Olá, pessoal! Li alguns contos por aqui e, enquanto lia, resolvi compartilhar com vocês este e, quem sabe, outros relatos que um amigo mais velho me contava quando eu tava começando a dar meus primeiros passos. Espero que gostem e espero não confundir vocês com a história, porque não tenho experiência nisso e talvez eu escreva mais uns contos que meu amigo Mário me contou.
A história que vou contar foi contada por um amigo bem mais velho que eu, lá pelo ano de 2006, quando eu tinha acabado de entrar no ensino médio. Naquela época, lembro bem que tava passando por uma fase rebelde da minha vida, costumava me juntar na esquina do bairro onde morava, onde, segundo a gente, éramos os malandros da quebrada, nos chamávamos de TBCR. As iniciais indicavam o nome do bairro e nossa vida rebelde.
Dentro da galera que se reunia, tinha caras de várias idades, e entre eles um bem mais velho que eu, que foi quem me contou a história que escrevo hoje. Naquela época, eu ainda era muito tímido com as mulheres, era novo e, embora já saísse com garotas, não era tão ousado a ponto de levar elas pra cama ou fazer sacanagem.
Comecei a criar muita intimidade com o Mário, esse era o nome do meu amigo que me contou a história. Mário era um cara de 33 anos, magro, cabelo comprido, rosto alongado e trabalhava como marceneiro.
Um dia fui na marcenaria onde ele trabalhava, eram 5 da tarde. A marcenaria era do pai dele, que não tava, só o Mário. Ele tava trabalhando e me disse que ia fechar a oficina, o que achei estranho porque ele sempre me mandava no depósito da dona Petra comprar umas cervejas pra ele. No fim, eu não ia embora porque gostava de ver o processo de montar coisas de madeira, até que ele me falou: "Ô, mano, já vaza porque daqui a pouco vão vir me aplicar uma injeção." E eu respondi: "Cê tá doente?" Ele disse: "Não, é assim que se fala, doido. O ponto é que você vá embora. Então é isso, amanhã a gente se vê. Um dia fui pra minha casa e no dia seguinte voltei à tarde. Quando cheguei, ela ia sair pra instalar uns armários, me pediu pra acompanhar e fomos instalar eles num sítio perto de onde a gente morava.
No caminho, ela me disse: "Como cê acha que foi a injeção ontem?" Eu, ainda sem entender, falei: "Ué, doeu?" Ela soltou uma risada debochada e respondeu: "Não, quem sentiu dor foi a Rosita e a Isamar." Rosa era filha da Dona Petra, uma guria de 17 anos, praticamente da minha idade. Tinha uns 1,70m, magrinha, medidas quase perfeitas, cintura larga, peitão grande, uma bunda enorme, redonda e bem empinada. Usava óculos, pele branca e cabelo castanho. Ela tava um ano na minha frente no colégio e todo mundo queria comer ela.
Resumindo, fiquei empolgado e falei: "Mentira, tá de sacanagem? O que aconteceu?" E ela disse: "Uns dias atrás fui na venda e a mãe dela não tava. Fui comprar uns cigarros e, quando cheguei, ouvi uns gemidos e uns esforços. Pensei que tavam transando lá dentro, mas não. A Rosita tava vendo um pornô no celular dela. Quando cheguei, ela me olhou, nervosa e apressada, tirou o vídeo. Pedi dois cigarros soltos e o isqueiro pra acender um. Aí falei: 'Tudo bem, Rosita?' Ela respondeu: 'Sim, por quê?' Eu disse: 'Só porque te vi vidrada no celular, vendo um pornô.' Ela ficou vermelha e pálida, falou: 'Mario...' e completou: 'É que me mandaram e eu abri sem querer.' Eu falei: 'Ah, tá explicado. Mas relaxa, é normal ver esses vídeos.' Ela perguntou: 'Sério?' Eu respondi: 'Sim, eu vejo direto.' Ela insistiu: 'Sério mesmo?' Eu falei: 'É, cê sabe que não tô namorando agora, e precisa pra desestressar.' Nisso, a mãe dela tava entrando e eu me despedi. Uns dias depois, voltei lá e a Rosita tava atendendo de novo, conversando com a Isamar. Isamar é uma menina um pouco mais baixa que a Rosita, uns 1,60m, moreninha, cabelo preto, bunduda pra caralho, peitos pequenos e cintura fina. Forjadita… Isamar é prima da enteada da ex-esposa dela. Quando eu cheguei, a Rosita tava rindo e a Isamar virou pra me olhar e riu também… aí eu perguntei o que que era, a Rosita falou: “É que a Isamar não acredita que você vê vídeo pornô”. E eu falei: “Ah, sim… na verdade, na oficina tenho uns DVDs de filme, quando vocês quiserem a gente vai”. Nessa hora elas ficaram sérias, e a Isamar, mais que a Rosita, mostrou interesse e disse: “Sim, quando a gente vai, Rosa?” A Rosa respondeu: “Sei lá, é que vou cuidar da loja o dia inteiro”. Aí a Isamar falou: “Anda, pede licença pra sua mãe pra fazer uma pijamada na minha casa e a gente vai de noite”. No fim, eu paguei e falei que se elas quisessem, esperava elas naquela noite — no dia que você chegou e eu te mandei embora.
Ela me disse que você foi embora e eu pensei que elas não iam vir. Pra isso, eu arrumei uma base de cama das que a gente tem lá pra vender na oficina… coloquei um colchonete e aproximei a TV do telhado onde ficam as bases de cama. Deram 9 horas e como elas não chegavam, eu me deitei lá na oficina pra ler uma revista. Nisso, batem no portão e eu levanto… elas estavam rindo e dizendo: “Já é tarde, ele não vai estar”. Saí rápido quando soube que eram elas, e falei: “E aí? Pensei que não vinham”. A Rosita tava usando um shortinho de lycra branco, marcava bem a bucetinha dela por cima do short, e uma blusinha tipo regata, daquelas folgadas… a Isamar tava de pijama de moletom folgadinho e dava pra ver a bunda bem empinada e redondinha. No fim, peguei uma caixa com DVDs pornô e elas começaram a olhar. Alguns não tinham ilustração, só o nome. Eu perguntei: “Qual vocês querem que eu coloque pra vocês verem que funciona?” Elas disseram: “Nenhum”. Aí a Isamar falou: “A gente só veio pra você emprestar uns pra gente ver na minha casa”. E eu falei: “Fiquem à vontade, escolham”. Depois de um tempão escolhendo, pegaram 3. Antes delas irem, me veio um estalo e eu falei: “Ah, acho que esses tão arranhados. Que tal a gente testar antes?” Elas responderam: “Tá bom, mas rapidinho”. Levei elas até a base da cama… cama onde eu tava deitado e liguei a TV e o DVD, falei senta aí, porque esse DVD é meio lento.. elas sentaram na beirada, coloquei o DVD e botei uma cena.. começou a cena, duas minas se beijando e lambendo as tetas uma da outra, aí aparece um preto com uma pica enorme e elas começam a chupar a pica dele..
Aí a Rosa fala pra mim, tira isso já, se vê.. e eu falei sim; se vê, me passa outro.. depois coloquei outro, liguei uma cena que aparecia uma mina novinha na cama e um preto fazendo sexo oral nela, depois a mina levantava, abaixava a calça dele e começava a chupar a pica.. a Isamar falou na hora.. todo homem tem a pica desse tamanho? Aí eu respondi.. não, alguns têm maior e comecei a rir.. nisso o preto coloca a mina de quatro e enfia a pica na buceta dela, enfia tudo e ela começa a gemer.. e a Rosita fala, ah não, acho que não caberia em mim, e eu falei jaja por que você diz isso? E ela falou é que eu tenho ela pequenininha.. e nisso meu pau começou a endurecer.. eu falei pra ela, cabe sim, só ver o quão pequena é.. a Isamar falou, pois eu acho que cabe em mim, e eu falei você tem maior? E ela falou não, mas eu acho que sim, porque a minha é mais inchada que a dela.. nisso eu falei, então só testando, e elas ficaram me olhando e falaram, você tem igual grande que aquele preto? E eu falei igual grande não, mas mais grossa e quase do mesmo comprimento sim.. e elas falaram mostra aí.. aí eu falei certeza? E a Rosita riu e falou, ah Isamar, vamos embora. E a Isamar falou não! Já tamo aqui, tem que ver.. e nisso eu abaixei a calça e a cueca.. falou Mario, essa era grossa, morena, robusta, cheia de veia e parecia até volumosa demais, que mal conseguia ficar em pé direito, elas ficaram olhando e uma falou, é muito grande, a Isamar respondeu mas isso não vai entrar na gente, e o Mario falou o jeito de meter sem doer é encharcar de saliva, elas falaram então enche de saliva Experimentamos. E aí eu falei pra elas: "Encham pra mim vocês duas e aí a gente vê se entra". Nisso elas perguntaram: "Como?" E eu falei: "Ajoelhem-se as duas". Elas obedeceram e eu mandei: "Uma chupa minhas bolas com a boca e a outra enfia a ponta do meu pau na boca dela". O Mario disse que não acreditava que tava com a Rosita chupando minhas bolas enquanto a Isamar, prima da minha enteada Jéssica, tava mamando meu pau. A Rosita tinha 17 e a Isamar só 16. Em uns minutos meu pau ficou bem duro e cabeçudo, a Isamar mal conseguia abocanhar a cabeça dele com a boca, parecia que os lábios abraçavam ela. Nisso eu falei pra Isamar: "Agora deixa a Rosita tentar ver se entra nela, você continua lá embaixo nas minhas bolas". Eu tava com os pés bem abertos, a Isamar debaixo chupando minhas bolas e a Rosita meteu meu pau na boca dela. Eu pensei que não ia abocanhar mais que a Isamar... aí vi que num suspiro e um puxão ela enfiou o pau na boca. Eu mandei: "Não respira, deixa entrar mais". Segurei a cabeça dela com as mãos e ela enfiou a cabeça toda do meu pau e parte do pescoço dela, quase até a metade. Aí ela tirou o pau da boca, meio engasgada e ofegando forte, e eu falei: "Cospe na ponta, porque agora tá pronta pra meter". Ela cuspiu toda a saliva que tinha na boca e a Isamar ficou do lado dela. Eu falei: "Você também cospe pra entrar melhor". Nisso elas perguntaram: "Como a gente fica?" Eu, aproveitando a situação, o Mario disse, falei: "O jeito mais fácil de entrar é de quatro". Elas perguntaram: "Como?" E eu falei: "Se coloquem na beirada da cama, se inclinem juntas e joguem o corpo pra frente". Na hora elas se posicionaram, até brigando uma com a outra porque não tavam iguais. Aí eu falei: "Quem primeiro?" A Isamar disse: "Eu", enquanto a Rosita falou: "Ela primeiro". Nisso eu falei: "Deixa eu ver quem tá pronta pra meter tudo", e elas perguntaram: "Como você vai fazer? Saber disso e falei pra elas: "É fácil, agora vou baixar a roupa de cada uma e ver quem tá mais molhada." Nisso, Rosita falou: "Ai, eu já perdi então..." Comecei a rir, e Isamar disse: "Você tá muito molhada?" E Rosa respondeu: "Tô sim." Nisso, me virei pra Rosita, que tava inclinadinha de quatro. Ainda falei: "Levanta bem esses cuzinhos pra ver quem tá mais molhada." As duas se esforçaram pra levantar mais as bundinhas redondas de adolescente, e eu pensava: "Vou comer as duas bem gostoso", Mario falou rindo. Então perguntei pra Rosa: "Vamos ver o que você tem aí?" Enquanto ela tava de quatro numa pose bem sexy, Rosita tava com a barriga pra baixo e a bunda bem empinada, formando um coraçãozinho. Nisso, comecei a baixar o short dela, e veio junto com a calcinha, que era rosinha tipo boxer. Ficaram expostos os lábios da buceta dela, que babavam e escorriam de tão excitada que tava. A calcinha dela também tava bem molhada, e o buraquinho do cu era uma coisinha minúscula, cor de rosa, parecia o céu. Ela bem empinadinha, esperando eu meter toda aquela pica enorme, grossa e cabeçuda na buceta dela. Aí falei pra Isamar: "Vem, chupa ela de novo e bota o máximo de saliva possível, porque acho que ela vai ser a primeira a levar." Ela respondeu: "Não quer ver a minha?" Falei: "Primeiro deixa eu meter nela, pra ver quanto cabe. Até porque acho que em você vai entrar toda, e ainda fica maior quando mete." Nisso, ela sem pensar, ficou de quatro na cama, virou pra mim e começou a me chupar... Mario, tava sendo tão explícito na explicação que eu tinha ficado excitada. Falei: "Continua, o que mais aconteceu?"
Nisso, ele falou: Isamar se esforçou tanto que também conseguiu enfiar a cabeça toda na boca, mas mesmo assim não superou a Rosita em meter mais. Por isso, ela cuspiu, e eu falei: "Rosita, aí vai, levanta bem essa bundinha." Nisso, Rosita levantou a cinturinha e as mãos. Eu as separei, elas se segurando no colchão da base da cama. Nisso, o Mario falou pra mim: apontei a cabeça do meu pau na bucetinha dela, que era pequenininha, branquinha, com uns pelinhos loiros e peludinha. Antes de meter, fiquei esfregando de cima pra baixo e de baixo pra cima na bucetinha molhada com a cabeça do meu pau. Ela soltou uns gemidos e eu senti que ela ficou tensa. Nisso, comecei a empurrar e a ponta do meu pau foi abrindo caminho, começou a entrar e ela deu um grito de desejo... empurrei mais até que só a cabeça do meu pau entrou dentro da buceta dela, que era muito apertada e pequena demais. Nisso, o Mario falou: "juro por Deus, mano, que isso nunca vou esquecer. Só a cabeça do meu pau tava dentro dela e ainda tinha o corpo inteiro do meu pau pra fora, mais de um palmo. A bunda dela tava bem empinada, era branquinha, redonda, formava um coraçãozinho, que tava sendo penetrado por mim." Fiquei nessa posição uns segundos, porque já tava quase gozando de tão excitante. Nisso, quis empurrar mais... quando a Rosita falou: "pera, primeiro tenta dentro da Isamar, porque tá doendo em mim." Imaginei o pior, que era verdade: ela era virgem e eu tava sendo o primeiro a penetrar ela. Pensei: "se eu tirar agora, ela não vai mais querer que eu meta. Melhor inventar algo pra ela esquecer isso." E falei: "não tem problema, é assim mesmo quando é a primeira vez." Perguntei: "é sua primeira vez?" E ela respondeu: "sim, é a primeira vez e já não quero mais." Aí eu falei: "espera um pouco e vai ver que você vai gostar." Nisso, ela disse: "tá bom." Quando a Isamar falou: "eu também quero que você meta em mim igual nela, de quatro." E ela ficou de quatro. Falei: "abaixa a pijama pra ver se você tá pronta." Ela, obediente, abaixou a pijama junto com a calcinha. A bunda dela era maior que a da Rosita, mais redonda, mais larga, mas em vez de ser branca e rosadinha, era cor de canela, escurinha, e os pelos pubianos eram pretos, pretos. Nessa hora, eu já tava quase gozando, ele disse. Mario, eu tinha a Rosita dominada, com a ponta do meu pau dentro da buceta dela, Rosita de quatro, morrendo de medo de eu meter mais fundo por causa da dor, e a Isamar também de quatro, de pijama arriado e a bundinha bem empinada... Dava vontade de meter nas duas sem pena, mas por causa do barulho e dos vizinhos, não dava pra fazer isso.
Aí eu pensei: vou fazer uma loucura, vou meter nas duas pra ver até onde seguro o gozo... Falei pra Isamar, na esperança de distrair a Rosita: "Coloca a cabeça no colchonete e deixa a bunda bem empinada que vou trocar de posição contigo." Nisso, a Rosita relaxou, senti porque minha cabeça tava dentro dela e ela tava apertando. Quando ela parou de apertar, empurrei forte, mas com cuidado, e entrei com boa parte do meu pau nela. Ela não se segurou e deu um berro que acho que vários vizinhos ouviram. Aí tirei um pouco e empurrei de novo... Pensando que ela ia pedir pra tirar porque tava doendo, ela disse: "Mete mais, quero sentir mais fundo." Isso me excitou ainda mais. Segurei ela pelo quadril, olhei pra baixo e vi que ainda tinha bastante pau fora, tipo uns 3/4. Cuspi e fui empurrando devagar... e falei: "Eu aviso quando tiver tudo dentro." O corpo dela começou a tremer, a se sacudir, e eu via o pau entrando centímetro por centímetro na buceta dela. Aí senti que bateu em alguma coisa lá dentro. Olhei pra baixo, e ela na hora disse: "Tá tão gostoso, já entrou tudo, né?" Eu vi que ainda faltavam uns centímetros do meu pau pra fora, e respondi: "É, já entrou quase tudo." Ela falou: "Espera, tira! Vou fazer xixi." Nisso, senti ela se contorcer um pouco e começar a tremer e a se sacudir toda. Eu, de propósito, empurrei os poucos centímetros que faltavam, mas não consegui enfiar tudo de vez. Senti tudo muito molhado, começou a escorrer... Ela disse que Vergonha e ela tirou fora.. de tanto líquido que jorrou, tipo mijadinhas, dissolveu o sangue que soltei ao desvirginar ela, eu sinceramente era isso que eu tinha medo que ela visse, porque ia se assustar.. nisso ela começou a chorar e disse por que eu mijei.. e eu respondi, é normal isso é um orgasmo, e ela entre querer chorar e não, disse é? E eu falei sim, o que você sentiu, ela disse na hora queria que continuasse dentro, mas quando comecei a me mijar sem conseguir controlar a vontade de fazer, melhor tirei fora, mas dá uma sensação estranha, nisso Isamar que continuava de pijama abaixado mas já tinha levantado a cabeça do colchonete disse, eu também quero sentir um orgasmo.. e eu já quase tinha gozado, me disse Mario.
Depois disso, descemos pra instalar o armário, eu queria que ela continuasse me contando mas não dava porque a dona da casa tava olhando a gente instalar o armário. Quando terminamos de instalar, voltamos pra oficina e ela continuou me contando..
Depois disso pra que te contar, Isamar já tava de quatro e Rosita ainda com o shortinho abaixado, falei pra Rosita quer que eu meta de novo e ela disse, pera aí não tem camisinha? E eu falei sim mas não se seca, se quiser que eu meta de novo, pra ficar molhado. Nisso falei vou tirar o short pra não atrapalhar, nisso ela tira o short e eu já entrando na confiança tirei a blusinha dela, os peitos dela estavam bem durinhos, excitados ainda, com os bicos duros e falei deixa eu meter em Isamar primeiro.. você fica olhando pra ver se entra tudo ou não.. nisso falo pra Isamar me chupar de novo e Rosita sem eu mandar nada, ela também começou a me beijar e pra finalizar, deu uma cuspida também no meu pau, que já tava quase estourando.. falei pra Isamar abre o máximo que puder sua bunda pra não doer tanto e entrar tudo de uma vez, ela se colocou com a cabeça no colchonete, levantou a bundinha junta o máximo que pôde, falei pra Rosita, abre as nádegas dela pra tu ver como entra, nisso eu cuspi na minha pica, dei umas esfregadas e a mesma estratégia, passei a pica na entrada da bucetinha molhada dela, só senti que ela quis afundar na minha pica, nisso dei uma esfregada e quando passei bem na entrada da buceta, enfiei devagarzinho.. a cabeça da minha pica entrou com mais facilidade que na Rosita, mas a Isamar gemia mais e começou a querer chorar, eu falei é sua primeira vez e ela não negou nem disse que não.. nisso a cabeça entrou, minha pica ficou enterrada dentro dela, o pescoço cheio de saliva brilhava com o reflexo do filme pornô que tava passando na TV, as bundinhas dela bem empinadas, formavam um coração ainda maior e mais redondo que o da Rosita, a profundidade do meio das nádegas dela até a entrada da buceta era ainda maior que a da Rosita, muito mais funda, a Rosita era magra não tinha muita, a bucetinha dela era mais fina e mais apertada, já a Isamar era mais bunduda, mais carnuda, tinha mais corpo e volume que a Rosita.. ali estava eu, Rosita pelada vendo eu meter a cabeça da minha pica na Isamar, Isamar segurava firme o colchão enquanto eu tinha minha pica dentro dela e observava orgulhoso da minha façanha de ter duas meninas virgens na mesma cama, comendo as duas.. nisso eu falei já entrou a cabeça, agora vou empurrar, vou falar quando tiver toda dentro.. apertei um pouco e ela começou a querer se soltar.. Rosa falou pra ela, em mim entrou toda, não acredito que em você não entre, aguenta, falou sério.. empurrei mais um pouco já tinha entrado quase metade da minha pica quando a Isamar falou, já, para aí porque parece uma faca dentro de mim.. e eu falei espera, é que precisa de mais saliva.. nisso eu ia tirar, quando comecei a puxar vi que tava manchada de vermelho, e falei pra Rosita, com medo que ela tivesse notado.. pode apagar a luz, pra não pensarem que tem gente aqui.. nisso mostrei onde apagava e enquanto ela foi, eu limpei um pouco o tronco da minha pica com minha camiseta.. a TV que me dava luz pra apreciar a função ficou ligada.. um manjar ali de quatro.. continuei metendo e tirando, sem tirar ela toda de uma vez.. fiquei uns minutos assim até que quis meter mais fundo e percebi que tava machucando ela.. falei pra ela que é mais fácil entrar tudo se ela sentar em cima de mim.. nisso tirei ela, percebi que ainda tinha um pouco de sangue, limpei com a mão enquanto babava ela, me deitei e falei tira o pijama, ela tirou a parte de baixo, e eu, esperto, esperei ela sentar na minha pica pra tirar a parte de cima.. aí ela começou a descer em direção à minha pica, apontei com a mão pra buceta dela e falei senta.. ela sentou devagar, senti como se algo abraçasse minha pica enorme, que tava prestes a gozar.. ela assim que sentou, começou a se mexer sozinha, num ritmo entre lento e apressado, eu sabia que já tinha entrado tudo, mas não falava nada porque queria que ela continuasse cavalgando, nisso levantei as mãos, tirei a parte de cima da roupa dela, e vi os peitos dela que estavam durinhos, eram moreninhos, com umas auréolas pequenas em volta do mamilo.. eu comecei a me mexer enquanto segurava ela pela cintura, enquanto a Rosita observava e ela disse, já entrou tudo, e eu falei, não, ainda falta um pouco, olha! Nisso dei uma enfiada e ela gemeu bem alto.. continuei metendo ali mesmo, e notei que ela parou de se mexer e quis se levantar, eu segurei ela ainda mais forte pela cintura e caderinha, e me mexi mais rápido.. senti que ela ficou sem forças, desmaiou e foi quando percebi que ela gozou.. nisso falei levanta, e ela não se levantava, não tinha forças.. falei vou gozar.. quando falei isso ela se levantou na hora, eu me levantei e falei pras duas ajoelhem na cama, elas ajoelharam e eu fiquei de pé na frente delas, com uma mão juntei as cabecinhas delas e com a outra bati uma punheta rápida na pica, falei abram a boca Grande! Grande! Grande! E vi quando abriram as duas, naquele momento parei de bater punheta, meu pau começou a pulsar sozinho internamente, já tava há muito tempo sem gozar porque não tinha namorada naquela época, aí dei um puxão pra trás no meu pau e voltei rápido pra frente de novo! E caiu na cara da Isamar uma porra viscosa, cobrindo parte da bochecha dela, entre a sobrancelha e a testa.. joguei tanta porra! Parecia coágulo! Umas porras bem grossas e gelatinosas, envelhecidas, comecei a esguichar muita porra com pressão, uma atrás da outra, e enquanto segurei a Rosita, que tentou se afastar porque percebi que ela ficou com nojo, segurei ela e apontei pros olhos dela, enchi os olhos dela de porra grossa e viscosa.. continuei esguichando e notei que a Isamar tava gostando, até começou a saborear.. deixei a cara delas toda lambuzada de porra, até caiu no cabelo delas.. aí falei: espera, não se mexam. Peguei meu celular, acendi a luz, liguei a câmera e tirei uma foto das duas.. falei: agora comam. A Rosita não queria, tava com nojo.. mas a Isamar com um dedo juntava a porra na boca dela, e eu apontei de novo antes que elas vissem que eu tava com o celular na mão.. tirei mais duas fotos e guardei o celular no bolso. Aí falei pra Rosita: come também, pra você saber o gosto.. a Isamar começou a lamber a porra da cara da Rosita e quando pegava com a boca, falava: abre a boca, ela pegava com os lábios e jogava na boca dela.. parecia que ela queria vomitar, mas comeu mesmo.. nisso, bateram no portão da oficina, passei o rolo rapidamente, subi a calça, falei: troquem de roupa, tirei o DVD e desliguei a TV e a luz, ficou tudo escuro.. elas se trocaram sem olhar e eu falei: não falem, fiquem em silêncio. Ficamos um tempão lá na cama enquanto quem bateu foi embora, aí fui, subi no telhado, vi que era meu pai quem tinha batido enquanto ele voltava andando pra casa onde a gente morava, a três ou quatro portas da oficina.. desci do telhado e falei: já foi, querem ir embora? Isamar disse: sim. Meus pais já não demoram pra chegar, não quero que percebam que a gente não tá aqui.. e eu falei pra elas se antes do meu pai voltar com as chaves, talvez ele nem trouxesse.. nisso a gente ia andando pelo escuro da oficina e eu dava uma olhada na penumbra, peguei as duas pela bunda enquanto caminhavam, apertei as duas e abri a porta da oficina.. falei: não vão levar os DVDs? E a Rosita respondeu: a gente volta depois, pra você mostrar os outros, enquanto ria.
Elas foram andando e sumiram entre os carros e a escuridão, cochichando uma com a outra..
Aí eu, todo animado, falei: Mario, me mostra as fotos! E ele disse: calma, parceiro, a parada é na manha, ainda tem mais..
E eu perguntei: tem mais? E ele respondeu: sim.. depois que elas foram embora, acendi a luz e vi todas as evidências da bagunça, o colchonete tava molhado, dava pra ver uma mancha meio alaranjada ou avermelhada, acho que era do que a Rosita tinha soltado.. sacudi o colchonete e caiu uma calcinha rosinha, era da Rosita, que no escuro não achou e vestiu o shortinho por cima, além de um tênis roxo, como se alguém tivesse corrido e deixado pra trás.
Mario falou, quase suspirando: acho que já conheci o paraíso da carne, e tô esperando pra ver quando vou visitar de novo antes de morrer, porque com certeza vou pro inferno.. tudo isso enquanto ria de um jeito sarcástico..
Depois continuo com a outra parte dessa história e outras que meu amigo Mario me contou..
A história que vou contar foi contada por um amigo bem mais velho que eu, lá pelo ano de 2006, quando eu tinha acabado de entrar no ensino médio. Naquela época, lembro bem que tava passando por uma fase rebelde da minha vida, costumava me juntar na esquina do bairro onde morava, onde, segundo a gente, éramos os malandros da quebrada, nos chamávamos de TBCR. As iniciais indicavam o nome do bairro e nossa vida rebelde.
Dentro da galera que se reunia, tinha caras de várias idades, e entre eles um bem mais velho que eu, que foi quem me contou a história que escrevo hoje. Naquela época, eu ainda era muito tímido com as mulheres, era novo e, embora já saísse com garotas, não era tão ousado a ponto de levar elas pra cama ou fazer sacanagem.
Comecei a criar muita intimidade com o Mário, esse era o nome do meu amigo que me contou a história. Mário era um cara de 33 anos, magro, cabelo comprido, rosto alongado e trabalhava como marceneiro.
Um dia fui na marcenaria onde ele trabalhava, eram 5 da tarde. A marcenaria era do pai dele, que não tava, só o Mário. Ele tava trabalhando e me disse que ia fechar a oficina, o que achei estranho porque ele sempre me mandava no depósito da dona Petra comprar umas cervejas pra ele. No fim, eu não ia embora porque gostava de ver o processo de montar coisas de madeira, até que ele me falou: "Ô, mano, já vaza porque daqui a pouco vão vir me aplicar uma injeção." E eu respondi: "Cê tá doente?" Ele disse: "Não, é assim que se fala, doido. O ponto é que você vá embora. Então é isso, amanhã a gente se vê. Um dia fui pra minha casa e no dia seguinte voltei à tarde. Quando cheguei, ela ia sair pra instalar uns armários, me pediu pra acompanhar e fomos instalar eles num sítio perto de onde a gente morava.
No caminho, ela me disse: "Como cê acha que foi a injeção ontem?" Eu, ainda sem entender, falei: "Ué, doeu?" Ela soltou uma risada debochada e respondeu: "Não, quem sentiu dor foi a Rosita e a Isamar." Rosa era filha da Dona Petra, uma guria de 17 anos, praticamente da minha idade. Tinha uns 1,70m, magrinha, medidas quase perfeitas, cintura larga, peitão grande, uma bunda enorme, redonda e bem empinada. Usava óculos, pele branca e cabelo castanho. Ela tava um ano na minha frente no colégio e todo mundo queria comer ela.
Resumindo, fiquei empolgado e falei: "Mentira, tá de sacanagem? O que aconteceu?" E ela disse: "Uns dias atrás fui na venda e a mãe dela não tava. Fui comprar uns cigarros e, quando cheguei, ouvi uns gemidos e uns esforços. Pensei que tavam transando lá dentro, mas não. A Rosita tava vendo um pornô no celular dela. Quando cheguei, ela me olhou, nervosa e apressada, tirou o vídeo. Pedi dois cigarros soltos e o isqueiro pra acender um. Aí falei: 'Tudo bem, Rosita?' Ela respondeu: 'Sim, por quê?' Eu disse: 'Só porque te vi vidrada no celular, vendo um pornô.' Ela ficou vermelha e pálida, falou: 'Mario...' e completou: 'É que me mandaram e eu abri sem querer.' Eu falei: 'Ah, tá explicado. Mas relaxa, é normal ver esses vídeos.' Ela perguntou: 'Sério?' Eu respondi: 'Sim, eu vejo direto.' Ela insistiu: 'Sério mesmo?' Eu falei: 'É, cê sabe que não tô namorando agora, e precisa pra desestressar.' Nisso, a mãe dela tava entrando e eu me despedi. Uns dias depois, voltei lá e a Rosita tava atendendo de novo, conversando com a Isamar. Isamar é uma menina um pouco mais baixa que a Rosita, uns 1,60m, moreninha, cabelo preto, bunduda pra caralho, peitos pequenos e cintura fina. Forjadita… Isamar é prima da enteada da ex-esposa dela. Quando eu cheguei, a Rosita tava rindo e a Isamar virou pra me olhar e riu também… aí eu perguntei o que que era, a Rosita falou: “É que a Isamar não acredita que você vê vídeo pornô”. E eu falei: “Ah, sim… na verdade, na oficina tenho uns DVDs de filme, quando vocês quiserem a gente vai”. Nessa hora elas ficaram sérias, e a Isamar, mais que a Rosita, mostrou interesse e disse: “Sim, quando a gente vai, Rosa?” A Rosa respondeu: “Sei lá, é que vou cuidar da loja o dia inteiro”. Aí a Isamar falou: “Anda, pede licença pra sua mãe pra fazer uma pijamada na minha casa e a gente vai de noite”. No fim, eu paguei e falei que se elas quisessem, esperava elas naquela noite — no dia que você chegou e eu te mandei embora.
Ela me disse que você foi embora e eu pensei que elas não iam vir. Pra isso, eu arrumei uma base de cama das que a gente tem lá pra vender na oficina… coloquei um colchonete e aproximei a TV do telhado onde ficam as bases de cama. Deram 9 horas e como elas não chegavam, eu me deitei lá na oficina pra ler uma revista. Nisso, batem no portão e eu levanto… elas estavam rindo e dizendo: “Já é tarde, ele não vai estar”. Saí rápido quando soube que eram elas, e falei: “E aí? Pensei que não vinham”. A Rosita tava usando um shortinho de lycra branco, marcava bem a bucetinha dela por cima do short, e uma blusinha tipo regata, daquelas folgadas… a Isamar tava de pijama de moletom folgadinho e dava pra ver a bunda bem empinada e redondinha. No fim, peguei uma caixa com DVDs pornô e elas começaram a olhar. Alguns não tinham ilustração, só o nome. Eu perguntei: “Qual vocês querem que eu coloque pra vocês verem que funciona?” Elas disseram: “Nenhum”. Aí a Isamar falou: “A gente só veio pra você emprestar uns pra gente ver na minha casa”. E eu falei: “Fiquem à vontade, escolham”. Depois de um tempão escolhendo, pegaram 3. Antes delas irem, me veio um estalo e eu falei: “Ah, acho que esses tão arranhados. Que tal a gente testar antes?” Elas responderam: “Tá bom, mas rapidinho”. Levei elas até a base da cama… cama onde eu tava deitado e liguei a TV e o DVD, falei senta aí, porque esse DVD é meio lento.. elas sentaram na beirada, coloquei o DVD e botei uma cena.. começou a cena, duas minas se beijando e lambendo as tetas uma da outra, aí aparece um preto com uma pica enorme e elas começam a chupar a pica dele..
Aí a Rosa fala pra mim, tira isso já, se vê.. e eu falei sim; se vê, me passa outro.. depois coloquei outro, liguei uma cena que aparecia uma mina novinha na cama e um preto fazendo sexo oral nela, depois a mina levantava, abaixava a calça dele e começava a chupar a pica.. a Isamar falou na hora.. todo homem tem a pica desse tamanho? Aí eu respondi.. não, alguns têm maior e comecei a rir.. nisso o preto coloca a mina de quatro e enfia a pica na buceta dela, enfia tudo e ela começa a gemer.. e a Rosita fala, ah não, acho que não caberia em mim, e eu falei jaja por que você diz isso? E ela falou é que eu tenho ela pequenininha.. e nisso meu pau começou a endurecer.. eu falei pra ela, cabe sim, só ver o quão pequena é.. a Isamar falou, pois eu acho que cabe em mim, e eu falei você tem maior? E ela falou não, mas eu acho que sim, porque a minha é mais inchada que a dela.. nisso eu falei, então só testando, e elas ficaram me olhando e falaram, você tem igual grande que aquele preto? E eu falei igual grande não, mas mais grossa e quase do mesmo comprimento sim.. e elas falaram mostra aí.. aí eu falei certeza? E a Rosita riu e falou, ah Isamar, vamos embora. E a Isamar falou não! Já tamo aqui, tem que ver.. e nisso eu abaixei a calça e a cueca.. falou Mario, essa era grossa, morena, robusta, cheia de veia e parecia até volumosa demais, que mal conseguia ficar em pé direito, elas ficaram olhando e uma falou, é muito grande, a Isamar respondeu mas isso não vai entrar na gente, e o Mario falou o jeito de meter sem doer é encharcar de saliva, elas falaram então enche de saliva Experimentamos. E aí eu falei pra elas: "Encham pra mim vocês duas e aí a gente vê se entra". Nisso elas perguntaram: "Como?" E eu falei: "Ajoelhem-se as duas". Elas obedeceram e eu mandei: "Uma chupa minhas bolas com a boca e a outra enfia a ponta do meu pau na boca dela". O Mario disse que não acreditava que tava com a Rosita chupando minhas bolas enquanto a Isamar, prima da minha enteada Jéssica, tava mamando meu pau. A Rosita tinha 17 e a Isamar só 16. Em uns minutos meu pau ficou bem duro e cabeçudo, a Isamar mal conseguia abocanhar a cabeça dele com a boca, parecia que os lábios abraçavam ela. Nisso eu falei pra Isamar: "Agora deixa a Rosita tentar ver se entra nela, você continua lá embaixo nas minhas bolas". Eu tava com os pés bem abertos, a Isamar debaixo chupando minhas bolas e a Rosita meteu meu pau na boca dela. Eu pensei que não ia abocanhar mais que a Isamar... aí vi que num suspiro e um puxão ela enfiou o pau na boca. Eu mandei: "Não respira, deixa entrar mais". Segurei a cabeça dela com as mãos e ela enfiou a cabeça toda do meu pau e parte do pescoço dela, quase até a metade. Aí ela tirou o pau da boca, meio engasgada e ofegando forte, e eu falei: "Cospe na ponta, porque agora tá pronta pra meter". Ela cuspiu toda a saliva que tinha na boca e a Isamar ficou do lado dela. Eu falei: "Você também cospe pra entrar melhor". Nisso elas perguntaram: "Como a gente fica?" Eu, aproveitando a situação, o Mario disse, falei: "O jeito mais fácil de entrar é de quatro". Elas perguntaram: "Como?" E eu falei: "Se coloquem na beirada da cama, se inclinem juntas e joguem o corpo pra frente". Na hora elas se posicionaram, até brigando uma com a outra porque não tavam iguais. Aí eu falei: "Quem primeiro?" A Isamar disse: "Eu", enquanto a Rosita falou: "Ela primeiro". Nisso eu falei: "Deixa eu ver quem tá pronta pra meter tudo", e elas perguntaram: "Como você vai fazer? Saber disso e falei pra elas: "É fácil, agora vou baixar a roupa de cada uma e ver quem tá mais molhada." Nisso, Rosita falou: "Ai, eu já perdi então..." Comecei a rir, e Isamar disse: "Você tá muito molhada?" E Rosa respondeu: "Tô sim." Nisso, me virei pra Rosita, que tava inclinadinha de quatro. Ainda falei: "Levanta bem esses cuzinhos pra ver quem tá mais molhada." As duas se esforçaram pra levantar mais as bundinhas redondas de adolescente, e eu pensava: "Vou comer as duas bem gostoso", Mario falou rindo. Então perguntei pra Rosa: "Vamos ver o que você tem aí?" Enquanto ela tava de quatro numa pose bem sexy, Rosita tava com a barriga pra baixo e a bunda bem empinada, formando um coraçãozinho. Nisso, comecei a baixar o short dela, e veio junto com a calcinha, que era rosinha tipo boxer. Ficaram expostos os lábios da buceta dela, que babavam e escorriam de tão excitada que tava. A calcinha dela também tava bem molhada, e o buraquinho do cu era uma coisinha minúscula, cor de rosa, parecia o céu. Ela bem empinadinha, esperando eu meter toda aquela pica enorme, grossa e cabeçuda na buceta dela. Aí falei pra Isamar: "Vem, chupa ela de novo e bota o máximo de saliva possível, porque acho que ela vai ser a primeira a levar." Ela respondeu: "Não quer ver a minha?" Falei: "Primeiro deixa eu meter nela, pra ver quanto cabe. Até porque acho que em você vai entrar toda, e ainda fica maior quando mete." Nisso, ela sem pensar, ficou de quatro na cama, virou pra mim e começou a me chupar... Mario, tava sendo tão explícito na explicação que eu tinha ficado excitada. Falei: "Continua, o que mais aconteceu?"
Nisso, ele falou: Isamar se esforçou tanto que também conseguiu enfiar a cabeça toda na boca, mas mesmo assim não superou a Rosita em meter mais. Por isso, ela cuspiu, e eu falei: "Rosita, aí vai, levanta bem essa bundinha." Nisso, Rosita levantou a cinturinha e as mãos. Eu as separei, elas se segurando no colchão da base da cama. Nisso, o Mario falou pra mim: apontei a cabeça do meu pau na bucetinha dela, que era pequenininha, branquinha, com uns pelinhos loiros e peludinha. Antes de meter, fiquei esfregando de cima pra baixo e de baixo pra cima na bucetinha molhada com a cabeça do meu pau. Ela soltou uns gemidos e eu senti que ela ficou tensa. Nisso, comecei a empurrar e a ponta do meu pau foi abrindo caminho, começou a entrar e ela deu um grito de desejo... empurrei mais até que só a cabeça do meu pau entrou dentro da buceta dela, que era muito apertada e pequena demais. Nisso, o Mario falou: "juro por Deus, mano, que isso nunca vou esquecer. Só a cabeça do meu pau tava dentro dela e ainda tinha o corpo inteiro do meu pau pra fora, mais de um palmo. A bunda dela tava bem empinada, era branquinha, redonda, formava um coraçãozinho, que tava sendo penetrado por mim." Fiquei nessa posição uns segundos, porque já tava quase gozando de tão excitante. Nisso, quis empurrar mais... quando a Rosita falou: "pera, primeiro tenta dentro da Isamar, porque tá doendo em mim." Imaginei o pior, que era verdade: ela era virgem e eu tava sendo o primeiro a penetrar ela. Pensei: "se eu tirar agora, ela não vai mais querer que eu meta. Melhor inventar algo pra ela esquecer isso." E falei: "não tem problema, é assim mesmo quando é a primeira vez." Perguntei: "é sua primeira vez?" E ela respondeu: "sim, é a primeira vez e já não quero mais." Aí eu falei: "espera um pouco e vai ver que você vai gostar." Nisso, ela disse: "tá bom." Quando a Isamar falou: "eu também quero que você meta em mim igual nela, de quatro." E ela ficou de quatro. Falei: "abaixa a pijama pra ver se você tá pronta." Ela, obediente, abaixou a pijama junto com a calcinha. A bunda dela era maior que a da Rosita, mais redonda, mais larga, mas em vez de ser branca e rosadinha, era cor de canela, escurinha, e os pelos pubianos eram pretos, pretos. Nessa hora, eu já tava quase gozando, ele disse. Mario, eu tinha a Rosita dominada, com a ponta do meu pau dentro da buceta dela, Rosita de quatro, morrendo de medo de eu meter mais fundo por causa da dor, e a Isamar também de quatro, de pijama arriado e a bundinha bem empinada... Dava vontade de meter nas duas sem pena, mas por causa do barulho e dos vizinhos, não dava pra fazer isso.
Aí eu pensei: vou fazer uma loucura, vou meter nas duas pra ver até onde seguro o gozo... Falei pra Isamar, na esperança de distrair a Rosita: "Coloca a cabeça no colchonete e deixa a bunda bem empinada que vou trocar de posição contigo." Nisso, a Rosita relaxou, senti porque minha cabeça tava dentro dela e ela tava apertando. Quando ela parou de apertar, empurrei forte, mas com cuidado, e entrei com boa parte do meu pau nela. Ela não se segurou e deu um berro que acho que vários vizinhos ouviram. Aí tirei um pouco e empurrei de novo... Pensando que ela ia pedir pra tirar porque tava doendo, ela disse: "Mete mais, quero sentir mais fundo." Isso me excitou ainda mais. Segurei ela pelo quadril, olhei pra baixo e vi que ainda tinha bastante pau fora, tipo uns 3/4. Cuspi e fui empurrando devagar... e falei: "Eu aviso quando tiver tudo dentro." O corpo dela começou a tremer, a se sacudir, e eu via o pau entrando centímetro por centímetro na buceta dela. Aí senti que bateu em alguma coisa lá dentro. Olhei pra baixo, e ela na hora disse: "Tá tão gostoso, já entrou tudo, né?" Eu vi que ainda faltavam uns centímetros do meu pau pra fora, e respondi: "É, já entrou quase tudo." Ela falou: "Espera, tira! Vou fazer xixi." Nisso, senti ela se contorcer um pouco e começar a tremer e a se sacudir toda. Eu, de propósito, empurrei os poucos centímetros que faltavam, mas não consegui enfiar tudo de vez. Senti tudo muito molhado, começou a escorrer... Ela disse que Vergonha e ela tirou fora.. de tanto líquido que jorrou, tipo mijadinhas, dissolveu o sangue que soltei ao desvirginar ela, eu sinceramente era isso que eu tinha medo que ela visse, porque ia se assustar.. nisso ela começou a chorar e disse por que eu mijei.. e eu respondi, é normal isso é um orgasmo, e ela entre querer chorar e não, disse é? E eu falei sim, o que você sentiu, ela disse na hora queria que continuasse dentro, mas quando comecei a me mijar sem conseguir controlar a vontade de fazer, melhor tirei fora, mas dá uma sensação estranha, nisso Isamar que continuava de pijama abaixado mas já tinha levantado a cabeça do colchonete disse, eu também quero sentir um orgasmo.. e eu já quase tinha gozado, me disse Mario.
Depois disso, descemos pra instalar o armário, eu queria que ela continuasse me contando mas não dava porque a dona da casa tava olhando a gente instalar o armário. Quando terminamos de instalar, voltamos pra oficina e ela continuou me contando..
Depois disso pra que te contar, Isamar já tava de quatro e Rosita ainda com o shortinho abaixado, falei pra Rosita quer que eu meta de novo e ela disse, pera aí não tem camisinha? E eu falei sim mas não se seca, se quiser que eu meta de novo, pra ficar molhado. Nisso falei vou tirar o short pra não atrapalhar, nisso ela tira o short e eu já entrando na confiança tirei a blusinha dela, os peitos dela estavam bem durinhos, excitados ainda, com os bicos duros e falei deixa eu meter em Isamar primeiro.. você fica olhando pra ver se entra tudo ou não.. nisso falo pra Isamar me chupar de novo e Rosita sem eu mandar nada, ela também começou a me beijar e pra finalizar, deu uma cuspida também no meu pau, que já tava quase estourando.. falei pra Isamar abre o máximo que puder sua bunda pra não doer tanto e entrar tudo de uma vez, ela se colocou com a cabeça no colchonete, levantou a bundinha junta o máximo que pôde, falei pra Rosita, abre as nádegas dela pra tu ver como entra, nisso eu cuspi na minha pica, dei umas esfregadas e a mesma estratégia, passei a pica na entrada da bucetinha molhada dela, só senti que ela quis afundar na minha pica, nisso dei uma esfregada e quando passei bem na entrada da buceta, enfiei devagarzinho.. a cabeça da minha pica entrou com mais facilidade que na Rosita, mas a Isamar gemia mais e começou a querer chorar, eu falei é sua primeira vez e ela não negou nem disse que não.. nisso a cabeça entrou, minha pica ficou enterrada dentro dela, o pescoço cheio de saliva brilhava com o reflexo do filme pornô que tava passando na TV, as bundinhas dela bem empinadas, formavam um coração ainda maior e mais redondo que o da Rosita, a profundidade do meio das nádegas dela até a entrada da buceta era ainda maior que a da Rosita, muito mais funda, a Rosita era magra não tinha muita, a bucetinha dela era mais fina e mais apertada, já a Isamar era mais bunduda, mais carnuda, tinha mais corpo e volume que a Rosita.. ali estava eu, Rosita pelada vendo eu meter a cabeça da minha pica na Isamar, Isamar segurava firme o colchão enquanto eu tinha minha pica dentro dela e observava orgulhoso da minha façanha de ter duas meninas virgens na mesma cama, comendo as duas.. nisso eu falei já entrou a cabeça, agora vou empurrar, vou falar quando tiver toda dentro.. apertei um pouco e ela começou a querer se soltar.. Rosa falou pra ela, em mim entrou toda, não acredito que em você não entre, aguenta, falou sério.. empurrei mais um pouco já tinha entrado quase metade da minha pica quando a Isamar falou, já, para aí porque parece uma faca dentro de mim.. e eu falei espera, é que precisa de mais saliva.. nisso eu ia tirar, quando comecei a puxar vi que tava manchada de vermelho, e falei pra Rosita, com medo que ela tivesse notado.. pode apagar a luz, pra não pensarem que tem gente aqui.. nisso mostrei onde apagava e enquanto ela foi, eu limpei um pouco o tronco da minha pica com minha camiseta.. a TV que me dava luz pra apreciar a função ficou ligada.. um manjar ali de quatro.. continuei metendo e tirando, sem tirar ela toda de uma vez.. fiquei uns minutos assim até que quis meter mais fundo e percebi que tava machucando ela.. falei pra ela que é mais fácil entrar tudo se ela sentar em cima de mim.. nisso tirei ela, percebi que ainda tinha um pouco de sangue, limpei com a mão enquanto babava ela, me deitei e falei tira o pijama, ela tirou a parte de baixo, e eu, esperto, esperei ela sentar na minha pica pra tirar a parte de cima.. aí ela começou a descer em direção à minha pica, apontei com a mão pra buceta dela e falei senta.. ela sentou devagar, senti como se algo abraçasse minha pica enorme, que tava prestes a gozar.. ela assim que sentou, começou a se mexer sozinha, num ritmo entre lento e apressado, eu sabia que já tinha entrado tudo, mas não falava nada porque queria que ela continuasse cavalgando, nisso levantei as mãos, tirei a parte de cima da roupa dela, e vi os peitos dela que estavam durinhos, eram moreninhos, com umas auréolas pequenas em volta do mamilo.. eu comecei a me mexer enquanto segurava ela pela cintura, enquanto a Rosita observava e ela disse, já entrou tudo, e eu falei, não, ainda falta um pouco, olha! Nisso dei uma enfiada e ela gemeu bem alto.. continuei metendo ali mesmo, e notei que ela parou de se mexer e quis se levantar, eu segurei ela ainda mais forte pela cintura e caderinha, e me mexi mais rápido.. senti que ela ficou sem forças, desmaiou e foi quando percebi que ela gozou.. nisso falei levanta, e ela não se levantava, não tinha forças.. falei vou gozar.. quando falei isso ela se levantou na hora, eu me levantei e falei pras duas ajoelhem na cama, elas ajoelharam e eu fiquei de pé na frente delas, com uma mão juntei as cabecinhas delas e com a outra bati uma punheta rápida na pica, falei abram a boca Grande! Grande! Grande! E vi quando abriram as duas, naquele momento parei de bater punheta, meu pau começou a pulsar sozinho internamente, já tava há muito tempo sem gozar porque não tinha namorada naquela época, aí dei um puxão pra trás no meu pau e voltei rápido pra frente de novo! E caiu na cara da Isamar uma porra viscosa, cobrindo parte da bochecha dela, entre a sobrancelha e a testa.. joguei tanta porra! Parecia coágulo! Umas porras bem grossas e gelatinosas, envelhecidas, comecei a esguichar muita porra com pressão, uma atrás da outra, e enquanto segurei a Rosita, que tentou se afastar porque percebi que ela ficou com nojo, segurei ela e apontei pros olhos dela, enchi os olhos dela de porra grossa e viscosa.. continuei esguichando e notei que a Isamar tava gostando, até começou a saborear.. deixei a cara delas toda lambuzada de porra, até caiu no cabelo delas.. aí falei: espera, não se mexam. Peguei meu celular, acendi a luz, liguei a câmera e tirei uma foto das duas.. falei: agora comam. A Rosita não queria, tava com nojo.. mas a Isamar com um dedo juntava a porra na boca dela, e eu apontei de novo antes que elas vissem que eu tava com o celular na mão.. tirei mais duas fotos e guardei o celular no bolso. Aí falei pra Rosita: come também, pra você saber o gosto.. a Isamar começou a lamber a porra da cara da Rosita e quando pegava com a boca, falava: abre a boca, ela pegava com os lábios e jogava na boca dela.. parecia que ela queria vomitar, mas comeu mesmo.. nisso, bateram no portão da oficina, passei o rolo rapidamente, subi a calça, falei: troquem de roupa, tirei o DVD e desliguei a TV e a luz, ficou tudo escuro.. elas se trocaram sem olhar e eu falei: não falem, fiquem em silêncio. Ficamos um tempão lá na cama enquanto quem bateu foi embora, aí fui, subi no telhado, vi que era meu pai quem tinha batido enquanto ele voltava andando pra casa onde a gente morava, a três ou quatro portas da oficina.. desci do telhado e falei: já foi, querem ir embora? Isamar disse: sim. Meus pais já não demoram pra chegar, não quero que percebam que a gente não tá aqui.. e eu falei pra elas se antes do meu pai voltar com as chaves, talvez ele nem trouxesse.. nisso a gente ia andando pelo escuro da oficina e eu dava uma olhada na penumbra, peguei as duas pela bunda enquanto caminhavam, apertei as duas e abri a porta da oficina.. falei: não vão levar os DVDs? E a Rosita respondeu: a gente volta depois, pra você mostrar os outros, enquanto ria.
Elas foram andando e sumiram entre os carros e a escuridão, cochichando uma com a outra..
Aí eu, todo animado, falei: Mario, me mostra as fotos! E ele disse: calma, parceiro, a parada é na manha, ainda tem mais..
E eu perguntei: tem mais? E ele respondeu: sim.. depois que elas foram embora, acendi a luz e vi todas as evidências da bagunça, o colchonete tava molhado, dava pra ver uma mancha meio alaranjada ou avermelhada, acho que era do que a Rosita tinha soltado.. sacudi o colchonete e caiu uma calcinha rosinha, era da Rosita, que no escuro não achou e vestiu o shortinho por cima, além de um tênis roxo, como se alguém tivesse corrido e deixado pra trás.
Mario falou, quase suspirando: acho que já conheci o paraíso da carne, e tô esperando pra ver quando vou visitar de novo antes de morrer, porque com certeza vou pro inferno.. tudo isso enquanto ria de um jeito sarcástico..
Depois continuo com a outra parte dessa história e outras que meu amigo Mario me contou..
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