Fala, galera do poringa.net!
Hoje vou contar uma história que nunca contei pra ninguém.
Como não tenho fotos dela, usei esses gifs que lembram muito ela. Espero que vocês gostem.
Marcelo e Fernanda são meus amigos de infância. Quando tiveram a primeira filha, a Lorena, não pensaram duas vezes em me escolher como padrinho. Algo que me encheu de orgulho.
A Lorenita cresceu rápido, do nada virou uma mocinha muito gostosa. Conheço ela desde que nasceu, então era muito próximo dela. Passávamos fins de semana em família, férias e aniversários juntos.
Ela era uma menina muito interativa, doce e brincalhona. Com ela, nunca ficava entediado. Como eu morava com minha sobrinha Cláudia, elas se tornaram grandes amigas, passando muitos fins de semana aqui comigo.
Nunca imaginei que as coisas fossem mudar como mudaram, porque nunca olhei pra ela com maldade ou segundas intenções. Mas essa geração não pensa como a gente na idade deles. Não ligam pra idade nem pra nada que limite os interesses deles.
Os pais são muito protetores e não deixam ela sair da escola sozinha. Como a escola é perto de casa, me pedem pra buscar ela quando sai mais cedo e eles não podem. Depois, passam pra pegá-la na minha casa.
A Lorena é uma jovem linda, muito simpática. Tem um corpaço bem desenvolvido, magrinha, com peitos nem grandes nem pequenos, redondos e firmes. Costas finas e uma cintura de pilão que valorizava a bunda redonda e perfeita dela. É uma bonequinha que roubava os olhares de todo mundo. Por isso os pais não queriam que ela andasse sozinha na rua.
Quando era pequena, sempre me chamava de Pápri (abreviação de padrinho).
Numa manhã de terça-feira, recebi uma mensagem da Fernanda que dizia assim:
Fernanda: Fala, Maury, tudo bem? Desculpa te incomodar, mas a Lorenita sai mais cedo hoje. Dá pra passar e buscar ela?
Eu: Fala, Fer, tudo certo. Sem problemas. Que horas ela sai?
Fernanda: Sai às 10, não tem professor, então sai mais cedo.
Não fode, né?
Eu: Não, nada. Não se preocupa, vou buscar ela.
Fernanda: Uhh... valeu, amigo, você é um amor... Eu, quando sair do trampo, vou buscar ela...
Muito obrigada, tô de olho. Beijos.
Faltava uma hora pra ir buscar ela, então terminei o que tava fazendo, lavei as mãos e fui.
Quando cheguei, elas estavam saindo da escola. Fiquei surpreso ao ver ela se despedindo de um coleguinha com um selinho na boca.
Isso fez ela corar quando me viu, percebendo que eu vi aquele beijinho inocente.
O moleque ficou olhando pra ela enquanto ela vinha na minha direção, dizendo: "Parriii..." — gritou, me abraçou e ainda deu um beijo gostoso na minha bochecha.
Ela pegou na minha mão e se virou pra dar tchau pro garoto e pras amigas na porta da escola.
Lorena: Oi, Parri, que bom te ver...
Mamãe mandou mensagem falando que você vinha me buscar.
Falei que já sou grandinha pra te incomodar, mas cê sabe como ela é, né?
Eu: É, tô vendo que você já tá grandinha, Lore. Esse é seu namorado?
Lorena: Kkkk, é, mas não tem nada demais, kkkk. Meus pais odeiam ele, kkkk.
Eu: Imagino, com o cuidado que eles têm.
Lorena: É... kkkk, mas não precisam. Ele é um cara super tranquilo.
Assim fomos conversando até chegar na minha oficina.
Ela começou a fazer mate enquanto eu cuidava das minhas coisas.
Era lindo ver ela ali, com o mate e o uniforme da escola.
Depois de um tempo, fechei a oficina, não tinha muito o que fazer.
Ela começou a fazer a lição de casa enquanto eu preparava algo pra comer.
Comemos, e ela continuou com as tarefas.
Eu tava entediado pra caralho, então sentei no sofá e liguei a TV. Nem sei quando eu dormi.
Mas quando acordei, não acreditei no que vi.
Lorena, ajoelhada na minha frente, com meu pau super duro. Apoiada nas mãos dela.
Parecia um sonho, mas não era.
Eu tinha dormido tão profundamente que nem senti a safadeza da menina.
Ela tinha soltado meu cinto, aberto o zíper e, sem perder tempo, já estava brincando com meu pau.
E com cara de puta, estava me masturbando.
Lorena: Uii... te acordei, parri...???
Sempre fica duro quando você dorme?
Desculpa, mas não resisti ao ver esse volume enorme.
Eu, surpreso e ainda sonolento, gaguejei.
Eu: Mas Lore, você é louca?
Lorena: Louca pelo seu pau, parri.
Sempre quis chupar ele... hummm...
Já me desvirginei sozinha, enfiando os dedos pensando nessa sua piroca enorme. Ou só a Claudia pode usar ele?
E não vem com essa, porque ela me contou como você come ela.
Eu: Putaria, a menina te contou tudo?
Lorena: Sim, sim... tudo, hahaha. E faz meses que quero ficar a sós com você, mas nunca rolou.
Eu não sabia o que fazer. Ia ter que falar sério com a minha sobrinha, todo mundo sabe que ela é minha putinha pessoal?
Minha afilhada não perdeu tempo e começou a chupar minha pica.
Ela era bem suave, mas inexperiente.
Então eu ensinei como ela tinha que chupar.
E ela aprendeu muito rápido.
Eu: Uau... gata, que boca boa pra chupar essa rola. Teu namorado deve te aproveitar pra caralho.
Lorena: Não, parri, meu namorado é um idiota... Ele é bom nas coisas da escola e isso me beneficia, e por dizer que sou a namorada dele, levam ele a sério e não enchem o saco. Ele é virgem e vai continuar sendo se depender de mim. E em troca, ele me ajuda com as tarefas e provas. Já eu, sempre quis que você me comesse, e ainda mais sabendo que você faz isso com sua sobrinha, por que não comigo? Você me comeria?... Parri.
Isso foi o suficiente pra eu colocar ela de quatro no sofá e lamber aquela buceta como se fosse uma puta. A garota gemia e uivava que nem uma vagabunda. Prazer meu.
Lorena: Uau... sim... parriii... que gostoso que é, mmm... uau... ah... Ha... ha... ha... uau... isso é demais, mmm... Mmm... sua língua e o calor dela me deixam louca na minha buceta... Uau... parriii... vou gozar... uau... sim... Ha... ha... ha... ha... ha... Parri, tô gozando na sua língua... Deus, isso é melhor do que com os dedos. Uau... sim... mmm... ha... ha... ha...
Deitei ela no sofá e bem devagar comecei a penetrar.
Lorena: Uau... uau... ai... dói, mmm... ha... ha... ha... Deus... Devagar, parri, minha buceta tá doendo... mmm... ai... ha... ai... e... ai... Deus... arde... Mmm... ha... por favor, não acredito que tenho uma rola dentro de mim... mmm... ah... ha... ha... Deus...
Eu: Tá bem, gata?... Calma, só... relaxa, sua buceta é muito apertada e eu adoro.
mmm... pelo amor de Deus, afilhada mmm...
que delícia, usa a palavra: pussy que você tem...
Meu pau entrou mais da metade e quando outro orgasmo lubrificou ainda mais a buceta molhada dela.
A garota delirava de prazer.
Mas isso era só o começo.
Ainda faltam mais sexo e muito mais prazer e orgasmos.
Quando sentei ela no meu pau, a menina delirava de se sentir cheia de pau.
Lorena: uau...... Parrii, isso é genial, melhor que me masturbar.
Já não dói mais minha buceta e cada vez tô gostando mais dessa sensação.
Me promete que vai me foder sempre.
Adoro ser comida por você.
Me promete que essa não vai ser a última vez.
Eu: não, gata, essa é só a primeira.
Vou te foder sempre.
Mas você não pode contar pra ninguém, ok?
Seus pais são meus amigos e se descobrirem, vai dar merda, sim ou não?
Lorena: prometo, Parrii. Não vou falar nada.
Não sou igual sua sobrinha...
embora agora eu entenda ela...
Era hora, meu leite tava prestes a explodir.
Com um sinal, ela se deitou e eu coloquei minha pica na boca dela.
Ela chupava de leve.
Meu leite começou a sair e ela foi tomando, sem deixar cair uma gota.
Depois de limpar meu pau e ficarmos exaustos, já era hora de voltar à rotina.
Em meia hora, a mãe dela chegaria, e minha sobrinha também, um pouco depois.
A gente se higienizou e voltou ao normal. Só com olhares cúmplices e risadas.
Quando minha sobrinha chegou, parecia tudo normal. Até que eu ouvi minha sobrinha dizer:
Claudia: "Fala, comeu ele, né?"
Lorena: "Tá maluca? O que cê tá falando?"
Claudia: "Comeu sim, sua puta de merda...
Vai escovar os dentes, quer?
Dá pra ver que você engoliu tudo.
Daqui a pouco sua mãe chega e vai perceber.
Cê tá com hálito de puta e cara de quem foi bem comida, hahaha."
Minha afilhada obedeceu.
Como era de se esperar, minha sobrinha depois me disse que era melhor eu ter deixado um pouco pra ela.
Foi assim que tudo começou.
Espero que tenham gostado e comentem.
Um abraço.
Maury-solo-yo.
Hoje vou contar uma história que nunca contei pra ninguém.
Como não tenho fotos dela, usei esses gifs que lembram muito ela. Espero que vocês gostem.
Marcelo e Fernanda são meus amigos de infância. Quando tiveram a primeira filha, a Lorena, não pensaram duas vezes em me escolher como padrinho. Algo que me encheu de orgulho.
A Lorenita cresceu rápido, do nada virou uma mocinha muito gostosa. Conheço ela desde que nasceu, então era muito próximo dela. Passávamos fins de semana em família, férias e aniversários juntos.
Ela era uma menina muito interativa, doce e brincalhona. Com ela, nunca ficava entediado. Como eu morava com minha sobrinha Cláudia, elas se tornaram grandes amigas, passando muitos fins de semana aqui comigo.
Nunca imaginei que as coisas fossem mudar como mudaram, porque nunca olhei pra ela com maldade ou segundas intenções. Mas essa geração não pensa como a gente na idade deles. Não ligam pra idade nem pra nada que limite os interesses deles.
Os pais são muito protetores e não deixam ela sair da escola sozinha. Como a escola é perto de casa, me pedem pra buscar ela quando sai mais cedo e eles não podem. Depois, passam pra pegá-la na minha casa.
A Lorena é uma jovem linda, muito simpática. Tem um corpaço bem desenvolvido, magrinha, com peitos nem grandes nem pequenos, redondos e firmes. Costas finas e uma cintura de pilão que valorizava a bunda redonda e perfeita dela. É uma bonequinha que roubava os olhares de todo mundo. Por isso os pais não queriam que ela andasse sozinha na rua.
Quando era pequena, sempre me chamava de Pápri (abreviação de padrinho).
Numa manhã de terça-feira, recebi uma mensagem da Fernanda que dizia assim:
Fernanda: Fala, Maury, tudo bem? Desculpa te incomodar, mas a Lorenita sai mais cedo hoje. Dá pra passar e buscar ela?
Eu: Fala, Fer, tudo certo. Sem problemas. Que horas ela sai?
Fernanda: Sai às 10, não tem professor, então sai mais cedo.
Não fode, né?
Eu: Não, nada. Não se preocupa, vou buscar ela.
Fernanda: Uhh... valeu, amigo, você é um amor... Eu, quando sair do trampo, vou buscar ela...
Muito obrigada, tô de olho. Beijos.
Faltava uma hora pra ir buscar ela, então terminei o que tava fazendo, lavei as mãos e fui.
Quando cheguei, elas estavam saindo da escola. Fiquei surpreso ao ver ela se despedindo de um coleguinha com um selinho na boca.
Isso fez ela corar quando me viu, percebendo que eu vi aquele beijinho inocente.
O moleque ficou olhando pra ela enquanto ela vinha na minha direção, dizendo: "Parriii..." — gritou, me abraçou e ainda deu um beijo gostoso na minha bochecha.
Ela pegou na minha mão e se virou pra dar tchau pro garoto e pras amigas na porta da escola.
Lorena: Oi, Parri, que bom te ver...
Mamãe mandou mensagem falando que você vinha me buscar.
Falei que já sou grandinha pra te incomodar, mas cê sabe como ela é, né?
Eu: É, tô vendo que você já tá grandinha, Lore. Esse é seu namorado?
Lorena: Kkkk, é, mas não tem nada demais, kkkk. Meus pais odeiam ele, kkkk.
Eu: Imagino, com o cuidado que eles têm.
Lorena: É... kkkk, mas não precisam. Ele é um cara super tranquilo.
Assim fomos conversando até chegar na minha oficina.
Ela começou a fazer mate enquanto eu cuidava das minhas coisas.
Era lindo ver ela ali, com o mate e o uniforme da escola.
Depois de um tempo, fechei a oficina, não tinha muito o que fazer.
Ela começou a fazer a lição de casa enquanto eu preparava algo pra comer.
Comemos, e ela continuou com as tarefas.
Eu tava entediado pra caralho, então sentei no sofá e liguei a TV. Nem sei quando eu dormi.
Mas quando acordei, não acreditei no que vi.
Lorena, ajoelhada na minha frente, com meu pau super duro. Apoiada nas mãos dela.
Parecia um sonho, mas não era.
Eu tinha dormido tão profundamente que nem senti a safadeza da menina.
Ela tinha soltado meu cinto, aberto o zíper e, sem perder tempo, já estava brincando com meu pau.
E com cara de puta, estava me masturbando.
Lorena: Uii... te acordei, parri...???
Sempre fica duro quando você dorme?
Desculpa, mas não resisti ao ver esse volume enorme.
Eu, surpreso e ainda sonolento, gaguejei.
Eu: Mas Lore, você é louca?
Lorena: Louca pelo seu pau, parri.
Sempre quis chupar ele... hummm...
Já me desvirginei sozinha, enfiando os dedos pensando nessa sua piroca enorme. Ou só a Claudia pode usar ele?
E não vem com essa, porque ela me contou como você come ela.
Eu: Putaria, a menina te contou tudo?
Lorena: Sim, sim... tudo, hahaha. E faz meses que quero ficar a sós com você, mas nunca rolou.
Eu não sabia o que fazer. Ia ter que falar sério com a minha sobrinha, todo mundo sabe que ela é minha putinha pessoal?Minha afilhada não perdeu tempo e começou a chupar minha pica.
Ela era bem suave, mas inexperiente.
Então eu ensinei como ela tinha que chupar.
E ela aprendeu muito rápido.

Eu: Uau... gata, que boca boa pra chupar essa rola. Teu namorado deve te aproveitar pra caralho.Lorena: Não, parri, meu namorado é um idiota... Ele é bom nas coisas da escola e isso me beneficia, e por dizer que sou a namorada dele, levam ele a sério e não enchem o saco. Ele é virgem e vai continuar sendo se depender de mim. E em troca, ele me ajuda com as tarefas e provas. Já eu, sempre quis que você me comesse, e ainda mais sabendo que você faz isso com sua sobrinha, por que não comigo? Você me comeria?... Parri.
Isso foi o suficiente pra eu colocar ela de quatro no sofá e lamber aquela buceta como se fosse uma puta. A garota gemia e uivava que nem uma vagabunda. Prazer meu.
Lorena: Uau... sim... parriii... que gostoso que é, mmm... uau... ah... Ha... ha... ha... uau... isso é demais, mmm... Mmm... sua língua e o calor dela me deixam louca na minha buceta... Uau... parriii... vou gozar... uau... sim... Ha... ha... ha... ha... ha... Parri, tô gozando na sua língua... Deus, isso é melhor do que com os dedos. Uau... sim... mmm... ha... ha... ha...
Deitei ela no sofá e bem devagar comecei a penetrar.
Lorena: Uau... uau... ai... dói, mmm... ha... ha... ha... Deus... Devagar, parri, minha buceta tá doendo... mmm... ai... ha... ai... e... ai... Deus... arde... Mmm... ha... por favor, não acredito que tenho uma rola dentro de mim... mmm... ah... ha... ha... Deus...
Eu: Tá bem, gata?... Calma, só... relaxa, sua buceta é muito apertada e eu adoro.
mmm... pelo amor de Deus, afilhada mmm...
que delícia, usa a palavra: pussy que você tem...
Meu pau entrou mais da metade e quando outro orgasmo lubrificou ainda mais a buceta molhada dela.
A garota delirava de prazer.
Mas isso era só o começo.
Ainda faltam mais sexo e muito mais prazer e orgasmos.
Quando sentei ela no meu pau, a menina delirava de se sentir cheia de pau.
Lorena: uau...... Parrii, isso é genial, melhor que me masturbar. Já não dói mais minha buceta e cada vez tô gostando mais dessa sensação.
Me promete que vai me foder sempre.
Adoro ser comida por você.
Me promete que essa não vai ser a última vez.
Eu: não, gata, essa é só a primeira.
Vou te foder sempre.
Mas você não pode contar pra ninguém, ok?
Seus pais são meus amigos e se descobrirem, vai dar merda, sim ou não?
Lorena: prometo, Parrii. Não vou falar nada.
Não sou igual sua sobrinha...
embora agora eu entenda ela...
Era hora, meu leite tava prestes a explodir.
Com um sinal, ela se deitou e eu coloquei minha pica na boca dela.
Ela chupava de leve.
Meu leite começou a sair e ela foi tomando, sem deixar cair uma gota.
Depois de limpar meu pau e ficarmos exaustos, já era hora de voltar à rotina. Em meia hora, a mãe dela chegaria, e minha sobrinha também, um pouco depois.
A gente se higienizou e voltou ao normal. Só com olhares cúmplices e risadas.
Quando minha sobrinha chegou, parecia tudo normal. Até que eu ouvi minha sobrinha dizer:
Claudia: "Fala, comeu ele, né?"
Lorena: "Tá maluca? O que cê tá falando?"
Claudia: "Comeu sim, sua puta de merda...
Vai escovar os dentes, quer?
Dá pra ver que você engoliu tudo.
Daqui a pouco sua mãe chega e vai perceber.
Cê tá com hálito de puta e cara de quem foi bem comida, hahaha."
Minha afilhada obedeceu.
Como era de se esperar, minha sobrinha depois me disse que era melhor eu ter deixado um pouco pra ela.
Foi assim que tudo começou.
Espero que tenham gostado e comentem.
Um abraço.
Maury-solo-yo.
2 comentários - Mi ahijada Lorena ..con gif.