Pra sempre apaixonado pela minha vizinha gostosa.
A gente se conheceu desde pequenos. Eu, amigo do irmão dela, com quem jogava tardes inteiras. Eles, como família, tinham instrumentos musicais espalhados pela casa toda, o que me fez me interessar por música e, além disso, querer ser amigo dela. Devia ter uns 15 anos quando comecei a olhar pra ela de um jeito diferente. Numa tarde quente, a gente brincava de se molhar, e tava tudo bem, até que num olhar distraído, consegui ver ela ajeitando o biquíni e descolando ele do corpo molhado e suado.
Ela pegou a parte de baixo do biquíni, que era inteiro, tipo uma maiô atual. Puxou e descolou do corpo, mas na hora que soltou, consegui ver pela parte de baixo como aparecia a linda monte de Vênus dela, já enfeitada com uns pelinhos pubianos que estavam começando a aparecer.
Ela repetiu a cena umas duas vezes, e algo aconteceu comigo que fez mudar de repente todo meu interesse pelos instrumentos musicais e pelas amizades daquela casa.
Desde aquele momento, minhas visitas começaram a ficar mais frequentes, tentando chamar a atenção dela. Mas nada do que eu fazia me dava qualquer sinal de que a gente podia ser cúmplice nesse novo rumo que minha amizade tava tomando.
Um dia, naquele mesmo ano, a família dela, me vendo tão interessado em ser amigo dos filhos, me convidou pra uma piscina pública onde passavam dias inteiros no verão, fugindo do calor da cidade.
Foi nessa piscina que, no fim do dia, quando os pais já iam embora, ela me chamou pra brincar de prender a respiração debaixo d'água.
A gente mergulhou pela primeira vez, só nós dois. O irmão dela, meu amigo, tava brincando e se divertindo com outros da idade dele.
Mergulhei com ela, e enquanto a gente tava debaixo d'água, tentei beijá-la, já que tava prendendo a respiração. Aparentemente, ela nunca percebeu minhas intenções, e também não viu o volume que começava a crescer dentro da minha sunga. Foi assim que, finalmente, os anos passaram e a gente parou de se ver por um bom tempo, até que numa tarde de primavera, fui com um amigo jogar basquete num colégio perto, onde a gente podia entrar sem ser expulso. A gente tava lá jogando, arremessando bolas na cesta, quando de repente vejo ela aparecer com uma amiga.
Fiquei paralisado, porque ela tinha crescido demais e a beleza dela de antes tinha aumentado, o cabelo dela tava muito mais comprido e cacheado, e o corpo dela, claramente já não era mais de uma adolescente.
A gente se olhou e sorriu um pro outro. Convidei ela pra jogar e ela aceitou. Meu amigo começou a se interessar pela amiga dela sem a gente combinar, o que naturalmente facilitou as coisas.
A gente jogou basquete e num momento em que ela tava com a bola, fui tentar tirar dela e, ao proteger a bola, ela girou de repente, fazendo com que eu a acertasse por trás, com força. Naquela época, eu só usava uma calça de moletom, sem cueca, porque me incomodava usar e gostava de sentir meu pau, geralmente alerta e meio duro, o dia todo por causa do atrito com a calça.
Por isso, quando a acertei de repente, ela sentiu o tamanho e a tensão do meu membro. Ela só conseguiu olhar pra trás, arregalando os olhos e fazendo uma cara de surpresa. Essa situação fez meu pau endurecer um pouco mais e o sangue subir pro meu rosto. Ela riu e olhou bem disfarçada pro meu volume, enquanto pegava a bola com as mãos.
Naquele momento, consegui ver por cima da camiseta dela, os mamilos dela que endureceram um pouco, com a tensão da situação.
Durante a tarde, a gente ficou deitado conversando os quatro na grama, e rindo de todas as situações engraçadas que a gente podia contar. Lembro que comentei que, entre minhas atividades, eu fazia artes marciais, então elas me pediram pra mostrar quanta alongação eu tinha nas pernas. Abri completamente de pernas, mostrando pra elas como eu conseguia fazer sem complicação, mas eu não percebia que o que elas queriam era ver meu pau livre quando eu abria as pernas.
O alongamento era completo, e meu pau ficou duro de novo quando percebi que elas só queriam ver ele crescer e balançar solto dentro do meu shorts de academia.
Com modéstia, posso dizer que sempre tive um bom desempenho com meu pau, porque me acostumei a, depois do banho, me secar com uma toalha grande e, quando ela ficava molhada, pendurava no meu pau, que aguentava o peso da toalha molhada sem problema nenhum, e eu me exibia fazendo uma espécie de flexão com o pau, aguentando o peso, subindo e descendo a toalha pendurada.
Por isso e por uma condição genética, sempre tive ereções fortes e firmes, o que sempre chamou a atenção das minhas namoradas e parceiras de uma noite.
No fim da tarde, elas continuaram fazendo piada sobre o volume que aparecia completo, o tronco do meu parceiro de exercícios, mas as piadas e brincadeiras eram só entre elas, porque riam, olhavam e faziam uma ou outra pergunta sobre sexo, mas no tom de brincadeira.
A gente se conheceu desde pequenos. Eu, amigo do irmão dela, com quem jogava tardes inteiras. Eles, como família, tinham instrumentos musicais espalhados pela casa toda, o que me fez me interessar por música e, além disso, querer ser amigo dela. Devia ter uns 15 anos quando comecei a olhar pra ela de um jeito diferente. Numa tarde quente, a gente brincava de se molhar, e tava tudo bem, até que num olhar distraído, consegui ver ela ajeitando o biquíni e descolando ele do corpo molhado e suado.
Ela pegou a parte de baixo do biquíni, que era inteiro, tipo uma maiô atual. Puxou e descolou do corpo, mas na hora que soltou, consegui ver pela parte de baixo como aparecia a linda monte de Vênus dela, já enfeitada com uns pelinhos pubianos que estavam começando a aparecer.
Ela repetiu a cena umas duas vezes, e algo aconteceu comigo que fez mudar de repente todo meu interesse pelos instrumentos musicais e pelas amizades daquela casa.
Desde aquele momento, minhas visitas começaram a ficar mais frequentes, tentando chamar a atenção dela. Mas nada do que eu fazia me dava qualquer sinal de que a gente podia ser cúmplice nesse novo rumo que minha amizade tava tomando.
Um dia, naquele mesmo ano, a família dela, me vendo tão interessado em ser amigo dos filhos, me convidou pra uma piscina pública onde passavam dias inteiros no verão, fugindo do calor da cidade.
Foi nessa piscina que, no fim do dia, quando os pais já iam embora, ela me chamou pra brincar de prender a respiração debaixo d'água.
A gente mergulhou pela primeira vez, só nós dois. O irmão dela, meu amigo, tava brincando e se divertindo com outros da idade dele.
Mergulhei com ela, e enquanto a gente tava debaixo d'água, tentei beijá-la, já que tava prendendo a respiração. Aparentemente, ela nunca percebeu minhas intenções, e também não viu o volume que começava a crescer dentro da minha sunga. Foi assim que, finalmente, os anos passaram e a gente parou de se ver por um bom tempo, até que numa tarde de primavera, fui com um amigo jogar basquete num colégio perto, onde a gente podia entrar sem ser expulso. A gente tava lá jogando, arremessando bolas na cesta, quando de repente vejo ela aparecer com uma amiga.
Fiquei paralisado, porque ela tinha crescido demais e a beleza dela de antes tinha aumentado, o cabelo dela tava muito mais comprido e cacheado, e o corpo dela, claramente já não era mais de uma adolescente.
A gente se olhou e sorriu um pro outro. Convidei ela pra jogar e ela aceitou. Meu amigo começou a se interessar pela amiga dela sem a gente combinar, o que naturalmente facilitou as coisas.
A gente jogou basquete e num momento em que ela tava com a bola, fui tentar tirar dela e, ao proteger a bola, ela girou de repente, fazendo com que eu a acertasse por trás, com força. Naquela época, eu só usava uma calça de moletom, sem cueca, porque me incomodava usar e gostava de sentir meu pau, geralmente alerta e meio duro, o dia todo por causa do atrito com a calça.
Por isso, quando a acertei de repente, ela sentiu o tamanho e a tensão do meu membro. Ela só conseguiu olhar pra trás, arregalando os olhos e fazendo uma cara de surpresa. Essa situação fez meu pau endurecer um pouco mais e o sangue subir pro meu rosto. Ela riu e olhou bem disfarçada pro meu volume, enquanto pegava a bola com as mãos.
Naquele momento, consegui ver por cima da camiseta dela, os mamilos dela que endureceram um pouco, com a tensão da situação.
Durante a tarde, a gente ficou deitado conversando os quatro na grama, e rindo de todas as situações engraçadas que a gente podia contar. Lembro que comentei que, entre minhas atividades, eu fazia artes marciais, então elas me pediram pra mostrar quanta alongação eu tinha nas pernas. Abri completamente de pernas, mostrando pra elas como eu conseguia fazer sem complicação, mas eu não percebia que o que elas queriam era ver meu pau livre quando eu abria as pernas.
O alongamento era completo, e meu pau ficou duro de novo quando percebi que elas só queriam ver ele crescer e balançar solto dentro do meu shorts de academia.
Com modéstia, posso dizer que sempre tive um bom desempenho com meu pau, porque me acostumei a, depois do banho, me secar com uma toalha grande e, quando ela ficava molhada, pendurava no meu pau, que aguentava o peso da toalha molhada sem problema nenhum, e eu me exibia fazendo uma espécie de flexão com o pau, aguentando o peso, subindo e descendo a toalha pendurada.
Por isso e por uma condição genética, sempre tive ereções fortes e firmes, o que sempre chamou a atenção das minhas namoradas e parceiras de uma noite.
No fim da tarde, elas continuaram fazendo piada sobre o volume que aparecia completo, o tronco do meu parceiro de exercícios, mas as piadas e brincadeiras eram só entre elas, porque riam, olhavam e faziam uma ou outra pergunta sobre sexo, mas no tom de brincadeira.
1 comentários - Mi vecina.