
Tudo começou como um jogo idiota de meia-noite, daqueles que você faz por puro tédio com um perfil falso no Facebook. Tinha fotos roubadas de um cara qualquer, um nome inventado e uma única missão: ver até onde eu podia chegar com as mães dos meus próprios amigos. No começo era só mandar solicitações de amizade por pura curiosidade mórbida, mas o que começou como uma brincadeira acabou se tornando meu passatempo favorito quando vi que elas caíam uma atrás da outra. A primeira foi a mãe do Carlos. Bastaram alguns elogios bem jogados e atenção fingida pra ela começar a se soltar. Das mensagens de texto passamos pras fotos proibidas, dessas que se mandam com a função de ver uma vez só, mas que eu já tinha me virado pra salvar. Ver uma mulher madura, respeitável de dia, me mandando conteúdo exclusivo do próprio quarto enquanto o marido trabalhava, me deixava de cabeça explodida. Eu me trancava no meu quarto com a luz apagada, com o celular vibrando na mão, e me tocava pensando em como era fácil manipular elas usando só um pouco de lábia virtual. Mas o verdadeiro ponto de virada foi com a Patricia, a mãe do meu parceiro de vida inteira. Com ela a coisa escalou rápido pra outro nível: as videochamadas de madrugada.

Lembro de uma noite em particular. A tela se iluminou no meio da escuridão; do outro lado aparecia ela envolta num roupão leve, com a luz fraca do quarto e uma expressão entre culpada e extremamente excitada. —Certeza que ninguém vai nos ouvir? —sussurrou ela mordendo o lábio com nervosismo enquanto ajeitava o celular. —Relaxa, ninguém sabe de nada —respondi com a voz rouca, sentindo a adrenalina percorrer todo o meu corpo ao vê-la. A conversa esquentou na hora. Ela começou a tirar a roupa devagar na frente da câmera, obedecendo cada coisa que eu pedia com uma mistura de desespero e tesão contido.

Ver ela gemer em silêncio pra não acordar ninguém na casa dela enquanto eu me masturbava freneticamente na frente do monitor era uma loucura total. O nível de perversão era indescritível; ouvir ela dizer meu nome — ou melhor, o nome falso que ela achava que era o meu — enquanto se tocava no ritmo das minhas instruções fazia eu acabar gozando da forma mais intensa, me lambuzando todo e ficando completamente sem fôlego com o celular ainda ligado. O mais louco de tudo é que no dia seguinte, quando eu ia na casa dela pra trocar ideia com meu amigo ou jogar videogame com ele, cumprimentava a mãe dela com total normalidade, tomando um café na mesa dela enquanto por dentro eu morria de rir sabendo exatamente como ela ficava sem roupa e tudo o que a gente tinha feito na noite anterior.
1 comentários - Usando perfil falso pra comer a mãe do meu amigo