Naquele verão decidimos tirar férias de carro e barraca. O pai desistiu em cima da hora por causa do trabalho. Eu estava convencida de que tínhamos que fazer aquilo. Curtir em família. Meu filho e eu partimos rumo a Neuquén. Dirigi bastante. Na estrada do deserto a noite nos pegou, decidi parar uns metros no acostamento. Ainda tinha um pouco de luz que nos permitiu montar a barraca. Tínhamos comida e bebida, então jantamos e fomos dormir. Não tínhamos pijama, então dormir de calcinha. Mãe, te incomoda se eu me grudar em você? Tô com medo. Disse meu filho. Não. Pequeno. Chega mais perto. Nem terminei de falar e ele já fez conchinha comigo. Até amanhã, ele me disse. Daqui a pouco senti uns movimentos. Alguma coisa tinha ficado dura. Decidi não dizer nada. Senti como ele fazia força pra me penetrar. No silêncio da noite ele tirou o pau do calção e começou a passá-lo pelo meu cuzinho. Me ajeitei pra facilitar. Espera. Deixa eu tirar a calcinha. Agora sim. Ele enfiou e começou a me sacudir. Levei a mão dele pra frente e ele começou a acariciar meu clitóris. Gemi e gritei, no deserto ninguém ia me ouvir. Ele continuou me fodendo, dava pra ver que não estava confortável porque escapava toda hora. Fiquei de barriga pra cima. Vem, agora enfia em mim. Com os movimentos a barraca voou, acima de nós a lua iluminava ele gozando dentro de mim. O gozo quentinho dele eu podia sentir. Montamos a barraca e fomos dormir. Sim. De conchinha, sim, pelados.
0 comentários - Na estrada do deserto