Essa história eu li várias vezes, é muito boa. Vou passar a primeira parte.
Olá, antes de começar, quero pedir compreensão, porque é meu primeiro relato e eu sou péssimo em narrativa e ortografia, então peço que levem isso em conta.
Olá a todos, meu nome é Carlos, sou um garoto de 18 anos que mora nos arredores de Sevilha. Sou moreno, tenho 1,73m e uns 72kg aproximadamente, nada musculoso, na verdade meio magricela. Tenho olhos castanhos e minha aparência não é nenhum privilégio. É verdade que costumo pegar alguém, mas não sou nem de longe um desses machos alfas que a gente vê por aí.
Essa história aconteceu no verão de 2011. As aulas já tinham acabado e, como de costume, eu tinha rodado em várias matérias, então teria que passar o verão estudando enquanto os outros caras iam de festa em festa conhecendo minas, enchendo a cara, vivendo experiências únicas, etc. Todos os meus amigos iam aproveitar o verão ao máximo, exceto o Nelson, que tinha rodado mais do que eu. Mas o fato de ele ficar o verão estudando não era por outro motivo: ele era órfão de mãe e filho de um alcoólatra-drogado, então não tinha muitos recursos para um verão como o do resto do grupo. Meu amigo Nelson, "o negão tarado" – era assim que a gente o chamava, sabendo das várias aventuras sexuais que ele vivia e depois contava pra gente, coisa que eu sempre achava que era pura mentira de metido. Ele é de origem cubana, 2 anos mais velho que eu (19). Em altura, ele me superava por uma cabeça, mas o ponto forte do Nelson era a musculatura. Não que ele fosse um daqueles bombados exagerados que parecem morar na academia; ele era perfeitamente musculoso pra altura dele, e esse físico vinha de ter jogado futebol americano de alto nível desde pequeno. Apesar de ser 2 anos mais velho que eu e meus amigos, o Nelson andava com a gente, mesmo eu não gostando muito dele (ele só fazia era me zoar e me tratar mal). (ruim) porque ele tinha chegado de Cuba com 14 anos com um pai já consumido pelos vícios, e fomos os únicos com quem ele conseguiu se enturmar numa área bem racista. Além disso, o sotaque cubano dele, o físico e o sex appeal ajudavam pra caralho a atrair minas que, felizmente, às vezes não vinham sozinhas — vinham em grupo, e a gente sempre podia aproveitar.
No dia da entrega das notas, todo mundo do grupo se juntou pra fazer um boteco e fumar uns baseados em homenagem ao começo do novo verão, coisa que pra mim não fazia muita diferença se começava ou não, porque eu ia passar o tempo estudando.
Assim que a bebida acabou, Sergio, o mais gostoso do grupo, se levantou, subiu no banco onde a gente tava bebendo e falou:
Sergio: Caras, a gente tem 17 anos e um verão do caralho pela frente, então só posso dizer: BOA SORTE SE ACHAREM ALGUMA VADIA QUE ESSE CARA AQUI NÃO VAI COMER OU JÁ COMEU!!!!!! — todo mundo riu, mais pela bebedeira do que pelo comentário. Na sequência, a gente começou a gritar um monte de merda parecida, algumas beiramo a idiotice total. Quando chegou a vez do Nelson, ele subiu no mesmo lugar onde Sergio tinha feito o comentário intelectual e disse:
—Nelson: Isso aíiiii, vocês cuidam de comer todas as vadias da Espanha, vão em frente, que eu vou ficar aqui pra montar numa branquinha e mostrar como é que o preto fodedor se vira, e de quebra vou ensinar como se cavalga uma mulher pros racistas de merda dessa cidade — ele falou tudo isso fazendo gestos como se tivesse comendo uma mina e dando tapas nela com a mão.
Todo mundo riu e concordou que já era hora de vazar, então a gente se despediu e foi pra casa. No caminho pra minha casa, eu tava acompanhado do Nelson, que pra chegar na dele tinha que passar pela minha rua, e assim a gente fazia companhia um pro outro e conversava:
—Nelson: Porra, cara, tô muito doidão, mas o pior era o Sergio, hein? hahaha
—Eu: Caralho, cara, olha só como ele tava Fino pra casa, mas pode crer que eles vão se divertir mais nesse verão de festa em festa enquanto a gente estuda—mesmo que o Nelson me irritasse pra caralho, minha personalidade fraca me obrigava a lamber o cu dele o tempo todo.
—Nelson: Porra, mano, já que você falou em estudo, que tal a gente se encontrar fim de semana pra estudar junto? É que se eu tiver que estudar sozinho, sei que não vou fazer porra nenhuma, já me entende, brother.
Pra mim não pareceu uma boa ideia, porque além de eu não gostar dele, no fundo eu era meio racista, mas o fato de passar o verão inteiro sozinho me fez decidir aceitar a proposta dele:
—Eu: Mano, por mim de boa, mas minha mãe não vai acreditar que quando eu sair de fim de semana é pra ir estudar, então acho que ela não vai me deixar ir pra lugar nenhum, ainda mais com essa desculpa. Então vem pra minha casa e a gente estuda aqui.
Não que eu gostasse dessa ideia, mas a desconfiança da minha mãe era algo que eu já sabia de antemão.
—Nelson: Beleza, então te vejo sábado, umas 4:30 passo na sua casa, mas sem encher o saco, hein? Quero poder ficar de segunda a sexta de boa pra comer umas branquelas, graças ao trabalho adiantado do fim de semana.
Com essa frase, a gente já tava a poucos metros da porta da minha casa, então me despedi dele e lembrei que em dois dias, às 4:30, na minha casa. Me virei como pude na frente da porta e, depois de algumas tentativas falhas, consegui enfiar a chave. Entrei em casa e, com todo cuidado pra não acordar minha mãe, fui devagar pro meu quarto e me joguei na cama sem tirar a roupa, afundando num sono profundo.
Quando acordei, não conseguia nem respirar sem sentir ânsia por causa da puta bebedeira. Fiquei um tempão deitado tentando passar o enjoo da ressaca, quando bateu vontade de mijar. Levantei, tirei a roupa e fiquei só de cueca, porque se minha mãe me visse com a Roupas do dia anterior, suporia que eu teria chegado num estado alcoólico um pouco maior que o normal, peguei as roupas e me preparei pra ir ao banheiro. Uma vez no corredor, minha mãe conseguiu me ver do quarto dela, que ficava no fundo dele. Que modos os meus, minha mãe se chama Sara, tem 41 anos, cabelo castanho puxando pro caoba claro, quase sempre ondulado, olhos azuis. Fisicamente, ela é um pouquinho mais baixa que eu, mas não muito. Não era gorda, nunca tinha sido. É verdade que tinha um pouco de carne na cintura, mas nada que causasse desagrado no corpo dela, onde dá pra notar uns peitos não enormes, mais normais, puxando um pouco pra grandes, e uma bunda pra mim perfeita, porque não era aquela bunda típica de senhora, gorda e caída, nem de adolescente, pequena e sem carne. Não, a da minha mãe era uma bunda com a carne bem posta, pele firme e nádegas sem ceder à gravidade. Resumindo, uma bunda de infarto, e isso somado às boas tetas, mais a altura dela e o costume de se vestir de forma jovem com roupas da Bershka ou Stradivarius etc.... faziam dela uma mulher morbidamente gostosa, algo que os outros homens lembravam quando a viam passar na rua com assobios e outras frases absurdas que ela só respondia com indiferença. Algo que me surpreendia, porque minha mãe, desde que meu pai nos abandonou pra ir pra América do Sul com uma namorada mulata brasileira que ele arrumou numa das constantes partidas de pôquer quando eu tinha 8 anos, nunca mais ficou com outro homem nem mostrou qualquer interesse.
Pois bem, minha mãe, que estava no quarto dela pendurando a jaqueta porque tinha acabado de chegar do trabalho — já que trabalha num escritório como auxiliar administrativa — reparou em mim e disse:
-Mãe: Uuuy, que cara você tá trazeendo... ainda acordada agora? - eu, ao ouvir a expressão "Uuuy, que cara você tá trazendo", sabia que se não cortasse logo, ia render conversa, porque embora minha mãe não fosse nem um pouco velha, é verdade que ela tinha o costume de ser uma mulher recatada e de boa educação, e embora não tivesse como objetivo me implantar esse estilo de vida, né? verdade que às vezes eu tentava com as conversas dela
- Eu: Mãe, não enche o saco, tá? Tô com dor de cabeça e morrendo de vontade de mijar.
- Mãe: Carlos, não fala assim comigo, você sabe que não gosto que me falte com respeito. E se tá de ressaca, não desconta em mim. Vou fazer uma omelete, você desce pra comer?
- Eu: Tá, mãe, não começa porque a gente já sabe como é. Não quero comer nada, tô com o estômago ruim. — dito isso, entrei no banheiro e bati a porta. Quando saí, minha mãe já tava lá embaixo, então fui pro meu quarto, fechei a porta, me enfiei na cama e não saí dela o dia inteiro.
Lá pelas 3:30 da madrugada, acordei com fome e desci pra pegar comida na geladeira. Quando cheguei na cozinha, encontrei minha mãe tomando um copo de quê. Comecei a fazer um sanduíche, e nisso ela levantou, pegou o copo, colocou na pia e se despediu dizendo:
- Mãe: Boa noite, querido. Vou no banheiro e depois pra cama. Deixa tudo arrumado. — passou por mim, passou a mão no meu cabelo, eu desejei boa noite e ela foi, mas não sem antes passar por trás de mim e me dar um beijo na nuca.
Depois de terminar o sanduíche, peguei um prato pra levar e uma garrafa d'água e fui subir pro meu quarto. Quando tava chegando na escada, vi a porta do banheiro de baixo (do lado esquerdo da escada) aberta e com a luz acesa. Diminui o passo e pude ver minha mãe sentada no vaso, mijando. Dei uma olhada rápida na lateral da bunda esquerda dela, que era o mais íntimo que dava pra ver. Mesmo sentada, dava pra ver que tinha uma raba boa. Cheguei na escada e subi pra comer e dormir, porque às 4:30 o idiota do Nelson ia chegar pra encher meu saco a tarde toda.
Eram 2:00 da tarde e minha mãe me acordou com o canto tradicional dela nos fins de semana:
- Mãe: Vem comeer, traz a garrafa d'água contigo. Fiquei uns 5 minutos a mais na cama tentando me livrar do sono. Quando ia sair do quarto, minha mãe entrou perguntando por que eu estava demorando e bateu a porta no meu dedão do pé, me fazendo gritar de dor:
- Eu: Porraaaa, caralho, quantas vezes eu já te falei pra bater antes de entrar no meu quarto?
- Mãe: Ai, desculpa, amor, é que achei que você tinha dormido de novo – dito isso, vi uma expressão triste no rosto dela. Foi aí que percebi que tinha passado dos limites. Peguei ela pelo ombro, dei um beijo e desci as escadas com ela pra almoçar. Enquanto comíamos, conversávamos sobre coisas legais e futebol, principalmente do Sevilla, que é o time que eu e minha mãe torcemos, e do Real Madrid, que eu odiava de todo coração. Quando começamos a sobremesa, comentei que à tarde, umas 4h30, o Nelson viria estudar em casa, o que deixou minha mãe toda feliz:
- Mãe: Que bom, assim vou conhecer esse tal Nelson que você nunca me apresentou.
Terminamos de almoçar e ela ficou arrumando a cozinha enquanto eu subia pra organizar meu quarto, pra ter um mínimo de ordem quando o Nelson chegasse. Ele chegou umas 5h15. Nessa hora, eu tava deitado no sofá quando a campainha tocou. Fui abrir e lá estava o Nelson, com a roupa apertada, tipo cantor de banda de preto. Convidei ele pra entrar e fomos pra sala estudar, já que estávamos sozinhos porque minha mãe tinha saído pra fazer compras. Passamos uma hora e meia estudando até que o Nelson se levantou, se espreguiçou todo e disse:
- Nelson: Porra, tô de saco cheio de estudar. Ei, otário, que tal a gente jogar um pouco no videogame? – enquanto ele falava e se espreguiçava, eu admirava o corpo musculoso dele e a inveja que me dava.
- Eu: Beleza, escolhe um jogo aí enquanto vou no banheiro. E não rouba nada, hein? – falei num tom de brincadeira, mas é verdade que ele também era um... aviso, nunca confiei cem por cento nele. Ele se virou rindo e falou:
- Nelson: Relaxa, otário, não tô interessado em nada da sua casa. Tenta não demorar muito batendo uma no banheiro, viadinho.
Fui pro banheiro do andar de baixo enquanto ele olhava o móvel procurando um jogo que agradasse ele. Quando tava no meio do mijo, ouvi ele falar da sala:
- Nelson: Ei, cuzão, quem é a branquela gostosa que aparece nas fotos?
- Eu: Porra, cara, não exagera, é minha mãe. Já escolheu o jogo que quer perder pra mim?
- Nelson: Sim, o FIFA, mas... porra, como assim você nunca me apresentou ela? Tem namorado?
- Eu: O FIFA? Hahaha, vou te dar uma surra, seu madridista. O que você tem a ver se ela tem namorado ou não?
Quando terminei essa pergunta, fiquei com medo da reação do Nelson, mas parece que as fotos da minha mãe mantinham ele ocupado.
- Nelson: Mesmo eu não sendo muito bom, você vai ter que escolher outro time que não seja a merda do Sevilla pra conseguir fazer um gol no Madrid, então vai pensando em escolher um pra me vencer. E sim, me interessa, cara, sua mãe é muito gostosa.
Esse comentário me fodeu, mas eu não era de enfrentar as pessoas, então decidi pegar o Barcelona pra dar uma humilhação nele e foder ele mais ainda. Lavei as mãos na pia e fui pro sofá sentar com ele e jogar. Como era de se esperar, ganhei por 4 a 1, passei o jogo todo zoando ele. Ele tava muito puto, não gostava nada de perder, e pediu revanche. Meia hora depois do primeiro tempo, minha mãe chegou em casa com as sacolas de compra. Foi pra cozinha deixar as sacolas e depois entrou na sala pra cumprimentar a gente. Ela tava vestida com um jeans na altura do joelho, umas sapatilhas e uma blusa. Quando nos viu, reparou no Nelson e vi na cara dela a surpresa, porque acho que ela não imaginava que ele era preto. Não que minha mãe fosse uma skinhead, mas é verdade que ela não tinha bons sentimentos por... Sul-americanos depois de ver o que meu pai fez com ela, Nelson por sua vez ficou encarando minha mãe com cara de tarado até que se levantou e se apresentou:
- Nelson: Oi, senhorita, sou o Nelson, amigo do seu filho, prazer — senhorita? Só pode ser brincadeira… Ele foi até ela e deu dois beijos, minha mãe retribuiu e disse:
- Mãe: Nossa, que simpático me chamando de senhorita kkkk igualmente, Nelson, eu me chamo Sara. Depois das apresentações, minha mãe fez as perguntas típicas de mãe quando tem visita, como estão os estudos, o que a gente tava fazendo, quem tava ganhando:
- Eu: Tô ganhando eu, óbvio, esse aí não chega nem no meu calcanhar kkk — Nelson virou pra mim com cara de insatisfeito e disse:
- Nelson: Tô deixando você ganhar — ele foi até onde estavam a pasta e a jaqueta dele e se abaixou pra pegá-las enquanto continuava a frase — pra você não sair chorando pra sua mãe, que com certeza não tem paciência de te aguentar mais do que já aguenta. Quando ele falou isso da minha mãe, eu olhei pra ela e vi que ela tava rindo do comentário e ao mesmo tempo não perdia um detalhe da bunda e das costas do Nelson. Ele se levantou, vestiu a jaqueta e se despediu me dando um tapinha nas costas e um beijo na minha mãe. Ela foi arrumar a sala enquanto eu acompanhava o madridista até a porta de casa. Quando ele passou pela porta, virou pra mim mas olhando o vai e vem da minha mãe pela sala e disse:
- Nelson: Ei, branquelo de merda, nem pense em me deixar mal na frente da sua mãe de novo com comentários desse tipo, que eu não chego no seu calcanhar, ou eu te dou um murro. — Esse comentário me pegou de surpresa e eu só consegui dizer:
- Eu: Desculpa, mano… não vou fazer de novo — ele fez um sinal de aprovação e depois, com um movimento de cabeça apontando pra minha mãe, me disse:
- Nelson: Bom, vou pra casa que quero me arrumar pra sair pra balada, ver se pego alguma gostosa. branquinha nas redes do negão zumbão, vamos lá, potro, marcha, nos vemos amanhã no mesmo horário – me surpreendeu ele me chamar de potro, porque nunca tinha me chamado assim e não era algo que a gente levasse como insulto, mas quando virei pra ver o que o Nelson queria que eu olhasse com aquele gesto de cabeça dele, vi minha mãe abaixada catando umas migalhas com a mão e uma ideia do porquê de me chamar daquilo passou pela minha cabeça, mas decidi não ficar remoendo e criar coragem amanhã pra perguntar pra ele.
Passei o resto da tarde no meu quarto até que chegou a hora do jantar e desci pra cozinha, sentei na mesa e comecei a comer enquanto mantinha uma conversa tranquila com minha mãe como de costume, até que num momento de silêncio ela começou com outro assunto:
- Mãe: Seu amigo Nelson é muito gostoso, não tem namorada?
- Eu: Não, ele só pega umas minas quando sai pra balada.
- Mãe: Amanhã ele vai vir estudar de novo?
- Eu: Vai, mas não vamos estudar muito porque hoje adiantamos o trabalho – dito isso, levantei, dei boa noite e fui pra cama.
No dia seguinte, tudo foi como de sempre, acordei, me vesti, minha mãe entrou no quarto sem bater, discutimos, fui mijar, e depois comer, tudo normal. Chegou às 5 e tocaram a campainha, era o Nelson, ele veio vestido com uma camiseta regata, óculos escuros, uns shorts justos brancos e fedendo a colônia, me deu um soco no ombro como saudação e passou pra entrada:
- Nelson: E aí, potro? Pronto pra levar uma surra no FIFA?
- Eu: Haha, bom dia, Nelson, entra – eu seria idiota se já não tivesse dentro...
Então minha mãe desceu até a metade da escada pra ver quem era e depois de cumprimentar o Nelson, disse que ia ficar passando roupa no quarto dela, e que depois ia tomar um banho, então mandou a gente usar o banheiro de baixo. Nós fomos pra sala jogar FIFA. Passamos a tarde jogando partidas e enquanto falávamos um monte de besteira Fofocas da cidade. Com uma hora e meia de jogo, ele começou a puxar assunto sobre minha mãe:
- Nelson: E aí, mano, tua mãe trabalha com o quê?
- Eu: Ela é administrativa num escritório.
- Nelson: Então ela vai vestida elegante, né?
- Eu: Hmm, sim... ela costuma usar tailleurs e tal.
- Nelson: Porra, deve dar um tesão... com certeza todo mundo no escritório dela quer meter nela - eu, idiota e fraco, continuei dando corda por medo de levar porrada ou ameaça.
- Eu: Sei lá, acho que não...
- Nelson: O que você acha que não? Já tô te falando, querem comer ela sem dó, e olha que eu sou bem mais novo... - esse comentário me preocupou, mas decidi, sei lá por quê, continuar a conversa.
- Eu: Você gosta da minha mãe?
- Nelson: Você é burro? Já não tô te falando? Metia nela até deixar ardendo - nessa hora, minha mãe desceu a escada de roupão e falou que ia tomar banho. Percebi que o Nelson virou no sofá pra olhar ela, e com a mão direita se tocava na virilha por cima da calça enquanto via ela subindo as escadas. Assim que ouvimos a porta do banheiro, continuamos jogando e falando sobre minha mãe:
- Nelson: E ela nunca trouxe um homem pra casa?
- Eu: Não... bom, quando eu tinha 13 anos, lembro que ela trouxe um amigo, mas só isso. Ela não sai nem se envolve com homens.
- Nelson: Caralho, mano, 4 anos sem dar, ou até mais?... A buceta dela deve estar fechadíssima de tanto tempo sem enfiar nada - esse comentário me excitou um pouco, porque nunca tinha pensado no quanto minha mãe transava pouco, e me fez refletir sobre o que o Nelson disse, que ela devia estar bem apertadinha... fazia sentido, já que era muito tempo sem sexo e isso deve estreitar a abertura. Fora essa conversa, o resto da tarde foi normal até umas 9 horas, quando o Nelson foi embora. Acompanhei ele até a porta e ele me deu outro tapa no ombro, falando:
- Nelson: Falou, mano. piro até o fim de semana que vem, dá um beijo na mulher da casa da minha parte, tá me ouvindo, potro? – aí lembrei do meu interesse por esse apelido e criei coragem pra perguntar:
– Eu: Ei, cara, de onde vem essa história de me chamar de potro?
– Nelson: hahaha, não sabe por quê? É porque você é filho de uma gostosa do caralho que espero montar um dia desses, hahaha – ele falou isso, me deu uns tapas na cara, virou as costas e foi embora… me deixou incrivelmente excitado e eu não sabia por quê… sério, ele tava pensando em tentar algo com a minha mãe ou era só fanfarrão? Subi pro meu quarto e, quando cheguei no final da escada, minha mãe saiu do banheiro enrolada numa toalha, me olhou e disse:
– Mãe: O Nelson já foi?
– Eu: Sim, já foi pra casa dele. Ó, eu comi uma pizza que a gente fez à tarde, então não faz janta pra mim, vou pra cama porque tô cansado.
– Mãe: Tá bom, querido, dorme bem.
Entrei no meu quarto, deitei e comecei a pensar na conversa que tive com o Nelson naquela tarde, e não consegui evitar ficar excitado com o que ele falou. Me masturbei, me limpei e me preparei pra dormir.
O verão continuou passando devagar, e cada visita do Nelson nos fins de semana sempre terminava em conversa sobre minha mãe, que provocava em mim uma excitação estranha e incompreensível. Passaram-se semanas assim até que, na sexta-feira ao meio-dia, minha mãe me acordou pra dar a notícia de que aquele seria o último dia de trabalho dela, porque na segunda já começava as férias. Fiquei feliz, e então ela disse que por que eu não convidava um amigo pra passar uns dias em casa e aproveitar a piscina, já que a gente ainda não tinha usado nada naquele verão. Pra mim, pareceu uma ideia ótima, se não fosse porque todos os meus amigos estavam fora e o único que ainda estava na cidade era o Nelson, e eu não tava a fim de ficar com ele 24 horas por dia durante uns dias, então decidi não falar nada… erro que não demoraria a perceber.
No dia seguinte, o Nelson me ligou pra dizer que hoje ele viria mais cedo. cedo, umas 3 horas ela me disse. Quando cheguei, a gente tinha acabado de comer e minha mãe convidou ele pra sentar e beliscar alguma coisa, convite que Nelson aceitou na parte de sentar mas recusou comer porque já tinha vindo almoçado de casa. Minha mãe tava sentada numa ponta da mesa, eu no lado e Nelson sentou na cadeira que ficava na outra ponta, bem na frente da minha mãe. A conversa foi rolando entre os três:
- Mãe: Como é que tão esses estudos?
- Nelson: Tudo bem, senhora, a gente tá progredindo bastante — Nelson tava se comportando como um menino bonzinho, não me incomodava até que ele me deu um chute e mandou eu olhar pra mão dele. Ele tava se tocando no pacote por fora da calça, igual no outro dia no sofá, mas dessa vez na presença da minha mãe e conversando com ela.
- Mãe: Pelo amor de Deus, Nelson, não me trata de senhora, me chama de Sara que você me faz parecer velha, hahaha — os dois riram. Eu, porém, tava com os nervos à flor da pele, com medo da minha mãe pegar o Nelson fazendo aquilo. Depois de terminar de comer, minha mãe perguntou pro Nelson se ele queria café, e ele, sem parar de esfregar o pacote olhando pra minha mãe, aceitou a oferta. Então nós três fomos tomar o café, falando besteira, até que minha mãe disse:
- Mãe: Ó Carlos, você comentou com o Nelson sobre ficar aqui uns dias, como eu falei? — minha mãe é uma idiota... eu queria evitar o Nelson o máximo possível e ela solta isso na frente dele. Nelson parou de esfregar o volume e se virou pra me olhar com uma cara de óbvia fúria, porque adivinhou que eu não tinha falado nada justamente por não querer que ele ficasse. Depois de soltar a frase que ia foder todo o meu verão, minha mãe se desculpou e foi pro banheiro. Nelson esperou até ouvir a porta do banheiro fechar e me deu um tapa na cara que fez cair uma lágrima.
- Nelson: Qual é, seu idiota? Por acaso você não quer que eu durma na sua casa? Que seja a última vez que você me enche o saco, ouviu? Assim que sua mãe voltar... Mãe, você vai dizer que me convidou pra ficar dormindo aqui até terça e que não precisa ir buscar roupa, porque você vai me emprestar a sua, ouviu?
- Eu: Porra, Nelson, desculpa, mano, ia te contar, mas não enche o meu saco, por favor, a gente é amigo.
- Nelson: Amigo porra nenhuma, e não é só isso: você vai me ajudar a pegar sua mãe e virar o dono da sua casa, se não quiser que eu chame os amigos do meu pai e conte pra sua mãe que filho ela tem, que fuma baseado todo dia e rouba o dinheiro dela pra comprar. – Eu já sabia com que tipo de gente o pai dele andava, e não era nada bom se meter com eles. Além disso, não queria de jeito nenhum que minha mãe descobrisse que eu usava droga nem levar mais porrada. Então, tristemente, aceitei:
- Eu: Valeu, mano, mas por favor, não arruma confusão na frente da minha mãe e, por nada nesse mundo, não fala que eu uso droga, por favor. JÁ TAVA NO JOGO DELE… (Por favor, tenham paciência, os momentos eróticos vão chegar nos próximos capítulos, porque senão eu teria que publicar capítulos muito longos) CONTINUA…
Olá, antes de começar, quero pedir compreensão, porque é meu primeiro relato e eu sou péssimo em narrativa e ortografia, então peço que levem isso em conta.
Olá a todos, meu nome é Carlos, sou um garoto de 18 anos que mora nos arredores de Sevilha. Sou moreno, tenho 1,73m e uns 72kg aproximadamente, nada musculoso, na verdade meio magricela. Tenho olhos castanhos e minha aparência não é nenhum privilégio. É verdade que costumo pegar alguém, mas não sou nem de longe um desses machos alfas que a gente vê por aí.
Essa história aconteceu no verão de 2011. As aulas já tinham acabado e, como de costume, eu tinha rodado em várias matérias, então teria que passar o verão estudando enquanto os outros caras iam de festa em festa conhecendo minas, enchendo a cara, vivendo experiências únicas, etc. Todos os meus amigos iam aproveitar o verão ao máximo, exceto o Nelson, que tinha rodado mais do que eu. Mas o fato de ele ficar o verão estudando não era por outro motivo: ele era órfão de mãe e filho de um alcoólatra-drogado, então não tinha muitos recursos para um verão como o do resto do grupo. Meu amigo Nelson, "o negão tarado" – era assim que a gente o chamava, sabendo das várias aventuras sexuais que ele vivia e depois contava pra gente, coisa que eu sempre achava que era pura mentira de metido. Ele é de origem cubana, 2 anos mais velho que eu (19). Em altura, ele me superava por uma cabeça, mas o ponto forte do Nelson era a musculatura. Não que ele fosse um daqueles bombados exagerados que parecem morar na academia; ele era perfeitamente musculoso pra altura dele, e esse físico vinha de ter jogado futebol americano de alto nível desde pequeno. Apesar de ser 2 anos mais velho que eu e meus amigos, o Nelson andava com a gente, mesmo eu não gostando muito dele (ele só fazia era me zoar e me tratar mal). (ruim) porque ele tinha chegado de Cuba com 14 anos com um pai já consumido pelos vícios, e fomos os únicos com quem ele conseguiu se enturmar numa área bem racista. Além disso, o sotaque cubano dele, o físico e o sex appeal ajudavam pra caralho a atrair minas que, felizmente, às vezes não vinham sozinhas — vinham em grupo, e a gente sempre podia aproveitar.
No dia da entrega das notas, todo mundo do grupo se juntou pra fazer um boteco e fumar uns baseados em homenagem ao começo do novo verão, coisa que pra mim não fazia muita diferença se começava ou não, porque eu ia passar o tempo estudando.
Assim que a bebida acabou, Sergio, o mais gostoso do grupo, se levantou, subiu no banco onde a gente tava bebendo e falou:
Sergio: Caras, a gente tem 17 anos e um verão do caralho pela frente, então só posso dizer: BOA SORTE SE ACHAREM ALGUMA VADIA QUE ESSE CARA AQUI NÃO VAI COMER OU JÁ COMEU!!!!!! — todo mundo riu, mais pela bebedeira do que pelo comentário. Na sequência, a gente começou a gritar um monte de merda parecida, algumas beiramo a idiotice total. Quando chegou a vez do Nelson, ele subiu no mesmo lugar onde Sergio tinha feito o comentário intelectual e disse:
—Nelson: Isso aíiiii, vocês cuidam de comer todas as vadias da Espanha, vão em frente, que eu vou ficar aqui pra montar numa branquinha e mostrar como é que o preto fodedor se vira, e de quebra vou ensinar como se cavalga uma mulher pros racistas de merda dessa cidade — ele falou tudo isso fazendo gestos como se tivesse comendo uma mina e dando tapas nela com a mão.
Todo mundo riu e concordou que já era hora de vazar, então a gente se despediu e foi pra casa. No caminho pra minha casa, eu tava acompanhado do Nelson, que pra chegar na dele tinha que passar pela minha rua, e assim a gente fazia companhia um pro outro e conversava:
—Nelson: Porra, cara, tô muito doidão, mas o pior era o Sergio, hein? hahaha
—Eu: Caralho, cara, olha só como ele tava Fino pra casa, mas pode crer que eles vão se divertir mais nesse verão de festa em festa enquanto a gente estuda—mesmo que o Nelson me irritasse pra caralho, minha personalidade fraca me obrigava a lamber o cu dele o tempo todo.
—Nelson: Porra, mano, já que você falou em estudo, que tal a gente se encontrar fim de semana pra estudar junto? É que se eu tiver que estudar sozinho, sei que não vou fazer porra nenhuma, já me entende, brother.
Pra mim não pareceu uma boa ideia, porque além de eu não gostar dele, no fundo eu era meio racista, mas o fato de passar o verão inteiro sozinho me fez decidir aceitar a proposta dele:
—Eu: Mano, por mim de boa, mas minha mãe não vai acreditar que quando eu sair de fim de semana é pra ir estudar, então acho que ela não vai me deixar ir pra lugar nenhum, ainda mais com essa desculpa. Então vem pra minha casa e a gente estuda aqui.
Não que eu gostasse dessa ideia, mas a desconfiança da minha mãe era algo que eu já sabia de antemão.
—Nelson: Beleza, então te vejo sábado, umas 4:30 passo na sua casa, mas sem encher o saco, hein? Quero poder ficar de segunda a sexta de boa pra comer umas branquelas, graças ao trabalho adiantado do fim de semana.
Com essa frase, a gente já tava a poucos metros da porta da minha casa, então me despedi dele e lembrei que em dois dias, às 4:30, na minha casa. Me virei como pude na frente da porta e, depois de algumas tentativas falhas, consegui enfiar a chave. Entrei em casa e, com todo cuidado pra não acordar minha mãe, fui devagar pro meu quarto e me joguei na cama sem tirar a roupa, afundando num sono profundo.
Quando acordei, não conseguia nem respirar sem sentir ânsia por causa da puta bebedeira. Fiquei um tempão deitado tentando passar o enjoo da ressaca, quando bateu vontade de mijar. Levantei, tirei a roupa e fiquei só de cueca, porque se minha mãe me visse com a Roupas do dia anterior, suporia que eu teria chegado num estado alcoólico um pouco maior que o normal, peguei as roupas e me preparei pra ir ao banheiro. Uma vez no corredor, minha mãe conseguiu me ver do quarto dela, que ficava no fundo dele. Que modos os meus, minha mãe se chama Sara, tem 41 anos, cabelo castanho puxando pro caoba claro, quase sempre ondulado, olhos azuis. Fisicamente, ela é um pouquinho mais baixa que eu, mas não muito. Não era gorda, nunca tinha sido. É verdade que tinha um pouco de carne na cintura, mas nada que causasse desagrado no corpo dela, onde dá pra notar uns peitos não enormes, mais normais, puxando um pouco pra grandes, e uma bunda pra mim perfeita, porque não era aquela bunda típica de senhora, gorda e caída, nem de adolescente, pequena e sem carne. Não, a da minha mãe era uma bunda com a carne bem posta, pele firme e nádegas sem ceder à gravidade. Resumindo, uma bunda de infarto, e isso somado às boas tetas, mais a altura dela e o costume de se vestir de forma jovem com roupas da Bershka ou Stradivarius etc.... faziam dela uma mulher morbidamente gostosa, algo que os outros homens lembravam quando a viam passar na rua com assobios e outras frases absurdas que ela só respondia com indiferença. Algo que me surpreendia, porque minha mãe, desde que meu pai nos abandonou pra ir pra América do Sul com uma namorada mulata brasileira que ele arrumou numa das constantes partidas de pôquer quando eu tinha 8 anos, nunca mais ficou com outro homem nem mostrou qualquer interesse.
Pois bem, minha mãe, que estava no quarto dela pendurando a jaqueta porque tinha acabado de chegar do trabalho — já que trabalha num escritório como auxiliar administrativa — reparou em mim e disse:
-Mãe: Uuuy, que cara você tá trazeendo... ainda acordada agora? - eu, ao ouvir a expressão "Uuuy, que cara você tá trazendo", sabia que se não cortasse logo, ia render conversa, porque embora minha mãe não fosse nem um pouco velha, é verdade que ela tinha o costume de ser uma mulher recatada e de boa educação, e embora não tivesse como objetivo me implantar esse estilo de vida, né? verdade que às vezes eu tentava com as conversas dela
- Eu: Mãe, não enche o saco, tá? Tô com dor de cabeça e morrendo de vontade de mijar.
- Mãe: Carlos, não fala assim comigo, você sabe que não gosto que me falte com respeito. E se tá de ressaca, não desconta em mim. Vou fazer uma omelete, você desce pra comer?
- Eu: Tá, mãe, não começa porque a gente já sabe como é. Não quero comer nada, tô com o estômago ruim. — dito isso, entrei no banheiro e bati a porta. Quando saí, minha mãe já tava lá embaixo, então fui pro meu quarto, fechei a porta, me enfiei na cama e não saí dela o dia inteiro.
Lá pelas 3:30 da madrugada, acordei com fome e desci pra pegar comida na geladeira. Quando cheguei na cozinha, encontrei minha mãe tomando um copo de quê. Comecei a fazer um sanduíche, e nisso ela levantou, pegou o copo, colocou na pia e se despediu dizendo:
- Mãe: Boa noite, querido. Vou no banheiro e depois pra cama. Deixa tudo arrumado. — passou por mim, passou a mão no meu cabelo, eu desejei boa noite e ela foi, mas não sem antes passar por trás de mim e me dar um beijo na nuca.
Depois de terminar o sanduíche, peguei um prato pra levar e uma garrafa d'água e fui subir pro meu quarto. Quando tava chegando na escada, vi a porta do banheiro de baixo (do lado esquerdo da escada) aberta e com a luz acesa. Diminui o passo e pude ver minha mãe sentada no vaso, mijando. Dei uma olhada rápida na lateral da bunda esquerda dela, que era o mais íntimo que dava pra ver. Mesmo sentada, dava pra ver que tinha uma raba boa. Cheguei na escada e subi pra comer e dormir, porque às 4:30 o idiota do Nelson ia chegar pra encher meu saco a tarde toda.
Eram 2:00 da tarde e minha mãe me acordou com o canto tradicional dela nos fins de semana:
- Mãe: Vem comeer, traz a garrafa d'água contigo. Fiquei uns 5 minutos a mais na cama tentando me livrar do sono. Quando ia sair do quarto, minha mãe entrou perguntando por que eu estava demorando e bateu a porta no meu dedão do pé, me fazendo gritar de dor:
- Eu: Porraaaa, caralho, quantas vezes eu já te falei pra bater antes de entrar no meu quarto?
- Mãe: Ai, desculpa, amor, é que achei que você tinha dormido de novo – dito isso, vi uma expressão triste no rosto dela. Foi aí que percebi que tinha passado dos limites. Peguei ela pelo ombro, dei um beijo e desci as escadas com ela pra almoçar. Enquanto comíamos, conversávamos sobre coisas legais e futebol, principalmente do Sevilla, que é o time que eu e minha mãe torcemos, e do Real Madrid, que eu odiava de todo coração. Quando começamos a sobremesa, comentei que à tarde, umas 4h30, o Nelson viria estudar em casa, o que deixou minha mãe toda feliz:
- Mãe: Que bom, assim vou conhecer esse tal Nelson que você nunca me apresentou.
Terminamos de almoçar e ela ficou arrumando a cozinha enquanto eu subia pra organizar meu quarto, pra ter um mínimo de ordem quando o Nelson chegasse. Ele chegou umas 5h15. Nessa hora, eu tava deitado no sofá quando a campainha tocou. Fui abrir e lá estava o Nelson, com a roupa apertada, tipo cantor de banda de preto. Convidei ele pra entrar e fomos pra sala estudar, já que estávamos sozinhos porque minha mãe tinha saído pra fazer compras. Passamos uma hora e meia estudando até que o Nelson se levantou, se espreguiçou todo e disse:
- Nelson: Porra, tô de saco cheio de estudar. Ei, otário, que tal a gente jogar um pouco no videogame? – enquanto ele falava e se espreguiçava, eu admirava o corpo musculoso dele e a inveja que me dava.
- Eu: Beleza, escolhe um jogo aí enquanto vou no banheiro. E não rouba nada, hein? – falei num tom de brincadeira, mas é verdade que ele também era um... aviso, nunca confiei cem por cento nele. Ele se virou rindo e falou:
- Nelson: Relaxa, otário, não tô interessado em nada da sua casa. Tenta não demorar muito batendo uma no banheiro, viadinho.
Fui pro banheiro do andar de baixo enquanto ele olhava o móvel procurando um jogo que agradasse ele. Quando tava no meio do mijo, ouvi ele falar da sala:
- Nelson: Ei, cuzão, quem é a branquela gostosa que aparece nas fotos?
- Eu: Porra, cara, não exagera, é minha mãe. Já escolheu o jogo que quer perder pra mim?
- Nelson: Sim, o FIFA, mas... porra, como assim você nunca me apresentou ela? Tem namorado?
- Eu: O FIFA? Hahaha, vou te dar uma surra, seu madridista. O que você tem a ver se ela tem namorado ou não?
Quando terminei essa pergunta, fiquei com medo da reação do Nelson, mas parece que as fotos da minha mãe mantinham ele ocupado.
- Nelson: Mesmo eu não sendo muito bom, você vai ter que escolher outro time que não seja a merda do Sevilla pra conseguir fazer um gol no Madrid, então vai pensando em escolher um pra me vencer. E sim, me interessa, cara, sua mãe é muito gostosa.
Esse comentário me fodeu, mas eu não era de enfrentar as pessoas, então decidi pegar o Barcelona pra dar uma humilhação nele e foder ele mais ainda. Lavei as mãos na pia e fui pro sofá sentar com ele e jogar. Como era de se esperar, ganhei por 4 a 1, passei o jogo todo zoando ele. Ele tava muito puto, não gostava nada de perder, e pediu revanche. Meia hora depois do primeiro tempo, minha mãe chegou em casa com as sacolas de compra. Foi pra cozinha deixar as sacolas e depois entrou na sala pra cumprimentar a gente. Ela tava vestida com um jeans na altura do joelho, umas sapatilhas e uma blusa. Quando nos viu, reparou no Nelson e vi na cara dela a surpresa, porque acho que ela não imaginava que ele era preto. Não que minha mãe fosse uma skinhead, mas é verdade que ela não tinha bons sentimentos por... Sul-americanos depois de ver o que meu pai fez com ela, Nelson por sua vez ficou encarando minha mãe com cara de tarado até que se levantou e se apresentou:
- Nelson: Oi, senhorita, sou o Nelson, amigo do seu filho, prazer — senhorita? Só pode ser brincadeira… Ele foi até ela e deu dois beijos, minha mãe retribuiu e disse:
- Mãe: Nossa, que simpático me chamando de senhorita kkkk igualmente, Nelson, eu me chamo Sara. Depois das apresentações, minha mãe fez as perguntas típicas de mãe quando tem visita, como estão os estudos, o que a gente tava fazendo, quem tava ganhando:
- Eu: Tô ganhando eu, óbvio, esse aí não chega nem no meu calcanhar kkk — Nelson virou pra mim com cara de insatisfeito e disse:
- Nelson: Tô deixando você ganhar — ele foi até onde estavam a pasta e a jaqueta dele e se abaixou pra pegá-las enquanto continuava a frase — pra você não sair chorando pra sua mãe, que com certeza não tem paciência de te aguentar mais do que já aguenta. Quando ele falou isso da minha mãe, eu olhei pra ela e vi que ela tava rindo do comentário e ao mesmo tempo não perdia um detalhe da bunda e das costas do Nelson. Ele se levantou, vestiu a jaqueta e se despediu me dando um tapinha nas costas e um beijo na minha mãe. Ela foi arrumar a sala enquanto eu acompanhava o madridista até a porta de casa. Quando ele passou pela porta, virou pra mim mas olhando o vai e vem da minha mãe pela sala e disse:
- Nelson: Ei, branquelo de merda, nem pense em me deixar mal na frente da sua mãe de novo com comentários desse tipo, que eu não chego no seu calcanhar, ou eu te dou um murro. — Esse comentário me pegou de surpresa e eu só consegui dizer:
- Eu: Desculpa, mano… não vou fazer de novo — ele fez um sinal de aprovação e depois, com um movimento de cabeça apontando pra minha mãe, me disse:
- Nelson: Bom, vou pra casa que quero me arrumar pra sair pra balada, ver se pego alguma gostosa. branquinha nas redes do negão zumbão, vamos lá, potro, marcha, nos vemos amanhã no mesmo horário – me surpreendeu ele me chamar de potro, porque nunca tinha me chamado assim e não era algo que a gente levasse como insulto, mas quando virei pra ver o que o Nelson queria que eu olhasse com aquele gesto de cabeça dele, vi minha mãe abaixada catando umas migalhas com a mão e uma ideia do porquê de me chamar daquilo passou pela minha cabeça, mas decidi não ficar remoendo e criar coragem amanhã pra perguntar pra ele.
Passei o resto da tarde no meu quarto até que chegou a hora do jantar e desci pra cozinha, sentei na mesa e comecei a comer enquanto mantinha uma conversa tranquila com minha mãe como de costume, até que num momento de silêncio ela começou com outro assunto:
- Mãe: Seu amigo Nelson é muito gostoso, não tem namorada?
- Eu: Não, ele só pega umas minas quando sai pra balada.
- Mãe: Amanhã ele vai vir estudar de novo?
- Eu: Vai, mas não vamos estudar muito porque hoje adiantamos o trabalho – dito isso, levantei, dei boa noite e fui pra cama.
No dia seguinte, tudo foi como de sempre, acordei, me vesti, minha mãe entrou no quarto sem bater, discutimos, fui mijar, e depois comer, tudo normal. Chegou às 5 e tocaram a campainha, era o Nelson, ele veio vestido com uma camiseta regata, óculos escuros, uns shorts justos brancos e fedendo a colônia, me deu um soco no ombro como saudação e passou pra entrada:
- Nelson: E aí, potro? Pronto pra levar uma surra no FIFA?
- Eu: Haha, bom dia, Nelson, entra – eu seria idiota se já não tivesse dentro...
Então minha mãe desceu até a metade da escada pra ver quem era e depois de cumprimentar o Nelson, disse que ia ficar passando roupa no quarto dela, e que depois ia tomar um banho, então mandou a gente usar o banheiro de baixo. Nós fomos pra sala jogar FIFA. Passamos a tarde jogando partidas e enquanto falávamos um monte de besteira Fofocas da cidade. Com uma hora e meia de jogo, ele começou a puxar assunto sobre minha mãe:
- Nelson: E aí, mano, tua mãe trabalha com o quê?
- Eu: Ela é administrativa num escritório.
- Nelson: Então ela vai vestida elegante, né?
- Eu: Hmm, sim... ela costuma usar tailleurs e tal.
- Nelson: Porra, deve dar um tesão... com certeza todo mundo no escritório dela quer meter nela - eu, idiota e fraco, continuei dando corda por medo de levar porrada ou ameaça.
- Eu: Sei lá, acho que não...
- Nelson: O que você acha que não? Já tô te falando, querem comer ela sem dó, e olha que eu sou bem mais novo... - esse comentário me preocupou, mas decidi, sei lá por quê, continuar a conversa.
- Eu: Você gosta da minha mãe?
- Nelson: Você é burro? Já não tô te falando? Metia nela até deixar ardendo - nessa hora, minha mãe desceu a escada de roupão e falou que ia tomar banho. Percebi que o Nelson virou no sofá pra olhar ela, e com a mão direita se tocava na virilha por cima da calça enquanto via ela subindo as escadas. Assim que ouvimos a porta do banheiro, continuamos jogando e falando sobre minha mãe:
- Nelson: E ela nunca trouxe um homem pra casa?
- Eu: Não... bom, quando eu tinha 13 anos, lembro que ela trouxe um amigo, mas só isso. Ela não sai nem se envolve com homens.
- Nelson: Caralho, mano, 4 anos sem dar, ou até mais?... A buceta dela deve estar fechadíssima de tanto tempo sem enfiar nada - esse comentário me excitou um pouco, porque nunca tinha pensado no quanto minha mãe transava pouco, e me fez refletir sobre o que o Nelson disse, que ela devia estar bem apertadinha... fazia sentido, já que era muito tempo sem sexo e isso deve estreitar a abertura. Fora essa conversa, o resto da tarde foi normal até umas 9 horas, quando o Nelson foi embora. Acompanhei ele até a porta e ele me deu outro tapa no ombro, falando:
- Nelson: Falou, mano. piro até o fim de semana que vem, dá um beijo na mulher da casa da minha parte, tá me ouvindo, potro? – aí lembrei do meu interesse por esse apelido e criei coragem pra perguntar:
– Eu: Ei, cara, de onde vem essa história de me chamar de potro?
– Nelson: hahaha, não sabe por quê? É porque você é filho de uma gostosa do caralho que espero montar um dia desses, hahaha – ele falou isso, me deu uns tapas na cara, virou as costas e foi embora… me deixou incrivelmente excitado e eu não sabia por quê… sério, ele tava pensando em tentar algo com a minha mãe ou era só fanfarrão? Subi pro meu quarto e, quando cheguei no final da escada, minha mãe saiu do banheiro enrolada numa toalha, me olhou e disse:
– Mãe: O Nelson já foi?
– Eu: Sim, já foi pra casa dele. Ó, eu comi uma pizza que a gente fez à tarde, então não faz janta pra mim, vou pra cama porque tô cansado.
– Mãe: Tá bom, querido, dorme bem.
Entrei no meu quarto, deitei e comecei a pensar na conversa que tive com o Nelson naquela tarde, e não consegui evitar ficar excitado com o que ele falou. Me masturbei, me limpei e me preparei pra dormir.
O verão continuou passando devagar, e cada visita do Nelson nos fins de semana sempre terminava em conversa sobre minha mãe, que provocava em mim uma excitação estranha e incompreensível. Passaram-se semanas assim até que, na sexta-feira ao meio-dia, minha mãe me acordou pra dar a notícia de que aquele seria o último dia de trabalho dela, porque na segunda já começava as férias. Fiquei feliz, e então ela disse que por que eu não convidava um amigo pra passar uns dias em casa e aproveitar a piscina, já que a gente ainda não tinha usado nada naquele verão. Pra mim, pareceu uma ideia ótima, se não fosse porque todos os meus amigos estavam fora e o único que ainda estava na cidade era o Nelson, e eu não tava a fim de ficar com ele 24 horas por dia durante uns dias, então decidi não falar nada… erro que não demoraria a perceber.
No dia seguinte, o Nelson me ligou pra dizer que hoje ele viria mais cedo. cedo, umas 3 horas ela me disse. Quando cheguei, a gente tinha acabado de comer e minha mãe convidou ele pra sentar e beliscar alguma coisa, convite que Nelson aceitou na parte de sentar mas recusou comer porque já tinha vindo almoçado de casa. Minha mãe tava sentada numa ponta da mesa, eu no lado e Nelson sentou na cadeira que ficava na outra ponta, bem na frente da minha mãe. A conversa foi rolando entre os três:
- Mãe: Como é que tão esses estudos?
- Nelson: Tudo bem, senhora, a gente tá progredindo bastante — Nelson tava se comportando como um menino bonzinho, não me incomodava até que ele me deu um chute e mandou eu olhar pra mão dele. Ele tava se tocando no pacote por fora da calça, igual no outro dia no sofá, mas dessa vez na presença da minha mãe e conversando com ela.
- Mãe: Pelo amor de Deus, Nelson, não me trata de senhora, me chama de Sara que você me faz parecer velha, hahaha — os dois riram. Eu, porém, tava com os nervos à flor da pele, com medo da minha mãe pegar o Nelson fazendo aquilo. Depois de terminar de comer, minha mãe perguntou pro Nelson se ele queria café, e ele, sem parar de esfregar o pacote olhando pra minha mãe, aceitou a oferta. Então nós três fomos tomar o café, falando besteira, até que minha mãe disse:
- Mãe: Ó Carlos, você comentou com o Nelson sobre ficar aqui uns dias, como eu falei? — minha mãe é uma idiota... eu queria evitar o Nelson o máximo possível e ela solta isso na frente dele. Nelson parou de esfregar o volume e se virou pra me olhar com uma cara de óbvia fúria, porque adivinhou que eu não tinha falado nada justamente por não querer que ele ficasse. Depois de soltar a frase que ia foder todo o meu verão, minha mãe se desculpou e foi pro banheiro. Nelson esperou até ouvir a porta do banheiro fechar e me deu um tapa na cara que fez cair uma lágrima.
- Nelson: Qual é, seu idiota? Por acaso você não quer que eu durma na sua casa? Que seja a última vez que você me enche o saco, ouviu? Assim que sua mãe voltar... Mãe, você vai dizer que me convidou pra ficar dormindo aqui até terça e que não precisa ir buscar roupa, porque você vai me emprestar a sua, ouviu?
- Eu: Porra, Nelson, desculpa, mano, ia te contar, mas não enche o meu saco, por favor, a gente é amigo.
- Nelson: Amigo porra nenhuma, e não é só isso: você vai me ajudar a pegar sua mãe e virar o dono da sua casa, se não quiser que eu chame os amigos do meu pai e conte pra sua mãe que filho ela tem, que fuma baseado todo dia e rouba o dinheiro dela pra comprar. – Eu já sabia com que tipo de gente o pai dele andava, e não era nada bom se meter com eles. Além disso, não queria de jeito nenhum que minha mãe descobrisse que eu usava droga nem levar mais porrada. Então, tristemente, aceitei:
- Eu: Valeu, mano, mas por favor, não arruma confusão na frente da minha mãe e, por nada nesse mundo, não fala que eu uso droga, por favor. JÁ TAVA NO JOGO DELE… (Por favor, tenham paciência, os momentos eróticos vão chegar nos próximos capítulos, porque senão eu teria que publicar capítulos muito longos) CONTINUA…
2 comentários - Meu amigo negro, o macho da minha mãe - Prólogo