Meu marido tem duas colegas de trabalho com quem costuma sair para almoçar, depois caminham um pouco e conversam enquanto o horário de almoço termina. Nessa rotina, vão conversando sobre diferentes temas para se entreter. Porém — e nisso vão me dar razão quem também faz isso na hora do almoço — o certo é que essas conversas ficam interessantes quando o assunto vai para o sexo. Aí o tema serve para conhecer um pouco mais a natureza dos nossos colegas e amigos. É aí que você define em quem confia para contar suas aventuras ou fantasias, é aí que você descobre quem são os tarados, quem são os inexperientes, também os faladores, os que falam muito mas fazem pouco, as que estão cheias de dúvidas, os que guardam um silêncio suspeito mas dá pra ver que são bem rodados. Enfim, você conhece um pouco mais dos seus amigos e amigas. Deve ser por isso que esse assunto atrai tanto e no final é o que mais consome tempo na hora do almoço. Pra mim é ótimo quando à noite, na nossa cama, contamos um pro outro as conversas do dia. Compartilhar as experiências dos nossos colegas é gostoso, é excitante e nos deixa muito ligados — coisa que a gente curte e aproveita pra soltar a nossa luxúria. Enquanto meu marido me conta sobre as duas colegas de trabalho, eu vou imaginando, visualizando de acordo com a descrição dele. Carolina é casada, tem filhos, uma mulher bonita e atlética, mas além disso é muito erótica, passional, dessas que compram brinquedos sexuais e lingerie pra brincar com o marido, tem assuntos interessantes e libidinosos. Já a Juliana é uma garota mais nova, mais inexperiente e reservada, talvez por isso mostre um pouco de timidez em relação a esses assuntos, mas ela escuta atentamente e com notável interesse. Foi assim que chegaram ao tema swinger. Claro que quando meu marido sentiu confiança suficiente pra contar sobre as nossas brincadeiras, a surpresa dele foi grande quando viu que a Carolina se mostrou Contra o tema e manifestou não ser capaz de fazer algo assim; por sua vez, Juliana começou a se soltar e confessou a ele curiosidade sobre o assunto. Essa confissão motivou ainda mais meu marido a conversar com ela e tranquilizá-la sobre sua curiosidade. Juliana começou a fazer mais perguntas, a pedir mais detalhes, a se interessar mais, até que um belo dia pediu ao meu marido que, para o próximo encontro ou ménage, contasse com ela.
Claro que, como boa esposa que sou, a incentivei para marcar logo um encontro entre nós três. Propusemos ir a um bar swinger, já que ela queria saciar seu instinto voyeurista; estava cheia de curiosidade e desejo. Nos encontramos num sábado à noite, compramos umas Smirnoff Ice e, enquanto as bebíamos, falávamos do assunto. Fomos caminhando até o bar e, ao chegar, dava para notar o nervosismo de Juliana; eu a abracei e isso lhe deu um pouco de tranquilidade. Já no bar, tomamos algo e conversamos; notei-a ansiosa porque ainda não acontecia nada, pois era cedo e, embora houvesse vários casais, ninguém ainda se despia. Então propusemos entrar na jacuzzi; ela concordou. Fomos ao vestiário, tiramos toda a roupa e saímos de toalha até a jacuzzi. Lá, ao tirar a toalha, ficou completamente nua diante de nós. Para ela foi impactante, pois era a primeira vez que ficava nua diante do meu marido; no entanto, notou-se seu interesse em se acalmar e aproveitar o momento. Juliana é uma mulher grande, de quadris largos e bunda redonda, embora com peito pequeno, exatamente como meu marido gosta. Eu curti o momento vendo a cara de luxúria do meu marido. Ficamos um tempo na jacuzzi quando nos convidaram para fazer massagens que estavam dando de brinde para as mulheres. Descemos um andar e, numa salinha, um homem jovem fazia as massagens. Primeiro fui eu para ser mimada, enquanto meu marido mostrava o resto das instalações a ela, a sauna e a sala de interação onde já havia um ménage HMH. Juliana abriu seus olhos enormes ao ver aquela cena excitante, também comentou do cheiro de sexo tão notório que embriagava seus sentidos, depois da massagem dela a gente procurava uma sala pra ficar nós dois mas não tinha, então tivemos que pedir a sala pro massagista, finalmente estávamos sozinhos. Cheguei perto e comecei a beijá-la, ela muito receptiva se deixava levar, desci minha mão pelas costas dela até chegar naquele rabo gostoso, minha língua penetrava a boca dela e ela enlouquecia, ela tomou confiança e colocou uma mão numa das minhas tetas enormes e com a outra apertava minha bunda, aos poucos fui deitando ela na cama, enquanto descia pelo pescoço dela com mordidinhas leves e chupões, cheguei nas tetas dela e senti sua respiração agitada, enquanto no meu joelho sentia a bucetinha dela quente e molhada, chupava as tetas deliciosas dela enquanto com uma mão comecei a acariciar o clitóris, a vulva dela pulsava, e a barriga tinha espasmos de prazer, Frank de pé do nosso lado olhava extasiado, nos acariciava suavemente, com uma mão nas tetas da Juliana e com a outra me massageava a buceta, passava o dedo de frente pra trás e voltava, isso me deixava molhada, enfiou os dedos na minha vagina e meu corpo se contraiu com força, meu cu pra cima e agora minha cabeça entre o sexo da Juliana, minha língua acariciando e lambendo os lábios vaginais dela, levanto meus olhos e vejo como a Juliana agarra com firmeza e poder o pau do meu marido enquanto sua boca se abria entre gemidos e desejos, quase implorando pelo membro do nosso amante, que parecia castigá-la negando esse prazer, com uma mão empurrei a nádega firme do meu marido enquanto lancei um olhar de luxúria, pois eu também queria ver como ela chupava o pau do meu amante cúmplice, finalmente a recompensa por ser uma safadinha chegou, Juliana devorou aquele falo como se fossem tirar dele, chupava com força como gata gulosa, eu amava a vista, meu marido enfiando a boca nela e eu chupando a buceta molhada dela, meu tesão era tão grande que não resisti e me ajoelhei Na frente dela cruzando nossas pernas em tesoura, cavalgando essa buceta, entre a música, o cheiro de sexo e a umidade do ambiente nossos corpos suados, o som estimulante das nossas bucetas se chocando, ver o Frank se contorcendo pelo boquete da Juliana que a essa altura já tinha perdido toda a timidez e se entregava sem limites à luxúria e à paixão, eu me sentia como num filme pornô, ainda mais quando notei que tínhamos plateia, pois através de uma pequena janela vários casais excitados olhavam e mordiam os lábios com o espetáculo. A Juliana me afastou um pouco e me fez um sinal para que eu me deitasse, agora ela me devolveria a atenção, obediente me deitei de barriga pra cima e agora ela tomou conta das minhas tetas, chupando e acariciando com ansiedade, com uma mão eu apertava a cabeça dela enquanto com a outra trazia o pau do meu marido à minha boca, chupei com desejo, com gosto, enquanto apertava aquele rabo gostoso que eu amo. A Juliana chegou na minha buceta encharcada, chupava e lambia como se fosse um sorvete, notei como ela curtia, como tremia de prazer ao provar a primeira buceta dela, como se não quisesse que aquele momento terminasse, foi tanto o prazer dela que começou a mexer o rabo, a rebolar as cadeiras em clara demonstração de querer ser penetrada, olhei pro meu marido e mostrei aquele bundão ao ar convidando ele, mas antes de se decidir foi a Juliana quem deu um tapa na bunda dele tacitamente ordenando ser penetrada, sem parar de acariciar a vulva molhada da Juliana, meu marido colocou a camisinha, se posicionou atrás daquele traseiro imenso com as duas mãos abriu e deu uma chupada da buceta até o cu, excitada começou a mexer o rabo em círculos, buscando que a língua do meu marido chegasse mais fundo, notei o prazer imenso dela, olhei pro meu marido e com uma piscada ordenei que a penetrasse, já não aguentávamos mais essa espera, as duas desejávamos, ela que enfiassem nela e eu ver meu marido no meu espetáculo favorito, vê-lo transar com outra. Ele a empalava uma e outra vez enquanto a empurrava contra minha buceta, os três em compasso, num ritmo frenético, numa sinfonia de gemidos que culminaram com um grito abafado primeiro do meu marido, depois meu e por último da Juliana, que com suas costas arqueadas se deixou cair sobre meu corpo, sobre minhas tetas, descansando daquela tarefa exaustiva e excitante, curtindo aquele momento mágico.
Claro que, como boa esposa que sou, a incentivei para marcar logo um encontro entre nós três. Propusemos ir a um bar swinger, já que ela queria saciar seu instinto voyeurista; estava cheia de curiosidade e desejo. Nos encontramos num sábado à noite, compramos umas Smirnoff Ice e, enquanto as bebíamos, falávamos do assunto. Fomos caminhando até o bar e, ao chegar, dava para notar o nervosismo de Juliana; eu a abracei e isso lhe deu um pouco de tranquilidade. Já no bar, tomamos algo e conversamos; notei-a ansiosa porque ainda não acontecia nada, pois era cedo e, embora houvesse vários casais, ninguém ainda se despia. Então propusemos entrar na jacuzzi; ela concordou. Fomos ao vestiário, tiramos toda a roupa e saímos de toalha até a jacuzzi. Lá, ao tirar a toalha, ficou completamente nua diante de nós. Para ela foi impactante, pois era a primeira vez que ficava nua diante do meu marido; no entanto, notou-se seu interesse em se acalmar e aproveitar o momento. Juliana é uma mulher grande, de quadris largos e bunda redonda, embora com peito pequeno, exatamente como meu marido gosta. Eu curti o momento vendo a cara de luxúria do meu marido. Ficamos um tempo na jacuzzi quando nos convidaram para fazer massagens que estavam dando de brinde para as mulheres. Descemos um andar e, numa salinha, um homem jovem fazia as massagens. Primeiro fui eu para ser mimada, enquanto meu marido mostrava o resto das instalações a ela, a sauna e a sala de interação onde já havia um ménage HMH. Juliana abriu seus olhos enormes ao ver aquela cena excitante, também comentou do cheiro de sexo tão notório que embriagava seus sentidos, depois da massagem dela a gente procurava uma sala pra ficar nós dois mas não tinha, então tivemos que pedir a sala pro massagista, finalmente estávamos sozinhos. Cheguei perto e comecei a beijá-la, ela muito receptiva se deixava levar, desci minha mão pelas costas dela até chegar naquele rabo gostoso, minha língua penetrava a boca dela e ela enlouquecia, ela tomou confiança e colocou uma mão numa das minhas tetas enormes e com a outra apertava minha bunda, aos poucos fui deitando ela na cama, enquanto descia pelo pescoço dela com mordidinhas leves e chupões, cheguei nas tetas dela e senti sua respiração agitada, enquanto no meu joelho sentia a bucetinha dela quente e molhada, chupava as tetas deliciosas dela enquanto com uma mão comecei a acariciar o clitóris, a vulva dela pulsava, e a barriga tinha espasmos de prazer, Frank de pé do nosso lado olhava extasiado, nos acariciava suavemente, com uma mão nas tetas da Juliana e com a outra me massageava a buceta, passava o dedo de frente pra trás e voltava, isso me deixava molhada, enfiou os dedos na minha vagina e meu corpo se contraiu com força, meu cu pra cima e agora minha cabeça entre o sexo da Juliana, minha língua acariciando e lambendo os lábios vaginais dela, levanto meus olhos e vejo como a Juliana agarra com firmeza e poder o pau do meu marido enquanto sua boca se abria entre gemidos e desejos, quase implorando pelo membro do nosso amante, que parecia castigá-la negando esse prazer, com uma mão empurrei a nádega firme do meu marido enquanto lancei um olhar de luxúria, pois eu também queria ver como ela chupava o pau do meu amante cúmplice, finalmente a recompensa por ser uma safadinha chegou, Juliana devorou aquele falo como se fossem tirar dele, chupava com força como gata gulosa, eu amava a vista, meu marido enfiando a boca nela e eu chupando a buceta molhada dela, meu tesão era tão grande que não resisti e me ajoelhei Na frente dela cruzando nossas pernas em tesoura, cavalgando essa buceta, entre a música, o cheiro de sexo e a umidade do ambiente nossos corpos suados, o som estimulante das nossas bucetas se chocando, ver o Frank se contorcendo pelo boquete da Juliana que a essa altura já tinha perdido toda a timidez e se entregava sem limites à luxúria e à paixão, eu me sentia como num filme pornô, ainda mais quando notei que tínhamos plateia, pois através de uma pequena janela vários casais excitados olhavam e mordiam os lábios com o espetáculo. A Juliana me afastou um pouco e me fez um sinal para que eu me deitasse, agora ela me devolveria a atenção, obediente me deitei de barriga pra cima e agora ela tomou conta das minhas tetas, chupando e acariciando com ansiedade, com uma mão eu apertava a cabeça dela enquanto com a outra trazia o pau do meu marido à minha boca, chupei com desejo, com gosto, enquanto apertava aquele rabo gostoso que eu amo. A Juliana chegou na minha buceta encharcada, chupava e lambia como se fosse um sorvete, notei como ela curtia, como tremia de prazer ao provar a primeira buceta dela, como se não quisesse que aquele momento terminasse, foi tanto o prazer dela que começou a mexer o rabo, a rebolar as cadeiras em clara demonstração de querer ser penetrada, olhei pro meu marido e mostrei aquele bundão ao ar convidando ele, mas antes de se decidir foi a Juliana quem deu um tapa na bunda dele tacitamente ordenando ser penetrada, sem parar de acariciar a vulva molhada da Juliana, meu marido colocou a camisinha, se posicionou atrás daquele traseiro imenso com as duas mãos abriu e deu uma chupada da buceta até o cu, excitada começou a mexer o rabo em círculos, buscando que a língua do meu marido chegasse mais fundo, notei o prazer imenso dela, olhei pro meu marido e com uma piscada ordenei que a penetrasse, já não aguentávamos mais essa espera, as duas desejávamos, ela que enfiassem nela e eu ver meu marido no meu espetáculo favorito, vê-lo transar com outra. Ele a empalava uma e outra vez enquanto a empurrava contra minha buceta, os três em compasso, num ritmo frenético, numa sinfonia de gemidos que culminaram com um grito abafado primeiro do meu marido, depois meu e por último da Juliana, que com suas costas arqueadas se deixou cair sobre meu corpo, sobre minhas tetas, descansando daquela tarefa exaustiva e excitante, curtindo aquele momento mágico.
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