Natalia

Faz um tempo que fiquei sozinho, terminei meu relacionamento e comecei a viver a vida que não vivia antes.

Quando a gente chega numa certa idade, começa a se perguntar se quem tá do seu lado ou o que você faz realmente vale a pena ou importa. Depois de anos num relacionamento, segurando a vontade de comer outras mulheres por ser fiel e certo no amor, percebi que enquanto eu desperdiçava as novinhas que apareciam na minha frente, minha mulher tava sendo comida por outros de um jeito que eu nunca faria.

No celular dela, sempre escondido e trancado pra mim. Nunca fui ciumento, ela era uma gostosa e todo mundo queria ela, dava pra ver na academia e na rua.

O corpo dela era lindo e bem proporcionado, pele clara e tudo no lugar certo.

Depois de um tempo, minha irmã me apresentou a amiga dela, a Natália, uma puta descarada da cara ao corpo. Eu, todo experiente nessas olhadas e nos lábios dela, percebi que ela tava afim de mim. Sem pensar duas vezes, vendo aquele rabão grande e redondo, já tratei de chamar ela pra sair várias vezes. Na primeira vez, foi só umas cervejas, ela só queria me foder como uma louca. Minha irmã contava umas coisas sobre mim pra ela, e ela gostava. Quando chegou na minha casa, decidiu que queria subir de nível, viver meu estilo de vida e ficar com quem eu tava. Ela comentou isso, o que facilitou pra ela me dar aquele rabo e me deixar aproveitar o corpo dela. A partir daí, virei um expert em usar essa estratégia: oferecer meu estilo de vida e a chance de entrar num novo mundo.

Deixa eu te falar, todas caem / todas querem sair e subir.

A Natália, por sua vez, era uma puta gostosa e fogosa. A buceta dela era linda e cremosa, extremamente leiteira e engolidora.

Ela deixava minha pica dura só de beijar ela e ver aqueles peitos pontudos, aquele rabo e cintura que não têm igual. Cada dia o tesão ficava mais intenso, e cada vez que a gente transava, aprendia mais como dar prazer um ao outro.

Ensinei ela a chupar e a comer minhas bolas, ensinei ela a me entregar aquele rabo sem reclamar e a buceta dela a ficar molhada a ponto de pedir pra eu chupar ela. Com o tempo, ela não hesitava mais. Ao me pedir para chupar ela oral pra ficar mais molhada e depois mandar eu comer o cu dela. Tive que trocar a cama dias depois porque os orgasmos molhados dela foram demais.

Ela me fazia gozar três e quatro vezes num tempinho, não é a quantidade, é a qualidade, nada melhor que gozar dentro e sem falar nada ou pedir pra tirar e ela continuar chupando. Até te fazer gozar na boca dela de novo, com o pau bem sensível e ela toda molhada, o cu dela se abre te dando um novo orgasmo intenso. A sensação de incômodo e sensibilidade na cabeça do pau dura só um pouco, depois curte muito mais.

Não percam a chance de comer qualquer gostosa que aparecer na frente só porque tão apaixonados, as mulheres da rua te levam ao prazer máximo enquanto a mulher de casa dá pra outros na rua sem limite nem reserva.

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