Minhas quatro irmãs no rio
Olá, me chamo Fernando, tenho 22 anos, 1,85m de altura, sou simpático, galanteador, cabelo castanho-escuro, olhos pretos, pele branca. Sou de uma família de sete pessoas: mamãe, papai, quatro irmãs e eu. Somos de um país de uma cidade bem pequena, vivemos no campo a uns 20 minutos da cidade, na fazenda do meu pai.
Alejandra, minha irmã mais velha, três anos mais velha que eu, 25 anos. É uma moça linda, mede 1,55m, cabelo preto, olhos pretos, uma pele linda, uns seios lindos, copa C, umas pernas e uma bunda maravilhosa. Aí vem Karen, por uns 5 segundos, é gêmea da Alejandra.
Karen é a segunda, 25 anos, uma garota linda, estatura 1,55m, cabelo preto, olhos da mesma cor, pele bonita, branquinha, igual à mais velha, um corpo lindo, seios copa B, um pouco menores que os da Alejandra, umas pernas e um bumbum espetacular. Depois vem eu, e segue a Dayana.
Dayana é com quem tudo começou com minhas irmãs, a causadora de eu poder realizar minha fantasia que tive com a Belen. É a quarta, é mais nova que eu por 3 segundos, 22 anos, é minha gêmea. É igualmente linda que as outras duas, cabelo loiro, olhos verdes, pela genética do meu avô por parte da mãe, estatura 1,59m. Tem um corpo lindo, uns seios copa D, umas pernas e uma bunda... uau! Depois vem a Belen.
Belen é minha favorita, mais nova que eu por 2 anos, 20 anos. É perfeita, eu a amo, sou obcecado por ela, desde que a vi tomando banho no rio. Estatura 1,60m, cabelo preto, olhos puxadinhos, pretos, lindos que enamoram, uns lábios vermelhos preciosos, pele cor de canela mas bem clarinha, é a perfeição em forma de mulher. Uns seios copa B, durinhos, perfeitos, umas pernas e uma bunda linda. Eu a amo. Bom, agora vocês conhecem todas as minhas irmãs. Para não ficar chato, vamos deixar por aqui.
Tudo começou cinco anos atrás, quando eu tinha 17 anos, com minha irmã Dayana. Era uma segunda-feira, 12 de março de 2018, estávamos de férias, eram 12:00 do meio-dia e fazia um calor terrível. Eu estava no meu quarto, conversando com minha namorada e amigos. Ouvi um barulho no quarto ao lado, que é da Dayana. Dava pra escutar uns gemidos, pensei que tinha acontecido alguma coisa com ela. Saí do meu quarto e fui ver o que era. A porta estava entreaberta, dei uma espiada e... nossa, foi uma surpresa e tanto. Minha irmã estava pelada, com as pernas abertas, a mão direita num peito e a outra esfregando o clitóris. Eu quase caí pra trás quando ela começou a dizer: "Ah, isso, fode-me, Fercho" — é assim que todo mundo em casa me chama, menos meu pai, ele me chama pelo nome — "Isso, irmãozinho, ah, fode-me com força, do jeito que eu gosto".
Já tava ficando duro pra caralho, e eu, por minha parte, não tirava os olhos daquela buceta que dava de frente pra porta. Ela não percebeu que eu tava ali espiando, com o pau durão, porque ela tava de olhos fechados. Nessa hora, ouvi uma porta abrir e corri pro meu quarto. Depois disso, não aconteceu mais nada, mas foi o estopim pra começar a ver minhas irmãs de outro jeito — não mais como minhas irmãs, mas como o que elas são: umas mulheres gostosas e deliciosas.
Passaram umas duas horas e o calor ficou ainda mais insuportável. Decidi ir até o rio que fica perto de casa. É pequeno, mas é bonito, e o melhor: é só nosso. Troquei de roupa, coloquei uma bermuda e saí do quarto. Quando me deparei com a Dayana na porta de entrada, cumprimentei, ela respondeu e perguntou pra onde eu ia. Falei que ia pro rio, que não aguentava mais aquele calor e queria me refrescar. Aí ela me perguntou se podia ir junto. Fiquei nervoso e animado, porque talvez pudesse rolar alguma coisa lá no rio com ela, depois do que eu tinha ouvido no quarto dela há pouco. Disse que tudo bem, mas que ela fosse se arrumar. Ela foi pro quarto, e eu fui preparar um suco de laranja com um pouco de álcool que meu pai tinha guardado embaixo da pia.
Não passaram nem cinco minutos e ela apareceu vestindo um shorts jeans curtinho e um top azul claro. Tava linda, com aquele cabelo loiro e uma bunda maravilhosa. A gente seguiu pro rio, foda-se, peguei a moto e subimos. Ela me abraçou bem forte, eu todo nervoso e com a piroca querendo acordar de vez. Não disse nada e fomos para o rio. Não é muito longe, uns cinco minutos de moto da casa. Chegamos, eu disse para ela continuar entrando até estacionar a moto {e me dava tempo para a ereção baixar}. Deixei a moto perto, tirei a camiseta e fui entrando na água. Aí percebo que minha irmã não tirava os olhos de mim. Olhei pra ela e ela ficou toda coradinha, mas não dei importância porque sabia o que ela queria e não queria que ela ficasse sem graça.
Depois disso, saí da água para tomar um suco. A Dayana pede um pouco, eu dei e ela disse que estava gostoso. "O suco tem o quê?" ela perguntou. Respondi que tinha um pouquinho de álcool. Ela me olhou meio surpresa, mas não disse nada e foi tomar mais um pouco. Aí ela me pede para ensiná-la a nadar, que ela ainda não sabia muito bem. "Tá bom", falei, e comecei a ensinar. Quando, do nada, ela me dá uma mãozada brusca e acerta no meu pau. Soltei ela na hora. Ela se levantou e perguntou se eu estava bem. Disse que sim, que doeu um pouco, mas que estava tudo bem.
Bom, as horas passaram e fomos para casa. Chegando, ela disse que ia tomar banho, foi para o quarto dela e eu para o meu. Saí do meu quarto para ir na cozinha pegar água, passando pelo banheiro quando escuto os mesmos gemidos do meio-dia. Aí tento abrir a porta um pouquinho para espiar e vejo ela no chuveiro com a mão na buceta linda que tem. Dava pra ouvir os gemidos dela falando as coisas da tarde e a água do chuveiro. Quando vou começar a me masturbar, escuto alguém me chamando. Fechei a porta de repente e fui ver quem era. Era meu pai que tinha acabado de chegar, pedindo ajuda com umas coisas que comprou para casa. Ajudei ele com tudo, fui pro meu quarto pegar roupa para tomar banho e me deparei com minha irmã. Ela me olhou e deu um sorriso cheio de malícia, como se soubesse que era eu quem estava espiando. Fui tomar banho e bater uma punheta. Já no meu quarto, voltei a conversar com minha namorada. Era tarde, me chamaram para comer o que a Alejandra preparou. Todos terminamos, era a vez de lavar a louça. Da Karen, a família já estava na sala assistindo um filme. Eu saí de casa e, na entrada do lado direito, tem uma rede. Deitei nela para ficar sozinho um pouco e pensar no que estava acontecendo com minha irmã mais nova. Já era hora de dormir, fui me despedir das minhas irmãs. Quando me aproximei da Belen, abracei ela forte, já que é minha favorita, e dei um beijo na testa, de carinho, para minha irmãzinha. Depois, me aproximei da Dayana. Ela é a que me abraça forte e me dá um beijo na bochecha, dizendo "obrigada por tudo". Fomos dormir.
No dia seguinte, não tinha ninguém em casa. Meu pai sai cedo, ele trabalha como mestre de obras. Minha mãe também sai cedo, ela trabalha limpando uma casa de gente com grana. E minhas irmãs saem com os namorados — pelo menos era o que eu pensava, mas não me enganei, porque naquele dia a Dayana estava em casa, só que no quarto dela {mas eu não sabia}.
Desci para a cozinha para preparar algo para comer. Quando passei por onde fica a máquina de lavar, vi a roupa íntima da minha irmã Dayana. Era um tipo de calcinha fio dental branca com cinza. E algo aconteceu: peguei ela e levei ao nariz. Cheirava uma delícia, era como êxtase, muito viciante. Comecei a me masturbar, tirei o pau pra fora da bermuda e coloquei a calcinha no meu bilau, me masturbando gostoso. Quando senti que alguém estava me observando, olhei para o lado esquerdo e vi uma silhueta conhecida. Fui atrás para ver quem era, quando vi a porta do quarto da Dayana se fechar. Fiquei preocupado, porque pensei que ela ia me dedurar para nossos pais. Deixei a roupa íntima da minha irmã e fui limpar a bagunça que fiz uns minutos antes.
Entrei na cozinha, preparei um pouco de café com um arroz com frango que minha mãe fez para a gente tomar café da manhã. Fui para a mesa, terminei, lavei meu prato. Quando estava saindo da cozinha, esbarrei na Dayana. A danadinha me cumprimentou e sorriu. Eu, nervoso, só consegui dizer "oi" e fui para o meu quarto.
As horas passaram, o calor foi intensificando, quando se escuta: "toc, toc". Saí para ver quem era. Era a Dayana, que queria ir ao rio.- Oi, mano querido- Oi Dayana- Eu estava pensando- Sidime- Quer ir pro rio?- Eeeh, tá bom, vamos lá que tá uma delícia- Tá bom, vou me trocar. Me espera aí embaixo.- Daleyo eu coloco uma bermuda e desço- Yay, se você puder trazer mais desse suco- Desço e preparo tudo.
Eu, todo nervoso, pensando no que ela vai aprontar.
Ela e eu... como um menino, estou caindo na armadilha dela.
Bom, me troquei, desci, preparei o suco e fui ligar a moto, quando vejo descer pelas escadas minha linda irmã com uma minissaia e um biquíni – mas só a parte de cima, vermelha – com o cabelo preso. Ela estava lindíssima e sabia disso.
Subimos na moto e fomos pro rio. Chegamos, desliguei a moto, peguei uma toalha da mochila que minha irmã tinha, estendi no chão e me deitei.
Minha irmã já estava dentro do rio quando me chamou pra entrar na água.
"Vamos brincar um pouco", jogos de irmãos.
Depois, eu disse que se ela me pegasse, eu ensinava ela a pilotar moto. Ela topou. Mergulhei e nadei debaixo d'água. Ela fez o mesmo, mas não conseguia me pegar.
Já cansada de me seguir, eu disse que se eu a pegasse, ela teria que cumprir um desafio. Ela aceitou e a gente começou a brincar.
Aí, quando consegui agarrá-la, soltei o biquíni dela e ficaram expostos uns seios lindos, grandes e firmes.
Ela percebeu, me olhou, e eu todo hipnotizado, vendo aquele par de seios lindos com a água escorrendo...
Ela, um pouco vermelha, se tocou e se virou.
Disse pra eu não olhar. Eu falei que não era nada, que somos irmãos e que nunca olharia pra ela com outros olhos além dos de irmão mais velho e protetor.
{Menti pra ela.}
Ela começou a rir às gargalhadas, porque já sabia que eu a via com outros olhos, mas não disse nada.
Colocou o biquíni de novo e disse: "Melhor a gente ir pra casa".
Nos secamos com a toalha e fomos embora.
Chegando em casa, a mesma coisa de ontem: ninguém em casa, só nós dois. Eram mais ou menos cinco da tarde.
Ela foi tomar banho, saiu, me olhou, sorriu de modo provocante e piscou pra mim.
Entrei no banheiro e vi uma calcinha fio-dental branca com rosa pendurada na torneira do chuveiro.
A safadinha deixou pra mim.
Tirei a roupa, peguei a calcinha e levei ao nariz. Uau, que cheiro gostoso que minha irmãzinha tem, pensei.
Passei a língua onde ela encosta a bucetinha... isso me deixou doido. Tava com tanto tesão que não aguentei e me masturbei. Depois tomei banho e saí com a calcinha guardada. Minha irmã, BELEN, já tinha chegado. Cumprimentei ela com um abraço forte e um beijo na bochecha. Perguntei como ela estava, ela disse que estava bem e foi embora. Fui pro meu quarto, tava ouvindo música quando acabei dormindo. De repente, a Karen me acordou pedindo pra descer pra comer. Desci, terminei de comer e saí de novo pra rede. Chegou a hora de dormir, fui pro meu quarto e me deitei. Foi quando notei um pedaço de papel debaixo do meu travesseiro. Puta que pariu, li e foi uma surpresa. O papel dizia: "Espero que tenha gostado". Pouco depois, recebi uma mensagem da Dayana perguntando se eu tinha gostado e pedindo pra devolver a calcinha. Ela mandou uma foto dos pés dela e um beijinho. Eu respondi que sim, que tinha adorado.- Boa noite, irmãozinho, espero que você tenha curtido meu fio dental- Oi, irmãzinha, é, com certeza, curti pra caralho, mas não vou te devolver a calcinha.- Por que você gosta tanto dela que não vai me devolver?- Sim, eu gostei- Você gosta de mim?- Tudo, desde a dona, seu cheiro e sabor, tudo- Ah, você gosta da dona e qual o gosto dela, se posso saber?- Se eu gosto da dona? Muito, e sabe uma delícia- Beleza, mano, descanse aí- Descanse bem, irmãzinha, e mandei uma foto do calcinha dela no meu nariz.
Os dias foram passando e o joguinho que eu tinha com minha irmã estava ganhando força, mas era só um jogo. Eu já queria algo mais, e talvez apareça uma oportunidade de brincar com a BELEN... e ninguém me tira da cabeça que a Dayana também quer. A gente tinha aquela brincadeira típica que se tem com a namorada, mas ainda nada de pegação ou beijos, só mensagens eróticas mais ousadas. Ela me mandava fotos dela, das pernas, do abdômen, do quadril, deixava a roupa íntima dela no banheiro pra eu me masturbar, mas não passava disso. Decidi ir além e mandei uma foto minha de boxer, mas com o pau duro, e uma mensagem perguntando o que ela tava fazendo e que eu tava entediado.- Oi, irmãzinha, o que você tá fazendo? Olha só, tô entediado.- Oi Fercho, nada aqui no meu quarto também, tédio total. E essa foto?- Só fiquei curiosa pra ver o que você ia dizer- Por que você tá de pau duro? Em quem você tá pensando? 😈- Na calcinha fio-dental que eu tenho e sua dona- Sério que você vai usar essa calcinha fio-dental?- Então eu mandei uma foto igual à outra, mas com a calcinha dela em cima.
Vendo que ela não respondeu, mandei outra mensagem dizendo:- Que tal se a gente der uma passada no rio um pouco?- Bom, mas tem um problema: a Alejandra e a BELEN não rola nada, você segue adiante que eu te alcanço no caminho. Ela se trocou, botou uma leggings preta e uma blusinha branca e saiu 5 minutos depois. Eu liguei a moto e saí. Alcancei ela chegando no rio, peguei ela, chegamos no rio, descemos da moto, entramos no rio e começamos a brincar. Aí ela me pergunta se ainda tenho do suco da outra vez. Eu disse que sim, mas que tinha que dar uma passada em casa. Fui pra casa preparar um pouco do suco, e nisso me encontro com a Alejandra. A gente se cumprimentou, ela perguntou o que eu tava fazendo. Eu disse que era suco, ela pediu um pouco e eu falei que não, porque talvez ela não gostasse. Ela disse que não era ruim, que eu desse. Servi um pouco, ela tomou e me perguntou se tinha álcool.- E aí, mano, que delícia que ela tá- Eu respondi.- Tem um pouquinho de álcool, né- Senta um pouco, ouve, sabe que tá ficando tarde, tão me esperando- Cadela, pra onde você vai?- Falei que ia ao rio por engano ou sorte {depois vocês vão saber}. Peguei a moto e fui de novo pro rio. Cheguei, dei a garrafa de suco pra Dayana, ela tomou um bom gole e já estava com álcool na cabeça. A gente começou a nadar um pouco, quando ela se aproximou como se fosse me dar um beijo. Fiquei nervoso, mas ela não deu, só começou a rir. Eu, puto com o que ela fez, agarrei ela pela cintura e puxei pra perto de mim. Olhei nos olhos dela e disse que ela era linda, e decidi beijá-la. Quando pensei que ela ia me rejeitar ou me dar um tapa, ela não só correspondeu como foi quem meteu a língua. Já excitado pelo beijo, comecei a ficar duro. Ela percebeu e, sem medo, agarrou. Aí ela se afastou, achando que eu tinha enchimento.- Priminho, não sabia que você ficava tão gostoso- Nada a ver, mana, tudo que você apalpou é meu- Vamos ver- Eba {eu abaixei a bermuda junto com a cueca quando saiu à luz 23 cm de carnela abriu os olhos sem acreditar}- Caralho, mano, que pauzão!- Humildemente {sem saber mais o que dizer}- Posso tocar sua buceta?- Se quiser, ela é toda sua quando você quiser, tá aí.- Então ela pega ele com uma delicadeza que me excitou ainda mais, o toque da mão dela enquanto me depilo... ela esfregava sem medo quando me perguntou quanto ele media- E aí, Fercho, qual é o tamanho do seu pau?- Não acredito que são 20 cm, o que você acha?- Não acredito, deve ter uns 25cm, isso não cabe em ninguém {ela começou a rir, eu falei que na minha mina cabe todinho, ela ficou chocada}- Acho que você também aguenta se tentar.- Não tenho medo, está muito grande- Vamos tentando aos poucos- Eu quero, mas como já te falei, tô com medo e não tem proteção- Bom, tenta com a boca- Beleza, se não rolar a gente deixa pra lá- Vamos onde está a moto
- Saímos do rio, ela se ajoelhou e eu fiquei na frente dela. Minha excitação estava a mil quando ela pegou de novo com uma suavidade que quase me fez gozar na cara dela. Aí ela deu um beijinho na ponta toda e passou a língua por todo o glande.- Continua, irmãzinha, me chupa, por favor Quando a Dayana me olha, eu solto um sorrisinho e pisco o olho Começou devagar, eu me sentia no céu, ela já tinha mais da metade, aí ela me diz- Que pauzão, mano- Esse site parece uma delícia- Sim, que pena {disse ela}- Por que, irmãzinha?- Porque você é meu irmão- Sim, gostosa- Queria que você me fizesse amor, mas não podemos {ela disse sussurrando}- Opa, não ouvi o que você falou- Você já me ouviu?
Eu fiquei gelado, sabia que minha irmã queria que eu comesse ela, mas me pegou de surpresa. Ninguém falou nada, ela continuou com o que estava fazendo, me chupando como uma expert nisso.
Escutamos um barulho e nos assustamos, ela se levantou. Eu ainda não tinha terminado, com o pau meio mole por causa do susto, subi tudo e recolhemos as coisas. Peguei ela pelo rosto e dei um beijo na boca, ela correspondeu. Nos separamos e ela me agradeceu, e fomos para casa.
Eu estava dirigindo devagar porque estava nervoso e não queria me acidentar. Chegamos em casa e a Alejandra estava na sala, nos cumprimentou e pra mim deu um beijo no canto dos lábios com um sorriso provocante. Achei estranho, mas não dei muita importância, já que minha mente ainda estava no rio. Cumprimentei e fui pro meu quarto.
Saí pra ver se não tinha ninguém no banheiro e, como não tinha, entrei pra tomar banho. Aí vi uma calcinha fio dental vermelha, peguei e levei direto ao nariz. O cheiro não era o da Dayana, mas não liguei. Como no rio não tinha terminado, comecei a me masturbar pensando nas minhas irmãs Dayana e Belen. Passaram uns 20 minutos e terminei de me masturbar e de tomar banho. Peguei a calcinha e tirei uma foto com ela no nariz pra mandar pra Dayana mais tarde. Saí e fui pro meu quarto bater papo um pouco até me chamarem pra comer.
Passaram as horas, chegou a hora de dormir. Me deitei, peguei meu celular e mandei a foto pra minha irmã.- Obrigada, irmãzinha, mais uma pra coleção- De nada, mas tenho que te dizer- Que{ ela pergunte }- Essa calcinha fio dental não é minha e além disso hoje eu tava de calcinha normal- Ohhentones, eu errei- Irmãozinho, de qual das nossas irmãs será essa calcinha fio-dental?- Não sei, mas curti { e mandei outra foto com meu pau duro e a calcinha nela }- Ahh, mano, que gostosa ela tá- Você sabe que ela é sua quando quiser- E quem te disse que eu quero?- Pois, ninguém, só que te vi e ouvi no outro dia- Então você ouviu- Pois é, não ouvi, por isso sei que você quer que eu te faço amor Ela demorou pra responder, quando respondeu me disse que também me viu com o thong dela no nariz- peroyo também te vi- Não vou negar, quero te fazer amor- sério, mano- desde que te vi e ouvi- e por que você não entrou? {isso me deixou na loja}- se quiser, amanhã a gente tenta- a rainha é a casa ou o rio- onde você quiser- vamos pro rio pra ninguém encher o saco- perfeitão, te espero no rio ao meio-dia- Bom, irmãozinho, até amanhã, beijos. {E mandei uma foto dela com as pernas abertas, com a mão entre o thong e a buceta, e outra mensagem dizendo que tudo era meu} Me despedi dela, virei de lado pra tentar dormir, mas não consegui por causa da foto que a Dayana me mandou. Tive que bater uma punheta com o thong que eu estava usando na hora. Fiz com tanta intensidade que gozei em poucos minutos. Limpei a bagunça, nem lembro a hora que dormi. Quando acordei com um pau duro, peguei o celular e mandei uma foto do meu pau com o thong pra Dayana. Só que quando prestei atenção, tinha me enganado. Como tinha acabado de acordar, estava meio grogue, com os olhos entreabertos, e como tenho todas salvas no celular só como "mana Dayana" ou "mana Alejandra", "mana Belén", "mana Karen" {bom, vamos ao que interessa}...- Eu tinha enviado para minha irmã mais velha, a Alejandra. Eu me levantei de um salto, estava assustado. Já tinha visto a mensagem, mas não respondeu nada. Mais assustado ainda, fodi tudo, é verdade. Mas eu tinha que me controlar, e se ela me visse como se nada tivesse acontecido? E se ela dissesse qualquer coisa, que eu tinha me enganado, que era para a Vanessa, minha namorada? Foi aí que mandei uma mensagem contando tudo para a Dayana.- eita, irmãzinha, eu fiz merda, fiz merda- E aí, mano, o que foi? Conta pra mim.- o que acontece é que mandei pra Alejandra uma foto que era pra você, mas me enganei... e o pior é que ela não falou nada- nossa irmã não tá- Sério, que alívio! Aí eu vi que tava me iludindo.
Nisso eu saio e era verdade, não tava mais. Fui ao banho, escovei os dentes, lavei o rosto e saí. Fui pra cozinha preparar algo pra comer, quando a Dayana chegou. Me abraçou e me deu um beijo todo apaixonado, começou aquele jogo de língua e mordidinhas nos lábios que me deixou excitado. A cock ficou dura na hora.
Agarrei aquele bum delicioso que ela tem, a pele macia igual de bebê. Ela só tava com um pijama simples, tipo vestido, e uma calcinha fio dental cinza. Comecei a tocar e acariciar, quase chegando na bunda. Ela já tava bem excitada, os mamilos cutucando meu peito e a buceta já tava molhadinha.
Ela me soltou e disse: "Aqui não, pode vir alguém e a gente se encrenca". Ela pegou um copo de leche, me deu outro beijo e falou que tava com vontade de tomar porra quente. Piscou o olho e foi embora, a safada. Me deixou com a cock dura igual um míssil.
Terminei de comer e fui pro meu quarto pensar numa desculpa pra contar pra minha irmã mais velha. Deu uma da tarde quando chegou uma mensagem da Dayana.- maninho, chegou a hora- Te espero no rio, não demore. Mudei de roupa e desci para preparar um suco. Peguei a moto e fui para o rio. Chegando lá, entrei para nadar um pouco, já fazia tempo, até que a Dayana chegou. Tomei um pouco de suco e, quando vi minha irmã chegando, ela estava linda com um vestido de flores cor-de-rosa, o cabelo preso e um sorriso misturado, entre tímido e provocante. Cumprimentei-a com um beijo, a abracei e a levei até onde tinha tudo preparado. Ela, toda animada, disse: "Chegou a hora". Não parecia nervosa. Abracei-a de novo, disse que a amava muito e dei-lhe um beijo como o da manhã. De novo, agarrei sua bunda e comecei a levantar o vestido para tocar suas nádegas, pele com pele. Fiquei surpreso porque senti que ela estava usando um fio dental. Ela me olha e diz: "Surpresa". Tirei o vestido dela e fiquei olhando. Ela não tinha nada além do fio.- você é uma DEUSA, gatinha- obrigada, Fercho
tudo isso é seu
Me aproximei dela e comecei dando beijinhos no pescoço, nos ombros, nos braços, no peito mas não nos seios. Queria ir com calma para que ela ficasse excitada até o ponto de me implorar para fazer amor. Desci pelo abdômen dela, desci um pouco mais pelas pernas, pelo quadril e pela bunda. Ela soltou um gemidinho baixo. Disse para ela deitar para ficar mais confortável. Ela se acomodou com as pernas cruzadas e dei outro beijo. Desci para o pescoço, para os seios, comecei a chupar os peitinhos. Ela fechou os olhos e disse...- Ahh, Fercho, continua...
Eu continuava com seus seios, mordia os mamilos, mas com suavidade e delicadeza, e descia até sua barriguinha, passava a língua e seguia descendo. Quando cheguei na sua buceta, me aproximei, ela me olhou e eu disse que ainda não era hora. Peguei suas pernas, beijava, acariciava, roçava na sua ppk, ela gemía... até que chegou a hora de comer esse coñito lindo que minha irmãzinha tem. Olhei nos olhos dela e disse:- Tá prontinha, irmãzinha?- Por favor, só faz isso Ela pedia, quase implorando. Peguei, abri as lindas pernas da Dayana e passei a língua por cima do fio dental que ela usava. Ela gemeu mais forte.- ahhh, irmãzinha, eu dizia como é bom sentir Eu continuei, tirei o fio e comecei a comer a buceta, ela já estava bem molhada, já mordia com delicadeza o clitóris, ela dizia- ahh Fernando, não para, ahhh que eu vou explodir, ahhh continua assim que eu vou gozar Eu enfiei um dedo e massageei o clitóris dela, passei a língua e comecei com uma metida e tirada até que ela gritou- ahhh mano, continua, não para que eu estou quase gozar, come a boceta da putinha da sua irmã que tem e ela gozou como uma atriz pornô, encheu minha cara e um pouco da boca com sua porra, engoli o que tinha na boca, me afastei dela, sequei o rosto e fiquei de pé com o pau duríssimo, Dayana se recuperando me disse entrecortada- não se preocupe, irmãozinho, você continua- não se apresse, ainda temos tempo {eu disse para ela ver que me importo}
nesse momento me deito ao lado dela. Dayana se recompôs e me deu um beijo de língua e tudo.
quando ela pegou no meu pau, começou um sobe e desce suave mas firme, e me beijava.
eu tocava nos peitos dela e na bucetinha para não deixá-la de fora.
quando parou de me beijar, se preparou para me chupar.
começou com um beijo suave, depois passou a língua.
ficou assim uns 3 minutos, quando enfiou até a metade.
eu me sentia no paraíso, ela continuou me comendo.
passaram uns 7 minutos quando eu disse que estava quase gozando.
ela me soltou e perguntou se eu tinha camisinha.
eu disse que não, que não usava.
aí ela ficou preocupada e eu disse para não se preocupar.
me levantei, ela entendeu e, já deitada, dei um beijo nela para que esquecesse que não tinha camisinha.
ela pegou meu pau e colocou na entrada da sua vagina.
eu empurrei um pouquinho e a cabeça já estava entrando quando ela começou a gemer.- ahh sim, mano que delícia, continua, não para- Não vou parar, gostosa- Que delícia meter mais {e ela se jogou pra trás e enfiou mais da metade}- Que delícia, Dayana! Você está bem apertadinha e molhadinha.- Ahhh, que gostoso, você me enche toda, estou quase gozando.
Passamos uns 10 minutos assim e ela gozou duas vezes. E ela me disse que quer experimentar outra posição, ela por cima. Eu me deitei com o soldado firme esperando ordens. Ela subiu e foi enfiando devagar, e gemendo e gritando: "Isso, gostoso!" Ela começou uma cavalgada de sobe e desce, devagar, subia e ao descer entrava toda. Eu que estava quase terminando, e ela sabia e foi mais rápido, e gozou pela quinta vez. Dayana tinha esquecido que não estava de camisinha e eu falei: "Desce, que eu vou gozar!" Ela não queria, mas aceitou. Desceu, pegou meu pau e começou a chupar até que me fez gozar na boca dela. Ela engoliu tudo e passou a língua de novo por todo o membro. Quando terminou, deitou do meu lado. Eu já recuperado, disse a ela:- Já tomou o leitinho que você queria de manhã?- Opa, valeu mano! Tava uma delícia.- Ficamos um bom tempo assim como estávamos, daí sugeri que entrássemos no rio. Levantamos, andamos de mãos dadas e entramos na água. Lá, fiz amor com ela de novo. Deu a hora de ir pra casa, nos vestimos e voltamos. Eram mais ou menos cinco da tarde. Como de costume, não tinha ninguém em casa. Nos demos um beijo e cada um foi pro seu quarto. Ela entrou no banho primeiro, saiu e depois fui eu. Duas horas depois, a família começou a chegar: primeiro minha mãe, depois Belén, Alejandra e Karen, e por último meu pai. Minha mãe preparou o lanche, comemos e fomos dormir. Já na minha cama, mandei uma mensagem pra Dayana agradecendo.- Obrigada, irmãozinho, pelo que aconteceu hoje {ela respondeu}- Obrigado a você, irmãozinho, hoje foi a melhor coisa que podia ter acontecido comigo e eu adoraria repetir.- Quando você quiserDayanita- Te quero, Fercho- E eu a você- Bom, irmãozinho,
estou cansada depois do que rolou hoje.
Até amanhã.- Descansa, mana Aí chegam duas mensagens, uma da Dayana e outra da Alejandra. Abro primeiro a da Dayana: era uma foto dos peitos lindos dela e uma mensagem "sonha comigo". Respondi: "e você comigo". Depois abro a da Alejandra e ela dizia:- Oi, irmãozinho, o que tá fazendo?- Oi, irmãzinha, nada, me preparando pra dormir e você?- Nada, tô entediada- E por que?- Não sei por que não tenho nada pra fazer, acho- E eu que vou tocar vela nesse velório, é?- Nada, irmãozinho... depois daquela foto que recebi de manhã, achei que você queria bater um papo- O que acontece é que eu me enganei, queria mandar pra Vanessa.- Ah, a Dayana e com o meu thong Fiquei muito assustado, fiquei gelado e sem palavras, não sabia o que dizer pra ela Ela me mandou outra mensagem dizendo pra não me preocupar, que ela sabia de tudo, que tinha nos visto no rio, eu e a Dayana... fiquei ainda mais gelado- Não se preocupe, irmãozinho, que eu sei de tudo e só quero conversar- Ahhh, não sei o que dizer e não sei o que você sabe- Eu vi você e a Dayana, ela estava chupando seu pau, irmãozinho, e porra, que rola enorme, mano.
Aí a gente ouve a porta: toc, toc. Acendi a luz, abri a porta e era a Alejandra. Fiquei em choque.- O que foi, mano? Por que tá tão assustado?- Eu só balbuciava, sem conseguir falar nada.
Ela estava vestida com um pijama que parecia um vestidinho curto, azul claro. Estava linda, excitada — ou pelo menos eu achava que estava, porque os mamilos dela estavam durinhos.- Tranquilo, mano. Só vim buscar minha calcinha.- Não precisa lavar, já coloquei na roupa sucia.- Já foi, mano, eu comi na hora certa.- E o que você tá fazendo aqui, Alejandra?- Então eu só quero falar com você e não quero esperar até amanhã- Sabe o que vamos fazer? Amanhã eu te conto tudo com todos os detalhes- Tá bom só porque já tá tarde e o papai vai acordar- Mas não conta pra ninguém, por favor, nem pra Dayana, se- Tá bom, vai ser nosso segredinho.- Não, nada disso Só que eu quero ser quem te conta o que está acontecendo- Beleza, mano, até amanhã. Te espero no rio, não demora muito, tá?
Ela me deu um beijinho e uma pegadinha no meu pau, deu meia volta... dava pra ver aquelas pernas lindas que ela tem e o rabão que carrega, e foi embora. Deitei, mandei mensagem pra Dayana explicando tudo que tinha acontecido com nossa irmã mais velha e tentei dormir. Fiquei pensando e planejando o que ia dizer pra Dayana, não sei a que hora peguei no sono. Quando acordei, a primeira coisa que vi foi o celular, a hora e as mensagens. Vi que Dayana e Alejandra tinham me escrito:
{Alejandra, te espero no rio, por favor não demora e vem sozinha}
Dayana: "Como é que ficou sabendo? O que ela disse? Vai contar pros nossos pais?"
Primeiro respondi pra Dayana pra não se preocupar.- Não se preocupa, meu amor Eu falei pra ela pra não assustar e a gente parar de transar e porque eu gostava dela Daí respondi pra minha irmã mais velha- Se a Alejandra chegar à uma da tarde, não se preocupe, que vou sozinho. Foi o que Dayana me respondeu.- Bom, meu amor, ah, como sinto falta de você dentro de mim- Se eu resolver com a Alejandra, volto pra te fazer amor- Volto e é pra lá que vocês vão- Ele me disse que me espera no centro { menti para ele não ir ao rio e nos ver }
Saio do quarto por volta das 11 da manhã direto pro banho, tomo um banho, não consegui me masturbar de tão nervioso que estava. Saí do banho, fui pra cozinha preparar algo pra comer e matar tempo até ser uma hora. Fui pro meu quarto ouvir um som e vejo a Dayana me chamando, entro no quarto dela, ela me dá um beijo, eu retribuo o beijo, nos separamos e ela se abaixa, puxa minha bermuda pra baixo e começa a me chupar. Olhei a hora, disse que tinha que ir pra resolver tudo com a Alejandra, ela me deixou ir, mas com uma cara meio misturada de tesão, irritação e aceitação. Subi a bermuda, dei um beijo nela e fui pro meu quarto me trocar. Desci, peguei a moto e fui pro rio. Chegando lá, a Alejandra já estava. Tava uma gostosa, vestindo um shorts com uma blusinha preta, o cabelo preso num rabo de cavalo que fazia ela parecer uma deusa. Nos cumprimentamos com um beijo na bochecha.- Oi, irmãozinho- Oi Alejandra, como você está?- Bem, aqui estou me preparando para entrar no rio.
A safadinha estava toda contente e eu estava muito nervoso, não sabia o que dizer nem como minha irmã ia reagir por tudo que estava acontecendo com a Dayana.
Ela tirou a blusa e ficou só de shortinho e a parte de cima de um maiô, soltou o cabelo e se preparou para entrar no rio. Me convidou para entrar na água também, e eu entrei. Aí ela me perguntou como tudo tinha começado.- Vamos lá, mano, me conta desde o começo.- S se a Alejandra o que aconteceu {eu só balbuceava}- Não fica nervoso, irmãozinho, que eu não vou fazer nada com você.- É que é meio estranho estar falando tudo isso com minha irmã mais velha.- Ahhh, mas comer sua irmã mais nova te parece a coisa mais normal do mundo- Queeee- Nada como me ouvir gemer- E quem te disse que a gente transou?- Bom, ninguém tirava minhas conclusões sozinho, então me conta como tudo começou. Daí eu contei pra ela com todos os detalhes, desde o começo, os jogos eróticos que eu tinha com Dayana, e bem, o que ela viu no rio e a foto que eu mandei, e que eu comi ela ali no rio, e eu já com o pau duro porque, como dizem, recordar é viver, e ela já com a cara de excitada, mordendo o lábio de baixo. Ficamos uns trinta minutos sem dizer nada, só metidos no rio, eu todo nervoso sem saber mais o que dizer. Me atrevi a quebrar o silêncio e perguntei o que mais ela queria saber sobre o assunto.- O que mais você quer saber, Alejandra?- Então mais uma coisa- Que delícia- Quanto você tem? Porque da outra vez eu vi tão grande- Mmm, eu respondo se você prometer não contar pra ninguém- Eu juro que não conto pra ninguém- Se for como você viu na foto e como viu da outra vez, ele tem 23 cm- Não acredito em você, deixa eu ver, é a última coisa que te peço- Tá bom, mas vamos sair daqui. Saímos do rio, ela sentou na moto e eu baixei a bermuda, junto com a cueca, e os 23 cm apareceram, bem firmes, duros, com veias saltando dos lados. Ela ficou paralisada, não tirava o olho de mim. Assim passaram uns 5 minutos, quando eu decidi subir a bermuda de novo, ela me olha de volta e me diz pra não ser mau.- Não seja mau, irmãozinho, olha que uma coisa dessas não se vê todo dia- Temos que ir embora e não fique espiando nenhuma das nossas irmãs.- Bom, como te prometi que era a última coisa que te pedia, vamos pra casa- Sim, e por favor não fala nada pra Dayana que a partir de hoje a gente não vai mais fazer nada- Porque não vão fazer mais nada por mim, não se preocupem. Mas usem proteção, sim.
Subimos no carro e fomos para casa. Eram mais ou menos 5 da tarde. Ao chegar, Alejandra se despediu de mim e me deu um beijinho. Ela foi para seu quarto e eu para o meu, para pegar roupa e tomar banho. Já banhado e na minha cama, recebo uma mensagem de Dayana perguntando o que tinha acontecido com Alejandra.- Oi, mano, Conta aí o que a Alejandra te falou.- Oi Dayanita, só queria saber quando e como tudo começou- E ele falou se ia contar alguma coisa pra mamãe e papai?- Não, a verdade me surpreendeu porque ele disse que não ia contar nada e que a gente continuasse com a nossa coisa, mas que usássemos proteção.- O que você quer em troca?- Nada, só me pediu pra mostrar o que você comeu- Ah, irmãozinho, só de imaginar nossa irmãzinha com um cuzinho na boca, eu fico toda molhada.- Dayana, peraí, tem que ter cuidado. Não quero que ninguém mais descubra sobre a gente, principalmente nossos pais.- Fica tranquilo, mano, por mim ninguém vai ficar sabendo.- Beleza Dayana, até amanhã { e mandei uma foto do meu pau duro e coloquei "descansa"}- Ei, irmãozinho, não seja mau e vem pro meu quarto. Manda uma foto da sua buceta com um dedo metido.- Não podemos fazer nada aqui porque se descobrirem, nos matam.- Se eu sei, então quando a gente pode fazer?- No dia seguinte no rio, por volta do meio-dia
Já na manhã seguinte, por volta das 10h, eu cheguei primeiro no rio e fiquei nadando um pouco. Aí ela chegou, me cumprimentou com um beijo na boca e a gente entrou no rio. Com os beijos e carícias, meu pau ficou duro e ela percebeu.
Conta: ela baixou minha bermuda e cueca, também se despiu e colocou na entrada da sua buceta, me dizendo no ouvido- Meu amor, me come por favor
Agarrei ela pela cintura
Virei ela e comi como se não houvesse amanhã. Saímos do rio e transamos de novo. Chegou a hora de ir pra casa e, já em casa, ela se despediu de mim com um beijo na boca. Assim passaram os dias, as semanas e os meses de férias.
CONTINUA…
Olá, me chamo Fernando, tenho 22 anos, 1,85m de altura, sou simpático, galanteador, cabelo castanho-escuro, olhos pretos, pele branca. Sou de uma família de sete pessoas: mamãe, papai, quatro irmãs e eu. Somos de um país de uma cidade bem pequena, vivemos no campo a uns 20 minutos da cidade, na fazenda do meu pai.
Alejandra, minha irmã mais velha, três anos mais velha que eu, 25 anos. É uma moça linda, mede 1,55m, cabelo preto, olhos pretos, uma pele linda, uns seios lindos, copa C, umas pernas e uma bunda maravilhosa. Aí vem Karen, por uns 5 segundos, é gêmea da Alejandra.
Karen é a segunda, 25 anos, uma garota linda, estatura 1,55m, cabelo preto, olhos da mesma cor, pele bonita, branquinha, igual à mais velha, um corpo lindo, seios copa B, um pouco menores que os da Alejandra, umas pernas e um bumbum espetacular. Depois vem eu, e segue a Dayana.
Dayana é com quem tudo começou com minhas irmãs, a causadora de eu poder realizar minha fantasia que tive com a Belen. É a quarta, é mais nova que eu por 3 segundos, 22 anos, é minha gêmea. É igualmente linda que as outras duas, cabelo loiro, olhos verdes, pela genética do meu avô por parte da mãe, estatura 1,59m. Tem um corpo lindo, uns seios copa D, umas pernas e uma bunda... uau! Depois vem a Belen.
Belen é minha favorita, mais nova que eu por 2 anos, 20 anos. É perfeita, eu a amo, sou obcecado por ela, desde que a vi tomando banho no rio. Estatura 1,60m, cabelo preto, olhos puxadinhos, pretos, lindos que enamoram, uns lábios vermelhos preciosos, pele cor de canela mas bem clarinha, é a perfeição em forma de mulher. Uns seios copa B, durinhos, perfeitos, umas pernas e uma bunda linda. Eu a amo. Bom, agora vocês conhecem todas as minhas irmãs. Para não ficar chato, vamos deixar por aqui.
Tudo começou cinco anos atrás, quando eu tinha 17 anos, com minha irmã Dayana. Era uma segunda-feira, 12 de março de 2018, estávamos de férias, eram 12:00 do meio-dia e fazia um calor terrível. Eu estava no meu quarto, conversando com minha namorada e amigos. Ouvi um barulho no quarto ao lado, que é da Dayana. Dava pra escutar uns gemidos, pensei que tinha acontecido alguma coisa com ela. Saí do meu quarto e fui ver o que era. A porta estava entreaberta, dei uma espiada e... nossa, foi uma surpresa e tanto. Minha irmã estava pelada, com as pernas abertas, a mão direita num peito e a outra esfregando o clitóris. Eu quase caí pra trás quando ela começou a dizer: "Ah, isso, fode-me, Fercho" — é assim que todo mundo em casa me chama, menos meu pai, ele me chama pelo nome — "Isso, irmãozinho, ah, fode-me com força, do jeito que eu gosto".
Já tava ficando duro pra caralho, e eu, por minha parte, não tirava os olhos daquela buceta que dava de frente pra porta. Ela não percebeu que eu tava ali espiando, com o pau durão, porque ela tava de olhos fechados. Nessa hora, ouvi uma porta abrir e corri pro meu quarto. Depois disso, não aconteceu mais nada, mas foi o estopim pra começar a ver minhas irmãs de outro jeito — não mais como minhas irmãs, mas como o que elas são: umas mulheres gostosas e deliciosas.
Passaram umas duas horas e o calor ficou ainda mais insuportável. Decidi ir até o rio que fica perto de casa. É pequeno, mas é bonito, e o melhor: é só nosso. Troquei de roupa, coloquei uma bermuda e saí do quarto. Quando me deparei com a Dayana na porta de entrada, cumprimentei, ela respondeu e perguntou pra onde eu ia. Falei que ia pro rio, que não aguentava mais aquele calor e queria me refrescar. Aí ela me perguntou se podia ir junto. Fiquei nervoso e animado, porque talvez pudesse rolar alguma coisa lá no rio com ela, depois do que eu tinha ouvido no quarto dela há pouco. Disse que tudo bem, mas que ela fosse se arrumar. Ela foi pro quarto, e eu fui preparar um suco de laranja com um pouco de álcool que meu pai tinha guardado embaixo da pia.
Não passaram nem cinco minutos e ela apareceu vestindo um shorts jeans curtinho e um top azul claro. Tava linda, com aquele cabelo loiro e uma bunda maravilhosa. A gente seguiu pro rio, foda-se, peguei a moto e subimos. Ela me abraçou bem forte, eu todo nervoso e com a piroca querendo acordar de vez. Não disse nada e fomos para o rio. Não é muito longe, uns cinco minutos de moto da casa. Chegamos, eu disse para ela continuar entrando até estacionar a moto {e me dava tempo para a ereção baixar}. Deixei a moto perto, tirei a camiseta e fui entrando na água. Aí percebo que minha irmã não tirava os olhos de mim. Olhei pra ela e ela ficou toda coradinha, mas não dei importância porque sabia o que ela queria e não queria que ela ficasse sem graça.
Depois disso, saí da água para tomar um suco. A Dayana pede um pouco, eu dei e ela disse que estava gostoso. "O suco tem o quê?" ela perguntou. Respondi que tinha um pouquinho de álcool. Ela me olhou meio surpresa, mas não disse nada e foi tomar mais um pouco. Aí ela me pede para ensiná-la a nadar, que ela ainda não sabia muito bem. "Tá bom", falei, e comecei a ensinar. Quando, do nada, ela me dá uma mãozada brusca e acerta no meu pau. Soltei ela na hora. Ela se levantou e perguntou se eu estava bem. Disse que sim, que doeu um pouco, mas que estava tudo bem.
Bom, as horas passaram e fomos para casa. Chegando, ela disse que ia tomar banho, foi para o quarto dela e eu para o meu. Saí do meu quarto para ir na cozinha pegar água, passando pelo banheiro quando escuto os mesmos gemidos do meio-dia. Aí tento abrir a porta um pouquinho para espiar e vejo ela no chuveiro com a mão na buceta linda que tem. Dava pra ouvir os gemidos dela falando as coisas da tarde e a água do chuveiro. Quando vou começar a me masturbar, escuto alguém me chamando. Fechei a porta de repente e fui ver quem era. Era meu pai que tinha acabado de chegar, pedindo ajuda com umas coisas que comprou para casa. Ajudei ele com tudo, fui pro meu quarto pegar roupa para tomar banho e me deparei com minha irmã. Ela me olhou e deu um sorriso cheio de malícia, como se soubesse que era eu quem estava espiando. Fui tomar banho e bater uma punheta. Já no meu quarto, voltei a conversar com minha namorada. Era tarde, me chamaram para comer o que a Alejandra preparou. Todos terminamos, era a vez de lavar a louça. Da Karen, a família já estava na sala assistindo um filme. Eu saí de casa e, na entrada do lado direito, tem uma rede. Deitei nela para ficar sozinho um pouco e pensar no que estava acontecendo com minha irmã mais nova. Já era hora de dormir, fui me despedir das minhas irmãs. Quando me aproximei da Belen, abracei ela forte, já que é minha favorita, e dei um beijo na testa, de carinho, para minha irmãzinha. Depois, me aproximei da Dayana. Ela é a que me abraça forte e me dá um beijo na bochecha, dizendo "obrigada por tudo". Fomos dormir.
No dia seguinte, não tinha ninguém em casa. Meu pai sai cedo, ele trabalha como mestre de obras. Minha mãe também sai cedo, ela trabalha limpando uma casa de gente com grana. E minhas irmãs saem com os namorados — pelo menos era o que eu pensava, mas não me enganei, porque naquele dia a Dayana estava em casa, só que no quarto dela {mas eu não sabia}.
Desci para a cozinha para preparar algo para comer. Quando passei por onde fica a máquina de lavar, vi a roupa íntima da minha irmã Dayana. Era um tipo de calcinha fio dental branca com cinza. E algo aconteceu: peguei ela e levei ao nariz. Cheirava uma delícia, era como êxtase, muito viciante. Comecei a me masturbar, tirei o pau pra fora da bermuda e coloquei a calcinha no meu bilau, me masturbando gostoso. Quando senti que alguém estava me observando, olhei para o lado esquerdo e vi uma silhueta conhecida. Fui atrás para ver quem era, quando vi a porta do quarto da Dayana se fechar. Fiquei preocupado, porque pensei que ela ia me dedurar para nossos pais. Deixei a roupa íntima da minha irmã e fui limpar a bagunça que fiz uns minutos antes.
Entrei na cozinha, preparei um pouco de café com um arroz com frango que minha mãe fez para a gente tomar café da manhã. Fui para a mesa, terminei, lavei meu prato. Quando estava saindo da cozinha, esbarrei na Dayana. A danadinha me cumprimentou e sorriu. Eu, nervoso, só consegui dizer "oi" e fui para o meu quarto.
As horas passaram, o calor foi intensificando, quando se escuta: "toc, toc". Saí para ver quem era. Era a Dayana, que queria ir ao rio.- Oi, mano querido- Oi Dayana- Eu estava pensando- Sidime- Quer ir pro rio?- Eeeh, tá bom, vamos lá que tá uma delícia- Tá bom, vou me trocar. Me espera aí embaixo.- Daleyo eu coloco uma bermuda e desço- Yay, se você puder trazer mais desse suco- Desço e preparo tudo.
Eu, todo nervoso, pensando no que ela vai aprontar.
Ela e eu... como um menino, estou caindo na armadilha dela.
Bom, me troquei, desci, preparei o suco e fui ligar a moto, quando vejo descer pelas escadas minha linda irmã com uma minissaia e um biquíni – mas só a parte de cima, vermelha – com o cabelo preso. Ela estava lindíssima e sabia disso.
Subimos na moto e fomos pro rio. Chegamos, desliguei a moto, peguei uma toalha da mochila que minha irmã tinha, estendi no chão e me deitei.
Minha irmã já estava dentro do rio quando me chamou pra entrar na água.
"Vamos brincar um pouco", jogos de irmãos.
Depois, eu disse que se ela me pegasse, eu ensinava ela a pilotar moto. Ela topou. Mergulhei e nadei debaixo d'água. Ela fez o mesmo, mas não conseguia me pegar.
Já cansada de me seguir, eu disse que se eu a pegasse, ela teria que cumprir um desafio. Ela aceitou e a gente começou a brincar.
Aí, quando consegui agarrá-la, soltei o biquíni dela e ficaram expostos uns seios lindos, grandes e firmes.
Ela percebeu, me olhou, e eu todo hipnotizado, vendo aquele par de seios lindos com a água escorrendo...
Ela, um pouco vermelha, se tocou e se virou.
Disse pra eu não olhar. Eu falei que não era nada, que somos irmãos e que nunca olharia pra ela com outros olhos além dos de irmão mais velho e protetor.
{Menti pra ela.}
Ela começou a rir às gargalhadas, porque já sabia que eu a via com outros olhos, mas não disse nada.
Colocou o biquíni de novo e disse: "Melhor a gente ir pra casa".
Nos secamos com a toalha e fomos embora.
Chegando em casa, a mesma coisa de ontem: ninguém em casa, só nós dois. Eram mais ou menos cinco da tarde.
Ela foi tomar banho, saiu, me olhou, sorriu de modo provocante e piscou pra mim.
Entrei no banheiro e vi uma calcinha fio-dental branca com rosa pendurada na torneira do chuveiro.
A safadinha deixou pra mim.
Tirei a roupa, peguei a calcinha e levei ao nariz. Uau, que cheiro gostoso que minha irmãzinha tem, pensei.
Passei a língua onde ela encosta a bucetinha... isso me deixou doido. Tava com tanto tesão que não aguentei e me masturbei. Depois tomei banho e saí com a calcinha guardada. Minha irmã, BELEN, já tinha chegado. Cumprimentei ela com um abraço forte e um beijo na bochecha. Perguntei como ela estava, ela disse que estava bem e foi embora. Fui pro meu quarto, tava ouvindo música quando acabei dormindo. De repente, a Karen me acordou pedindo pra descer pra comer. Desci, terminei de comer e saí de novo pra rede. Chegou a hora de dormir, fui pro meu quarto e me deitei. Foi quando notei um pedaço de papel debaixo do meu travesseiro. Puta que pariu, li e foi uma surpresa. O papel dizia: "Espero que tenha gostado". Pouco depois, recebi uma mensagem da Dayana perguntando se eu tinha gostado e pedindo pra devolver a calcinha. Ela mandou uma foto dos pés dela e um beijinho. Eu respondi que sim, que tinha adorado.- Boa noite, irmãozinho, espero que você tenha curtido meu fio dental- Oi, irmãzinha, é, com certeza, curti pra caralho, mas não vou te devolver a calcinha.- Por que você gosta tanto dela que não vai me devolver?- Sim, eu gostei- Você gosta de mim?- Tudo, desde a dona, seu cheiro e sabor, tudo- Ah, você gosta da dona e qual o gosto dela, se posso saber?- Se eu gosto da dona? Muito, e sabe uma delícia- Beleza, mano, descanse aí- Descanse bem, irmãzinha, e mandei uma foto do calcinha dela no meu nariz.
Os dias foram passando e o joguinho que eu tinha com minha irmã estava ganhando força, mas era só um jogo. Eu já queria algo mais, e talvez apareça uma oportunidade de brincar com a BELEN... e ninguém me tira da cabeça que a Dayana também quer. A gente tinha aquela brincadeira típica que se tem com a namorada, mas ainda nada de pegação ou beijos, só mensagens eróticas mais ousadas. Ela me mandava fotos dela, das pernas, do abdômen, do quadril, deixava a roupa íntima dela no banheiro pra eu me masturbar, mas não passava disso. Decidi ir além e mandei uma foto minha de boxer, mas com o pau duro, e uma mensagem perguntando o que ela tava fazendo e que eu tava entediado.- Oi, irmãzinha, o que você tá fazendo? Olha só, tô entediado.- Oi Fercho, nada aqui no meu quarto também, tédio total. E essa foto?- Só fiquei curiosa pra ver o que você ia dizer- Por que você tá de pau duro? Em quem você tá pensando? 😈- Na calcinha fio-dental que eu tenho e sua dona- Sério que você vai usar essa calcinha fio-dental?- Então eu mandei uma foto igual à outra, mas com a calcinha dela em cima.
Vendo que ela não respondeu, mandei outra mensagem dizendo:- Que tal se a gente der uma passada no rio um pouco?- Bom, mas tem um problema: a Alejandra e a BELEN não rola nada, você segue adiante que eu te alcanço no caminho. Ela se trocou, botou uma leggings preta e uma blusinha branca e saiu 5 minutos depois. Eu liguei a moto e saí. Alcancei ela chegando no rio, peguei ela, chegamos no rio, descemos da moto, entramos no rio e começamos a brincar. Aí ela me pergunta se ainda tenho do suco da outra vez. Eu disse que sim, mas que tinha que dar uma passada em casa. Fui pra casa preparar um pouco do suco, e nisso me encontro com a Alejandra. A gente se cumprimentou, ela perguntou o que eu tava fazendo. Eu disse que era suco, ela pediu um pouco e eu falei que não, porque talvez ela não gostasse. Ela disse que não era ruim, que eu desse. Servi um pouco, ela tomou e me perguntou se tinha álcool.- E aí, mano, que delícia que ela tá- Eu respondi.- Tem um pouquinho de álcool, né- Senta um pouco, ouve, sabe que tá ficando tarde, tão me esperando- Cadela, pra onde você vai?- Falei que ia ao rio por engano ou sorte {depois vocês vão saber}. Peguei a moto e fui de novo pro rio. Cheguei, dei a garrafa de suco pra Dayana, ela tomou um bom gole e já estava com álcool na cabeça. A gente começou a nadar um pouco, quando ela se aproximou como se fosse me dar um beijo. Fiquei nervoso, mas ela não deu, só começou a rir. Eu, puto com o que ela fez, agarrei ela pela cintura e puxei pra perto de mim. Olhei nos olhos dela e disse que ela era linda, e decidi beijá-la. Quando pensei que ela ia me rejeitar ou me dar um tapa, ela não só correspondeu como foi quem meteu a língua. Já excitado pelo beijo, comecei a ficar duro. Ela percebeu e, sem medo, agarrou. Aí ela se afastou, achando que eu tinha enchimento.- Priminho, não sabia que você ficava tão gostoso- Nada a ver, mana, tudo que você apalpou é meu- Vamos ver- Eba {eu abaixei a bermuda junto com a cueca quando saiu à luz 23 cm de carnela abriu os olhos sem acreditar}- Caralho, mano, que pauzão!- Humildemente {sem saber mais o que dizer}- Posso tocar sua buceta?- Se quiser, ela é toda sua quando você quiser, tá aí.- Então ela pega ele com uma delicadeza que me excitou ainda mais, o toque da mão dela enquanto me depilo... ela esfregava sem medo quando me perguntou quanto ele media- E aí, Fercho, qual é o tamanho do seu pau?- Não acredito que são 20 cm, o que você acha?- Não acredito, deve ter uns 25cm, isso não cabe em ninguém {ela começou a rir, eu falei que na minha mina cabe todinho, ela ficou chocada}- Acho que você também aguenta se tentar.- Não tenho medo, está muito grande- Vamos tentando aos poucos- Eu quero, mas como já te falei, tô com medo e não tem proteção- Bom, tenta com a boca- Beleza, se não rolar a gente deixa pra lá- Vamos onde está a moto
- Saímos do rio, ela se ajoelhou e eu fiquei na frente dela. Minha excitação estava a mil quando ela pegou de novo com uma suavidade que quase me fez gozar na cara dela. Aí ela deu um beijinho na ponta toda e passou a língua por todo o glande.- Continua, irmãzinha, me chupa, por favor Quando a Dayana me olha, eu solto um sorrisinho e pisco o olho Começou devagar, eu me sentia no céu, ela já tinha mais da metade, aí ela me diz- Que pauzão, mano- Esse site parece uma delícia- Sim, que pena {disse ela}- Por que, irmãzinha?- Porque você é meu irmão- Sim, gostosa- Queria que você me fizesse amor, mas não podemos {ela disse sussurrando}- Opa, não ouvi o que você falou- Você já me ouviu?
Eu fiquei gelado, sabia que minha irmã queria que eu comesse ela, mas me pegou de surpresa. Ninguém falou nada, ela continuou com o que estava fazendo, me chupando como uma expert nisso.
Escutamos um barulho e nos assustamos, ela se levantou. Eu ainda não tinha terminado, com o pau meio mole por causa do susto, subi tudo e recolhemos as coisas. Peguei ela pelo rosto e dei um beijo na boca, ela correspondeu. Nos separamos e ela me agradeceu, e fomos para casa.
Eu estava dirigindo devagar porque estava nervoso e não queria me acidentar. Chegamos em casa e a Alejandra estava na sala, nos cumprimentou e pra mim deu um beijo no canto dos lábios com um sorriso provocante. Achei estranho, mas não dei muita importância, já que minha mente ainda estava no rio. Cumprimentei e fui pro meu quarto.
Saí pra ver se não tinha ninguém no banheiro e, como não tinha, entrei pra tomar banho. Aí vi uma calcinha fio dental vermelha, peguei e levei direto ao nariz. O cheiro não era o da Dayana, mas não liguei. Como no rio não tinha terminado, comecei a me masturbar pensando nas minhas irmãs Dayana e Belen. Passaram uns 20 minutos e terminei de me masturbar e de tomar banho. Peguei a calcinha e tirei uma foto com ela no nariz pra mandar pra Dayana mais tarde. Saí e fui pro meu quarto bater papo um pouco até me chamarem pra comer.
Passaram as horas, chegou a hora de dormir. Me deitei, peguei meu celular e mandei a foto pra minha irmã.- Obrigada, irmãzinha, mais uma pra coleção- De nada, mas tenho que te dizer- Que{ ela pergunte }- Essa calcinha fio dental não é minha e além disso hoje eu tava de calcinha normal- Ohhentones, eu errei- Irmãozinho, de qual das nossas irmãs será essa calcinha fio-dental?- Não sei, mas curti { e mandei outra foto com meu pau duro e a calcinha nela }- Ahh, mano, que gostosa ela tá- Você sabe que ela é sua quando quiser- E quem te disse que eu quero?- Pois, ninguém, só que te vi e ouvi no outro dia- Então você ouviu- Pois é, não ouvi, por isso sei que você quer que eu te faço amor Ela demorou pra responder, quando respondeu me disse que também me viu com o thong dela no nariz- peroyo também te vi- Não vou negar, quero te fazer amor- sério, mano- desde que te vi e ouvi- e por que você não entrou? {isso me deixou na loja}- se quiser, amanhã a gente tenta- a rainha é a casa ou o rio- onde você quiser- vamos pro rio pra ninguém encher o saco- perfeitão, te espero no rio ao meio-dia- Bom, irmãozinho, até amanhã, beijos. {E mandei uma foto dela com as pernas abertas, com a mão entre o thong e a buceta, e outra mensagem dizendo que tudo era meu} Me despedi dela, virei de lado pra tentar dormir, mas não consegui por causa da foto que a Dayana me mandou. Tive que bater uma punheta com o thong que eu estava usando na hora. Fiz com tanta intensidade que gozei em poucos minutos. Limpei a bagunça, nem lembro a hora que dormi. Quando acordei com um pau duro, peguei o celular e mandei uma foto do meu pau com o thong pra Dayana. Só que quando prestei atenção, tinha me enganado. Como tinha acabado de acordar, estava meio grogue, com os olhos entreabertos, e como tenho todas salvas no celular só como "mana Dayana" ou "mana Alejandra", "mana Belén", "mana Karen" {bom, vamos ao que interessa}...- Eu tinha enviado para minha irmã mais velha, a Alejandra. Eu me levantei de um salto, estava assustado. Já tinha visto a mensagem, mas não respondeu nada. Mais assustado ainda, fodi tudo, é verdade. Mas eu tinha que me controlar, e se ela me visse como se nada tivesse acontecido? E se ela dissesse qualquer coisa, que eu tinha me enganado, que era para a Vanessa, minha namorada? Foi aí que mandei uma mensagem contando tudo para a Dayana.- eita, irmãzinha, eu fiz merda, fiz merda- E aí, mano, o que foi? Conta pra mim.- o que acontece é que mandei pra Alejandra uma foto que era pra você, mas me enganei... e o pior é que ela não falou nada- nossa irmã não tá- Sério, que alívio! Aí eu vi que tava me iludindo.
Nisso eu saio e era verdade, não tava mais. Fui ao banho, escovei os dentes, lavei o rosto e saí. Fui pra cozinha preparar algo pra comer, quando a Dayana chegou. Me abraçou e me deu um beijo todo apaixonado, começou aquele jogo de língua e mordidinhas nos lábios que me deixou excitado. A cock ficou dura na hora.
Agarrei aquele bum delicioso que ela tem, a pele macia igual de bebê. Ela só tava com um pijama simples, tipo vestido, e uma calcinha fio dental cinza. Comecei a tocar e acariciar, quase chegando na bunda. Ela já tava bem excitada, os mamilos cutucando meu peito e a buceta já tava molhadinha.
Ela me soltou e disse: "Aqui não, pode vir alguém e a gente se encrenca". Ela pegou um copo de leche, me deu outro beijo e falou que tava com vontade de tomar porra quente. Piscou o olho e foi embora, a safada. Me deixou com a cock dura igual um míssil.
Terminei de comer e fui pro meu quarto pensar numa desculpa pra contar pra minha irmã mais velha. Deu uma da tarde quando chegou uma mensagem da Dayana.- maninho, chegou a hora- Te espero no rio, não demore. Mudei de roupa e desci para preparar um suco. Peguei a moto e fui para o rio. Chegando lá, entrei para nadar um pouco, já fazia tempo, até que a Dayana chegou. Tomei um pouco de suco e, quando vi minha irmã chegando, ela estava linda com um vestido de flores cor-de-rosa, o cabelo preso e um sorriso misturado, entre tímido e provocante. Cumprimentei-a com um beijo, a abracei e a levei até onde tinha tudo preparado. Ela, toda animada, disse: "Chegou a hora". Não parecia nervosa. Abracei-a de novo, disse que a amava muito e dei-lhe um beijo como o da manhã. De novo, agarrei sua bunda e comecei a levantar o vestido para tocar suas nádegas, pele com pele. Fiquei surpreso porque senti que ela estava usando um fio dental. Ela me olha e diz: "Surpresa". Tirei o vestido dela e fiquei olhando. Ela não tinha nada além do fio.- você é uma DEUSA, gatinha- obrigada, Fercho
tudo isso é seu
Me aproximei dela e comecei dando beijinhos no pescoço, nos ombros, nos braços, no peito mas não nos seios. Queria ir com calma para que ela ficasse excitada até o ponto de me implorar para fazer amor. Desci pelo abdômen dela, desci um pouco mais pelas pernas, pelo quadril e pela bunda. Ela soltou um gemidinho baixo. Disse para ela deitar para ficar mais confortável. Ela se acomodou com as pernas cruzadas e dei outro beijo. Desci para o pescoço, para os seios, comecei a chupar os peitinhos. Ela fechou os olhos e disse...- Ahh, Fercho, continua...
Eu continuava com seus seios, mordia os mamilos, mas com suavidade e delicadeza, e descia até sua barriguinha, passava a língua e seguia descendo. Quando cheguei na sua buceta, me aproximei, ela me olhou e eu disse que ainda não era hora. Peguei suas pernas, beijava, acariciava, roçava na sua ppk, ela gemía... até que chegou a hora de comer esse coñito lindo que minha irmãzinha tem. Olhei nos olhos dela e disse:- Tá prontinha, irmãzinha?- Por favor, só faz isso Ela pedia, quase implorando. Peguei, abri as lindas pernas da Dayana e passei a língua por cima do fio dental que ela usava. Ela gemeu mais forte.- ahhh, irmãzinha, eu dizia como é bom sentir Eu continuei, tirei o fio e comecei a comer a buceta, ela já estava bem molhada, já mordia com delicadeza o clitóris, ela dizia- ahh Fernando, não para, ahhh que eu vou explodir, ahhh continua assim que eu vou gozar Eu enfiei um dedo e massageei o clitóris dela, passei a língua e comecei com uma metida e tirada até que ela gritou- ahhh mano, continua, não para que eu estou quase gozar, come a boceta da putinha da sua irmã que tem e ela gozou como uma atriz pornô, encheu minha cara e um pouco da boca com sua porra, engoli o que tinha na boca, me afastei dela, sequei o rosto e fiquei de pé com o pau duríssimo, Dayana se recuperando me disse entrecortada- não se preocupe, irmãozinho, você continua- não se apresse, ainda temos tempo {eu disse para ela ver que me importo}
nesse momento me deito ao lado dela. Dayana se recompôs e me deu um beijo de língua e tudo.
quando ela pegou no meu pau, começou um sobe e desce suave mas firme, e me beijava.
eu tocava nos peitos dela e na bucetinha para não deixá-la de fora.
quando parou de me beijar, se preparou para me chupar.
começou com um beijo suave, depois passou a língua.
ficou assim uns 3 minutos, quando enfiou até a metade.
eu me sentia no paraíso, ela continuou me comendo.
passaram uns 7 minutos quando eu disse que estava quase gozando.
ela me soltou e perguntou se eu tinha camisinha.
eu disse que não, que não usava.
aí ela ficou preocupada e eu disse para não se preocupar.
me levantei, ela entendeu e, já deitada, dei um beijo nela para que esquecesse que não tinha camisinha.
ela pegou meu pau e colocou na entrada da sua vagina.
eu empurrei um pouquinho e a cabeça já estava entrando quando ela começou a gemer.- ahh sim, mano que delícia, continua, não para- Não vou parar, gostosa- Que delícia meter mais {e ela se jogou pra trás e enfiou mais da metade}- Que delícia, Dayana! Você está bem apertadinha e molhadinha.- Ahhh, que gostoso, você me enche toda, estou quase gozando.
Passamos uns 10 minutos assim e ela gozou duas vezes. E ela me disse que quer experimentar outra posição, ela por cima. Eu me deitei com o soldado firme esperando ordens. Ela subiu e foi enfiando devagar, e gemendo e gritando: "Isso, gostoso!" Ela começou uma cavalgada de sobe e desce, devagar, subia e ao descer entrava toda. Eu que estava quase terminando, e ela sabia e foi mais rápido, e gozou pela quinta vez. Dayana tinha esquecido que não estava de camisinha e eu falei: "Desce, que eu vou gozar!" Ela não queria, mas aceitou. Desceu, pegou meu pau e começou a chupar até que me fez gozar na boca dela. Ela engoliu tudo e passou a língua de novo por todo o membro. Quando terminou, deitou do meu lado. Eu já recuperado, disse a ela:- Já tomou o leitinho que você queria de manhã?- Opa, valeu mano! Tava uma delícia.- Ficamos um bom tempo assim como estávamos, daí sugeri que entrássemos no rio. Levantamos, andamos de mãos dadas e entramos na água. Lá, fiz amor com ela de novo. Deu a hora de ir pra casa, nos vestimos e voltamos. Eram mais ou menos cinco da tarde. Como de costume, não tinha ninguém em casa. Nos demos um beijo e cada um foi pro seu quarto. Ela entrou no banho primeiro, saiu e depois fui eu. Duas horas depois, a família começou a chegar: primeiro minha mãe, depois Belén, Alejandra e Karen, e por último meu pai. Minha mãe preparou o lanche, comemos e fomos dormir. Já na minha cama, mandei uma mensagem pra Dayana agradecendo.- Obrigada, irmãozinho, pelo que aconteceu hoje {ela respondeu}- Obrigado a você, irmãozinho, hoje foi a melhor coisa que podia ter acontecido comigo e eu adoraria repetir.- Quando você quiserDayanita- Te quero, Fercho- E eu a você- Bom, irmãozinho,
estou cansada depois do que rolou hoje.
Até amanhã.- Descansa, mana Aí chegam duas mensagens, uma da Dayana e outra da Alejandra. Abro primeiro a da Dayana: era uma foto dos peitos lindos dela e uma mensagem "sonha comigo". Respondi: "e você comigo". Depois abro a da Alejandra e ela dizia:- Oi, irmãozinho, o que tá fazendo?- Oi, irmãzinha, nada, me preparando pra dormir e você?- Nada, tô entediada- E por que?- Não sei por que não tenho nada pra fazer, acho- E eu que vou tocar vela nesse velório, é?- Nada, irmãozinho... depois daquela foto que recebi de manhã, achei que você queria bater um papo- O que acontece é que eu me enganei, queria mandar pra Vanessa.- Ah, a Dayana e com o meu thong Fiquei muito assustado, fiquei gelado e sem palavras, não sabia o que dizer pra ela Ela me mandou outra mensagem dizendo pra não me preocupar, que ela sabia de tudo, que tinha nos visto no rio, eu e a Dayana... fiquei ainda mais gelado- Não se preocupe, irmãozinho, que eu sei de tudo e só quero conversar- Ahhh, não sei o que dizer e não sei o que você sabe- Eu vi você e a Dayana, ela estava chupando seu pau, irmãozinho, e porra, que rola enorme, mano.
Aí a gente ouve a porta: toc, toc. Acendi a luz, abri a porta e era a Alejandra. Fiquei em choque.- O que foi, mano? Por que tá tão assustado?- Eu só balbuciava, sem conseguir falar nada.
Ela estava vestida com um pijama que parecia um vestidinho curto, azul claro. Estava linda, excitada — ou pelo menos eu achava que estava, porque os mamilos dela estavam durinhos.- Tranquilo, mano. Só vim buscar minha calcinha.- Não precisa lavar, já coloquei na roupa sucia.- Já foi, mano, eu comi na hora certa.- E o que você tá fazendo aqui, Alejandra?- Então eu só quero falar com você e não quero esperar até amanhã- Sabe o que vamos fazer? Amanhã eu te conto tudo com todos os detalhes- Tá bom só porque já tá tarde e o papai vai acordar- Mas não conta pra ninguém, por favor, nem pra Dayana, se- Tá bom, vai ser nosso segredinho.- Não, nada disso Só que eu quero ser quem te conta o que está acontecendo- Beleza, mano, até amanhã. Te espero no rio, não demora muito, tá?
Ela me deu um beijinho e uma pegadinha no meu pau, deu meia volta... dava pra ver aquelas pernas lindas que ela tem e o rabão que carrega, e foi embora. Deitei, mandei mensagem pra Dayana explicando tudo que tinha acontecido com nossa irmã mais velha e tentei dormir. Fiquei pensando e planejando o que ia dizer pra Dayana, não sei a que hora peguei no sono. Quando acordei, a primeira coisa que vi foi o celular, a hora e as mensagens. Vi que Dayana e Alejandra tinham me escrito:
{Alejandra, te espero no rio, por favor não demora e vem sozinha}
Dayana: "Como é que ficou sabendo? O que ela disse? Vai contar pros nossos pais?"
Primeiro respondi pra Dayana pra não se preocupar.- Não se preocupa, meu amor Eu falei pra ela pra não assustar e a gente parar de transar e porque eu gostava dela Daí respondi pra minha irmã mais velha- Se a Alejandra chegar à uma da tarde, não se preocupe, que vou sozinho. Foi o que Dayana me respondeu.- Bom, meu amor, ah, como sinto falta de você dentro de mim- Se eu resolver com a Alejandra, volto pra te fazer amor- Volto e é pra lá que vocês vão- Ele me disse que me espera no centro { menti para ele não ir ao rio e nos ver }
Saio do quarto por volta das 11 da manhã direto pro banho, tomo um banho, não consegui me masturbar de tão nervioso que estava. Saí do banho, fui pra cozinha preparar algo pra comer e matar tempo até ser uma hora. Fui pro meu quarto ouvir um som e vejo a Dayana me chamando, entro no quarto dela, ela me dá um beijo, eu retribuo o beijo, nos separamos e ela se abaixa, puxa minha bermuda pra baixo e começa a me chupar. Olhei a hora, disse que tinha que ir pra resolver tudo com a Alejandra, ela me deixou ir, mas com uma cara meio misturada de tesão, irritação e aceitação. Subi a bermuda, dei um beijo nela e fui pro meu quarto me trocar. Desci, peguei a moto e fui pro rio. Chegando lá, a Alejandra já estava. Tava uma gostosa, vestindo um shorts com uma blusinha preta, o cabelo preso num rabo de cavalo que fazia ela parecer uma deusa. Nos cumprimentamos com um beijo na bochecha.- Oi, irmãozinho- Oi Alejandra, como você está?- Bem, aqui estou me preparando para entrar no rio.
A safadinha estava toda contente e eu estava muito nervoso, não sabia o que dizer nem como minha irmã ia reagir por tudo que estava acontecendo com a Dayana.
Ela tirou a blusa e ficou só de shortinho e a parte de cima de um maiô, soltou o cabelo e se preparou para entrar no rio. Me convidou para entrar na água também, e eu entrei. Aí ela me perguntou como tudo tinha começado.- Vamos lá, mano, me conta desde o começo.- S se a Alejandra o que aconteceu {eu só balbuceava}- Não fica nervoso, irmãozinho, que eu não vou fazer nada com você.- É que é meio estranho estar falando tudo isso com minha irmã mais velha.- Ahhh, mas comer sua irmã mais nova te parece a coisa mais normal do mundo- Queeee- Nada como me ouvir gemer- E quem te disse que a gente transou?- Bom, ninguém tirava minhas conclusões sozinho, então me conta como tudo começou. Daí eu contei pra ela com todos os detalhes, desde o começo, os jogos eróticos que eu tinha com Dayana, e bem, o que ela viu no rio e a foto que eu mandei, e que eu comi ela ali no rio, e eu já com o pau duro porque, como dizem, recordar é viver, e ela já com a cara de excitada, mordendo o lábio de baixo. Ficamos uns trinta minutos sem dizer nada, só metidos no rio, eu todo nervoso sem saber mais o que dizer. Me atrevi a quebrar o silêncio e perguntei o que mais ela queria saber sobre o assunto.- O que mais você quer saber, Alejandra?- Então mais uma coisa- Que delícia- Quanto você tem? Porque da outra vez eu vi tão grande- Mmm, eu respondo se você prometer não contar pra ninguém- Eu juro que não conto pra ninguém- Se for como você viu na foto e como viu da outra vez, ele tem 23 cm- Não acredito em você, deixa eu ver, é a última coisa que te peço- Tá bom, mas vamos sair daqui. Saímos do rio, ela sentou na moto e eu baixei a bermuda, junto com a cueca, e os 23 cm apareceram, bem firmes, duros, com veias saltando dos lados. Ela ficou paralisada, não tirava o olho de mim. Assim passaram uns 5 minutos, quando eu decidi subir a bermuda de novo, ela me olha de volta e me diz pra não ser mau.- Não seja mau, irmãozinho, olha que uma coisa dessas não se vê todo dia- Temos que ir embora e não fique espiando nenhuma das nossas irmãs.- Bom, como te prometi que era a última coisa que te pedia, vamos pra casa- Sim, e por favor não fala nada pra Dayana que a partir de hoje a gente não vai mais fazer nada- Porque não vão fazer mais nada por mim, não se preocupem. Mas usem proteção, sim.
Subimos no carro e fomos para casa. Eram mais ou menos 5 da tarde. Ao chegar, Alejandra se despediu de mim e me deu um beijinho. Ela foi para seu quarto e eu para o meu, para pegar roupa e tomar banho. Já banhado e na minha cama, recebo uma mensagem de Dayana perguntando o que tinha acontecido com Alejandra.- Oi, mano, Conta aí o que a Alejandra te falou.- Oi Dayanita, só queria saber quando e como tudo começou- E ele falou se ia contar alguma coisa pra mamãe e papai?- Não, a verdade me surpreendeu porque ele disse que não ia contar nada e que a gente continuasse com a nossa coisa, mas que usássemos proteção.- O que você quer em troca?- Nada, só me pediu pra mostrar o que você comeu- Ah, irmãozinho, só de imaginar nossa irmãzinha com um cuzinho na boca, eu fico toda molhada.- Dayana, peraí, tem que ter cuidado. Não quero que ninguém mais descubra sobre a gente, principalmente nossos pais.- Fica tranquilo, mano, por mim ninguém vai ficar sabendo.- Beleza Dayana, até amanhã { e mandei uma foto do meu pau duro e coloquei "descansa"}- Ei, irmãozinho, não seja mau e vem pro meu quarto. Manda uma foto da sua buceta com um dedo metido.- Não podemos fazer nada aqui porque se descobrirem, nos matam.- Se eu sei, então quando a gente pode fazer?- No dia seguinte no rio, por volta do meio-dia
Já na manhã seguinte, por volta das 10h, eu cheguei primeiro no rio e fiquei nadando um pouco. Aí ela chegou, me cumprimentou com um beijo na boca e a gente entrou no rio. Com os beijos e carícias, meu pau ficou duro e ela percebeu.
Conta: ela baixou minha bermuda e cueca, também se despiu e colocou na entrada da sua buceta, me dizendo no ouvido- Meu amor, me come por favor
Agarrei ela pela cintura
Virei ela e comi como se não houvesse amanhã. Saímos do rio e transamos de novo. Chegou a hora de ir pra casa e, já em casa, ela se despediu de mim com um beijo na boca. Assim passaram os dias, as semanas e os meses de férias.
CONTINUA…
6 comentários - mis hermanas y el rio