Esta é uma reescrita do meu conto de alguns anos atrás, adicionei algumas coisas, mudei outras e acho que melhorou. Espero que gostem.
Olá, queridos leitores, meu nome é Diana, tenho 29 anos, sou de Guadalajara, sou uma mulher casada, na verdade muito gostosa, 1,55m de altura, bonita, pele branca, olhos cor de mel, cabelo preto. Desde que era adolescente me desenvolvi demais na parte da frente, tendo hoje em dia um par de peitos muito grandes. Da mesma forma, tenho coxas e bunda de bom tamanho, ambos de acordo com minha compleição, sempre elogiados pelos homens. Dada essa descrição, é desnecessário dizer que sou uma mulher que gosta de se vestir na moda e de forma muito sensual, sempre com roupas de marca, sempre com unhas longas decoradas, com o cabelo bem arrumado e maquiada, claro. Assim sou mesmo quando vou apenas ao supermercado e, principalmente, sou muito fogosa, pois adoro fazer amor com meu marido (do jeito tradicional, mas quente). Apesar de gostar de ser muito sensual em todos os aspectos, sempre fui muito recatada e fina, minha educação sempre foi muito ligada à religião e a famílias modelo. Cresci com a ideia de me casar, ter uma família e ser fiel ao meu marido para sempre, seguindo os padrões da minha casa: meu pai, um grande homem íntegro, trabalhador, com boa posição econômica, e minha mãe, uma bela dama e senhora em toda a extensão da palavra, sem contar que também estudei em escolas religiosas. Não fui muito de namorar, apesar de ser atraente para os homens, pois só tive dois relacionamentos: um na adolescência e meus quase 7 anos com Maurício, com quem perdi minha virgindade e acabei me casando. Tenho meu círculo de amigas com quem vou ao cassino, à academia ou tomar um café, não vou a baladas a menos que seja com Maurício, embora ele não goste muito disso. Como podem perceber, minha vida é muito tranquila e bonita, por isso nunca passaria pela minha cabeça a ideia de trair meu marido, até aquele dia...
A história que vou contar aconteceu há Há aproximadamente 4 meses, como estava comentando, sou casada há 4 anos com o Maurício, que é um homem de 35 anos muito bom, bonito e trabalhador, e me mantém vivendo como uma rainha. Temos um menino de 3 anos e nosso casamento tem sido muito lindo. O Maurício tem um lote de carros seminovos que vai muito bem. Ele estava em sociedade com o Rodolfo e o pai dele, que eram amigos de toda a vida do meu marido, até o dia em que romperam a sociedade e praticamente passaram a se odiar mortalmente. Devo dizer que, pessoalmente, tanto o Rodolfo quanto o pai dele nunca caíram bem pra mim, pois os considero pessoas mal-educadas, arrogantes, aproveitadoras e metidas. Além disso, sempre senti que o Rodolfo tem muita inveja do meu marido, já que o Maurício é muito bem-sucedido em todos os aspectos: é bonito, alto, atlético, tem dinheiro e, claro, tem uma esposa muito gostosa.
Para não alongar a história, a sociedade terminou há cerca de 1 ano e, desde então, eles não se suportavam nem pintados. Mas há 4 meses, um amigo em comum deles se casou e nos convidou para a festa. Naquele dia, me arrumei como nunca, pois estava nos meus dias férteis e o Maurício e eu tínhamos a ideia de ter outro filho. Que melhor ocasião do que uma noite como aquela? Por isso, deixamos o menino com uma das minhas irmãs. Coloquei um vestido vermelho de renda muito elegante, mas sexy ao mesmo tempo, com um decote pronunciado que fazia meus peitos quase saltarem do lugar, um conjunto de lingerie preta de renda e uma calcinha fio-dental atrás com um triângulo de renda na frente, salto 10 e, claro, minha área de biquíni depiladinha e muito bem perfumada, só com uma pequena penteadinha...
Então, naquele dia, coincidimos com o Rodolfo e o pai dele (Rodolfo é um homem de 43 anos, divorciado há 2 anos, moreno, gordo, muito alto, careca e peludo; o pai dele, o seu Faustino, é um homem de quase 70 anos que é casado, embora trate a esposa como lixo, igual ao filho gordo, careca e peludo). Pois bem, naquele dia, a festa transcorria sem... Nenhum percalço negativo, Maurício e eu estávamos nos divertindo, até que em um momento da festa, Rodolfo e seu pai se aproximaram da mesa para conversar com meu marido e tentar resolver as diferenças entre os dois. Eles conversaram quase a noite toda, e já quase no final da festa, ambos muito bêbados, combinaram de continuar em casa. Eu me recusei, porque isso estragaria nossos planos, além do mais eu não aguentava nem ver eles. Mas, bem, o que eu podia fazer? Vocês sabem como são teimosos os homens bêbados. Saímos do cassino e pedi as chaves ao Maurício para eu dirigir, pois ele já estava muito alterado e eu só alegrona. Sem mais, fomos para casa, mas no caminho Maurício adormeceu. Ao chegar, ele estava completamente fora, entre o sono e a bebida, no banco do carro. Então, Rodolfo se ofereceu para me ajudar a levá-lo para dentro enquanto o pai dele chegava – que, a propósito, foi levar dona Eva para casa para depois continuar a farra. Rodolfo deixou Maurício na sala, profundamente dormindo, e estava se despedindo quando me perguntou se eu lhe daria um café para que não acontecesse com ele o que aconteceu com meu marido, de dormir no caminho. Obviamente, não pude negar. E quando ia preparar, ele viu uma garrafa de tequila que tínhamos no bar e disse que preferia um gole de álcool. Enquanto bebia, serviu um para mim e disse que brindássemos, porque ele e meu marido tinham resolvido as diferenças e que ele o queria como um irmão, e não sei mais o quê. Não sei o que aconteceu, o tempo passou sem eu perceber e já tinha bebido mais do que devia. A conversa com Rodolfo começou a se transformar em uma conversa bem picante, onde ele, se gabando de sua hombridade, me contava histórias das relações sexuais com sua ex-esposa e com suas amantes. A verdade é que ele estava me caindo pior do que o normal, mas ao mesmo tempo eu estava muito interessada em ouvir suas presunções e, longe de querer que ele fosse embora, queria que ele me contasse mais (naquele momento, o álcool me... ela estava meio estranha, tipo com tesão), começou a me dizer que eu era uma mulher muito linda e inteligente e que ele ficava feliz que eu fosse a esposa do amigo dele, do nada o celular dele tocou e era o pai dele avisando que em 5 minutos ele chegava, Rodolfo disse que ia esperá-lo para irem juntos já que a festa tinha acabado, desligou, levantou do balcão e me disse "já vou, Diana, se cuida muito", se aproximou para se despedir de mim, quando veio me dar um beijo na bochecha me pegou pela cintura, eu pensando que era algum abraço de despedida me aproximei dele também sem imaginar suas intenções, naquele momento ele tentou me dar um beijo na boca que instintivamente rejeitei, mas a força dele era tanta que não consegui me soltar pois ele me segurava firme pela minha cinturinha, em segundos já tinha me dado uns 5 beijos mais ou menos entre meus lábios, bochecha e nariz, não sei o que deu em mim mas meio que correspondi ao beijo abrindo um pouco minha boca e suspirando um pouco, foi questão de segundos até voltar à minha sanidade e conseguir me soltar, reclamando na hora pelo que aconteceu, "EI O QUE QUE DEU EM VOCÊ" "NÃO SE CONFUNDA QUE EU SOU UMA MULHER CASADA" ele com uma risada meio debochada no rosto como se soubesse que faltou pouco para me ter à sua mercê me disse:
- desculpa, Diana, não sei o que deu em mim mas eu estava morrendo de vontade de fazer isso e pelo visto você também
Explodi de raiva porque como comentei esse cara era um arrogante e respondi:
- "VOCÊ É LOUCO, NÃO SE CONFUNDA QUE EU NÃO SOU UMA DAS SUAS PIRANHAS, EU SOU UMA MULHER CASADA E ME RESPEITA" o melhor é você sair da minha casa se não quiser que eu acorde o Mauricio e te quebre a cara.
- uhhhhhh pois não acho que ele acorde não, ele tá bem bêbado, me respondeu Rodolfo.
- pois não me importa, você vai embora agora porque eu sou capaz de qualquer coisa!
Não tinha terminado de dizer essas palavras quando ele me pegou de novo à força e começou a me beijar novamente, dessa vez foi muito brusco, ele se jogou com todo o peso em cima de mim e me pegou pelos pulsos me encurralando contra o geladeira, claro que eu resisti, mas a força dele era muito superior à minha, a ponto de estar me machucando, (imaginem uma mulherzinha de 1,55m e 53kg, contra um homemzão de mais de 1,80m e quase 100kg). Como consegui separar minha boca da dele e, me debatendo, gritei:
- RODOLFO, ME SOLTA, POR FAVOR!!! NÃO EXAGERA
- ME SOLTA PORQUE EU VOU GRITAR… ME SOLTA, CABRÃO!
Enquanto nos debatíamos, ele começou a beijar meu pescoço, passava a língua por todo meu pescoço até tentar beijar minha orelha, sentia o bafo alcoólico dele enquanto ele me encharcava o pescoço de saliva, a barba dele arranhava e fazia cócegas ao mesmo tempo, sentia a respiração dele como a de um animal, como um touro nos poros da minha pele e, sem saber porquê, meu ritmo cardíaco acelerou tanto que comecei a sentir um certo erotismo em tudo que estava acontecendo, não sei o que deu em mim, nunca tinha me sentido daquele jeito, mas aquele beijo e aquela dominação do Rodolfo sobre mim me tiraram do sério, minha pele já estava arrepiada, me sentia muito nervosa, alterada, com tesão e com muita adrenalina percorrendo todo meu corpo e, se a isso somarmos o álcool que eu tinha bebido, era questão de tempo para que se liberasse em mim uma sensação de desejo proibido, a sensação de uma fantasia oculta, um instinto selvagem no qual uma Dama, em toda a palavra, acaba transformada na MAIOR DAS PUTAS, me transformei naquele momento em outra pessoa, comecei a corresponder aos beijos do Rodolfo, nos fundimos em um beijo muito apaixonado onde nossas línguas se entrelaçaram e nossos lábios se mordiam, ao ver que já não era necessária a força, Rodolfo aos poucos soltou minhas mãos e passou uma na minha cintura e a outra na minha bunda por cima do vestido, eu não sabia o que fazer, só fechei meus olhos e minhas mãozinhas deixei embaixo por alguns instantes enquanto continuávamos nos beijando, depois de alguns minutos, com os braços dele, ele me convidou a passar os meus pelo pescoço dele para me abraçar nele, em instantes e já sem nenhuma Sem qualquer resistência da minha parte, levantei meu vestido, deixando minhas nádegas firmes expostas. Senti suas mãos ásseis se apoderarem dos meus quadris e, aos poucos, descerem, acariciando também minha calcinha fio-dental. Eu estava adorando aquela tremenda apalpada que ele estava me dando, não conseguia acreditar como eu podia estar ali daquela forma e ainda gostando. De repente, senti, num movimento rápido, suas mãos descerem meu vestido pelos meus ombros, me deixando apenas com o sutiã, enquanto eu acariciava os poucos cabelos que lhe restavam na nuca. Eu estava perdida, embora ainda me chegassem pequenos sinais, pensamentos de arrependimento (imaginem, eu estava prestes a deixar de ser a esposa fiel, a dama modelo e direitinha, para me tornar mais uma das amantes daquele homem gordo e feio, ex-sócio do meu marido, mas que ao mesmo tempo também era seu inimigo). Enquanto ele massageava minhas nádegas, parei de abraçá-lo e, por instantes, pensei em me afastar, mas novamente a tesoura me traiu e, longe de me afastar, coloquei minhas mãos em seu peito. Então comecei a abrir a camisa dele pouco a pouco. Vi que o Rodolfo tinha muitíssimo pelo no peito, parecia um gorila, pois tinha uns peitos muito grandes, peludos e, claro, uma barriga bem ampla (era o cúmulo, aquela imagem, qualquer outro dia me teria causado repugnância, jamais em sã consciência imaginei me sentir tão atraída por um homem com as características do Rodolfo, mas naquele dia eram justamente essas características tão comuns e tão pouco atraentes que me excitavam demais). Seu cheiro era de suor, pois ele tinha dançado a noite toda e, por ser obeso, transpirada mesmo sem fazer exercício, mas também cheirava a uma colônia masculina de gosto duvidoso. Tudo isso me deixava hipnotizada, como em choque, era uma espécie de atração por um polo totalmente oposto a mim. Senti sua virilha roçar na minha, dava para sentir algo duro, o pau do Rodolfo parecia muito grande e muito grosso. Entre os beijos, as carícias e a sensação do volume dele entre minhas pernas, comecei a soltar pequenos gemidinhos... mmmm mmmmm ahhhhhh
depois de vários minutos nos beijando e me apalpando, suas mãos subiram para meus peitos e com muita habilidade ele desabotoou meu sutiã, deixando meus peitos livres. Ele começou a apertar meus seios com toda a mão grossa, com o polegar começou a brincar com um dos meus mamilos, depois, sem pensar, me deixou de beijar para chupar o outro que não estava segurando. Ele chupava de um jeito muito bruto, fazia muito barulho ao me lamber com tanta baba, eu sentia a língua dele passando por toda a circunferência do meu mamilo e aréola, minha respiração tinha ficado muito intensa. Por um lado, ele aspirava a frescura e limpeza do meu corpo banhado em desodorantes e perfumes caros, enquanto eu só conseguia respirar uma sensação bucal desagradável com o hálito dele de vinho e comida.
Rodolfo continuou com sua boca nojenta, mamava como um bezerro meus peitos deixando-os encharcados de baba, mordia, chupava, lambia tudo sem deixar um único centímetro sem saliva. A boca dele fazia movimentos de sucção que quase arrancavam meus mamilos. Aqui faço um parêntese (meus mamilos são meu ponto fraco, me excita demais que chupem meus peitos, de verdade EU AMO!!) De repente ele se afastou e, eufórico, me disse:
— Olha que tetas lindas você tem, Diana, estão uma delícia e enormes, que mamilos gostosos você tem.
— Nunca tinha experimentado umas peitolas como essas, estão uma delícia!!! É um prazer!!
Apesar do tamanho dos meus seios, eles não estavam nada caídos, pelo contrário, meus mamilos estavam durinhos, cor de rosa, e minha aréola era bem ampla.
Agora ele levanta meu vestido, deixando-o como um cinto, se afastou um pouco para me olhar e disse:
— Olha só que calcinha fio dental sexy você está usando, Diana, você é mesmo uma cachorra.
Eu não dizia nada, só respirava ofegante, suava da virilha, debaixo dos meus peitos e das costas.
Ele se aproximou de novo para me beijar, eu correspondi ao beijo. Ele colocou a mão na minha buceta por cima da calcinha, começou a esfregar, depois meteu a mão dentro da minha calcinha, seus dedos grossos foram... abrindo caminho pela minha buceta, quando percebi já os tinha dentro da minha partezinha íntima e até alguns minutos atrás fiel, eu estava super excitada, arrepiada como nunca na vida, já começavam a sair gemidos de prazer e meus mamilos pareciam explodir de tão duros que estavam. Novamente minha cabeça me mandou um sinal alertando que eu era uma mulher casada e que isso era um grave erro, mas o fogo que se acendia em todo meu corpo rapidamente se encarregava de desaparecer qualquer sinal de arrependimento.
- ohhhhh rodolfooo nãooooo, isso não está certo, pare por favor.
- sou casadaaa e amooo meu marido
- por favor pare!!!
Tudo isso enquanto eu já gozava com os dedos dentro, pois entraram na minha vagina com certa facilidade já que eu estava muito lubrificada de tão excitada, gostei muito então comecei a rebolando, me mexendo no ritmo das dedadas e é claro sem parar de gemer.
Ele continuava com os beijos e eu correspondia, combinava os beijos com as dedadas na minha buceta e as apertadas na minha bunda. E eu combinava beijos, com gemidos, suspiros e sussurros pedindo para ele me deixar.
Obviamente tudo era muito contraditório, pois pedia para ele me soltar, mas continuava beijando e me rebolando no ritmo das dedadas.
- nãooooo, não está certo. Me soltaaaaa, me deixa por favoooor
- vai emboraaa, vai emboraaa agoraaaa
- sooou casada rodolfoooo, não faaaaaaça isso
Nesse momento ele se afastou e eu fiquei em choque, pois pensei que tinha me ouvido e iria parar, embora na verdade fosse a última coisa que eu queria.
Quando estava prestes a perder toda dignidade e dessa vez ser eu quem ia me oferecer, ele desabotoou a calça, baixou o zíper e de dentro de uma cueca de lycra tirou o pau, era um pau muito grande, grosso, moreno e principalmente muito peludo, naquele momento fiquei completamente hipnotizada, sabia o que vinha mas por instinto ou vergonha, por querer manter meu papel de mulher fiel, cobri meus seios com as mãos, mas não fiz mais nada, reagi só fiquei parada esperando Rodolfo me convidar a descer para aprovar o seu pauzão, ele voltou a me beijar me segurando só pela cintura e quadris, e aproximou seu pênis da minha pelve (agora só nos separava o tecido semitransparente da minha calcinha fio-dental), com sua mão pegou a minha e levou até seu pau, minha mãozinha era extremamente diferente da dele (macia, pequena, dedos fininhos, unhas limpas e principalmente com uma pele bem clarinha), toquei com certa timidez, mas agarrando em toda sua circunferência só pela cabeça, senti na palma da minha mão como seu pênis já estava babando, Rodolfo sem soltar minha mãozinha me indicava com que ritmo queria que eu o masturbasse, soltou minha mão para levar a dele de novo ao meu clitóris, eu só olhava como minha mão masturbava aquele pau que não era do meu marido, assim continuamos por alguns minutos num ritmo de beijos e masturbação mútua, seu pênis conforme o tempo passava ia crescendo e ficando mais duro e grosso,
- Assim mesmo, que gostoso você me bate uma punheta… você gosta, Diana? gosta do meu pau? Me perguntou
- siiiiiii, sussurrei bem baixinho sem parar de beijá-lo
De repente ele me pegou pelo ombro sem dizer uma palavra e foi me abaixando devagar, quase tremendo desci até ficar ajoelhada na frente daquele pedaço de carne, eu olhei, me aproximei, cheirei e foi a última vez que coloquei um pouco de resistência. Levantei o rosto e olhei nos olhos dele com cara de menina prestes a comer um pirulito.
- Come ele, mamãe, quero que você chupe
- NÃÃÃO, O QUE ESTÁ ACONTECENDO COMIGO ISSO NÃO ESTÁ CERTO
Dizia tudo isso fechando os olhos e suspirando na frente de um membro completamente ereto, aspirando o cheiro mais masculino que meu nariz já percebeu em toda minha vida
- Rodolfo não, isso não está certo……. Não sei o que está acontecendo comigo, eu não sou assim. Não sei o que me deu mas eu não sou assim, é melhor pararmos.
Rodolfo segurava o próprio pênis e o puxava enquanto me dizia:
- Eu sei que você quer, gostosa… você está morrendo de vontade de experimentar, então aproveita, é todo seu, Diana.
- me diga com sinceridade, Diana, você quer que eu vá embora??
Sem responder sim ou não, eu disse:
– mas eu sou casada e o Maurício tá ali dormindo. Não posso trair ele.
– sério, isso não tá certo.
Eu falava tudo isso sem mudar de posição, continuava ajoelhada com o rosto na altura do pênis fedorento dele, como quem não quer ir embora. Mas pela minha educação eu resistia em tomar a iniciativa.
Ele percebeu que eu estava excitadíssima e a verdade é que eu queria experimentar tudo, morria de vontade de chupar ele, então usando a psicologia reversa ele deu um passo pra trás e disse:
– você tem razão, Diana, melhor eu ir embora! Acho que isso não tá certo!
Ele começou a guardar o pau e a abotoar a calça.
Quando ele se afastou, meu coração batia a mil, não sabia o que fazer, minha mente talvez me dissesse que aquilo era o melhor, maaaaaaaas meu corpo exigia que eu soltasse meu instinto selvagem e me entregasse àquele macho, num instante como hipnotizada eu puxei ele pelas pernas, como me arrependendo do que tinha dito e soltei um murmúrio baixo:
– nãooooo
– não, espera, não vai embora……. O que eu tinha dito, aquilo era a autorização pra minha perdição. Rodolfo só sorriu como pensando que tinha funcionado e me disse:
– e agora que você também quer, Dianita, mas fica de santinha!!
Dito isso ele não hesitou mais, sabia que me tinha na mão e que não tinha volta, me pegou pelo cabelo e me aproximou do pênis dele que já emanava um líquido pré-seminal da ponta, depois empurrou contra meus lábios ainda fechados, depois se afastou e deixou ele um momento a uns 5 centímetros dos meus lábios e nariz, ele queria que eu me atrevesse, eu entendi a mensagem e tirei minha língua, aproximei da cabecinha vermelha dele que parecia explodir, senti na ponta da minha língua e me afastei, um filete do líquido viscoso era a única coisa que nos unia, meti minha língua na minha boca e comecei a saborear, fiquei assim uns instantes sem dizer nem fazer nada, até que ele me perguntou.
– gostou??
Não respondi nada, só tirei minha língua de novo e em movimentos circulares comecei a ensalivar a cabeça dele como se fosse uma parecia neve de limão, depois enfiei tudo na boca, tirei e com minha língua passei por todo o pau até chegar nos seus ovos peludos, seu cheiro muito forte, tão penetrante que senti como se apoderou dos meus sentidos, era suor e urina bem rançosa, quando meu marido cheira assim mando ele lavar na hora, mas longe de me incomodar, com o Rodolfo aquele cheiro me deixava louca, me fascinava, sentia que era o cheiro de um macho de verdade, chupei por uns dois minutos, chupando, beijando, batendo uma punheta pra ele, odiava chupar o escroto do meu marido porque não gosto da sensação dos pelos na minha boca e nariz, mas o Rodolfo não pediu, ele ordenou e eu, obediente, passei toda minha língua na sua volumosa pelugem, enquanto isso ele puxava meus mamilos e minha buceta escorria de tão molhada que já estava. Sério, eu já estava como que possuída, em outro mundo, num mundo desconhecido pra mim, um mundo de perversão e selvageria. Aí tocou o celular dele, ele atendeu e ouvi que era o pai dele, enquanto eu continuava fazendo oral sem me importar, ele disse que já saía, se afastou de mim pra subir a calça enquanto eu escorria de tudo pelo queixo, não sabia o que fazer, ficava ajoelhada a seus pés semidesnuda como se fosse sua escrava, por um lado pensei que era melhor ele ir embora, mas por outro queria que aquele pau grosso me fizesse sua, ele abotoou a calça e a camisa e me disse:
— Espera, vou dizer pro meu pai ir embora e volto. Não se mexe, Diana.
Eu não disse nada, fiquei ajoelhada com os peitos pra fora, a bunda ao vento, só de calcinha, a boca e a buceta bem molhadas, estava excitadíssima, com tesão e com certeza o Rodolfo ia me comer na minha casa como qualquer uma das amantes dele, só balancei a cabeça como uma putinha que diz sim pro seu dono.
Rodolfo saiu e eu fiquei em choque, não conseguia acreditar no que estava acontecendo, naquele momento só pensava que o ex-sócio do meu marido voltasse.
Demorou uns dez minutos, eu começava a cair na real e também a desesperação... de repente a porta se abriu e minha expressão preocupada se transformou em alívio e gratidão...
— Já voltei, Diana. Demorei?
Com um sorriso nervoso e provocante, respondi:
— Um pouquinho...
Eu já estava sentada no sofá da sala, a poucos metros de Mauricio, meu marido. Ele se sentou ao meu lado e tentou me beijar de novo. A pausa me deixou pensativa — sentia que ainda dava tempo. Correspondendo aos beijos, disse pra ele ir embora, que não queria trair o Mauricio, que era o melhor. E ele respondeu:
— Ah, mamita, se você já traiu ele... ou acha que chupar o pau de outro homem não é traição? Já pecou, mamacita, e ainda por cima curtiu tanto quanto eu tô curtindo.
— Não sei por que você faz essa santinha, se no fundo você é bem putinha...
Essas palavras me deixaram descontrolada. Ele tinha razão — já tinha jogado fora meu ideal de esposa perfeita, fiel e respeitável, pra me transformar numa aventura do velho obeso, ex-sócio do meu marido.
Rodolfo era muito hábil com a mente. Enquanto me fazia pensar, continuou me tocando e me beijando. Eu me acendi de novo, mas acho que com mais intensidade. Ele me deitou nos almofadões da sala, levantou meu vestido até a cintura, puxou minha calcinha de ladinho com a intenção de chupar minha buceta e abriu minhas pernas. Não sei como movi uma delas e quase derrubei um porta-retratos, aí falei pro Rodolfo que era melhor a gente ir pro meu quarto. Sim, pro quarto onde eu passava as noites como esposa fiel, como senhora respeitável, pra cama onde eu dormia com o Mauricio. Pensei em me arrepender de novo, mas minha parte tesuda me disse que já tinha estragado tudo — já tinha chupado o pau do Rodolfo — e que, em vez de me sentir culpada, era pra curtir, porque no fim das contas já tinha me comportado mal, já tinha pecado.
Subimos pro quarto nos beijando no caminho todo, como se fôssemos adolescentes no auge do romance. Quando chegamos no quarto, Rodolfo tirou toda minha roupa e eu a dele. Ele me jogou na cama, abriu minhas pernas e começou a me dedar... tava super molhada, depois ele se ajoelhou e enfiou a cara entre minhas pernas até que a boca dele ficou na minha buceta, passou a língua no meu clitóris, chupava, depois passava a língua babada por toda a minha parte feminina de cima a baixo, sentia os pelinhos da barba dele cutucando enquanto ele dizia:
- Que bucetinha gostosa você tem, Diana!!
- Você é uma princesa, uma rainha!! Quantas vezes sonhei com esse dia, quantas vezes imaginei ter você assim de pernas abertas, ver sua xoxota, me imaginava e me masturbava sempre pensando em você, em te comendo, em você me chupando e me dando a bunda, mas isso supera qualquer sonho. Eu só gemia de prazer, e com minhas unhas me agarrava no lençol da cama, estava em outro mundo, adorava o que o Rodolfo estava me fazendo!!!
- Ohohhhohhhhahahhhahhha ha
E só se escutavam meus gemidos e o som da língua dele com o molhado da minha intimidade...
- Ahhhhhhmmmmmmmm ayyyyy que gostoso! Ahhhhhh com gritinhos e sussurros expressava o quão delicioso estava sentindo.
- Ahhhh, ayyyyy que gostoso!!! Ahhhhhh assimmmmm
E o Rodolfo só sussurrava como se estivesse conversando com minha vagina
- Que delíciaaa, que xoxota gostosa
Ele parou de me chupar e se deitou na cama e me convidou para fazermos um 69, ajeitou meus quadris de tal forma que minha vulva ficou na cara dele e o pênis dele na minha boca, a verdade é que nunca tinha feito isso pois meu marido gostava que eu o chupasse, mas ele não gostava de chupar minha buceta, sentia muito estranho estar em cima de um homem tão gordo, grande e peludo. Eu estava na lua, os pelos da barba dele faziam cócegas nas minhas coxas, eu enquanto isso engolia seus pelos pubianos cada vez que chupava seu pênis moreno, enquanto ele me chupava me dizia coisas fofas como:
- Diana, você é tão gostosa, é uma deusa, sempre quis te comer…. De verdade você sempre foi meu sonho, minha fantasia, várias vezes me masturbei pensando em você e agora é você quem me masturba e me chupa. Sempre invejei o Maurício pela esposa que ele tem, mas nunca pensei que você fosse tão quente e fácil.
Depois ele... as coisas esquentaram e ele começou a me insultar
- Sempre soube que você era uma morta-viva, mas nunca imaginei que fosse tão puta. Dá pra ver que você adora uma pica!!!
Enquanto ele não parava de me chupar e me dedar, eu, como se estivesse possuída, não parava de chupar o pauzão dele.
- Que buceta gostosa você tem, tá gostando? Quer que eu meta a pica agora, mamãe?
Eu, que não tinha dito uma palavra, respondi sussurrando:
- Ohohohohohhohohoh, sim, Rodolfo, eu tô gostando e tô gostando muito, jáaa mete, já me come!!!! Siiii?
- Grita, putinha, grita!! Pede a pica gritando, sua vadia do caralho!! Ele me dizia enquanto me virava de lado, se levantava e me colocava de quatro na cama para me dar uns tapas na bunda. Naquele momento, eu já estava suplicando para ele meter.
Ele se levantou, levou a mão à boca, cuspiu um pouco e passou a saliva na minha vagina, posicionou o pau entre as minhas pernas sem meter ainda e, de repente, "Tás" "Tás" – dois tapas sonoros ecoaram no quarto, deixando minhas nádegas vermelhas e doloridas. Enquanto isso, ele me perguntou de novo: Já quer pica, Dianita?
- Siiiiiii
- Siiii, meu amor!!! Eu disse com a voz embargada, quase sussurrando de novo.
- "Já, papai, mete"
- Não tô te ouvindo, sua vagabunda, "grita" "pede" ou eu não meto.
- Já mete, me come, quero que você me faça sua mulher.
- "Mais alto"
- ME COME, POR FAVOR, MEU AMOR! METE ATÉ O FUNDO, PAI, QUERO QUE VOCÊ META TÃO FUNDO QUE EU SINTA BATENDO NO MEU ÚTERO, POR FAVOR, MEU AMOR, ME COME COM SEU PAUZÃO! AAAAAYYYYYYYYY JÁAAAA, PELO AMOR!!!! JÁ ME DÁ PAU!!! QUERO PICAAAA!!!
Eu já tinha perdido toda a dignidade, não me importava com mais nada, só queria que, naquele momento, Rodolfo fizesse de mim o que ele quisesse.
Ele posicionou o pau na entrada da minha vagina, como se estivesse brincando comigo, passando ele pra cima e pra baixo e metendo só a cabecinha e tirando, assim umas 3 ou 4 vezes, já me deixou ansiosa, não tinha mais dúvida de que Rodolfo era um amante experiente, sabia como deixar uma mulher a mil e fazê-la suplicar para ser atravessada, ele acariciava meu clitóris com dois dedos em forma de V. circular, depois ele passava de novo o pau de cima a baixo e depois dava palmadas nas minhas nádegas com o pau bem duro e ereto, quando de repente ele cuspiu de novo entre minhas nádegas e sem mais nem menos meteu de uma vez só, ahhhhhhhhhhhhhh ayyyyyyy está doendo!!! Gritei……. Mas ele nem se importou, senti uma dor forte no começo mesmo estando super lubrificada, ele deu duas enfiadas bem fortes e rápidas, depois foi bem devagar, pouco a pouco foi aumentando a intensidade, quando senti até o fundo gritei de novo: -ahhhh tá doendooooo, devagarinhoooo meu amor!! -ohhhhahghghgh E ele, sem ligar pro meu desconforto, voltou com tudo e só me respondeu: -calma putinha, só se acostuma que depois você não vai querer que eu tire!! Depois disso ele deu mais 2 ou 3 enfiadas rápidas e mais umas palmadas na bunda. -que apertadinha você está Diana, que gostosa do caralho Ele se inclinou um pouco pra tentar pegar meus peitos, começou a esfregar a barriga peluda dele nas minhas costas e os ovos batendo nas minhas nádegas, nesse momento tudo começou a mudar, a dor que eu sentia lá embaixo ficou pra trás, agora tinha um fogo muito intenso impossível de apagar, nunca tinha me sentido assim, era um prazer quase indescritível, e claro que meus gemidos mudaram pra expressões de prazer e felicidade… -eu comecei a sentir uma delícia e a gemer, a ofegar, a dar gritinhos, comecei a me mexer até que senti de repente o pau dele, senti como se estivesse me rasgando mas gostava, uma mistura de prazer e dor -ahhhhhhh QUE gostoso!!! Uhhhhhh meteeeeeee, fodeeeeeeeee, fodeeeeeee com força -ayyyyyy assimmmmm, ayyyyyyyy assimmmmmm papaiiiiiiiiiiiiiii mete -meteeee maisssssssss, ahhhhhhahhhhhhh QUE GRANDE ELE É meu amor!! -mmmmmm quero pausaaaaaa, tô adorandooooo -meteeee meu amorrrrr, fodeeeee assimmmm -eu fico louca com esse pauzão -caralho que rabão você tem Diana!! tá uma delícia, para mais putinha -se mexe mais gostosa, mexe mais essa bunda Abri meus olhos e de repente me vi no espelho Do meu quarto, a imagem era simplesmente ardente, a esposa fiel sendo comida por quem até algumas horas atrás era o inimigo do meu marido, e não só isso, eu em posição de cachorra com meus peitos balançando de um lado pro outro pelas investidas que recebia e meu cuzinho branco aberto e empinado em todo seu esplendor, totalmente submissa sendo montada por um homem que me causava repulsa e que não tinha nem um pingo de atrativo, mas que me comia como nunca com seu pauzão moreno. O contraste de cores era muito evidente, isso me encantava (os dois únicos namorados que tive foram loirinhos de pele clara e traços finos, e ter em cima de mim um homem moreno, feio e que ainda por cima eu não suportava dava aquele toque de morbidez que me matava). Era como aquela fantasia escondida que eu tinha de que um homem feio me fizesse sua, uma espécie de desejo reprimido que neste momento saía de mim e me transformava completamente. Sentia seu bafo quente na minha nuca, subia e seu suor caía na minha pele macia, sempre hidratada com cremes caros.
Fechei meus olhos mais uma vez para aproveitar o momento, minha buceta estava supermolhada, a sensação era deliciosa. Novamente as mãos grossas do Rodolfo seguraram meus quadris, depois pouco a pouco foram para meus ombros para me dar mais forte, depois baixou um pouco a intensidade e senti que ele tocava meus mamilos. Eu estava a mil, não sabia o que estava acontecendo, pois ele também me dava palmadas duríssimas nas nádegas sem parar de me comer. Abri meus olhos, olhando para trás, e oh surpresa!!!
Seu Faustino, o pai do Rodolfo, e Daniel, seu filho, estavam no meu quarto. O velho já estava só de cueca e apertando meus peitos. Não soube o que fazer, com certeza o Rodolfo contou pra eles quando saiu e disse como me tinha, e deixou a porta entreaberta. O Rodolfo não parou suas investidas, mas eu sim, me afastei instintivamente e pelo pouco pudor que ainda me restava, cobri meus seios e sentada na cama, com minha voz embargada, consegui dizer:
- Seu Faustinoooo, o que você está fazendo aqui?
- Nada, filha, só estamos admirando sua beleza. corpinho e vendo como te comem, deixa eu te dizer que você é uma rainha, uma potranca muito fina.
- Como é que vocês acham que não deveriam estar aqui, melhor vão embora agora!! - exclamei.
- Não acontece nada, minha filha, Rodolfo também não deveria estar aqui e olha como ele te deixou bem enfiada.
Rodolfo me pegou pelo braço e me puxou para ele enquanto o velho me dizia:
- Fica tranquila que ninguém vai ficar sabendo, meu neto e eu também queremos que você dê as bundas, eu também quero te comer!!!
- Nããão, seu Faustino, como é que pode! Sou uma mulher casada.
- Hahahahahaha - ele deu uma grande gargalhada - não fala besteira, Dianita. Para de bancar a santinha, minha filha.
- Olha no espelho, Dianita, para de falar merda e aceita: você é uma puta infiel... uma foxy, uma vadia que adora pica, sim ou não você adora pica, sua putinha safada!!!!
Eu não disse nada, o que eu poderia dizer se me encontrava nua no meio da minha cama matrimonial transando com um homem que não era meu marido, estava à mercê daqueles três homens, naquele momento eu não era nada mais do que algo como uma cadela no cio disposta a ser comida na hora por quantos machos no cio estivessem naquele quarto.
Seu Faustino tirou o pau da cueca (não dava para acreditar, era maior que o do Rodolfo, e ainda ficava duro apesar da idade daquele velho, suas bolas também eram peludas, mas cheias de fios brancos)
- Anda, mamacita, eu sei que você quer chupar meu pau, vejo nos seus olhos de vadia.
Rodolfo com força me deitou de novo, desta vez de barriga para cima e com as pernas totalmente abertas, e se jogou sobre mim para me penetrar de novo.
O velho aproximou seu pênis fedorento da minha boca e eu, de início, resisti um pouco a abrir os lábios, mas depois das enfiadas que Rodolfo me dava e de como o velho acariciava meus mamilos, pouco a pouco fui cedendo e comecei a mamar como desesperada, agora sim tudo estava errado, tinha o pau de dois velhos gordos e peludos, um na boca e outro na buceta... E eu só gemía, gritava de prazer. Enquanto isso, o filho de Rodolfo gravava tudo com o celular. - ahghgghghghghg
Com uma mão eu apertava o cobertor da minha cama e com a outra já segurava o pau do velho, com tudo e bolas, quando não estava chupando, eu gemida, gritava e minha mãozinha se encarregava de punhetar ele.
Naquele momento já não me importava mais com nada, não me importava se estavam me filmando, se me violentavam, se meu marido acordava, já não me importava nem com minha família, nem ser mãe, nem ser filha de família direita, nem ser a esposinha modelo sempre fiel aos seus princípios... a única coisa que passava naquele momento pelo meu universo era ser a mulher de todos os males que chegassem... estava tão excitada que juro que a única coisa que me importava era SER COMIDA UMA E OUTRA VEZ SEM ME IMPORTAR QUEM.
Eles sabiam disso, então enquanto um me comia, o outro me enfiava o pau na boca e eu gritava pela casa toda sem o menor medo de ser ouvida.
- quero pauuuuu!!!!
- quero rola!!! Assim mais ohhhhhhhgggggggggg
Meu grito se engasgava com o pau do velho, eles só gritavam...
- você gosta, puta, gosta de como a gente te come? Responde, sua puta!! Você gosta de como a gente te come???? Gosta de como a gente te dá pau??
- quem é seu macho, Diana, me responde?
Numa oportunidade que tive sem o pau do velho na boca consegui responder
- você, meu amor, você é meu macho, me come com força! Eu adoro!!!
- e eu, que filha? Disse o velho
- você também, seu Faustino, sou sua puta e vocês são meus machos
- ahhhhhhhhhohhhhhhhhhhhhhhhhhhh
- você é minha puta, fala, disse o velho
- sim, sou sua puta e você é meu cabrão!!!
Tive um grande orgasmo, no instante que senti o pau do Rodolfo pulsando anunciando que ele ia gozar... naquele instante não sei como me lembrei que estava nos meus dias férteis e gritei
- goza fora, Rodolfo, não vai esvaziar dentro de mim, tira que eu não estou me cuidando, estou nos meus dias férteis!!! Disse tudo isso sem parar de rebolsar.
Claro que ele não me deu ouvidos e sem parar de me comer gritou:
- pois já se fodeu, mamãe, porque não estou com camisinha e quero te comer assim. Quero gozar dentro!!! Quero encher sua buceta gostosa buceta com meu leite, mamita.
Rodolfome continuou me comendo e eu, obviamente, continuei me mexendo.
— Vou deixar você barriguda, minha rainha! Vou te engravidar para que você sempre se lembre deste dia, sempre se lembre de mim.
— Vou encher sua buceta de leite… até escorrer pelas suas nádegas.
E sem parar de enfiar seu pau em mim, eu só conseguia responder que não, sem parar de gemer.
— Nããããão, Rodo, não goza dentro, pooor favoooooor.
— Já te disse que não, Dianita, você se fodeu e vou te encher todinha.
E naquele momento ele me deu com mais força e mais velocidade, enquanto eu me engasgava com o pênis do senhor Faustino, que enfiou com força na minha boca, como para calar meus pedidos para que tirassem de dentro da minha vagina.
E sem medir as consequências dos meus atos, quando senti seu pau inchar mais e ele enfiar com toda a força, fechei um pouco minhas pernas e com meus próprios músculos o abracei, o prendi, empurrando-o mais para mim para que ele me desse ainda mais forte e, num arranque de êxtase, parei de chupar e gritei ofegante:
— Siiiiiiiiiiim, papaiiiiito, me engravida, me enche todinha, Sweetie, me come gostosoooooo, ahhhhhhhhhh siiiiiiiiiiiiii! Me dá seu leiteeeeeee!!! Me enche todinhaaaaaaaaaaa……. Me comeeeeeee, assimmmmmmm, me dáaaaaaa, me encheeeeeee.
Naquele momento senti seu leite quente nas minhas entranhas, jatos de seu sêmen inundaram minha vagina….. Senti que sua esperma chegou até meu útero, eu tinha os olhos revirados e o corpo totalmente no céu, pois tinha acabado de experimentar um orgasmo incrível… depois de algumas investidas a mais, seu pau foi perdendo a rigidez aos poucos e finalmente saiu sozinho, minha vagina inchadinha começou a escorrer a mistura de seu sêmen com meu orgasmo, e tudo aquilo ficou sobre meu ânus e sobre a colcha da minha cama de casal.
Eu fiquei deitada na minha cama com meu corpo completamente suado por mim e por meus amantes, exausta, mas ainda com as pernas abertas, o senhor Faustino tirou seu pênis da minha cara e logo foi me comer, como pôs me colocou de lado, igual ao filho dele, sem nenhuma A sutileza eu deixei de lado, por motivos óbvios ele entrou sem dificuldade até o fundo, e assim me deu alguns minutos enquanto Rodolfo me dava o pau dele para chupar e limpar. Imediatamente fiquei excitada de novo, mesmo que não acreditem "EU QUERIA MAIS", EU AINDA NÃO ESTAVA SATISFEITA, além do que a do velho era mais grossa, o que me dava ainda mais prazer, mesmo minha buceta estando super lubrificada e entrando e saindo com certa facilidade, eu já não gritava, eu rugia pelo que sentia...
- ahhhhhhhhhhhhhhhhh
- ohhhhhhhahhhhhhhhhh
- ahhhhhhhhh ……..ahhhhhhhhhh…………..ahhhhhhhhhhh ………queridooooooooo….siiiiiii…….papitooooooooo……….siiiiiiiiii……..assiiiiiiiiii me dáaa…..me dá pau… me dá me dá maaaisssss…………ahhhhhhhhh……..me dáeee com forçaoooo…..me fodeeeeeee
Todo meu quarto estava fervendo, o ambiente cheirava completamente a sexo por todos os lados… só se ouviam meus gritos, a respiração pesada e os gemidos grotescos daqueles homens, o bater das peles, minhas nádegas batendo contra as pernas e os testículos peludos deles, o som molhado da minha buceta e do seu invasor, meus peitos balançando de um lado para o outro e, claro, o rangido da cama… tudo aquilo misturado de tal forma que a coordenação parecia digna de uma orquestra filarmônica.
O velho tirou de mim entre os gemidos de ambos e apontou o pau dele para minha bunda, que até aquele momento era virgem.
- Agora vou te comer, vadia, vou rachar seu cu
Senti o pau do velho pressionando meu ânus e disse:
- Não, Faustino, por aí nãooo, sou virgem e vai doer
Ao ouvir isso, no rosto do velho surgiu um sorriso malicioso, ele me levantou, se aproximou e começou a me beijar, depois se afastou e me colocou de quatro na cama e disse: "Não vai doer, Dianita, você vai adorar", deixa eu estrear esse cuzinho tão bonito, tão rosadinho, ele se abaixou para cheirar e chupar.
- Ai, minha filha, olha só que ânus lindo você tem, nunca tinha visto um assim!!!
- Que delícia de puta, vou rachar seu cu, Diana, e você vai pedir mais e mais. Ele me lambeu várias vezes, também colocou mais do que escorria da minha buceta - uma mistura do meu orgasmo e do sêmen do filho dele e provavelmente dele também - e foi introduzindo devagar seus dedos grossos e sujos no meu cuzinho. Depois colocou sua cabeçona no meu buraquinho e foi empurrando aos poucos. Eu comecei a sentir dor e disse:
- Não, don Faustino, está doendo! Meta na minha vagina, mas no meu cuzinho não, por favor!
- Cala a boca, sua putinha safada! Depois disso você vai ficar viciada em ter o cu arrombado!
Mais uma vez, com toda a submissão do mundo, aguardei o ataque. Não sei como ele conseguiu, mas naquele momento já tinha dois dedos dentro. Ele os deixou ali um instante enquanto com a outra mão acariciava meu clitóris. Então os tirou e, com uma estocada, foi abrindo meu orifício mais fechado. Ahg, ahg, ahg... Ele enfiou seu pau grosso, moreno, peludo e grisalho. Senti uma dor muito forte na minha bunda. Ele empurrou com um pouco mais de força, puxou meu cabelo para arquear mais minhas costas. Meu cu resistia a ser invadido assim, mas isso não o deteve. Ele tirou, cuspiu mais algumas vezes no meu buraquinho e voltou à carga. Doeu até a alma, mas eu estava tão excitada que não me importei. Soltei um grito tão alto que foi um milagre Maurício não ter acordado. Doía demais, eu sentia que ia desmaiar de dor, comecei a pedir, a suplicar que ele tirasse.
- Arghhhhhhahhhhhh tira -e-laaaaaaa pooor fav-o-r!!!!! Está doendo!!!
- Tiraaaaaaagoraaaaa!
Enquanto lágrimas escorriam dos meus olhos, o velho parou sem tirar seu instrumento de entre minhas nádegas. Eu, soluçando, pedia que ele tirasse aquele pedaço de carne.
- Agora vem a parte boa, gostosa. Acostume-se a tê-lo dentro, a dor vai passar. Depois o que você vai pedir é que eu não tire!!!
Já com ele no meio do caminho e sem empurrar mais, o velho cuspiu várias vezes na junção PÊNIS-ÂNUS e com o dedo circulou a circunferência de ambos. Depois me pegou pelos quadris e começou a empurrar devagar. Seu pau começou a deslizar dentro do meu cuzinho, e em um... instante que me pareceu eterno, sem que eu percebesse, já tinha os ovos dele tocando a entrada da minha buceta. O VELHO TINHA SE APODERADO DO MEU CU VIRGINAL Ele começou a me bombear devagar e depois com força, a dor foi se transformando aos poucos e ainda mais porque eu enfiei a mão na minha ppk, como se fosse mágica, agora eu me sentia na glória, da dor passei para um prazer indescritível, não sabia que podia sentir algo tão gostoso por ali. - voltei a gemer de prazer. Meus gemidos dessa vez eram muito mais intensos. O velho dava palmadas sonoras na minha bunda enquanto me comia, eu correspondia às investidas e comecei a me mexer também. - mexe, putinha, mexe essa raba que vou enfiar até os ovos, e você vai ficar colada em mim como a vadia que você é…………. - gosta, né, vadia? Quer que eu tire, Diana?? Ou quer mais do meu pau?? Não respondi nada, só levantei mais os quadris e a bunda, comecei a ser eu quem ditava o ritmo das enfiadas. Óbvio, tudo isso em sinal de aprovação e sem parar de gemer. - ahhhhhhhhhh………..ahhhhhhhhhhhhhhh……ahhhhhhhhhhh Mas o Don Faustino não se conformava com isso, queria ouvir da minha boca que eu queria. Era como confirmar que naquele momento eu era a mulher dele e ele era, sem dúvida, o meu macho. Então gritei com toda a minha força: - “SIM, PAPAI, NÃO PARA DE ME COMER COM FORÇA………….AHHHHHHHHH……….. UFFFF, AGHHHH ENFIA, ME DÁ MAIS, MAIS FORTE. NÃO PARA DE ME FODER, QUERO QUE VOCÊ ME FODA, ARREBENTA O MEU CUZINHOOOOOO MEU AMORRRRR” Ao que o velho me respondeu: - “SIM, SIM, MINHA NENÉM……CLARO QUE SIM, MAMASITA, VOU TE COMER MUITO GOSTOSO, VOU TE DAR BEM DURO NA SUA BUNDA” AGHHHHH, SIIIIIIIIIII MEU AMOR, ASSIIIIIIII FODEEEEEEEE, FODE MIM COM FORÇAAAA, ENFIIIIIIIIA AHHHHHHH, QUEEEEEEEE DELÍCIIIIIIIIIIIIAAAAAAAA MEEEEEEU DEEEEEEEEEEUSSSSSSSSSSSSS - Ah, não brinca, Diana, que delícia, que gostoso se vê sua bunda engolindo meu pau. Que gostosa você está assim, empinada. Que gostoso você se mexe, que gostoso você fode, sua puta gostosa. Você é uma deusa e eu sou seu homem. - simmm…..você é meu homem, meu rei, queeeee delíciaaaaa……. Que ricoooooo meeeecogessssssssss -quero ver pau, adoro, me parte em dois papacito…..aahhhh! ¡mmhhhh!aayyy... aaahhhhh sim que delíciaaaaa... continua me comendo.... -grita mais putinha pro cara do seu marido ouvir, grita!! -COME MEEEEE, COME MEEEEE MAISSSSSSS, METEEEE SEU PAUZÃO MEU amor. -GRITA MAIS ALTO, DIZ QUE EU TE fodo MELHOR QUE O CARA DO SEU MARIDO, GRITAAAAAA, GRITA QUE VOCÊ ADORA COMO EU TÔ TE VIOLANDO!!!! Ele voltou a dar palmadas nas minhas nádegas “TAS” “TAS” enquanto puxava meu cabelo e eu só respondia implorando -SIIIIIII,QUERO QUE ME VIOLENTE!! QUERO QUE ME COMA COM FORÇAAAA, ADORO SEU PAU, -quer que eu te arrombe o cu??? -SIM PAPAI, ARROMBA MEU CUUUUUUU, ME DÁ PELO MEU CUZINHOOOOOO COM FORÇAAAA…… MAISSSSSSS FORÇAAAAAAA ………..ARRANCA ELEEEEEEE………..ARRANCA MEEEEEE OOOOO CUUUUUUUUUUU……..MEEEEEEU AMOOOOOOOOORRRRRRRRRRRR………..ASSIIIIIIIIII MEEEEUUU DEUSSSSSSSSSSSSS……….AHHHHHHHHHHHH……..QUEEEEEEEEEE…….DELÍCIAAAAAAAAAAAA Meu cabelo se movia de um lado para o outro e com uma das mãos eu jogava ele para o lado sem parar de me mexer, meus peitos suados balançavam e no vai e vem de repente batiam um no outro, abri meus olhos e virei para ver o velho, o neto do dono Faustino, continuava gravando tudo com o celular, já não sabia mais de mim, (Daniel era um garoto de uns 20 anos alto e bonito, ele sempre tinha sido gentil comigo e se eu já tinha dado para os dois gordos porque não para ele), ainda com o pau do velho dentro com minha mão puxei ele pela calça e aproximei de mim, ele entendeu a mensagem e abaixou a calça na hora, comecei a chupar ele, ele tinha um pau fininho mas comprido, e depilado, ficamos assim um bom tempo enquanto o velho me fodia, o filho dele agora só observava e o neto eu chupava, de repente o dono Faustino gritou que já ia gozar tirou de mim e meteu na minha vagina, dizendo o seguinte: -depois eu encho seu cu mija, agora quero encher sua buceta para também te deixar cheia e barriguda. só deu 2 ou 3 metidas nela quando também encheu toda minha vagina com Seu esperma era grosso, depois ele tirou e colocou na minha boca enquanto Daniel era agora quem me comia. Eu só gritava:
- Ai que delíciaaaaa, assimmmmm, me dáaaaa, durãooooo, maaaais
- Quero pauuuuuu
- Me come, meu amor, assim, papai, enfia até o fundo
- Me comam todos, eu sou sua puta, sou uma puta, a puta de vocês.
Daniel me dava com tudo e também começou a me insultar:
- Eu também vou te engravidar, gata, vou encher sua buceta de porra e você vai embora com meu filho por ser puta
- Aaahhh assim, sim, me enche, me enche você também, docinho
- Me comeeeeee
- Me engravida, papai, me faz um bebeziiinho
- Sim, gatinha... aaagghhh... tá quase... tá quase vindo seu prêmio... por ser tão putinha, vou te encher de leitinho, gata
- Ayyy sim, papai... assimmmm... assimmm... me dá duro... quero todo seu leite...
Aquela cena parecia de uma puta de rua no cio e três cachorros no cio atrás dela, revezando para dar sua virilidade. Enquanto os outros dois filmavam e se masturbavam ao mesmo tempo, Daniel começou a me bombar muito rápido e muito forte, segurando meus quadris, quando começamos a gritar...
- Aggghhh, eu vou gozar de novo, papai!! Já! Jáaaaa! Me enche de porra!!
- Já, mamãezinha, já vou gozar!! Vou gozar! Aaaaaggghhhh, aqui está seu leitinhooooo!
Não sei quantas vezes gozei, mas naquele momento Daniel inundou minha vagina, jatos de porra grossa e quente começaram a jorrar dele e a me encher toda por dentro, meu Deus! Não tinha fim? O esperma dele estava transbordando, o do pai e do avô já estava saindo da minha vagina, enquanto Rodolfo e Don Faustino se masturbavam e jogaram seu esperma na minha cara e boca, a porra saía por todos os lados, eles se separaram de mim e começaram a me fotografar, o velho cuspiu na minha cara e me disse:
- Nunca pensei que você fosse tão fácil, Dianita, sempre nos olhava com desprezo, sempre foi metida com a gente e olha como terminou, dando o rabo pra gente enquanto o cara do seu marido dorme feito um bebê.
Eu me sentia super humilhada, mas a tesão não passava, eu poderia continuar transando. Até amanhecer, ele pegou meu thong e limpou o suor do rosto, depois jogou a roupa na minha cara, e como do seu pênis ainda escorria porra, ele me disse: "limpa isso logo pra gente ir embora". Naquela hora eu já estava deitada de costas, totalmente exausta. Me aproximei mais uma vez do pênis dele e, obediente, com a língua, limpei o resto da porra. Não disse mais uma única palavra. O instante em que eles se vestiam me pareceu uma eternidade. Depois, Rodolfo se aproximou de mim e me deu um pequeno beijo na bochecha, dizendo: "OBRIGADO, DIANA". O velho pegou meu thong e foram embora. Já eram quase 6 da manhã. Eu ainda estava em outro mundo. Começaram a vir pensamentos de culpa, mas ao mesmo tempo eu lembrava de tudo e ficava excitada. Me sentia mal, meu corpo tremia, minha buceta ardia e minha bunda minúscula doía. Eu realmente tinha caído muito baixo, tão baixo que meu casamento poderia estar em perigo por uma simples e pura tesão. Entrei no banho com água fria porque realmente a excitação não passava, e fui para a cama, pois já estava quase amanhecendo. Passaram-se algumas semanas e comecei a ter sintomas de gravidez. Fiquei grávida, não sei de quem. No dia seguinte aos acontecimentos, transei com Maurício, óbvio, nada a ver com o que aconteceu naquela noite. Maurício e Rodolfo se distanciaram de novo e agora eu estou com quase 4 meses de gravidez. Todos os dias eu chorava arrependida do que tinha feito, inclusive me assaltavam ideias de contar tudo para Maurício, mas guardei para mim por medo de perder minha felicidade, meu mundo de fantasia onde eu era uma senhora respeitável perante a sociedade, uma esposa fiel em um casamento perfeito!!!!
Olá, queridos leitores, meu nome é Diana, tenho 29 anos, sou de Guadalajara, sou uma mulher casada, na verdade muito gostosa, 1,55m de altura, bonita, pele branca, olhos cor de mel, cabelo preto. Desde que era adolescente me desenvolvi demais na parte da frente, tendo hoje em dia um par de peitos muito grandes. Da mesma forma, tenho coxas e bunda de bom tamanho, ambos de acordo com minha compleição, sempre elogiados pelos homens. Dada essa descrição, é desnecessário dizer que sou uma mulher que gosta de se vestir na moda e de forma muito sensual, sempre com roupas de marca, sempre com unhas longas decoradas, com o cabelo bem arrumado e maquiada, claro. Assim sou mesmo quando vou apenas ao supermercado e, principalmente, sou muito fogosa, pois adoro fazer amor com meu marido (do jeito tradicional, mas quente). Apesar de gostar de ser muito sensual em todos os aspectos, sempre fui muito recatada e fina, minha educação sempre foi muito ligada à religião e a famílias modelo. Cresci com a ideia de me casar, ter uma família e ser fiel ao meu marido para sempre, seguindo os padrões da minha casa: meu pai, um grande homem íntegro, trabalhador, com boa posição econômica, e minha mãe, uma bela dama e senhora em toda a extensão da palavra, sem contar que também estudei em escolas religiosas. Não fui muito de namorar, apesar de ser atraente para os homens, pois só tive dois relacionamentos: um na adolescência e meus quase 7 anos com Maurício, com quem perdi minha virgindade e acabei me casando. Tenho meu círculo de amigas com quem vou ao cassino, à academia ou tomar um café, não vou a baladas a menos que seja com Maurício, embora ele não goste muito disso. Como podem perceber, minha vida é muito tranquila e bonita, por isso nunca passaria pela minha cabeça a ideia de trair meu marido, até aquele dia...
A história que vou contar aconteceu há Há aproximadamente 4 meses, como estava comentando, sou casada há 4 anos com o Maurício, que é um homem de 35 anos muito bom, bonito e trabalhador, e me mantém vivendo como uma rainha. Temos um menino de 3 anos e nosso casamento tem sido muito lindo. O Maurício tem um lote de carros seminovos que vai muito bem. Ele estava em sociedade com o Rodolfo e o pai dele, que eram amigos de toda a vida do meu marido, até o dia em que romperam a sociedade e praticamente passaram a se odiar mortalmente. Devo dizer que, pessoalmente, tanto o Rodolfo quanto o pai dele nunca caíram bem pra mim, pois os considero pessoas mal-educadas, arrogantes, aproveitadoras e metidas. Além disso, sempre senti que o Rodolfo tem muita inveja do meu marido, já que o Maurício é muito bem-sucedido em todos os aspectos: é bonito, alto, atlético, tem dinheiro e, claro, tem uma esposa muito gostosa.
Para não alongar a história, a sociedade terminou há cerca de 1 ano e, desde então, eles não se suportavam nem pintados. Mas há 4 meses, um amigo em comum deles se casou e nos convidou para a festa. Naquele dia, me arrumei como nunca, pois estava nos meus dias férteis e o Maurício e eu tínhamos a ideia de ter outro filho. Que melhor ocasião do que uma noite como aquela? Por isso, deixamos o menino com uma das minhas irmãs. Coloquei um vestido vermelho de renda muito elegante, mas sexy ao mesmo tempo, com um decote pronunciado que fazia meus peitos quase saltarem do lugar, um conjunto de lingerie preta de renda e uma calcinha fio-dental atrás com um triângulo de renda na frente, salto 10 e, claro, minha área de biquíni depiladinha e muito bem perfumada, só com uma pequena penteadinha...
Então, naquele dia, coincidimos com o Rodolfo e o pai dele (Rodolfo é um homem de 43 anos, divorciado há 2 anos, moreno, gordo, muito alto, careca e peludo; o pai dele, o seu Faustino, é um homem de quase 70 anos que é casado, embora trate a esposa como lixo, igual ao filho gordo, careca e peludo). Pois bem, naquele dia, a festa transcorria sem... Nenhum percalço negativo, Maurício e eu estávamos nos divertindo, até que em um momento da festa, Rodolfo e seu pai se aproximaram da mesa para conversar com meu marido e tentar resolver as diferenças entre os dois. Eles conversaram quase a noite toda, e já quase no final da festa, ambos muito bêbados, combinaram de continuar em casa. Eu me recusei, porque isso estragaria nossos planos, além do mais eu não aguentava nem ver eles. Mas, bem, o que eu podia fazer? Vocês sabem como são teimosos os homens bêbados. Saímos do cassino e pedi as chaves ao Maurício para eu dirigir, pois ele já estava muito alterado e eu só alegrona. Sem mais, fomos para casa, mas no caminho Maurício adormeceu. Ao chegar, ele estava completamente fora, entre o sono e a bebida, no banco do carro. Então, Rodolfo se ofereceu para me ajudar a levá-lo para dentro enquanto o pai dele chegava – que, a propósito, foi levar dona Eva para casa para depois continuar a farra. Rodolfo deixou Maurício na sala, profundamente dormindo, e estava se despedindo quando me perguntou se eu lhe daria um café para que não acontecesse com ele o que aconteceu com meu marido, de dormir no caminho. Obviamente, não pude negar. E quando ia preparar, ele viu uma garrafa de tequila que tínhamos no bar e disse que preferia um gole de álcool. Enquanto bebia, serviu um para mim e disse que brindássemos, porque ele e meu marido tinham resolvido as diferenças e que ele o queria como um irmão, e não sei mais o quê. Não sei o que aconteceu, o tempo passou sem eu perceber e já tinha bebido mais do que devia. A conversa com Rodolfo começou a se transformar em uma conversa bem picante, onde ele, se gabando de sua hombridade, me contava histórias das relações sexuais com sua ex-esposa e com suas amantes. A verdade é que ele estava me caindo pior do que o normal, mas ao mesmo tempo eu estava muito interessada em ouvir suas presunções e, longe de querer que ele fosse embora, queria que ele me contasse mais (naquele momento, o álcool me... ela estava meio estranha, tipo com tesão), começou a me dizer que eu era uma mulher muito linda e inteligente e que ele ficava feliz que eu fosse a esposa do amigo dele, do nada o celular dele tocou e era o pai dele avisando que em 5 minutos ele chegava, Rodolfo disse que ia esperá-lo para irem juntos já que a festa tinha acabado, desligou, levantou do balcão e me disse "já vou, Diana, se cuida muito", se aproximou para se despedir de mim, quando veio me dar um beijo na bochecha me pegou pela cintura, eu pensando que era algum abraço de despedida me aproximei dele também sem imaginar suas intenções, naquele momento ele tentou me dar um beijo na boca que instintivamente rejeitei, mas a força dele era tanta que não consegui me soltar pois ele me segurava firme pela minha cinturinha, em segundos já tinha me dado uns 5 beijos mais ou menos entre meus lábios, bochecha e nariz, não sei o que deu em mim mas meio que correspondi ao beijo abrindo um pouco minha boca e suspirando um pouco, foi questão de segundos até voltar à minha sanidade e conseguir me soltar, reclamando na hora pelo que aconteceu, "EI O QUE QUE DEU EM VOCÊ" "NÃO SE CONFUNDA QUE EU SOU UMA MULHER CASADA" ele com uma risada meio debochada no rosto como se soubesse que faltou pouco para me ter à sua mercê me disse:
- desculpa, Diana, não sei o que deu em mim mas eu estava morrendo de vontade de fazer isso e pelo visto você também
Explodi de raiva porque como comentei esse cara era um arrogante e respondi:
- "VOCÊ É LOUCO, NÃO SE CONFUNDA QUE EU NÃO SOU UMA DAS SUAS PIRANHAS, EU SOU UMA MULHER CASADA E ME RESPEITA" o melhor é você sair da minha casa se não quiser que eu acorde o Mauricio e te quebre a cara.
- uhhhhhh pois não acho que ele acorde não, ele tá bem bêbado, me respondeu Rodolfo.
- pois não me importa, você vai embora agora porque eu sou capaz de qualquer coisa!
Não tinha terminado de dizer essas palavras quando ele me pegou de novo à força e começou a me beijar novamente, dessa vez foi muito brusco, ele se jogou com todo o peso em cima de mim e me pegou pelos pulsos me encurralando contra o geladeira, claro que eu resisti, mas a força dele era muito superior à minha, a ponto de estar me machucando, (imaginem uma mulherzinha de 1,55m e 53kg, contra um homemzão de mais de 1,80m e quase 100kg). Como consegui separar minha boca da dele e, me debatendo, gritei:
- RODOLFO, ME SOLTA, POR FAVOR!!! NÃO EXAGERA
- ME SOLTA PORQUE EU VOU GRITAR… ME SOLTA, CABRÃO!
Enquanto nos debatíamos, ele começou a beijar meu pescoço, passava a língua por todo meu pescoço até tentar beijar minha orelha, sentia o bafo alcoólico dele enquanto ele me encharcava o pescoço de saliva, a barba dele arranhava e fazia cócegas ao mesmo tempo, sentia a respiração dele como a de um animal, como um touro nos poros da minha pele e, sem saber porquê, meu ritmo cardíaco acelerou tanto que comecei a sentir um certo erotismo em tudo que estava acontecendo, não sei o que deu em mim, nunca tinha me sentido daquele jeito, mas aquele beijo e aquela dominação do Rodolfo sobre mim me tiraram do sério, minha pele já estava arrepiada, me sentia muito nervosa, alterada, com tesão e com muita adrenalina percorrendo todo meu corpo e, se a isso somarmos o álcool que eu tinha bebido, era questão de tempo para que se liberasse em mim uma sensação de desejo proibido, a sensação de uma fantasia oculta, um instinto selvagem no qual uma Dama, em toda a palavra, acaba transformada na MAIOR DAS PUTAS, me transformei naquele momento em outra pessoa, comecei a corresponder aos beijos do Rodolfo, nos fundimos em um beijo muito apaixonado onde nossas línguas se entrelaçaram e nossos lábios se mordiam, ao ver que já não era necessária a força, Rodolfo aos poucos soltou minhas mãos e passou uma na minha cintura e a outra na minha bunda por cima do vestido, eu não sabia o que fazer, só fechei meus olhos e minhas mãozinhas deixei embaixo por alguns instantes enquanto continuávamos nos beijando, depois de alguns minutos, com os braços dele, ele me convidou a passar os meus pelo pescoço dele para me abraçar nele, em instantes e já sem nenhuma Sem qualquer resistência da minha parte, levantei meu vestido, deixando minhas nádegas firmes expostas. Senti suas mãos ásseis se apoderarem dos meus quadris e, aos poucos, descerem, acariciando também minha calcinha fio-dental. Eu estava adorando aquela tremenda apalpada que ele estava me dando, não conseguia acreditar como eu podia estar ali daquela forma e ainda gostando. De repente, senti, num movimento rápido, suas mãos descerem meu vestido pelos meus ombros, me deixando apenas com o sutiã, enquanto eu acariciava os poucos cabelos que lhe restavam na nuca. Eu estava perdida, embora ainda me chegassem pequenos sinais, pensamentos de arrependimento (imaginem, eu estava prestes a deixar de ser a esposa fiel, a dama modelo e direitinha, para me tornar mais uma das amantes daquele homem gordo e feio, ex-sócio do meu marido, mas que ao mesmo tempo também era seu inimigo). Enquanto ele massageava minhas nádegas, parei de abraçá-lo e, por instantes, pensei em me afastar, mas novamente a tesoura me traiu e, longe de me afastar, coloquei minhas mãos em seu peito. Então comecei a abrir a camisa dele pouco a pouco. Vi que o Rodolfo tinha muitíssimo pelo no peito, parecia um gorila, pois tinha uns peitos muito grandes, peludos e, claro, uma barriga bem ampla (era o cúmulo, aquela imagem, qualquer outro dia me teria causado repugnância, jamais em sã consciência imaginei me sentir tão atraída por um homem com as características do Rodolfo, mas naquele dia eram justamente essas características tão comuns e tão pouco atraentes que me excitavam demais). Seu cheiro era de suor, pois ele tinha dançado a noite toda e, por ser obeso, transpirada mesmo sem fazer exercício, mas também cheirava a uma colônia masculina de gosto duvidoso. Tudo isso me deixava hipnotizada, como em choque, era uma espécie de atração por um polo totalmente oposto a mim. Senti sua virilha roçar na minha, dava para sentir algo duro, o pau do Rodolfo parecia muito grande e muito grosso. Entre os beijos, as carícias e a sensação do volume dele entre minhas pernas, comecei a soltar pequenos gemidinhos... mmmm mmmmm ahhhhhh
depois de vários minutos nos beijando e me apalpando, suas mãos subiram para meus peitos e com muita habilidade ele desabotoou meu sutiã, deixando meus peitos livres. Ele começou a apertar meus seios com toda a mão grossa, com o polegar começou a brincar com um dos meus mamilos, depois, sem pensar, me deixou de beijar para chupar o outro que não estava segurando. Ele chupava de um jeito muito bruto, fazia muito barulho ao me lamber com tanta baba, eu sentia a língua dele passando por toda a circunferência do meu mamilo e aréola, minha respiração tinha ficado muito intensa. Por um lado, ele aspirava a frescura e limpeza do meu corpo banhado em desodorantes e perfumes caros, enquanto eu só conseguia respirar uma sensação bucal desagradável com o hálito dele de vinho e comida.
Rodolfo continuou com sua boca nojenta, mamava como um bezerro meus peitos deixando-os encharcados de baba, mordia, chupava, lambia tudo sem deixar um único centímetro sem saliva. A boca dele fazia movimentos de sucção que quase arrancavam meus mamilos. Aqui faço um parêntese (meus mamilos são meu ponto fraco, me excita demais que chupem meus peitos, de verdade EU AMO!!) De repente ele se afastou e, eufórico, me disse:
— Olha que tetas lindas você tem, Diana, estão uma delícia e enormes, que mamilos gostosos você tem.
— Nunca tinha experimentado umas peitolas como essas, estão uma delícia!!! É um prazer!!
Apesar do tamanho dos meus seios, eles não estavam nada caídos, pelo contrário, meus mamilos estavam durinhos, cor de rosa, e minha aréola era bem ampla.
Agora ele levanta meu vestido, deixando-o como um cinto, se afastou um pouco para me olhar e disse:
— Olha só que calcinha fio dental sexy você está usando, Diana, você é mesmo uma cachorra.
Eu não dizia nada, só respirava ofegante, suava da virilha, debaixo dos meus peitos e das costas.
Ele se aproximou de novo para me beijar, eu correspondi ao beijo. Ele colocou a mão na minha buceta por cima da calcinha, começou a esfregar, depois meteu a mão dentro da minha calcinha, seus dedos grossos foram... abrindo caminho pela minha buceta, quando percebi já os tinha dentro da minha partezinha íntima e até alguns minutos atrás fiel, eu estava super excitada, arrepiada como nunca na vida, já começavam a sair gemidos de prazer e meus mamilos pareciam explodir de tão duros que estavam. Novamente minha cabeça me mandou um sinal alertando que eu era uma mulher casada e que isso era um grave erro, mas o fogo que se acendia em todo meu corpo rapidamente se encarregava de desaparecer qualquer sinal de arrependimento.
- ohhhhh rodolfooo nãooooo, isso não está certo, pare por favor.
- sou casadaaa e amooo meu marido
- por favor pare!!!
Tudo isso enquanto eu já gozava com os dedos dentro, pois entraram na minha vagina com certa facilidade já que eu estava muito lubrificada de tão excitada, gostei muito então comecei a rebolando, me mexendo no ritmo das dedadas e é claro sem parar de gemer.
Ele continuava com os beijos e eu correspondia, combinava os beijos com as dedadas na minha buceta e as apertadas na minha bunda. E eu combinava beijos, com gemidos, suspiros e sussurros pedindo para ele me deixar.
Obviamente tudo era muito contraditório, pois pedia para ele me soltar, mas continuava beijando e me rebolando no ritmo das dedadas.
- nãooooo, não está certo. Me soltaaaaa, me deixa por favoooor
- vai emboraaa, vai emboraaa agoraaaa
- sooou casada rodolfoooo, não faaaaaaça isso
Nesse momento ele se afastou e eu fiquei em choque, pois pensei que tinha me ouvido e iria parar, embora na verdade fosse a última coisa que eu queria.
Quando estava prestes a perder toda dignidade e dessa vez ser eu quem ia me oferecer, ele desabotoou a calça, baixou o zíper e de dentro de uma cueca de lycra tirou o pau, era um pau muito grande, grosso, moreno e principalmente muito peludo, naquele momento fiquei completamente hipnotizada, sabia o que vinha mas por instinto ou vergonha, por querer manter meu papel de mulher fiel, cobri meus seios com as mãos, mas não fiz mais nada, reagi só fiquei parada esperando Rodolfo me convidar a descer para aprovar o seu pauzão, ele voltou a me beijar me segurando só pela cintura e quadris, e aproximou seu pênis da minha pelve (agora só nos separava o tecido semitransparente da minha calcinha fio-dental), com sua mão pegou a minha e levou até seu pau, minha mãozinha era extremamente diferente da dele (macia, pequena, dedos fininhos, unhas limpas e principalmente com uma pele bem clarinha), toquei com certa timidez, mas agarrando em toda sua circunferência só pela cabeça, senti na palma da minha mão como seu pênis já estava babando, Rodolfo sem soltar minha mãozinha me indicava com que ritmo queria que eu o masturbasse, soltou minha mão para levar a dele de novo ao meu clitóris, eu só olhava como minha mão masturbava aquele pau que não era do meu marido, assim continuamos por alguns minutos num ritmo de beijos e masturbação mútua, seu pênis conforme o tempo passava ia crescendo e ficando mais duro e grosso,
- Assim mesmo, que gostoso você me bate uma punheta… você gosta, Diana? gosta do meu pau? Me perguntou
- siiiiiii, sussurrei bem baixinho sem parar de beijá-lo
De repente ele me pegou pelo ombro sem dizer uma palavra e foi me abaixando devagar, quase tremendo desci até ficar ajoelhada na frente daquele pedaço de carne, eu olhei, me aproximei, cheirei e foi a última vez que coloquei um pouco de resistência. Levantei o rosto e olhei nos olhos dele com cara de menina prestes a comer um pirulito.
- Come ele, mamãe, quero que você chupe
- NÃÃÃO, O QUE ESTÁ ACONTECENDO COMIGO ISSO NÃO ESTÁ CERTO
Dizia tudo isso fechando os olhos e suspirando na frente de um membro completamente ereto, aspirando o cheiro mais masculino que meu nariz já percebeu em toda minha vida
- Rodolfo não, isso não está certo……. Não sei o que está acontecendo comigo, eu não sou assim. Não sei o que me deu mas eu não sou assim, é melhor pararmos.
Rodolfo segurava o próprio pênis e o puxava enquanto me dizia:
- Eu sei que você quer, gostosa… você está morrendo de vontade de experimentar, então aproveita, é todo seu, Diana.
- me diga com sinceridade, Diana, você quer que eu vá embora??
Sem responder sim ou não, eu disse:
– mas eu sou casada e o Maurício tá ali dormindo. Não posso trair ele.
– sério, isso não tá certo.
Eu falava tudo isso sem mudar de posição, continuava ajoelhada com o rosto na altura do pênis fedorento dele, como quem não quer ir embora. Mas pela minha educação eu resistia em tomar a iniciativa.
Ele percebeu que eu estava excitadíssima e a verdade é que eu queria experimentar tudo, morria de vontade de chupar ele, então usando a psicologia reversa ele deu um passo pra trás e disse:
– você tem razão, Diana, melhor eu ir embora! Acho que isso não tá certo!
Ele começou a guardar o pau e a abotoar a calça.
Quando ele se afastou, meu coração batia a mil, não sabia o que fazer, minha mente talvez me dissesse que aquilo era o melhor, maaaaaaaas meu corpo exigia que eu soltasse meu instinto selvagem e me entregasse àquele macho, num instante como hipnotizada eu puxei ele pelas pernas, como me arrependendo do que tinha dito e soltei um murmúrio baixo:
– nãooooo
– não, espera, não vai embora……. O que eu tinha dito, aquilo era a autorização pra minha perdição. Rodolfo só sorriu como pensando que tinha funcionado e me disse:
– e agora que você também quer, Dianita, mas fica de santinha!!
Dito isso ele não hesitou mais, sabia que me tinha na mão e que não tinha volta, me pegou pelo cabelo e me aproximou do pênis dele que já emanava um líquido pré-seminal da ponta, depois empurrou contra meus lábios ainda fechados, depois se afastou e deixou ele um momento a uns 5 centímetros dos meus lábios e nariz, ele queria que eu me atrevesse, eu entendi a mensagem e tirei minha língua, aproximei da cabecinha vermelha dele que parecia explodir, senti na ponta da minha língua e me afastei, um filete do líquido viscoso era a única coisa que nos unia, meti minha língua na minha boca e comecei a saborear, fiquei assim uns instantes sem dizer nem fazer nada, até que ele me perguntou.
– gostou??
Não respondi nada, só tirei minha língua de novo e em movimentos circulares comecei a ensalivar a cabeça dele como se fosse uma parecia neve de limão, depois enfiei tudo na boca, tirei e com minha língua passei por todo o pau até chegar nos seus ovos peludos, seu cheiro muito forte, tão penetrante que senti como se apoderou dos meus sentidos, era suor e urina bem rançosa, quando meu marido cheira assim mando ele lavar na hora, mas longe de me incomodar, com o Rodolfo aquele cheiro me deixava louca, me fascinava, sentia que era o cheiro de um macho de verdade, chupei por uns dois minutos, chupando, beijando, batendo uma punheta pra ele, odiava chupar o escroto do meu marido porque não gosto da sensação dos pelos na minha boca e nariz, mas o Rodolfo não pediu, ele ordenou e eu, obediente, passei toda minha língua na sua volumosa pelugem, enquanto isso ele puxava meus mamilos e minha buceta escorria de tão molhada que já estava. Sério, eu já estava como que possuída, em outro mundo, num mundo desconhecido pra mim, um mundo de perversão e selvageria. Aí tocou o celular dele, ele atendeu e ouvi que era o pai dele, enquanto eu continuava fazendo oral sem me importar, ele disse que já saía, se afastou de mim pra subir a calça enquanto eu escorria de tudo pelo queixo, não sabia o que fazer, ficava ajoelhada a seus pés semidesnuda como se fosse sua escrava, por um lado pensei que era melhor ele ir embora, mas por outro queria que aquele pau grosso me fizesse sua, ele abotoou a calça e a camisa e me disse:
— Espera, vou dizer pro meu pai ir embora e volto. Não se mexe, Diana.
Eu não disse nada, fiquei ajoelhada com os peitos pra fora, a bunda ao vento, só de calcinha, a boca e a buceta bem molhadas, estava excitadíssima, com tesão e com certeza o Rodolfo ia me comer na minha casa como qualquer uma das amantes dele, só balancei a cabeça como uma putinha que diz sim pro seu dono.
Rodolfo saiu e eu fiquei em choque, não conseguia acreditar no que estava acontecendo, naquele momento só pensava que o ex-sócio do meu marido voltasse.
Demorou uns dez minutos, eu começava a cair na real e também a desesperação... de repente a porta se abriu e minha expressão preocupada se transformou em alívio e gratidão...
— Já voltei, Diana. Demorei?
Com um sorriso nervoso e provocante, respondi:
— Um pouquinho...
Eu já estava sentada no sofá da sala, a poucos metros de Mauricio, meu marido. Ele se sentou ao meu lado e tentou me beijar de novo. A pausa me deixou pensativa — sentia que ainda dava tempo. Correspondendo aos beijos, disse pra ele ir embora, que não queria trair o Mauricio, que era o melhor. E ele respondeu:
— Ah, mamita, se você já traiu ele... ou acha que chupar o pau de outro homem não é traição? Já pecou, mamacita, e ainda por cima curtiu tanto quanto eu tô curtindo.
— Não sei por que você faz essa santinha, se no fundo você é bem putinha...
Essas palavras me deixaram descontrolada. Ele tinha razão — já tinha jogado fora meu ideal de esposa perfeita, fiel e respeitável, pra me transformar numa aventura do velho obeso, ex-sócio do meu marido.
Rodolfo era muito hábil com a mente. Enquanto me fazia pensar, continuou me tocando e me beijando. Eu me acendi de novo, mas acho que com mais intensidade. Ele me deitou nos almofadões da sala, levantou meu vestido até a cintura, puxou minha calcinha de ladinho com a intenção de chupar minha buceta e abriu minhas pernas. Não sei como movi uma delas e quase derrubei um porta-retratos, aí falei pro Rodolfo que era melhor a gente ir pro meu quarto. Sim, pro quarto onde eu passava as noites como esposa fiel, como senhora respeitável, pra cama onde eu dormia com o Mauricio. Pensei em me arrepender de novo, mas minha parte tesuda me disse que já tinha estragado tudo — já tinha chupado o pau do Rodolfo — e que, em vez de me sentir culpada, era pra curtir, porque no fim das contas já tinha me comportado mal, já tinha pecado.
Subimos pro quarto nos beijando no caminho todo, como se fôssemos adolescentes no auge do romance. Quando chegamos no quarto, Rodolfo tirou toda minha roupa e eu a dele. Ele me jogou na cama, abriu minhas pernas e começou a me dedar... tava super molhada, depois ele se ajoelhou e enfiou a cara entre minhas pernas até que a boca dele ficou na minha buceta, passou a língua no meu clitóris, chupava, depois passava a língua babada por toda a minha parte feminina de cima a baixo, sentia os pelinhos da barba dele cutucando enquanto ele dizia:
- Que bucetinha gostosa você tem, Diana!!
- Você é uma princesa, uma rainha!! Quantas vezes sonhei com esse dia, quantas vezes imaginei ter você assim de pernas abertas, ver sua xoxota, me imaginava e me masturbava sempre pensando em você, em te comendo, em você me chupando e me dando a bunda, mas isso supera qualquer sonho. Eu só gemia de prazer, e com minhas unhas me agarrava no lençol da cama, estava em outro mundo, adorava o que o Rodolfo estava me fazendo!!!
- Ohohhhohhhhahahhhahhha ha
E só se escutavam meus gemidos e o som da língua dele com o molhado da minha intimidade...
- Ahhhhhhmmmmmmmm ayyyyy que gostoso! Ahhhhhh com gritinhos e sussurros expressava o quão delicioso estava sentindo.
- Ahhhh, ayyyyy que gostoso!!! Ahhhhhh assimmmmm
E o Rodolfo só sussurrava como se estivesse conversando com minha vagina
- Que delíciaaa, que xoxota gostosa
Ele parou de me chupar e se deitou na cama e me convidou para fazermos um 69, ajeitou meus quadris de tal forma que minha vulva ficou na cara dele e o pênis dele na minha boca, a verdade é que nunca tinha feito isso pois meu marido gostava que eu o chupasse, mas ele não gostava de chupar minha buceta, sentia muito estranho estar em cima de um homem tão gordo, grande e peludo. Eu estava na lua, os pelos da barba dele faziam cócegas nas minhas coxas, eu enquanto isso engolia seus pelos pubianos cada vez que chupava seu pênis moreno, enquanto ele me chupava me dizia coisas fofas como:
- Diana, você é tão gostosa, é uma deusa, sempre quis te comer…. De verdade você sempre foi meu sonho, minha fantasia, várias vezes me masturbei pensando em você e agora é você quem me masturba e me chupa. Sempre invejei o Maurício pela esposa que ele tem, mas nunca pensei que você fosse tão quente e fácil.
Depois ele... as coisas esquentaram e ele começou a me insultar
- Sempre soube que você era uma morta-viva, mas nunca imaginei que fosse tão puta. Dá pra ver que você adora uma pica!!!
Enquanto ele não parava de me chupar e me dedar, eu, como se estivesse possuída, não parava de chupar o pauzão dele.
- Que buceta gostosa você tem, tá gostando? Quer que eu meta a pica agora, mamãe?
Eu, que não tinha dito uma palavra, respondi sussurrando:
- Ohohohohohhohohoh, sim, Rodolfo, eu tô gostando e tô gostando muito, jáaa mete, já me come!!!! Siiii?
- Grita, putinha, grita!! Pede a pica gritando, sua vadia do caralho!! Ele me dizia enquanto me virava de lado, se levantava e me colocava de quatro na cama para me dar uns tapas na bunda. Naquele momento, eu já estava suplicando para ele meter.
Ele se levantou, levou a mão à boca, cuspiu um pouco e passou a saliva na minha vagina, posicionou o pau entre as minhas pernas sem meter ainda e, de repente, "Tás" "Tás" – dois tapas sonoros ecoaram no quarto, deixando minhas nádegas vermelhas e doloridas. Enquanto isso, ele me perguntou de novo: Já quer pica, Dianita?
- Siiiiiii
- Siiii, meu amor!!! Eu disse com a voz embargada, quase sussurrando de novo.
- "Já, papai, mete"
- Não tô te ouvindo, sua vagabunda, "grita" "pede" ou eu não meto.
- Já mete, me come, quero que você me faça sua mulher.
- "Mais alto"
- ME COME, POR FAVOR, MEU AMOR! METE ATÉ O FUNDO, PAI, QUERO QUE VOCÊ META TÃO FUNDO QUE EU SINTA BATENDO NO MEU ÚTERO, POR FAVOR, MEU AMOR, ME COME COM SEU PAUZÃO! AAAAAYYYYYYYYY JÁAAAA, PELO AMOR!!!! JÁ ME DÁ PAU!!! QUERO PICAAAA!!!
Eu já tinha perdido toda a dignidade, não me importava com mais nada, só queria que, naquele momento, Rodolfo fizesse de mim o que ele quisesse.
Ele posicionou o pau na entrada da minha vagina, como se estivesse brincando comigo, passando ele pra cima e pra baixo e metendo só a cabecinha e tirando, assim umas 3 ou 4 vezes, já me deixou ansiosa, não tinha mais dúvida de que Rodolfo era um amante experiente, sabia como deixar uma mulher a mil e fazê-la suplicar para ser atravessada, ele acariciava meu clitóris com dois dedos em forma de V. circular, depois ele passava de novo o pau de cima a baixo e depois dava palmadas nas minhas nádegas com o pau bem duro e ereto, quando de repente ele cuspiu de novo entre minhas nádegas e sem mais nem menos meteu de uma vez só, ahhhhhhhhhhhhhh ayyyyyyy está doendo!!! Gritei……. Mas ele nem se importou, senti uma dor forte no começo mesmo estando super lubrificada, ele deu duas enfiadas bem fortes e rápidas, depois foi bem devagar, pouco a pouco foi aumentando a intensidade, quando senti até o fundo gritei de novo: -ahhhh tá doendooooo, devagarinhoooo meu amor!! -ohhhhahghghgh E ele, sem ligar pro meu desconforto, voltou com tudo e só me respondeu: -calma putinha, só se acostuma que depois você não vai querer que eu tire!! Depois disso ele deu mais 2 ou 3 enfiadas rápidas e mais umas palmadas na bunda. -que apertadinha você está Diana, que gostosa do caralho Ele se inclinou um pouco pra tentar pegar meus peitos, começou a esfregar a barriga peluda dele nas minhas costas e os ovos batendo nas minhas nádegas, nesse momento tudo começou a mudar, a dor que eu sentia lá embaixo ficou pra trás, agora tinha um fogo muito intenso impossível de apagar, nunca tinha me sentido assim, era um prazer quase indescritível, e claro que meus gemidos mudaram pra expressões de prazer e felicidade… -eu comecei a sentir uma delícia e a gemer, a ofegar, a dar gritinhos, comecei a me mexer até que senti de repente o pau dele, senti como se estivesse me rasgando mas gostava, uma mistura de prazer e dor -ahhhhhhh QUE gostoso!!! Uhhhhhh meteeeeeee, fodeeeeeeeee, fodeeeeeee com força -ayyyyyy assimmmmm, ayyyyyyyy assimmmmmm papaiiiiiiiiiiiiiii mete -meteeee maisssssssss, ahhhhhhahhhhhhh QUE GRANDE ELE É meu amor!! -mmmmmm quero pausaaaaaa, tô adorandooooo -meteeee meu amorrrrr, fodeeeee assimmmm -eu fico louca com esse pauzão -caralho que rabão você tem Diana!! tá uma delícia, para mais putinha -se mexe mais gostosa, mexe mais essa bunda Abri meus olhos e de repente me vi no espelho Do meu quarto, a imagem era simplesmente ardente, a esposa fiel sendo comida por quem até algumas horas atrás era o inimigo do meu marido, e não só isso, eu em posição de cachorra com meus peitos balançando de um lado pro outro pelas investidas que recebia e meu cuzinho branco aberto e empinado em todo seu esplendor, totalmente submissa sendo montada por um homem que me causava repulsa e que não tinha nem um pingo de atrativo, mas que me comia como nunca com seu pauzão moreno. O contraste de cores era muito evidente, isso me encantava (os dois únicos namorados que tive foram loirinhos de pele clara e traços finos, e ter em cima de mim um homem moreno, feio e que ainda por cima eu não suportava dava aquele toque de morbidez que me matava). Era como aquela fantasia escondida que eu tinha de que um homem feio me fizesse sua, uma espécie de desejo reprimido que neste momento saía de mim e me transformava completamente. Sentia seu bafo quente na minha nuca, subia e seu suor caía na minha pele macia, sempre hidratada com cremes caros.
Fechei meus olhos mais uma vez para aproveitar o momento, minha buceta estava supermolhada, a sensação era deliciosa. Novamente as mãos grossas do Rodolfo seguraram meus quadris, depois pouco a pouco foram para meus ombros para me dar mais forte, depois baixou um pouco a intensidade e senti que ele tocava meus mamilos. Eu estava a mil, não sabia o que estava acontecendo, pois ele também me dava palmadas duríssimas nas nádegas sem parar de me comer. Abri meus olhos, olhando para trás, e oh surpresa!!!
Seu Faustino, o pai do Rodolfo, e Daniel, seu filho, estavam no meu quarto. O velho já estava só de cueca e apertando meus peitos. Não soube o que fazer, com certeza o Rodolfo contou pra eles quando saiu e disse como me tinha, e deixou a porta entreaberta. O Rodolfo não parou suas investidas, mas eu sim, me afastei instintivamente e pelo pouco pudor que ainda me restava, cobri meus seios e sentada na cama, com minha voz embargada, consegui dizer:
- Seu Faustinoooo, o que você está fazendo aqui?
- Nada, filha, só estamos admirando sua beleza. corpinho e vendo como te comem, deixa eu te dizer que você é uma rainha, uma potranca muito fina.
- Como é que vocês acham que não deveriam estar aqui, melhor vão embora agora!! - exclamei.
- Não acontece nada, minha filha, Rodolfo também não deveria estar aqui e olha como ele te deixou bem enfiada.
Rodolfo me pegou pelo braço e me puxou para ele enquanto o velho me dizia:
- Fica tranquila que ninguém vai ficar sabendo, meu neto e eu também queremos que você dê as bundas, eu também quero te comer!!!
- Nããão, seu Faustino, como é que pode! Sou uma mulher casada.
- Hahahahahaha - ele deu uma grande gargalhada - não fala besteira, Dianita. Para de bancar a santinha, minha filha.
- Olha no espelho, Dianita, para de falar merda e aceita: você é uma puta infiel... uma foxy, uma vadia que adora pica, sim ou não você adora pica, sua putinha safada!!!!
Eu não disse nada, o que eu poderia dizer se me encontrava nua no meio da minha cama matrimonial transando com um homem que não era meu marido, estava à mercê daqueles três homens, naquele momento eu não era nada mais do que algo como uma cadela no cio disposta a ser comida na hora por quantos machos no cio estivessem naquele quarto.
Seu Faustino tirou o pau da cueca (não dava para acreditar, era maior que o do Rodolfo, e ainda ficava duro apesar da idade daquele velho, suas bolas também eram peludas, mas cheias de fios brancos)
- Anda, mamacita, eu sei que você quer chupar meu pau, vejo nos seus olhos de vadia.
Rodolfo com força me deitou de novo, desta vez de barriga para cima e com as pernas totalmente abertas, e se jogou sobre mim para me penetrar de novo.
O velho aproximou seu pênis fedorento da minha boca e eu, de início, resisti um pouco a abrir os lábios, mas depois das enfiadas que Rodolfo me dava e de como o velho acariciava meus mamilos, pouco a pouco fui cedendo e comecei a mamar como desesperada, agora sim tudo estava errado, tinha o pau de dois velhos gordos e peludos, um na boca e outro na buceta... E eu só gemía, gritava de prazer. Enquanto isso, o filho de Rodolfo gravava tudo com o celular. - ahghgghghghghg
Com uma mão eu apertava o cobertor da minha cama e com a outra já segurava o pau do velho, com tudo e bolas, quando não estava chupando, eu gemida, gritava e minha mãozinha se encarregava de punhetar ele.
Naquele momento já não me importava mais com nada, não me importava se estavam me filmando, se me violentavam, se meu marido acordava, já não me importava nem com minha família, nem ser mãe, nem ser filha de família direita, nem ser a esposinha modelo sempre fiel aos seus princípios... a única coisa que passava naquele momento pelo meu universo era ser a mulher de todos os males que chegassem... estava tão excitada que juro que a única coisa que me importava era SER COMIDA UMA E OUTRA VEZ SEM ME IMPORTAR QUEM.
Eles sabiam disso, então enquanto um me comia, o outro me enfiava o pau na boca e eu gritava pela casa toda sem o menor medo de ser ouvida.
- quero pauuuuu!!!!
- quero rola!!! Assim mais ohhhhhhhgggggggggg
Meu grito se engasgava com o pau do velho, eles só gritavam...
- você gosta, puta, gosta de como a gente te come? Responde, sua puta!! Você gosta de como a gente te come???? Gosta de como a gente te dá pau??
- quem é seu macho, Diana, me responde?
Numa oportunidade que tive sem o pau do velho na boca consegui responder
- você, meu amor, você é meu macho, me come com força! Eu adoro!!!
- e eu, que filha? Disse o velho
- você também, seu Faustino, sou sua puta e vocês são meus machos
- ahhhhhhhhhohhhhhhhhhhhhhhhhhhh
- você é minha puta, fala, disse o velho
- sim, sou sua puta e você é meu cabrão!!!
Tive um grande orgasmo, no instante que senti o pau do Rodolfo pulsando anunciando que ele ia gozar... naquele instante não sei como me lembrei que estava nos meus dias férteis e gritei
- goza fora, Rodolfo, não vai esvaziar dentro de mim, tira que eu não estou me cuidando, estou nos meus dias férteis!!! Disse tudo isso sem parar de rebolsar.
Claro que ele não me deu ouvidos e sem parar de me comer gritou:
- pois já se fodeu, mamãe, porque não estou com camisinha e quero te comer assim. Quero gozar dentro!!! Quero encher sua buceta gostosa buceta com meu leite, mamita.
Rodolfome continuou me comendo e eu, obviamente, continuei me mexendo.
— Vou deixar você barriguda, minha rainha! Vou te engravidar para que você sempre se lembre deste dia, sempre se lembre de mim.
— Vou encher sua buceta de leite… até escorrer pelas suas nádegas.
E sem parar de enfiar seu pau em mim, eu só conseguia responder que não, sem parar de gemer.
— Nããããão, Rodo, não goza dentro, pooor favoooooor.
— Já te disse que não, Dianita, você se fodeu e vou te encher todinha.
E naquele momento ele me deu com mais força e mais velocidade, enquanto eu me engasgava com o pênis do senhor Faustino, que enfiou com força na minha boca, como para calar meus pedidos para que tirassem de dentro da minha vagina.
E sem medir as consequências dos meus atos, quando senti seu pau inchar mais e ele enfiar com toda a força, fechei um pouco minhas pernas e com meus próprios músculos o abracei, o prendi, empurrando-o mais para mim para que ele me desse ainda mais forte e, num arranque de êxtase, parei de chupar e gritei ofegante:
— Siiiiiiiiiiim, papaiiiiito, me engravida, me enche todinha, Sweetie, me come gostosoooooo, ahhhhhhhhhh siiiiiiiiiiiiii! Me dá seu leiteeeeeee!!! Me enche todinhaaaaaaaaaaa……. Me comeeeeeee, assimmmmmmm, me dáaaaaaa, me encheeeeeee.
Naquele momento senti seu leite quente nas minhas entranhas, jatos de seu sêmen inundaram minha vagina….. Senti que sua esperma chegou até meu útero, eu tinha os olhos revirados e o corpo totalmente no céu, pois tinha acabado de experimentar um orgasmo incrível… depois de algumas investidas a mais, seu pau foi perdendo a rigidez aos poucos e finalmente saiu sozinho, minha vagina inchadinha começou a escorrer a mistura de seu sêmen com meu orgasmo, e tudo aquilo ficou sobre meu ânus e sobre a colcha da minha cama de casal.
Eu fiquei deitada na minha cama com meu corpo completamente suado por mim e por meus amantes, exausta, mas ainda com as pernas abertas, o senhor Faustino tirou seu pênis da minha cara e logo foi me comer, como pôs me colocou de lado, igual ao filho dele, sem nenhuma A sutileza eu deixei de lado, por motivos óbvios ele entrou sem dificuldade até o fundo, e assim me deu alguns minutos enquanto Rodolfo me dava o pau dele para chupar e limpar. Imediatamente fiquei excitada de novo, mesmo que não acreditem "EU QUERIA MAIS", EU AINDA NÃO ESTAVA SATISFEITA, além do que a do velho era mais grossa, o que me dava ainda mais prazer, mesmo minha buceta estando super lubrificada e entrando e saindo com certa facilidade, eu já não gritava, eu rugia pelo que sentia...
- ahhhhhhhhhhhhhhhhh
- ohhhhhhhahhhhhhhhhh
- ahhhhhhhhh ……..ahhhhhhhhhh…………..ahhhhhhhhhhh ………queridooooooooo….siiiiiii…….papitooooooooo……….siiiiiiiiii……..assiiiiiiiiii me dáaa…..me dá pau… me dá me dá maaaisssss…………ahhhhhhhhh……..me dáeee com forçaoooo…..me fodeeeeeee
Todo meu quarto estava fervendo, o ambiente cheirava completamente a sexo por todos os lados… só se ouviam meus gritos, a respiração pesada e os gemidos grotescos daqueles homens, o bater das peles, minhas nádegas batendo contra as pernas e os testículos peludos deles, o som molhado da minha buceta e do seu invasor, meus peitos balançando de um lado para o outro e, claro, o rangido da cama… tudo aquilo misturado de tal forma que a coordenação parecia digna de uma orquestra filarmônica.
O velho tirou de mim entre os gemidos de ambos e apontou o pau dele para minha bunda, que até aquele momento era virgem.
- Agora vou te comer, vadia, vou rachar seu cu
Senti o pau do velho pressionando meu ânus e disse:
- Não, Faustino, por aí nãooo, sou virgem e vai doer
Ao ouvir isso, no rosto do velho surgiu um sorriso malicioso, ele me levantou, se aproximou e começou a me beijar, depois se afastou e me colocou de quatro na cama e disse: "Não vai doer, Dianita, você vai adorar", deixa eu estrear esse cuzinho tão bonito, tão rosadinho, ele se abaixou para cheirar e chupar.
- Ai, minha filha, olha só que ânus lindo você tem, nunca tinha visto um assim!!!
- Que delícia de puta, vou rachar seu cu, Diana, e você vai pedir mais e mais. Ele me lambeu várias vezes, também colocou mais do que escorria da minha buceta - uma mistura do meu orgasmo e do sêmen do filho dele e provavelmente dele também - e foi introduzindo devagar seus dedos grossos e sujos no meu cuzinho. Depois colocou sua cabeçona no meu buraquinho e foi empurrando aos poucos. Eu comecei a sentir dor e disse:
- Não, don Faustino, está doendo! Meta na minha vagina, mas no meu cuzinho não, por favor!
- Cala a boca, sua putinha safada! Depois disso você vai ficar viciada em ter o cu arrombado!
Mais uma vez, com toda a submissão do mundo, aguardei o ataque. Não sei como ele conseguiu, mas naquele momento já tinha dois dedos dentro. Ele os deixou ali um instante enquanto com a outra mão acariciava meu clitóris. Então os tirou e, com uma estocada, foi abrindo meu orifício mais fechado. Ahg, ahg, ahg... Ele enfiou seu pau grosso, moreno, peludo e grisalho. Senti uma dor muito forte na minha bunda. Ele empurrou com um pouco mais de força, puxou meu cabelo para arquear mais minhas costas. Meu cu resistia a ser invadido assim, mas isso não o deteve. Ele tirou, cuspiu mais algumas vezes no meu buraquinho e voltou à carga. Doeu até a alma, mas eu estava tão excitada que não me importei. Soltei um grito tão alto que foi um milagre Maurício não ter acordado. Doía demais, eu sentia que ia desmaiar de dor, comecei a pedir, a suplicar que ele tirasse.
- Arghhhhhhahhhhhh tira -e-laaaaaaa pooor fav-o-r!!!!! Está doendo!!!
- Tiraaaaaaagoraaaaa!
Enquanto lágrimas escorriam dos meus olhos, o velho parou sem tirar seu instrumento de entre minhas nádegas. Eu, soluçando, pedia que ele tirasse aquele pedaço de carne.
- Agora vem a parte boa, gostosa. Acostume-se a tê-lo dentro, a dor vai passar. Depois o que você vai pedir é que eu não tire!!!
Já com ele no meio do caminho e sem empurrar mais, o velho cuspiu várias vezes na junção PÊNIS-ÂNUS e com o dedo circulou a circunferência de ambos. Depois me pegou pelos quadris e começou a empurrar devagar. Seu pau começou a deslizar dentro do meu cuzinho, e em um... instante que me pareceu eterno, sem que eu percebesse, já tinha os ovos dele tocando a entrada da minha buceta. O VELHO TINHA SE APODERADO DO MEU CU VIRGINAL Ele começou a me bombear devagar e depois com força, a dor foi se transformando aos poucos e ainda mais porque eu enfiei a mão na minha ppk, como se fosse mágica, agora eu me sentia na glória, da dor passei para um prazer indescritível, não sabia que podia sentir algo tão gostoso por ali. - voltei a gemer de prazer. Meus gemidos dessa vez eram muito mais intensos. O velho dava palmadas sonoras na minha bunda enquanto me comia, eu correspondia às investidas e comecei a me mexer também. - mexe, putinha, mexe essa raba que vou enfiar até os ovos, e você vai ficar colada em mim como a vadia que você é…………. - gosta, né, vadia? Quer que eu tire, Diana?? Ou quer mais do meu pau?? Não respondi nada, só levantei mais os quadris e a bunda, comecei a ser eu quem ditava o ritmo das enfiadas. Óbvio, tudo isso em sinal de aprovação e sem parar de gemer. - ahhhhhhhhhh………..ahhhhhhhhhhhhhhh……ahhhhhhhhhhh Mas o Don Faustino não se conformava com isso, queria ouvir da minha boca que eu queria. Era como confirmar que naquele momento eu era a mulher dele e ele era, sem dúvida, o meu macho. Então gritei com toda a minha força: - “SIM, PAPAI, NÃO PARA DE ME COMER COM FORÇA………….AHHHHHHHHH……….. UFFFF, AGHHHH ENFIA, ME DÁ MAIS, MAIS FORTE. NÃO PARA DE ME FODER, QUERO QUE VOCÊ ME FODA, ARREBENTA O MEU CUZINHOOOOOO MEU AMORRRRR” Ao que o velho me respondeu: - “SIM, SIM, MINHA NENÉM……CLARO QUE SIM, MAMASITA, VOU TE COMER MUITO GOSTOSO, VOU TE DAR BEM DURO NA SUA BUNDA” AGHHHHH, SIIIIIIIIIII MEU AMOR, ASSIIIIIIII FODEEEEEEEE, FODE MIM COM FORÇAAAA, ENFIIIIIIIIA AHHHHHHH, QUEEEEEEEE DELÍCIIIIIIIIIIIIAAAAAAAA MEEEEEEU DEEEEEEEEEEUSSSSSSSSSSSSS - Ah, não brinca, Diana, que delícia, que gostoso se vê sua bunda engolindo meu pau. Que gostosa você está assim, empinada. Que gostoso você se mexe, que gostoso você fode, sua puta gostosa. Você é uma deusa e eu sou seu homem. - simmm…..você é meu homem, meu rei, queeeee delíciaaaaa……. Que ricoooooo meeeecogessssssssss -quero ver pau, adoro, me parte em dois papacito…..aahhhh! ¡mmhhhh!aayyy... aaahhhhh sim que delíciaaaaa... continua me comendo.... -grita mais putinha pro cara do seu marido ouvir, grita!! -COME MEEEEE, COME MEEEEE MAISSSSSSS, METEEEE SEU PAUZÃO MEU amor. -GRITA MAIS ALTO, DIZ QUE EU TE fodo MELHOR QUE O CARA DO SEU MARIDO, GRITAAAAAA, GRITA QUE VOCÊ ADORA COMO EU TÔ TE VIOLANDO!!!! Ele voltou a dar palmadas nas minhas nádegas “TAS” “TAS” enquanto puxava meu cabelo e eu só respondia implorando -SIIIIIII,QUERO QUE ME VIOLENTE!! QUERO QUE ME COMA COM FORÇAAAA, ADORO SEU PAU, -quer que eu te arrombe o cu??? -SIM PAPAI, ARROMBA MEU CUUUUUUU, ME DÁ PELO MEU CUZINHOOOOOO COM FORÇAAAA…… MAISSSSSSS FORÇAAAAAAA ………..ARRANCA ELEEEEEEE………..ARRANCA MEEEEEE OOOOO CUUUUUUUUUUU……..MEEEEEEU AMOOOOOOOOORRRRRRRRRRRR………..ASSIIIIIIIIII MEEEEUUU DEUSSSSSSSSSSSSS……….AHHHHHHHHHHHH……..QUEEEEEEEEEE…….DELÍCIAAAAAAAAAAAA Meu cabelo se movia de um lado para o outro e com uma das mãos eu jogava ele para o lado sem parar de me mexer, meus peitos suados balançavam e no vai e vem de repente batiam um no outro, abri meus olhos e virei para ver o velho, o neto do dono Faustino, continuava gravando tudo com o celular, já não sabia mais de mim, (Daniel era um garoto de uns 20 anos alto e bonito, ele sempre tinha sido gentil comigo e se eu já tinha dado para os dois gordos porque não para ele), ainda com o pau do velho dentro com minha mão puxei ele pela calça e aproximei de mim, ele entendeu a mensagem e abaixou a calça na hora, comecei a chupar ele, ele tinha um pau fininho mas comprido, e depilado, ficamos assim um bom tempo enquanto o velho me fodia, o filho dele agora só observava e o neto eu chupava, de repente o dono Faustino gritou que já ia gozar tirou de mim e meteu na minha vagina, dizendo o seguinte: -depois eu encho seu cu mija, agora quero encher sua buceta para também te deixar cheia e barriguda. só deu 2 ou 3 metidas nela quando também encheu toda minha vagina com Seu esperma era grosso, depois ele tirou e colocou na minha boca enquanto Daniel era agora quem me comia. Eu só gritava:
- Ai que delíciaaaaa, assimmmmm, me dáaaaa, durãooooo, maaaais
- Quero pauuuuuu
- Me come, meu amor, assim, papai, enfia até o fundo
- Me comam todos, eu sou sua puta, sou uma puta, a puta de vocês.
Daniel me dava com tudo e também começou a me insultar:
- Eu também vou te engravidar, gata, vou encher sua buceta de porra e você vai embora com meu filho por ser puta
- Aaahhh assim, sim, me enche, me enche você também, docinho
- Me comeeeeee
- Me engravida, papai, me faz um bebeziiinho
- Sim, gatinha... aaagghhh... tá quase... tá quase vindo seu prêmio... por ser tão putinha, vou te encher de leitinho, gata
- Ayyy sim, papai... assimmmm... assimmm... me dá duro... quero todo seu leite...
Aquela cena parecia de uma puta de rua no cio e três cachorros no cio atrás dela, revezando para dar sua virilidade. Enquanto os outros dois filmavam e se masturbavam ao mesmo tempo, Daniel começou a me bombar muito rápido e muito forte, segurando meus quadris, quando começamos a gritar...
- Aggghhh, eu vou gozar de novo, papai!! Já! Jáaaaa! Me enche de porra!!
- Já, mamãezinha, já vou gozar!! Vou gozar! Aaaaaggghhhh, aqui está seu leitinhooooo!
Não sei quantas vezes gozei, mas naquele momento Daniel inundou minha vagina, jatos de porra grossa e quente começaram a jorrar dele e a me encher toda por dentro, meu Deus! Não tinha fim? O esperma dele estava transbordando, o do pai e do avô já estava saindo da minha vagina, enquanto Rodolfo e Don Faustino se masturbavam e jogaram seu esperma na minha cara e boca, a porra saía por todos os lados, eles se separaram de mim e começaram a me fotografar, o velho cuspiu na minha cara e me disse:
- Nunca pensei que você fosse tão fácil, Dianita, sempre nos olhava com desprezo, sempre foi metida com a gente e olha como terminou, dando o rabo pra gente enquanto o cara do seu marido dorme feito um bebê.
Eu me sentia super humilhada, mas a tesão não passava, eu poderia continuar transando. Até amanhecer, ele pegou meu thong e limpou o suor do rosto, depois jogou a roupa na minha cara, e como do seu pênis ainda escorria porra, ele me disse: "limpa isso logo pra gente ir embora". Naquela hora eu já estava deitada de costas, totalmente exausta. Me aproximei mais uma vez do pênis dele e, obediente, com a língua, limpei o resto da porra. Não disse mais uma única palavra. O instante em que eles se vestiam me pareceu uma eternidade. Depois, Rodolfo se aproximou de mim e me deu um pequeno beijo na bochecha, dizendo: "OBRIGADO, DIANA". O velho pegou meu thong e foram embora. Já eram quase 6 da manhã. Eu ainda estava em outro mundo. Começaram a vir pensamentos de culpa, mas ao mesmo tempo eu lembrava de tudo e ficava excitada. Me sentia mal, meu corpo tremia, minha buceta ardia e minha bunda minúscula doía. Eu realmente tinha caído muito baixo, tão baixo que meu casamento poderia estar em perigo por uma simples e pura tesão. Entrei no banho com água fria porque realmente a excitação não passava, e fui para a cama, pois já estava quase amanhecendo. Passaram-se algumas semanas e comecei a ter sintomas de gravidez. Fiquei grávida, não sei de quem. No dia seguinte aos acontecimentos, transei com Maurício, óbvio, nada a ver com o que aconteceu naquela noite. Maurício e Rodolfo se distanciaram de novo e agora eu estou com quase 4 meses de gravidez. Todos os dias eu chorava arrependida do que tinha feito, inclusive me assaltavam ideias de contar tudo para Maurício, mas guardei para mim por medo de perder minha felicidade, meu mundo de fantasia onde eu era uma senhora respeitável perante a sociedade, uma esposa fiel em um casamento perfeito!!!!
1 comentários - Joven casada e infiel