Consuelo madre e hijo

Olá a todos os leitores desta página incrível. A história que quero contar é sobre como acabei tendo relações com meu filho, depois de muitos anos reprimindo meu desejo por ele. Agradeço à autora por me permitir publicar minha história, fazendo as alterações que ela considerar necessárias.

Me chamo Laura, sou uma mulher que vai fazer 48 anos. Fisicamente, não me considero uma gostosa nem uma supermulher, mas todos que me conhecem dizem que sempre me mantive esplendidamente em forma. Meus peitos são bem grandes, sim, quase do tamanho de melancias, mas não caídos. Meus mamilos são proporcionais aos meus seios. Tenho 1,69m, cabelo longo preto, olhos cor de ébano, uma bunda bem durinha por causa dos anos de esporte, e minhas pernas são muito firmes. Sempre gostei de usar saias curtas, seja verão ou qualquer estação, e quando tinha reuniões ou festas, usava calças jeans bem justas, quase coladas. Todos os homens que me viam me olhavam com desejo, alguns até tocavam seus membros, imaginando meter em mim pela frente e por trás. E isso, como mulher, me enchia de alegria, ao saber que me consideravam apetitosa. Quero deixar claro que, embora gostasse de ser provocante, sempre fui uma mulher ética e nunca traí meu então marido, e especialmente, devia respeito ao maior dos meus amores, meu filho Luis.

Sobre meu filho Luis, posso dizer que o amo loucamente, com toda a alma, já que é meu único filho que a natureza me permitiu ter. No momento de concebê-lo, foi de risco devido à minha delicada natureza ovariana, e no parto foi uma situação de vida ou morte, a ponto de meu ex-marido decidir que me salvassem a mim antes do meu filho. Por sorte, ambos saímos bem da operação, e meu Luis, desde aquele momento, se tornou minha razão de viver.

Para toda mulher que tem a sorte de ser mãe, é uma bênção ver seu filho crescer e, principalmente, receber o carinho, amor e afagos que seu tesouro te oferece como... recompensa por todo o sacrifício que fazemos por eles. Meu filho Luis sempre foi muito dengoso, meu tudo. Nunca lhe neguei nada. Mimei demais, dei bronca quando foi necessário e, principalmente, incuti valores nele para ser um homem de bem. Sempre fomos muito unidos, e sei que meu ex-marido teve ciúmes dele desde o dia em que veio ao mundo. Na verdade, era normal que tivesse, porque ninguém podia se interpor no que eu sentia por Luis, talvez algo mais que um amor de mãe, que com o tempo foi me prendendo no meu próprio desejo. Como disse, desde que me tornei mãe, meu marido começou a reclamar porque eu não estava "cumprindo" como mulher. Eu, apesar de todo meu papel de esposa, percebia que meu marido queria que eu o colocasse um pouco mais num altar. Problemas, gritos, infidelidades, tudo isso foi suficiente para que, quando meu filho completou 12 anos, eu pedisse o divórcio, desejo que não foi contestado pelo outro idiota. Já estava divorciada há 8 anos, tempo suficiente para ter superado tudo. Eu levava bem, porque me conformava com a presença do meu Luis, mesmo que ele me dissesse que eu tinha direito de ser feliz, que pensasse em mim como mulher também. Meu filho tinha esses pensamentos bastante sérios, depois que ouvia suas tias, parentes que nos visitavam e conversavam comigo sobre meu futuro como mulher, que eu devia virar a página e ter outro compromisso. Embora eu tentasse seguir o conselho e tentar algo, ainda era relutante em iniciar algum relacionamento, nem tinha vontade de ter aventuras ocasionais. Por isso, vivia só com meu filho, sua companhia era suficiente para mim. Me chamem de egoísta ou boba, mas meu universo e felicidade se centravam no meu pequeno. Luis, quando chegou aos 20 anos, já era um arquétipo hercúleo. Pouco a pouco, ele foi de um corpo franzino para um musculoso, sua altura mal passava de um metro e setenta e cinco, sim, é um pouco mais alto que o pai, mas mesmo assim é mais alto que Outros caras da idade dele, a pele dele é morena clara e, mesmo não sendo absurdamente gato, ele chamou a atenção de várias minas por vários aspectos, entre eles o gosto por futebol. Essas situações muitas vezes me deixaram com um ciúme doentio, ver aquelas vagabundas se insinuando pro meu tesouro. Cheguei ao ponto de, quando elas vinham visitar, negar a presença delas e outras coisas que meu filho sempre reclamava, dizendo que eu não tinha direito de me meter na vida privada dele e em outros assuntos relacionados ao círculo social dele.

De todas as namoradas que meu filho teve, teve uma que eu não gostava nem a pau. Paula era o nome. Sempre achei que o relacionamento dele com ela não ia durar muito, por isso, quando conversei com ele e ele me disse que queria morar junto, porque tinha planos de casamento, eu profetizei que ele ia cavar a própria desgraça.

Pela primeira vez na vida, Luis não me deu ouvidos e acabou saindo de casa. No começo sofri muito com a partida dele, mas conforme as semanas foram passando, tive que aceitar que meu menino agora era um homem e tinha direito de viver a própria vida.

Pra não ficar pensando nele, também decidi sair uma noite com umas amigas pra tomar umas por aí, mas tanta foi a decepção que eu me embebedei como nunca na vida. A única coisa que lembro é que, nessa noite, comecei a conversar com um amigo de uma amiga que tava com a gente. Ficamos os dois até tarde porque o resto tinha ido embora e, vendo que já eram 4 da manhã, levei ele pra casa e, apesar da minha bebedeira, deixei aquele cara me fazer dele por quase três horas.

Quando acordei na minha cama, meu acompanhante não tava mais lá e eu me senti uma puta barata e suja. Chorei amargamente e liguei pro celular do meu filho. Queria contar a burrice que tinha feito, mas só perguntei como ele tava. Ele disse que tava tranquilo, mas minha intuição de mãe me dizia que não. Claro que, desde aquele dia, decidi não sair mais com nenhuma amiga pra... um bom tempo.
Um dia, Luis me ligou para dizer que seu relacionamento com Paula tinha terminado. Me senti certamente aliviada, e também com pena dele, já que isso o afetou muito pessoalmente. Embora meu filho tivesse um apartamento que o pai dele tinha dado de presente de 18 anos, ofereci que ele voltasse para nossa casa, para se sentir mais acompanhado. Ele não aceitou, mas começou a me visitar com frequência e até nosso contato se intensificou, conversando por telefone e principalmente pelo WhatsApp.
Tudo isso, mas principalmente pelas mensagens, fez com que nossa confiança aumentasse. Ele fazia brincadeiras relacionando que nós dois estávamos agora sem parceira. Às vezes no começo, e depois com mais frequência, a gente esquecia que éramos mãe e filho, parecendo mais dois jovens se provocando, pra ver quem caía rápido.
De repente, as mensagens subiram de tom. Meu filho me perguntou se durante a ausência dele, eu tinha ficado ou conhecido algum homem, respondendo que nem tava tão na seca assim pra ficar procurando marido. Apesar da depressão dele, Luis me animava. Eu dizia que a próxima namorada dele ia ser muito sortuda, e ele respondia que tomara que fosse verdade e outras palavras de incentivo pro meu filho.
Era terça-feira, e nesse dia as conversas ficaram um pouco mais eróticas. Ele comentou sobre o tamanho dos meus peitos, e disse que sempre tinha adorado eles, desde quando era adolescente e me via. Entre essas confissões, ele lembrou do Jordan, seu amigo inseparável da escola, que, uma vez, quando fomos passar um domingo na piscina e eles tinham uns 15 ou 16 anos, me viram de relance fazendo topless, junto com a mãe do segundo. Depois de ouvir ele, respondi:― Filho, isso foi há mil anos. Talvez naquela época eu estivesse gostosa, hoje já tô velha.
 ― Mãe, você está melhor do que nunca. Ainda usa saias curtas para ir trabalhar. Poucas mulheres da sua idade podem dizer o mesmo, e com certeza, eu não conheço nenhuma mais gostosa que você. Seus peitos são o sonho de qualquer homem.
 ― A Paula deve ter gemido gostoso quando você deu amor nela. Lembro que seu mastro é maior que o do seu pai.Minha resposta me deixou envergonhada depois, já que eu sabia e ficava louca com o sexo do meu filho. Ele sempre teve um pauzão, e mesmo fazia muitos anos que eu não o via pelado. Tudo aquilo fez com que à noite eu me sentisse ridícula e envergonhada, já que esses comentários não eram típicos de mim.

Na quarta-feira, no início da tarde, ele me ligou. Estava mal, a voz embargada. Chorando. Contou que a Paula tinha conhecido outro homem, algo que eu já desconfiava. Ele esperava que a separação fosse temporária, apenas uma crise, mas as razões da esposa significavam que o relacionamento tinha acabado. Decidiu tirar uns dias de férias e vir para minha casa para não ficar sozinho.

Uma semana depois dos fatos mencionados, eu voltava do escritório onde trabalhava e, quando cheguei em casa, vi que ele já tinha chegado. Estava na sala, sentado no sofá. Dava para notar que ele estava abatido e muito triste.― Você já comeu?Não estou com fome.Preparei um sanduíche para ele e sentei ao seu lado. Tentei animá-lo, mas acho que ele não me ouvia. Percebi que ele queria ficar sozinho e fui para meu quarto me trocar. De lá, decidi então mandar mensagens para o celular dele. Dizia para não se preocupar, que logo ele superaria e encontraria outra mulher. Eu o animava mandando elogios, algo que nunca tinha feito, nem quando estava apaixonada e muito menos casada.

Ao ver que ele não respondia minhas mensagens, coloquei minha roupa de dormir (um roupão branco, com calcinha rosa e um sutiã creme). Quando passei ao lado dele, ele não se mexeu e continuou com o olhar perdido. Então me mexi de maneira erótica, tentando me mostrar sensual e sexy. Procurava não desviar meus olhos dos dele. Só queria tê-lo ao meu lado.

Procurava misturar o papel de mãe com o de mulher. Cruzei minhas pernas e fiz com que meu vestido subisse um pouco mais, mostrando-as até a metade das coxas.

Embora Luis estivesse com o olhar perdido, curiosamente ele ficava cabisbaixo e direcionava os olhos para minhas pernas. Sem dúvida, aquelas armas de mulher que nunca cheguei a usar, começavam a dar frutos.

Notei que seus olhos se dirigiam a elas, o que me deu um bom sinal. Comecei a mover as pernas, a me abaixar e levantar, desejando que ele reparasse no meu corpo, algo que sem dúvida eu conseguia. Meu desejo de que um dia meu filho me olhasse como mulher, estava se realizando. Realmente, essa ideia me deixava louca.

Consegui chamar sua atenção e, embora ele estivesse deprimido, seus olhos reagiam. Me aproximei para dizer que não precisávamos de outros parceiros, já que sempre teríamos um ao outro.

Logo meus flertes foram ficando mais evidentes, aos quais Luis não era indiferente. Abri um pouco mais meu roupão, fingindo que estava muito calor em casa. Na verdade, eu sentia um pouco de calor e queria tirar o roupão, tentando me ventilar enquanto mostrava a calcinha, deixando meus seios à mostra.

Sem perceber, fui me aproximando cada vez mais... Cada vez mais ao meu filho. Eu gostava que ele me olhasse como mulher. Sempre gostei do físico do meu filho, e minhas amigas, muitas delas divorciadas, sempre reforçavam isso, dizendo a raiva que sentiam por ele não ter vinte anos a mais, ou elas, vinte a menos. Comentários como esses sempre me deixaram com ciúmes, mas eu disfarçava. Os olhos foram feitos para olhar, afinal de contas.
Não havia mais volta atrás, eu mudei o papel de mãe para mulher. Só sei que quando quis recuar, já estava colada no Luís, ombro a ombro. O que veio depois foi abraçá-lo, dar um beijo na bochecha. Não havia mais volta atrás e dei o último passo, que já seria definitivo.Você vai ver como não demora muito pra usar isso.– Falei enquanto apoiava meus dedos na sua virilha. Apesar de ela ter feito cara deo que você tá fazendo?mas ele não fez nenhum gesto de se afastar de mim. Isso me fez continuar. Eu me sentia calma e aquecida. Meu desejo por mulheres começava a escapar. Na verdade, acho que já não sentia que aquele jovem ao meu lado fosse meu filho, mas sim um homem com um sexo dotado para experimentar.

Pouco a pouco me aproximei dele. Uma vez cara a cara, beijei sua bochecha novamente, só que desta vez, o primeiro beijo foi seguido por muitos outros, menores e mais sensuais, até que nossos lábios se encontraram.

Ele respondeu imediatamente levando sua mão ao meu sutiã, desabotoando-o devagar até chegar ao meu peito e deixá-lo livre, começando a beliscar diretamente meu mamilo. Aquela dor me excitou muito.

Eu já me sentia muito quente. Queria avançar. Procedi a tirar minha calcinha, ficando totalmente nua e com um monte de lubrificação que me sujava a perna. Luis também fez o mesmo, ficando totalmente nu. Me surpreendeu o tamanho do seu membro, que fazia muitos anos que não via, desde aquela vez na piscina junto com seu amigo, quando estavam medindo quem deles era mais dotado que o outro.

Acariciei-o suavemente, com carinho, para imediatamente levá-lo à boca. Fazer aquela chupada me fazia sentir mulher. Sugava seu pau com desejo autêntico. Meu filho mostrou sua cara de excitado e eu queria dar a ele tudo aquilo que jamais tivesse tido com uma mulher, por mais que já estivesse casado há um tempo. Chupava com gula aquela rola ereta. Eu gemía de forma exagerada e além disso sabia que aquela situação era provocada por mim, mas também não desejava que ele tivesse um orgasmo tão cedo. Eu também queria ter minha parte e parei com as chupadas.―Mãe, você tá uma gostosa!!! Você tem uns peitões enormes!!!
 ―Lembro que você já comeu delas– respondi brincando.
Ele passou a mão pelas minhas costas. Tudo era muito erótico, muito sensual. Ele foi descendo até acariciar minha bunda. Eu continuava de costas. Apesar de excitada, estava um pouco tímida e não conseguia me virar de frente para o Luis, que continuava sentado no sofá.

Me posicionei em cima dele, mas ainda estava de costas. Eu estava muito molhada e não houve problemas quando ele me pegou nos braços, me levou até a cama, abriu minhas pernas e, depois de me dar uma chupada gostosa na buceta, que me arrancou uns gritos de puta, isso junto com minha saliva passada no pau dele, facilitou para que, na hora de meter, entrasse muito fácil e começasse com suas enfiadas gostosas.

A sensação era estranha, a primeira vez que fazíamos e a posição de missionário em que eu era penetrada por ele. Em nenhum momento eu poderia ter imaginado algo assim, embora reconheça que sempre me senti atraída por ele, desde que era um garoto, os olhos de desejo com que minhas amigas o olhavam, os olhares de puta das colegas dele e, principalmente eu, minha libido que não entreguei ao meu marido nem ao cara daquela noite, tudo isso fez com que a caixa de prazer se liberasse.

Quando meu filho se deitou em cima de mim, pegou minha cintura e começou a me manejar ao seu bel-prazer. Ele beijava meus peitos, minhas coxas, me obrigava a olhar nos olhos dele, enquanto eu o apertava com minhas pernas, tentando e conseguindo que seu pau entrasse e saísse sem nunca sair da minha boceta.

Não pensava em nenhum momento que a relação materno-filial que mantinha com meu filho daria lugar à de mulher-homem, que só buscam copular.

Podia ouvir o som da penetração quando se misturava com meus fluidos vaginais. Eu o sentia dentro, sentia como ele brincava com meus peitos e minha excitação fazia com que eu mesma brincasse com meu clitóris, buscando ainda mais prazer.

– Me faz de quatro. Estilo cachorrinho. – Propus ao meu filho, oferecendo uma posição que sempre gostei.

Me levantei e me posicionei na beirada da cama, na posição que eu tinha pedido. Ele não demorou a me invadir. Ainda lembro daquele formigamento instável quando ele buscava de novo minha buceta. Percebia o pau do Luis ainda mais duro do que na posição anterior. Ele me cobria completamente e eu gostava. Seus movimentos começaram a ficar brutos de tanta excitação. Ele começou a puxar meu cabelo, me transformando numa gostosa sobre a qual ele cavalgava.― Tô quase gozando.– Ele me disse preocupado.
Eu ainda não tinha chegado ao orgasmo, então pensei na oportunidade de atrasar um pouco. Também queria dar a ele todo o prazer que pudesse e fazer desse a melhor foda da vida dele. Ele se afastou levemente de mim. Me levantei e me posicionei novamente de costas para cima, onde tinha mais espaço, e me deitei com as pernas bem abertas.Aqui estou. Faz o que quiser comigo. Hoje sou sua escrava sexual e estou aqui para te fazer feliz.Ele não respondeu. Acho que ao parar por alguns instantes também pensou em quem era a mulher que estava com as pernas totalmente abertas, diante dele.

Naquela posição ele podia ver meu rosto, contemplar meus seios, e percebi que a cena era excitante.

De novo comecei a ficar excitada. Deixava meu filho me manipular à vontade. Eu não conseguia parar e enquanto ele me penetrava comecei de novo a me tocar, acariciando meu clitóris e meus seios.

Aquela posição me proporcionava algo diferente: poder ver meu filho enquanto me penetrava, ao mesmo tempo que via meu corpo, até minha buceta depilada, um verdadeiro banquete a ser possuído.

Apertei meus mamilos, algo que sem dúvida era o que mais tinha gostado sempre do sexo e com o qual me satisfazia pessoalmente na falta de uma rola. Também as investidas do meu filho, a quem cada vez sentia mais, me fizerem ter um dos orgasmos mais marcantes da minha vida.― Filho, filho, assim, assim!!! Você me faz tão feliz!!! Me enche de você!!! Eu te amo, Luis, te amo loucamente, como mãe, como mulher, como sua putinha!!! – Gritei, perdendo o controle.Fiquei relaxada, mas com as pernas abertas. Olhava para o Luis, que quase desmontado de prazer tentava finalizar a transa.―Filho. Goza dentro de mim.Eu disse porque sabia que eu já não podia engravidar, por causa da laqueadura que fiz depois que ele nasceu.FICA TRANQUILA, MAMÃE. NÃO SE PREOCUPA. VOU TE DAR O QUE VOCÊ PEDIU - AHHHHHFoi quase na hora que, de repente, senti o pênis dele inchar e, depois de um grito de prazer, ele começou a inundar minha buceta com a semente quente. Apesar de ter tido uma boa dose de sexo, eu ainda estava excitada, então peguei um pouco com o dedo e levei à boca.

Me sentia feliz e muito satisfeita. Não estava pensando nas consequências de ter tido uma relação sexual com meu filho. Levantei, tomei banho e fui para a cama. Luis saiu de casa e voltou tarde. Eu não ligava para o que ele fazia ou com quem estava, mas sabia que ele não iria atrás de outra mulher.

No dia seguinte acordei confusa. Estava excitada com o que tinha acontecido, mas também me sentia responsável como mãe. Mal tinha dormido e, de madrugada, ouvi Luis abrindo a porta. Pensei que talvez ele viesse dormir na minha cama, mas não foi assim. Ouvi a porta do banho fechar e depois a do quarto dele. Me senti um pouco decepcionada e também frustrada. Pensei que talvez ele tivesse ficado com a Paula, e fiquei mal só de imaginar.

Apesar de nem ter passado um dia desde o que aconteceu, eu ainda desejava meu filho como homem. Sentei ao lado dele e, enquanto o ouvia, tentava me mostrar o mais erótica possível. Acariciava sua perna e seu braço. Sussurrava no seu ouvido de forma sensual e, principalmente, me aproximava cada vez mais até que, finalmente, aproximei meus lábios dos dele e nos fundimos em um beijo profundo de casal.

Percebi que ele estava excitado e, principalmente, ao aceitar meu beijo, sabia que ia ter outra sessão de sexo com meu filho. Sentei, com as pernas cruzadas na cama, puxei um pouco o decote e levei as mãos dele aos meus peitos, apertando com força.

Comecei a respirar ofegante, enquanto meus mamilos ficavam duros de novo. Luis, sem dúvida, sabia como tocar uma mulher, e mostrava isso comigo. Minha mão se aproximou da calça dele, mas ele a afastou e tirou a roupa. Sem dúvida, ele estava muito excitado. O pau dele deixava isso claro.

Estávamos os dois impacientes. Assim que Fiquei nua da cintura para baixo, levei minha boca até seu pênis e comecei a chupar de forma descontrolada. Estava com tesão, e saber que meu filho estava ficando louco me contagiou completamente.
Eu estava totalmente arrepiada. Sentia a umidade na minha calcinha. Parei e me posicionei novamente na cama, de joelhos, mas mantendo as pernas abertas. Abri totalmente meu roupão e convidei Luis para conferir, introduzindo sua mão por baixo da minha roupa íntima.
Isso me deixava louca. Ele começou a brincar com meu clitóris. Eu adorava e adorava me ver tão atraente, com meus seios saltando sob o roupão totalmente desamarrado e aberto.
Não consegui resistir mais e me joguei nele. Peguei seu pênis e também comecei a masturbá-lo, assim como ele estava fazendo comigo.
Minha cabeça girava, movendo de um lado para o outro, enquanto minha boca sussurrava palavras de prazer.
Havia chegado o momento. Eu queria ficar nua. Ele já quase estava. Procedi a tirar meu roupão de forma sensual, tentando sempre fazer meus seios se destacarem.
Alisei meu cabelo, ficando nua da cintura para cima. Só queria parecer sexy e apetitosa para meu garoto. Só estava usando a calcinha que havia colocado minutos antes, depois do banho matinal. Deitei na cama e imediatamente meu filho procedeu a tirá-la.
Posso parecer uma safada ao contar isso, mas só desejava fazer amor com meu filho. Por isso, quando abri minhas pernas e ele se posicionou entre elas, me senti excitada, e principalmente me mostrava que eu, na minha idade, podia ser muito atraente.
Seu membro entrou de primeira dentro de mim. Eu estava muito molhada e ele tremendamente duro. Comecei a mover minha cabeça, pedindo mais, enquanto ele me tocava, acariciava meus seios e continuava com o vai e vem.― Mãe. Eu vou gozar.– Ela disse com a voz entrecortada pela excitação.Espera, não chega ainda.Vou me virar e você faz por trás.
Me virei e me ajoelhei. Apoiei minhas mãos e fiquei de quatro. Me sentia como uma puta no cio.

Na verdade, só queria atrasar um pouco a gozada do Luís. Ele entrou em mim de novo, e eu voltei a gemer como uma louca.

Meus gritos começaram a ficar tão altos que talvez os vizinhos ouvissem, mas ele estava me fazendo sentir coisas que nunca tinha sentido com o pai dele, nem com aquele idiota daquela noite. Meus braços não aguentavam mais e meus peitos caíram sobre os lençóis. Minhas mãos se contorciam e minha boca ficava ofegante.

Luís agarrou meu cabelo e levantou minha cabeça. Instintivamente, coloquei as mãos de novo nos lençóis e me levantei um pouco. Aí percebi que ele queria tocar meus peitões.

Vi que tinha chegado a hora, então voltei à posição de antes. Deitada, olhando para cima. Ele entrou entre minhas pernas de novo. Eu estava tão excitada que não conseguia parar de me tocar. Minhas mãos iam dos peitos ao meu clitóris em questão de segundos. Comecei a gritar, sabendo que era o final do ato. Os movimentos dele mostravam que ele também estava prestes a gozar.

Me observei no espelho do quarto. Acho que nunca tinha me visto assim. Minhas pernas totalmente abertas, com um homem em cima de mim, mesmo que fosse meu filho, e mostrando meu corpo nu, o que me deixava ainda mais excitada.―Vou gozar, mãe!!!A expressão dela me trouxe de volta à realidade. Eu tinha tido meu orgasmo alguns segundos antes e só consegui dizer: ― Filho!!! GOZAAAAA EM MIM!!!Senti que, mais uma vez, seu sêmen quente inundava meu interior. Luis se levantou de cima de mim e se deitou ao meu lado. Eu o acariciei como se fosse sua namorada. Me sentia feliz.

Desde aquele dia até hoje, sou apenas para meu filho e ele é apenas para mim.

E da Paula, só sabemos que o outro cara com quem ela foi a abandonou, deixando-a grávida e com a barriga já grande. Claro que meu filho fortaleceu o coração e esqueceu dela, mesmo quando ela quis voltar feito cachorro arrependido.

Ninguém sabe o que tem até perder.

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