Sigamos con la saga.
Hoy otra historia, una de las que mas me copo...
Antes de empezar, como siempre les dejo el link por si recien se enganchan y estan con ganas de leer. (se me hizo muy largo, pero trate de ser lo mas descriptivo que pude)
https://m.poringa.net/posts/relatos/4500315/Memorias-del-olvido-p-1.html
Si se preguntan por majo e ivana, tranqui que hay mas historias. A veces se me pierde un poco la cronología, pero ahi vamos.
Ese laburo que yo tenia, de turnos rotativos, era por temporadas. Si bien lograba juntar plata, los meses inactivos eran algo duros...
Entre una de esas temporadas "me voy" con una guita importante. Que hizo el vago? Pum! Me compro un autito, un senda 95. Hermoso. Aun lo extraño.
Como todo auto usado y viejito, se llevo casi toda la plata que tenia ahorrada, algunos me entenderan...
El receso laboral se me hizo muy largo y no tuve otra que empezar a buscar que hacer.
Busque por aqui, por alla y nada... en eso que boludiaba en face, veo una mina que buscaba que le enseñen a manejar. Stalkeo, obvio, y veo terrible mina. Las mejores gomas que vi en mi vida, morocha pelo lacio, alta, muy linda de cara y segun sus fotos de face tenia un muy buen lomo (segun face... xq ya me habia pasado de ir creido en lo que habia visto y bueh... habia pasado tiempo desde la ultima actualización de perfil)


Mando uma DM pra ela. "Oi, tudo bem? Eu dou aulas de direção" (chamada, ensinei vários mas... aulas?) "Se quiser, posso te dar uma aula experimental, você dirige desde o primeiro dia" "Incluo teoria e mecânica básica" Claro, eu tava precisando de grana, tinha que trampar de qualquer jeito "Me passa um número?" ela fala. Passo e em 5 minutos o celular toca. - Oi! (Atendi) - Oi! (Voz de vagabundo) - Cê é o cara que ensina a dirigir? - Sim, beleza? - Perfil profissional - taka taka é meu nome, com quem eu falo? - Me chamo Catriel, minha mulher te contatou pra aprender a dirigir - ele fala Tentando não pisar na bola e me fazendo de otário, falo - Aaaahh, como é o nome dela, respondi vários hoje - Laura é minha mulher - Aaaahhh, sim sim. Falou comigo há pouco... "As aulas são pro senhor?" - me fiz de otário de novo - Não não. Pra ela, eu não sei como. Explicar o que ela tem que fazer é impossível pra mim - (Nos meus pensamentos tinha uma enxurrada de respostas pra esse coitado) Acertamos o valor (muito bem vendido) e combinamos o horário. Essa é a história da Laura, uma morena gostosa, casada com filho, com um marido muito otário. No dia que começamos, vou buscá-la e ela sai (confirmei que era uma delícia), chega no carro e fala - Meu marido quer te conhecer - Desço pra ver, pensando num cara grandão e bonitão pra estar com aquela gata, e sai um baixinho ruivo... não sei o que ele quis fazer, mas me cumprimentou e "esclareceu" uns pontos do contrato (depois fiquei sabendo que era advogado) Me despedi e subimos no carro. Não tínhamos andado nem duas quadras e ela começou a reclamar. - Ai! Não aguento ele! Me trata como uma criança. - (silêncio) Suspirou e continuou - Qual é a necessidade dele? Abri um pouco o vidro - (silêncio) - Precisava que me incluísse na catarse dela. - Ai, desculpa a cena - ela me deu abertura - Não não, fica tranquila... desabafa que preciso de você relaxada pra te ensinar - Ela riu Sabia que tinha que levá-la pra uma marginal na entrada da cidade, então a viagem era longa. Escutei ela o trajeto todo, tentando absorver tudo dados possíveis pra "chegar nela". Chegamos e ela começou a dirigir. Com toda a paciência do mundo, eu expliquei. De vez em quando trocávamos de lugar pra eu poder exemplificar, e quando ela saía, eu aproveitava pra olhar a bunda dela. Linda. Meu carrinho foi testemunha e cúmplice, as portas que só abriam ou fechavam com o "jeitinho" dela me obrigavam, de vez em quando, a cruzar meu braço na frente dela, quase tocando os peitos dela. Eram bem grandes. E ainda, toda vez que eu me aproximava (óbvio, um pouco), o perfume dela me embriagava. Era uma patricinha gostosa, usava aqueles perfumes que realmente apaixonam. Terminou a primeira aula e já éramos mais que aluna-professor. Ficamos assim umas 6 ou 7 aulas. Ela aprendia rápido, então depois da primeira e segunda aula, era mais nos encontrarmos pra conversar enquanto ela dirigia. No final, ela ria porque dizia que o meu negócio era direção + psicologia, 'serviço completo'. As conversas foram ficando mais intensas entre eu e ela, e mais do que dar teoria de direção, eu fazia minha tese sobre uma mulher casada e como conquistá-la. Lembro que em algum ponto das nossas conversas, ela soltou: — A verdade é que NÃO sei o que faço com ele. Obviamente, eu confirmei: — A verdade é que não sei o que você faz com ele. Nos jogávamos mil indiretas. Ela diz: — E ainda é baixinho, sabe? Ou eu sou muito alta? — Você está perfeita, Lau! — respondi. — Sempre gostei de mais altos, não sei o que pensava. — Ainda dá tempo. Haha. — Haha. Do nada, ela sumiu. Não demos mais aulas nem ela respondia mensagens. Nunca soube o que aconteceu, mas acho que o marido desconfiou de algo. Comecei a trabalhar de novo e me estabilizei. Passou um tempo e várias coisas no meio. Me mudei e arranjei um namorado. Tempo depois, do nada, recebo uma solicitação no Face. Ela. Aceitei e começamos a conversar. — Cadê você, perdida? Como manda mensagens? — É que eu sonhei com você. (Não acreditem nessa, nunca. Costuma ser uma armadilha. Eu sabia e mesmo assim caí.) — O que você sonhou? — Nada. Não importa. — Blá blá blá. — Blá blá blá. — A gente devia se encontrar, você e eu, né? — Sim, seria Bom... A gente conversava sobre tudo, inclusive sobre o que a gente queria fazer junto, mas eu ainda não conseguia me encontrar com ela. Um dia ela me manda uma mensagem e diz:
- Hoje dá?
- Dá sim, dá. Que horas?
- Tipo 9?
- Ok.
- Posso ir na sua casa?
- Sim, claro, vem.
Mandei a localização, enquanto minha cabeça se enchia de perguntas. A mais importante: "Como eu sumo com a minha namorada?" Minha namorada costumava aparecer lá em casa tipo 11, 11 e pouco, e como eu às vezes treinava à noite, tinha dado uma cópia da chave pra ela. Tava até o saco, mas não ia voltar atrás. Naquela noite, chega uma mensagem. "Tô aqui fora." Saí e a Laura estava fechando o carro dela, com uma sacola na mão. Não lembro a época do ano, mas devia ser inverno, considerando que ela tava com um casaco preto comprido que batia um pouco abaixo da bunda dela.
- Oi - falei.
Ela se vira: arrasava. Tava de salto, uma calça jeans clara com rasgos na perna e o casaco preto que eu falei. Veio até mim e me cumprimentou com os lábios pintados. Entramos em casa, que tava mais quentinha, e ela tirou o casaco. Os peitos dela se destacaram debaixo de uma blusa branca, e eu pude ver pelos rasgos da calça que ela tava de cancan, aqueles de rede que me excitam tanto. Ela tinha ido vestida pra ocasião. Uma gostosa do caralho.
- Finalmente! - ela disse, se referindo a a gente ter se encontrado.
- Adoro que você tá aqui - falei.
Ela me abraçou e afundou os peitos em mim.
- Trouxe cerveja - disse enquanto abria a sacolinha que tinha trazido.
- Show.
Eu morava num apê bem pequeno, era cozinha-sala, quarto com banheiro. Fim do apê. Haha.
- Posso ir no banheiro?
- Pode sim, pode. É por aqui - apontei.
Ela entrou, eu esperei na cozinha. Senti que ela saiu do banheiro, mas nunca chegou até mim. Fui procurá-la e, quando entrei no meu quarto, ela tava deitada na cama e disse:
- Me conquistou, é super confortável.
- É, é a melhor coisa... - respondi.
- Vem comigo?
- Vamos.
Peguei as cervejas e entrei. Sentei na cama e, de nervoso, comecei a falar. Só besteira.
- Para - ela disse - cala a boca um pouco. Pouquinho—e ela me abraçou, tinha tirado os sapatos e tava com os pés em cima da cama. Começamos a nos apertar, eu tava a mil… Passei a mão por tudo, sem invadir, mas explorando. Começamos a amassar forte, quase que transávamos com roupa. Peguei no pescoço dela e ataquei com a boca, entre os gemidos ela soltou — devagar que meu marido me mata — óbvio que isso me deixou mais excitado. Afrouxei, mas não soltei, com a mão na bunda dela apertei a pélvis contra a minha. O gemido dela se intensificou. Tirei o casaco dela enquanto apalpava os peitos, ainda com roupa, mas tava mais perto. Debaixo do casaco ainda tinha uma espécie de camiseta térmica, que quando terminei de tirar o casaco descobri que era tipo um body. Ela tinha vindo de putinha, uma beleza. Não parei e apertei os peitos dela de novo, eram lindos, grandes, simétricos e durinhos.
Tiro minha camiseta e continuamos nos beijando. A gente tava se fazendo de amantes… Desabotoei a calça jeans dela e puxei um pouco pra baixo, mas ela, que tava por cima de mim, preferiu levantar e tirar tudo. Entrando na brincadeira, tirei a minha também e fiquei só de boxer, com a pica explodindo de tão dura. Ver ela de body e aquela anágua de renda era pornografia demais. Óbvio que a gente ia transar, mas isso eu conto depois. Continua… (As fotos são ilustrativas)
Hoy otra historia, una de las que mas me copo...
Antes de empezar, como siempre les dejo el link por si recien se enganchan y estan con ganas de leer. (se me hizo muy largo, pero trate de ser lo mas descriptivo que pude)
https://m.poringa.net/posts/relatos/4500315/Memorias-del-olvido-p-1.html
Si se preguntan por majo e ivana, tranqui que hay mas historias. A veces se me pierde un poco la cronología, pero ahi vamos.
Ese laburo que yo tenia, de turnos rotativos, era por temporadas. Si bien lograba juntar plata, los meses inactivos eran algo duros...
Entre una de esas temporadas "me voy" con una guita importante. Que hizo el vago? Pum! Me compro un autito, un senda 95. Hermoso. Aun lo extraño.
Como todo auto usado y viejito, se llevo casi toda la plata que tenia ahorrada, algunos me entenderan...
El receso laboral se me hizo muy largo y no tuve otra que empezar a buscar que hacer.
Busque por aqui, por alla y nada... en eso que boludiaba en face, veo una mina que buscaba que le enseñen a manejar. Stalkeo, obvio, y veo terrible mina. Las mejores gomas que vi en mi vida, morocha pelo lacio, alta, muy linda de cara y segun sus fotos de face tenia un muy buen lomo (segun face... xq ya me habia pasado de ir creido en lo que habia visto y bueh... habia pasado tiempo desde la ultima actualización de perfil)


Mando uma DM pra ela. "Oi, tudo bem? Eu dou aulas de direção" (chamada, ensinei vários mas... aulas?) "Se quiser, posso te dar uma aula experimental, você dirige desde o primeiro dia" "Incluo teoria e mecânica básica" Claro, eu tava precisando de grana, tinha que trampar de qualquer jeito "Me passa um número?" ela fala. Passo e em 5 minutos o celular toca. - Oi! (Atendi) - Oi! (Voz de vagabundo) - Cê é o cara que ensina a dirigir? - Sim, beleza? - Perfil profissional - taka taka é meu nome, com quem eu falo? - Me chamo Catriel, minha mulher te contatou pra aprender a dirigir - ele fala Tentando não pisar na bola e me fazendo de otário, falo - Aaaahh, como é o nome dela, respondi vários hoje - Laura é minha mulher - Aaaahhh, sim sim. Falou comigo há pouco... "As aulas são pro senhor?" - me fiz de otário de novo - Não não. Pra ela, eu não sei como. Explicar o que ela tem que fazer é impossível pra mim - (Nos meus pensamentos tinha uma enxurrada de respostas pra esse coitado) Acertamos o valor (muito bem vendido) e combinamos o horário. Essa é a história da Laura, uma morena gostosa, casada com filho, com um marido muito otário. No dia que começamos, vou buscá-la e ela sai (confirmei que era uma delícia), chega no carro e fala - Meu marido quer te conhecer - Desço pra ver, pensando num cara grandão e bonitão pra estar com aquela gata, e sai um baixinho ruivo... não sei o que ele quis fazer, mas me cumprimentou e "esclareceu" uns pontos do contrato (depois fiquei sabendo que era advogado) Me despedi e subimos no carro. Não tínhamos andado nem duas quadras e ela começou a reclamar. - Ai! Não aguento ele! Me trata como uma criança. - (silêncio) Suspirou e continuou - Qual é a necessidade dele? Abri um pouco o vidro - (silêncio) - Precisava que me incluísse na catarse dela. - Ai, desculpa a cena - ela me deu abertura - Não não, fica tranquila... desabafa que preciso de você relaxada pra te ensinar - Ela riu Sabia que tinha que levá-la pra uma marginal na entrada da cidade, então a viagem era longa. Escutei ela o trajeto todo, tentando absorver tudo dados possíveis pra "chegar nela". Chegamos e ela começou a dirigir. Com toda a paciência do mundo, eu expliquei. De vez em quando trocávamos de lugar pra eu poder exemplificar, e quando ela saía, eu aproveitava pra olhar a bunda dela. Linda. Meu carrinho foi testemunha e cúmplice, as portas que só abriam ou fechavam com o "jeitinho" dela me obrigavam, de vez em quando, a cruzar meu braço na frente dela, quase tocando os peitos dela. Eram bem grandes. E ainda, toda vez que eu me aproximava (óbvio, um pouco), o perfume dela me embriagava. Era uma patricinha gostosa, usava aqueles perfumes que realmente apaixonam. Terminou a primeira aula e já éramos mais que aluna-professor. Ficamos assim umas 6 ou 7 aulas. Ela aprendia rápido, então depois da primeira e segunda aula, era mais nos encontrarmos pra conversar enquanto ela dirigia. No final, ela ria porque dizia que o meu negócio era direção + psicologia, 'serviço completo'. As conversas foram ficando mais intensas entre eu e ela, e mais do que dar teoria de direção, eu fazia minha tese sobre uma mulher casada e como conquistá-la. Lembro que em algum ponto das nossas conversas, ela soltou: — A verdade é que NÃO sei o que faço com ele. Obviamente, eu confirmei: — A verdade é que não sei o que você faz com ele. Nos jogávamos mil indiretas. Ela diz: — E ainda é baixinho, sabe? Ou eu sou muito alta? — Você está perfeita, Lau! — respondi. — Sempre gostei de mais altos, não sei o que pensava. — Ainda dá tempo. Haha. — Haha. Do nada, ela sumiu. Não demos mais aulas nem ela respondia mensagens. Nunca soube o que aconteceu, mas acho que o marido desconfiou de algo. Comecei a trabalhar de novo e me estabilizei. Passou um tempo e várias coisas no meio. Me mudei e arranjei um namorado. Tempo depois, do nada, recebo uma solicitação no Face. Ela. Aceitei e começamos a conversar. — Cadê você, perdida? Como manda mensagens? — É que eu sonhei com você. (Não acreditem nessa, nunca. Costuma ser uma armadilha. Eu sabia e mesmo assim caí.) — O que você sonhou? — Nada. Não importa. — Blá blá blá. — Blá blá blá. — A gente devia se encontrar, você e eu, né? — Sim, seria Bom... A gente conversava sobre tudo, inclusive sobre o que a gente queria fazer junto, mas eu ainda não conseguia me encontrar com ela. Um dia ela me manda uma mensagem e diz: - Hoje dá?
- Dá sim, dá. Que horas?
- Tipo 9?
- Ok.
- Posso ir na sua casa?
- Sim, claro, vem.
Mandei a localização, enquanto minha cabeça se enchia de perguntas. A mais importante: "Como eu sumo com a minha namorada?" Minha namorada costumava aparecer lá em casa tipo 11, 11 e pouco, e como eu às vezes treinava à noite, tinha dado uma cópia da chave pra ela. Tava até o saco, mas não ia voltar atrás. Naquela noite, chega uma mensagem. "Tô aqui fora." Saí e a Laura estava fechando o carro dela, com uma sacola na mão. Não lembro a época do ano, mas devia ser inverno, considerando que ela tava com um casaco preto comprido que batia um pouco abaixo da bunda dela.
- Oi - falei.
Ela se vira: arrasava. Tava de salto, uma calça jeans clara com rasgos na perna e o casaco preto que eu falei. Veio até mim e me cumprimentou com os lábios pintados. Entramos em casa, que tava mais quentinha, e ela tirou o casaco. Os peitos dela se destacaram debaixo de uma blusa branca, e eu pude ver pelos rasgos da calça que ela tava de cancan, aqueles de rede que me excitam tanto. Ela tinha ido vestida pra ocasião. Uma gostosa do caralho.
- Finalmente! - ela disse, se referindo a a gente ter se encontrado.
- Adoro que você tá aqui - falei.
Ela me abraçou e afundou os peitos em mim.
- Trouxe cerveja - disse enquanto abria a sacolinha que tinha trazido.
- Show.
Eu morava num apê bem pequeno, era cozinha-sala, quarto com banheiro. Fim do apê. Haha.
- Posso ir no banheiro?
- Pode sim, pode. É por aqui - apontei.
Ela entrou, eu esperei na cozinha. Senti que ela saiu do banheiro, mas nunca chegou até mim. Fui procurá-la e, quando entrei no meu quarto, ela tava deitada na cama e disse:
- Me conquistou, é super confortável.
- É, é a melhor coisa... - respondi.
- Vem comigo?
- Vamos.
Peguei as cervejas e entrei. Sentei na cama e, de nervoso, comecei a falar. Só besteira.
- Para - ela disse - cala a boca um pouco. Pouquinho—e ela me abraçou, tinha tirado os sapatos e tava com os pés em cima da cama. Começamos a nos apertar, eu tava a mil… Passei a mão por tudo, sem invadir, mas explorando. Começamos a amassar forte, quase que transávamos com roupa. Peguei no pescoço dela e ataquei com a boca, entre os gemidos ela soltou — devagar que meu marido me mata — óbvio que isso me deixou mais excitado. Afrouxei, mas não soltei, com a mão na bunda dela apertei a pélvis contra a minha. O gemido dela se intensificou. Tirei o casaco dela enquanto apalpava os peitos, ainda com roupa, mas tava mais perto. Debaixo do casaco ainda tinha uma espécie de camiseta térmica, que quando terminei de tirar o casaco descobri que era tipo um body. Ela tinha vindo de putinha, uma beleza. Não parei e apertei os peitos dela de novo, eram lindos, grandes, simétricos e durinhos.
Tiro minha camiseta e continuamos nos beijando. A gente tava se fazendo de amantes… Desabotoei a calça jeans dela e puxei um pouco pra baixo, mas ela, que tava por cima de mim, preferiu levantar e tirar tudo. Entrando na brincadeira, tirei a minha também e fiquei só de boxer, com a pica explodindo de tão dura. Ver ela de body e aquela anágua de renda era pornografia demais. Óbvio que a gente ia transar, mas isso eu conto depois. Continua… (As fotos são ilustrativas)
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