Sou a Agustina. Tenho 21 anos. E vou te contar, com precisão absoluta, por que as calcinhas fio-dental me dão tesão.
Há alguns anos, revirei a gaveta da minha mãe. Não procurava nada específico. Só abri. E lá estavam: dezenas delas. Calcinhas fio-dental. Quase todas brancas, pretas, algumas com detalhes mínimos. Tecido mínimo. Quase nada. Escolhi uma branca, bem pequenininha, com um laço rosa no centro do triângulo da frente. O tecido era fino, quase transparente quando esticava. Coloquei.
O elástico cravou nos meus quadris. O fio de trás afundou entre minhas nádegas na hora, separando elas só um pouco e deixando as duas metades completamente expostas. Na frente, o triângulo branco mal cobria o monte de Vênus. O laço rosa ficou bem em cima do início da buceta. Quando me olhei de frente, dava pra ver o contorno dos lábios maiores marcados através do tecido. Quando virei de lado, o fio sumia entre a carne.
Quando me agachei um pouco, a fio-dental esticou ainda mais e a borda da frente entrou entre os lábios, abrindo eles levemente. Me senti puta. Exatamente isso. Sentei na beira da cama da minha mãe, com as pernas abertas. Passei um dedo por cima do tecido. Já estava molhada. A umidade tinha escurecido o branco bem no centro. Apertei o clitóris através do tecido com dois dedos e comecei a esfregar em círculos lentos, firmes. O laço rosa se mexia cada vez que eu apertava. O fio de trás cravava mais fundo cada vez que eu contraía o cu. Coloquei a mão por baixo da fio-dental. Os lábios já estavam inchados e escorregadios. Me abri com dois dedos e com o do meio comecei a esfregar o clitóris direto, rápido, sem piedade. Com a outra mão apertei um mamilo.
A fio-dental continuava no lugar: o triângulo branco agora completamente encharcado e grudado na carne, o fio molhado entre as nádegas.
O primeiro orgasmo veio de uma vez. Me dobrei pra frente, com as coxas tremendo, e gozei sobre meus próprios dedos enquanto apertava o tecido contra o clitóris. O líquido encharcou o laço rosa. Continuei esfregando sem parar, mais forte, mais rápido, porque não queria que parasse. O segundo orgasmo foi mais profundo, mais sujo. Me joguei pra trás na cama, com as pernas abertas ao máximo, a calcinha fio-dental completamente puxada pro lado, e enfiei dois dedos até o fundo enquanto esfregava o clitóris com o polegar. Gozei de novo, mais forte, me contraindo ao redor dos dedos, escorrendo sobre o tecido branco e sobre o lençol. Quando terminei, a calcinha estava destruída de tanto molhado. O laço rosa estava escuro e grudento. O fio continuava enterrado entre minhas nádegas. Deixei ela vestida mais um tempo, sentindo o tecido molhado esfriar contra a pele. Essa foi a primeira vez. Desde então, toda vez que coloco uma calcinha fio-dental, sinto exatamente a mesma coisa.
Sou a Agustina. Tenho 21 anos. E vou te contar, com precisão absoluta, por que as calcinhas fio-dental me dão tesão.
Há alguns anos, revirei a gaveta da minha mãe. Não procurava nada específico. Só abri. E lá estavam: dezenas delas. Calcinhas fio-dental. Quase todas brancas, pretas, algumas com detalhes mínimos. Tecido mínimo. Quase nada. Escolhi uma branca, bem pequenininha, com um laço rosa no centro do triângulo da frente. O tecido era fino, quase transparente quando esticava. Coloquei.
O elástico cravou nos meus quadris. O fio de trás afundou entre minhas nádegas na hora, separando elas só um pouco e deixando as duas metades completamente expostas. Na frente, o triângulo branco mal cobria o monte de Vênus. O laço rosa ficou bem em cima do início da buceta. Quando me olhei de frente, dava pra ver o contorno dos lábios maiores marcados através do tecido. Quando virei de lado, o fio sumia entre a carne.
Quando me agachei um pouco, a fio-dental esticou ainda mais e a borda da frente entrou entre os lábios, abrindo eles levemente. Me senti puta. Exatamente isso. Sentei na beira da cama da minha mãe, com as pernas abertas. Passei um dedo por cima do tecido. Já estava molhada. A umidade tinha escurecido o branco bem no centro. Apertei o clitóris através do tecido com dois dedos e comecei a esfregar em círculos lentos, firmes. O laço rosa se mexia cada vez que eu apertava. O fio de trás cravava mais fundo cada vez que eu contraía o cu. Coloquei a mão por baixo da fio-dental. Os lábios já estavam inchados e escorregadios. Me abri com dois dedos e com o do meio comecei a esfregar o clitóris direto, rápido, sem piedade. Com a outra mão apertei um mamilo.
A fio-dental continuava no lugar: o triângulo branco agora completamente encharcado e grudado na carne, o fio molhado entre as nádegas.
O primeiro orgasmo veio de uma vez. Me dobrei pra frente, com as coxas tremendo, e gozei sobre meus próprios dedos enquanto apertava o tecido contra o clitóris. O líquido encharcou o laço rosa. Continuei esfregando sem parar, mais forte, mais rápido, porque não queria que parasse. O segundo orgasmo foi mais profundo, mais sujo. Me joguei pra trás na cama, com as pernas abertas ao máximo, a calcinha fio-dental completamente puxada pro lado, e enfiei dois dedos até o fundo enquanto esfregava o clitóris com o polegar. Gozei de novo, mais forte, me contraindo ao redor dos dedos, escorrendo sobre o tecido branco e sobre o lençol. Quando terminei, a calcinha estava destruída de tanto molhado. O laço rosa estava escuro e grudento. O fio continuava enterrado entre minhas nádegas. Deixei ela vestida mais um tempo, sentindo o tecido molhado esfriar contra a pele. Essa foi a primeira vez. Desde então, toda vez que coloco uma calcinha fio-dental, sinto exatamente a mesma coisa.
5 comentários - Por que amo fio dental