Oi, meu nome é Diego, sou um garoto espanhol de 18 anos, esta história aconteceu quando eu tinha 15 anos. Há três anos eu estava no 4º ano do ensino médio, vocês já sabem, os hormônios à flor da pele, e como qualquer garoto de 15 anos eu me masturbava frequentemente, costumava fazer por videochamada com outros garotos que conhecia em grupos de Telegram. Na escola eu era um garoto normal, altura média, bom físico, nem bonito nem feio, tinha meu grupo de amigos com quem me masturbava de vez em quando, mas isso é outra história. Embora a pessoa com quem eu mais andava era com minha melhor amiga Laura, uma loira de 1,65, gostosa, inteligente e principalmente rebelde, íamos a todos os rolês de beber juntos, ela costumava ficar bem bêbada e fumava, fumava de tudo. Tinha um grupo de amigas, na verdade todas eram bem gostosas e tinham um bom corpo, umas melhores que as outras, mas nenhuma se destacava acima das outras. Era quarta-feira, 29 de outubro, naquele dia estava programado um rolê de beber antes do Halloween, mas justo naquele dia teve uma tempestade e teve que ser cancelado. Laura, obviamente, com o quanto era rebelde, e aproveitando que seus pais não estavam, fez uma festa do pijama, obviamente estavam ela e suas amigas e eu, ninguém mais. Eram duas e meia da tarde, assim que saí da escola, almocei e tomei banho, peguei um moletom, uma camiseta de pijama e uma calça de pijama e coloquei tudo numa mochila para a festa. Antes de chegar a hora de ir, fiquei comparando o pau com um garoto pelo Telegram, ele gozou, mas eu inventei uma desculpa para não fazer, vocês sabem o que acontece quando você está prestes a gozar e no final não goza, você fica o dia todo excitado. Chegaram as 5 e eu saí, estava trovejando, mas ainda não tinha caído nem uma gota. Ao chegar na casa da Laura, bati na porta e ela abriu, já estava com o pijama, um top rosa que deixava ver sua barriga, que para mim era o que mais me excitava nela, e usava uma calça de desenho animado que marcava um belo rabo. Todas as outras estavam vestidas exatamente igual, coisas de garotas. Entrei e todas me cumprimentaram. Laura: Vamos Diego, coloca o pijama. Lucia tinha o cabelo castanho e de corpo era a melhor, embora de rosto fosse normalzinha: Se quiseres troca-te aqui mesmo. Todas riram, embora para mim, pelo tesão que estava, estive quase a fazê-lo. Elena era a mais promíscua do colégio, todos sabiam, tinha ficado com um monte de rapazes novos e mais velhos, mesmo assim estava gostosíssima: Não sejas promíscua, Lucia, que ele se troque na casa de banho. Entrei na casa de banho e tirei a roupa, reparei que o meu pau estava maior do que o normal, sou team sangue e o meu pau mole não é muito grande, mesmo assim dessa vez estava mais grosso do que o normal. Mesmo assim ignorei e vesti o que tinha trazido. Ao sair da casa de banho já tinha começado tudo, já estavam a beber e a fumar vape. Eu sentei-me no meio e peguei num cubata, não gostava, mas sabia que a Laura ia ficar super chata se eu não bebesse nada. Meia hora depois a maioria já estava bêbada e começaram a olhar para mim como animais no cio. Marta, a mais feia do grupo, mesmo assim estava bastante boa: Diego, já beijaste alguma vez? Respondi que não, na verdade, tirando as punhetas em grupo e as do Telegram, era bastante virgem. Quando disse que não, todas riram e caíram em cima de mim para me beijar, não tive tempo para reagir quando a Laura me comeu a boca e assim, uma a uma, foram-me beijando. Passaram-se várias horas assim, entre beijar-me, fumar e beber, eu tinha o pau super duro, mas como estava de boxer apertado não se notava nada e não deram conta. Era uma da manhã, tinham adormecido todas, eu tinha os lábios inchados e secos, mas havia uma coisa pior: o pau doía-me como o diabo. Levantei-me lentamente para não as acordar e entrei na casa de banho, tirei a roupa e lá estava o meu pau tão inchado que parecia um rabanete de tão grosso que era. Estava naquela fase de estar semi-duro e semi-mole que dá tanto tesão, rocei-o com os dedos e fiquei de queixo caído, soltei um gemido super alto, mas rapidamente tapei a boca, estava super sensível. Nesse exato momento a Elena entrou pra mijar e ela me viu. Elena: Diego, sério, você se despe pra mijar, você tem umas coisas muito estranhas. Ela olhou pro meu pau e ficou calada. Eu disse que não era o que parecia, mas ela nem me deu bola. Elena: Caralho, como é grossa, de comprimento não é lá essas coisas, mas de grossura é a melhor que já vi, você tem um pauzão, e olha que você parecia inocente. Elena, não é normal, o meu não é assim tão grosso, dói pra caralho e tá super sensível, eu disse sem vergonha nenhuma. Elena: Normal, as cuecas que você tava usando são super apertadas, devem ter retido o sangue no seu pau durante horas. Faz alguma coisa, por favor, eu disse querendo que parasse de doer, mas principalmente porque eu tava super excitado. Elena: Não vai ser uma desculpa pra você me fazer te bater uma punheta. Ela me disse, mesmo assim chegou perto e pegou no meu pau. Naquele momento eu soltei um gritinho e ela tapou minha boca. Elena: É, você tá sensível mesmo, caralho. Ela começou a me bater uma punheta, a técnica dela era boa, mas não chegava no meu nível, lógico. Meu pau ficou duro e, sinceramente, queria que tivesse ficado assim inchado pra sempre, era enorme, Elena tinha que usar as duas mãos pra conseguir me bater uma punheta. Elena: Caralho, queria não estar tão cansada, porque agora mesmo eu enfiava no meu pussy até ver as estrelas. Elena, você é uma puta promíscua, eu disse. Elena: Agradece por eu ser uma puta promíscua e por eu estar te batendo uma punheta. Ela apertou meu pau super forte, fazendo com que eu quase gozasse, soltei jatos de líquido pré-ejaculatório. Elena: Você molhou minhas mãos, seu filho da puta. Ela riu de leve. Elena, tô quase gozando. Ela me pegou pela cintura e apontou meu pau pro vaso. Eu, sem conseguir aguentar, gozei pra caralho, fiquei um minuto soltando esperma. Quando terminei, subi a calça e agradeci à Elena. Elena: De nada, agora sai que eu quero mijar. Saí do banheiro e me deitei, dormi super rápido, no dia seguinte meu pau já tava normal e não doía nada, eu e a Elena só falamos do assunto uma vez, faz um ano, mas isso é outra história. história.
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