Quando eu tinha uns onze anos, conheci o Alejandro, um vizinho que morava a umas quadras da minha casa. A gente tava numa parte de Merlo bem rural, e pra chegar na casa dele tinha que atravessar um campo de pelo menos quinhentos metros com mato alto e uma espécie de bosquinho de arbustos. O Ale era loiro, magro e muito gostoso. As piranhas do bairro tavam todas atrás dele. A gente se juntava em casa, ia jogar bola ou andar pelas ruas, sempre em grupo, com meus irmãos e outros amigos. Também pegamos o costume de dormir na casa de um de nós, principalmente no verão. O negócio é que quando ele ficava em casa, eu tinha um videocassete VHS e tinha achado e escondido um pornô que era do meu tio. No vídeo tinha um gordo careca que drogava as novinhas na pousada dele, elas desmaiavam e depois ele acordava elas chupando a buceta e os peitos, e todas ficavam com tesão e ele comia elas. Aí a gente tava em casa, de madrugada, e eu coloquei o vídeo na sala. Sentamos um do lado do outro e na hora fizemos uma punheta cruzada. Ele tinha o pau fino, e eu curto. Não foi nada demais, a gente se estimulou um pouco, ninguém gozou e pronto. Fomos dormir.
O negócio é que uns dias depois a gente tava voltando da casa dele, o pai dele vendia bolinhas de frade e eu fui comprar. No meio do caminho ele pegou o saquinho com as bolinhas e entrou no bosquinho. Encontrei ele lá nos arbustos e quando cheguei perto ele falou:
- Chupa meu pau?
Eu hesitei um segundo.
- Você também, depois - respondi.
- Fala, fala.
Ajoelhei, ele abriu a braguilha do jeans todo gasto que tava usando e chupei aquele pinto fino por um tempo. Não sei se gozou, mas depois de um tempo ele mandou parar. Eu levantei, tirei o pau pra fora e ele começou a chupar de joelhos. Mas o filho da puta me mordeu. Eu não pensei duas vezes, fiquei com medo, parece, e dei um tapa na cara dele.
- Que porra é essa, otário?
Ele se assustou com o tapa, acho que não esperava. Peguei a bolsa com as bolinhas de frade que ele tinha deixado penduradas num arbusto e fui embora, deixando ele sozinho. A gente não se falou por vários dias.
O negócio é que uns dias depois a gente tava voltando da casa dele, o pai dele vendia bolinhas de frade e eu fui comprar. No meio do caminho ele pegou o saquinho com as bolinhas e entrou no bosquinho. Encontrei ele lá nos arbustos e quando cheguei perto ele falou:
- Chupa meu pau?
Eu hesitei um segundo.
- Você também, depois - respondi.
- Fala, fala.
Ajoelhei, ele abriu a braguilha do jeans todo gasto que tava usando e chupei aquele pinto fino por um tempo. Não sei se gozou, mas depois de um tempo ele mandou parar. Eu levantei, tirei o pau pra fora e ele começou a chupar de joelhos. Mas o filho da puta me mordeu. Eu não pensei duas vezes, fiquei com medo, parece, e dei um tapa na cara dele.
- Que porra é essa, otário?
Ele se assustou com o tapa, acho que não esperava. Peguei a bolsa com as bolinhas de frade que ele tinha deixado penduradas num arbusto e fui embora, deixando ele sozinho. A gente não se falou por vários dias.
2 comentários - Meu primeiro gozo foi dentro da bunda de um cara (I)