Primeira parte: www.poringa.net/posts/relatos/3365527/Fernando-de-la-calle---Parte-I.html...a pica ficou dura pra caralho, e dava pra ver por cima da roupa. E ele viu.EleVocê me trouxe aqui porque quer que eu seja comida?Eu:Quêeee? Kkkkk não não, nada a ver! Só te trouxe na onda mesmo.Ele:Porque olha, até que tudo bem, mas não tô nessa não, não sou viado.Eu:Não não, tranquilo mano, não te trouxe pra isso. No caso, seria o contrário kkkkOComo ao contrário?Eu:Claro, eu deixava ela me comer KkkkEle:Sério? Você quer chupar minha pica, cara?Eu:Haha, e aí, você se deixaria?Ele:Você quer uma pica?Eu:Você topa?Ele:Pará, tu não é menor de idade, né? Olha que não quero confusão.Eu:Tranquilo, já tenho 19.Ele:Bom, então, fala sério, cara, faz o que você mais gosta.
Aí ele abre a toalha e me mostra aquilo que eu tanto queria ver. Tava dormindo ainda, mas já não era mais pequenininha como antes, tinha esquentado e tava mais borrachuda, como se a qualquer momento fosse levantar. O jeito que eu me agarrei naquela pica não tem nome.
Primeiro comecei a apalpar, a sentir com a mão, coisa que eu tanto queria fazer desde que tinha visto. Era exatamente o que eu esperava: macia, adormecida, do tamanho certo, gordinha, com o prepúcio inteiro, sem sobrar demais, e quando mole caía pro lado. Como ele não tava com as pernas totalmente abertas, as bolas estavam meio apertadas, então peguei elas com a mão e desgrudei. Adorei! O saco era bem grandinho, dava pra ver que queria descarregar, então comecei a brincar com as bolas na mão. Podia ficar tocando por horas, mas quando levei a mão pro pau e comecei a bater uma devagar, ele começou a ficar duro que nem pedra. Pra ser sincero, também não demorou muito pra ficar duro, mas duro de verdade! Mais ainda, bastaram duas ou três sacudidas pra pica ficar no talo e minha mão começar a ficar pequena, o que deixou o negócio muito mais confortável pra bater uma. Só em pornô que eu tinha visto algo mais perfeito: ficou feito um sabre, quase retinho, mas bem no meio, não era torta que nem a minha, essa tinha a ponta apontando bem pra cima. Fiz ela quicar com os dedos porque isso me deixa louco. Além disso, não era muito grande, tinha o tamanho ideal, e também não era grossa demais, mas o suficiente pra deixar qualquer gostosa de cama com uma buceta bem dilatada. Levei ela pra boca de uma vez. A primeira coisa que senti foi aquele cheiro de macho que eu tanto queria. O cara tinha acabado de tomar banho, mas o cheiro de pau quente com as bolas cheias de porra não tem como esconder. Comecei a chupar a ponta, devagar mas intensamente, descendo o prepúcio pra chupar bem gostoso, enquanto com minha mão eu tentava bater uma pra ele.EleEntão você queria um pau, heinEu:Gostou? (E na minha mente eu tava pensando "PORCO, SUÍNO" - só quem entende, HAHAHA)EleCom a vontade que eu tô, sabe como eu gosto disso? Chupa bem minha rola, come minhas bolas, vai.
E eu, com todo gosto, comecei a chupar as bolas dele. Primeiro passei a língua por tudo, desde a base da pica até o períneo (aquela vala entre as bolas e o cu — tive que pesquisar pra pagar de culto, mas todo mundo sabe que sou mais vagabundo que um alfajor de mortadela), o que deixou ele ainda mais louco. A pica dele ficou tão dura que, enquanto eu chupava as bolas, comecei a bater uma pra ele. Claramente ele tava adorando, porque tirou a toalha de vez e se deitou de pernas abertas, enquanto me segurava pela cabeça, meio que pressionando pra eu chupar mais, típico de macho bruto que só quer que chupem a rola dele, sem perceber que faz a outra pessoa engasgar. O cara começou a gemer...Ele:Não para, filho da puta, não para que eu tô quase gozando.Eu:Não, segura a sentada. Aproveita que eu tenho lenha pra queimar.Ele:Não, não vou conseguir aguentar mais, tô com o saco cheio de porra e quero soltar tudo.Eu:Fica tranquilo, deixa comigo.
E comecei a punhetar ele bem mais devagar e suave, enquanto lambia em vez de chupar, o tronco inteiro, como se fosse um sorvete, desde a base na frente, contra a virilha, até a ponta, parando no buraquinho da cabecinha, onde enfiava a língua e sentia todo o precum, com aquele gosto peculiar, pra depois descer pelo outro lado, passando pela base dos ovos, percorrendo todo o saco escrotal até o rego, e repeti isso umas duas vezes. Eu sabia que ele gostava, mas a ansiedade falava mais alto, e tenho certeza de que os ovos dele doíam de tanto segurar.EleNão aguento mais, vou largar tudo.Eu:Bom, só coloca na minha boca mesmo.Ele:Quer engolir ela todinha, sua promíscua? Quer o gozo?Eu:Mas vale, me dá ela toda
Isso aí deixou ele doido, porque nem terminei de abrir a boca e aquela rola começou a soltar jatos de porra, nenhum caindo na boca porque ele esguichou longe, mas um pouco acertou minha cara. Enquanto a porra escorria, eu peguei na rola dele e comecei a bater uma devagar, e pensei que ele ia tirar minha mão, mas ele deixou, e quando vi que saía o último jato já mais escorrendo do que esguichando forte, meti aquela rola ainda dura na boca e chupei como se minha vida dependesse disso. Chupei com tanta vontade que nem ele, já com a rola sensível, conseguiu me fazer parar.Ele:Então você queria dar pra geral, hein. Gosta de pica?
Eu vi que você tinha cara de viado. Eu sabia que queria me pagar.Eu:Você gostou mesmo assim? Tô disposto a isso rolar sempre, se quiser. Em troca, te ofereço um banho quente e comida.Ele:Você quer?Eu:Sim, claro, adorei pra caralho. Mas tenho uma condição: isso fica entre a gente. Ninguém sabe que eu faço essas coisas, ainda mais com um cara qualquer que encontro na rua. Me matam se descobrirem que te trouxe.EleFica tranquilo, isso fica entre a gente. Eu também não posso sair queimando.Eu:Então você gostou?Ele:E aí, sim, é melhor, se tu chupa bem pra caralho, cara.Eu:Ficou com vontade de alguma coisa? Se prometer que fica só entre a gente, posso fazer o que você pedir. Agora já estamos no clima...Ele:Você acha?Eu:E sim, não vamos nos fazer de besta agora...EleBom, quero que você seja minha mina por um tempo, então fica de quatro, quero comer essa bunda.
Minha cara de felicidade com certeza apareceu, porque ela disse: "Ahh, mas você é bem putinha, hein... quer que eu coma essa raba?Eu:Uai, sim, bora que eu ainda não terminei.
E aí me jogou de bruços na cama, me levantou pela cintura e abriu minha buceta com as mãos pra meter a cara de uma vez e lamber minha bunda toda. De cima pra baixo, aquela língua se mexia muito bem. O cara com certeza tava fingindo que tava comendo uma buceta, porque dava pra ver que nunca tinha estado com outro cara, a falta de experiência era nítida, mas verdade seja dita, ele se virava bem, e eu já tava vendo estrelas! O jeito que ele comeu meu cu me fez viajar de prazer. Comecei a me masturbar enquanto ele se enfiava ainda mais na minha bunda. Ter aquelas mãos grandes segurando minhas nádegas com tanta firmeza e sentir a cara barbuda dele, decidida, sem nojo, chupando minha bunda toda foi a melhor coisa que me aconteceu em muito tempo. Nunca ninguém me deu tanto prazer quanto aquele cara. Existe a crença de que os caras mais humildes, os mais quebrados, são os que te comem melhor, porque curtem o básico, vão pro sexo primitivo, soltam o instinto lá de dentro e ninguém segura. Ele representava tudo isso. O bonito, o másculo, o selvagem.Ele:Quer que eu coma sua buceta? Porque eu tô pronto pra uma segunda rodada.
Foi só falar isso que eu gozei pra caralho! Nunca tinha me visto soltar tanta porra de uma vez só. Tremi de prazer. E assim que ele falou isso, eu me entreguei. Ele me segurou pela cintura, me tirou da cama, e me fez ficar de quatro, com os pés no chão e as mãos na cama. Ele ficou atrás, e começou a dedilhar meu cu, enquanto lambia um pouco pra lubrificar. O cara sabia o que tava fazendo, e adorava, e isso me deixava louco. Eu tava doidão!Ele:Tem certeza que quer? Olha que vou encher sua bunda de porra.Eu:Sim, vai fundo, manda ver se tu tem coragem. Mas vai com tudo, sem medo.Ele:Você quer pica? Aqui tem pica, putinha.
E enfiou de uma vez. Meu deus, como ela tava dura! Nunca tinha sido comida. Era a primeira vez que sentia uma pica no cu. Ele teve dificuldade pra enfiar. Mas forçou. Quando começou a entrar, doeu pra caralho!Ele:Que apertadinha que tu tem essa buceta, filho da puta, nunca te comeram por trás não?Eu:Não, então toma cuidado porque tá doendo.
O cara diminuiu o ritmo e me abraçou de um jeito carinhoso, me inclinou um pouco mais pra deixar a entrada do cu o mais reta possível, e eu me senti seguro. Ele me abraçou com vontade, suave, e começou a me acariciar, enquanto sussurrava no meu ouvido: "fica tranquilo, vou fazer você gostar", e começou a passar a mão no meu cabelo enquanto me abraçava com a outra mão, ao mesmo tempo que empurrava a pica devagar dentro do meu cu.
Foi difícil, mas finalmente entrou. Não vou negar que doeu pra caralho, mas o cara não foi bruto. Depois que entrou, ele não tirava tudo, só dava umas estocadas curtas, com a pica toda dentro. Eu sentia as bolas batendo em mim por trás, e isso me deixava louco. Quando ele viu que já não tava tão difícil, me soltou e me segurou pela cintura. Ficamos um tempão assim, mas foi lindo, até romântico, kkk.Ele:Você gosta assim, promíscua?Eu:Uuuy sim, adoro, não paraEle:Vem, vira, senta em cima da minha pica que eu quero te ver.
Isso me deixou ainda mais doido. Eu tava adorando, com alguém que até duas horas atrás eu achava impossível ter dentro de mim. Tava curtindo muito, e não queria que acabasse.
O cara senta no pé da cama, eu sento em cima dele, de frente, e dessa vez minha buceta entrou perfeita. E comecei a cavalgar. O cara me olhava, mas eu fiquei com um pouco de vergonha, então abracei ele e ele me abraçou mais forte. E assim ficamos um tempão, ele me comendo igual um garanhão, e eu no colo dele, os dois abraçados, até que ele se levanta, segura minhas pernas, e começa a me meter na mesma posição, mas no ar, me segurando com toda força, enquanto enfiava aquela pica. Ele começou a meter rápido, até que falou: "vou gozar de novo. Quer ela toda dentro?Eu:Sim, vai, não para. Olha que eu também vou gozar.Ele:Vai fundo, depois a gente toma um banho juntos.
PRA QUÊ! Foi só falar isso e eu gozei pela segunda vez. Escorreu um monte de porra pela barriga dele, que começou a cair no pau, e causou nele aquela mesma ansiedade que eu senti no começo, só que dessa vez nada o segurava, e ele começou a meter forte, rápido, com toda a vontade do mundo.EleTô indo, quer toda a porra nessa putinha de cuzinho apertado?Eu:Uhh sim, vai fundo, solta ela todaEleAí vai, bebê
E com um estouro final, senti algo quente começar a percorrer meu corpo por dentro. Por estar dobrado, senti até no abdômen, e foi a coisa mais gostosa que fiz na vida. Minha primeira vez com um cara da rua. Um garanhão em todos os sentidos. E agora eu estava em cima dele, todo leitoso, fraco, e com vontade de ficar abraçado nele para sempre. Não queria me desgrudar.Eu:Posso ficar um tempinho assim? Tudo tá ardendo aqui.Ele:Dale, mas tu não quer que a genteVamos deitarmelhor?Eu:Se você quiser... Eu, pra ser sincero, tô morrendo de vontade de ficar abraçado com você um tempinho.
E ele me levou, nessa posição de koala, pra cama. Me deitou e deitou do meu lado. Primeiro ele de barriga pra cima e eu deitado no peito dele, mas depois a gente virou, ficando os dois de frente, e nos abraçamos, esfregando as picas, e eu não resisti e beijei a boca dele. Ele correspondeu, e a gente ficou assim um bom tempo. Eu me sentia no paraíso. Tocava ele todo: as costas, o pescoço, o peito, a pica, as bolas, passava a mão na barriga dele, coçava os pelos (pequeno fetiche que tenho com os pelos da pica), minha pica com a pica dele, tudo!Eu:Tá afim de tomar banho junto comigo?EleBom, então, beleza! Eu também tenho que ir.
Eu tava triste. Tinha curtido pra caralho. A gente tinha criado algo, que eu não queria largar, mas éramos de mundos diferentes, e por mais que doesse, eu sabia desde o começo que não era pra ser algo real. Não queria soltar ele, ele gostava daquele carinho que não recebia há muito tempo. Não importava que fosse com outro doido. O cara só queria ser acolhido.
Depois de uns minutos de amasso, a gente entrou no chuveiro, e tudo ensaboado a gente se beijou de língua, se pegou um pouco, se bateu uma mais um tanto, mas já távamos exaustos, e carentes de carinho, então aquele agarramento foi mútuo, e os dois gostavam. Terminamos, batemos uma punheta, cada um com seu pau, embora eu tenha gozado primeiro, e acabei fazendo ele gozar com o pau dele nas minhas mãos, nos secamos, nos vestimos (dessa vez dei roupa do tamanho dele, um pouco mais quentinha, porque já era tarde e não dava pra ele sair com frio). Não passam 5 minutos e ouço um barulho na porta...Papai:Gonza, me abre aí que tô carregando umas sacolas
AI MINHA MÃE! O que eu faço agora?
E como tenho que ir tomar banho porque daqui a pouco vou sair, vou deixar aqui... Mas antes vou meter uma punheta braba, porque enquanto escrevo isso já tô ficando excitado e meu pau já tá durasso, pronto pro terceiro round do dia. Prometo postar a terceira e última parte.
Abração, punheteiros!
Aí ele abre a toalha e me mostra aquilo que eu tanto queria ver. Tava dormindo ainda, mas já não era mais pequenininha como antes, tinha esquentado e tava mais borrachuda, como se a qualquer momento fosse levantar. O jeito que eu me agarrei naquela pica não tem nome.
Primeiro comecei a apalpar, a sentir com a mão, coisa que eu tanto queria fazer desde que tinha visto. Era exatamente o que eu esperava: macia, adormecida, do tamanho certo, gordinha, com o prepúcio inteiro, sem sobrar demais, e quando mole caía pro lado. Como ele não tava com as pernas totalmente abertas, as bolas estavam meio apertadas, então peguei elas com a mão e desgrudei. Adorei! O saco era bem grandinho, dava pra ver que queria descarregar, então comecei a brincar com as bolas na mão. Podia ficar tocando por horas, mas quando levei a mão pro pau e comecei a bater uma devagar, ele começou a ficar duro que nem pedra. Pra ser sincero, também não demorou muito pra ficar duro, mas duro de verdade! Mais ainda, bastaram duas ou três sacudidas pra pica ficar no talo e minha mão começar a ficar pequena, o que deixou o negócio muito mais confortável pra bater uma. Só em pornô que eu tinha visto algo mais perfeito: ficou feito um sabre, quase retinho, mas bem no meio, não era torta que nem a minha, essa tinha a ponta apontando bem pra cima. Fiz ela quicar com os dedos porque isso me deixa louco. Além disso, não era muito grande, tinha o tamanho ideal, e também não era grossa demais, mas o suficiente pra deixar qualquer gostosa de cama com uma buceta bem dilatada. Levei ela pra boca de uma vez. A primeira coisa que senti foi aquele cheiro de macho que eu tanto queria. O cara tinha acabado de tomar banho, mas o cheiro de pau quente com as bolas cheias de porra não tem como esconder. Comecei a chupar a ponta, devagar mas intensamente, descendo o prepúcio pra chupar bem gostoso, enquanto com minha mão eu tentava bater uma pra ele.EleEntão você queria um pau, heinEu:Gostou? (E na minha mente eu tava pensando "PORCO, SUÍNO" - só quem entende, HAHAHA)EleCom a vontade que eu tô, sabe como eu gosto disso? Chupa bem minha rola, come minhas bolas, vai.
E eu, com todo gosto, comecei a chupar as bolas dele. Primeiro passei a língua por tudo, desde a base da pica até o períneo (aquela vala entre as bolas e o cu — tive que pesquisar pra pagar de culto, mas todo mundo sabe que sou mais vagabundo que um alfajor de mortadela), o que deixou ele ainda mais louco. A pica dele ficou tão dura que, enquanto eu chupava as bolas, comecei a bater uma pra ele. Claramente ele tava adorando, porque tirou a toalha de vez e se deitou de pernas abertas, enquanto me segurava pela cabeça, meio que pressionando pra eu chupar mais, típico de macho bruto que só quer que chupem a rola dele, sem perceber que faz a outra pessoa engasgar. O cara começou a gemer...Ele:Não para, filho da puta, não para que eu tô quase gozando.Eu:Não, segura a sentada. Aproveita que eu tenho lenha pra queimar.Ele:Não, não vou conseguir aguentar mais, tô com o saco cheio de porra e quero soltar tudo.Eu:Fica tranquilo, deixa comigo.
E comecei a punhetar ele bem mais devagar e suave, enquanto lambia em vez de chupar, o tronco inteiro, como se fosse um sorvete, desde a base na frente, contra a virilha, até a ponta, parando no buraquinho da cabecinha, onde enfiava a língua e sentia todo o precum, com aquele gosto peculiar, pra depois descer pelo outro lado, passando pela base dos ovos, percorrendo todo o saco escrotal até o rego, e repeti isso umas duas vezes. Eu sabia que ele gostava, mas a ansiedade falava mais alto, e tenho certeza de que os ovos dele doíam de tanto segurar.EleNão aguento mais, vou largar tudo.Eu:Bom, só coloca na minha boca mesmo.Ele:Quer engolir ela todinha, sua promíscua? Quer o gozo?Eu:Mas vale, me dá ela toda
Isso aí deixou ele doido, porque nem terminei de abrir a boca e aquela rola começou a soltar jatos de porra, nenhum caindo na boca porque ele esguichou longe, mas um pouco acertou minha cara. Enquanto a porra escorria, eu peguei na rola dele e comecei a bater uma devagar, e pensei que ele ia tirar minha mão, mas ele deixou, e quando vi que saía o último jato já mais escorrendo do que esguichando forte, meti aquela rola ainda dura na boca e chupei como se minha vida dependesse disso. Chupei com tanta vontade que nem ele, já com a rola sensível, conseguiu me fazer parar.Ele:Então você queria dar pra geral, hein. Gosta de pica?
Eu vi que você tinha cara de viado. Eu sabia que queria me pagar.Eu:Você gostou mesmo assim? Tô disposto a isso rolar sempre, se quiser. Em troca, te ofereço um banho quente e comida.Ele:Você quer?Eu:Sim, claro, adorei pra caralho. Mas tenho uma condição: isso fica entre a gente. Ninguém sabe que eu faço essas coisas, ainda mais com um cara qualquer que encontro na rua. Me matam se descobrirem que te trouxe.EleFica tranquilo, isso fica entre a gente. Eu também não posso sair queimando.Eu:Então você gostou?Ele:E aí, sim, é melhor, se tu chupa bem pra caralho, cara.Eu:Ficou com vontade de alguma coisa? Se prometer que fica só entre a gente, posso fazer o que você pedir. Agora já estamos no clima...Ele:Você acha?Eu:E sim, não vamos nos fazer de besta agora...EleBom, quero que você seja minha mina por um tempo, então fica de quatro, quero comer essa bunda.
Minha cara de felicidade com certeza apareceu, porque ela disse: "Ahh, mas você é bem putinha, hein... quer que eu coma essa raba?Eu:Uai, sim, bora que eu ainda não terminei.
E aí me jogou de bruços na cama, me levantou pela cintura e abriu minha buceta com as mãos pra meter a cara de uma vez e lamber minha bunda toda. De cima pra baixo, aquela língua se mexia muito bem. O cara com certeza tava fingindo que tava comendo uma buceta, porque dava pra ver que nunca tinha estado com outro cara, a falta de experiência era nítida, mas verdade seja dita, ele se virava bem, e eu já tava vendo estrelas! O jeito que ele comeu meu cu me fez viajar de prazer. Comecei a me masturbar enquanto ele se enfiava ainda mais na minha bunda. Ter aquelas mãos grandes segurando minhas nádegas com tanta firmeza e sentir a cara barbuda dele, decidida, sem nojo, chupando minha bunda toda foi a melhor coisa que me aconteceu em muito tempo. Nunca ninguém me deu tanto prazer quanto aquele cara. Existe a crença de que os caras mais humildes, os mais quebrados, são os que te comem melhor, porque curtem o básico, vão pro sexo primitivo, soltam o instinto lá de dentro e ninguém segura. Ele representava tudo isso. O bonito, o másculo, o selvagem.Ele:Quer que eu coma sua buceta? Porque eu tô pronto pra uma segunda rodada.
Foi só falar isso que eu gozei pra caralho! Nunca tinha me visto soltar tanta porra de uma vez só. Tremi de prazer. E assim que ele falou isso, eu me entreguei. Ele me segurou pela cintura, me tirou da cama, e me fez ficar de quatro, com os pés no chão e as mãos na cama. Ele ficou atrás, e começou a dedilhar meu cu, enquanto lambia um pouco pra lubrificar. O cara sabia o que tava fazendo, e adorava, e isso me deixava louco. Eu tava doidão!Ele:Tem certeza que quer? Olha que vou encher sua bunda de porra.Eu:Sim, vai fundo, manda ver se tu tem coragem. Mas vai com tudo, sem medo.Ele:Você quer pica? Aqui tem pica, putinha.
E enfiou de uma vez. Meu deus, como ela tava dura! Nunca tinha sido comida. Era a primeira vez que sentia uma pica no cu. Ele teve dificuldade pra enfiar. Mas forçou. Quando começou a entrar, doeu pra caralho!Ele:Que apertadinha que tu tem essa buceta, filho da puta, nunca te comeram por trás não?Eu:Não, então toma cuidado porque tá doendo.
O cara diminuiu o ritmo e me abraçou de um jeito carinhoso, me inclinou um pouco mais pra deixar a entrada do cu o mais reta possível, e eu me senti seguro. Ele me abraçou com vontade, suave, e começou a me acariciar, enquanto sussurrava no meu ouvido: "fica tranquilo, vou fazer você gostar", e começou a passar a mão no meu cabelo enquanto me abraçava com a outra mão, ao mesmo tempo que empurrava a pica devagar dentro do meu cu.
Foi difícil, mas finalmente entrou. Não vou negar que doeu pra caralho, mas o cara não foi bruto. Depois que entrou, ele não tirava tudo, só dava umas estocadas curtas, com a pica toda dentro. Eu sentia as bolas batendo em mim por trás, e isso me deixava louco. Quando ele viu que já não tava tão difícil, me soltou e me segurou pela cintura. Ficamos um tempão assim, mas foi lindo, até romântico, kkk.Ele:Você gosta assim, promíscua?Eu:Uuuy sim, adoro, não paraEle:Vem, vira, senta em cima da minha pica que eu quero te ver.
Isso me deixou ainda mais doido. Eu tava adorando, com alguém que até duas horas atrás eu achava impossível ter dentro de mim. Tava curtindo muito, e não queria que acabasse.
O cara senta no pé da cama, eu sento em cima dele, de frente, e dessa vez minha buceta entrou perfeita. E comecei a cavalgar. O cara me olhava, mas eu fiquei com um pouco de vergonha, então abracei ele e ele me abraçou mais forte. E assim ficamos um tempão, ele me comendo igual um garanhão, e eu no colo dele, os dois abraçados, até que ele se levanta, segura minhas pernas, e começa a me meter na mesma posição, mas no ar, me segurando com toda força, enquanto enfiava aquela pica. Ele começou a meter rápido, até que falou: "vou gozar de novo. Quer ela toda dentro?Eu:Sim, vai, não para. Olha que eu também vou gozar.Ele:Vai fundo, depois a gente toma um banho juntos.
PRA QUÊ! Foi só falar isso e eu gozei pela segunda vez. Escorreu um monte de porra pela barriga dele, que começou a cair no pau, e causou nele aquela mesma ansiedade que eu senti no começo, só que dessa vez nada o segurava, e ele começou a meter forte, rápido, com toda a vontade do mundo.EleTô indo, quer toda a porra nessa putinha de cuzinho apertado?Eu:Uhh sim, vai fundo, solta ela todaEleAí vai, bebê
E com um estouro final, senti algo quente começar a percorrer meu corpo por dentro. Por estar dobrado, senti até no abdômen, e foi a coisa mais gostosa que fiz na vida. Minha primeira vez com um cara da rua. Um garanhão em todos os sentidos. E agora eu estava em cima dele, todo leitoso, fraco, e com vontade de ficar abraçado nele para sempre. Não queria me desgrudar.Eu:Posso ficar um tempinho assim? Tudo tá ardendo aqui.Ele:Dale, mas tu não quer que a genteVamos deitarmelhor?Eu:Se você quiser... Eu, pra ser sincero, tô morrendo de vontade de ficar abraçado com você um tempinho.
E ele me levou, nessa posição de koala, pra cama. Me deitou e deitou do meu lado. Primeiro ele de barriga pra cima e eu deitado no peito dele, mas depois a gente virou, ficando os dois de frente, e nos abraçamos, esfregando as picas, e eu não resisti e beijei a boca dele. Ele correspondeu, e a gente ficou assim um bom tempo. Eu me sentia no paraíso. Tocava ele todo: as costas, o pescoço, o peito, a pica, as bolas, passava a mão na barriga dele, coçava os pelos (pequeno fetiche que tenho com os pelos da pica), minha pica com a pica dele, tudo!Eu:Tá afim de tomar banho junto comigo?EleBom, então, beleza! Eu também tenho que ir.
Eu tava triste. Tinha curtido pra caralho. A gente tinha criado algo, que eu não queria largar, mas éramos de mundos diferentes, e por mais que doesse, eu sabia desde o começo que não era pra ser algo real. Não queria soltar ele, ele gostava daquele carinho que não recebia há muito tempo. Não importava que fosse com outro doido. O cara só queria ser acolhido.
Depois de uns minutos de amasso, a gente entrou no chuveiro, e tudo ensaboado a gente se beijou de língua, se pegou um pouco, se bateu uma mais um tanto, mas já távamos exaustos, e carentes de carinho, então aquele agarramento foi mútuo, e os dois gostavam. Terminamos, batemos uma punheta, cada um com seu pau, embora eu tenha gozado primeiro, e acabei fazendo ele gozar com o pau dele nas minhas mãos, nos secamos, nos vestimos (dessa vez dei roupa do tamanho dele, um pouco mais quentinha, porque já era tarde e não dava pra ele sair com frio). Não passam 5 minutos e ouço um barulho na porta...Papai:Gonza, me abre aí que tô carregando umas sacolas
AI MINHA MÃE! O que eu faço agora?
E como tenho que ir tomar banho porque daqui a pouco vou sair, vou deixar aqui... Mas antes vou meter uma punheta braba, porque enquanto escrevo isso já tô ficando excitado e meu pau já tá durasso, pronto pro terceiro round do dia. Prometo postar a terceira e última parte.
Abração, punheteiros!
3 comentários - Fernando de la calle - Parte II
van 10