Na Creamfield, parte 2

Como diz o título, na Creamfields parte II. A primeira parte vocês podem ler aqui:

http://www.poringa.net/posts/relatos/2466394/En-la-creamfield.htmlCaminho pra outra barraca, eu já não aguentava mais de tesão. Paramos pra comprar mais uns drinks, umas garrafinhas d'água e fumamos um baseado antes de chegar perto do palco. Adoraria dizer que o DJ que ia começar era foda, mas a real é que eu já tava pouco me fodendo pro que rolava em cima do palco.

-Vamo pra frente, falou um amigo. E todo mundo seguiu ele.

Dessa vez, estrategicamente, parei do lado esquerdo da Nadia. Na frente, nossos amigos; do lado direito dela, o irmão; e eu, um passinho mais atrás.

O DJ começou e a dança também. Coloquei a mão na cintura dela e, chegando perto do ouvido, ofereci meu vodka com energético. Segurava o copo com a mão esquerda enquanto a direita tava apoiada na cintura dela, bem onde começava a calça. Nessa hora, nossos olhares se cruzaram, ela passou a língua de leve quando encostou o canudinho na boca, minha mão desceu um pouco mais, ela bebeu, tava tenso e dava pra perceber.

-Valeu, ela fala, e vira o rosto pro palco. Eu vou pra trás, mas antes deixo minha mão descer acariciando a raba dela.

Não queria começar a apalpar de volta de forma brusca, então, com menos paciência que da outra vez, comecei a simular que tava dançando enquanto roçava a raba dela. Mas dessa vez não ia me contentar em tocar com os nós dos dedos ou as costas da mão; minha posição tava ideal pra começar a acariciar com a mão toda aberta.

Coloquei minha mão na cintura dela, ela deu um passinho pra trás, e o irmão, que tava do lado direito, já não conseguia ver o que rolava ali atrás. Então minha mão começou a se mover pro meio das costas dela e foi descendo... do cinto pra raba, sentindo como a calcinha fio-dental aparecia por baixo da calça.

Minha mão se movia em círculos, no ritmo da música. A bunda dela também, de um lado pro outro. Devagar, ela foi diminuindo o movimento, já não mexia a bunda de direita pra esquerda, mas sim de trás pra frente. Minha mão desceu e dessa vez ficou no bumbum direito dela, acompanhando o movimento. O que eu estava fazendo. Naquele momento, meu coração batia a mil, eu tinha medo de ela se virar, falar alguma coisa, mas não… já tinha a putinha entregue.
Depois de um tempinho, ganhei confiança e minha mão já deslizava por toda a bunda dela, comecei a apertar de leve, a sentir, sempre do lado direito dela. A situação já tinha deixado minha pica dura pra caralho, ela só se deixava fazer, então depois de passar a mão um pouco mais, minha mão começou a se mover pro meio da raba… meu dedo do meio ficou bem na risca dela, e aí comecei a apertar; bem na altura da bunda dela. Eu imaginava ela sentindo a pressão do meu dedo por cima da calça e o fiozinho da tanga no cuzinho dela. Isso me deixou com o dobro de tesão, vi ela abrir um pouco as pernas, então, pressionando com o dedo do meio, comecei a descer mais a mão.
Vocês não imaginam que sensação gostosa ter a putinha tão entregue assim. Quando percebeu que minha mão descia, ela começou a jogar a bunda pra trás, eu não aguentava mais o inchaço na pica, fiquei com muito tesão, passei pra nádega esquerda dela e apertei bem, mas bem embaixo, pra depois passar minha mão entre as pernas dela e com dois dedos acariciar bem a buceta dela.
Vocês não imaginam como é gostoso ter aquela safada tão entregue assim. A histérica, a mandona se deixando apalpar. A putinha dançava feliz, levantava os braços, fazia comentários pros outros caras e, bem esperta, ficou de lado, me dando as costas. Por um momento, parecia que eu ia levantar ela do chão, ela jogava mais a bunda e eu metia mais a mão.
Não aguentei mais. Num momento em que o irmão dela foi na frente falar com um amigo que estava adiante, agarrei ela com as duas mãos na cintura e encostei minha pica no meio da bunda dela. Minha excitação estava inacreditável, então imaginem a dureza que ela deve ter sentido.
A putinha mexeu a bunda e se encostou mais, e assim como esfreguei a pica toda na raba dela, passei a ficar do lado direito dela. Continuamos dançando e quando vi que o irmão dela estava distraído, fiz de novo: agarrei ela pela cintura, encostei bem, encostei meu pau e dessa vez movi minha cintura pra frente pra ela sentir melhor a pressão da minha rola dura, disfarçadamente de novo, e passei pro lado esquerdo dela.
Continuamos dançando, com minha mão direita percorrendo toda a rachadura da bunda dela e apertando a bunda esquerda dela, apertei com força; ela não tava nem aí, continuava rebolando no ritmo da música.
Nisso, ela se aproxima do irmão dela e fala: “vou ao banheiro”.
– Vai ao banheiro? Perguntei. Eu também, não aguento mais.
– Bora, vamos.
Saímos no meio da galera, de mãos dadas, e fomos em direção à área dos banheiros, mas nem chegamos perto. No caminho pra lá, atrás de um barraco que vendia bebidas, encostei ela numa das árvores que tinha no terreno e, colando bem o pau na buceta dela, comecei a beijar a boca dela. Ela abriu na hora, apertando o corpo contra o meu, e soltou a língua pra percorrer a minha inteira enquanto me segurava pela nuca. Eu sentia os peitos dela contra o meu peito, a mão dela me puxando pra perto e meu pau esfregando nela, de um lado pro outro. Minha mão esquerda foi procurar apalpar ela de novo, dessa vez pela frente. Ao sentir na buceta dela, ela apoiou a raba na árvore e levantou um pouquinho uma das pernas.
Ali eu tinha ela, a difícil, entregue igual a maior puta de todas, se deixando apalpar a buceta com força. Paramos de nos pegar e, colados testa com testa, ela começa a passar a mão no meu pau e fala:
– Não aguento mais… e eu apertei ela mais contra mim.
– Vem… e, pegando na mão dela, comecei a andar pra fora do terreno.
– Não vamos sair! O que a gente fala pros outros?
– Sei lá, a gente inventa algo.

Eram 4 da manhã e ainda não tinha amanhecido. Meu carro tava estacionado no meio da avenida, porque nesses eventos todo mundo estaciona ali, pagando antes pra um “flanelinha” pra “cuidar”.

Quase empurrando ela, coloquei ela no banco de trás, puxei os bancos da frente pra ficar mais confortável e, os dois sentados, começamos a nos pegar de novo. Enquanto eu Acariciava os peitos; sentia eles macios, mas bem empinados, ela acariciava minha pica, apertava ela. Eu fazia o mesmo com os bicos dela, estavam duríssimos, como tantas vezes eu tinha notado através das camisetas dela.

Levantei a regata dela e lá estava, com um sutiã de renda preta e me olhando com cara de puta. Chupei o pescoço dela enquanto desafivelava o sutiã e, com a mão na nuca dela, parei pra olhar de novo, primeiro nos olhos, depois nos peitos dela… a pele bem branca e os bicos rosa clarinho. Estavam bem pontudos e não eram "grandões", mas sim pequeninos. Adorei. Peguei os dois peitos dela com as mãos e comecei a chupar, ela segurava minha nuca e passava a língua na minha orelha enquanto eu continuava vidrado naqueles bicos duros.

Notei que ela estava desabotoando a calça e eu fiz o mesmo com a minha, deixando ela nos joelhos e ficando de cueca.

Apoiado no encosto, puxei ela contra mim. Enquanto a beijava, ela me apalpava a pica, que tava duríssima, bem grossa, quente e, ao tirar da cueca, dava pra ver como as veias tinham inchado todas.

Peguei ela com a mão livre e apontei pra cara dela, enquanto com a mão na nuca dela mostrava bem o que queria. Não precisei de mais nada, ela se inclinou e começou a passar a língua na cabeça da minha pica, que nessa hora parecia que ia estourar.

Chupava como se fosse um sorvetinho primeiro e depois enfiou tudo na boca. Eu não aguentava mais, com uma mão apalpava os peitos dela e com a outra procurava uma camisinha que tinha na carteira. Assim que achei, separei ela da minha pica e comecei a colocar. Se tivesse continuado com a chupada de pica que essa filha da puta tava me dando, eu teria gozado tudo na boca dela, mas a verdade é que naquele momento queria comer ela toda.

Ela abaixa a calça enquanto eu coloco a camisinha, deixa ela nos joelhos também e tira a calcinha fio dental, se virando de lado, com a cabeça encostada na porta.

A buceta dela tava como Já imaginava ela: lábios bem grandes e rosados, completamente depilada. Ajeito ela direitinho, puxo ela pra perto de mim e, de lado, aproximo a pica, enfiando só a cabeça. A buceta dela tava bem molhada. Agarro uma nádega dela e abro bem... agora consigo ver como minha pica tá na entrada da buceta dela e a bunda dela apontando pra mim.

Com uma das mãos no banco e a outra na porta, ela começou a empurrar contra mim... queria a pica toda pra dentro e eu dei o gosto. Me inclinei por cima pro lado dela, agarrei o cabelo dela e falei:
— Toda?
— Toda... Mete agora.

E foi assim, minha pica bem grossa e dura entrou toda nela enquanto escapava um gritinho de tesão. Aí puxei mais o cabelo dela, tirei e comecei a meter e tirar com força enquanto ouvia ela gemer. Ficamos assim um tempo até que tirei, me sentei contra o encosto e ela, tirando a calça, sentou em cima de mim, com uma perna de cada lado, de frente, cara a cara.

Ela se deixou cair em cima da minha pica enquanto me beijava de boca aberta. Começou a cavalgar em mim, se movendo como uma puta excelente. Sem parar de subir e descer, parou de me beijar e prendeu o cabelo com uma presilha.

Eu via ela assim... de olhos fechados, cabeça levemente jogada pra trás e as duas mãos no cabelo... cavalgando. Com os peitos se movendo no ritmo, foi incrível. Na sequência, ela me agarra pela nuca, cola o rosto no meu, começa a gemir mais forte e a cavalgar mais intenso. Dava pra ver que o orgasmo tava chegando, eu acompanhava o movimento com as mãos no cu dela, apertando bem. Nisso, puxo ela bem pra perto de mim, cravo os dedos na bunda dela e ela, me apertando pelo cabelo, começa a gemir mais forte que antes e termina dando um gritinho de satisfação... não me segurei e também gozei.

Fiquei destruído, a intensidade com que a gente tinha transado dificilmente vai se repetir.

A gente se trocou na hora.
— Vamo, bora. Ela falou num tom mandão. Voltou a ser a Nadia de sempre.

Entramos no evento graças às entradas serem pulseirinhas. plásticas que não dava pra tirar, a gente tinha ligações perdidas dos nossos amigos e do irmão dela. Eu guardei o celular e a gente entrou numa barraca que tava perto dos banheiros, ela respondeu que a gente esperava eles lá, que o DJ tava foda (a gente nem sabia quem era) e a desculpa foi que depois dos banheiros a gente entrou pra ouvir e mandou mensagem, mas que chegou tarde pra eles.

Foi um prazer.

Rocker.

6 comentários - Na Creamfield, parte 2

Muy bueno Rocker!! Muy bueno.. Te dejo los puntos que tengo. Gracias...
ROCKER UN GROSO , MUY BIEN ,,,, VAN PUNTOS
muy bueno...!! nunca más te la volviste a transar..?
Bien ahí Rocker! Gran relato y que rica experiencia
Envidia a esa mina!!!
que lastima que no fuiste vos esa puta 🔥
Hubieras terminado asi
Na Creamfield, parte 2