As pontes da mamãe 2

E assim foi.
No mês seguinte, Alfredo viajou por uma semana.
Nesses 7 dias, mãe e filho viveram feito coelhos. Transavam de manhã, de tarde e de noite.
Foram dias desenfreados. Naquela semana, ela deu mais do que nos últimos 5 anos, e ele mais do que em toda a sua vida.
Com o retorno de Alfredo, tudo parou. Verónica fez uma pausa e tomou distância, mesmo sendo a melhor coisa que lhe tinha acontecido no plano sexual, ela percebeu que estava ficando viciada, tinha perdido o controle da situação e aquilo não era saudável. Por outro lado, amava demais Alfredo e ficava aterrorizada com a ideia de que ele suspeitasse do incesto.
Resumindo, a pica do filho estava deixando ela louca, mas ela não queria abrir mão do casamento por causa disso.
Daniel não conseguia entender, mas os motivos eram mais do que suficientes. Desiludido, mas encorajado pelo seu despertar sexual, não perdeu tempo e começou a sair com várias colegas da faculdade.
Nos momentos em que a mãe ia para a academia, a casa dele virava um desfile de garotas, até que um dia tudo se complicou.
Seis meses depois, numa dessas tardes, Verónica voltou mais cedo do que o previsto e se deparou com gemidos que ecoavam por toda a casa.
Subiu as escadas e foi direto para o quarto de Daniel.
A porta estava entreaberta. Ela não teve coragem de entrar, mas ficou espiando.
Conseguiu ver Daniel penetrando por trás a Lúcia, uma morena magrinha, colega de faculdade com peitos pequenos e uma bunda perfeita.
— Filho da puta!!!!, que pica que você tem!!!!, você tá me matando!!!!, gritava a pós-adolescente.
Verônica não conseguiu evitar o ciúme, mas menos ainda conseguiu evitar que sua buceta ficasse toda arrepiada.
Ficou observando por um bom tempo, até que os dois perceberam sua presença e sorriram.
— Você é a mãe dele, né? O Daniel me contou tudo sobre vocês. Vem, junta-se a nós!, propôs Lúcia.
Envergonhada e indignada com a indiscrição do filho, ela deu meia-volta e se retirou para o quarto, furiosa.
Passaram-se vários minutos, mas ela não conseguia se acalmar, ainda por cima... Os gritos de prazer da Lúcia eram um tormento para ela.
Decidiu tomar um banho, mas não conseguia tirar da cabeça as imagens do seu filho e da Lúcia transando. Fazia meio ano que não tinha sexo, e sua buceta estava explodindo, ainda mais com o convite da Lúcia.
Começou a se tocar suavemente, e sua imaginação começou a voar.
Ela se via compartilhando, boca a boca, o pau enorme do seu filho.
Seus dedos começaram a ganhar velocidade, e quando não aguentou mais o calvário dos seus próprios preconceitos, ela se decidiu.
Sem hesitar, apressou o banho e se dirigiu ao quarto onde os dois estavam.
Eles a receberam com alegria e logo abriram espaço.
Totalmente desinibida, a primeira coisa que fez foi tirar a toalha que a cobria, e seus seios caíram pesados.
Lúcia arregalou bem os olhos e engoliu seco. Nunca tinha visto peitos tão lindos.
Verônica se deitou entre os dois e, segurando ambos os seios, disse:
— Venham, meus pequenos!!!
A cena era dantesca, o casal estava grudado naquelas tetas gigantes, e Lúcia era a mais animada.
Depois de um tempo, a garota decidiu tomar conta da buceta da "sua sogra" e mergulhou no seu clitóris, enquanto Daniel se afastou para um lado para ver o espetáculo e se masturbar.
Verônica começou a sentir arrepios. Tinha ouvido infinitas vezes... "ninguém te trata melhor na cama do que uma mulher"... mas nunca imaginou que realmente fosse assim. Em um suspiro, teve um orgasmo, o mais rápido dos seus 47 anos de existência.
No entanto, ela precisava do pau do seu filho, sentia saudades.
— Vem aqui, meu anjo, a mamãe precisa do seu pau, quero ele na minha boca!!!
Daniel não perdeu tempo e colocou sua virilha na frente dela.
Como era de se esperar, sua mãe se atirou desesperada e começou a chupá-lo intensamente.
Ficaram assim por um bom tempo, até que o casal decidiu colocá-la de quatro.
Verônica abriu as pernas e arqueou bem as costas, deixando sua "humanidade" exposta à sorte deles. Lúcia não teve outra escolha senão, com suas mãos, abrir seus lábios e... Daniel começou a penetrá-la lentamente.
Os gemidos de Verônica começaram a quebrar o silêncio da casa e ficavam cada vez mais ensurdecedores.
- Isso, filho da puta!!!, me fode assim!!!!, me arrebenta!!!!
A cada dez enfiadas, Daniel a tirava e oferecia para a Lúcia, que esperava ansiosa sua vez de chupá-la.
Depois a garota se levantou, ficou ao lado de Verônica e começou a sussurrar coisas no seu ouvido.
Essas coisas tinham a ver com uma proposta, queria tentá-la, saber se a ideia de incorporar uma quarta pessoa, seu primo – que tinha uma tão
grande quanto a do seu filho –, poderia se concretizar.
Naqueles minutos, Lúcia a "enlouqueceu" diante do olhar atônito de Daniel, que não queria dividir sua mãe com outro homem.
Para Verônica, pouco importava a opinião do filho, tinha muita afinidade com a garota e além disso estava cega por ter duas enormes pirocas à sua
disposição, então aceitou sem tabus.
- Fala pra ele que sim!, quero que me encham de rola.
Daniel se resignou, mas nem por isso deixou de embater sua mãe por trás.
Ficaram assim por um bom tempo.
Nesse tempo, Verônica teve mais dois orgasmos e, poucos minutos depois, o garoto avisou que ia gozar.
Lúcia se preparou para receber as injeções de esperma do seu namorado, mas Verônica a afastou e, com um olhar autoritário e furioso, disse:
- Enquanto eu estiver aqui, a porra do meu filho é minha!. Então pegou a rola com as duas mãos e a enfiou inteira na boca.
O garoto começou a encher a garganta da mãe de sêmen, e Lúcia não teve escolha senão esperar sua vez para a próxima ocasião, quando seria ela a
mandante.

6 comentários - As pontes da mamãe 2

Waaaaaaaaoooooo si que mejoro la situación sera que pronto vemos la parte 3, gracias por compartir!!!
muy bueno esperamos la tercera si es posible que no tarde tanto como esta besos hermosa
muy bueno....espero que subas el relato cuando venga el otro....jeje..!!
Excelente relato me puso la a ful!!!!!!!