernas dela até juntá-las no ombro esquerdo dele, sem precisar usar a mão, enfiou de novo até o fundo, de um jeito que a cada estocada as bolas dele batiam na bunda da minha esposa. Maggie teve outro orgasmo nessa posição, se segurando pra não gritar. As mãos do velho apertavam os peitos da Maggie quando ele sentiu que ia gozar; Maggie consegue apertar a buceta dela pra não deixar o esperma vazar até ir no banheiro jogar fora, mas ela sabe que quando tá bebida, esquece de fazer isso, e não dava pra voltar com a porra escorrendo pelas pernas dela, então como deu, ela se soltou daquela foda e de novo de cócoras meteu o pau na boca com violência. Ela me disse que o chefe dela gosta que ela chupe no estilo "peixinho", que é assim: ela abre e fecha os lábios na cabeça do pau enquanto masturba ele com uma mão e acaricia as bolas com a outra. E foi isso que ela fez, até o velho explodir em jatos de esperma quente que minha esposa engoliu com dificuldade e só umas gotinhas caíram no peito dela. Ela se levantou arrumando a roupa, deu um beijo na bochecha do chefe dela, que tava respirando pesado, e depois de um "tchau" voltou pra mesa, não sem antes se refrescar no banheiro. Depois de me contar que tava tudo bem e que já tinha mandado os tais e-mails, ela encheu o copo de bebida de novo e virou de um gole, tava linda, toda suada e acalorada. O álcool já tava vencendo ela, dava pra ver no olhar e na conversa, quando eu falei que já era noite, que se a gente fosse embora, mas ela insistia em continuar dançando, sendo que mal se aguentava em pé. Aí comecei a me despedir dos outros que já tavam bêbados e quando virei pra ela, já tava deitada na mesa dormindo, Alberto, o motorista, tava bêbado mas menos que todo mundo, então pedi pra ele me ajudar a levar ela até o carro, e ele topou. Nós colocamos ela no meio, com os braços nos nossos ombros, ainda andava com as próprias pernas, mas já não reagia. No caminho até o carro, percebi de canto de olho que o Alberto levava a mão por baixo do véu do vestido, direto na teta da minha esposa, mas não falei nada. Quando chegamos no carro, ele tirou a mão e o véu prendeu num anel, deixando o peito dela à mostra. Eu ri, achando graça, o que fez ele rir também. Tranquilamente, ajudei a soltar o véu do dedo dele e, antes de tampar o peito da Maggie com o véu, passei a mão no peito dela: "Humm, tá bem durinha!" falei e ri. Pra abrir o carro, o Alberto se apoiou no carro do lado e eu coloquei o outro braço dela sobre ele, de um jeito que pareciam abraçados, com a cabeça dela no peito dele e as mãos dele na cintura dela, tentando demorar o máximo pra abrir o carro, até deixei as chaves caírem no chão. Finalmente abri, e o motorista me ajudou a sentar ela e prender o cinto, mas eu não queria que acabasse ali. Então falei: "Tô morrendo de vontade de cagar... Dá pra ficar com ela enquanto eu vou no banheiro?" "Claro que sim", ele disse. "Espero não demorar, você sabe como é, sempre tem fila." "Fica tranquilo, te espero aqui." Fingindo pressa, me afastei um pouco, mas voltei entre os carros até a van da empresa que estava bem do lado do meu carro, e espiei com cuidado. O Alberto tinha ido pra trás do carro ver se vinha alguém, e, não vendo ninguém, voltou, abriu a porta rapidinho. A Maggie dormia com o rosto virado pro banco do motorista. O Alberto abriu o véu, deixando os peitos da minha esposa de fora, e segurando eles com a mão, deu umas chupadas, babando tudo. Depois, abriu as pernas dela bruscamente: "Não tá de calcinha, que gostosa!" E, tirando uma perna dela do carro, a mão dele foi até a rachinha, lambeu os dedos e enfiou eles como conseguiu. Ela só gemeu, ninguém sabe se de reclamação ou de prazer. Ouviu-se o barulho de um carro ligando, e o Alberto... Ajeitou a saia dela, a perna e o vestido, e foi até a parte de trás do carro enquanto eu virava de costas como se estivesse mijando, mas com o pau duro feito pedra; o carro que saía passou direto e o motorista acenou com a mão, mas assim que o carro sumiu na noite, ele deu outra olhada pra festa e voltou correndo pro lado da minha esposa, puxou os peitos dela de novo, abaixou o zíper da calça e tirou o pau endurecido, puxou a cabeça da Maggie que parecia boneca de pano, lambendo os lábios dela e babando na boca dela, depois se endireitou e, roçando a cabeça da pica na cara da Maggie, molhou ela com líquido pré-seminal, focando na boca, eu não podia acreditar, me masturbando feito louco; ela, meio dormindo, ao sentir a pressão do pau nos lábios, abriu a boca e começou a chupar. Alberto abria a boca sentindo o prazer, era quase engraçado ver ele se arqueando pra trás pra tentar enfiar mais fundo, até colocou o pé dentro do carro apoiando perto da alavanca de câmbio. Minha tesão era enorme, vendo aquele filho da puta comendo minha esposa pela boca, e os peitos dela balançando pra todo lado, respirando ofegante, ela nem colocava as mãos, só dava uns engasgos leves quando a pica batia na garganta. “Toma, Maggie!” ele falou sussurrando “Toma meu gozo! Engole tudo!” e suspirando se esvaziou na garganta da minha mulherzinha e eu no pneu da van. Deixei ele se ajeitar por uns momentos e, assobiando, fingi que voltava da festa, ele já tava encostado no outro carro olhando o celular, então apertei a mão dele e nos despedimos amigavelmente. Liguei o carro e segui pra rua, a Maggie tava linda dormindo sem saber de nada, tinha no canto dos lábios dela uma gota escorrendo de porra, então num sinal vermelho, me inclinei e limpei com a língua.
2 comentários - Minha esposa gostosa na festa de aniversário