Pedindo desculpas aos meus leitores por ficar meses sem escrever, decido voltar a fazê-lo (só escrevo quando vivo experiências sexuais), porque confesso que tinha feito a promessa de me comportar e não cair de novo na tentação de trair meu marido inocente. No entanto, depois de meses tranquila, chega uma tentação na forma de um docinho jovem.
A irmã do meu marido precisava viajar, e como ele é tão prestativo, ofereceu nossa casa para o sobrinho ficar no fim de semana, já que a irmã voltava na segunda. Um menino muito quieto, mas com uns lindos olhos verdes. Lembro de ter dito a ele que, quando crescesse, seria um conquistador de garotas com olhos tão bonitos. Como era de se esperar, o garoto ainda não entendia o que eu dizia e estava vidrado nos videogames.
Isso já fazia vários anos, e meus olhos se encheram de surpresa quando o jovem Luís — esse é o nome dele — chega na porta. Ao abrir, noto seu porte: 1,80m ou mais, atlético, com um rosto de galã de série juvenil. Ele me olhou dos pés à cabeça com aqueles olhos lindos. Em casa, eu estava vestida de forma folgada, com uma blusa decotada que mostrava meus dois grandes atributos.
Luís não hesitou em olhar fixamente para eles, e eu falei:
Eu: Oi, sobrinho, como você cresceu! Acho que seus olhinhos estão olhando demais para um lado só (ri de forma provocante).
Luís: Oi, tia, prazer em vê-la. Fazia tempo que não a via, continua tão gostosa como sempre.
Eu: Ah, obrigada, sobrinho. Pode entrar e cumprimentar seu tio enquanto arrumo suas malas no quarto ao lado do banheiro, que é o que separei para você passar o fim de semana.
Caminhei devagar com a bagagem dele, percebendo pelo espelho que o garoto não parava de olhar minha bunda rebolando enquanto andava. Na minha cabeça, pensei que ele está numa idade de muito despertar sexual e talvez por isso os hormônios dele tenham se alvoroçado comigo. Luís parou de me olhar e foi cumprimentar meu marido, que estava entretido vendo TV. Arrumei a bagagem do meu sobrinho e bateu uma curiosidade de ver o que ele tinha trazido. Qual não foi minha surpresa quando, entre as roupas, encontrei dois maços de cigarro. Não imaginava que ele fosse desses jovens que gostam de fumar. O mais chocante foi ver três revistas pornográficas de alto teor sexual. Com isso, não tinha dúvida: o garoto estava na fase de despertar sexual.
Não quis revirar mais porque ele poderia perceber, então coloquei as malas ao lado da cama, arrumei ela e ouvi uns passos. Imaginei que era ele, e algo dentro de mim me forçou a empinar minha bunda o máximo possível em cima da cama. Quem estivesse me olhando com certeza teria uma bela vista do contorno das minhas nádegas.
Quando me virei, era o garoto, como eu imaginava. Ele tinha um sorriso safado no rosto. Perguntei por que ele ria, e ele disse que não era por nada especial, só que eu lembrava a mãe dele arrumando a cama. Falei que não me parecia nada com a mãe dele, porque eu sou mais voluptuosa. O garoto logo concordou, com um sorriso maroto.
Me afastei olhando para ele com um certo charme e disse que, se precisasse de algo, era só me chamar. Ele respondeu que com certeza faria isso se fosse necessário. Saí rebolando o corpo, sabendo que isso o deixava mais excitado. Meu marido me perguntou do sofá se estava tudo bem, e eu disse que sim, mas na minha cabeça o diabo já me tentava a devorar aquele garoto suculento. Minha consciência dizia para eu segurar a vontade, que não devia trair meu marido de novo, mas o desejo carnal foi mais forte. Minha buceta ficou molhada sozinha, e isso era sinal de que eu precisava dar algo novo pra ela comer.
Pedi ao meu marido para comprar uns comprimidos para enxaqueca que senti de repente (óbvio que não tinha nada) na farmácia antes de anoitecer. Como ele é tão complacente, saiu no carro para buscar meu capricho. Aproveitei na hora para dar em cima do meu sobrinho. Saí com uma toalha bem curta e justa; se eu me abaixasse, acho que daria pra ver tudo. Disfarçadamente, falei pra ele. pra meu sobrinho, se ele tava com fome pra dar de comer, o coitado já ficou duro na hora vendo minhas curvas, gaguejando me perguntou se eu tava com fome, se eu tinha peito ou coxa porque ele adorava carne, eu falei que tinha sim, me aproximei e abri minha toalha mostrando meus peitões e minha buceta gorda e depilada. Sem falar nada, o menino baixou a calça me mostrando um belo pedaço de pau moreno, eu falei: Eu: Nossa, sobrinho, também me deu fome, vou provar esse negócio aí que você tem, mas não conta pro meu marido, tá? Luis: Claro, tia, vai ser segredo nosso, a senhora sempre foi minha tia favorita e eu sonhava em te ver assim. Eu: ha ha sobrinho, não vai só me ver, vai provar o que tá vendo, preciso aliviar esse tesão e a sede de um pau gostoso... Me abaixei e comecei a chupar aquela delícia, claro que o menino já não era virgem pelo que vi nas malas dele, lambia a cabecinha com muito prazer, o cheiro de homem dele me deixava louca, ele não aguentou e começou a suspirar e gemer de prazer com a chupada que eu tava dando, enquanto eu chupava, o danado me deu um tapão forte na bunda, eu gritei e falei pra ele ir com calma, que daqui a pouco eu ia comer ele. Nessa hora, meu marido me liga perguntando sobre dois remédios pra escolher qual trazer, eu sem parar de chupar meu sobrinho falei o nome de um, desliguei e coloquei minha buceta na cara dele pra ele me chupar também, olha que o menino sabia lamber viu. Ele me dava umas lambidas, mordia meu clitóris, até que eu gozei uma porra gostosa na cara dele, depois sentei de uma vez só no pau dele e montei como não fazia há tempos. Sentir um pau novo na minha xereca era uma experiência que eu não sentia há muito tempo, o som do membro dele entrando e saindo de mim me fazia ver estrelas, igual a ele, eu era a fantasia dele e já tava realizando, enquanto eu montava, ele chupava meus peitos como um bebê faminto, depois me virei sem Tirar o pau dele pra fora e continuei cavalgando em cima do sofá, a visão da minha bunda era algo que ele não parava de curtir.
Luis: Ah tia, sua buceta é o céu...
Eu: Sobrinho, é mais que isso, é o paraíso...
Me mexi mais forte e meu pobre sobrinho não aguentou mais e jorrou um rio de porra quente e grossa dentro da minha buceta, me encheu de tanta porra que escorria pelas minhas pernas, meu sobrinho era um garanhão jovem, desses que procuram uma milf como eu pra se sentirem novinhos.
Fui tomar banho e ele foi comigo, a gente transou de novo no banheiro, mas nessa hora meu marido chegou e interrompeu a gente, me chamou e eu disse que tava me lavando, ele perguntou pelo sobrinho que não via ele, e eu falei que tava no quarto dele com os videogames, pedi pra ele levar meus remédios pro nosso quarto e meu sobrinho aproveitou pra correr pelado pro quarto dele.
Naquela sexta à noite eu queria devorar ele, mas meu marido me abraçou dormindo e eu não conseguia tirar a mão dele de cima de mim. No sábado acordei pra fazer o café da manhã com um roupão semi-transparente que mostrava meus bicos, porque eu só tava de fio dental sem sutiã, meu sobrinho acordou antes do meu marido e me deu um tapa na bunda me cumprimentando com um beijo de bom dia, a gente falou baixo pra meu marido não ouvir:
Luis: Tia, o que tem no café?
Eu: Bom, sobrinho, pra você tem isso (me virei e levantei o roupão mostrando minha bunda grande, mexia ela bem sexy pra ele curtir o que começou a provar).
Luis: Ah tia, isso parece muito gostoso, e você, o que vai comer?
Eu: Bom, bebê, eu vou comer linguiça e ovo (abaixei a bermuda dele e me curvei pra dar um boquete gostoso, o pau dele endureceu assim que sentiu meus lábios, chupei ele como toda uma profissional, lambi as bolas dele, cuspi na cabeça do pau, ele curtia tudo que eu fazia).
Eu: Sobrinho, nem precisava ter visto aquelas revistas que você trouxe, ha ha.
Luis: Ah tia, revistou minha mala? Claro que não, tia, tudo que eu podia ver com você eu vivi de verdade, sou um sobrinho muito sortudo.
Eu: Demais, sobrinho. Aproveita essa bunda que você não vai poder provar por muito tempo (fiquei de quatro na mesa da sala de jantar, dando uma vista maravilhosa do meu rabão).
Meu sobrinho não hesitou em passar a língua no meu buraco anal, curti a língua dele, cheia de tesão, percorrendo minha bunda, e depois curti o pau dele entrando como faca na manteiga por ali. Começou uma penetração suave, eu ajudava rebolando em círculos e pra frente e pra trás, o pau dele tava totalmente dentro da minha buceta, a sensação foi gloriosa. Não tava nem aí se meu marido nos visse, eu gemia como uma puta no cio, tentando não gritar pra meu querido corno não nos ouvir. A penetração ficou mais forte e a piroca dele já tinha tomado conta da minha buceta. O coito durou um tempão até meu sobrinho não aguentar mais e despejar o esperma quente e abundante dentro da minha buceta. Eu curtia a juventude e o vigor dele a cada estocada, me fazendo sentir viva e jovem, mesmo tendo muitos anos a mais que meu sobrinho.
Nós dois fomos pro chuveiro nos lavar e não deixar provas. Revirei o chão e tive que limpar os restos de esperma que minha buceta deixava. Nossa, meu sobrinho era um depósito ambulante de porra. Com o sêmen que recolhi, tive a ideia de passar no café da manhã do meu marido. Foi algo que vi uma vez num filme pornô. Meu marido, ao acordar e se arrumar, provou o café da manhã com muito gosto. Eu sorria ao ver que minha brincadeira perversa deu certo. Me excitou ver meu marido provando o esperma do próprio sobrinho sem perceber. Meu sobrinho não sabia da maldade que fiz com o tio dele.
Os dois saíram. Meu sobrinho não tem do que reclamar do tio, porque ele o levou pra passear em vários lugares, a ponto de voltarem tarde. Também não tem do que reclamar da tia, porque eu dei mais do que ele esperava. Meu corpo tava um pouco dolorido, já que fazia tempo que não fornicava de um jeito tão selvagem. Me conformei em saber que não ia me livrar de ser puta, então aceitei minha realidade e, à noite, depois que meu marido dormiu, continuei dando prazer ao meu sobrinho no quarto dele. Nossa. chico, era uma máquina de foder, perdi a conta de quantas gozadas ele me deu, mas sei que deixei ele exausto e suado na cama. Ensinei uns truques que ele podia usar com as minas pra satisfazer elas, principalmente como chupar uma buceta, que é essencial pra nós.
Infelizmente no domingo a mãe dele apareceu de surpresa pra buscá-lo, porque os compromissos dela terminaram mais cedo, e ele ficou meio sem graça de abusar da confiança do irmão. Meu sobrinho fez cara feia e não queria ir, mas contrariado e sem desculpa boa, teve que aceitar a decisão da mãe, não sem antes me pedir ajuda pra arrumar as malas.
Enquanto a mãe dele conversava com meu marido, a gente se deu ao luxo da última foda. Chupei ele com muita vontade pra ele lembrar de mim, e montei nele num sofá porque tinha medo da cama fazer muito barulho. Me vesti de puta o máximo que pude, dando beijos de língua, ele chupava meus peitões com muito prazer, o pau dele entrava e saía de mim como uma furadeira, e eu me mexia com força pra tirar as últimas cargas de leite dele. No ouvido dele, eu falava coisas gostosas pra ele gozar rápido:
Eu: Ahhh, sobrinho, me dá seu leite, ufff.
Luis: Sim, tia, que gostosa você tá…
Eu: Isso, pussy, esvazia em mim, usa a palavra: pussy, me dá logo…
Luis: Ahhh, tia, sim, vou gozar ahhh ohhhh…
Eu: mmmm, sim, sobrinho, me enche, ufff…
De novo senti a descarga dele dentro de mim, foi uma foda rápida, deliciosa, meio silenciosa. Rapidamente arrumamos as malas dele e me despedi com um beijo de língua, enquanto as mãos dele agarravam minha bunda como se fosse propriedade dele. Sem mais, os dois foram embora, e meu marido me perguntou: "E aí, meu sobrinho?" Eu respondi: "Delicioso, muito delicioso." Ele disse: "Como assim?" Respondi na hora: "Foi delicioso compartilhar com seu sobrinho, um garoto muito agradável e gentil, tomara que ele nos visite de novo." Fui pro meu quarto com minha buceta ainda cheia do sêmen dele.
A irmã do meu marido precisava viajar, e como ele é tão prestativo, ofereceu nossa casa para o sobrinho ficar no fim de semana, já que a irmã voltava na segunda. Um menino muito quieto, mas com uns lindos olhos verdes. Lembro de ter dito a ele que, quando crescesse, seria um conquistador de garotas com olhos tão bonitos. Como era de se esperar, o garoto ainda não entendia o que eu dizia e estava vidrado nos videogames.
Isso já fazia vários anos, e meus olhos se encheram de surpresa quando o jovem Luís — esse é o nome dele — chega na porta. Ao abrir, noto seu porte: 1,80m ou mais, atlético, com um rosto de galã de série juvenil. Ele me olhou dos pés à cabeça com aqueles olhos lindos. Em casa, eu estava vestida de forma folgada, com uma blusa decotada que mostrava meus dois grandes atributos.
Luís não hesitou em olhar fixamente para eles, e eu falei:
Eu: Oi, sobrinho, como você cresceu! Acho que seus olhinhos estão olhando demais para um lado só (ri de forma provocante).
Luís: Oi, tia, prazer em vê-la. Fazia tempo que não a via, continua tão gostosa como sempre.
Eu: Ah, obrigada, sobrinho. Pode entrar e cumprimentar seu tio enquanto arrumo suas malas no quarto ao lado do banheiro, que é o que separei para você passar o fim de semana.
Caminhei devagar com a bagagem dele, percebendo pelo espelho que o garoto não parava de olhar minha bunda rebolando enquanto andava. Na minha cabeça, pensei que ele está numa idade de muito despertar sexual e talvez por isso os hormônios dele tenham se alvoroçado comigo. Luís parou de me olhar e foi cumprimentar meu marido, que estava entretido vendo TV. Arrumei a bagagem do meu sobrinho e bateu uma curiosidade de ver o que ele tinha trazido. Qual não foi minha surpresa quando, entre as roupas, encontrei dois maços de cigarro. Não imaginava que ele fosse desses jovens que gostam de fumar. O mais chocante foi ver três revistas pornográficas de alto teor sexual. Com isso, não tinha dúvida: o garoto estava na fase de despertar sexual.
Não quis revirar mais porque ele poderia perceber, então coloquei as malas ao lado da cama, arrumei ela e ouvi uns passos. Imaginei que era ele, e algo dentro de mim me forçou a empinar minha bunda o máximo possível em cima da cama. Quem estivesse me olhando com certeza teria uma bela vista do contorno das minhas nádegas.
Quando me virei, era o garoto, como eu imaginava. Ele tinha um sorriso safado no rosto. Perguntei por que ele ria, e ele disse que não era por nada especial, só que eu lembrava a mãe dele arrumando a cama. Falei que não me parecia nada com a mãe dele, porque eu sou mais voluptuosa. O garoto logo concordou, com um sorriso maroto.
Me afastei olhando para ele com um certo charme e disse que, se precisasse de algo, era só me chamar. Ele respondeu que com certeza faria isso se fosse necessário. Saí rebolando o corpo, sabendo que isso o deixava mais excitado. Meu marido me perguntou do sofá se estava tudo bem, e eu disse que sim, mas na minha cabeça o diabo já me tentava a devorar aquele garoto suculento. Minha consciência dizia para eu segurar a vontade, que não devia trair meu marido de novo, mas o desejo carnal foi mais forte. Minha buceta ficou molhada sozinha, e isso era sinal de que eu precisava dar algo novo pra ela comer.
Pedi ao meu marido para comprar uns comprimidos para enxaqueca que senti de repente (óbvio que não tinha nada) na farmácia antes de anoitecer. Como ele é tão complacente, saiu no carro para buscar meu capricho. Aproveitei na hora para dar em cima do meu sobrinho. Saí com uma toalha bem curta e justa; se eu me abaixasse, acho que daria pra ver tudo. Disfarçadamente, falei pra ele. pra meu sobrinho, se ele tava com fome pra dar de comer, o coitado já ficou duro na hora vendo minhas curvas, gaguejando me perguntou se eu tava com fome, se eu tinha peito ou coxa porque ele adorava carne, eu falei que tinha sim, me aproximei e abri minha toalha mostrando meus peitões e minha buceta gorda e depilada. Sem falar nada, o menino baixou a calça me mostrando um belo pedaço de pau moreno, eu falei: Eu: Nossa, sobrinho, também me deu fome, vou provar esse negócio aí que você tem, mas não conta pro meu marido, tá? Luis: Claro, tia, vai ser segredo nosso, a senhora sempre foi minha tia favorita e eu sonhava em te ver assim. Eu: ha ha sobrinho, não vai só me ver, vai provar o que tá vendo, preciso aliviar esse tesão e a sede de um pau gostoso... Me abaixei e comecei a chupar aquela delícia, claro que o menino já não era virgem pelo que vi nas malas dele, lambia a cabecinha com muito prazer, o cheiro de homem dele me deixava louca, ele não aguentou e começou a suspirar e gemer de prazer com a chupada que eu tava dando, enquanto eu chupava, o danado me deu um tapão forte na bunda, eu gritei e falei pra ele ir com calma, que daqui a pouco eu ia comer ele. Nessa hora, meu marido me liga perguntando sobre dois remédios pra escolher qual trazer, eu sem parar de chupar meu sobrinho falei o nome de um, desliguei e coloquei minha buceta na cara dele pra ele me chupar também, olha que o menino sabia lamber viu. Ele me dava umas lambidas, mordia meu clitóris, até que eu gozei uma porra gostosa na cara dele, depois sentei de uma vez só no pau dele e montei como não fazia há tempos. Sentir um pau novo na minha xereca era uma experiência que eu não sentia há muito tempo, o som do membro dele entrando e saindo de mim me fazia ver estrelas, igual a ele, eu era a fantasia dele e já tava realizando, enquanto eu montava, ele chupava meus peitos como um bebê faminto, depois me virei sem Tirar o pau dele pra fora e continuei cavalgando em cima do sofá, a visão da minha bunda era algo que ele não parava de curtir.
Luis: Ah tia, sua buceta é o céu...
Eu: Sobrinho, é mais que isso, é o paraíso...
Me mexi mais forte e meu pobre sobrinho não aguentou mais e jorrou um rio de porra quente e grossa dentro da minha buceta, me encheu de tanta porra que escorria pelas minhas pernas, meu sobrinho era um garanhão jovem, desses que procuram uma milf como eu pra se sentirem novinhos.
Fui tomar banho e ele foi comigo, a gente transou de novo no banheiro, mas nessa hora meu marido chegou e interrompeu a gente, me chamou e eu disse que tava me lavando, ele perguntou pelo sobrinho que não via ele, e eu falei que tava no quarto dele com os videogames, pedi pra ele levar meus remédios pro nosso quarto e meu sobrinho aproveitou pra correr pelado pro quarto dele.
Naquela sexta à noite eu queria devorar ele, mas meu marido me abraçou dormindo e eu não conseguia tirar a mão dele de cima de mim. No sábado acordei pra fazer o café da manhã com um roupão semi-transparente que mostrava meus bicos, porque eu só tava de fio dental sem sutiã, meu sobrinho acordou antes do meu marido e me deu um tapa na bunda me cumprimentando com um beijo de bom dia, a gente falou baixo pra meu marido não ouvir:
Luis: Tia, o que tem no café?
Eu: Bom, sobrinho, pra você tem isso (me virei e levantei o roupão mostrando minha bunda grande, mexia ela bem sexy pra ele curtir o que começou a provar).
Luis: Ah tia, isso parece muito gostoso, e você, o que vai comer?
Eu: Bom, bebê, eu vou comer linguiça e ovo (abaixei a bermuda dele e me curvei pra dar um boquete gostoso, o pau dele endureceu assim que sentiu meus lábios, chupei ele como toda uma profissional, lambi as bolas dele, cuspi na cabeça do pau, ele curtia tudo que eu fazia).
Eu: Sobrinho, nem precisava ter visto aquelas revistas que você trouxe, ha ha.
Luis: Ah tia, revistou minha mala? Claro que não, tia, tudo que eu podia ver com você eu vivi de verdade, sou um sobrinho muito sortudo.
Eu: Demais, sobrinho. Aproveita essa bunda que você não vai poder provar por muito tempo (fiquei de quatro na mesa da sala de jantar, dando uma vista maravilhosa do meu rabão).
Meu sobrinho não hesitou em passar a língua no meu buraco anal, curti a língua dele, cheia de tesão, percorrendo minha bunda, e depois curti o pau dele entrando como faca na manteiga por ali. Começou uma penetração suave, eu ajudava rebolando em círculos e pra frente e pra trás, o pau dele tava totalmente dentro da minha buceta, a sensação foi gloriosa. Não tava nem aí se meu marido nos visse, eu gemia como uma puta no cio, tentando não gritar pra meu querido corno não nos ouvir. A penetração ficou mais forte e a piroca dele já tinha tomado conta da minha buceta. O coito durou um tempão até meu sobrinho não aguentar mais e despejar o esperma quente e abundante dentro da minha buceta. Eu curtia a juventude e o vigor dele a cada estocada, me fazendo sentir viva e jovem, mesmo tendo muitos anos a mais que meu sobrinho.
Nós dois fomos pro chuveiro nos lavar e não deixar provas. Revirei o chão e tive que limpar os restos de esperma que minha buceta deixava. Nossa, meu sobrinho era um depósito ambulante de porra. Com o sêmen que recolhi, tive a ideia de passar no café da manhã do meu marido. Foi algo que vi uma vez num filme pornô. Meu marido, ao acordar e se arrumar, provou o café da manhã com muito gosto. Eu sorria ao ver que minha brincadeira perversa deu certo. Me excitou ver meu marido provando o esperma do próprio sobrinho sem perceber. Meu sobrinho não sabia da maldade que fiz com o tio dele.
Os dois saíram. Meu sobrinho não tem do que reclamar do tio, porque ele o levou pra passear em vários lugares, a ponto de voltarem tarde. Também não tem do que reclamar da tia, porque eu dei mais do que ele esperava. Meu corpo tava um pouco dolorido, já que fazia tempo que não fornicava de um jeito tão selvagem. Me conformei em saber que não ia me livrar de ser puta, então aceitei minha realidade e, à noite, depois que meu marido dormiu, continuei dando prazer ao meu sobrinho no quarto dele. Nossa. chico, era uma máquina de foder, perdi a conta de quantas gozadas ele me deu, mas sei que deixei ele exausto e suado na cama. Ensinei uns truques que ele podia usar com as minas pra satisfazer elas, principalmente como chupar uma buceta, que é essencial pra nós.
Infelizmente no domingo a mãe dele apareceu de surpresa pra buscá-lo, porque os compromissos dela terminaram mais cedo, e ele ficou meio sem graça de abusar da confiança do irmão. Meu sobrinho fez cara feia e não queria ir, mas contrariado e sem desculpa boa, teve que aceitar a decisão da mãe, não sem antes me pedir ajuda pra arrumar as malas.
Enquanto a mãe dele conversava com meu marido, a gente se deu ao luxo da última foda. Chupei ele com muita vontade pra ele lembrar de mim, e montei nele num sofá porque tinha medo da cama fazer muito barulho. Me vesti de puta o máximo que pude, dando beijos de língua, ele chupava meus peitões com muito prazer, o pau dele entrava e saía de mim como uma furadeira, e eu me mexia com força pra tirar as últimas cargas de leite dele. No ouvido dele, eu falava coisas gostosas pra ele gozar rápido:
Eu: Ahhh, sobrinho, me dá seu leite, ufff.
Luis: Sim, tia, que gostosa você tá…
Eu: Isso, pussy, esvazia em mim, usa a palavra: pussy, me dá logo…
Luis: Ahhh, tia, sim, vou gozar ahhh ohhhh…
Eu: mmmm, sim, sobrinho, me enche, ufff…
De novo senti a descarga dele dentro de mim, foi uma foda rápida, deliciosa, meio silenciosa. Rapidamente arrumamos as malas dele e me despedi com um beijo de língua, enquanto as mãos dele agarravam minha bunda como se fosse propriedade dele. Sem mais, os dois foram embora, e meu marido me perguntou: "E aí, meu sobrinho?" Eu respondi: "Delicioso, muito delicioso." Ele disse: "Como assim?" Respondi na hora: "Foi delicioso compartilhar com seu sobrinho, um garoto muito agradável e gentil, tomara que ele nos visite de novo." Fui pro meu quarto com minha buceta ainda cheia do sêmen dele.
0 comentários - Voltei a dar o cu pro marido