O garoto da plataforma

Isso aconteceu comigo há alguns meses. Tô no internato de medicina e, sem dúvida, essa fase me mudou, me marcou e me incentivou a fazer coisas mais intensas, experiências mais fortes e mais quentes. Morava com minha mãe. Meus pais, como você sabe, são separados, então nos fins de semana ficava com meu pai e durante a semana com minha mãe. Ela trabalhava o dia inteiro e chegava lá pelas 8 da noite. Eu saía cedo pra universidade e passava o dia todo no internato, entre plantões e coisas da faculdade. Chegava em casa entre 3 ou 4 da tarde, e alguns dias às 7 ou 8. Dependia dos meus plantões, ou às vezes eu tinha que dormir no hospital. Uma tarde, depois da aula, acabou ficando tarde. Todos os ônibus passavam lotados e, como moro numa área afastada, os que faziam minha rota eram mais raros. Minha solução foi pedir um moto táxi, já que tão na moda agora. Entrei no app, fiz a solicitação e, em poucos minutos, aceitaram. Jorge Luis, com uma moto preta, viria me buscar. Até aí tudo normal. Eu tava voltando de uma apresentação na faculdade, então tava usando um conjunto branco justo que, sinceramente, entrava um pouquinho entre minhas nádegas, então tinha que usar com fio dental pra não marcar, mas adorava usar porque valorizava muito minha bunda e gosto que os caras fiquem olhando.O garoto da plataformaNão era muito longe, então não demorou muito. Quando chegou, era um cara alto, tipo 1,90 e uns 36 anos, moreno escuro, musculoso, barbudo. —Boa tarde, senhorita Daniela —falou com uma voz nem grave nem aguda, mas com um tom muito gostoso. Quando me cumprimentou, percebi um sotaque que não era do México. Aquele tom já tinha me deixado maluca. “Venezuelano ou colombiano”, pensei enquanto subia na moto, soava muito sensual kkkk. Subi, me apoiei no ombro dele pra alcançar o banco e a viagem começou. Ainda tinha um bom pedaço até em casa, então me segurei na cintura dele. Ele tava com uma calça jeans meio suja do trabalho e uma camiseta vermelha com preto. No caminho, ele puxou conversa. Falamos do clima, do trânsito e de como o dia tava. Eu não tive coragem de perguntar de onde ele era; tava com vergonha. Parece ilógico, mas sou assim. Ainda faltavam vários quilômetros. Cada buraco, cada lombada e até a vibração do motor eu sentia direto na buceta. As mulheres sabem o que é andar de moto… aquela vibração constante que vai te molhando sem você querer kkkk, a moto vai te estimulando bem gostoso, como se te ajudasse a sentir prazer. Ele dirigia bem. Às vezes eu me assustava e me agarrava forte nele quando passava entre os carros ou acelerava. Tava a umas quadras da minha casa e às vezes sentia que ele falava comigo, mas com o barulho dos carros e da moto não conseguia ouvir. Chegamos na minha rua, uma rua de terra mas bonita e meio mal iluminada. —Beleza, senhorita, chegamos —falou com um tom amigável e aquele sotaque cantado que os venezuelanos têm. —Muito obrigada. Foi rápido, tinha muito trânsito —falei rindo. —Hehe, é, verdade —respondeu—. São 94 pesos. Dinheiro? —Dinheiro, por favor —falei com voz suave e feminina enquanto abria a mochila procurando minha carteira. Peguei o dinheiro e paguei. Ele tava procurando troco e eu falei que tava de boa, que deixasse assim. —Muito obrigado, valeu. Tenha uma linda noite. Até mais. —Até logo, senhor —respondi, dando um sorrisinho safado. Me despedi e fui abrir o portão de casa. Ele ainda estava lá, esperando eu entrar… ou olhando pra minha bunda, e sinceramente não me incomodou, então puxei a tanga pra fora do short, deixando ela aparecendo, só pra dar um showzinho. Além do mais, a tanga já tava bem enfiada, hahaha. Entrei e me despedi de novo de dentro, depois de dar aquela vista maravilhosa de eu tirando a tanga. Vi ele ligar a moto e ir embora. Fechei a porta, joguei minhas coisas de qualquer jeito e percebi que tava mais com tesão do que cansada. Durante a viagem, senti o cheiro do perfume barato e do suor dele, e por algum motivo estranho, aquilo me excitava. Só pensava em putaria. Fui pro meu quarto e comecei a me despir. A roupa tava suada e suja do dia todo. Quando tirei o short e fiquei só de tanga, vi o quanto eu tava molhada. Não sabia se era por causa da moto, por causa dele ou dos dois. Deitei e comecei a me tocar por cima da calcinha. Tava procurando alguma coisa na internet pra me masturbar quando chegou uma notificação de um número desconhecido.vadia**Número desconhecido:** Boa noite, minha chefa. Sou o rapaz da moto. Chegou bem? Qualquer coisinha é só me dar um grito, tô às ordens. Quando li, parei no seco. Me deu um calor no rosto e o coração acelerou. Mais pra frente vocês vão saber por quê. *Dani:** Oiiii, simmm, cheguei bem, obrigada. Claro, qualquer coisinha eu falo. Como você está? **Número desconhecido:** Super bem, chefa. Chegando no meu ponto. Peguei um pedido perto da sua área depois que te deixei. **Dani:** Que super, fico muito feliz. Desculpa, qual era seu nome mesmo…? **Número desconhecido:** Jorge. Jorge Luis Guevara, pra te servir. **Dani:** Que nome lindo. Desculpa, você não é daqui, né? Perdão, é que fiquei com vergonha de perguntar. **Número desconhecido:** Nada, imagina, chefa. Seu nome é mais lindo que o meu. Sou venezuelano. Tô no México há uns anos e tô gostando muito. **Dani:** Ai, obrigada, fico até corada kkk. Sabia que era venezuelano, mas tava com medo de errar. Fico muito feliz que você gostou do México. **Número desconhecido:** Já estive em Cancún e depois vim pra CDMX. Sem pensar, a conversa foi rolando. Não sei em que momento comecei a falar com ele. Até aí, nada demais. Parei de me masturbar pra responder, mas tava semi nua, com as pernas abertas e a calcinha de lado, com minha buceta à mostra pra receber pica. **Dani:** Que lindo. E aí, como é CDMX? **Número desconhecido:** Muito lindo, amei, gostosa… e ainda mais as mulheres lindas como você. **Dani:** Ai, que isso, fala sério kkk. Pois é, fiquei bem corada. Aquele comentário, mais do que me deixar corada, me deixou com tesão. Dava vontade de responder que ele era um gostoso magrelo e que queria que ele me enchesse de porra. Salvei ele como “Jorge Luis uber”. As conversas ficaram mais frequentes. Eu tava quase de olho se ele escrevia pra responder. Perguntava como ele tava e como foi o dia. Fomos criando um vínculo de amizade que logo viraria outra coisa. Tinha vezes que Ele me buscava depois da aula, a gente ia comer ou ele me levava pra casa. Até acompanhava ele nas entregas: eu colocava a mochila e um capacete pra não revelar minha identidade claramente. As conversas ficavam cada vez mais profundas e cheias de duplo sentido. Uma vez ele me ensinou a andar de moto, mas mais do que ensinar, foi uma esfregada de pau. A gente foi pra uma área afastada da cidade, onde não tinha muito carro. Numa rua que tava sendo asfaltada, ele me ensinou. Sentei na frente e ele atrás. Ele me mostrava as marchas e segurava o guidão. Eu acelerava bruscamente e freava pior. Engatava as marchas errado e a moto morria… um desastre total. Mas eu tinha ele atrás de mim, empurrando o pau em mim. Dava pra sentir ele meio duro roçando na minha bunda cada vez que a moto balançava. Eu não falava nada. Não me incomodava. Eu gostava. E acho que ele sabia. No fim, a gente já tinha intimidade. Eu fugia de casa com a desculpa de ir estudar e até matava aula só pra sair pra dar uma volta com ele. A verdade é que eu gostava dele, e não só pra algo casual. Uma noite, saí da aula. Ele passou pra me buscar e pedi se a gente podia passar pra comprar janta pra levar pra casa. Fomos comprar sushi (meu favorito) e fomos pra minha casa. Quando cheguei, me despedi com um beijo na bochecha bem carinhoso. —Tchau, Jorge. Se cuida. —Tchau, minha rainha. Você também. Ele esperou eu achar a chave. Abri o portão e entrei. De dentro, me despedi de novo. Entrei em casa e achei estranho não ter nenhuma luz acesa. Minha mãe sempre acende as do quintal ou fica na sala. Era cedo pra ela ter dormido. Mandei mensagem no WhatsApp. **Dani:** Mãe, cheguei em casa. Cadê você? Demorou uns minutos pra responder. **Mãe:** Oi, filhinha. Não, mami, não cheguei em casa. Esqueci de te avisar. Vou chegar tarde. Dorme tranquila. Vou ficar fora. Depois vou pra casa. Te amo. Certeza que tavam transando, hahaha, então não enchi mais o saco. **Dani:** Tá bom, mãe, tudo bem. Se cuida, ok? Me avisa quando vier, caso eu esteja acorda. **Mamãe:** Já, filhinha. Dorme só. Olha se o gás tá fechado e fecha bem a porta. A gente se vê amanhã pelas respostas, era óbvio que tava tarada. De qualquer forma, eu tava com a casa sozinha. Normalmente quando fico sozinha em casa, eu me toco igual piano mal-assombrado kkkk já quase não convido ninguém pra cá e desde que meu vizinho foi embora, não tenho mais pica disponível todo dia… mas dessa vez me veio uma ideia melhor. **Dani:** Oi, Jorge. Como cê tá? Ele não demorou pra responder. **Jorge Luis:** Oi, minha rainha. Aqui trampando. E você? Tô deixando um passageiro. **Jessica:** Em casinha. Queria te pedir um favor. Será que cê pode me trazer uma bebida? Por favorzinho, Coca-Booty. **Jorge Luis:** Claro que sim, mamãe. Já vou levar. Ele demorou uns 20 minutos pra chegar. Enquanto isso, eu tinha me trocado e colocado uma roupa mais de casa: uma calça de tecido macio e fininho que não apertava mas marcava o que tinha que marcar, e em cima uma blusa de manga comprida. Buzinou. Era ele. Saí apressada com a chave e o dinheiro na mão. — Oiiiii — falei enquanto abria o portão —. Desculpa incomodar, tinha esquecido o mais importante kkk. — Kkkk, que isso, mamãe. Fica tranquila, pra isso que eu tô aqui. Aqui tá seu refrigerante. — Muito obrigada, parceiro kkk — falei rindo —. Ei, o que cê vai fazer agora? — Ia pra parada ver se aparece mais umas corridas e depois pra casa. Por quê, mamãe? — É que tava pensando se cê topa ficar um pouco. Sei lá… pra gente conversar ou sei lá — falei meio tímida. — Claro, mamãe, com prazer. Mas sua mãe não vai ficar brava? — Fica tranquilo, minha mãe não briga. Vem, entra — falei, convidando ele e abrindo o portão. Ele colocou a moto pra dentro. Enquanto a gente andava, eu sentia o olhar dele em cima de mim, me despindo com os olhos. Entramos em casa e ele sentou na mesa. Eu peguei dois copos e servi o refrigerante enquanto a gente conversava. — Nossa, mamãe, que casa bonita. — Valeu kkk, nada demais. Como foi o dia? — Foi corrido. Teve boas corridas. E você? Como foi na facul? — Foi bem. Meio cansada, mas foi tudo bom. A conversa continuou, cada vez mais íntima. — Mami, aquele ali é teu quarto? — Sim, é meu quarto. — Vai me mostrar? — Já foi, e o quarto? Kkkkk — brinquei com duplo sentido. Ele riu também. — Diabo, mami… também. Levantei e ele me seguiu. — Tá meio bagunçado, não liga não. Entrei, acendi a luz e escondi minha roupa íntima rapidinho.

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