Morando com meu tio (1)

Oi gente, vocês podem me chamar de Yun, tenho 20 anos, não sou alta (tenho só 1,50), não tenho peitos grandes nem quadril largo, sou simplesmente muito comum e essa é a minha história com meu tio e como tudo valeu a pena. Tudo começou quando meu namorado me expulsou de casa e eu não tinha onde ficar, eu estava muito deprimida e até larguei meu trabalho. Voltar pra casa dos meus pais não era opção e também não tinha muita grana. Pra minha sorte alguém me ligou e disse que podia me dar abrigo sem custo nenhum. Era meu tio (irmão do meu pai) e apesar de no começo eu não ter certeza se devia aceitar o convite dele, pensei que não teria problema, ele é casado e segundo dizem muito feliz com a esposa, super estáveis e ainda por cima muito bem de vida. Então acabei aceitando sem saber no que ia dar essa decisão. Apesar da esposa dele não ter ficado muito feliz com a decisão, ela não brigou e só me olhava torto e ficava sempre me vigiando. A paz era total quando ela saía pra fazer compras ou pagar contas e aí eu podia ficar completamente à vontade e sem restrições. Entrava no banho sem fechar a porta e também me trocava sem preocupação, não tinha problema nenhum pra mim e sempre achava que estava completamente sozinha. Na verdade nem sempre estava sozinha, várias vezes meu tio chegava em casa sem fazer barulho nenhum e curtia o espetáculo. Isso na real eu não soube desde o começo, descobri depois de um tempo. Um dia que saí do banho e só estava com a toalha enrolada, encontrei ele sentado na minha cama com minhas calcinhas nas mãos. Assim que me viu entrar, guardou na bolsa da calça e disfarçou um pouco. T- Sobrinha, eu tava te esperando. Y- Podia esperar lá fora um momento enquanto eu me visto? T- É que é justo sobre isso que eu queria falar. Y- Não entendi, sobre o que é? T- Bom, sobrinha, eu abri as portas da minha casa pra você e te dou comida e tudo que você precisa sem você pagar um centavo. Y- Aham, mas foi você que me convidou pra morar aqui. T- Nada é de graça n a vida e você já deveria saber disso, sobrinha, não se assuste, não é algo ruim. Tirei da bolsa da calça um maço de dinheiro e coloquei na cama lentamente. T- Você pode ficar com isso, mas em troca quero algo. Y- Tio, eu não... T- Só quero umas fotos, mas sem nada de tecido, não é necessário nenhum contato físico, só tiro as fotos e vou embora. Olhei por um momento a cama e fiquei pensando em quanto dinheiro poderia ser, me aproximei lentamente e peguei as notas entre as mãos, considerei por um segundo e guardei as notas numa gaveta para depois deixar cair a toalha. Y- Se apresse e não quero que compartilhe com ninguém. T- Muito bem, mas quero umas em pé e outras na cama. Y- Rápido antes que sua mulher chegue. Tirei umas fotos encostada na porta e na cômoda, depois me deixei cair na cama e levantei um pouco o traseiro, abria um pouco as pernas para algumas fotos e em outras me colocava de lado. Entre tantas fotos e poses comecei a ficar com tesão e instintivamente minha mão buscou minhas partes e comecei a brincar. Meus dedos davam voltas, entravam e saíam com muita energia, já estava completamente molhada e quente. Quando virei para ver meu tio e ele tinha um volume evidente na calça, seu celular continuava fixo em mim e depois descobri que desde que comecei a me tocar ele estava gravando sem perder nenhum detalhe dos meus dedos na minha buceta. Ver ele com aquele volume enorme e tão atraído pelo meu brincadeira me acendi ainda mais, me levantei lentamente e fui me aproximando dele. Y- Não diga nada e só abaixe a calça. Falei enquanto descia da cama e me colocava de joelhos na frente dele enquanto olhava direto para a câmera. Com uma só mão ele desabrochou o cinto e a calça deixando cair, ao ver diretamente o pau dele não pude evitar soltar um pequeno gemido apesar de que no mínimo ele é uns 20 anos mais velho que eu, o amiguinho dele era enorme e ainda não estava totalmente acordado. Peguei ele entre as mãos e comecei a brincar com ele, passava com as duas mãos, coloquei ele entre meus peitos e provocava ele com minha língua lambendo só a pontinha. Quando vi que ele ficou mais duro, tentei colocar na minha boca, mas minha nula experiência me fazia sentir que estava me engasgando. Meu tio (que continuava gravando tudo) me agarrou com a mão livre atrás da minha cabeça e continuou empurrando para enfiar todo o pau dele até a minha garganta. Eu continuava dando tudo de mim enquanto minha mão direita continuava brincando com meus lábios, dando voltas e fazendo com que eu soltasse meus "sucos" por todo o chão. Depois de uns 10 ou 15 minutos assim, finalmente ele gozou na minha boca e descarregou tudo bem fundo. Eu só sentia aquilo tudo descendo pela minha garganta. E- Ninguém pode saber o que aconteceu aqui, e muito menos ver esse vídeo. T- Não se preocupe, sobrinha, não vai sair daqui. Enquanto ele dizia isso, ouvimos as chaves abrindo a porta da entrada. Rapidamente meu tio terminou de subir as calças e fechar o cinto. Assim que ele saiu, tranquei minha porta e me deixei cair na cama. Depois de recuperar a compostura, me vesti e tive que voltar ao banheiro para lavar meu rosto, que estava com restos de saliva e esperma. Não voltei a falar com ele naquele dia, mas aquele foi o início do caos. Desde aquele dia, meu tio me olhava com mais luxúria quando minha tia se distraía.

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