Isso aconteceu comigo uns dias atrás, quando fui na casa do meu filho. Tenho uns 63 anos e no sábado à tarde decidi passar na casa do meu filho. Toquei a campainha e saiu pra me atender uma moça morena, ela me disse que estava de babá do meu neto, eu falei quem era e como meu neto me viu, me deixou entrar em casa. Ela é bem gostosa, estava vestida com leggings e tênis, quando olhei bem pra ela, me pareceu conhecida, mas não lembrava de onde. Ela me disse que se chama Jennifer e que meu filho e a esposa dele tinham saído e iam voltar tarde. Eu comecei a brincar um pouco com meu neto, mas fiquei pensando de onde conhecia a Jennifer. Depois de vários minutos brincando com meu neto, lembrei de onde ela me era familiar: ela de vez em quando para a uma quadra da minha casa pra esperar clientes (não de babá, exatamente). Lembrei que no bairro comentavam que ela era puta, a uma quadra da minha casa ela fica esperando e sobe em algum carro. No começo, não ia falar nada, continuei brincando com meu neto até que a Jennifer vem e me convida pra tomar chimarrão com ela na sala de jantar. Conversamos um pouco sobre coisas banais e fomos nos conhecendo e entrando na confiança. Depois de vários mates, criei coragem e perguntei se era ela que parava naquela esquina. A Jennifer mudou de cara, ficou vermelha, me perguntou como eu sabia disso. Eu respondi que moro a uma quadra daquela esquina e na rua comentam, como em todo bairro tem fofoqueiros. Ela me pediu pra não contar pra ninguém, nem pro meu filho nem pra esposa dele, eu falei: Não sou de dedurar ninguém, fica tranquila, não te julgo, era só pra tirar a dúvida. Ela disse: Muito obrigada, é que quero ir procurando outro emprego e parar de me prostituir. Eu falei que entendia totalmente e continuamos conversando. Terminamos de tomar chimarrão e liguei pro meu filho pra dizer que tava na casa dele pra ajudar a babá caso meu neto se comportasse mal, meu filho disse pra eu não me preocupar e ir embora, mas decidi ficar. Depois de conversar com meu filho, sentei no sofá e comecei a ver televisão. Daqui a pouco, Jennifer chega e a gente começa a bater um papo. Ela me contou que tinha começado a se prostituir porque era dinheiro fácil. Tentei cortar o assunto, porque não queria saber das coisas dela, mas ela precisava de alguém pra conversar e desabafar. Ela me disse que começou aos 18 anos e que agora, com 20, quer parar. A gente começou a falar baixinho pra meu neto não ouvir. Ela contou que às vezes transa com gente nojenta, me falou várias coisas que faz e não gosta. Num momento, ela começou a se aproximar de mim e perguntou: "Posso confiar em você?"
Eu olhei pra ela e respondi: "Sim, não vou contar pra ninguém, e se puder, te recomendo." Ela riu, sentou do meu lado e disse: "Quero ter certeza." Fiquei surpreso com o que ela tava insinuando, passei a mão no cabelo dela e falei pra ela ficar tranquila. Então ela perguntou na lata: "Sério, você não quer que eu te dê pelo menos um boquete?" Fiquei nervoso e respondi: "Não tô te obrigando a nada, se você quiser, claro que adoraria, quem não quer ficar com uma gostosa dessas." Ela disse: "Sim, quero sim, você me parece muito legal." Ela se ajoelhou na minha frente, desabotoou minha calça e puxou meu pau pra fora. Falei que ela era foda se conseguisse me deixar duro. Ela começou a chupar meu pau mole e, depois de alguns minutos de esforço intenso, ele ficou completamente duro. Era uma delícia a sensação da boca e língua dela, ainda mais fazendo um barulhão com a boquinha, o que me deixava mais excitado. Depois de um tempo me chupando, ela perguntou: "Quer me comer?" Eu já nem sabia se tava ali ou no céu, com uma mina daquela na minha frente, acho que respondi: "Sim, bora." Ela falou pra irmos pra cama do meu filho, mas eu sugeri transar ali mesmo na sala. Ela não ligou, pegou uma camisinha da mochila dela e colocou no meu pau. Ela baixou a legging até os joelhos, ficou de quatro no chão e eu disse: Vai vovô, já tô pronta. Era inacreditável ver a bunda e a buceta dela de quatro, fiquei atrás dela e fui penetrando devagar porque a buceta dela é bem apertada. A sensação de ter meu pau dentro dela era incrível. Comecei a comer ela devagar, era como tocar o céu com as mãos, tava alucinando de prazer. Enquanto comia ela, acariciava o quadril e as nádegas dela, ela tem uma bunda muito linda. Ela começou a gemer um pouco e disse: Como seu pau é gostoso, vovô! A gente tava tão concentrado na foda que nem percebemos, meu neto apareceu na nossa frente e a gente congelou, parei de me mexer com meu pau dentro dela. Meu neto perguntou o que a gente tava fazendo, como a gente tava vestido, exceto a parte genital, e como ele tava de frente pra gente, respondi que a gente tava fazendo ginástica. Assim que falei isso, continuei comendo ela devagar pra convencer ele. Como ele tava bem na frente dela, Jennifer acariciou o rosto dele e disse pra ele voltar pro quarto enquanto a gente fazia exercício. Assim que ele entrou no quarto, a gente riu e continuou transando devagar, não queria que aquilo acabasse nunca. Ela começou a gemer e disse: Me come mais forte, mais forte que eu gosto. Comecei a comer ela mais forte e rápido, ela gemia igual uma gata no cio. Um tempinho depois, não aguentei mais e gozei igual um louco dentro da camisinha. Fiquei exausto de tanto comer ela, dei um tapa na raba dela e falei: Que delícia. A gente se levantou, ela tirou a camisinha de mim e disse: Você tava cheio pra caralho. Eu respondi: É, fazia tempo que não punha. Fui no banheiro lavar um pouco o pau. Depois a gente sentou na sala pra descansar os dois e conversar um pouco. Já de noite, a gente comeu algo os três juntos e meu neto não perguntou nada sobre o incidente de novo. Às 11 da noite, levei meu neto pra dormir. Depois, conversei um pouco com a Jennifer e decidi ir embora. Ela me passou o número do celular dela caso eu quisesse vê-la outro dia. Salvei o número dela no meu celular e falei que a gente ia se ver. a estar em contato. Na semana, exatamente na quarta-feira, liguei pro celular dela. A gente conversou e ela me disse que na quinta à noite tava livre, perguntei quanto ela ia me cobrar e ela falou que comigo não se prostituía, que faz por prazer. Combinamos que na quinta, umas 8 da noite, ela vinha pra minha casa. Na quinta, preparei tudo antes dela chegar. Ela chegou às 8, fiz ela entrar, me perguntou se eu morava sozinho e respondi que sim. A gente conversou um pouco, ela me perguntou se eu era viúvo ou divorciado e eu disse que era divorciado. Depois de alguns minutos, fomos pro meu quarto e tiramos toda a roupa. Ela tem uma barriguinha, mas mesmo assim é uma gostosa, tem uns peitos naturais lindos e uma raba muito bonita. Ela disse: "Dessa vez ninguém pode nos interromper." A gente riu e começou a se beijar. Ela me comeu a boca, a gente se beijou por uns minutos e eu falei: "Deita que quero provar sua pussy." Ela se deitou na minha cama, abri as pernas dela e me enfiei de cabeça pra chupar a pussy dela. Toda depilada, apertadinha e gostosa, era lindo chupar a pussy dela. Depois de uns minutos, ela disse: "Agora quero seu cock, bebê." Eu me deitei na cama e ela se pendurou no meu humilde pau ainda mole. Bastaram algumas lambidas e chupões dela pra ele ficar bem duro. A puta enfiava todo o meu cock na boca dela, enquanto ela fazia o dela, eu acariciava o cabelo dela. Quando ela terminou de me chupar, disse: "Agora quero te foder, vovô." Eu respondi: "Vai fundo, me fode, Jeni." Ela colocou uma camisinha e subiu em cima de mim. Começou a se mexer devagar enquanto a gente se beijava. Depois paramos de nos beijar e ela começou a se mexer mais rápido. Enquanto ela se mexia, eu apertava os peitinhos dela, e logo ela começou a gemer e disse: "Faz tempo que não fodo com alguém que eu realmente quero comer." Eu tava no paraíso ouvindo e sentindo aquela mina se mexendo em cima de mim. Quando caí em mim, uns minutos depois, perguntei: "Por que você quer ficar comigo? Pode ficar com outros muito melhores." Ela, entre seus Gemidos me responderam: "Porque você não é metido e é muito gente boa." Ela continuou me comendo até que pediu pra eu comer ela. Deitou na cama, coloquei os pés dela nos meus ombros e comecei a penetrar ela. Ela começou a gemer e exigia cada vez mais forte. Era espetacular olhar a cara dela enquanto gozava e gemia. Uns minutos depois, não aguentei e gozei. Assim que terminei, ela perguntou: "Já acabou?" Eu respondi que infelizmente sim, e ela disse: "Não se preocupa, curti bastante." Nos beijamos, tirei a camisinha e deitei na cama. Depois de descansar um pouco, vestimos nossas roupas íntimas e fomos comer algo que já tinha deixado pronto pra esquentar. Depois de comer, como era tarde, pedi pra ela ficar pra dormir e a Jennifer aceitou sem problemas. Ela perguntou se eu tava afim de mais um round e eu respondi que podíamos tentar. Fomos pra minha cama e ela começou a chupar meu pau. Infelizmente, tentou por uns minutos, com a boca, língua e mãos, mas meu pau não reagiu. Pedi mil desculpas e ela me beijou e disse: "Não se preocupa, não ligo." Nos beijamos e depois fomos dormindo. Sexta de manhã, fui trabalhar e ela foi fazer as coisas dela. Sábado, ou melhor, domingo, à 1 da madrugada, recebi uma mensagem dela perguntando se podia passar. Fiquei surpreso e respondi que sim, com muito prazer. Daqui a pouco, ela tocou a campainha, fui abrir e ela entrou na minha casa. Ela tava vestida pra sair e comentou que foi numa prévia com as amigas, mas não queria ir dançar com elas e decidiu vir me ver. Tomei um comprimido de viagra e ficamos conversando um tempo. Depois, fomos pro meu quarto, me despi e sentei na cama. Ela começou a se despir devagar pra mim, primeiro ficou só de peitos e apertava eles. Depois, pediu pra eu desabotoar os sapatos dela, desabotoei e tirei. Aí ficou só de fio dental e fui chupar a bunda dela. Tirei o fio dental e joguei na cama pra chupar a buceta dela. Comecei a chupar a buceta dela de cheio,
ela parecia estar gostando porque gemia pra caralho. Depois de quase 20 minutos chupando a buceta, ela começou a me fazer um boquete. Já tava meio dura e assim que os lábios dela tocaram meu pau, endureceu de vez. Ela chupou pouco porque eu queria mais era meter. Coloquei uma camisinha, ela deitou na cama e comecei a meter com os pés dela nos meus ombros. Assim que comecei a penetrar, ela começou a gemir que nem uma louca, enquanto metia, peguei o pé direito dela e comecei a chupar e lamber. Perguntei se ela gostava e ela respondeu entre suspiros que sim. Como ela gostou, depois comecei a chupar o pé esquerdo dela enquanto metia. Depois de um tempo, ela começou a gritar: Aaaaaaaaaaahhhhhhhhh!!!!!!! Continuei metendo mais forte e quando ela parou de gritar, me disse entre suspiros que tinha tido um orgasmo. Eu falei: Dessa vez cumpri. Nos beijamos e comecei a meter de quatro. Fiquei metendo de quatro por um bom tempo, não conseguia gozar, ela começou a rir e disse: Você se ligou, vô, não importa, me come o quanto quiser. Continuei metendo, já era umas 3 da manhã, ela disse: Deixa eu chupar você, assim você goza. Tirei a camisinha e ela começou a me fazer um boquete. Ela colocou toda a vontade e dedicação, chupou e bateu punheta com muita intensidade, mas nada. Não sentia nada e muito menos vontade de gozar. Ela ficou meio assustada, mas pedi pra ela parar de me estimular, ela deitou do meu lado e um tempo depois o pau amoleceu. Ficamos mais de boa, nos beijamos e dormimos.
Continuamos nos vendo umas 2 ou 3 vezes por semana e nos divertimos pra caralho.
Eu olhei pra ela e respondi: "Sim, não vou contar pra ninguém, e se puder, te recomendo." Ela riu, sentou do meu lado e disse: "Quero ter certeza." Fiquei surpreso com o que ela tava insinuando, passei a mão no cabelo dela e falei pra ela ficar tranquila. Então ela perguntou na lata: "Sério, você não quer que eu te dê pelo menos um boquete?" Fiquei nervoso e respondi: "Não tô te obrigando a nada, se você quiser, claro que adoraria, quem não quer ficar com uma gostosa dessas." Ela disse: "Sim, quero sim, você me parece muito legal." Ela se ajoelhou na minha frente, desabotoou minha calça e puxou meu pau pra fora. Falei que ela era foda se conseguisse me deixar duro. Ela começou a chupar meu pau mole e, depois de alguns minutos de esforço intenso, ele ficou completamente duro. Era uma delícia a sensação da boca e língua dela, ainda mais fazendo um barulhão com a boquinha, o que me deixava mais excitado. Depois de um tempo me chupando, ela perguntou: "Quer me comer?" Eu já nem sabia se tava ali ou no céu, com uma mina daquela na minha frente, acho que respondi: "Sim, bora." Ela falou pra irmos pra cama do meu filho, mas eu sugeri transar ali mesmo na sala. Ela não ligou, pegou uma camisinha da mochila dela e colocou no meu pau. Ela baixou a legging até os joelhos, ficou de quatro no chão e eu disse: Vai vovô, já tô pronta. Era inacreditável ver a bunda e a buceta dela de quatro, fiquei atrás dela e fui penetrando devagar porque a buceta dela é bem apertada. A sensação de ter meu pau dentro dela era incrível. Comecei a comer ela devagar, era como tocar o céu com as mãos, tava alucinando de prazer. Enquanto comia ela, acariciava o quadril e as nádegas dela, ela tem uma bunda muito linda. Ela começou a gemer um pouco e disse: Como seu pau é gostoso, vovô! A gente tava tão concentrado na foda que nem percebemos, meu neto apareceu na nossa frente e a gente congelou, parei de me mexer com meu pau dentro dela. Meu neto perguntou o que a gente tava fazendo, como a gente tava vestido, exceto a parte genital, e como ele tava de frente pra gente, respondi que a gente tava fazendo ginástica. Assim que falei isso, continuei comendo ela devagar pra convencer ele. Como ele tava bem na frente dela, Jennifer acariciou o rosto dele e disse pra ele voltar pro quarto enquanto a gente fazia exercício. Assim que ele entrou no quarto, a gente riu e continuou transando devagar, não queria que aquilo acabasse nunca. Ela começou a gemer e disse: Me come mais forte, mais forte que eu gosto. Comecei a comer ela mais forte e rápido, ela gemia igual uma gata no cio. Um tempinho depois, não aguentei mais e gozei igual um louco dentro da camisinha. Fiquei exausto de tanto comer ela, dei um tapa na raba dela e falei: Que delícia. A gente se levantou, ela tirou a camisinha de mim e disse: Você tava cheio pra caralho. Eu respondi: É, fazia tempo que não punha. Fui no banheiro lavar um pouco o pau. Depois a gente sentou na sala pra descansar os dois e conversar um pouco. Já de noite, a gente comeu algo os três juntos e meu neto não perguntou nada sobre o incidente de novo. Às 11 da noite, levei meu neto pra dormir. Depois, conversei um pouco com a Jennifer e decidi ir embora. Ela me passou o número do celular dela caso eu quisesse vê-la outro dia. Salvei o número dela no meu celular e falei que a gente ia se ver. a estar em contato. Na semana, exatamente na quarta-feira, liguei pro celular dela. A gente conversou e ela me disse que na quinta à noite tava livre, perguntei quanto ela ia me cobrar e ela falou que comigo não se prostituía, que faz por prazer. Combinamos que na quinta, umas 8 da noite, ela vinha pra minha casa. Na quinta, preparei tudo antes dela chegar. Ela chegou às 8, fiz ela entrar, me perguntou se eu morava sozinho e respondi que sim. A gente conversou um pouco, ela me perguntou se eu era viúvo ou divorciado e eu disse que era divorciado. Depois de alguns minutos, fomos pro meu quarto e tiramos toda a roupa. Ela tem uma barriguinha, mas mesmo assim é uma gostosa, tem uns peitos naturais lindos e uma raba muito bonita. Ela disse: "Dessa vez ninguém pode nos interromper." A gente riu e começou a se beijar. Ela me comeu a boca, a gente se beijou por uns minutos e eu falei: "Deita que quero provar sua pussy." Ela se deitou na minha cama, abri as pernas dela e me enfiei de cabeça pra chupar a pussy dela. Toda depilada, apertadinha e gostosa, era lindo chupar a pussy dela. Depois de uns minutos, ela disse: "Agora quero seu cock, bebê." Eu me deitei na cama e ela se pendurou no meu humilde pau ainda mole. Bastaram algumas lambidas e chupões dela pra ele ficar bem duro. A puta enfiava todo o meu cock na boca dela, enquanto ela fazia o dela, eu acariciava o cabelo dela. Quando ela terminou de me chupar, disse: "Agora quero te foder, vovô." Eu respondi: "Vai fundo, me fode, Jeni." Ela colocou uma camisinha e subiu em cima de mim. Começou a se mexer devagar enquanto a gente se beijava. Depois paramos de nos beijar e ela começou a se mexer mais rápido. Enquanto ela se mexia, eu apertava os peitinhos dela, e logo ela começou a gemer e disse: "Faz tempo que não fodo com alguém que eu realmente quero comer." Eu tava no paraíso ouvindo e sentindo aquela mina se mexendo em cima de mim. Quando caí em mim, uns minutos depois, perguntei: "Por que você quer ficar comigo? Pode ficar com outros muito melhores." Ela, entre seus Gemidos me responderam: "Porque você não é metido e é muito gente boa." Ela continuou me comendo até que pediu pra eu comer ela. Deitou na cama, coloquei os pés dela nos meus ombros e comecei a penetrar ela. Ela começou a gemer e exigia cada vez mais forte. Era espetacular olhar a cara dela enquanto gozava e gemia. Uns minutos depois, não aguentei e gozei. Assim que terminei, ela perguntou: "Já acabou?" Eu respondi que infelizmente sim, e ela disse: "Não se preocupa, curti bastante." Nos beijamos, tirei a camisinha e deitei na cama. Depois de descansar um pouco, vestimos nossas roupas íntimas e fomos comer algo que já tinha deixado pronto pra esquentar. Depois de comer, como era tarde, pedi pra ela ficar pra dormir e a Jennifer aceitou sem problemas. Ela perguntou se eu tava afim de mais um round e eu respondi que podíamos tentar. Fomos pra minha cama e ela começou a chupar meu pau. Infelizmente, tentou por uns minutos, com a boca, língua e mãos, mas meu pau não reagiu. Pedi mil desculpas e ela me beijou e disse: "Não se preocupa, não ligo." Nos beijamos e depois fomos dormindo. Sexta de manhã, fui trabalhar e ela foi fazer as coisas dela. Sábado, ou melhor, domingo, à 1 da madrugada, recebi uma mensagem dela perguntando se podia passar. Fiquei surpreso e respondi que sim, com muito prazer. Daqui a pouco, ela tocou a campainha, fui abrir e ela entrou na minha casa. Ela tava vestida pra sair e comentou que foi numa prévia com as amigas, mas não queria ir dançar com elas e decidiu vir me ver. Tomei um comprimido de viagra e ficamos conversando um tempo. Depois, fomos pro meu quarto, me despi e sentei na cama. Ela começou a se despir devagar pra mim, primeiro ficou só de peitos e apertava eles. Depois, pediu pra eu desabotoar os sapatos dela, desabotoei e tirei. Aí ficou só de fio dental e fui chupar a bunda dela. Tirei o fio dental e joguei na cama pra chupar a buceta dela. Comecei a chupar a buceta dela de cheio,
ela parecia estar gostando porque gemia pra caralho. Depois de quase 20 minutos chupando a buceta, ela começou a me fazer um boquete. Já tava meio dura e assim que os lábios dela tocaram meu pau, endureceu de vez. Ela chupou pouco porque eu queria mais era meter. Coloquei uma camisinha, ela deitou na cama e comecei a meter com os pés dela nos meus ombros. Assim que comecei a penetrar, ela começou a gemir que nem uma louca, enquanto metia, peguei o pé direito dela e comecei a chupar e lamber. Perguntei se ela gostava e ela respondeu entre suspiros que sim. Como ela gostou, depois comecei a chupar o pé esquerdo dela enquanto metia. Depois de um tempo, ela começou a gritar: Aaaaaaaaaaahhhhhhhhh!!!!!!! Continuei metendo mais forte e quando ela parou de gritar, me disse entre suspiros que tinha tido um orgasmo. Eu falei: Dessa vez cumpri. Nos beijamos e comecei a meter de quatro. Fiquei metendo de quatro por um bom tempo, não conseguia gozar, ela começou a rir e disse: Você se ligou, vô, não importa, me come o quanto quiser. Continuei metendo, já era umas 3 da manhã, ela disse: Deixa eu chupar você, assim você goza. Tirei a camisinha e ela começou a me fazer um boquete. Ela colocou toda a vontade e dedicação, chupou e bateu punheta com muita intensidade, mas nada. Não sentia nada e muito menos vontade de gozar. Ela ficou meio assustada, mas pedi pra ela parar de me estimular, ela deitou do meu lado e um tempo depois o pau amoleceu. Ficamos mais de boa, nos beijamos e dormimos.
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14 comentários - La pendeja niñera y prostituta
Cuando quieras venite.