De madre a Puta

Oi, vou contar uma coisa que aconteceu comigo há alguns meses. A história é real, e tão fiel ao que realmente aconteceu quanto a memória me permite. Hesitei bastante se contava ou não, e como é algo que nunca vou poder falar com ninguém, conto aqui como um desabafo. Vou dar só o meu nome e de mais ninguém por causa das possíveis associações. Tudo aconteceu num sábado à tarde há 3 ou 4 semanas. Estavam em casa meu filho mais velho com seus dois melhores amigos do ensino médio. Minha parceira atual tinha ido com meu filho menor para a casa dos pais dela, então eu estava sozinha com eles em casa, fazendo algumas tarefas domésticas, lavando roupa, esfregando o chão, etc. Meu filho tinha se juntado com os amigos para fazer um trabalho para a escola. Mas como era previsível, minutos depois de se trancarem no quarto, dava pra ouvir música e gargalhadas. Claramente não estavam trabalhando. "Ok, não vamos ser tão rigorosos", pensei. "São jovens, estão se divertindo". Meia hora depois, o barulho e a música continuavam. Claramente não estavam estudando, então decidi entrar no quarto dele para botar um pouco de ordem. Ao abrir a porta, um deles estava sentado na cama, enquanto meu filho e um dos amigos estavam na escrivaninha onde fica o computador. Como os peguei de surpresa com minha entrada no quarto, demoraram uns segundos para fechar a janela do navegador. Como podem imaginar, na idade deles, estavam vendo pornô. Fingi que não tinha visto nada. "Guris, eu sei que vocês estão com vontade de fazer merda e perder tempo, mas tentem primeiro completar o trabalho pra escola, ok? Depois podem ficar jogando e fazendo o que quiserem." "Oookeeeyyyy", disseram os três quase em uníssono. Me virei, caminhei os 4 passos que me separavam da porta. Saí do quarto, e me virei pra dar uma última olhada antes de fechar a porta. Para minha surpresa, os três estavam me olhando, dois deles tinham a vista grudada na altura da minha bunda. Meu filho, me olhava direto na... Olhos. Pisquei pra ele, ele me mandou um beijo. Fechei a porta. Já do lado de fora, fiquei com uma sensação estranha. Eles estavam olhando minha bunda? Estavam com o olhar perdido... Fiquei com uma sensação esquisita, de que algo não estava certo, e ainda assim, me senti "gostosa" por um momento. Fui até a sala e me olhei no espelho. Virei de costas e girei a cabeça pra olhar minha bunda. Sempre disseram que era meu melhor atributo. Ainda com 36 anos, acho que continuo bem. E pra ser sincera, naquele dia eu estava de legging branca, uma regata preta. Por baixo da legging, uma calcinha fio dental vermelha, porque acho confortável. Percebi que a calcinha marcava um pouco. Com meus 1,59 de altura e 52 kg, pareço mais jovem, pelo menos fisicamente, do que minha idade. Meu cabelo castanho escuro cacheado tem alguns fios brancos, que tingo semanalmente com cuidado. Meus peitos nunca foram o atrativo, pequenos, embora firmes. Mas minha bunda... nunca tive namorado, amigo ou amiga que não dissesse algo sobre ela. Redonda, firme, empinada... Me olhando no espelho percebi que estava bem atraente, na verdade. Com roupa de ficar em casa a gente nunca se sente atraente ou sexy. Decidi deixar o assunto pra lá e seguir com meus afazeres domésticos. Quinze minutos depois, passei de novo pelo corredor que dá pro quarto do meu filho. O mesmo corredor dá pro meu quarto e pro banheiro principal. Não tinha intenção de ouvir o que faziam, mas um comentário me chamou a atenção. Um dos amigos do meu filho disse:
- Mas cara, te entendo total, eu faria o mesmo se fosse você
- É - acrescentou o outro - a verdade é que sua mãe tá uma gostosa, você já sabe, todo mundo fala na escola
Fiquei gelada... estavam falando de mim! Tentei acalmar a cabeça e continuei ouvindo. De repente senti interesse em saber o que diziam de mim. Por um lado me senti viva, jovem de novo. Por outro, achei meio engraçado, afinal, são dois garotos bem jovens... Mas enquanto ficava remoendo esses pensamentos Na cabeça, ainda encostada na parede do corredor, ouço a voz do meu filho dizendo:
— Querem ver uma coisa que vai explodir a cabeça de vocês?
— Bora! Mostra aí, caraio! — respondem.
Dá pra ouvir meu filho se movendo no quarto; como não sabia se ele ia sair, corri rápido pro banheiro. Uns 10 segundos depois, percebendo que ele não saiu do quarto, voltei a me aproximar da parede e ouvi mais:
— Nããão, mano, me dá isso… olha só… Que filho da puta! E tá usada!…
Comecei na minha cabeça a tentar entender do que estavam falando. Não precisei pensar muito:
— Olha o que é esse fio-dental, cabra! — disse um dos amigos, seguido de risadas e mais comentários que não consegui escutar, porque naquele momento meu coração paralisou.
Um fio-dental?… Claramente estavam falando de um fio-dental meu. Comecei a fazer um levantamento mental e percebi que, de fato, uma semana atrás tinha sumido um fio-dental, que eu tinha tirado ao entrar no banho e nunca mais encontrei. Pensei que por acaso tinha jogado no lixo e não dei mais importância. Era branco, de renda e bem sexy, na verdade.
Me recompus do susto e voltei a tentar escutar. Tinha uma mistura de sensações muito estranha. Me sentia desejada, surpresa, irritada, excitada, nervosa…
— Enrolo ele no meu pau pra bater uma — ouvi a voz do meu filho, seguida de risadas.
Um raio de frio partiu meu peito… Meu filho batendo punheta pensando em mim??!!… Isso era pesado demais. Tinha que fazer algo, dizer alguma coisa… mas o quêêêê?! De qualquer jeito, devia esperar ele estar sozinho. Definitivamente não era a hora. Por isso decidi continuar ouvindo pra juntar evidências e depois conversar com ele a sós.
— Queria que minha mãe fosse gostosa como a sua, estaria abraçando ela o dia todo, esfregando nela, hahaha —
— Hahaha! É mesmo. Se sua mãe fosse a minha, já tinha comido ela. —
Esses moleques estavam sem noção, mas confesso que começou a subir uma certa sensação de excitação e tesão.
— É, mas vocês… Não conhecem ela, por mais linda que ela seja, é muito amarga. Sempre está me ralhando por tudo, não me deixa em paz. É muito rigorosa, se eu me aproximar para tocá-la ou algo assim e ela perceber, ela me mata!
- Meu filho tinha razão, de repente percebi que ela era muito rigorosa e distante, e nessa distância nunca tinha prestado atenção em como ela me olhava nem nas necessidades dela como jovem.
- Todas gostam de foder, senão você não estaria aqui - Hahaha, - ouviram-se as risadas de todos.
- O que podemos fazer é falar com ela de forma anônima e ver o que ela diz...
A imaginação desses garotos não parava de me surpreender...
- Já sei, me passa o número da sua mãe - disse um. - Eu sempre tenho dois celulares, o que vocês conhecem, e esse outro que meu pai me deu para ter de reserva, caso algum dia roubassem o primeiro.
- Esse número ninguém tem, vamos, me passa -
Ouço comentários e barulhos. Me afastei por alguns segundos e fui para meu quarto pensar. O que eu fazia? Seguia o jogo deles? De novo, não tive muito tempo para pensar. Meio minuto depois, senti que meu celular estava tocando.
Enquanto passava pelo corredor sem fazer barulho, ouvi que de dentro do quarto meu filho dizia - já chegou a mensagem, boludo!, deu para ouvir que o celular dela tocou!
Na cozinha, peguei o celular, e de repente senti que estava nervosa, quase tremendo. Esse jogo estava tomando um rumo inesperado. Não sabia se cortava ou seguia. Li a mensagem:
"Oi gostosa, como você está?"
Pensei no que fazer... e antes de tomar uma decisão, me vi pressionando o "aceitar mensagem" do celular. Isso quer dizer que eles podiam ver que a mensagem tinha chegado e que eu tinha lido.
"Oi... quem é você?" respondi...
"Um admirador secreto seu, que te vê todos os dias e não consegue parar de pensar em você dia e noite"
Pensei alguns segundos na resposta...
"Ok... se você me vê todos os dias, sabe que sou uma mulher comprometida e que você não deveria estar pensando em mim"
A resposta dele me deixou gelada:
"Calma, não quero que você seja minha cara, eu só quero comer essa sua boca linda” Fiquei sem saber o que responder… “E depois, com esses lábios, quero que você os apoie no meu pau e faça isso pra mim”… Depois dessa mensagem, chegou um gif animado onde se via uma mulher pelada chupando um pau bem grande. Fiquei sem palavras. O gif era muito explícito, a imagem era muito pesada, e a imagem na minha cabeça ainda mais forte. Devo ter ficado com o celular na mão por uns 5 minutos… sem saber o que responder. “Que foi? Gostou tanto que ficou sem palavras? Depois de fazer isso, com essa boca linda, você faria isso…” E chegou outro gif animado, com outra mulher passando a língua num pau como se fosse um picolé, e gozando toda na boca e no rosto dela. “E por que você quer que eu faça tudo isso? Você sabe que eu tenho namorado e tem mulheres muito mais bonitas por aí…” Minha resposta não foi nem firme nem convincente, minha mente estava em branco, e as imagens estavam gravadas na minha cabeça. “Porque acho que em casa você não tem o que merece, porque você tem cara de quem gosta muito de sexo, e porque você tem a bunda mais gostosa do bairro” “Ah… então você é alguém do bairro? Vizinho? Por que não me diz quem é?” Respondi. Eles tinham cometido um erro com essa resposta… “Porque se eu te disser quem sou, perde a magia. E além disso, é mais gostoso imaginar, e de quebra, você pode imaginar isso…” E em seguida, outro gif animado, com uma mulher de quatro enquanto um cara comia ela bem gostoso. A imagem era muito nítida, muito clara. E de repente, a imagem de que aquela era eu, e que aquele era um deles… ou meu próprio filho, invadiu minha cabeça. Senti um formigamento na barriga, e notei aquela tensão nos músculos da buceta, típica de quando começo a ficar muito excitada… “As imagens são muito pesadas… mas não tenho certeza se você é tão bom quanto nessas imagens” Essa foi minha resposta. Imediatamente me arrependi, percebi que desafiar 3 caras excitados dispostos a tudo não era a melhor ideia, mas já não tinha volta atrás. Eu estava excitada, mas será que eu realmente queria que algo acontecesse? Será que meu inconsciente estava me enganando? Num momento de lucidez, decidi baixar o volume do celular e fiquei parada no corredor, pra ouvir o que eles diziam. Enquanto isso, chegou a seguinte mensagem: “Você pode comprovar quando quiser, gostosa, com esse rabo que você tem, a gente pode te comer o dia todo”
Fiquei encostada na parede, li a nova mensagem e percebi o erro. Ele disse “te podemos”.
—Sua mãe deve estar com muito tesão, mano, ela tá respondendo,— … —Puta vontade de foder ela que eu tô agora, meu Deus—.
—Eu também, mano, não acredito nisso, não acredito que ela seja tão puta!— Esse último comentário foi na voz do meu filho.
—Vai, manda mais alguma coisa, ela tá com tesão e com certeza tá com a buceta molhada— Os comentários eram todos nesse tom. Percebi que isso tinha saído do controle. Decidi responder, embora nem lembre mais por que fiz isso:
“Te podemos? Pensei que você era um admirador secreto… agora parece que é uma multidão de admiradores, hahaha”
Fiquei olhando pro celular. Vi que pararam de escrever. De dentro ouvi um —Idiota! Olha o que você escreve, ela vai perceber!!— Por um momento eu ri… afinal, eram quase crianças sem experiência.
—Tanto faz, ela tá com tesão e quer pica, e se a gente não aproveitar agora, não vai ter outra chance— Um dos amigos do meu filho parecia bem maduro e seguro do que fazia… me assustou.
“Sim, na verdade somos mais de um. Mas melhor pra você, né? Tão gostosa como você é, merece levar pelo menos entre 3…”
Logo depois, um novo gif animado, dessa vez com uma mulher de joelhos, chupando 3 paus enormes… Por um instante me vi naquela situação. Instintivamente, levei uma mão até minha virilha. Minhas leggings estavam completamente molhadas. Eu tinha ficado com tanto tesão que molhei o fio dental e tinha uma mancha de vários centímetros na calça.
“Hah… Bom… você tem muita imaginação, não me vejo capaz de fazer algo Assim"… foi a única resposta que minha cabeça conseguiu formular.
- Essa puta tá bem gostosa, mano, por que você não sai pra ver o que ela tá fazendo?
Foi nesse momento que percebi o risco… Saí andando o mais rápido possível sem fazer barulho e me sentei no sofá. Deixei o celular ao lado da mão e, instintivamente, peguei uma revista. Alguns segundos depois, vejo meu filho chegando. Disfarçadamente, olhei para a virilha dele. Dava pra ver claramente um volume de boas dimensões. Nunca tinha olhado ou notado antes.
- O que você tá fazendo, mãe? - disse ele, com a voz embargada…
- Nada… só descansando um pouco, fiquei limpando até cinco minutos atrás. E vocês? Como tá indo o trabalho?…
- Tá… estamos… indo, sim. É difícil e estamos com sede.
Nesse momento, o celular vibrou. Notei que meu filho me olhava com ansiedade, esperando ver o que eu faria.
- Precisa de alguma coisa de mim, querido?
- Eh… não, nada… você pode trazer alguma coisa pra gente beber… tá calor…
- Claro, filho, vai lá que em alguns minutos eu levo alguma coisa.
Segui meu filho com o olhar. Olhei pra ele de um jeito diferente, como um homem. Algo que nunca tinha feito antes.
Antes de pegar o celular e ver a próxima mensagem, pensei: “O que você tá fazendo, Pao? Você tá louca? Esse jogo vai acabar mal, coloca os pés no chão!!”.
Mas, de novo, meu inconsciente me traiu. Enquanto eu lutava na minha cabeça se continuava ou não, minhas mãos pegaram o celular e abriram o WhatsApp. Havia duas mensagens:
“Você é capaz disso e muito mais. Com o corpo que você tem, tranquilamente poderia curtir 3 picas jovens só pra você, assim”.
E um gif de uma mulher linda, parecida comigo fisicamente, no meio de 3 caras grandões. Um pela boca, outro pela buceta e outro pelo cu. Dava pra ver três paus bem grandes entrando e saindo dela, brilhando de lubrificação.
A imagem me deixou maluca e logo percebi que desceu um fluxo de excitação. Nunca fui fã de pornô, mas, por alguma razão, aquelas imagens em movimento no meio dessa conversa eram como pancadas de tesão. Algo estava me despertando.
“O que foi que não Você responde? Tá ocupada? Eu gosto muito de você e você está se tocando? Sinceramente, eu estava com vontade de fazer isso. Minha resposta não foi à altura: "Bom, parece que vocês têm muita imaginação e muito pornô na cabeça. Mas uma mulher de verdade não pode fazer uma coisa dessas". Eu estava mentindo pra mim mesma. Na minha cabeça já tinha a imagem de mim e dos 3 garotos me comendo selvagemente. Minha cabeça voava sozinha. Nunca na vida tinha sentido tanta excitação e tesão. Levantei pra servir três copos de refrigerante. Deixei o celular no sofá, coloquei os copos numa bandeja, e ainda sem saber como disfarçar, fui até o quarto. Antes de ir, parei um segundo pra me olhar no espelho de novo. Me vi sorrindo. Instintivamente puxei a legging pra cima, pra que entrasse mais no meu cu. Sabia que estava fazendo uma loucura, mas tinha perdido a capacidade de raciocinar. Dessa vez fui caminhando fazendo barulho, queria que soubessem que eu estava indo. Cheguei até a porta e disse - "Gente, abram aí que minhas mãos estão ocupadas" - Ouviu-se barulho de coisas sendo arrumadas rápido. Em segundos um deles abriu a porta. Imediatamente saiu cheiro de excitação. Aquele cheiro masculino típico de homem excitado. Eram 3. A essência estava mais concentrada. - "Tomem alguma coisa, tá quente aqui dentro" - Disse, me inclinando, oferecendo um copo pra cada um. O silêncio era palpável. Precisava dizer algo pra cortar o momento. - "Tudo bem, gente? Como tá indo o trabalho prático de vocês?" - "Muito bem", disse o mais solto. Notei que os três me olhavam de cima a baixo. - "Ok, se precisarem de ajuda com alguma coisa, me chamem, ok?" - "Claro, Pao", respondeu o mesmo - "Obrigado" - Saí caminhando, fechei a porta de costas. Sabia que estavam comendo meu rabo com os olhos, não precisava olhar pra trás pra confirmar. Uma vez fora, encostei na parede e tentei escutar. - "E aí? Viu, você não fez nada! No final, hahaha" - Dava pra ouvir que estavam rindo, zoando entre si. Com certeza esperavam que o mais solto fizesse alguma coisa e não tinha acontecido nada. - "Não fiz nada, mas vocês viram como ela estava de legging? Tava toda com a buceta molhada, ela tava empinando até pra trás!! -Siii, disseram meu filho e o outro.- -Ela tá pedindo pica aos gritos, vamos acelerar isso agora ou nunca mais vai rolar nada!- Mas o que a gente faz?- Essa era a voz do meu filho- Se você chegar assim de uma vez e ela ficar brava ou reagir mal, vocês vão pra casa, mas eu fico aqui e ela vai me matar! -Dale mano, não seja covarde- Olha, vamos conversar mais um pouco pelo whatsapp, e a gente vê como continua. Se eu ver que tem chances, eu saio e faço algo- Disse o mais desenrolado. Voltei pra cozinha não sem antes me olhar no espelho e notar como a mancha na minha virilha tinha se espalhado até minha bunda...E como eu estava tão molhada, ficava um pouco transparente e dava pra ver meu thong vermelho! Sentei no sofá, com mil pensamentos na cabeça. O tesão estava me matando, as imagens pelo whatsapp e as que eu tinha feito na minha mente estavam me corroendo. E o cheiro… Aquele cheiro de macho excitado que saiu do quarto dele…tava entalado no meu nariz e na minha mente. Peguei o celular, com as mãos quase tremendo. Vi que estavam digitando. Na hora, chegou a mensagem: “Uma mulher de verdade como você pode fazer isso e muito mais. E nós somos machos de verdade e com muita vontade. Não minta mais, sabemos que você tá morrendo de vontade de experimentar” Não podia negar. Mas não podia admitir também. Eram meu filho e dois amigos! Procurei o que responder na minha mente, que naquele momento já não funcionava pra nada. Enquanto pensava nisso, outro gif animado chegou, outra mulher, deitada de lado em cima de um cara, masturbando ele freneticamente. Outro agarrava ela pela cabeça e fodia a boca dela com força. Um terceiro, por trás, penetrava ela com muita violência. De novo, uma onda de excitação, a imagem, o gif, e a imagem de mim sendo aquela mulher. Não dava pra evitar. Eu estava marchando pro abismo, e estava gostando do processo. “E como vocês têm tanta certeza de que eu tô com vontade de experimentar, hein?...Você tá muito convencido mas não sabe o que passa pela minha cabeza". Sua resposta demorou quase 4 minutos para chegar. Dava pra ver que ele estava digitando bastante. Quando chegou, eu não queria ler. Li. E aquilo aniquilou meu último resquício de resistência. Me deixou sem ar, gelada, sabendo que não havia resposta possível que me deixasse em pé naquela situação. "Temos certeza porque dá pra notar quando você respira, ofegante. Temos certeza porque você tá com a buceta toda molhada e dá pra ver na leggings que você tá usando. Temos certeza porque você adorou olhar pra nossa virilha e notar nossos paus bem duros debaixo da calça. Temos certeza porque você continua jogando esse joguinho e não cortou. Temos certeza porque sabemos que você é uma puta e é assim que vamos te tratar."

"Não sei quem você é, ou são... mas parece que têm um informante que me espia de perto... e me intriga". Foi tudo que consegui responder. Sua última mensagem tinha sido um golpe de nocaute nas minhas defesas.

"Se quiser, te digo quem sou, mas antes você tem que ser sincera também e responder uma coisa"

"ok" enviei, com muito medo. Naquele momento, minha mão literalmente tremia.

Vi que estavam digitando uma nova mensagem. Tive medo de ler.

"Nos diz a verdade, você gostou das imagens que te mandamos?"

Pra que mentir... eu tava entregue.

"sim"

Como se tivessem a mensagem pronta, poucos segundos depois do meu "sim", chegou outra: "E só viu os gifs, ou imaginou sendo você a putinha no meio de três pauszões?"

"..." Foi tudo que consegui enviar. Minha cabeça voava, meu coração explodia.

"Vamos, fala a verdade, ou não te digo quem somos"

"ok…….sim, imaginei sendo eu"

Sabia o que estava por vir… e uma parte de mim estava desejando.

"E se você tivesse três paus só pra você agora, aí na sua casa, o que faria?"

Apesar de saber que iam perguntar isso, quando a mensagem chegou não soube o que dizer.

"não sei..."

"Com certeza você os chuparia, com certeza ia adorar tê-los dentro e ser bem fodida, não é, putinha?"

Eu tinha perdido. Jogo. Eu não tinha como sair dessa. "Sim..." Terminei de dar o "enviar" e soltei o celular no sofá. Ouvi a porta do quarto dele se abrir. Na minha cabeça passaram todos os cenários possíveis. Rejeitá-los, aceitá-los, enfrentá-los. E suas soluções. Me analisei, num momento fugaz. Não podia escapar, era verdade, eu tinha seguido o jogo. Eu tinha colocado a legging, eles me viram molhada, notaram quando olhei para as virilhas deles. Como eu poderia explicar??? E toda essa última conversa, eu sabia que eram eles, e eles sabiam que eu sabia. Não tive muito tempo. Me levantei para falar. Sabia que tinha que dizer alguma coisa. Mas não pude fazer nada. O mais ousado se aproximou, me agarrou pela cabeça me envolvendo rápido pela cintura e devorou minha boca. Com meus olhos olhei para ele, e olhei para os outros. Vi que meu filho me olhava com um olhar de luxúria inexplicável. O outro passou por trás de mim, e me apertou, encaixando seu volume entre minhas nádegas, e agarrando meus peitos por trás. Tentei afastar a cabeça por um segundo, e consegui dizer -esperem por favor- Mas logo notei que as mãos do que estava atrás puxavam minha legging, deixando minha bunda só de calcinha fio-dental, enquanto o da frente apertava sua boca contra a minha novamente. Dessa vez sua língua abriu caminho na minha. Senti um calor terrível, uma excitação impossível de explicar. Ainda sabia que devia resistir, mas não sabia como fazer isso. Uma de suas mãos me agarrava forte pela nuca e me apertava contra ele. A outra me segurava pela cintura, apertando forte. Sentia seu pênis pulsar contra meu ventre. O de trás tinha se abaixado e ouvi dizer -olha a bunda que essa filha da puta tem, mano!!, sua mãe tem a melhor bunda do mundo!!- Logo notei as mãos dele na minha bunda, seu apalpamento. Senti seu rosto afundar entre minhas nádegas. Ouvi como ele cheirava, como dava linguadas. Instintivamente minha língua começou a se mover. Sem pensar, minha língua empurrou a dele dentro da boca dele. Uma das minhas mãos subiu pelas costas do que estava me beijando, apertei sua cabeça contra mim. O outro foi para trás e apertou a cabeça do outro entre minhas nádegas. Notei como minha calcinha fio-dental corria para o lado, ouvi ele dizer palavras de elogio sobre minha bunda. Arqueei um pouco as costas, disposta a tudo. Estava entregue. Sua língua começou a lamber minha buceta por trás. Dava linguadas duras que subiam até meu ânus e desciam. Suas mãos apertavam minhas nádegas. Nisso abri os olhos, sem tirar minha boca do que me beijava. Vi meu filho me olhando, já sentado em uma das poltronas, com as calças no chão. Pela primeira vez ele falou: "Você gosta disso, mãe?"… "Sempre imaginei que ia te comer, mas nunca que você era tão puta…" Com a bunda ao ar, no meio de dois dos seus amigos que estavam me deixando a mil, não tinha muitas chances de negar ou me justificar. E só respondi: "Fizeram muito bem, filho… te parabenizo. Joguei mal o jogo, perdi e tenho que pagar o preço… e se tenho que ser a puta de vocês, vou ser…" O que estava me beijando baixou as mãos e me agarrou pela bunda. Voltou a comer minha boca e soltou: "Vai ser nossa puta porque você sempre foi uma puta, só não deixava ela sair. Agora tá solta e vai brincar…" Esse garoto me deixava maluca… Para ser tão jovem, ele tinha muito claro o que fazia. Notei que o de baixo estava tirando minhas sapatilhas, levantando um pouco minhas pernas. Quando terminou de fazer isso, puxou a legging de debaixo das minhas pernas. Imediatamente, o que estava atrás me pegou pela cintura e me fez girar. Começou a me beijar e a me apalpar também. O outro, o que mandava, colocou as mãos na regata e, com um puxão para cima, a tirou. 10 segundos depois meu sutiã tinha caído no chão. Estava só com uma minúscula calcinha fio-dental vermelha no meio de 3 garotos excitados. À minha cabeça voltou a imagem do gif animado, onde a mulher era penetrada pelos 3 ao mesmo tempo. Me vi assim. E a ideia me fez me sentir mais puta ainda. O que estava na frente agora se afastou, sentou no sofá e abaixou as Ele tirou as calças e puxou o pau para fora. Começou a se masturbar devagar, curtindo enquanto olhava meu corpo nu. Nada mal, seu pau devia ter uns 17 ou 18 cm e uns 4 de grossura. Observei por alguns momentos, enquanto o que estava atrás de mim agora (que era o mais dominante desde o começo) brincava com meus peitos por trás e apertava seu volume contra minhas nádegas. Olhei para trás e vi que meu filho estava com o pau na mão, completamente nu. Meu espanto, era um pau poderoso de uns 18 cm de comprimento, uns 5 de largura, venoso... e com uma cabeça bem gorda. Naquele momento, meu filho disse: "Agora é a minha vez, é a minha mãe, esperem um pouco!" O que estava apertando meus peitos foi se sentar ao lado do outro, tirou a roupa enquanto eu os observava. Revelou um pau enorme, maior do que todos que já tinha visto na vida. Quase 25 cm, sem mentir, e pelo menos 6 de largura... "Vem aqui", meu filho me disse. "Vem aqui, Pao. Agora vou te chamar pelo seu nome, ou puta, como você preferir. Vem aqui, ajoelha e chupa." Caminhei devagar até ele. Ver que ele tomou a iniciativa me excitou ainda mais. Me ajoelhei na frente dele, agarrei seu pau grosso e comecei a passar a língua como se fosse um sorvete. Tinha gosto salgado, e muito líquido pré-gozo saindo pela ponta. Vi que os outros dois estavam se masturbando freneticamente agora. Decidi que tinha que usar minha experiência, fazer valer a pena. Ajoelhada, me afastei um pouco para trás, para conseguir chupá-lo quase de quatro. Isso dava uma vista perfeita de cima do meu cu de calcinha fio-dental. Meu parceiro ficava louco com isso. Meu filho certamente também. Seu pau me encantou, era grosso, meus dedos mal conseguiam fechar em volta. A cabeça, roxa, dura, custava a entrar na minha boca. Não me enganei ao pensar que mostrando o cu ele ia ficar mais excitado. Ele me agarrou pelo cabelo com força, lá na raiz, e me afastou do pau dele. Me olhou nos olhos e devorou minha boca. Eu continuei masturbando ele. Segundos depois, ele disse: "Agora engole direito, puta", e Empurrei minha cabeça até o pau dele, enfiando na minha boca. Era muito largo e me dava ânsia. Ele começou a se mover na minha boca com força. Em 20 segundos notei que ele ficou duríssimo e me empurrou até que as bolas dele bateram no meu queixo. Senti o impulso de vomitar, como quando você enfia um dedo na garganta, mas fazendo força consegui segurar. O pau dele estava até o fundo da minha garganta. Logo em seguida, e entre espasmos, senti ele jorrando porra direto na minha garganta. A situação me deixou tão excitada que passei uma mão por baixo das minhas pernas e comecei a me masturbar. Depois de alguns segundos, meu filho aliviou a pressão, e pude tirar da garganta. Tinha engolido toda a porra dele. Me invadiu uma vontade forte de tossir. Enquanto ainda olhava meu filho nos olhos, e ele ainda estava gemendo, percebi que o mais dominante agora estava atrás de mim. Ele puxou minha calcinha e disse “abre mais as pernas”. Eu abri. A sensação de ser penetrada por um estranho é forte. Que fosse um estranho e na frente do meu filho, era forte e mórbido. E que esse estranho tivesse o pau maior que já vi na vida… Como explicar? Senti que ele me penetrava, empurrando com força, claramente com mais vontade que experiência. Eu estava completamente molhada, mas o pau dele era realmente comprido e grosso. Senti que um orgasmo me invadia, e deixei ele perceber gemendo bem alto.
- Você gosta, puta? Gosta do meu pauzão bem enfiado na sua buceta?
- Siii, adoro, me dá mais, me dá mais, papi, adoro seu pau
Foi tudo que consegui responder. Estava em êxtase.
- Então engole tudo, vou deixar sua buceta tão arrombada que você não vai conseguir dar pra mais ninguém
Ele começou a empurrar mais forte. Nunca tinham chegado tão fundo em mim. Joguei minha mão para trás para segurar e acomodar melhor. Meus dedos não conseguiam dar a volta. Arqueei mais as costas e consegui colocar numa posição que entrasse sem tanta dor. Aí senti que ele encostou no fundo. Pedi para ele ir devagar que me Isso ia doer. Ele não estava nem aí. Continuou empurrando, entrando e saindo com muita força. A cada nova investida, ele abria caminho um pouco mais para dentro. Meu filho, novamente se masturbando na minha frente. O outro havia se jogado no chão e, de baixo, chupava meus peitos. Ele agarrou minha mão e a levou até seu pau. Apertei com força e comecei a masturbá-lo bem forte. Tudo virou um concerto de gemidos e comentários do tipo: "Que puta linda", "Você vai me chupar todo dia", "Você gosta, né?"... Meu segundo orgasmo me invadiu tão forte que minhas pernas começaram a tremer. Senti o impulso de tirar de dentro de mim aquele que estava me comendo, usei a palavra: buceta, tentei empurrá-lo, mas ele se agarrou por trás e enfiou até o fundo. Segundos depois, senti minha vagina se abrindo ainda mais, e como seu pau bombeava toda a porra dentro de mim. Colado nas minhas costas, ele sussurrou no meu ouvido: "Você é a puta mais gostosa que já provei, minha namorada nunca aguentou meu pau inteiro." Levei como um elogio. Eu era uma puta. A puta dele. O que estava se masturbando era o único que ainda não tinha gozado. Subi em cima dele. Sentei e comecei a cavalgar. Depois do pau que tinha entrado em mim, o dele deslizou fácil, sem contar com toda a lubrificação e porra do outro que já sentia escorrendo. Trinta segundos depois, senti suas bolas esvaziando dentro de mim. Levantei, exausta. Tudo não tinha durado nem quinze minutos, claramente não tinham experiência, mas eu me sentia acabada, cansada. No entanto, meu filho, que havia recuperado as forças e já tinha se masturbado na minha frente, disse: "Agora é a minha vez, vem aqui." Sabia que não podia deixá-lo na vontade. Ele tinha merecido, e eu queria senti-lo dentro de mim. Apesar de ter tido dois orgasmos intensos, ainda estava com tesão. Algo tinha se ativado em mim. Me aproximei do meu filho, sentei ao lado dele e comecei a beijá-lo, enquanto pegava seu pau novamente e o masturbava. Ele me olhou e disse: "Há anos que fantasio com isso, te amo, mamãe... mas hoje você é uma puta." Dito Então, me joguei de costas no sofá. Ele se posicionou entre minhas pernas e enfiou o pau todo de uma vez. Começou a se mover com força, com vontade. Sentir ele dentro deu um tesão enorme, tive outro orgasmo. Me apoiei nos cotovelos, me pendurei no pescoço dele para trazê-lo para perto, queria beijá-lo. Com o rosto colado no meu, sentindo ele bombando dentro de mim, ele me olhou e disse:
— Sua bunda sempre foi minha fantasia, hoje vou fazer ela virar realidade.
Olhei nos olhos dele, com luxúria, e disse:
— Sou sua putinha, faça o que quiser.
Não precisei esperar muito, depois disso ele me colocou de quatro novamente. Senti ele metendo na minha buceta algumas vezes, e ao tirar bem lubrificado, apontou para meu cu. Nunca fui fã de anal, mas naquele dia estava morrendo de vontade. A cabeça enorme dele começou a empurrar, e devagar foi abrindo caminho. Pedi para ele ir aos poucos e parar. Ele foi obediente e fez tão bem que em dois minutos estava todo dentro do meu cu.
Nesse momento notei que minha buceta estava escorrendo. Não só tinha porra dos outros dois escorrendo pelas minhas pernas, mas meus fluidos por causa da penetração anal tinham aumentado dez vezes.
— Olha como essa filha da puta ficou molhada!
Levantei o olhar e vi o dominante de novo, com seu pau enorme na mão, olhando direto para minhas pernas e como escorria fluido por elas.
— Parece que ela adorou, vai, começa a meter nela.
Meu filho começou a se mover com ritmo, metendo e tirando tudo. A dor deu lugar a um prazer impossível de descrever. Em dois minutos senti algo me empurrando por dentro da minha vagina. De repente comecei a me mijar, pequenos jatos de líquido saindo com muita força. Os três começaram a falar putarias sobre como eu era uma puta tarada. Nessa altura meu filho estava perfurando meu cu. Eu não parava de gemer. Foi aí que o mais dominante se aproximou e colocou seu pau direto na minha cara. Abri a boca imediatamente e deixei ele fazer o que quisesse. Começou a enfiar como pôde, era realmente grosso. mais que a do meu filho. Chupei como pude, mas não conseguia me concentrar muito pelo prazer que a sessão de sexo anal que meu filho estava me dando estava me proporcionando. -Adoro sua bunda, mãe, adoro, vou te foder todos os dias-- Eu só conseguia dizer -ummm ummm- com a boca tão ocupada. Então, o dominante tira da minha boca. Diz ao meu filho para se sentar sem tirar de mim. Entre os dois me fazem sentar sobre meu filho, dando as costas para ele. Meu filho, lá de baixo agora, continuava perfurando minha bunda e apertando meus peitos. Mas eu sabia o que iam fazer. O outro, que até então só observava, se posicionou de lado, agarrou minha cabeça e enfiou seu pau na minha boca. Enquanto isso, o mais dominante começou a passar seu pau descomunal na entrada da minha use the word: buceta. -Agora sim você vai ser uma verdadeira vagabunda - Ele pressionou um pouco, e senti como se me partisse ao meio. Comecei a sentir seu pau abrindo caminho na minha use the word: buceta, enquanto meu filho tinha ficado quieto, com todo seu pênis na minha bunda. Meus gritos eram de dor, de tesão, de prazer, embora não pudesse reclamar muito, já que logo ele tampou minha boca de novo com seu pau. Menos de um minuto depois, tinha os dois paus até o fundo. Aos poucos começaram a se mover de novo, devagar, aprendendo. A sensação dos dois paus entrando e saindo de mim é indescritível. Parece que se tocam por dentro. Uma entrava e a outra saía. Entre eles riam e comentavam como eu era vagabunda, como estava gostosa, e como iam vir me foder diariamente. De novo, minhas respostas eram -mmmm mmmm- Comecei a sentir que subia de novo um orgasmo terrível. Comecei a apertar os músculos da vagina, e eles notaram, e começaram a me dar com tudo. Já era tudo descontrole, seus paus entravam e saíam juntos, me partiam ao meio, minha bunda ardia, minha use the word: buceta ardia, minha mandíbula doía, mas estava tendo um orgasmo que fazia meu corpo tremer. Nisso, o que estava na Não aguento mais a boca, tiro ele e banho meu rosto com a porra dele. Meu filho, vendo isso de baixo, disse: "Vamos acabar todos na cara da puta". E foi o que fizeram, ele e o grandalhão. Minutos depois, e quase ao mesmo tempo, tiraram de dentro, fiquei deitada no sofá, exausta, enquanto sentia a porra deles banhando meu rosto, cabelo e peitos. Acabei dormindo. Quando acordei, meu filho estava sentado ao meu lado. Ele me disse: "Já foram, mãe, deixa eu te ajudar a levantar". Me ajudou a me estabilizar e chegar até o banheiro. Me olhou, me beijou e disse: "Obrigado, mãe... isso fica entre nós". Sorri com o pouco de força que me restava, abri a água e entrei numa banheira para tirar a porra, o suor e o cansaço. Claro que não parou só aí... mas o que vem depois é parte de outra história que ainda não sei se conto...De madre a Puta

13 comentários - De madre a Puta

Mmmm dios que calentura,esperamos ansiosos la continuacion,van pts.
Con ese pedazo de lomo, quien no te va a querer coger? 10
Espectacular experiencia, te digo seguí disfrutando que la vida es una sola y hay que vivirla, y porfa seguí contado dale
Excelente relato espero que sigas contando como sigue este es el lugar justo para que puedas hacerlo ya que nos gusta estas historias
wooooow espero esa continuación por favor!! Que genial historia! te ganaste +10