Aquela tarde se repetiu na minha mente por muitas noites. Cada gesto, cada sensação, cada poro daquela pele ficou tatuado na minha mente e era inevitável lembrar e não ficar a mil. Se fechava os olhos, podia sentir na minha boca o gosto do pau dele perfurando até a garganta, podia sentir os dedos dele brincando com as dobras da minha buceta. Tudo se repetia na minha mente uma e outra vez, como um cinema sem fim.
Nem sei quantas vezes meus dedos brincaram com meu clitóris na solidão do meu quarto, lembrando da enxurrada de porra dele na minha boca.
Porra, como eu gostava desse cara. Não conseguia evitar. Era maior do que eu. Sabia que não era amor, era sexo, puro e duro sexo... Principalmente duro....
Cada dia eu olhava, quase desesperada, o horário pra ver se era dia de aula com ele. Se fosse, bem sabia qual calcinha vestir, com qual saia e com qual blusa. Sei que, às vezes, parecia uma verdadeira puta pelo jeito que me vestia, mas... só queria deixar ele a mil. E conseguia...
Minha buceta, devidamente depilada, se mostrava faminta por baixo da calcinha e não perdia chance de me mostrar pra ele debaixo da saia. Um decote generoso mostrava o começo de um vale onde ele se perdia com o olhar. Sim, eu sei, era uma safada, mas me sentia bem assim.
Cheguei na aula um pouquinho antes do sinal tocar. Queria garantir o lugar exato de onde podia esquentar ele sem que meus colegas percebessem nada. Deixei a mochila perto da cadeira e peguei minha pasta e canetas. Tudo estava pronto pro espetáculo. Me sentia gostosa, aquela encenação me excitava. Apertei minhas coxas pra sentir aquela pulsação no fundo de mim. Abri um pouco mais o decote generoso, deixando à mostra a parte de cima do meu sutiã rosa.
O sinal tocou e a multidão de alunos entrou em tropel na sala. Atrás deles... ele. Os olhos dele passearam pela sala e pararam um momento em mim pra, em seguida, ele se dirigir pra mesa.
Deixou em cima dela os livros e se levantou ao lado do quadro. Ele estava divino, eu devorava ele com os olhos. Começou a explicação sobre o tema enquanto escrevia no quadro, o que me deu a chance de olhar pra bunda dele, apertada dentro da calça.
Discretamente, desci minha caneta até minha entreperna e apertei ela contra meu clitóris...mmm...quase tive que segurar um gemido. Quando abri os olhos, os dele estavam cravados debaixo da minha saia, quase absorto, quase perdido na explicação. Ele limpou a garganta e sentou na ponta da mesa, tentando não perder a compostura e continuar a aula.
Eu tava deixando ele excitado e ele sabia. Me senti uma puta.
A hora passou rápida, rápido demais pro meu gosto. O sinal tocou e todo mundo se levantou enquanto eu ouvia, por cima da bagunça, as recomendações dele pra estudar o último tema dado pro próximo dia.
Tomei meu tempo pra guardar minhas coisas, com calma, sem pressa, esperando todo mundo sair pra poder falar algo com ele.
A voz dele se destacou e chegou clara até mim.
— Minerva, Clara, por favor, fiquem um momento que quero falar com vocês.
Meu coração quase parou. Conhecia a Clara de anos anteriores. Não era má garota, estudiosa. Comportada. O rosto dela, cheio de marcas de varíola, era agradável. Simpática.
Nós duas nos olhamos meio surpresas. Demos de ombros e fomos até a mesa onde ele nos esperava.
— Clara, por favor, fecha a porta.
Aquilo me deixou estupefata. O que ele queria? O que seria tão importante?
Fiquei calada e parada na frente dele enquanto Clara fechava a porta e voltava pra mesa.
— Bem, meninas. Acho que temos um problema e que precisamos esclarecer isso.
Nós duas nos olhamos surpresas e esperamos as palavras dele, meio nervosas. De repente, tudo tinha mudado. Agora ele era o professor, não o homem que me deixava louca. Ali, de pé, sério, como um animal esperando pra pular na presa. Por um momento, esperei uma bronca por algo que me escapava.
— Vamos ver como explico isso pra que vocês me entendam. Sabem que sou sincero e claro sempre e não gosto, de jeito nenhum, de hipocrisia ou joguinhos em certas coisas. E essa é uma daquelas vezes em que tenho que falar muito sério com vocês duas.
Minhas pernas sentiram um leve formigamento, como alguém que pisou na bola e não sabe onde errou.
Ele sentou de novo na ponta da mesa e ficou a poucos centímetros de nós duas. Parecíamos dois bichinhos assustados. Não entendíamos qual era a dele.
— Olha. Nenhuma de vocês sabe, mas entre nós três existe um triângulo de relação sexual que a gente precisa deixar claro antes de continuar com isso.
Aquilo foi uma bomba nos meus sentidos. Como assim? Ele tava comendo a santinha da Clara também? Não podia ser, era impossível. Acho que na cabeça da Clara passavam as mesmas perguntas, porque ela me olhou de cima a baixo como se tivesse acabado de me descobrir.
— Calma. Não fiquem bravas, por favor. Prefiro deixar tudo claro antes de seguir. Vocês duas me atraem e com as duas me sinto bem na cama, mas acho que vocês precisam saber disso antes de continuar. Clara me traz a timidez, a insegurança, e você, Minerva, a loucura, o sexo selvagem.
— Quer dizer que você tá comendo as duas? — Quase gritei, tomada por um ataque de ciúmes. — Não acredito...
— Calma, Minerva, não se exalta. Você sabe desde o outro dia que entre você e eu só tem sexo e só sexo, nada de sentimentalismo, por favor. Você me excita e eu te excito com suas insinuações. Não tem nada de errado nisso.
— E eu, o que sou nessa equação? — Perguntou Clara, meio puta também.
— Clara, você é a doçura, a parte meiga, a timidez. Gosto disso em você. Gosto muito. Por isso quero ficar com as duas. Mas sem treta. Se vocês não concordarem, tudo bem, eu entendo, talvez esteja pedindo demais, mas não vou ficar me escondendo com as duas pessoas que estão me fazendo feliz agora. O clima dava pra cortar com uma faca. Tudo era tensão e desconforto. A gente se olhava, tentando adivinhar o que a outra tava pensando. Ele ficava calado, esperando respostas.
Eu olhei ele de cima a baixo. Era verdade, só queria ele pra sexo, nada mais. Que diferença fazia se de vez em quando ele tava com outras, se tava ali pra mim quando eu precisava? Tava disposta a continuar nesse jogo, mesmo que fosse dividindo aquele gostoso.
Clara continuava calada, com o olhar baixo, hesitante, meio encolhida.
Ele deu um passo à frente e chegou perto dela. Colocou a mão no queixo dela e puxou o rosto dela pra cima. Os olhos deles se encontraram.
— Cê me atrai, Clara. Me atrai pra caralho.
E aí ele encostou os lábios nos dela, enquanto eu ficava ali, feito uma boba, vendo "meu homem" enfiar a língua na boca da minha colega.
Ele aproximou a mão da minha cintura e me puxou pra perto deles. A boca dele se soltou da dela e agora veio pros meus lábios. Meus sentidos tinham desligado. Aquela língua sabia como entrar na minha boca e acariciar cada canto da minha língua. Comecei a ficar molhada.
Ele se afastou de mim só o suficiente pra pedir pra Clara trancar a porta. Enquanto ela fazia o que ele mandou, as mãos dele tomaram conta dos meus quadris e me puxaram até eu bater no corpo dele. Minhas mãos já estavam acariciando as costas dele, e minha coxa se esfregava na virilha dele, procurando o contato do pau dele.
Clara continuava encostada na porta, olhando pra gente, meio bestificada. Agora era ela que via o homem dela abraçar e beijar outra.
Com a mão livre, ele fez sinal pra ela se aproximar. Ela veio, meio tímida. Parou do lado dele, olhando pra gente. Ele passou o braço pela cintura dela e quase a fez cair em cima da gente. Eu nunca tinha estado numa situação daquelas, nunca tinha dividido um homem com outra mina. Não sabia bem o que fazer. Acho que ela também não.
Senti o quadril dela roçar no meu quando ele passou da minha boca pra dela. Não me fechei e deixei rolar. Meu braço envolveu a cintura dela pra sentir ela contra mim também.
Uma mão dele passeava pela minha bunda e a outra ficava apalpando os peitinhos pequenos da Clara, que gemia baixinho. A boca dela procurou a minha e os três juntamos nossas línguas num beijo que achei estranhamente excitante.
Me ajuda a tirar a roupa dela – ele pediu, sabendo que eu era mais ousada que minha parceira de brincadeiras.
Minhas mãos foram pro cinto que segurava a saia dela e abaixei o zíper, deixando a saia cair no chão, mostrando um corpo divino, quase nu, só coberto por uma calcinha branca.
A blusa dela foi parar no mesmo lugar, junto com o sutiã, e os pêsseguinhos dela ficaram ao alcance da língua voraz do professor.
Levantei a mão e apalpei aqueles frutinhos. Macios, aveludados. Inclinei a cabeça e saboreei com a língua o gosto do mamilo dela. Um gemido encheu a sala enquanto ela jogava a cabeça pra trás, deixando a gente fazer o que queria.
Já não me importava mais com nada. Queria sexo e queria na hora. Eu mesma quase arranquei minha roupa e fiquei nua, enquanto via a mão dela mergulhar na braguilha dele. A cabeça de um pau duro aparecia entre as mãos dela.
Me abracei neles por trás. Apertando aqueles peitos com meus dedos e beijando a nuca da Clara, que quase tremia.
Ele se ajoelhou e as mãos dele puxaram a calcinha branca pra baixo, deixando à mostra uma bucetinha charmosa, molhada e tentadora. Enfiou a língua nela e Clara se arrepiou com aquela carícia.
Minha mão direita tinha ido até minha boceta e eu esfregava acelerada um clitóris duro e molhado. Aquela situação me deixava louca. Me sentia mais excitada do que nunca.
Eu podia ver por cima do ombro da Clara aqueles peitos que minhas mãos apalpavam, sentir a bunda dela batendo na minha mão. Os gemidos de prazer dela ecoavam no meu cérebro. Desci minhas mãos até alcançar a vagina dela e a língua do meu professor brincou com meus dedos, molhando eles só o suficiente pra eu poder acariciar um clitóris que não era o meu. Tava duro, molhado, pulsando... tava enlouquecendo.
Senti uma mão deslizar pela minha coxa até chegar na minha bunda. Ela insinuou um pouco na minha frestinha e afundou sem piedade entre meus lábios, me fazendo gritar de prazer. Tudo girava ao meu redor.
Me abaixei pra ver como uma língua sabida mergulhava uma e outra vez numa buceta quente. Aproximei a minha, queria provar um sexo que não fosse o meu. Senti ele muito quente, macio. Dava pra perceber perfeitamente o clitóris duro dele contra minha língua.
Ele se levantou e sentou Clara na mesa, deixando as pernas dela abertas pra minhas carícias enquanto tirava a roupa e liberava aquela pica enorme que logo a mão de Clara alcançou pra agitar pra cima e pra baixo.
Eu me dedicava a chupar aquele clitóris delicioso enquanto minha mão acariciava o meu, mandando pequenas descargas até a base do crânio que turvavam minha visão. Tudo era rápido, quente, febril.
Num dado momento, o professor se posicionou na frente de Clara e apoiou aquele membro na entrada da buceta dela. Eu fiquei olhando como ele enfiava devagar. Um cheiro forte de sexo me alcançava, e minhas mãos acariciavam a bunda dos dois enquanto apoiava minha cabeça no quadril de Clara pra ver melhor.
Clara ficava de olhos fechados e boca bem aberta. Como se faltasse ar...
As pernas dela se ergueram pra abraçá-lo bem e ele não escapar. Eu subi minha boca até os peitos dela e os meti suavemente no céu da boca, saboreando cada convulsão dela. Vi ela tremer e balançar a cabeça de um lado pro outro enquanto ele a fodia fundo.
Vi ela estremecer e gozar como uma novinha. O corpo dela quase se descolava da mesa enquanto as mãos apertavam os quadris dele contra ela. Ela se deixou cair e a respiração ficou ofegante enquanto ele tirava a pica dura daquela buceta invadida e a aproximava da minha boca. Senti ela abrir caminho entre meus lábios e um gosto de buceta me chegou até o pensamento. Eu gostei, saboreei aquela cabeça roxa e a enfiei até o fundo. paladar. Era uma delícia.
Fiquei um tempinho saboreando ela até que as mãos dele me puxaram pra cima, me fazendo deitar sobre o corpo da Clara, que ainda não tinha se recuperado daquele orgasmo. Senti os dedos dele separarem minhas nádegas e o pau dele procurando a entrada da minha buceta molhada. Ele enfiou sem piedade. Um gritinho escapou da minha boca, era enorme aquilo e me pegou quase de surpresa. Mesmo assim, apertei minha bunda pra trás pra ele enterrar até o estômago.
Me sentia cheia. Minha boca procurou a boca da Clara e afundei minha língua na dela enquanto sentia o peito dela se cravar no meu. Ofegava, me sentia uma puta no cio. Sentia contra minha barriga os pelinhos da buceta da Clara roçando em mim. Tudo aquilo era embriagador.
Em dado momento, escorreguei, sem parar de ser fodida por ele, sobre o corpo da Clara e procurei a buceta dela com minha boca. Queria saber como era sentir ao mesmo tempo um pau nas entranhas e uma buceta na minha língua.
Clara abriu as pernas e enterrei minha língua na buceta quente dela, tinha gosto de céu. Minha cabeça rodava enquanto sentia aquele ferro nas minhas entranhas e a doçura do clitóris dela explodindo na minha língua.
Sentia nas minhas cadeiras as mãos dele apertando forte e as da Clara se projetando pra frente buscando o contato da minha língua. Ela estava gozando de novo e dessa vez eu era a fazedora do milagre. Ela explodiu num mar de fluidos que me apressei em lamber enquanto dentro de mim começava a fermentar o orgasmo da minha vida.
As estocadas constantes do professor contra mim me faziam bater uma e outra vez naquela pele de seda. Apoiei minha bochecha no púbis dela e me deixei levar.
Minhas pernas quase não me aguentaram quando eu explodi por dentro, meus gritos enchiam a sala e Clara acariciava meu rosto como pra me sentir ainda mais. Um clarão me cegou enquanto sentia que gozava como nunca. Aquele pau imenso não parava de se enterrar em mim e, cada entrada dele, era uma enxurrada de fluidos que molhavam minhas pernas. Eu ainda estava ofegante quando ele tirou de dentro de mim e colocou contra minha boca. O sêmen dele bateu no meu céu da boca e respingou na barriga da Clara enquanto a mão dele agitava aquele pau quente pra cima e pra baixo. Lambi a glande dele com vontade e o sêmen escorreu até minha garganta.
Nós três ficamos uns momentos em silêncio, curtindo o prazer sentido, mas na minha cabeça eu não parava de pensar no que tinha rolado. Como foi que aconteceu? O que aconteceu? O que poderia acontecer agora?
Fomos nos vestindo em silêncio. Nos olhando uns pros outros. No rosto dele se refletia uma satisfação imensa, nem todo homem consegue realizar o sonho de ficar com duas garotas ao mesmo tempo e ele tinha conseguido. Clara quase desviava o olhar, parecia meio envergonhada.
Depois de vestidos e com tudo no lugar, ele soltou a pergunta.
— Vocês gostaram? O que acham?
A primeira a responder fui eu.
— Bom, não me desagradou. Na verdade, foi o contrário. Tudo é muito estranho, nunca tinha ficado com uma garota e, menos ainda, dividindo o mesmo cara. Não foi ruim. Repetiria.
— Legal, gosto disso — ele murmurou — E você, Clara?
— Não sei — ela quase sussurrou — Me sinto meio envergonhada. Tudo foi muito rápido, bom, mas muito rápido. Não sei o que pensar disso e se repetiria.
Me aproximei dela e coloquei meus lábios nos dela. Beijei ela com carinho e murmurei no ouvido dela.
— Foi uma delícia te saborear e te sentir. Não fica com vergonha. A gente pode continuar curtindo esse prazer a três. Só precisamos quebrar alguns tabus. Você é uma gostosa, Clara.
E beijei ela de novo, ela retribuiu o beijo e me olhou nos olhos.
— Tá bom, meninas — disse o professor de repente — Se vocês toparem, a gente pode continuar com essas brincadeiras quando quiserem. Só uma coisa. Nada de ciúmes, nada de clima ruim. Somos livres, cada um escolhe. E, claro, isso não muda nossa relação de professor e alunas. Vou continuar exigindo que estudem igual aos outros. Uma coisa não exclui a outra. Vocês estão aqui pra isso. pra aprender, embora a gente tenha que dedicar um tempinho pros “outros” ensinamentos e aprendizados… Vocês já me entenderam. Se vocês toparem, a gente pode se ver lá em casa uma tarde e “revisar” algum assunto…
Ele falou isso enquanto pegava os livros e mandava uma piscadela pra gente, junto com um cafuné nas nossas bundinhas.
Ele foi até a porta e abriu, deixando a gente duas imersas nos nossos pensamentos e sem ter respondido. A gente se olhou, saímos juntas da sala e fomos pra fora. Quase puxei ela até a árvore do meu primeiro encontro com ele. A gente tinha muito o que conversar, muito o que “estudar” juntas.
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Espero que vocês tenham gostado!!
Abraços!
Nem sei quantas vezes meus dedos brincaram com meu clitóris na solidão do meu quarto, lembrando da enxurrada de porra dele na minha boca.
Porra, como eu gostava desse cara. Não conseguia evitar. Era maior do que eu. Sabia que não era amor, era sexo, puro e duro sexo... Principalmente duro....
Cada dia eu olhava, quase desesperada, o horário pra ver se era dia de aula com ele. Se fosse, bem sabia qual calcinha vestir, com qual saia e com qual blusa. Sei que, às vezes, parecia uma verdadeira puta pelo jeito que me vestia, mas... só queria deixar ele a mil. E conseguia...
Minha buceta, devidamente depilada, se mostrava faminta por baixo da calcinha e não perdia chance de me mostrar pra ele debaixo da saia. Um decote generoso mostrava o começo de um vale onde ele se perdia com o olhar. Sim, eu sei, era uma safada, mas me sentia bem assim.
Cheguei na aula um pouquinho antes do sinal tocar. Queria garantir o lugar exato de onde podia esquentar ele sem que meus colegas percebessem nada. Deixei a mochila perto da cadeira e peguei minha pasta e canetas. Tudo estava pronto pro espetáculo. Me sentia gostosa, aquela encenação me excitava. Apertei minhas coxas pra sentir aquela pulsação no fundo de mim. Abri um pouco mais o decote generoso, deixando à mostra a parte de cima do meu sutiã rosa.
O sinal tocou e a multidão de alunos entrou em tropel na sala. Atrás deles... ele. Os olhos dele passearam pela sala e pararam um momento em mim pra, em seguida, ele se dirigir pra mesa.
Deixou em cima dela os livros e se levantou ao lado do quadro. Ele estava divino, eu devorava ele com os olhos. Começou a explicação sobre o tema enquanto escrevia no quadro, o que me deu a chance de olhar pra bunda dele, apertada dentro da calça.
Discretamente, desci minha caneta até minha entreperna e apertei ela contra meu clitóris...mmm...quase tive que segurar um gemido. Quando abri os olhos, os dele estavam cravados debaixo da minha saia, quase absorto, quase perdido na explicação. Ele limpou a garganta e sentou na ponta da mesa, tentando não perder a compostura e continuar a aula.
Eu tava deixando ele excitado e ele sabia. Me senti uma puta.
A hora passou rápida, rápido demais pro meu gosto. O sinal tocou e todo mundo se levantou enquanto eu ouvia, por cima da bagunça, as recomendações dele pra estudar o último tema dado pro próximo dia.
Tomei meu tempo pra guardar minhas coisas, com calma, sem pressa, esperando todo mundo sair pra poder falar algo com ele.
A voz dele se destacou e chegou clara até mim.
— Minerva, Clara, por favor, fiquem um momento que quero falar com vocês.
Meu coração quase parou. Conhecia a Clara de anos anteriores. Não era má garota, estudiosa. Comportada. O rosto dela, cheio de marcas de varíola, era agradável. Simpática.
Nós duas nos olhamos meio surpresas. Demos de ombros e fomos até a mesa onde ele nos esperava.
— Clara, por favor, fecha a porta.
Aquilo me deixou estupefata. O que ele queria? O que seria tão importante?
Fiquei calada e parada na frente dele enquanto Clara fechava a porta e voltava pra mesa.
— Bem, meninas. Acho que temos um problema e que precisamos esclarecer isso.
Nós duas nos olhamos surpresas e esperamos as palavras dele, meio nervosas. De repente, tudo tinha mudado. Agora ele era o professor, não o homem que me deixava louca. Ali, de pé, sério, como um animal esperando pra pular na presa. Por um momento, esperei uma bronca por algo que me escapava.
— Vamos ver como explico isso pra que vocês me entendam. Sabem que sou sincero e claro sempre e não gosto, de jeito nenhum, de hipocrisia ou joguinhos em certas coisas. E essa é uma daquelas vezes em que tenho que falar muito sério com vocês duas.
Minhas pernas sentiram um leve formigamento, como alguém que pisou na bola e não sabe onde errou.
Ele sentou de novo na ponta da mesa e ficou a poucos centímetros de nós duas. Parecíamos dois bichinhos assustados. Não entendíamos qual era a dele.
— Olha. Nenhuma de vocês sabe, mas entre nós três existe um triângulo de relação sexual que a gente precisa deixar claro antes de continuar com isso.
Aquilo foi uma bomba nos meus sentidos. Como assim? Ele tava comendo a santinha da Clara também? Não podia ser, era impossível. Acho que na cabeça da Clara passavam as mesmas perguntas, porque ela me olhou de cima a baixo como se tivesse acabado de me descobrir.
— Calma. Não fiquem bravas, por favor. Prefiro deixar tudo claro antes de seguir. Vocês duas me atraem e com as duas me sinto bem na cama, mas acho que vocês precisam saber disso antes de continuar. Clara me traz a timidez, a insegurança, e você, Minerva, a loucura, o sexo selvagem.
— Quer dizer que você tá comendo as duas? — Quase gritei, tomada por um ataque de ciúmes. — Não acredito...
— Calma, Minerva, não se exalta. Você sabe desde o outro dia que entre você e eu só tem sexo e só sexo, nada de sentimentalismo, por favor. Você me excita e eu te excito com suas insinuações. Não tem nada de errado nisso.
— E eu, o que sou nessa equação? — Perguntou Clara, meio puta também.
— Clara, você é a doçura, a parte meiga, a timidez. Gosto disso em você. Gosto muito. Por isso quero ficar com as duas. Mas sem treta. Se vocês não concordarem, tudo bem, eu entendo, talvez esteja pedindo demais, mas não vou ficar me escondendo com as duas pessoas que estão me fazendo feliz agora. O clima dava pra cortar com uma faca. Tudo era tensão e desconforto. A gente se olhava, tentando adivinhar o que a outra tava pensando. Ele ficava calado, esperando respostas.
Eu olhei ele de cima a baixo. Era verdade, só queria ele pra sexo, nada mais. Que diferença fazia se de vez em quando ele tava com outras, se tava ali pra mim quando eu precisava? Tava disposta a continuar nesse jogo, mesmo que fosse dividindo aquele gostoso.
Clara continuava calada, com o olhar baixo, hesitante, meio encolhida.
Ele deu um passo à frente e chegou perto dela. Colocou a mão no queixo dela e puxou o rosto dela pra cima. Os olhos deles se encontraram.
— Cê me atrai, Clara. Me atrai pra caralho.
E aí ele encostou os lábios nos dela, enquanto eu ficava ali, feito uma boba, vendo "meu homem" enfiar a língua na boca da minha colega.
Ele aproximou a mão da minha cintura e me puxou pra perto deles. A boca dele se soltou da dela e agora veio pros meus lábios. Meus sentidos tinham desligado. Aquela língua sabia como entrar na minha boca e acariciar cada canto da minha língua. Comecei a ficar molhada.
Ele se afastou de mim só o suficiente pra pedir pra Clara trancar a porta. Enquanto ela fazia o que ele mandou, as mãos dele tomaram conta dos meus quadris e me puxaram até eu bater no corpo dele. Minhas mãos já estavam acariciando as costas dele, e minha coxa se esfregava na virilha dele, procurando o contato do pau dele.
Clara continuava encostada na porta, olhando pra gente, meio bestificada. Agora era ela que via o homem dela abraçar e beijar outra.
Com a mão livre, ele fez sinal pra ela se aproximar. Ela veio, meio tímida. Parou do lado dele, olhando pra gente. Ele passou o braço pela cintura dela e quase a fez cair em cima da gente. Eu nunca tinha estado numa situação daquelas, nunca tinha dividido um homem com outra mina. Não sabia bem o que fazer. Acho que ela também não.
Senti o quadril dela roçar no meu quando ele passou da minha boca pra dela. Não me fechei e deixei rolar. Meu braço envolveu a cintura dela pra sentir ela contra mim também.
Uma mão dele passeava pela minha bunda e a outra ficava apalpando os peitinhos pequenos da Clara, que gemia baixinho. A boca dela procurou a minha e os três juntamos nossas línguas num beijo que achei estranhamente excitante.
Me ajuda a tirar a roupa dela – ele pediu, sabendo que eu era mais ousada que minha parceira de brincadeiras.
Minhas mãos foram pro cinto que segurava a saia dela e abaixei o zíper, deixando a saia cair no chão, mostrando um corpo divino, quase nu, só coberto por uma calcinha branca.
A blusa dela foi parar no mesmo lugar, junto com o sutiã, e os pêsseguinhos dela ficaram ao alcance da língua voraz do professor.
Levantei a mão e apalpei aqueles frutinhos. Macios, aveludados. Inclinei a cabeça e saboreei com a língua o gosto do mamilo dela. Um gemido encheu a sala enquanto ela jogava a cabeça pra trás, deixando a gente fazer o que queria.
Já não me importava mais com nada. Queria sexo e queria na hora. Eu mesma quase arranquei minha roupa e fiquei nua, enquanto via a mão dela mergulhar na braguilha dele. A cabeça de um pau duro aparecia entre as mãos dela.
Me abracei neles por trás. Apertando aqueles peitos com meus dedos e beijando a nuca da Clara, que quase tremia.
Ele se ajoelhou e as mãos dele puxaram a calcinha branca pra baixo, deixando à mostra uma bucetinha charmosa, molhada e tentadora. Enfiou a língua nela e Clara se arrepiou com aquela carícia.
Minha mão direita tinha ido até minha boceta e eu esfregava acelerada um clitóris duro e molhado. Aquela situação me deixava louca. Me sentia mais excitada do que nunca.
Eu podia ver por cima do ombro da Clara aqueles peitos que minhas mãos apalpavam, sentir a bunda dela batendo na minha mão. Os gemidos de prazer dela ecoavam no meu cérebro. Desci minhas mãos até alcançar a vagina dela e a língua do meu professor brincou com meus dedos, molhando eles só o suficiente pra eu poder acariciar um clitóris que não era o meu. Tava duro, molhado, pulsando... tava enlouquecendo.
Senti uma mão deslizar pela minha coxa até chegar na minha bunda. Ela insinuou um pouco na minha frestinha e afundou sem piedade entre meus lábios, me fazendo gritar de prazer. Tudo girava ao meu redor.
Me abaixei pra ver como uma língua sabida mergulhava uma e outra vez numa buceta quente. Aproximei a minha, queria provar um sexo que não fosse o meu. Senti ele muito quente, macio. Dava pra perceber perfeitamente o clitóris duro dele contra minha língua.
Ele se levantou e sentou Clara na mesa, deixando as pernas dela abertas pra minhas carícias enquanto tirava a roupa e liberava aquela pica enorme que logo a mão de Clara alcançou pra agitar pra cima e pra baixo.
Eu me dedicava a chupar aquele clitóris delicioso enquanto minha mão acariciava o meu, mandando pequenas descargas até a base do crânio que turvavam minha visão. Tudo era rápido, quente, febril.
Num dado momento, o professor se posicionou na frente de Clara e apoiou aquele membro na entrada da buceta dela. Eu fiquei olhando como ele enfiava devagar. Um cheiro forte de sexo me alcançava, e minhas mãos acariciavam a bunda dos dois enquanto apoiava minha cabeça no quadril de Clara pra ver melhor.
Clara ficava de olhos fechados e boca bem aberta. Como se faltasse ar...
As pernas dela se ergueram pra abraçá-lo bem e ele não escapar. Eu subi minha boca até os peitos dela e os meti suavemente no céu da boca, saboreando cada convulsão dela. Vi ela tremer e balançar a cabeça de um lado pro outro enquanto ele a fodia fundo.
Vi ela estremecer e gozar como uma novinha. O corpo dela quase se descolava da mesa enquanto as mãos apertavam os quadris dele contra ela. Ela se deixou cair e a respiração ficou ofegante enquanto ele tirava a pica dura daquela buceta invadida e a aproximava da minha boca. Senti ela abrir caminho entre meus lábios e um gosto de buceta me chegou até o pensamento. Eu gostei, saboreei aquela cabeça roxa e a enfiei até o fundo. paladar. Era uma delícia.
Fiquei um tempinho saboreando ela até que as mãos dele me puxaram pra cima, me fazendo deitar sobre o corpo da Clara, que ainda não tinha se recuperado daquele orgasmo. Senti os dedos dele separarem minhas nádegas e o pau dele procurando a entrada da minha buceta molhada. Ele enfiou sem piedade. Um gritinho escapou da minha boca, era enorme aquilo e me pegou quase de surpresa. Mesmo assim, apertei minha bunda pra trás pra ele enterrar até o estômago.
Me sentia cheia. Minha boca procurou a boca da Clara e afundei minha língua na dela enquanto sentia o peito dela se cravar no meu. Ofegava, me sentia uma puta no cio. Sentia contra minha barriga os pelinhos da buceta da Clara roçando em mim. Tudo aquilo era embriagador.
Em dado momento, escorreguei, sem parar de ser fodida por ele, sobre o corpo da Clara e procurei a buceta dela com minha boca. Queria saber como era sentir ao mesmo tempo um pau nas entranhas e uma buceta na minha língua.
Clara abriu as pernas e enterrei minha língua na buceta quente dela, tinha gosto de céu. Minha cabeça rodava enquanto sentia aquele ferro nas minhas entranhas e a doçura do clitóris dela explodindo na minha língua.
Sentia nas minhas cadeiras as mãos dele apertando forte e as da Clara se projetando pra frente buscando o contato da minha língua. Ela estava gozando de novo e dessa vez eu era a fazedora do milagre. Ela explodiu num mar de fluidos que me apressei em lamber enquanto dentro de mim começava a fermentar o orgasmo da minha vida.
As estocadas constantes do professor contra mim me faziam bater uma e outra vez naquela pele de seda. Apoiei minha bochecha no púbis dela e me deixei levar.
Minhas pernas quase não me aguentaram quando eu explodi por dentro, meus gritos enchiam a sala e Clara acariciava meu rosto como pra me sentir ainda mais. Um clarão me cegou enquanto sentia que gozava como nunca. Aquele pau imenso não parava de se enterrar em mim e, cada entrada dele, era uma enxurrada de fluidos que molhavam minhas pernas. Eu ainda estava ofegante quando ele tirou de dentro de mim e colocou contra minha boca. O sêmen dele bateu no meu céu da boca e respingou na barriga da Clara enquanto a mão dele agitava aquele pau quente pra cima e pra baixo. Lambi a glande dele com vontade e o sêmen escorreu até minha garganta.
Nós três ficamos uns momentos em silêncio, curtindo o prazer sentido, mas na minha cabeça eu não parava de pensar no que tinha rolado. Como foi que aconteceu? O que aconteceu? O que poderia acontecer agora?
Fomos nos vestindo em silêncio. Nos olhando uns pros outros. No rosto dele se refletia uma satisfação imensa, nem todo homem consegue realizar o sonho de ficar com duas garotas ao mesmo tempo e ele tinha conseguido. Clara quase desviava o olhar, parecia meio envergonhada.
Depois de vestidos e com tudo no lugar, ele soltou a pergunta.
— Vocês gostaram? O que acham?
A primeira a responder fui eu.
— Bom, não me desagradou. Na verdade, foi o contrário. Tudo é muito estranho, nunca tinha ficado com uma garota e, menos ainda, dividindo o mesmo cara. Não foi ruim. Repetiria.
— Legal, gosto disso — ele murmurou — E você, Clara?
— Não sei — ela quase sussurrou — Me sinto meio envergonhada. Tudo foi muito rápido, bom, mas muito rápido. Não sei o que pensar disso e se repetiria.
Me aproximei dela e coloquei meus lábios nos dela. Beijei ela com carinho e murmurei no ouvido dela.
— Foi uma delícia te saborear e te sentir. Não fica com vergonha. A gente pode continuar curtindo esse prazer a três. Só precisamos quebrar alguns tabus. Você é uma gostosa, Clara.
E beijei ela de novo, ela retribuiu o beijo e me olhou nos olhos.
— Tá bom, meninas — disse o professor de repente — Se vocês toparem, a gente pode continuar com essas brincadeiras quando quiserem. Só uma coisa. Nada de ciúmes, nada de clima ruim. Somos livres, cada um escolhe. E, claro, isso não muda nossa relação de professor e alunas. Vou continuar exigindo que estudem igual aos outros. Uma coisa não exclui a outra. Vocês estão aqui pra isso. pra aprender, embora a gente tenha que dedicar um tempinho pros “outros” ensinamentos e aprendizados… Vocês já me entenderam. Se vocês toparem, a gente pode se ver lá em casa uma tarde e “revisar” algum assunto…
Ele falou isso enquanto pegava os livros e mandava uma piscadela pra gente, junto com um cafuné nas nossas bundinhas.
Ele foi até a porta e abriu, deixando a gente duas imersas nos nossos pensamentos e sem ter respondido. A gente se olhou, saímos juntas da sala e fomos pra fora. Quase puxei ela até a árvore do meu primeiro encontro com ele. A gente tinha muito o que conversar, muito o que “estudar” juntas.
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Espero que vocês tenham gostado!!
Abraços!
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