Começou a quarentena e por acasos da vida acabei sozinho em casa, então decidi ligar para minha namorada e propor passarmos a quarentena juntos. A gente vinha meio mal há várias semanas, então ela ficou surpresa com minha proposta, mas era ficar juntos a quarentena toda ou não nos vermos por pelo menos um mês, então preferimos a primeira opção. Ela chegou em casa e os primeiros dias foram passando bem normais. Um de nós cozinhava cada vez, e a gente via muitos filmes, fazia exercício, lia e transava. Nessa ordem. Na verdade, o sexo entre nós tinha diminuído nos últimos meses. Ela reclamava que eu não a achava sexy o suficiente, e que não tinha muito libido. A verdade é que a Coral é uma garota alta, bem magra, com peitos pequenos, mas uma bunda muito bem colocada e bonita, e uma buceta perfeita, digna de filme pornô da Brazzers. O que menos me agradava nela era que ela era muito magra pro meu gosto. Eu sempre preferi garotas com mais curvas, e até não me incomodo com uns quilos "a mais". E se bem que no começo do relacionamento eu gostava muito de transar com ela, meu interesse tinha diminuído com o passar dos meses. A gente vinha há um tempo falando em comprar coisas de BDSM, tipo cordas ou algum dildo, mas ainda não tínhamos nos animado. Um dia, a Coral entrou no banheiro e me pegou me masturbando. Ela ficou muito chateada. Não entendia como eu preferia me masturbar a transar com ela, já que ela se considerava muito sexy e muitos caras ficavam atrás dela o tempo todo. A partir daquele momento, a atitude dela comigo começou a mudar. Ela disse que isso não podia continuar assim, que estava ferindo a autoestima dela e que ela merecia alguém que a apreciasse mais sexualmente. Fez a mala que tinha trazido e pediu um Uber. Minha reação foi pedir desculpas muitas vezes, mas ela não me dava ouvidos. Já na porta do meu apartamento, me joguei de joelhos no chão pra ela não ir embora e me deixar sozinho a quarentena toda. Disse que faria qualquer coisa pra ela não se Marcha. Então ela me olhou muito séria, pensando no que fazer. Ficou surpresa de me ver tão desesperado, mas decidiu aproveitar a oportunidade.
– Chupa minha buceta.
– O quê?
– Que você chupe minha buceta. Você não faz isso há meses, e eu tô de saco cheio. Chupa agora mesmo ou eu vou embora.
Eu não queria que ela fosse, então não pensei duas vezes e, de joelhos como já estava, desabotoei o jeans dela e puxei a calcinha pra baixo. Vi a buceta dela, que mesmo com bastante pelo, era muito atraente. Além disso, nunca tinha visto de baixo pra cima assim, e gostei de ver em primeiro plano a buceta e, mais acima, o rosto da Coral. Ela me olhava bem séria e impaciente. Não esperei mais e comecei a chupar. Como sempre, foquei no clitóris, porque mais pra baixo tinha um gosto forte demais que eu não curtia, e sabia que o clitóris era a parte que ela mais gostava. Com a ponta da língua, percorri rapidamente de cima pra baixo sem parar por alguns minutos, até ela começar a gemer. Aí ela me afastou e disse:
– Vamos, vamos transar.
Fui pegar uma camisinha e nos pegamos no sofá, na minha posição favorita, de quatro. Depois ela montou em cima e gozou três vezes. Sério, era impressionante namorar uma mulher multiorgásmica. Nunca tinha vivido isso antes e era muito satisfatório ver minha mina gozar tantas vezes na transa. Depois, coloquei ela de novo de quatro e gozei.
Nos deitamos no sofá, cansados e suados, e nos olhamos.
– Tão difícil assim era?
– Você tá certa, Coral. Você é gostosa pra caralho e a gente devia transar mais. Gostei muito de chupar sua buceta dessa vez, foi… diferente.
– Sério? Em que sentido?
– Sei lá, gostei que você mandou, que não me deu opção. Você sempre pede por favor, quase implorando, e isso não me dá tesão.
– Porra, moleque, se eu soubesse antes teria mandado mais vezes, mas sei lá, fico com receio. Não quero te obrigar a nada que você não queira.
– É, mas se você manda, aí eu quero. Dá um tesão, tipo um fetiche. psicológico. -Mas que que você tá falando. Vou levar isso em conta pra próxima hahaha Deixamos o assunto de lado e fomos limpar nossos respectivos membros. Depois ficamos lendo um pouco e começamos a preparar o jantar. Já na mesa comendo, Coral começou a notar que eu estava muito pensativo. Ela me perguntou: -No que você tá pensando? -Naquilo de hoje à tarde. Minha resposta deixou ela muito surpresa. Ela abriu mais os olhos e parou de mastigar. A próxima coisa que ela disse foi: quer continuar comendo minha buceta? Eu disse que não, que estávamos jantando e a comida ia esfriar. Ela ficou decepcionada, mas não insistiu. A verdade é que com aquilo da tarde tinha sido o suficiente. Em geral, pra mim transar uma vez por dia é mais que suficiente, e minha libido demora muitas horas pra voltar a subir, o que a incomodava. No dia seguinte, logo que acordamos na cama, sem me perguntar nem nada, Coral tirou a calcinha, passou uma perna por cima do meu corpo, e de frente pra mim, se posicionou na posição de cowgirl. Ela queria foder. No entanto, notou que eu ainda estava com o pau mole e me olhou irritada. Eu estava envergonhado e tentei um "desculpa". Mas rapidamente ela reagiu movendo as pernas em direção ao meu rosto, até deixar sua buceta bem em cima da minha boca. -Vamos, tá esperando o quê? –Ela disse com firmeza. Eu a olhei fixamente, e diante da atitude tão segura dela, levantei meu pescoço para começar a chupar. Ela automaticamente flexionou os joelhos para aproximar sua buceta do meu rosto e facilitar meu trabalho, o que eu agradeci. Ela tinha a buceta tão colada no meu rosto que estava me sufocando um pouco, mas eu gostava da sensação. Em poucos segundos comecei a ter uma ereção, então levei minha mão até a virilha. No entanto, rapidamente Coral pegou meu braço com firmeza. -Agora sim você tem uma ereção? É incrível essa sua coisa. Deixa as mãos quietas e foca em mim. Não opus nenhuma resistência às palavras dela e continuei chupando. Em poucos minutos Coral se movia ritmicamente sobre minha boca e nariz, me inundando com seus fluidos. Eu engolia o mais rápido que podia e, depois de dois orgasmos, ela se retirou e se deitou novamente na cama.
-Vamos transar. – eu disse.
-Não, você que se foda. Devia ter ficado de pau duro antes. Eu já tive dois orgasmos. Além disso, estou cansada de que sempre no dia depois da transa você não fica ereto. Assim pelo menos poderemos transar mais tarde. Por uma vez, vai ser você quem vai ficar com vontade, pra ver se assim entende como é frustrante.
Fiquei muito irritado com a atitude dela, mas sabia que ela tinha razão. Por isso não insisti e comecei a me vestir. Era uma sensação estranha fazer sexo oral e não receber nada em troca, ficando com a ereção. Mas depois de alguns minutos a tesão passou e entrei na aula que tinha às 11. A universidade continuava com aulas pelo Zoom e ambos tínhamos aula todas as manhãs da semana, embora em horários diferentes.
Mais tarde, nesse mesmo dia, comentei com a Coral que estava muito excitado por não ter conseguido ter um orgasmo naquela manhã. Disse que passei a manhã inteira sem conseguir me concentrar e que queria transar logo. Ela sorriu e disse que estava fazendo um trabalho da faculdade e que não podia, mas que mais tarde a gente transaria. Respondi que não aguentava mais e que ia me masturbar.
-Nem pense nisso. Se você bater uma, não vai mais querer transar mais tarde, eu te conheço. Espera até a noite.
-Tá bom, tudo bem, eu espero.
Finalmente chegou a noite e pudemos transar. Foi uma das melhores gozadas que tive com ela até então. Meu nível de excitação estava altíssimo e eu a sentia como poucas vezes havia sentido. Depois de esperar ela gozar cinco vezes, coloquei ela de quatro e gozei.
-Caralho, Íñigo! Que foda, adorei. Por que não pode ser assim todos os dias?
Respondi que eu também tinha adorado, e que achava que a chave tinha sido ter ficado com tesão o dia todo por não ter conseguido gozar de manhã. Meu pau estava acostumado a gozar quando eu queria e não poder fazer isso me afetava psicologicamente. Me irritava muito que ela não tivesse me deixado comer ela de manhã nem me masturbar à tarde. - amor, acho que isso pode fazer muito bem para o nosso relacionamento. Acho que o que acontece é que você é submisso sexualmente, e eu estou disposta a ser sua dona. Quero aproveitar mais o sexo com você e acho que vai ser a melhor forma de conseguir isso. - Tudo bem – respondi – também me parece uma boa ideia. Nos beijamos romanticamente e demos as boas noites. Eu estava nervioso com o que aconteceria nos próximos dias.
– Chupa minha buceta.
– O quê?
– Que você chupe minha buceta. Você não faz isso há meses, e eu tô de saco cheio. Chupa agora mesmo ou eu vou embora.
Eu não queria que ela fosse, então não pensei duas vezes e, de joelhos como já estava, desabotoei o jeans dela e puxei a calcinha pra baixo. Vi a buceta dela, que mesmo com bastante pelo, era muito atraente. Além disso, nunca tinha visto de baixo pra cima assim, e gostei de ver em primeiro plano a buceta e, mais acima, o rosto da Coral. Ela me olhava bem séria e impaciente. Não esperei mais e comecei a chupar. Como sempre, foquei no clitóris, porque mais pra baixo tinha um gosto forte demais que eu não curtia, e sabia que o clitóris era a parte que ela mais gostava. Com a ponta da língua, percorri rapidamente de cima pra baixo sem parar por alguns minutos, até ela começar a gemer. Aí ela me afastou e disse:
– Vamos, vamos transar.
Fui pegar uma camisinha e nos pegamos no sofá, na minha posição favorita, de quatro. Depois ela montou em cima e gozou três vezes. Sério, era impressionante namorar uma mulher multiorgásmica. Nunca tinha vivido isso antes e era muito satisfatório ver minha mina gozar tantas vezes na transa. Depois, coloquei ela de novo de quatro e gozei.
Nos deitamos no sofá, cansados e suados, e nos olhamos.
– Tão difícil assim era?
– Você tá certa, Coral. Você é gostosa pra caralho e a gente devia transar mais. Gostei muito de chupar sua buceta dessa vez, foi… diferente.
– Sério? Em que sentido?
– Sei lá, gostei que você mandou, que não me deu opção. Você sempre pede por favor, quase implorando, e isso não me dá tesão.
– Porra, moleque, se eu soubesse antes teria mandado mais vezes, mas sei lá, fico com receio. Não quero te obrigar a nada que você não queira.
– É, mas se você manda, aí eu quero. Dá um tesão, tipo um fetiche. psicológico. -Mas que que você tá falando. Vou levar isso em conta pra próxima hahaha Deixamos o assunto de lado e fomos limpar nossos respectivos membros. Depois ficamos lendo um pouco e começamos a preparar o jantar. Já na mesa comendo, Coral começou a notar que eu estava muito pensativo. Ela me perguntou: -No que você tá pensando? -Naquilo de hoje à tarde. Minha resposta deixou ela muito surpresa. Ela abriu mais os olhos e parou de mastigar. A próxima coisa que ela disse foi: quer continuar comendo minha buceta? Eu disse que não, que estávamos jantando e a comida ia esfriar. Ela ficou decepcionada, mas não insistiu. A verdade é que com aquilo da tarde tinha sido o suficiente. Em geral, pra mim transar uma vez por dia é mais que suficiente, e minha libido demora muitas horas pra voltar a subir, o que a incomodava. No dia seguinte, logo que acordamos na cama, sem me perguntar nem nada, Coral tirou a calcinha, passou uma perna por cima do meu corpo, e de frente pra mim, se posicionou na posição de cowgirl. Ela queria foder. No entanto, notou que eu ainda estava com o pau mole e me olhou irritada. Eu estava envergonhado e tentei um "desculpa". Mas rapidamente ela reagiu movendo as pernas em direção ao meu rosto, até deixar sua buceta bem em cima da minha boca. -Vamos, tá esperando o quê? –Ela disse com firmeza. Eu a olhei fixamente, e diante da atitude tão segura dela, levantei meu pescoço para começar a chupar. Ela automaticamente flexionou os joelhos para aproximar sua buceta do meu rosto e facilitar meu trabalho, o que eu agradeci. Ela tinha a buceta tão colada no meu rosto que estava me sufocando um pouco, mas eu gostava da sensação. Em poucos segundos comecei a ter uma ereção, então levei minha mão até a virilha. No entanto, rapidamente Coral pegou meu braço com firmeza. -Agora sim você tem uma ereção? É incrível essa sua coisa. Deixa as mãos quietas e foca em mim. Não opus nenhuma resistência às palavras dela e continuei chupando. Em poucos minutos Coral se movia ritmicamente sobre minha boca e nariz, me inundando com seus fluidos. Eu engolia o mais rápido que podia e, depois de dois orgasmos, ela se retirou e se deitou novamente na cama.
-Vamos transar. – eu disse.
-Não, você que se foda. Devia ter ficado de pau duro antes. Eu já tive dois orgasmos. Além disso, estou cansada de que sempre no dia depois da transa você não fica ereto. Assim pelo menos poderemos transar mais tarde. Por uma vez, vai ser você quem vai ficar com vontade, pra ver se assim entende como é frustrante.
Fiquei muito irritado com a atitude dela, mas sabia que ela tinha razão. Por isso não insisti e comecei a me vestir. Era uma sensação estranha fazer sexo oral e não receber nada em troca, ficando com a ereção. Mas depois de alguns minutos a tesão passou e entrei na aula que tinha às 11. A universidade continuava com aulas pelo Zoom e ambos tínhamos aula todas as manhãs da semana, embora em horários diferentes.
Mais tarde, nesse mesmo dia, comentei com a Coral que estava muito excitado por não ter conseguido ter um orgasmo naquela manhã. Disse que passei a manhã inteira sem conseguir me concentrar e que queria transar logo. Ela sorriu e disse que estava fazendo um trabalho da faculdade e que não podia, mas que mais tarde a gente transaria. Respondi que não aguentava mais e que ia me masturbar.
-Nem pense nisso. Se você bater uma, não vai mais querer transar mais tarde, eu te conheço. Espera até a noite.
-Tá bom, tudo bem, eu espero.
Finalmente chegou a noite e pudemos transar. Foi uma das melhores gozadas que tive com ela até então. Meu nível de excitação estava altíssimo e eu a sentia como poucas vezes havia sentido. Depois de esperar ela gozar cinco vezes, coloquei ela de quatro e gozei.
-Caralho, Íñigo! Que foda, adorei. Por que não pode ser assim todos os dias?
Respondi que eu também tinha adorado, e que achava que a chave tinha sido ter ficado com tesão o dia todo por não ter conseguido gozar de manhã. Meu pau estava acostumado a gozar quando eu queria e não poder fazer isso me afetava psicologicamente. Me irritava muito que ela não tivesse me deixado comer ela de manhã nem me masturbar à tarde. - amor, acho que isso pode fazer muito bem para o nosso relacionamento. Acho que o que acontece é que você é submisso sexualmente, e eu estou disposta a ser sua dona. Quero aproveitar mais o sexo com você e acho que vai ser a melhor forma de conseguir isso. - Tudo bem – respondi – também me parece uma boa ideia. Nos beijamos romanticamente e demos as boas noites. Eu estava nervioso com o que aconteceria nos próximos dias.
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