Hoje lembrei que um tempo atrás eu era uma gatinha fiel, casada, mas entediada. Tudo mudou quando meu marido veio com a ideia de um ménage. No começo, não curti a ideia, até que comecei a gostar, imaginava a cena e ficava toda molhada. Quando eu propunha enquanto a gente transava, ele ficava excitado, mas quando eu falava no dia a dia, ele não queria nem saber. Foi um tempo de indecisão, até que conheci o professor de culinária, um cara que até que safava, mas me excitava o quanto ele era tarado. Até que um dia eu me soltei... Me entreguei pra ele, me deixei comer, ele me pegou de surpresa no curso, estando sozinhos, e eu não fiz nada... Só me deixei, ele beijou meu pescoço, me apalpou toda, até terminar apoiada na mesa onde se cozinhava, com a legging pra baixo, minha calcinha fio dental de lado e ele gemendo igual um bicho enquanto me metia com o pau dele, até me deixar cheia de porra. Nunca mais esqueço minha primeira transa de infiel, foi com culpa, mas era algo novo que me enchia de prazer como nunca tinha acontecido. Os dias passaram, eu já tava louca e sedenta por mais paus, e quem caiu... Meu sogro. Essa história já tá postada. Com ele, entrei numa fase que nunca imaginei pra mim: a de ser uma verdadeira puta. Não só me entreguei pra ele, como também realizei todas as minhas fantasias, não só a de ser infiel, mas a de comer alguém mais velho, transar em público, em carros, me fazerem de quatro no cu (que é algo que me fascina, mas fazer com meus chifres, só que com meu marido não) e a maior de todas: fazer um ménage. Sim, meu sogro realizou o que o filho dele colocou na minha cabeça, mas não teve coragem de cumprir. Um dia, ficamos com o carro e veio um amigo dele, mototáxi, que nos levou até em casa. Eu tava meio bêbada e super excitada, já que com meu sogro a gente tava indo pro hotel, pedi pra fazer com ele também. Foi lindo, terminamos na casa do meu sogro, transando os três, as apalpadas, os paus deles na minha boca, na minha cara, fizeram de tudo, me comiam de dois, depois se revezavam, depois o mototáxi continuou me comendo sozinho, ele aguentou. O que ele tinha era incrível. A partir daí apareceu meu terceiro chifre, o que eu mais uso hoje em dia, porque além de me comer super gostoso, também tenho viagens grátis — se é que dá pra chamar de grátis, porque a menos que eu vá com mais alguém na viagem, acabo chupando ele, tocando ou a gente transando hahaha. Hoje foi um desses dias: meu marido não estava, saí pra fazer compras e tinha tempo livre, então mais uma vez ele veio me buscar. Pedi pra ele me levar na casa dele, no caminho lembrei dessa história que tô contando e contei pra ele. Ele ficou super excitado, me comeu com mais vontade do que nunca, e quando eu contei que não dou o cu pro meu marido, parece que ele ficou obcecado com minha bunda. Primeiro ele até chupou, enfiou a língua, eu sentia a respiração ofegante dele e, meus Deus, eu fiquei molhada e dilatei pra caralho. Em menos de 5 minutos ele já tinha o pau enterrado no meu cu e eu gemendo como a puta insaciável que sou. Me dava muito tesão saber que ele conhecia toda a minha história e ficava excitado com isso. Sem mentir, a gente deve ter transado umas duas horas. Ele me enchia de porra e eu, como uma puta, descia pra chupar o pau dele desesperada pra deixar duro de novo e ele continuar me comendo. O melhor de tudo é que ele nunca me diz não. Deixo aqui essa lembrança gostosa da enfiada que meu motorista favorito me deu hoje.
3 comentários - De esposa fiel a puta insaciável